Primeira etapa: a sessão live

O OpenIndiana é distribuído em um DVD que inicializa um sistema de 32 ou de 64 bits, dependendo de sua arquitetura. Um menu de visual simples e agradável do GRUBé aberto, e depois o usuário espera o carregamento. Para minha surpresa, o sistema iniciou rapidamente no meu T60p, um laptop dual-core de 32 bits com 2 GB de RAM. Geralmente o OpenSolaris demoraria tanto para inicializar quanto um reator nuclear, por causa de seu sistema de arquivos ZFS mirabolante, mas desta vez eu tive a impressão de estar inicializando o Linux. Ele exibe automaticamente uma janela de configuração de rede, que pergunta a qual rede sem fio vamos nos conectar. As duas redes têm criptografia WPA2, mas não tive problemas na configuração.

Configuração da rede sem fio

Configuração da rede sem fio

O OpenIndiana continua quase idêntico aos seus predecessores. E isso não é ruim. O tema do GNOME é ótimo. Ele tem um estilo calmo, com fontes grandes bem escolhidas e um uso inteligente das cores. Geralmente os produtos corporativos tradicionais não se preocupam muito em apresentar um visual inteligente, mas a Sun acertou.

O Firefox no OpenIndiana dev-148

O Firefox no OpenIndiana dev-148

Depois da configuração da rede sem fio, abri o utilitário de drivers. Dá para notar uma grande melhoria em relação ao OpenSolaris de três anos atrás. Na minha máquina de testes, todo o hardware foi reconhecido e inicializado corretamente, exceto pelo TPM.

Os drivers

Os drivers

O OpenIndiana vem com vários idiomas ativados por padrão na sessão live, o que é algo único. Temos inglês, tailandês, idiomas indianos, hebraico, japonês, coreano, dois tipos de chinês e unicode. O compartilhamento com o Samba também funcionou e se mostrou bem rápido, então a parte de conectividade de rede foi muito bem resolvida. Não vi nenhum bug até aqui, e nenhum programa travou. O desempenho foi muito bom de modo geral. Agora vamos instalar o OpenIndiana.

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