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Chipsets para Athlon, Duron e Sempron, soquete A

Criado 8/jun/2007 às 11h27 por Carlos E. Morimoto

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Introdução


Por trás de todo grande processador, existe sempre um grande chipset. De pouco adianta um processador rápido espetado em uma placa mãe instável, ou que carece de recursos básicos.

Até o K6-3, a AMD não precisava se preocupar em criar uma plataforma para seus processadores, pois eles simplesmente utilizavam as mesmas placas usadas pelos processadores Intel. Uma das boas coisas desta época é que você podia simplesmente escolher o processador mais rápido ou mais barato, sem se preocupar com os prós e contras das placas para ele.

Com o Pentium II, a Intel mudou as regras do jogo, passando a utilizar um barramento proprietário, o GTL+. Outros fabricantes, interessados em desenvolver processadores ou chipset compatíveis precisavam pagar royalties à Intel e jogar conforme as regras definidas por eles.

Como resposta, a AMD adotou o uso do barramento EV6 a partir do Athlon, o que causou o "racha" da plataforma PC. Além das mudanças introduzidas juntamente com novas famílias de processadores, passamos a ter placas para processadores Intel e placas para processadores AMD.

O barramento EV6 realiza duas transferências por ciclo de forma que, ao operar a 100 MHz, temos uma frequência efetiva de 200 MHz, contra as 4 transferências por ciclo do barramento utilizado pelo Pentium 4. Apesar desta desvantagem inicial, o EV6 oferece a vantagem de ser um barramento dedicado, onde cada processador possui uma ligação própria com o chipset. Além de ajudar nas placas com dois processadores em SMP, esta característica passou a fazer diferença com o lançamento dos processadores dual-core.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8/jun/2007 às 11h27