Thomas Mahler, a mente por trás dos aclamados títulos da série Ori e chefe da Moon Studios , usou suas redes sociais para lançar uma crítica bastante dura ao modelo de negócios do Game Pass, afirmando que “A estratégia do Game Pass poderia ter funcionado se as pessoas tivessem comparecido “, o que sugere que o catálogo atual não tem sido atraente o suficiente para reter usuários de forma consistente mês após mês.
I mean, the Gamepass strategy could’ve worked if people would’ve shown up for it. Problem is: They didn’t and the software catalogue was just nowhere near good enough to make people happily pay the subscription every month.
It’s the same as with streaming in the film business:…
— thomasmahler (@thomasmahler) June 18, 2026
Mahler argumenta que, para sustentar uma plataforma de assinatura desse tipo, é imprescindível lançar fenômenos que impactem diretamente a cultura popular , afirmando categoricamente que “Você precisa que os jogos produzidos pelos seus estúdios se tornem grandes sucessos, eventos culturais que todos queiram jogar, mas qual foi o grande jogo de Xbox dos últimos anos que foi simplesmente um deleite? Esse jogo não existe.”
A crítica do desenvolvedor vai ainda mais longe ao analisar o desempenho interno das empresas adquiridas pela Bethesda recentemente, apontando diretamente para projetos que não conseguiram atender às altíssimas expectativas depositadas neles pelo mercado.
Em sua análise, Mahler explica que “Quase todos os estúdios próprios da Bethesda têm apresentado desempenho abaixo do esperado nos últimos anos; seria de se esperar que a Bethesda criasse um ‘Skyrim no espaço’, que deveria ser melhor que o próprio Skyrim, já que este era um jogo antigo: mas, em vez disso, recebemos Starfield…” Ele acrescenta que a empresa de tecnologia “precisa ter bons acordos com os desenvolvedores para que eles sejam ativamente motivados a produzir grandes sucessos, e não apenas a fabricar conteúdo medíocre como uma fábrica.”
Além de tudo isso, ele comparou o funcionamento do serviço a um sistema político, afirmando que a assinatura é “um pouco como o comunismo “, explicando que se as pessoas não tiverem um motivo convincente para colaborar e assinar, toda a estrutura simplesmente “desmorona”.
“E assim como no comunismo, se você não der às pessoas um forte incentivo para se esforçarem e se dedicarem, elas não o farão. E se você não conseguir a qualidade necessária, tudo desmorona, porque os jogadores não pagarão a menos que você praticamente os force, criando conteúdo tão bom que eles sintam que estão perdendo algo se não o experimentarem”
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