Dicionário técnico - W

Índice do dicionário técnico

Wafer (de silício)

Por Carlos E. Morimoto em 1 de agosto de 2007 às 09h58

0

O componente básico para qualquer chip é o wafer de silício que é obtido através da fusão do silício junto com os materiais que permitirão sua dopagem posteriormente. O silício é um dos materiais mais abundantes da natureza, o grande problema é que os wafers de silício precisam ser compostos de silício 99,9999% puro, o que demanda um caro e complicado processo de purificação. Qualquer impureza que passe despercebida nessa fase acabará resultando em um chip defeituoso mais adiante.

Inicialmente são produzidos cilindros, com de 20 a 30 centímetros de diâmetro, que são posteriormente cortados em fatias bastante finas:

Essas "fatias" são polidas e tratadas, obtendo os wafers de silício. A qualidade do wafer determinará o tipo de chip que poderá ser construído com base nele.

Wafers de baixa qualidade, usados para construir circuitos rudimentares, com poucos milhares de transístores, podem ser comprados a preços bastante baixos, a partir de milhares de fornecedores diferentes. Entretanto, para produzir um processador moderno, é preciso utilizar wafers de altíssima qualidade, que são extremamente caros.

Embora o silício seja um material extremamente barato e abundante, toda a tecnologia necessária para produzir os wafers faz com que eles estejam entre os produtos mais caros produzidos pelo homem. Cada wafer de 30 centímetros custa mais de 20 mil dólares para um fabricante como a Intel, mesmo quando comprados em grande quantidade.

Cada wafer é usado para produzir vários processadores, que no final da produção são separados e encapsulados individualmente. Não seria possível mostrar todos os processos usados na fabricação de um processador, mas para lhe dar uma boa idéia de como eles são produzidos, vou mostrar passo a passo a construção de um único transístor. Imagine que um Core 2 Duo possui 291 milhões de transístores e cada wafer permite produzir algumas centenas de processadores.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de agosto de 2007 às 09h58

Wait State

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Tempo de espera. Este é um recurso necessário em memórias que operam de forma assíncrona, como as antigas memórias EDO e FPM. Estas memórias operam no seu próprio ritmo, independentemente da freqüência da placa mãe. Caso a memória seja mais lenta (o mais comum) são usados tempos de espera, para que a memória responda a dois ou três (ou mais) ciclos da placa mãe, ao invés de ser obrigada a realizar um acesso por ciclo. Quanto mais baixo for o número de wait states, mais rápido será o acesso à memória. Isso dentro do suportado pelo módulo naturalmente.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Wake-on-Lan (WOL)

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Este é um recurso suportado pela maioria dos PCs modernos, que pode ser ativada através do Setup, na sessão Power Management. Este recurso permite acordar o PC, quando em modo suspend através da placa de rede. Com isto, administradores de redes podem mudar configuração, atualizar programas, etc. durante à noite por exemplo, sem precisar ligar os PCs manualmente: podem fazer isso sem levantar da cadeira.

Infelizmente nem todas as placas de rede suportam este recurso. Normalmente apenas os modelos mais caros, destinados a empresas.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

WAN

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Wide Área Network, uma rede que interliga computadores geograficamente distantes, localizados em outras cidades, estados, ou mesmo do outro lado do mundo :-)

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Wannabee (ou Wanabe)

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

"Quer ser", refere-se a um aspirante a Hacker, que apesar de ainda não ter um conhecimento necessário, mostra um certo esforço em estudar e desenvolver habilidades. Em geral este termo não é usado como um pejorativo, pelo contrário.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

WAP

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

1

Wireless Application Protocol, um protocolo de dados desenvolvido para uso em dispositivos sem fio, como celulares.

O WAP é um protocolo completo, bastante semelhante ao http utilizado na Internet, mas com alguns recursos que o tornam mais adequado para aparelhos móveis.

Em primeiro lugar vem a simplicidade; as páginas em WML são extremamente simples e rápidas de carregar, o que permite sua visualização na tela monocromática de um celular. Atualmente, as páginas WAP são bastante primitivas, baseadas em textos curtos e alguns links. As imagens são usadas raramente, também pelo fato do único formato de imagem suportado atualmente pelo WML, chamado de WBMP, ser o formato de 1 bit por ponto, ou seja, monocromático, e sem compactação.

