Índice - Tutoriais

Aqui estão os tutoriais do Hardware.com.br. Os tutoriais são textos longos, a partir de 10 páginas, que se destinam a ensinar com detalhes como fazer alguma coisa, ou explicar detalhadamente sobre um determinado tema. Os textos podem tratar de qualquer tema ligado à informática.

Componentes eletrônicos e unidades de medida, conceitos básicos

Toda a modernidade que nos rodeia com relação à computação e suas vantagens para o mundo moderno se tornou possível a partir da evolução da eletrônica. O desenvolvimento de componentes que fazem com que a corrente elétrica gere diversos efeitos e a partir do agrupamento de vários deles um fluxo de elétrons possa realizar uma quantidade enorme de eventos desde cálculos complexos a imagens e sons.
Pode até parecer estranho para um leigo, mas tudo começa na movimentação de partículas subatômicas chamadas elétrons. Numa analogia simples, o elétron está para a elétrica, eletrônica e computação assim o a farinha está para o padeiro. O inicio de tudo.

24 comentáriosPor Onildo Henrique B. Filho. Revisado 24 de janeiro de 2012 às 15h21

Conhecimento em Hardware e sua evolução durante as décadas

Há alguns anos um profissional de computação, em especial que prestava suporte era obrigado a conhecer uma ampla gama de conceitos sobre o computador. Não bastava somente colocar um CD no drive e acompanhar a instalação de um sistema. Fazer a manutenção de um PC nos anos 80 era coisa para profissionais em eletrônica digital. No início dos anos 90 a coisa avançou bastante, o nível de integração dos componentes aumentou muito, mas ainda era necessário um razoável conhecimento da arquitetura do computador para que a manutenção ou a montagem do mesmo fosse feita corretamente e extraindo todo o seu potencial. Termos como IRQ, DMA, multiplicador de clock e frequência e largura de barramento eram comuns entre os profissionais da área, pois sem saber o que esses termos significavam, seria muito difícil configurar uma placa mãe ou instalar uma placa de som por exemplo.

29 comentáriosPor Onildo Henrique B. Filho. Revisado 29 de novembro de 2011 às 13h10

Configurando um servidor Linux doméstico, fácil

Configurar um servidor Linux pode ser complicado, ou surpreendentemente simples. Este tutorial é uma "receita rápida" de como configurar um servidor Linux doméstico, incluindo compartilhamento da conexão, instalação de um servidor proxy transparente, bloqueio de sites e configuração do servidor DHCP. Diferente dos tutoriais anteriores, onde entro em detalhes mais técnicos sobre a configuração de cada serviço, este tutorial ensina a configurar o servidor da forma mais rápida e simples possível.

15 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de outubro de 2011 às 15h34

Entendendo as mídias ópticas

Durante a segunda metade da década de 70, a Philips e a Sony trabalharam no desenvolvimento de uma mídia óptica capaz de substituir os antigos discos de vinil. A cooperação entre as duas empresas deu origem ao CD, que embora tenha se popularizado apenas na década de 90, chegou ao mercado bem antes, em 1982. A tecnologia do CD evoluiu ao longo das décadas, dando origem ao DVD e ao Blu-ray, que usamos atualmente.

30 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de outubro de 2011 às 13h52

Entendendo os SSDs

Os SSDs ou "Solid State Disks" (discos de estado sólido) são possivelmente a maior revolução dentro do ramo dos HDs desde o IBM 350, já que eles utilizam um princípio de armazenamento completamente diferente, com os discos magnéticos dando lugar aos chips de memória Flash: A vantagem óbvia dos SSDs é que eles oferecem tempos de acesso muito baixos, combinados com excelentes taxas de leitura e gravação em setores aleatórios. Os SSDs também oferecem um consumo elétrico mais baixo, são silenciosos, resistentes a impactos e oferecem uma melhor segurança contra perda de dados devido a defeitos de hardware, já que não possuem partes móveis. A grande desvantagem, por outro lado, é o custo por megabyte.

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16 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 4 de outubro de 2011 às 16h35

Configurando a rede no Windows (atualizado)

A configuração de rede no Windows é um assunto bastante conhecido, pois a configuração é bastante similar entre as diferentes versões do sistema e a configuração gráfica torna tudo mais simples. Entretanto, é justamente a aparente simplicidade que faz com que muitos recursos passem despercebidos. Vamos então a uma revisão de como configurar a rede nos clientes Windows e alguns tópicos avançados e o uso da linha de comando.

