Índice - Tutoriais

Aqui estão os tutoriais do Hardware.com.br. Os tutoriais são textos longos, a partir de 10 páginas, que se destinam a ensinar com detalhes como fazer alguma coisa, ou explicar detalhadamente sobre um determinado tema. Os textos podem tratar de qualquer tema ligado à informática.

Notebooks, netbooks e tablets, parte 2

Um dos objetivos da Intel ao criar o Atom foi o de lançar um plano de longo prazo para concorrer com os chips ARM, visando entrar também no ramo dos smartphones e tablets. E com este último aconteceu um fenômeno similar ao dos netbooks, com o agravante de que desta vez quem iniciou a onda foi a Apple, o que só aumentou o hype-factor. Depois do lançamento do iPad, praticamente todos os fabricantes passaram a apresentar projetos na área, no que se tornou uma nova corrida do ouro.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6/jul/2010 às 09h25

Notebooks, netbooks e tablets, parte 1

Vira e mexe, alguém aparece profetizando o iminente fim dos desktops. Ao acompanhar o crescimento nas vendas dos notebooks e netbooks, não é difícil chegar à esta conclusão, já que a percentagem de notebooks vendidos cresceu de menos de 10% há uma década atrás para quase metade das vendas mundiais em 2008. Entretanto, existem diversos motivos para que isso não aconteça. É óbvio que os notebooks vão continuar sendo populares e vão continuar abocanhando parte do espaço dos desktops, mas esses não vão desaparecer completamente em um futuro próximo.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/jun/2010 às 10h57

O Atom e os netbooks, parte 2

Naturalmente, a arquitetura simples do Atom resulta em um desempenho por ciclo de clock bastante inferior ao de outros processadores atuais. O objetivo é simplesmente oferecer um processador de baixo consumo com um desempenho "bom o bastante" para executar tarefas básicas, sem concorrer diretamente com as versões mobile do Core 2 Duo. O lançamento do Atom abriu as portas para o lançamento dos inúmeros modelos de netbooks que invadiram o mercado. Além de barato, ele oferece um consumo elétrico relativamente baixo e está disponível em volume, o que fez com que praticamente todos os fabricantes passassem a oferecer modelos baseados nele.
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2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/jun/2010 às 14h49

O ABC das placas 3D, parte 3

Nesta terceira e última parte do tutorial, falaremos sobre a resposta da ATI ao SLI, o CrossFire, além do Hybrid CrossFire e o Hybrid SLI, que oferecem a possibilidade de combinar o processamento do chipset onboard e de uma placa offboard. Veremos mais adiante sobre as tecnologias TurboCache e HyperMemory, que permitem que a placa de vídeo utilize parte da memória RAM do sistema como extensão da memória de vídeo, além das APIs DirectX e OpenGL, que facilitam o trabalho do desenvolvedor, oferecendo um conjunto de comandos e recursos padronizados. Para fechar, o assunto será o mundo da física: Physics, Physx e Havok, os responsáveis por calcular as trajetórias de fragmentos, fazendo com que eles interajam de maneira realística com o ambiente.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/mai/2010 às 13h11

O ABC das placas 3D, parte 2

Nesta segunda parte do tutorial, veremos que não existe nenhuma diferença fundamental no tipo de memória RAM utilizado nas placas de vídeo. Elas podem usar os mesmos chips de memória DDR, DDR2 ou DDR3 encontrados nos módulos de memória regulares, mas os fabricantes de placas 3D geralmente optam por utilizar memórias GDDR3 ou GDDR5, tipos de memória especialmente otimizados para placas de vídeo, capazes de operar à frequências mais alta. Também veremos que a partir do ponto em que a placa de vídeo tem potência suficiente para renderizar os frames a uma resolução superior à do monitor, você pode ativar o uso de um algoritmo de antialiasing, o que permite aplicar parte dos ciclos ociosos em melhorar a qualidade das imagens exibidas. E, para fechar, falaremos sobre o SLI, uma tecnologia para interligar duas placas nVidia, dividindo o processamento e assim aumentando o desempenho.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11/mai/2010 às 11h41

