Índice - Tutoriais
Aqui estão os tutoriais do Hardware.com.br. Os tutoriais são textos longos, a partir de 10 páginas, que se destinam a ensinar com detalhes como fazer alguma coisa, ou explicar detalhadamente sobre um determinado tema. Os textos podem tratar de qualquer tema ligado à informática.
A evolução dos smartphones - parte 3
Depois de falar sobre os aparelhos e sobre a evolução dos sistemas operacionais, falta falar mais sobre a evolução da arquitetura dos chips ARM, bem como dos SoCs, que são o coração que qualquer smartphone ou tablet que você possa encontrar no mercado. O nível de integração obtido nos SoCs atuais é um verdadeiro milagre da engenharia por seu próprio mérito e é a chave para a eficiência energética dos aparelhos atuais.
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22/mai/2012 às 00h45
Balanceamento de internet
5 comentáriosPor Linderval Alves. Revisado 19/mai/2012 às 09h55
Entendendo o AMD Trinity
O Trinity é uma atualização do Llano, representando a terceira geração de APUs da AMU. Embora ele mantenha o uso da mesma técnica de produção de 32 nm (uma desvantagem em relação ao Ivy Bridge, com seus 22 nm) ele oferece várias melhorias arquiteturais em relação ao Llano, que resultam em benefícios tanto do ponto de vista do desempenho do processador e da GPU quanto em relação ao consumo elétrico. Em essência ele mantém o mesmo foco da plataforma anterior, porém com melhorias incrementais...
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/mai/2012 às 10h06
A evolução dos smartphones - parte 2
A primeira parte da evolução dos smartphones foi centrada no desenvolvimento dos softwares, com o Symbian e o Windows Mobile dando lugar ao Android, iOS e Windows Phone. A segunda parte foi a rápida evolução do ponto de vista do hardware que tivemos a partir de 2012, representando um ritmo de evolução que superou e muito a evolução dos PCs no mesmo período, diminuindo a diferença entre as duas plataformas do ponto de vista do poder computacional...
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 15/mai/2012 às 19h35
A evolução dos smartphones - parte 1
Embora alguns ainda considerem os PCs e os Macs como as únicas arquiteturas de computadores pessoais, considerando todas as outras classes de dispositivos como meros acessórios, a opinião predominante é que tanto os tablets quanto os smartphones também podem ser considerados computadores por seu próprio mérito. Quanto adotamos essa nomenclatura, chegamos logo à conclusão de que, coletivamente, os smartphones e tablets já são a classe de computadores mais comuns hoje em dia, superando as vendas combinadas de PCs e notebooks. Mesmo em relação à configuração de hardware, as diferenças estão sendo reduzidas a cada geração, com os smartphones e tablets trazendo processadores dual-core ou quad-core com clocks acima de 1.0 GHz, 1 GB ou mais de memória RAM, unidades de armazenamento de estado sólido, telas de 800x480, 1280x720, ou mesmo 2048x1536 no caso do iPad 3.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10/mai/2012 às 19h05
Entendendo o Ivy Bridge
11 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 27/abr/2012 às 00h23
Entendendo o Bulldozer
Desde o lançamento do Core 2 Duo em 2006, a AMD vem tendo dificuldades de companhar a Intel no high-end, limitando-se a manter uma briga de preços nos processadores mid-range e low-end, que são os mercados menos lucrativos, atacando com processadores com três e seis núcleos, usando clocks elevados e tudo o mais que tivesse à mão. Com o Sandy Bridge, a Intel avançou mais um degrau em termos de desempenho, demandando um contra-ataque da AMD na forma de uma nova arquitetura. Surgiu então o Bulldozer...
20 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 27/abr/2012 às 21h14
Como Computadores Representam Informação
É fato que o "bem" mais precioso atualmente em nossa sociedade é a informação, seja ela relacionada aos hábitos de consumo, entretenimento, clima, comportamento social, internet, bolsa de valores ou qualquer outro segmento. Não é de surpreender que as maiores empresas do mundo estão no ramo das tecnologias de informação. Mas afinal o que é informação? Conceitualmente, informação pode ser definida, de forma simplista, como um conjunto de dados que possui algum significado...