Outro ponto interessante, é a compactação de dados, que diminui bastante o tempo das transferências. Como é feita no servidor, o formato compactado não exige muito processamento no celular receptor. Também existem recursos de encriptação, que oferecem uma boa segurança, possibilitando comercio eletrônico, operações bancárias, etc. tudo feito através dos celulares.

O uso do WAP não está limitado apenas a celulares, mas pode ser estendido a qualquer tipo de rede sem fio, ou qualquer aparelho ligado a ela. Como disse, uma vantagem do WAP é o fato de combinar recursos de segurança e compactação. Isto permitiria o lançamento de palmtops, também capazes de acessar a Internet de qualquer ponto, como os celulares. Na verdade, a tendência parece ser juntar os dois aparelhos num só, o que além de adicionar funcionalidade ao conjunto, diminuiria a quantidade de tralhas para carregar. Já existem alguns modelos assim, como o R380 da Ericsson

O problema atualmente ainda são os custos. Além de pagar 800 ou 1500 reais no aparelho, a conexão à Internet recebe a mesma tarifação das chamadas de voz normais, que num celular são bem salgadas. Não é muito diferente de acessar a Internet de casa: você disca para um número do prestador de serviços e apartir daí é estabelecida a conexão.

Apesar da flexibilidade do protocolo, o Wap não fez muito sucesso até agora, devido à lentidão, às altas tarifas e à falta de praticidade do acesso via Celular.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Warez

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Softwares distribuídos ilegalmente através da Internet. O "Z" é proposital, servindo para indicar algo que é ilegal. Pode ser usado também em outros termos como Gamez (jogos pirateados), Romz (jogos de videogame que rodam no PC através de emuladores, mas também ilegais), etc.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Waterblock

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

É a parte do Watercooler que fica sobre o processador, resfriando-o graças à circulação e resfriamento do líquido, feita pelas outras parte do conjunto. Os waterblocks são geralmente feitos de alumínio ou cobre, assim como os coolers tradicionais.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Watercooler

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Cooler que ao invés de ser composto por apenas uma peça metálica e um ventilador, utiliza líquido para refrigerar o processador já que os líquidos são bem mais eficientes que o ar em termos de absorção de calor e podem ser refrigerados para aumentar ainda mais a sua eficiência.

O design típico é um circuito fechado com o fluído, um waterblock, que é a peça de metal que fica sobre o processador, o radiador, que é uma serpentina com vários exaustores onde o líquido é resfriado e uma bomba que faz o líquido circular.

O problema dos watercoolers é principalmente o preço. Custa caro fazer um projeto que seja ao mesmo tempo eficiente e seguro. Pouca gente estaria disposta a pagar 100 ou 150 dólares por um watercooler, a menos que fosse realmente necessário. Se bem feitos, os watercoolers são seguros, o problema é que hoje em dia a maioria é feita artesanalmente, nem sempre usando os materiais adequados.

No começo os computadores pessoais também eram feitos assim. É por isso que evoluíram tanto e o preço caiu tanto nas últimas décadas.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Watermark

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Marca d´agua, desenho semitransparente, usado como fundo em documentos ou páginas Web. Uma watermark com o nome do autor ou o endereço do site, também é uma forma eficiente de proteger os direitos autorais de imagens.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Watermark (2)

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Informações ocultadas num sinal de vídeo ou de áudio que permitem criar vários sistemas anti-pirataria. Estes códigos podem orientar o dispositivo a simplesmente não copiar o vídeo, pode distorcer as imagens ou som durante a cópia, prejudicando o resultado final, ou mesmo servir como uma "área incopiável", permitindo diferenciar o original das cópias. Neste caso, os leitores possuem algum sistema que impede a exibição das cópias.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

WAV

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Waveform Audio, o formato nativo de áudio da família Windows. Os arquivos em Wav são gravados de forma não compactada. O formato suporta várias taxas de amostragem. Uma música em WAV pode ficar com até 1/10 do tamanho se convertida para MP3.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Wave Table

Por Carlos E. Morimoto em 1 de agosto de 2007 às 20h22

0

Em 1971, um estudante da universidade Stanford desenvolveu uma tese que mostrava que qualquer sinal que varia em amplitude, pode ser representado como uma soma de várias frequências. Segundo esta tese, qualquer som é na verdade um conjunto de frequências harmônicas.