O ABC das placas 3D, parte 1

As placas de vídeo passaram por duas grandes evoluções desde os primeiros PCs. As primeiras placas de vídeo, ligadas ao barramento ISA, eram dispositivos burros, que trabalhavam atualizando a tela com relação a um bitmap armazenado na memória de vídeo (o frame buffer). O passo seguinte foram as placas de vídeo com aceleração 2D, que incluem recursos relacionados ao desenho das janelas, renderização do texto, decodificação de determinados formatos de vídeo e outros recursos, que reduzem a carga sobre o processador principal e tornam a atualização do vídeo mais rápida e transparente. Finalmente, as placas de vídeo ganharam recursos 3D, o que nos remete à era atual.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 4/mai/2010 às 09h51

Intel: Core i7, Core i5 e Core i3, parte 2

Outra mudança importante do Lynnfield é a inclusão de 16 linhas PCI Express 2.0 dentro do próprio processador, o que fez com que o Lynnfield passasse a executar todas as funções que na plataforma i7 são executadas pelo chipset X58. Embora não traga mudanças com relação ao desempenho, essa mudança permitiu que a Intel simplificasse a plataforma, eliminando a necessidade de utilizar o barramento QPI (que no i7 liga o processador ao X58). Outra vantagem da integração é a redução no consumo elétrico total, já que ao serem movidos para dentro do processador, os transistores do controlador PCI Express passaram a ser fabricados usando a mesma técnica de 45 nanômetros que ele.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19/abr/2010 às 08h47

Rudimentos do 3D: Modelagem básica de sólidos

Depois de criar a apostila de Blender 3D, que foi publicada no GDH em 3 tutoriais, me dei conta de que as pessoas tinham muitas dúvidas básicas sobre o funcionamento do universo dos programas 3D. Sendo assim, decidi escrever um pouco sobre os rudimentos desse universo artístico e científico que vem ganhando a cada dia novas mentes e corações.
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3 comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 16/abr/2010 às 09h14

Reconstrução 3D de tomografias computadorizadas

Que a computação gráfica 3D é fascinante, disso ninguém duvida. Se nos anos 90 alguns poucos sortudos tinham acesso a essa tecnologia, hoje qualquer um com um computador e uma idéia na cabeça pode lançar mão desse fantástico recurso. Imagine você que hoje é possível reconstruir partes do corpo de uma pessoa através de fatias fotografadas (ainda que esse termo não seja o mais apropriado) por aparelhos de tomografia! E é de forma tão tranquila e acessível que provoca até temor. Para deixar a história mais interessante, basta dizer que existe um programa opensource que faz isso e... ele é brasileiro! Veremos neste tutorial como exportar as tomografias computadorizadas do InVesalius para o Blender.
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3 comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 16/abr/2010 às 12h08

Intel: Core i7, Core i5 e Core i3, parte 1

O Core i7 marcou a introdução do Nehalem, baseado em uma arquitetura com muitas modificações em relação ao Penryn e aos processadores anteriores, incluindo um controlador de memória integrado e a tão esperada migração do FSB para um barramento serial ponto-a-ponto, duas melhorias que foram introduzidas anos antes pela AMD, às quais a Intel vinha resistindo até então. Logo após veio o Lynnfield, uma versão desktop do Nehalem que deu origem ao Core i5 e aos Core i7 da série 8xx, onde embora a arquitetura do processador continue sendo basicamente a mesma, seu lançamento acabou sendo mais importante que o das versões iniciais, simplesmente por que as versões baseadas nele são mais baratas e por isso vendidas em um volume muito maior.
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3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11/jun/2010 às 05h51

Cypress, Juniper e Redwood: a série Radeon HD 58xx

Depois dos problemas com o R600, a ATI decidiu mudar um pouco a estratégia, passando a produzir chips relativamente pequenos, otimizados para oferecerem uma melhor relação em termos de área útil, consumo elétrico e desempenho, com chips relativamente pequenos, porém mais baratos e capazes de atingir frequências de clock maiores. Em vez de tentar produzir a placa mais rápida do mercado, o objetivo passou a ser criar placas mais baratas, que permitam atingir o mercado mainstream e oferecer a possibilidade de combinar duas ou mais placas em CrossFire como a solução para os entusiastas.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 30/mar/2010 às 15h37