3 comentáriosPor André Luiz Delai. Revisado 24/abr/2012 às 09h17
Configuração do sistema no Ubuntu
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 15/abr/2012 às 10h53
Controlando o VirtualBox via linha de comando
Embora no início o VirtualBox fosse visto por muitos apenas como um concorrente gratuito ao VMware, ele cresceu muito em recursos, acabando por se tornar a plataforma de virtualização mais usada em ambiente doméstico. Além de oferecer uma gama muito grande de recursos e opções de configuração, ele é bastante fácil de usar e é inteiramente multiplataforma, rodando sobre o Linux, Windows, Solaris e etc.
10 comentáriosPor Carlos Morimoto. Revisado 5/abr/2012 às 14h40
Guia de criptografia segura usando o truecrypt
Neste tutorial conciso, iremos abordar a criação de um Volume seguro , usando o Truecrypt, que é o mesmo programa que não pode ser derrotado pelo fbi ...
11 comentáriosPor Eduardo Fernandes Larrubia. Revisado 5/abr/2012 às 14h29
Ubuntu: Entendendo e Configurando o grub 2
8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3/abr/2012 às 00h13
Criando versões personalizadas do Ubuntu
Antigamente, lançar uma nova distribuição significava criar todo um novo repositório, envolvendo todo o processo de geração dos pacotes, desenvolvimento do instalador e de utilitários de configuração, personalização dos pacotes e assim por diante...
3 comentáriosPor Carlos Morimoto. Revisado 2/abr/2012 às 21h41
Ubuntu 12.04: Entendendo e configurando o Unity
Durante quase 6 anos, o Ubuntu utilizou o GNOME como ambiente de trabalho padrão, levando o ambiente a vários milhões de novos usuários. Durante todo esse tempo, o GNOME passou por um processo bastante previsível de evolução, dentro dos limites da série 2.x, mantendo tanto os usuários quanto os desenvolvedores do Ubuntu satisfeitos. Os problemas começaram com a introdução do GNOME 3, que trouxe várias mudanças de paradigma, a começar pela remoção de muitos dos recursos e opções de configuração que já estavam bem sedimentadas na versão anterior, passando por uma remodelação da interface, que abandonou a tradicional metáfora de desktop (com o menu iniciar, barra de tarefas, etc., como no Windows) para uma metáfora de atividades, que resultou em um ambiente mais limpo e belo graficamente, mas que tornou mais complicada a vida dos power-users, acostumados a trabalhar com muitos aplicativos e janelas simultaneamente.
10 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 31/mar/2012 às 11h32
Upstart e a configuração dos serviços no Ubuntu
Tradicionalmente, utilizamos o sistema SystemV para a inicialização e configuração dos serviços no Linux. O boot começa com o arquivo "/etc/inittab" (que especifica o runlevel padrão e contém comandos para a abertura dos terminais de texto e do ambiente gráfico) e prossegue com a execução de scripts linkados no diretório "/etc/rc5.d/" (ou rc3.d no caso de um servidor configurado para inicializar no runlevel 3, sem a interface gráfica)...
2 comentáriosPor Carlos Morimoto. Revisado 28/mar/2012 às 17h50
SLC, MLC e TLC: Por quê as memórias Flash estão ficando piores
Normalmente, conforme a tecnologia avança, ganhamos tanto em desempenho quanto em confiabilidade dos componentes. Basta ver o caso das placas-mãe atuais, que embora incluam barramentos mais rápidos e um número maior de trilhas e componentes são muito mais duráveis que placas de uma década atrás, devido ao uso de capacitores de estado sólido e outras melhorias. Mesmo os HDs magnéticos atuais são (em média) bem mais duráveis que os modelos de duas décadas atrás, sem falar nas fontes de alimentação (de boas marcas) e muitos outros componentes...