8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de outubro de 2011 às 12h34

Filtros de linha, estabilizadores e nobreaks

Quase tudo dentro de um PC é feito usando eletricidade. Ela é convertida em processamento, usada para gerar laseres, que leem e gravam CDs e DVDs, transformada em pulsos magnéticos, usados para gravar dados nos platters do HD, transformada em luz pelo monitor e assim por diante. Todos estes dispositivos dependem de um fornecimento estável de energia, responsabilidade que recai sobre a fonte de alimentação. Chegamos então aos filtros de linha, nobreaks e outros dispositivos de proteção, cuja função é servir como uma primeira linha de defesa contra problemas diversos, oferecendo níveis variados de isolamento em relação aos problemas da rede elétrica.

29 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19 de julho de 2011 às 04h41

QoS: Definindo prioridades na rede

Inicialmente disponível apenas em firmwares alternativos como o DD-WRT e em roteadores enterprise, o QoS tem passado a estar disponível também em um número crescente de roteadores de consumo. O QoS, ou "Quality of Service" permite definir prioridades de acesso, fazendo com que chamadas do Skype e jogos multiplayer tenham prioridades sobre o bittorrent por exemplo. O QoS é útil sobretudo em redes com muitos clientes e se bem utilizado pode melhorar sensivelmente a qualidade da conexão, reduzindo a necessidade de um link mais rápido. Embora este tópico seja baseado nas opções do DD-WRT, os fundamentos podem ser aplicados em outras situações de uso, onde a lógica de configuração será sempre fundamentalmente a mesma.

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3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de julho de 2011 às 12h57

Expandindo a rede Wi-Fi com pontos de acesso adicionais

Embora quando falamos em extender o alcance da rede wireless a primeira coisa que venha à mente seja trocar as antenas por outras de maior ganho, a solução mais simples e efetiva para ampliar o alcance da rede, atender clientes com transmissores de diferentes padrões, ou mesmo desafogar um pouco a rede, dividindo-a em segmentos menores é usar mais pontos de acesso, ligados via cabo ao roteador principal. Mais uma possibilidade de conectividade para pontos afastados são os bridges wireless. Eles seguem o mesmo princípio dos repetidores, permitindo que clientes distantes se conectem ao ponto de acesso da rede. Diferentes dos repetidores, entretanto, os bridges se destinam a atender clientes com fio, que usam o bridge apenas como uma forma de se conectar à rede do outro lado.

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13 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 14 de julho de 2011 às 13h07

Configurando o DD-WRT

No tutorial anterior, falei sobre a instalação do DD-WRT, que é compatível com um número surpreendente de roteadores e pontos de acesso, oferecendo funções que vão muito além das oferecidas pelos firmwares padrão dos fabricantes. Com ele, mesmo um roteador antigo pode prestar bons serviços, oferecendo funções de hotspot com autenticação, controle de acesso, controle de banda com o QoS, ou mesmo ser configurado como um repetidor ou bridge sem custo adicional. Nesta continuação, falarei sobre a configuração básica do DD-WRT, na qual nos aprofundaremos nos tutoriais seguintes.

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7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de julho de 2011 às 15h48

Expandindo os recursos do roteador com o DD-WRT

Diferente de muitos dos primeiros roteadores e pontos de acesso wireless (como o lendário Linksys WRT54G) que eram baseados em Linux, a grande maioria dos APs e roteadores atuais são baseados em sistemas proprietários como o VxWorks, desenvolvidos com o objetivo de cortar custos, permitindo que os fabricantes reduzam o volume de memória RAM e Flash e possam utilizar SoCs mais baratos. Ao mesmo tempo, surgiu uma grande segmentação dentro das linhas de produtos, com os aparelhos oferecendo apenas as funções relacionadas às funções às quais são destinados, muito embora o hardware suporte muito mais. Com isso, muitas vezes produtos dentro da mesma linha são diferenciados apenas pelo software, com o fabricante ativando ou desativando funções específicas dentro do firmware de acordo com o modelo. É possível extrair bem mais funções do seu roteador usando um firmware alternativo, como o DD-WRT.

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20 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 30 de junho de 2011 às 07h15

Cabeamento de rede: testadores, PoE e hacks

Além dos dados, cabos de rede podem ser utilizados para transportar energia ou mesmo um sinal de telefone, reduzindo o número de fios que você precisa correr pelo prédio. Um ponto de acesso instalado no telhado, pode receber energia diretamente através do cabo de rede, sem que você precise levar também um cabo de energia até ele. Temos também os testadores e certificadores de cabos, que ajudam a solucionar problemas e podem ser usados para certificar os pontos de rede. Este tutorial é um apanhado geral sobre tudo isso.