Processadores AMD, parte 2: Phenom II e o Athlon II

Apesar do potencial, o Phenom acabou sendo limitado pela arquitetura de 65 nanômetros, que limitou a frequência de clock dos processadores. O pico evolutivo acabou sendo o Phenom X4 9950, que operava a 2.6 GHz, mas possuía um TDP de nada menos do 140 watts na versão original (que a AMD conseguiu reduzir para 125 watts nas subsequentes), o que é basicamente o limite do que se pode refrigerar usando um cooler a ar. A solução veio com a migração para a técnica de 45 nanômetros, que além de reduzir custos, abriu espaço para a adição de 6 MB de cache L3 e um conjunto de outras pequenas melhorias.
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5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 15/mar/2010 às 14h46

Processadores AMD, parte 1: o Phenom

Todos os processadores atuais da AMD são descendentes da plataforma K7, que deu origem aos primeiros modelos do Athlon. Em 2003, a plataforma foi atualizada, o que deu origem à plataforma K8, usada nos diferentes modelos do 64, X2, FX e Opterom, sendo a plataforma mais bem sucedida da AMD. Não demorou para que começassem a surgir informações sobre o "Barcelona", destinado a suceder a plataforma K8. O Barcelona acabou sendo efetivamente lançado em 2007, e a versão para desktops veio um pouco depois, dando origem à família Phenom.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12/mar/2010 às 11h59

Chipsets e placas para o Core 2 Duo, Quad e Celeron

Nos tutoriais anteriores dentro da série sobre processadores, falei sobre os processadores da plataforma Core, que basicamente engloba todos os processadores Intel anteriores ao Core i7 ainda em uso. Concluindo, vamos agora aos chipsets e placas para eles.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/mar/2010 às 15h17

Criando um loop de vídeo com o Kino e o Audacity

No artigo que escrevi outro dia sobre o QDVDAuthor, pulei a explicação sobre como criar o loop de vídeo para o menu principal do DVD. Hoje vou mostrar para vocês como eu fiz o loop. O que queremos é um loop de vídeo breve, que passe suavemente por cinco segmentos de vídeo diferentes e depois volte ao primeiro. Diminuí o áudio para que ele não distraísse o usuário (menus com volume alto repetindo o tempo todo são um martírio).
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Sem comentáriosPor Terry Hancock. Revisado 26/fev/2010 às 14h26

Guia Jubarte de Telecomunicações

Jubarte é um software de código aberto licenciado sobre a General Public License (GPL) que visa desenvolver uma suíte completa de aplicações para cálculo e dimensionamento de enlaces e sistemas telecomunicações. Este documento tem o objetivo de demonstrar as principais utilidades e aplicações do software e introduzir conceitos básicos para utilização do aplicativo.

7 comentáriosPor Benjamim Góis Ildefonso da Silva. Revisado 5/out/2010 às 11h25

Usos e evolução do USB

Existem três padrões USB: o padrão 1.x (o padrão original, criado em 1996), o USB 2.0 (o padrão mais usado atualmente, introduzido em abril de 2000) e o novo padrão USB 3.0 (finalizado em novembro de 2008) que está ainda em processo de popularização. Graças à sua grande flexibilidade, o USB é de longe o barramento externo mais usado atualmente. Além de ser usado para a conexão de todo o tipo de dispositivos, ele é usado também como fonte de energia para carregadores e todo o tipo de utilidades e bugigangas.
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2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11/jun/2010 às 05h53

Processadores da plataforma Core, os 45 nm

Com o sucesso da Plataforma Core, a Intel conseguiu recuperar grande parte do terreno perdido para a AMD na época do Pentium 4, voltando a oferecer uma linha de processadores competitivos. Entretanto, ainda restava um problema, que era o custo de produção relativamente alto dos processadores. A solução foi apressar o desenvolvimento da técnica de 45 nm, introduzindo o Penryn, que deu origem à segunda geração da plataforma Core, substituindo diretamente os processadores anteriores.