6 comentáriosPor Carlos Morimoto. Revisado 20/mar/2012 às 18h55
Padrões para Implementação de Proxies
Implementar um proxy em nível de aplicação para servidores pode trazer resultados muito bons. Contudo, alguns pontos podem ser afetados, como a segurança por exemplo. (SOMMERLAND, 2003) A existência de Padrões para a configuração de proxy Reverso pode ajudar o usuário a entender em quais ocasiões tais configurações devem ser usadas e como se aplicam ao Squid de modo a atender alguns requisitos.
2 comentáriosPor Daniel Fest. Revisado 9/mar/2012 às 08h24
Componentes eletrônicos e unidades de medida, conceitos básicos
27 comentáriosPor Onildo Henrique B. Filho. Revisado 16/fev/2012 às 15h56
Conhecimento em Hardware e sua evolução durante as décadas
Há alguns anos um profissional de computação, em especial que prestava suporte era obrigado a conhecer uma ampla gama de conceitos sobre o computador. Não bastava somente colocar um CD no drive e acompanhar a instalação de um sistema. Fazer a manutenção de um PC nos anos 80 era coisa para profissionais em eletrônica digital. No início dos anos 90 a coisa avançou bastante, o nível de integração dos componentes aumentou muito, mas ainda era necessário um razoável conhecimento da arquitetura do computador para que a manutenção ou a montagem do mesmo fosse feita corretamente e extraindo todo o seu potencial. Termos como IRQ, DMA, multiplicador de clock e frequência e largura de barramento eram comuns entre os profissionais da área, pois sem saber o que esses termos significavam, seria muito difícil configurar uma placa mãe ou instalar uma placa de som por exemplo.
29 comentáriosPor Onildo Henrique B. Filho. Revisado 29/nov/2011 às 13h10
Configurando um servidor Linux doméstico, fácil
Configurar um servidor Linux pode ser complicado, ou surpreendentemente simples. Este tutorial é uma "receita rápida" de como configurar um servidor Linux doméstico, incluindo compartilhamento da conexão, instalação de um servidor proxy transparente, bloqueio de sites e configuração do servidor DHCP. Diferente dos tutoriais anteriores, onde entro em detalhes mais técnicos sobre a configuração de cada serviço, este tutorial ensina a configurar o servidor da forma mais rápida e simples possível.16 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21/out/2011 às 15h34
Entendendo as mídias ópticas
Durante a segunda metade da década de 70, a Philips e a Sony trabalharam no desenvolvimento de uma mídia óptica capaz de substituir os antigos discos de vinil. A cooperação entre as duas empresas deu origem ao CD, que embora tenha se popularizado apenas na década de 90, chegou ao mercado bem antes, em 1982. A tecnologia do CD evoluiu ao longo das décadas, dando origem ao DVD e ao Blu-ray, que usamos atualmente.
30 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/out/2011 às 13h52
Entendendo os SSDs
Os SSDs ou "Solid State Disks" (discos de estado sólido) são possivelmente a maior revolução dentro do ramo dos HDs desde o IBM 350, já que eles utilizam um princípio de armazenamento completamente diferente, com os discos magnéticos dando lugar aos chips de memória Flash: A vantagem óbvia dos SSDs é que eles oferecem tempos de acesso muito baixos, combinados com excelentes taxas de leitura e gravação em setores aleatórios. Os SSDs também oferecem um consumo elétrico mais baixo, são silenciosos, resistentes a impactos e oferecem uma melhor segurança contra perda de dados devido a defeitos de hardware, já que não possuem partes móveis. A grande desvantagem, por outro lado, é o custo por megabyte.