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9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 24 de junho de 2011 às 08h34

Entendendo o AMD Llano: a era das APUs

A maior parte dos ganhos de desempenho que tivemos ao longo da evolução dos processadores surgiu como resultado da incorporação de mais componentes e não apenas do aumento da frequência de clock ou da sofisticação das unidades de processamento. O termo "APU" significa "Accelerated Processing Unit" e é usado em relação aos novos processadores com chipsets 3D integrados. Quando falamos em chipsets 3D vem à mente uma solução de alto desempenho, mas a primeira geração de processadores com GPUs integradas oferecem GPUs mais modestas, criando uma opção intermediária entre os chipsets de vídeo integrado e as placas 3D mid-range.

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31 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17 de junho de 2011 às 15h49

Redes wireless: Calculando a potência de transmissão e de recepção

Assim como em outras tecnologias de transmissão via rádio, a distância que o sinal é capaz de percorrer em uma rede Wi-Fi depende não apenas da potência do ponto de acesso, mas também do ganho da antena e de fatores ambientais, tais como obstáculos e interferência eletromagnética. Este é um guia de como calcular a potência efetiva de transmissão do ponto de acesso e como obter a potência necessária para atingir a distância desejada ao criar um link de longa distância.

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6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de junho de 2011 às 14h54

Blender 3D 2.5: tutorial para iniciantes, partes 1 a 8

Esse material foi desenvolvido para pessoas que desejam aprender sozinhas e não conhecem nada, ou quase nada de computação gráfica 3-D. O objetivo principal é preparar o leitor com o conhecimento básico sobre o Blender, para posteriormente ele ter a capacidade de ler tutoriais que exigem técnicas mais sofisticadas. Com o lançamento da versão 2.50 Alpha do Blender 3-D, a apostila SpeedBlender 2.0 tornou-se inapropriada para iniciantes, fazendo-se necessária a sua reconfecção para adequar-la a nova aparência e ferramentas do programa. Leia com atenção e releia sempre que necessário. Não tenha vergonha de admitir que não entendeu algum conceito a primeira vista, afinal, você está aprendendo sozinho.

41 comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 17 de maio de 2011 às 15h02

Intel Z68 e o Smart Response

Mesmo desconsiderando o problema com as portas SATA, a linha de chipsets para o Sandy Bridge deixava bastante a desejar. O Z68 é o primeiro chipset premium "definitivo" para o Sandy Bridge, que combina o acesso às funções de overclock e ao mesmo tempo ao uso da GPU integrada caso assim deseje. Outro recurso introduzido pelo Z68 é o Smart Response, que acaba sendo o grande diferencial em relação aos antecessores: ele permite usar um SSD de baixa capacidade como unidade de cache para um HD magnético maior, permitindo que você tenha acesso a uma grande parte do ganho de usar um SSD, sem precisar pagar por um SSD de grande capacidade. Junto com o Z68, a Intel aproveitou para lançar um SSD de 20 GB especialmente para uso em conjunto com o Smart Response: o SSD 311, apelidado de Larson Creek.

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12 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 13 de maio de 2011 às 06h36

Começando no Fluxbox

Tenho um PC top-de-linha D8, "de oito anos atrás". Hoje em dia, para os aplicativos e sistemas atuais, ele anda meio cansado. Para meu dia-a-dia, preciso de vários softwares abertos ao mesmo tempo, tanto para meu trabalho quanto para atividades da faculdade; o GNOME ou o KDE rodam bem, desde que eu não cometa esse tipo de ação. Cansado, decidi partir para uma outra alternativa, mais radical: o Fluxbox. Confesso que achava que o Fluxbox era um monstro, que uma vez instalado no PC, não te deixava dormir e te prendia numa certa jaula. Mas depois que experimentei e o ajeitei ao meu gosto, verifiquei que o Fluxbox não é tão difícil quanto parece, é estável, leve e altamente personalizável. Tudo o que você precisa ter, especialmente no início, é um pouco de paciência e intrepidez. Vejamos neste tutorial como instalar, configurar e personalizar o Fluxbox a seu gosto - e isso é apenas o começo! Atualizado com a edição do arquivo init, e outras pequenas dicas.