2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2/fev/2010 às 10h33

Processadores da plataforma Core, parte 1

Fabricar processadores é muito mais complexo e arriscado do que fazer placas-mãe ou telas de LCD por exemplo, pois os projetos são muito mais complexos e o investimento inicial absurdamente maior. Com o lançamento do Pentium 4, em 2000, a Intel fez um movimento arriscado, investindo em um processador ineficiente, que acabou minando a competitividade frente à AMD. A solução veio com o lançamento da plataforma Core, com à qual a Intel voltou a ser competitiva.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 25/jan/2010 às 09h50

O básico para o Debian Lenny no desktop

O Debian é uma distribuição Linux "pura", desenvolvida por voluntários, sem vínculos empregatícios. É uma das mais estáveis, robustas e testadas. Que tal tudo isso no desktop? O uso do Debian por usuários finais é uma questão muito polêmica, que vem sendo discutida há anos: porque o Debian não é tão fácil de se usar em um desktop? Nesta dica, apresentaremos alguns avanços do Debian Lenny nesse sentido, além de dar várias dicas que deixarão seu Debian "liso" e confortável para um desktop; e ainda como utilizar as últimas versões dos seus aplicativos favoritos com o backports.

4 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 5/out/2010 às 11h25

Explorando o OpenDNS

O OpenDNS é um serviço de DNS público, um dos mais conhecidos, que oferece um ótimo desempenho, e é aberto a todos - daí o "Open" no nome. Mas o que diferencia o OpenDNS de outros serviços, como o Google Public DNS, são os outros serviços oferecidos, como: bloqueio de domínios, diversas categorias de domínios bloqueados (como os de conteúdo adulto), estatísticas, detecção de phishing, corretor de erros de digitação, dentre outros. Exploraremos os serviços, e veremos como configurar a atualização de IP no seu computador, seja ele com Windows, Mac OS X ou Linux.

7 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 21/dez/2009 às 16h48

Processadores: Athlon 64, X2 e Sempron

No tutorial anterior, falei sobre a era Pentium 4 e a introdução dos processadores de 64 bits. Continuando a história, estudaremos agora sobre os modelos do Athlon 64, Athlon X2 e Sempron, com os quais a AMD enfrentou o Pentium D e as primeiras versões do Core 2 Duo

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/dez/2009 às 08h48

Pentium 4 e os processadores de 64 bits

Continuando a série sobre processadores, estudaremos agora sobre as versões iniciais do Pentium 4, que concorreram com o Athlon Thunderbird e a introdução dos processadores de 64 bits, com o Athlon 64.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/dez/2009 às 08h47

Algumas dicas para o Windows 7

O Windows 7 trouxe vários aprimoramentos, pequenas melhorias aqui e ali que tornam o ambiente muito mais agradável de usar do que as versões anteriores - especialmente o Vista, que teve uma enorme taxa de rejeição. Várias coisas que abordam o desktop e a experiência de uso básica comentei num tutorial aqui no GdH um pouco antes dele ser lançado. Trago agora uma coleção de dicas diversas, que complementarei em breve com mais tutoriais sobre o Windows 7.

6 comentáriosPor Marcos Elias Picão. Revisado 8/dez/2009 às 12h37

Processadores: Pentium III e a família Athlon

As versões iniciais do Pentium III competiram com os cansados K6-2 e K6-3, que passaram a perder espaço, vítimas dos cortes nos preços da Intel e do lançamento de versões mais competitivas do Celeron. A resposta da AMD veio com o lançamento do Athlon, que foi o primeiro processador da AMD a superar os processadores da Intel em diversas versões consecutivas. Apesar de toda a evolução, todos os processadores AMD lançados daí em diante, incluindo os Athlon 64, Phenom e Phenom II continuam sendo baseados em versões atualizadas dessa mesma arquitetura.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/dez/2009 às 08h47

Port Knocking: Protegendo serviços com FWKnop

A utilização de serviços de rede criptografados como o OpenSSH é de extrema importância na administração remota de servidores. Entretanto, a utilização de boas práticas de segurança, como por exemplo, alteração de portas padrão, bloqueio do acesso direto ao usuário root e uso de senhas fortes não eliminam a tentativa de exploração de falhas de segurança nesses serviços, fato que se agrava quando um exploit foi implementado para uma falha recém descoberta e ainda não foi divulgada, situação essa conhecida como zero-day exploit. Este tutorial apresenta como implantar um serviço de Port Knocking através do software FWKnop (FireWall KNock Operator) permitindo autorizar conexões a serviços através de autenticação passiva.

