O Desktop Linux publicou uma análise de três partes comparando o Vista Ultimate ao Mephis, que apesar de pouco conhecido por aqui, é uma distribuição bastante popular lá fora. A análise foi escrita por um usuário Linux, por isso não é exatamente imparcial, mas traz à tona alguns temas interessantes, como a grande diferença nos requisitos de hardware, as deficiências da versão de 64 bits do Vista, que ainda enfrenta problemas relacionados à falta de drivers, e as limitações artificialmente criadas por causa do sistema de DRM do Vista:
https://www.desktoplinux.com/articles/AT9727687530.html
https://www.desktoplinux.com/articles/AT9727687530.html
https://www.desktoplinux.com/articles/AT9325931427.html
O Vista Ultimate é a versão mais cara do Vista, que vem com todos os recursos. A versão boxed, que você encontra nas lojas, vem com mídias para instalar tanto a versão de 32, quanto a de 64 bits, de forma que você pode escolher qual usar. Atualmente a versão de 32 bits do Vista ainda é a mais recomendável, pela questão dos drivers e outros detalhes. Apesar da caixinha incluir as duas versões, você só pode utilizar uma, devido ao procedimento de ativação. No caso da versão OEM do Vista, é fornecida apenas uma mídia, que corresponde à versão de 32 ou 64 bits. Você precisa escolher na hora de comprar.
Uma versão beta do Vista havia sido crackeada, através da substituição de algumas DLLs do sistema pelas equivalentes do XP. Essa versão foi apelidada de “Vista Bill Gates Edition” e foi distribuída através das redes P2P. Entretanto, a brecha foi corrigida e a versão final do Vista continua resistindo à ação dos crackers, o que já começa a levantar dúvidas sobre se realmente é possível crackear o sistema.
Os requisitos mínimos de hardware do Vista falam num processador de 800 MHz e 512 MB de RAM, mas obviamente o sistema não roda muito bem nessa configuração. A configuração ideal é uma máquina com um processador mais parrudo, de 1 a 4 GB de memória RAM e uma placa 3D relativamente poderosa, caso queira usar o Aero.
Como aqui no Brasil o uso do Windows sempre foi muito associado às cópias piratas e a maioria das máquinas são ainda vendidas com 128 ou 256 MB, temos um cenário bastante hostil à adoção do Vista. Tenho curiosidade em saber o que vai acontecer nos próximos anos :).