17 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 4/out/2011 às 16h35
Configurando a rede no Windows (atualizado)
A configuração de rede no Windows é um assunto bastante conhecido, pois a configuração é bastante similar entre as diferentes versões do sistema e a configuração gráfica torna tudo mais simples. Entretanto, é justamente a aparente simplicidade que faz com que muitos recursos passem despercebidos. Vamos então a uma revisão de como configurar a rede nos clientes Windows e alguns tópicos avançados e o uso da linha de comando.
9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21/out/2011 às 12h34
Filtros de linha, estabilizadores e nobreaks
Quase tudo dentro de um PC é feito usando eletricidade. Ela é convertida em processamento, usada para gerar laseres, que leem e gravam CDs e DVDs, transformada em pulsos magnéticos, usados para gravar dados nos platters do HD, transformada em luz pelo monitor e assim por diante. Todos estes dispositivos dependem de um fornecimento estável de energia, responsabilidade que recai sobre a fonte de alimentação. Chegamos então aos filtros de linha, nobreaks e outros dispositivos de proteção, cuja função é servir como uma primeira linha de defesa contra problemas diversos, oferecendo níveis variados de isolamento em relação aos problemas da rede elétrica.29 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19/jul/2011 às 04h41
QoS: Definindo prioridades na rede
Inicialmente disponível apenas em firmwares alternativos como o DD-WRT e em roteadores enterprise, o QoS tem passado a estar disponível também em um número crescente de roteadores de consumo. O QoS, ou "Quality of Service" permite definir prioridades de acesso, fazendo com que chamadas do Skype e jogos multiplayer tenham prioridades sobre o bittorrent por exemplo. O QoS é útil sobretudo em redes com muitos clientes e se bem utilizado pode melhorar sensivelmente a qualidade da conexão, reduzindo a necessidade de um link mais rápido. Embora este tópico seja baseado nas opções do DD-WRT, os fundamentos podem ser aplicados em outras situações de uso, onde a lógica de configuração será sempre fundamentalmente a mesma.
3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18/jul/2011 às 12h57
Expandindo a rede Wi-Fi com pontos de acesso adicionais
Embora quando falamos em extender o alcance da rede wireless a primeira coisa que venha à mente seja trocar as antenas por outras de maior ganho, a solução mais simples e efetiva para ampliar o alcance da rede, atender clientes com transmissores de diferentes padrões, ou mesmo desafogar um pouco a rede, dividindo-a em segmentos menores é usar mais pontos de acesso, ligados via cabo ao roteador principal. Mais uma possibilidade de conectividade para pontos afastados são os bridges wireless. Eles seguem o mesmo princípio dos repetidores, permitindo que clientes distantes se conectem ao ponto de acesso da rede. Diferentes dos repetidores, entretanto, os bridges se destinam a atender clientes com fio, que usam o bridge apenas como uma forma de se conectar à rede do outro lado.
17 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 14/jul/2011 às 13h07
Configurando o DD-WRT
No tutorial anterior, falei sobre a instalação do DD-WRT, que é compatível com um número surpreendente de roteadores e pontos de acesso, oferecendo funções que vão muito além das oferecidas pelos firmwares padrão dos fabricantes. Com ele, mesmo um roteador antigo pode prestar bons serviços, oferecendo funções de hotspot com autenticação, controle de acesso, controle de banda com o QoS, ou mesmo ser configurado como um repetidor ou bridge sem custo adicional. Nesta continuação, falarei sobre a configuração básica do DD-WRT, na qual nos aprofundaremos nos tutoriais seguintes.
7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/jul/2011 às 15h48
Expandindo os recursos do roteador com o DD-WRT
Diferente de muitos dos primeiros roteadores e pontos de acesso wireless (como o lendário Linksys WRT54G) que eram baseados em Linux, a grande maioria dos APs e roteadores atuais são baseados em sistemas proprietários como o VxWorks, desenvolvidos com o objetivo de cortar custos, permitindo que os fabricantes reduzam o volume de memória RAM e Flash e possam utilizar SoCs mais baratos. Ao mesmo tempo, surgiu uma grande segmentação dentro das linhas de produtos, com os aparelhos oferecendo apenas as funções relacionadas às funções às quais são destinados, muito embora o hardware suporte muito mais. Com isso, muitas vezes produtos dentro da mesma linha são diferenciados apenas pelo software, com o fabricante ativando ou desativando funções específicas dentro do firmware de acordo com o modelo. É possível extrair bem mais funções do seu roteador usando um firmware alternativo, como o DD-WRT.