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40 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 18 de fevereiro de 2011 às 11h03

Passo-a-passo: 3-D na web com Flex, Papervision3D e Blender

Há muito que tenho pesquisado sobre web e 3-D. Já tentei trabalhar com o Vrml, mas não sabia nada sequer o que era código-fonte na época. Depois passei para o Viewpoint, um player que monta 3-D apartir de binários e anima esses binário por meio de um XML. Mas, apesar de um breve estudo sobre código-fonte, faltou-me a base de programação necessária para entender o processo. Mas lí tanto que acabei entendendo algumas coisinhas essenciais, e de "hello world" em "hello world" comecei a conhecer algumas pessoas que trabalhavam nessa área e participar de pequenos círculos de programação. Certo dia, um camarada ao qual respeito imensamente e tenho como mestre, falou-se sobre um tal de Flex. Dizendo que a Adobe disponibilizara um compilador para Flash, de código livre e que ele rodava no Linux! Na hora meu cérebro traçou um mapa mental remontando os tempos de minhas primeiras experiências com 3-D interativo, meus estudos com programação, meus conhecimentos com o Blender e uma conversa que tive uns dois anos antes com um amigo que me mostrou uma ferramenta livre para criar 3-D no Flash. A-há! Pensei... é agora!

9 comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 26 de janeiro de 2011 às 10h14

Entendendo o Sandy Bridge

No final da década de 90, empolgada com o sucesso do Pentium III e a possibilidade de produzir processadores com clocks progressivamente mais altos, a Intel cometeu um grave erro estratégico. Para não cair no mesmo erro, a Intel passou a trabalhar em um sistema de desenvolvimento acelerado, apresentando novas técnicas de produção e novas arquiteturas em anos alternados. Com isso, tivemos o Penryn em 2007 (mesma arquitetura do Conroe, porém a 45 nm), o Nehalem em 2008 (45 nm, porém nova arquitetura), o Westmere em 2009 (refresh de 32 nm no Nahalem) e agora o Sandy Bridge, que mantém os 32 nm dos primeiros Core i3/i5/i7 porém introduz uma nova arquitetura, baseada no uso de uma GPU integrada, que ocupa uma parcela considerável do die do processador.

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8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 13 de janeiro de 2011 às 11h13

Tirando o máximo do Motorola Milestone

Quando foi lançado no final de 2009, acompanhado de uma forte campanha de marketing, o Motorola Droid (posteriormente rebatizado de Motorola Milestone, ao ser lançado em outros países) se tornou rapidamente um dos modelos mais icônicos baseados no Android, combinando uma bela tela capacitiva com Gorilla Glass de 854x480, um processador rápido (para a época) e teclado físico, tudo isso em um aparelho com apenas 13 milímetros de espessura. Entretanto, com o passar o tempo o Milestone passou a parecer ultrapassado, dando espaço a aparelhos com processadores mais rápidos, telas maiores, câmeras de maior resolução, e versões mais atuais do Android: o velho processo de obsolência programada entrando em ação.

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27 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17 de dezembro de 2010 às 14h19

39 aplicativos indispensáveis para o Android

Enquanto a Apple tenta restringir os desenvolvedores, com medo de que aplicativos ruins possam prejudicar a imagem da plataforma, o Google adotou uma atitude liberal, disponibilizando as ferramentas e deixando que a coisa flua naturalmente. Entra em cena, então, o Android Market, que faz o papel de canal de distribuição, assumindo a função que no mundo Apple pertence à AppStore. Ele serve como um repositório central de softwares para a plataforma, permitindo que eles sejam instalados rapidamente. Em julho de 2010 o Android Market já atingiu a marca de 100.000 aplicativos, um número que deve continuar crescendo rapidamente.

50 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 4 de março de 2011 às 15h12

Hackeando o Eken M001 (tablet de 90 dólares)

Este é um follow-up da análise do Eken M001 publicada em agosto, trazendo mais dicas de como melhorar o desempenho do tablet, dicas de aplicativos e ideias de uso. Vamos começar com uma pergunta filosófica: para que serve um tablet?

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57 comentáriosPor Eduardo F. Larrubia. Revisado 1 de outubro de 2010 às 22h26

Tudo sobre a memória RAM, parte 2

Seguindo a tendência inaugurada pelas memórias DDR, as DDR2 novamente duplicaram a taxa de transferência, realizando agora 4 transferências por ciclo. Novamente, as células de memória continuam trabalhando na mesma frequência anterior e o acesso inicial continua demorando aproximadamente o mesmo tempo.

