Segunda etapa: a instalação

Aqui as coisas não correram tão bem. Em outras palavras, o sistema foi instalado direitinho e não ocorreu nenhum desastre, mas um usuário final poderia se enrolar. Eu abri o GParted para ver o layout das partições. Não me perguntem o porquê, mas ele indicava que o disco inteiro estava livre, enquanto na verdade o sistema era dual boot, com o Windows 7 e o Pinguy OS instalados.

Usuários menos experientes poderiam ter optado por criar uma nova tabela de partições ou por alocar espaço para novas partições, arruinando o layout existente e perdendo dados. É um baita problema, não é? Mas o assistente de instalação não teve esse problema. Ele detectou o layout do disco corretamente. Assim como seus predecessores, o OpenIndiana ainda exige uma partição primária para a partição root, e ela é a única partição possível para o Solaris. Pois é, não dá para criar uma partição /home separada, ao menos não usando a interface gráfica.

O layout final do disco rígido

O layout final do disco rígido

A etapa seguinte é a criação do usuário. Esse usuário também é o usuário administrativo. Em suma, você não precisa usar o root para realizar tarefas do sistema. É só usar o pfexec, equivalente ao sudo do Linux. Mas saiba que se você escolher uma senha fraca, o sistema vai aceitar, mas você não vai pode realizar tarefas de root. E o pior: o sistema não avisa isso. É preciso incluir ao menos uma letra na senha para que o usuário possa realizar tarefas de administrador, do contrário você vai ter que usar o bom e velho root. E não use @ na senha de root, porque isso não funciona direito. A instalação a partir do DVD foi concluída relativamente rápido, em uns 20 minutos. O sistema configurou o dual boot corretamente, e o Windows 7 apareceu no menu do GRUB.

O instalador do sistema

O instalador do sistema

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