21 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 30/jun/2011 às 07h15
Cabeamento de rede: testadores, PoE e hacks
Além dos dados, cabos de rede podem ser utilizados para transportar energia ou mesmo um sinal de telefone, reduzindo o número de fios que você precisa correr pelo prédio. Um ponto de acesso instalado no telhado, pode receber energia diretamente através do cabo de rede, sem que você precise levar também um cabo de energia até ele. Temos também os testadores e certificadores de cabos, que ajudam a solucionar problemas e podem ser usados para certificar os pontos de rede. Este tutorial é um apanhado geral sobre tudo isso.
9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 24/jun/2011 às 08h34
Entendendo o AMD Llano: a era das APUs
A maior parte dos ganhos de desempenho que tivemos ao longo da evolução dos processadores surgiu como resultado da incorporação de mais componentes e não apenas do aumento da frequência de clock ou da sofisticação das unidades de processamento. O termo "APU" significa "Accelerated Processing Unit" e é usado em relação aos novos processadores com chipsets 3D integrados. Quando falamos em chipsets 3D vem à mente uma solução de alto desempenho, mas a primeira geração de processadores com GPUs integradas oferecem GPUs mais modestas, criando uma opção intermediária entre os chipsets de vídeo integrado e as placas 3D mid-range.
31 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17/jun/2011 às 15h49
Redes wireless: Calculando a potência de transmissão e de recepção
Assim como em outras tecnologias de transmissão via rádio, a distância que o sinal é capaz de percorrer em uma rede Wi-Fi depende não apenas da potência do ponto de acesso, mas também do ganho da antena e de fatores ambientais, tais como obstáculos e interferência eletromagnética. Este é um guia de como calcular a potência efetiva de transmissão do ponto de acesso e como obter a potência necessária para atingir a distância desejada ao criar um link de longa distância.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3/jun/2011 às 14h54
Blender 3D 2.5: tutorial para iniciantes, partes 1 a 8
Esse material foi desenvolvido para pessoas que desejam aprender sozinhas e não conhecem nada, ou quase nada de computação gráfica 3-D. O objetivo principal é preparar o leitor com o conhecimento básico sobre o Blender, para posteriormente ele ter a capacidade de ler tutoriais que exigem técnicas mais sofisticadas. Com o lançamento da versão 2.50 Alpha do Blender 3-D, a apostila SpeedBlender 2.0 tornou-se inapropriada para iniciantes, fazendo-se necessária a sua reconfecção para adequar-la a nova aparência e ferramentas do programa. Leia com atenção e releia sempre que necessário. Não tenha vergonha de admitir que não entendeu algum conceito a primeira vista, afinal, você está aprendendo sozinho.
51 comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 17/mai/2011 às 15h02
Intel Z68 e o Smart Response
Mesmo desconsiderando o problema com as portas SATA, a linha de chipsets para o Sandy Bridge deixava bastante a desejar. O Z68 é o primeiro chipset premium "definitivo" para o Sandy Bridge, que combina o acesso às funções de overclock e ao mesmo tempo ao uso da GPU integrada caso assim deseje. Outro recurso introduzido pelo Z68 é o Smart Response, que acaba sendo o grande diferencial em relação aos antecessores: ele permite usar um SSD de baixa capacidade como unidade de cache para um HD magnético maior, permitindo que você tenha acesso a uma grande parte do ganho de usar um SSD, sem precisar pagar por um SSD de grande capacidade. Junto com o Z68, a Intel aproveitou para lançar um SSD de 20 GB especialmente para uso em conjunto com o Smart Response: o SSD 311, apelidado de Larson Creek.