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5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de setembro de 2010 às 13h33

Tudo sobre a memória RAM, parte 1

Embora seja brutalmente mais rápida que o HD e outros periféricos, a memória RAM continua sendo muito mais lenta que o processador. O uso de caches diminui a perda de desempenho, reduzindo o número de acessos à memória; mas, quando o processador não encontra a informação que procura nos caches, precisa recorrer a um doloroso acesso à memória principal, que em um processador atual pode resultar em uma espera de mais de 150 ciclos.

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6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de setembro de 2010 às 10h46

Entendendo o Android, parte 3

Em plena versão 2.2, o Android é ainda surpreendentemente limitado com relação às funções de mídia, dependendo fortemente do uso de aplicativos de terceiros. Mas a principal escolha ao comprar um aparelho com o Android é se você quer "apenas usar', mantendo o sistema em modo usuário e se limitando às atualizações disponibilizadas pelo fabricante, ou se você quer ter acesso completo de root, com liberdade para usar aplicativos que exploram o hardware de maneiras não previstas e testar versões modificadas ou portadas do sistema, e ter acesso irrestrito a todas as pastas e configurações. E assim como no caso do iPhone, grande parte da utilidade de um aparelho baseado no Android não está no sistema propriamente dito, mas sim no grande volume de aplicativos disponíveis para ele.

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12 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 24 de agosto de 2010 às 09h17

Entendendo o Android, parte 2

A combinação do acesso prático ao Gmail, Maps e outros aplicativos do Google, combinados com a disponibilidade de um grande número e aplicativos fazem com que o Android seja uma plataforma bastante forte, já que você pode compensar as deficiências do sistema com aplicativos de terceiros, chegando a um conjunto que atenda às suas necessidades. E além dos smartphones, que são o mercado mais óbvio, temos também os tablets, que são um ramo em que o Android rapidamente ganhou a preferência dos fabricantes e onde ele deve fazer um grande sucesso a partir do final de 2010.

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2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17 de agosto de 2010 às 09h01

Entendendo o Android, parte 1

Apesar do início tímido, o Android logo começou a crescer rapidamente, saindo da situação incipiente que ocupava em 2008 para o posto de um dos sistemas dominantes nos smartphones high-end e tablets. Com exceção da Apple, da Nokia e da Microsoft (que por motivos óbvios têm preferido alavancar seus próprios sistemas), praticamente todos os outros grandes fabricantes possuem projetos relacionados ao Android, que vão de tablets, smartphones e smartbooks a robôs de limpeza. Com tantos projetos em curso, é de se esperar que o Android continue se popularizando nos próximos anos, com uma grande chance de se tornar a plataforma dominante para dispositivos móveis.
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7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de agosto de 2010 às 10h00

Hardware para iniciantes, parte 5

Todos os componentes do PC são montados dentro do gabinete, que contém outro item importante: a fonte de alimentação; a função básica da fonte é transformar a corrente alternada da tomada em corrente contínua (AC) já nas tensões corretas, usadas pelos componentes. E embora os micros PCs existam desde 1981, as placas de som se tornaram comuns apenas a partir de 1996 a 1998, com a popularização dos "kits multimídia", que incluíam a placa de som, um drive de CD, caixas de som e microfone.
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Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2 de agosto de 2010 às 08h56

Hardware para iniciantes, parte 4

O componente mais importante de qualquer PC não é o processador e nem mesmo o HD, mas sim a placa-mãe, que é a responsável pelos barramentos e toda a comunicação entre os componentes. Se um PC fosse um organismo vivo, o processador, memória e HD formariam as diferentes áreas do cérebro, enquanto a placa-mãe seria todo o resto do corpo, incluindo os órgãos vitais.
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Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29 de julho de 2010 às 07h33

Hardware para iniciantes, parte 3

Apesar de toda a sua importância, a memória RAM funciona apenas como uma mesa de trabalho, cujo conteúdo é descartado ao desligar o PC. Isso nos leva ao HD, que serve como uma unidade de armazenamento permanente para dados e programas. Depois do processador, memória e HD, a placa de vídeo é provavelmente o componente mais importante do PC; originalmente, as placas de vídeo eram dispositivos simples, que se limitavam a mostrar o conteúdo da memória de vídeo no monitor. Falar ainda sobre mouses e teclados pode soar básico demais, mas aproveitando que este é precisamente um tutorial para iniciantes, vamos a algumas apresentações rápidas.
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6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29 de julho de 2010 às 07h33

