Ele foi criado para instalar apenas programas não-essenciais, como processadores de texto, navegadores, jogos e outros, já que para pacotes essenciais, é recomendável o uso do sistema nativo, para melhor velocidade e compatibilidade. Esse projeto, que iniciou suas atividades há mais de 14 meses, acabou sendo de grande ajuda para muitos desenvolvedores que, ao invés de compilarem vários pacotes para variadas distros, criavam um pacote apenas, de extensão .package. Outro quesito importante é a segurança: somente o Autopackage lê arquivos com esta extensão.
Esse sistema alternativo possui interface gráfica em QT e GTK, além do modo texto, e também tem um próprio gerenciador de pacotes instalados. Porém, o projeto anda “caindo” por vários motivos. Entre eles, está o pequeno número de desenvolvedores, o que naturalmente atrapalha o progresso. Outro fato é o conservadorismo das distribuições e dos usuários, que preferem usar o que já conhecem, os pacotes nativos, do que outras soluções.
Um fato que pode revivê-lo é a futura integração ao Ubuntu 7.04, que você pode conferir neste link: https://wiki.ubuntu.com/AutopackageIntegration. Outro impulsionador para o projeto é o tempo, que conforme vai passando, amadurece o mesmo, tornando-o mais popular e confiável.
Neste artigo vamos aprender a instalar o Autopackage, manipular pacotes e criá-los. Mãos à obra!