12 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 13/mai/2011 às 06h36
Começando no Fluxbox
Tenho um PC top-de-linha D8, "de oito anos atrás". Hoje em dia, para os aplicativos e sistemas atuais, ele anda meio cansado. Para meu dia-a-dia, preciso de vários softwares abertos ao mesmo tempo, tanto para meu trabalho quanto para atividades da faculdade; o GNOME ou o KDE rodam bem, desde que eu não cometa esse tipo de ação. Cansado, decidi partir para uma outra alternativa, mais radical: o Fluxbox. Confesso que achava que o Fluxbox era um monstro, que uma vez instalado no PC, não te deixava dormir e te prendia numa certa jaula. Mas depois que experimentei e o ajeitei ao meu gosto, verifiquei que o Fluxbox não é tão difícil quanto parece, é estável, leve e altamente personalizável. Tudo o que você precisa ter, especialmente no início, é um pouco de paciência e intrepidez. Vejamos neste tutorial como instalar, configurar e personalizar o Fluxbox a seu gosto - e isso é apenas o começo! Atualizado com a edição do arquivo init, e outras pequenas dicas.
40 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 18/fev/2011 às 11h03
Passo-a-passo: 3-D na web com Flex, Papervision3D e Blender
Há muito que tenho pesquisado sobre web e 3-D. Já tentei trabalhar com o Vrml, mas não sabia nada sequer o que era código-fonte na época. Depois passei para o Viewpoint, um player que monta 3-D apartir de binários e anima esses binário por meio de um XML. Mas, apesar de um breve estudo sobre código-fonte, faltou-me a base de programação necessária para entender o processo. Mas lí tanto que acabei entendendo algumas coisinhas essenciais, e de "hello world" em "hello world" comecei a conhecer algumas pessoas que trabalhavam nessa área e participar de pequenos círculos de programação. Certo dia, um camarada ao qual respeito imensamente e tenho como mestre, falou-se sobre um tal de Flex. Dizendo que a Adobe disponibilizara um compilador para Flash, de código livre e que ele rodava no Linux! Na hora meu cérebro traçou um mapa mental remontando os tempos de minhas primeiras experiências com 3-D interativo, meus estudos com programação, meus conhecimentos com o Blender e uma conversa que tive uns dois anos antes com um amigo que me mostrou uma ferramenta livre para criar 3-D no Flash. A-há! Pensei... é agora!
10 comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 26/jan/2011 às 10h14
Entendendo o Sandy Bridge
No final da década de 90, empolgada com o sucesso do Pentium III e a possibilidade de produzir processadores com clocks progressivamente mais altos, a Intel cometeu um grave erro estratégico. Para não cair no mesmo erro, a Intel passou a trabalhar em um sistema de desenvolvimento acelerado, apresentando novas técnicas de produção e novas arquiteturas em anos alternados. Com isso, tivemos o Penryn em 2007 (mesma arquitetura do Conroe, porém a 45 nm), o Nehalem em 2008 (45 nm, porém nova arquitetura), o Westmere em 2009 (refresh de 32 nm no Nahalem) e agora o Sandy Bridge, que mantém os 32 nm dos primeiros Core i3/i5/i7 porém introduz uma nova arquitetura, baseada no uso de uma GPU integrada, que ocupa uma parcela considerável do die do processador.
8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 13/jan/2011 às 11h13
Tirando o máximo do Motorola Milestone
Quando foi lançado no final de 2009, acompanhado de uma forte campanha de marketing, o Motorola Droid (posteriormente rebatizado de Motorola Milestone, ao ser lançado em outros países) se tornou rapidamente um dos modelos mais icônicos baseados no Android, combinando uma bela tela capacitiva com Gorilla Glass de 854x480, um processador rápido (para a época) e teclado físico, tudo isso em um aparelho com apenas 13 milímetros de espessura. Entretanto, com o passar o tempo o Milestone passou a parecer ultrapassado, dando espaço a aparelhos com processadores mais rápidos, telas maiores, câmeras de maior resolução, e versões mais atuais do Android: o velho processo de obsolência programada entrando em ação.