Hardware para iniciantes, parte 2

Depois do processador, temos a memória RAM, que funciona como uma espécie de mesa de trabalho, armazenando arquivos e aplicativos em uso. A quantidade de memória RAM disponível tem um grande efeito sobre o desempenho, já que sem memória RAM suficiente o sistema é obrigado a usar memória swap, que é muito mais lenta. Na maioria das situações, ter uma quantidade suficiente de memória RAM instalada é mais importante que o desempenho do processador.
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Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29 de julho de 2010 às 07h33

Hardware para iniciantes, parte 1

O primeiro PC foi lançado em 1981, pela IBM. A plataforma PC não é a primeira nem será a última plataforma de computadores pessoais, mas ela é de longe a mais usada e provavelmente continuará assim por mais algumas décadas. Para a maioria das pessoas, "PC" é sinônimo de computador. Esta série de tutoriais cobre os aspectos básicos da arquitetura PC, uma leitura obrigatória para todos que estão começando, ou precisam revisar as bases.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 20 de julho de 2010 às 07h21

Monitores, parte 2

Em 87 a IBM lançou o VGA, que permitia o uso de 640x480 com 256 cores. Com o tempo ele foi sucessivamente atualizado, oferecendo o uso de resoluções mais altas, o grande problema é que os monitores CRT foram eventualmente substituídos pelos monitores LCD, que são digitais por natureza e precisam de um conversor adicional para trabalharem em conjunto com o padrão analógico. Para resolver o problema, foi criado o padrão DVI, seguido dos outros padrões digitais de conexão, iniciando mais uma guerra de formatos.
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Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22 de julho de 2010 às 06h49

Notebooks, netbooks e tablets, parte 2

Um dos objetivos da Intel ao criar o Atom foi o de lançar um plano de longo prazo para concorrer com os chips ARM, visando entrar também no ramo dos smartphones e tablets. E com este último aconteceu um fenômeno similar ao dos netbooks, com o agravante de que desta vez quem iniciou a onda foi a Apple, o que só aumentou o hype-factor. Depois do lançamento do iPad, praticamente todos os fabricantes passaram a apresentar projetos na área, no que se tornou uma nova corrida do ouro.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6 de julho de 2010 às 09h25

Notebooks, netbooks e tablets, parte 1

Vira e mexe, alguém aparece profetizando o iminente fim dos desktops. Ao acompanhar o crescimento nas vendas dos notebooks e netbooks, não é difícil chegar à esta conclusão, já que a percentagem de notebooks vendidos cresceu de menos de 10% há uma década atrás para quase metade das vendas mundiais em 2008. Entretanto, existem diversos motivos para que isso não aconteça. É óbvio que os notebooks vão continuar sendo populares e vão continuar abocanhando parte do espaço dos desktops, mas esses não vão desaparecer completamente em um futuro próximo.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29 de junho de 2010 às 10h57

O Atom e os netbooks, parte 2

Naturalmente, a arquitetura simples do Atom resulta em um desempenho por ciclo de clock bastante inferior ao de outros processadores atuais. O objetivo é simplesmente oferecer um processador de baixo consumo com um desempenho "bom o bastante" para executar tarefas básicas, sem concorrer diretamente com as versões mobile do Core 2 Duo. O lançamento do Atom abriu as portas para o lançamento dos inúmeros modelos de netbooks que invadiram o mercado. Além de barato, ele oferece um consumo elétrico relativamente baixo e está disponível em volume, o que fez com que praticamente todos os fabricantes passassem a oferecer modelos baseados nele.
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2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de junho de 2010 às 14h49

O ABC das placas 3D, parte 3

Nesta terceira e última parte do tutorial, falaremos sobre a resposta da ATI ao SLI, o CrossFire, além do Hybrid CrossFire e o Hybrid SLI, que oferecem a possibilidade de combinar o processamento do chipset onboard e de uma placa offboard. Veremos mais adiante sobre as tecnologias TurboCache e HyperMemory, que permitem que a placa de vídeo utilize parte da memória RAM do sistema como extensão da memória de vídeo, além das APIs DirectX e OpenGL, que facilitam o trabalho do desenvolvedor, oferecendo um conjunto de comandos e recursos padronizados. Para fechar, o assunto será o mundo da física: Physics, Physx e Havok, os responsáveis por calcular as trajetórias de fragmentos, fazendo com que eles interajam de maneira realística com o ambiente.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de maio de 2010 às 13h11