Sem comentáriosPor Waldemar Dibiazi Junior. Revisado 30/nov/2009 às 16h36

Processadores: do Pentium ao K6-3

Semana passada, publiquei um tutorial falando sobre o começo da era PC, indo do 8088 ao 486. Neste segundo tutorial falarei sobre os PCs da década de 1990, indo do Pentium 1 ao K6-3, assim como as placas para eles e outras tecnologias que foram introduzidas.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/dez/2009 às 08h47

OpenVPN: Criando VPNs com alta disponibilidade

A interconexão de unidades (matriz e filiais) de uma empresa é um dos exemplos clássicos para implementação de uma VPN. A utilização de uma VPN permite que sejam utilizados meios de comunicação hostis (como, por exemplo, a Internet) para realizar a comunicação entre as unidades de uma empresa, bem como, evitar a utilização de links dedicados de alto custo. Este artigo descreve passo a passo como implementar dois roteadores com as funcionalidades de servidor/cliente VPN (utilizando infra-estrutura de chaves X509) e alta disponibilidade de conexão VPN através da utilização de shell scripts.

Sem comentáriosPor Waldemar Dibiazi Junior. Revisado 11/jun/2010 às 05h54

Os primeiros processadores: do 8088 ao 486

O PC nasceu como um projeto menor dentro da IBM, apenas uma experiência para testar a demanda do mercado em torno de computadores pessoais. O projeto chegou a ser marginalizado dentro da empresa, pois muitos executivos acreditavam que o IBM PC poderia concorrer com outros produtos do portfólio da IBM, canibalizando as vendas. Apesar do início tumultuado, a plataforma acabou chagando bem longe. Este tutorial fala sobre os primórdios, do primeiro PC à era 486.

2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/dez/2009 às 08h47

Instalação do DRBD + Heartbeat + Samba

O DRBD é um software que permite fazer RAID pela rede, ou seja, podemos replicar dados de partições inteiras pela rede. É um recurso extraordinário para servidores críticos, onde seus dados não podem ser perdidos. Nesse teste, utilizei duas máquinas virtuais criadas para documentação. As máquinas para produção são duas máquinas reais que estão funcionando atualmente com esta mesma configuração.

7 comentáriosPor Douglas Baiocco. Revisado 11/nov/2009 às 11h23

Fontes de alimentação

Embora muitas vezes relegada a segundo plano, a fonte de alimentação é um dos componentes mais importantes de qualquer PC atual, já que a qualidade da fonte está diretamente relacionada à estabilidade, possibilidades de expansão e até mesmo à durabilidade do conjunto. Tendo isso em vista, não é de se estranhar toda a atenção em torno de fontes de grande capacidade e de toda a tecnologia relacionada a elas.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 30/out/2009 às 12h43

Placas 3D, parte 2: Placas da ATI

Nesta segunda parte do tutorial vamos estudar sobre os chipsets da ATI, começando com o R300 (usado na Radeon 9700) e indo até as placas atuais. Aperte o cinto e vamos lá.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 14/out/2009 às 11h26

O que muda no Windows 7

Numa definição amistosa, o Windows 7 é para ser aquilo que o Vista não foi: um sistema moderno, com visual atraente e rápido. Abordarei nesse tutorial algumas primeiras impressões do Windows 7 para quem usa o Vista e pretende fazer upgrade, ou no mínimo ter uma ideia de como será o dia-a-dia com o novo desktop. Quem vem do Windows XP sem passar pelo Vista verá muitas coisas visuais novas, Explorer diferente e barra de tarefas reorganizada, mas nada muito além num primeiro momento. São pequenas coisas que juntas tornam o Windows melhor.

