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Notebooks, netbooks e tablets, parte 1

Por Carlos E. Morimoto em 29 de junho de 2010 às 10h00

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Introdução

Vira e mexe, alguém aparece profetizando o iminente fim dos desktops. Ao acompanhar o crescimento nas vendas dos notebooks e netbooks, não é difícil chegar à esta conclusão, já que a percentagem de notebooks vendidos cresceu de menos de 10% há uma década atrás para quase metade das vendas mundiais em 2008.

De fato, uma pesquisa de 2009 do iSuppli (http://www.isuppli.com/NewsDetail.aspx?ID=20376), indicou que as vendas combinadas dos notebooks e netbooks ultrapassaram pela primeira vez as vendas mundiais de desktops no primeiro trimestre de 2009, mesmo com a crise. Em alguns mercados (sobretudo nos EUA), a proporção é ainda maior, com os portáteis já representando mais de dois terços das vendas. Se você colocar esses números em um gráfico, vai chegar à conclusão de que, mantida a tendência atual, os desktops vão desaparecer completamente até 2015.

Entretanto, existem diversos motivos para que isso não aconteça. É óbvio que os notebooks vão continuar sendo populares e vão continuar abocanhando parte do espaço dos desktops, mas esses não vão desaparecer completamente em um futuro próximo.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29 de junho de 2010 às 10h57

Comentários

Desktops
por Aline (anônimo) em 25 de abril de 2011 às 12h31
Bom,para laser,prefiro noteboks,algo assim do tipo,mais ''leve'' e ''prático'',porém para trabalhar,com certeza desktops!
Acretido que eles nao irão ser substituidos,mas sim continuar passando por melhorias.