27 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17/dez/2010 às 14h19
39 aplicativos indispensáveis para o Android
Enquanto a Apple tenta restringir os desenvolvedores, com medo de que aplicativos ruins possam prejudicar a imagem da plataforma, o Google adotou uma atitude liberal, disponibilizando as ferramentas e deixando que a coisa flua naturalmente. Entra em cena, então, o Android Market, que faz o papel de canal de distribuição, assumindo a função que no mundo Apple pertence à AppStore. Ele serve como um repositório central de softwares para a plataforma, permitindo que eles sejam instalados rapidamente. Em julho de 2010 o Android Market já atingiu a marca de 100.000 aplicativos, um número que deve continuar crescendo rapidamente.
51 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 4/mar/2011 às 15h12
Hackeando o Eken M001 (tablet de 90 dólares)
Este é um follow-up da análise do Eken M001 publicada em agosto, trazendo mais dicas de como melhorar o desempenho do tablet, dicas de aplicativos e ideias de uso. Vamos começar com uma pergunta filosófica: para que serve um tablet?
57 comentáriosPor Eduardo F. Larrubia. Revisado 1/out/2010 às 22h26
Tudo sobre a memória RAM, parte 2
Seguindo a tendência inaugurada pelas memórias DDR, as DDR2 novamente duplicaram a taxa de transferência, realizando agora 4 transferências por ciclo. Novamente, as células de memória continuam trabalhando na mesma frequência anterior e o acesso inicial continua demorando aproximadamente o mesmo tempo.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8/set/2010 às 13h33
Tudo sobre a memória RAM, parte 1
Embora seja brutalmente mais rápida que o HD e outros periféricos, a memória RAM continua sendo muito mais lenta que o processador. O uso de caches diminui a perda de desempenho, reduzindo o número de acessos à memória; mas, quando o processador não encontra a informação que procura nos caches, precisa recorrer a um doloroso acesso à memória principal, que em um processador atual pode resultar em uma espera de mais de 150 ciclos.
6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3/set/2010 às 10h46
Entendendo o Android, parte 3
Em plena versão 2.2, o Android é ainda surpreendentemente limitado com relação às funções de mídia, dependendo fortemente do uso de aplicativos de terceiros. Mas a principal escolha ao comprar um aparelho com o Android é se você quer "apenas usar', mantendo o sistema em modo usuário e se limitando às atualizações disponibilizadas pelo fabricante, ou se você quer ter acesso completo de root, com liberdade para usar aplicativos que exploram o hardware de maneiras não previstas e testar versões modificadas ou portadas do sistema, e ter acesso irrestrito a todas as pastas e configurações. E assim como no caso do iPhone, grande parte da utilidade de um aparelho baseado no Android não está no sistema propriamente dito, mas sim no grande volume de aplicativos disponíveis para ele.
12 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 24/ago/2010 às 09h17
Entendendo o Android, parte 2
A combinação do acesso prático ao Gmail, Maps e outros aplicativos do Google, combinados com a disponibilidade de um grande número e aplicativos fazem com que o Android seja uma plataforma bastante forte, já que você pode compensar as deficiências do sistema com aplicativos de terceiros, chegando a um conjunto que atenda às suas necessidades. E além dos smartphones, que são o mercado mais óbvio, temos também os tablets, que são um ramo em que o Android rapidamente ganhou a preferência dos fabricantes e onde ele deve fazer um grande sucesso a partir do final de 2010.