6 comentáriosPor Marcos Elias Picão. Revisado 6/out/2009 às 10h17

Um pequeno guia das câmeras digitais

Quando comprei a minha câmera digital ultra-zoom Canon S3 IS, uma nova série de recursos e funcionalidades estavam disponíveis para mim, como as regulagens manuais de abertura e tempo de exposição, além do (óbvio) zoom óptico de longo alcance e MPs extras. Mas ainda assim, estava consciente de que meu novo brinquedo ainda continuava sendo essencialmente uma boa e flexível câmera digital automática. No entanto, algumas pessoas à minha volta pensavam o contrário...

Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 29/jan/2010 às 12h17

Intel Core i7 e Core i5, parte 2

O Lynnfield é uma versão desktop do Nehalem, que deu origem ao Core i5 e aos Core i7 da série 8xx, versões quad-core mais baratas, que complementam os modelos da série 9xx e 9xx XE baseados no Bloomfield. Eles utilizam um controlador de memória dual-channel, abandonam o suporte a múltiplos processadores e são vendido sob frequências ligeiramente mais baixas.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/set/2009 às 11h37

Placas 3D, parte 1: Placas da nVidia

A concorrência entre as placas da nVidia e da ATI é uma das rivalidades mais antigas do mundo da informática, concorrendo com temas como "Intel x AMD" e "Apple x Microsoft". Entretanto, faz pouco sentido discutir sobre qual marca é melhor se você não conhece as diferenças entre os modelos disponíveis. Este é um tutorial de duas partes. Nessa primeira vamos nos concentrar nos chipsets da nVidia, começando com o antigo NV40 (usados nas GeForce 6) e indo até as novas placas da série 200, reservando a segunda parte para as placas da ATI.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 9/out/2009 às 14h59

Rsnapshot: faça sua própria máquina do tempo no Linux

Um bom sistema de backup pode ajudar você a se recuperar dos mais variados inconvenientes: de uma atualização que deu errado (exigindo reinstalação), de uma falha do disco rígido ou até de um usuário trapalhão que apagou o arquivo errado. Na prática, embora eu já tenha passado por todas essas situações, devo dizer que a última é a que mais me dói. Às vezes, só o que você queria era poder voltar no tempo alguns dias para pegar o arquivo de volta. O que você quer é algo como a "Wayback Machine" do grupo Internet Archive, só que no seu sistema. Vamos ver como fazer isso usando o pacote rsnapshot (incluído no Debian e no Ubuntu).

2 comentáriosPor Terry Hancock. Revisado 8/set/2009 às 11h12

Os chips ARM

Embora não sejam tão conhecidos, nem tão comentados, quanto o i7 ou o Atom, os processadores ARM são produzidos em volumes brutalmente maiores e usados em todo o tipo de dispositivos, de roteadores e modems ADSL a vídeo-games (como o Nintendo DS), celulares e smartphones. Praticamente qualquer eletrônico que você tenha em casa, que use um processador de 32 bits e não seja um PC, usa um ou mais processadores ARM. Basicamente, os processadores x86 são usados em PCs, notebooks e netbooks, enquanto os ARM são usados em praticamente todo o resto.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5/out/2010 às 11h25

O Atom e os netbooks, parte 1

A busca por uma plataforma de computadores portáteis que oferecesse aparelhos ao mesmo tempo leves e práticos de usar está longe de ser uma coisa recente. Mas no final de 2006 a Intel anunciou o Classmate, um notebook de baixo custo para uso em escolas de primeiro e segundo grau, que acabou dando origem aos netbooks, que rapidamente invadiram o mercado. Vendo a onda de interesse, a Intel se apressou em finalizar o Atom, que se tornou um dos processadores de maior sucesso.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11/jun/2010 às 05h50

Tutorial do Mandriva: parte 4

Esta quarta (e última) parte do tutorial fala sobre as mudanças introduzidas pelo KDE 4, dicas adicionais de configuração do Mandriva 2009, configuração de dispositivos , instalação do VMware Player e do VirtualBox, criação de máquinas virtuais entre outras dicas.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10/ago/2009 às 10h43

Como escrever textos perfeitos no BrOffice.org

Quem não gosta de escrever textos perfeitos? Sem dúvida, o BrOffice.org é uma excelente suíte de escritório, que é disponibilizada gratuitamente e possui desenvolvimento aberto. Escrever textos perfeitos é mais que uma necessidade, é uma questão de sobrevivência. E, com essas dicas, isso será muito, muito mais fácil.

