O que o Xfce precisa para se tornar o número 1?

O Xfce é um gerenciador de janelas leve e versátil, bastante personalizável, mas ainda assim, muito “simples”. Apesar de leve, bom para micros com poucos recursos ou razoáveis (o que é cada vez menos comum hoje em dia, mas ainda é), ele fica atrás do Gnome e KDE. Ainda assim se destaca facilmente dos gerenciadores levíssimos, como Fluxbox, WindowManager, JWM, IceWM, etc.

Ele tem potencial, normalmente o pessoal gosta – mas muitos, no dia-a-dia, preferem utilizar o Gnome o KDE, devido algumas “deficiências” do Xfce. Quais são essas deficiências? No que o Xfce poderia melhorar, se quisesse tomar o lugar do Gnome ou KDE, e ser o número 1?

O site Planète Béranger publicou um texto de opinião sobre isso, sugerindo algumas mudanças. Entre elas, o Xfce deveria deixar de ser tão simples como é, facilitar a integração de plug-ins e miniaplicativos (muitos dos quais existem aos montes para Gnome e KDE), além de trazer mais facilidades para os usuários. Alguns dos pontos fracos são as configurações do teclado, onde as modificações devem ser feitas usando ferramentas para configurar o xorg.conf, e a troca de tema. Uma boa sugestão seria ele vir com dois “temas”, um no estilo do Gnome, e outro no estilo do KDE – facilitando uma possível migração dos usuários destes dois ambientes. É possível personalizá-lo bastante sim, mas ainda não de forma tão fácil, com poucos cliques, o que faz com que ele se pareça “simplão” demais para as pessoas. E claro, seria essencial incentivar distros a mantê-lo, trabalhar em conjunto com distros que usam ele como gerenciador padrão, entre muitas outras coisas.

Se você gosta do Xfce, vale a pena dar uma olhada, e ver o que você acha que poderia mudar também:

https://beranger.org/index.php?[…]what-is-xfce-still-needing-to-be

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Esta postagem foi modificada pela última vez em 02/06/2009 22:26

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