Disney+ vira o streaming mais caro do Brasil após alta de até 7%

Disney+ sobe preços: planos vão de R$ 29,90 a R$ 69,90 após reajuste de até 7,2%. Saiba o que muda para assinantes.

O Disney+ subiu os preços das assinaturas no Brasil em até 7,2%, consolidando o posto de serviço de streaming mais caro do país entre as plataformas de maior penetração no mercado. O reajuste, que já vale para novos assinantes e entrará em vigor no próximo ciclo de cobrança para quem já tem plano ativo, eleva o teto da assinatura mensal a R$ 69,90 no plano Premium e empurra até o pacote com anúncios, o mais barato da grade, para R$ 29,90.

O que mudou em cada plano

Lançamentos da Disney+ em novembro de 2025

O plano Disney+ com Anúncios passou de R$ 27,99 para R$ 29,90, alta de 6,8%. Ele entrega resolução full HD, duas telas simultâneas e, como o nome já avisa, intervalos comerciais. Não há opção de cobrança anual para esse nível.

O Disney+ Padrão foi de R$ 46,90 para R$ 49,90 mensais (+6,4%). No plano anual, a assinatura subiu de R$ 393,90 para R$ 407,90, variação de 3,5%. O plano oferece full HD, duas telas e download de conteúdo, sem anúncios.

No topo, o Disney+ Premium saltou de R$ 66,90 para R$ 69,90 por mês (+4,5%). Anualmente, o valor vai de R$ 561,90 para R$ 587,90 (+4,6%). Esse pacote inclui resolução 4K, quatro telas simultâneas, download de vídeos, áudio Dolby Atmos e acesso aos canais ESPN. A assinatura anual segue sendo a opção mais econômica para quem decide ficar, com desconto de cerca de 30% em relação ao acumulado mensal.

Isolamento no topo da tabela de preços

Com o reajuste, a distância do Disney+ para os concorrentes ficou ainda mais evidente. O plano mais caro da Netflix custa R$ 59,90 mensais; o topo do HBO Max vai a R$ 55,90; o Globoplay não passa de R$ 39,90; e o Amazon Prime Video fecha o ciclo entre R$ 19,90 e R$ 29,90. O Apple TV+ cobra R$ 29,90 em dose única. Nenhum deles chega perto dos R$ 69,90 que o Premium do Disney+ agora exige.

O dado que contextualiza o reajuste de forma mais honesta é o intervalo entre altas: o aumento anterior havia ocorrido em junho de 2025, há aproximadamente um ano. A Disney, portanto, não está praticando um ritmo de reajuste mensal ou trimestral, mas também não está absorvendo inflação indefinidamente. O padrão anual vira, na prática, uma âncora de expectativa para o assinante.

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