1 comentárioPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 11/jun/2010 às 06h00

Introdução ao Qcad

O Qcad é um programa voltado a CAD, Computer Aided Design, que significa Desenho Auxiliado por Computador. Grosso modo, ele é um software para desenho arquitetônico e mecânico ou qualquer outro que exija precisão. Apesar de disponibilizar o código-fonte da versão 2.0.5 o Qcad 2.2 (mais atual) é pago e custa €24.00, algo em torno de R$ 68,00. Esse tutorial cobre a versão disponibilizada aberta e gratuitamente para o Linux, ela é suficiente para se criar desenhos com todas as características que você encontra em um projeto feito no AutoCAD®, por exemplo. Então relaxe e go... digo, curta o tutorial :D

5 comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 11/jun/2010 às 06h00

Samba, parte 5: Dicas e configurações adicionais

Concluindo a série, esta quinta parte do tutorial inclui algumas dicas adicionais que não se enquadram nas seções anteriores, mas que podem ser úteis em diversas situações.

2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 13/jul/2009 às 09h38

Mais dicas sobre o Slackware

No final do ano passado, publiquei uma série de 3 tutoriais sobre o Slackware, abordando a instalação e a configuração do sistema, gerenciamento de pacotes e solução de problemas. Este tutorial é um complemento para a série, com mais algumas dicas de como configurar o sistema.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12/jun/2009 às 09h50

Debian Lenny, parte 2

Continuando as dicas da primeira parte do tutorial, veremos agora as dicas de configuração da rede, configuração do sudo, uso do NTFS-3G, a polêmica do Iceweasel x Firefox, atualização do sistema e outras dicas.

8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22/jun/2009 às 11h39

Debian Lenny, parte 1

O Debian é a base para o Ubuntu e inúmeras outras distribuições. Se somarmos o Ubuntu, Kubuntu e todos os descendentes diretos e indiretos, as distribuições da família Debian são usadas em mais de 70% dos desktops Linux. Nesse tutorial você aprenderá mais sobre o Debian e sua configuração.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8/jun/2009 às 11h16

O básico do GIMP, parte 3

Na terceira a última parte do tutorial sobre os conceitos e aplicações básicas do Gimp, explanarei acerca das caixas de texto, criação de cenários digitais e por último a inversão de cor em plano abstrato.

Sem comentáriosPor Guilherme Razgriz. Revisado 27/mai/2009 às 10h53

Distribuições minimalistas

Em se tratando de sistemas operacionais, nem sempre o sistema mais completo ou com mais funções é o melhor, simplesmente por que cada usuário utiliza um conjunto diferente de recursos. Isso nos leva às distribuições minimalistas, que atendem a quem procura um sistema simples e leve. Este tutorial é um apanhado geral das principais mini-distribuições, organizadas de acordo com o tamanho, em ordem decrescente.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 25/mai/2009 às 10h32

O básico do GIMP, parte 2

Nesta segunda parte do tutorial sobre o uso básico do Gimp, aprenderemos mais sobre como controlar o poderoso filtro denominado "Mapeamento Alien", a efetuar subtração de cor e alteração de conceito, além de aprender a ter um olhar mais preciosista de suas obras.

Sem comentáriosPor Guilherme Razgriz. Revisado 22/mai/2009 às 13h10

O básico do GIMP, parte 1

O Gimp é sem sombra de dúvida o editor de imagens for Linux mais completo e maduro disponível atualmente. Mesmo se comparado aos programas do Windows, o Gimp leva vantagem sobre a grande maioria; apenas o próprio Photoshop concorre diretamente com ele em recursos. O aplicativo, além de ter uma disposição das funções e a interface em geral bem distintas do Photoshop, não é um programa especialmente fácil de usar para quem não tem uma boa noção sobre o uso de programas gráficos. Nesta primeira parte do tutorial, veremos sobre a customização da interface de trabalho, e aprenderemos a trabalhar com desfoque liso e a criar uma aurora boreal, além de criar degradês, recurso indispensável para alguns.

1 comentárioPor Guilherme Razgriz. Revisado 20/mai/2009 às 15h58