As principais redes varejistas e governo preparam campanhas para divulgar a seus clientes os benefícios do programa de inclusão digital “Computador Para Todos”. Os participantes –que ainda trabalham nos ajustes decorrentes da novidade– não revelam
detalhes, mas já sabem que o foco dessas ações será nos preços.
O programa tem como objetivo aumentar o número de brasileiros com acesso a micros e também à internet. Para isso, oferece uma máquina mais simples –de até R$ 1.400–, com configuração pré-estabelecida e financiamento a juros menores. O projeto prevê
ainda a venda de micros de até R$ 2.500, livre de tributos, com a vantagem de não exigir uma configuração específica.
Micros de até R$ 1.400 que seguem as configurações estipuladas pelo governo poderão ser parcelados em até 24 prestações de R$ 70. O valor final a ser pago inclui os juros cobrados na venda a prazo.
Para se encaixar nessa categoria, o equipamento, de qualquer marca, deve utilizar obrigatoriamente software livre, como o Linux. Além disso, precisa contar com um processador de 1,5 GHz, disco rígido de 40 GB, memória RAM de 128 MB, monitor de 15
polegadas, unidade de disco flexível, unidade de CD-ROM, modem de 56 K, placas de vídeo, áudio e rede on-board, mouse, teclado e porta USB e 26 programas.