Foi publicado então na revista científica Nature os detalhes de como os pesquisadores foram capazes de manipular e detectar o estado de mecânica quântica de elétrons com spins polarizados em átomos de silício, a temperatura ambiente. O uso do silício como meio é importante, pois este já é amplamente utilizado nos processos de fabricação dos chips atuais. A capacidade de alterar e ler o estado dos spins a temperatura ambiente é um grande passo, essencial para a futura produção em massa de dispositivos que carreguem a tecnologia da “spintrônica”.
Vale lembrar que os chips atuais, baseados em silício, consomem muita energia e geram grandes quantidades de calor. Espera-se que os dispositivos ‘spintrônicos’ resolvam esses dois problemas, em grande medida. O coordenador da pesquisa, Dr. Ron Jansen, da Universiddade de Twente, disse: “Nós mostramos pela primeira vez que isto pode ser feito em temperatura ambiente, o que obviamente é algo que você precisa, se você quiser realmente comercializar esta tecnologia”.
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https://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8379708.stm
Fonte:
https://www.geek.com/articles/chips/spintronics-ad…