Por esses dias não estamos ouvindo falar sobre algum fenômeno como o “ano do Linux nos desktops”, o que pode ser um pouco hiperbólico, afinal segundo o Net Applications, o Linux está comandando uma porção de menos de 1% desse mercado, segundo o Net Applications. No âmbito corporativo, entretanto, o interesse no Linux está bombando, de acordo com uma pesquisa feita pela Linux Foundation e a Yeoman Technology Group.
A pesquisa, que reuniu respostas de 1900 empresas, revela que estrondosos 76% possuem planos de adicionar servidores Linux extras no próximo ano. Somente 41% possuem aspirações similares para os servidores Windows, e 44% pretendem manter ou diminuir o número de servidores Windows em uso. Se você olhar para um horizonte de tempo de cinco anos para as atualizações, o balanço se desloca em direção ao Linux: 79% das companhias dizem que vão adicionar servidores baseados em Linux na próxima meia década, contra apenas 21% para os servidores Windows.
O estudo revelou ainda que 60% dos entrevistados estão planejando utilizar o Linux mais para cargas de trabalho críticas do que no passado. E mais: a pesquisa constatou ainda que o interesse na plataforma de código aberto possui essas motivações, em ordem de importância: não ficar ligado a um vendedor, o fato do código-fonte ser aberto, a viabilidade a longo prazo, e maior escolha de hardware e software.
