Novo estudo alerta para efeitos nocivos dos celulares

Por: Julio Cesar Bessa Monqueiro
O celular hoje é, para muitas pessoas, um bem essencial à sobrevivência. Tem muita gente que prefere ter um celular do que comida. Bem, mas para essas pessoas, a boa notícia é que, usando o celular, estão cozinhando. O cérebro.

Os pesquisadores dessa área de radiação emitida pelos celulares são, em geral, muito divididos a respeito disso. Mas uma organização sem fins lucrativos mediu a radiação emitida por mais de 1200 celulares, e o resultado é motivo de preocupação. A organização acredita que, baseando-se nos padrões atuais, há um risco elevado de desenvolvimento de tumores cerebrais em usuário a longo prazo, em suma pessoas que usaram celulares por um período maior que 10 anos.

A famosa FCC, Federal Communications Commision, dos Estados Unidos, impõe um padrão aceitável para os efeitos da radiação em função da taxa na qual a energia é absorvida em uma massa de tecido, o famoso SAR, de 1.6 Watts por quilograma (W/kg), dado como referência a medição em volume de um grama de tecido. Já na União Europeia, o limite, calculado sobre 10 gramas de tecido, é de 2 W/kg, o mesmo imposto pela Anatel aqui no Brasil.

Vale lembrar que alguns telefones celulares estão muito próximos da marca dos 1.6 W/kg. Um exemplo é o Apple iPhone 3G, que chega aos 1.39 W/kg, o suficiente para lesar o cérebro em longos anos de uso.

Veja o estudo da EWG em:

http://www.ewg.org/

Fonte:

http://www.geek.com/articles/mobile/new-study-offers-clearer-d…

Veja mais em:

http://www.wired.com/gadgetlab/2009/09/cellphone-radiation/

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