O ABC das placas 3D, parte 2

Nesta segunda parte do tutorial, veremos que não existe nenhuma diferença fundamental no tipo de memória RAM utilizado nas placas de vídeo. Elas podem usar os mesmos chips de memória DDR, DDR2 ou DDR3 encontrados nos módulos de memória regulares, mas os fabricantes de placas 3D geralmente optam por utilizar memórias GDDR3 ou GDDR5, tipos de memória especialmente otimizados para placas de vídeo, capazes de operar à frequências mais alta. Também veremos que a partir do ponto em que a placa de vídeo tem potência suficiente para renderizar os frames a uma resolução superior à do monitor, você pode ativar o uso de um algoritmo de antialiasing, o que permite aplicar parte dos ciclos ociosos em melhorar a qualidade das imagens exibidas. E, para fechar, falaremos sobre o SLI, uma tecnologia para interligar duas placas nVidia, dividindo o processamento e assim aumentando o desempenho.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de maio de 2010 às 11h41

O ABC das placas 3D, parte 1

As placas de vídeo passaram por duas grandes evoluções desde os primeiros PCs. As primeiras placas de vídeo, ligadas ao barramento ISA, eram dispositivos burros, que trabalhavam atualizando a tela com relação a um bitmap armazenado na memória de vídeo (o frame buffer). O passo seguinte foram as placas de vídeo com aceleração 2D, que incluem recursos relacionados ao desenho das janelas, renderização do texto, decodificação de determinados formatos de vídeo e outros recursos, que reduzem a carga sobre o processador principal e tornam a atualização do vídeo mais rápida e transparente. Finalmente, as placas de vídeo ganharam recursos 3D, o que nos remete à era atual.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 4 de maio de 2010 às 09h51

Intel: Core i7, Core i5 e Core i3, parte 2

Outra mudança importante do Lynnfield é a inclusão de 16 linhas PCI Express 2.0 dentro do próprio processador, o que fez com que o Lynnfield passasse a executar todas as funções que na plataforma i7 são executadas pelo chipset X58. Embora não traga mudanças com relação ao desempenho, essa mudança permitiu que a Intel simplificasse a plataforma, eliminando a necessidade de utilizar o barramento QPI (que no i7 liga o processador ao X58). Outra vantagem da integração é a redução no consumo elétrico total, já que ao serem movidos para dentro do processador, os transistores do controlador PCI Express passaram a ser fabricados usando a mesma técnica de 45 nanômetros que ele.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19 de abril de 2010 às 08h47

Rudimentos do 3D: Modelagem básica de sólidos

Depois de criar a apostila de Blender 3D, que foi publicada no GDH em 3 tutoriais, me dei conta de que as pessoas tinham muitas dúvidas básicas sobre o funcionamento do universo dos programas 3D. Sendo assim, decidi escrever um pouco sobre os rudimentos desse universo artístico e científico que vem ganhando a cada dia novas mentes e corações.
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3 comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 16 de abril de 2010 às 09h14

Reconstrução 3D de tomografias computadorizadas

Que a computação gráfica 3D é fascinante, disso ninguém duvida. Se nos anos 90 alguns poucos sortudos tinham acesso a essa tecnologia, hoje qualquer um com um computador e uma idéia na cabeça pode lançar mão desse fantástico recurso. Imagine você que hoje é possível reconstruir partes do corpo de uma pessoa através de fatias fotografadas (ainda que esse termo não seja o mais apropriado) por aparelhos de tomografia! E é de forma tão tranquila e acessível que provoca até temor. Para deixar a história mais interessante, basta dizer que existe um programa opensource que faz isso e... ele é brasileiro! Veremos neste tutorial como exportar as tomografias computadorizadas do InVesalius para o Blender.
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3 comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 16 de abril de 2010 às 12h08

Intel: Core i7, Core i5 e Core i3, parte 1

O Core i7 marcou a introdução do Nehalem, baseado em uma arquitetura com muitas modificações em relação ao Penryn e aos processadores anteriores, incluindo um controlador de memória integrado e a tão esperada migração do FSB para um barramento serial ponto-a-ponto, duas melhorias que foram introduzidas anos antes pela AMD, às quais a Intel vinha resistindo até então. Logo após veio o Lynnfield, uma versão desktop do Nehalem que deu origem ao Core i5 e aos Core i7 da série 8xx, onde embora a arquitetura do processador continue sendo basicamente a mesma, seu lançamento acabou sendo mais importante que o das versões iniciais, simplesmente por que as versões baseadas nele são mais baratas e por isso vendidas em um volume muito maior.
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3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de junho de 2010 às 05h51