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17/ago/2010 às 09h01
Entendendo o Android, parte 1
Apesar do início tímido, o Android logo começou a crescer rapidamente, saindo da situação incipiente que ocupava em 2008 para o posto de um dos sistemas dominantes nos smartphones high-end e tablets. Com exceção da Apple, da Nokia e da Microsoft (que por motivos óbvios têm preferido alavancar seus próprios sistemas), praticamente todos os outros grandes fabricantes possuem projetos relacionados ao Android, que vão de tablets, smartphones e smartbooks a robôs de limpeza. Com tantos projetos em curso, é de se esperar que o Android continue se popularizando nos próximos anos, com uma grande chance de se tornar a plataforma dominante para dispositivos móveis.7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10/ago/2010 às 10h00
Hardware para iniciantes, parte 5
Todos os componentes do PC são montados dentro do gabinete, que contém outro item importante: a fonte de alimentação; a função básica da fonte é transformar a corrente alternada da tomada em corrente contínua (AC) já nas tensões corretas, usadas pelos componentes. E embora os micros PCs existam desde 1981, as placas de som se tornaram comuns apenas a partir de 1996 a 1998, com a popularização dos "kits multimídia", que incluíam a placa de som, um drive de CD, caixas de som e microfone.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2/ago/2010 às 08h56
Hardware para iniciantes, parte 4
O componente mais importante de qualquer PC não é o processador e nem mesmo o HD, mas sim a placa-mãe, que é a responsável pelos barramentos e toda a comunicação entre os componentes. Se um PC fosse um organismo vivo, o processador, memória e HD formariam as diferentes áreas do cérebro, enquanto a placa-mãe seria todo o resto do corpo, incluindo os órgãos vitais.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/jul/2010 às 07h33
Hardware para iniciantes, parte 3
Apesar de toda a sua importância, a memória RAM funciona apenas como uma mesa de trabalho, cujo conteúdo é descartado ao desligar o PC. Isso nos leva ao HD, que serve como uma unidade de armazenamento permanente para dados e programas. Depois do processador, memória e HD, a placa de vídeo é provavelmente o componente mais importante do PC; originalmente, as placas de vídeo eram dispositivos simples, que se limitavam a mostrar o conteúdo da memória de vídeo no monitor. Falar ainda sobre mouses e teclados pode soar básico demais, mas aproveitando que este é precisamente um tutorial para iniciantes, vamos a algumas apresentações rápidas.6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/jul/2010 às 07h33
Hardware para iniciantes, parte 2
Depois do processador, temos a memória RAM, que funciona como uma espécie de mesa de trabalho, armazenando arquivos e aplicativos em uso. A quantidade de memória RAM disponível tem um grande efeito sobre o desempenho, já que sem memória RAM suficiente o sistema é obrigado a usar memória swap, que é muito mais lenta. Na maioria das situações, ter uma quantidade suficiente de memória RAM instalada é mais importante que o desempenho do processador.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/jul/2010 às 07h33
Hardware para iniciantes, parte 1
O primeiro PC foi lançado em 1981, pela IBM. A plataforma PC não é a primeira nem será a última plataforma de computadores pessoais, mas ela é de longe a mais usada e provavelmente continuará assim por mais algumas décadas. Para a maioria das pessoas, "PC" é sinônimo de computador. Esta série de tutoriais cobre os aspectos básicos da arquitetura PC, uma leitura obrigatória para todos que estão começando, ou precisam revisar as bases.1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 20/jul/2010 às 07h21
Monitores, parte 2
Em 87 a IBM lançou o VGA, que permitia o uso de 640x480 com 256 cores. Com o tempo ele foi sucessivamente atualizado, oferecendo o uso de resoluções mais altas, o grande problema é que os monitores CRT foram eventualmente substituídos pelos monitores LCD, que são digitais por natureza e precisam de um conversor adicional para trabalharem em conjunto com o padrão analógico. Para resolver o problema, foi criado o padrão DVI, seguido dos outros padrões digitais de conexão, iniciando mais uma guerra de formatos.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22/jul/2010 às 06h49