Cypress, Juniper e Redwood: a série Radeon HD 58xx

Depois dos problemas com o R600, a ATI decidiu mudar um pouco a estratégia, passando a produzir chips relativamente pequenos, otimizados para oferecerem uma melhor relação em termos de área útil, consumo elétrico e desempenho, com chips relativamente pequenos, porém mais baratos e capazes de atingir frequências de clock maiores. Em vez de tentar produzir a placa mais rápida do mercado, o objetivo passou a ser criar placas mais baratas, que permitam atingir o mercado mainstream e oferecer a possibilidade de combinar duas ou mais placas em CrossFire como a solução para os entusiastas.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 30 de março de 2010 às 15h37

Processadores AMD, parte 2: Phenom II e o Athlon II

Apesar do potencial, o Phenom acabou sendo limitado pela arquitetura de 65 nanômetros, que limitou a frequência de clock dos processadores. O pico evolutivo acabou sendo o Phenom X4 9950, que operava a 2.6 GHz, mas possuía um TDP de nada menos do 140 watts na versão original (que a AMD conseguiu reduzir para 125 watts nas subsequentes), o que é basicamente o limite do que se pode refrigerar usando um cooler a ar. A solução veio com a migração para a técnica de 45 nanômetros, que além de reduzir custos, abriu espaço para a adição de 6 MB de cache L3 e um conjunto de outras pequenas melhorias.
RelacionadosProcessador e AMD

5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 15 de março de 2010 às 14h46

Processadores AMD, parte 1: o Phenom

Todos os processadores atuais da AMD são descendentes da plataforma K7, que deu origem aos primeiros modelos do Athlon. Em 2003, a plataforma foi atualizada, o que deu origem à plataforma K8, usada nos diferentes modelos do 64, X2, FX e Opterom, sendo a plataforma mais bem sucedida da AMD. Não demorou para que começassem a surgir informações sobre o "Barcelona", destinado a suceder a plataforma K8. O Barcelona acabou sendo efetivamente lançado em 2007, e a versão para desktops veio um pouco depois, dando origem à família Phenom.
RelacionadosPhenom, Processador e AMD

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12 de março de 2010 às 11h59

Chipsets e placas para o Core 2 Duo, Quad e Celeron

Nos tutoriais anteriores dentro da série sobre processadores, falei sobre os processadores da plataforma Core, que basicamente engloba todos os processadores Intel anteriores ao Core i7 ainda em uso. Concluindo, vamos agora aos chipsets e placas para eles.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de março de 2010 às 15h17

Criando um loop de vídeo com o Kino e o Audacity

No artigo que escrevi outro dia sobre o QDVDAuthor, pulei a explicação sobre como criar o loop de vídeo para o menu principal do DVD. Hoje vou mostrar para vocês como eu fiz o loop. O que queremos é um loop de vídeo breve, que passe suavemente por cinco segmentos de vídeo diferentes e depois volte ao primeiro. Diminuí o áudio para que ele não distraísse o usuário (menus com volume alto repetindo o tempo todo são um martírio).
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Sem comentáriosPor Terry Hancock. Revisado 26 de fevereiro de 2010 às 14h26

Guia Jubarte de Telecomunicações

Jubarte é um software de código aberto licenciado sobre a General Public License (GPL) que visa desenvolver uma suíte completa de aplicações para cálculo e dimensionamento de enlaces e sistemas telecomunicações. Este documento tem o objetivo de demonstrar as principais utilidades e aplicações do software e introduzir conceitos básicos para utilização do aplicativo.

6 comentáriosPor Benjamim Góis Ildefonso da Silva. Revisado 5 de outubro de 2010 às 11h25

Usos e evolução do USB

Existem três padrões USB: o padrão 1.x (o padrão original, criado em 1996), o USB 2.0 (o padrão mais usado atualmente, introduzido em abril de 2000) e o novo padrão USB 3.0 (finalizado em novembro de 2008) que está ainda em processo de popularização. Graças à sua grande flexibilidade, o USB é de longe o barramento externo mais usado atualmente. Além de ser usado para a conexão de todo o tipo de dispositivos, ele é usado também como fonte de energia para carregadores e todo o tipo de utilidades e bugigangas.
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1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de junho de 2010 às 05h53