Se um som qualquer pode ser dividido em várias ondas, poderíamos fazer também o contrário, ou seja, sintetizar diferentes sons simplesmente calculando e somando as ondas sonoras que o compõem, com base em uma tabela com apenas algumas ondas de frequências diferentes. Seria mais ou menos como misturar várias cores de tinta para formar novas cores. Através desta técnica, seria possível produzir desde sons de instrumentos musicais até vozes humanas, passando por quase todo tipo de ruído.

Com base na tese, a tecnologia de geração de som através de frequências moduladas, foi criada e licenciada pela Yamaha, que até hoje fabrica a maioria dos sintetizadores FM usados em placas de som e outros equipamentos.

Alguns aplicativos, especialmente jogos, utilizam o sintetizador FM (frequências moduladas) para gerarem ruídos de tiros, explosões, e outros efeitos sonoros, evitando o uso de sons digitalizados que ocupam muito espaço. Outra aplicação para o sintetizador FM é a geração de sons de instrumentos musicais. Estes sons são usados para compor a trilha sonora de praticamente todos os jogos antigos, apesar de atualmente vir perdendo terreno pois muitos jogos usam faixas de música gravadas no próprio CD do jogo, que são tocadas conforme se joga.

Apesar dos sintetizadores de FM, como o Yamaha OPL 3 usado nas placas Sound Blaster 16, serem extremamente simples e baratos, o som instrumental gerado por eles deixa muito a desejar em termos de qualidade. Apesar do som ser bem parecido com o de instrumentos reais, é fácil perceber que se trata de um som sintético.

Para corrigir esta deficiência, além do sintetizador de FM é usado um sintetizador Wave Table nas placas de som mais atuais. Ao invés de sintetizar o som através da combinação de várias frequências diferentes, como nos sintetizadores FM, nos sintetizadores Wave Table são usadas amostras de sons gerados por instrumentos reais, o que garante uma qualidade muito superior.

Inicialmente contrata-se um músico para tocar individualmente cada nota de vários instrumentos. Estas notas são digitalizadas e gravadas em chips de memória Rom, geralmente com 2 ou 4 Megabytes, que são incorporados à placa de som. O sintetizador por sua vez limita-se a ler estas amostras de som e tocá-las na ordem certa.

Todas as placas Sound Blaster AWE 32 e AWE 64, assim como placas compatíveis, possuem tanto o sintetizador FM quanto o Wave Table. Como os dois sintetizadores podem ser usados simultaneamente, é possível misturar os sons gerados, fazendo com que a música de um jogo seja sintetizada por Wave Table, enquanto os efeitos sonoros sejam sintetizados via FM. Experimente fazer um teste: tente escutar uma música em MIDI e outra em WAV ou MP3 ao mesmo tempo, você verá que os sons serão tocados simultaneamente pela placa de som.

Apenas placas AWE 32 e 64, assim como outras placas mais recentes, trazem sintetizadores por Wave Table. Placas Sound Blaster 16, Sound Blaster Pro e outras placas mais antigas trazem apenas o sintetizador por FM.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1 de agosto de 2007 às 20h22

WCDMA

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Também conhecida como IMT-2000 direct spread, esta é a tecnologia de transmissão sem fio adotada como padrão pelo ITU para as redes de celulares 3G. O padrão permite a transmissão de dados a 2 megabits, ou 384 kbits, dependendo da distância, com transmissão de dados através de pacotes, o que permite que os celulares fiquem continuamente conectados à Web e o usuário pague apenas pela quantidade de dados transmitidos ou mesmo uma taxa mensal fixa.

O maior obstáculo à popularização dos celulares 3G não é técnica, mas sim econômica. Como as operadoras já investiram muito para erguer as redes atuais e o retorno está sendo abaixo do esperado, o risco de investir uma nova bolada para oferecer o serviço 3G é considerado um risco muito grande. No Brasil as operadoras optaram por migrar para o 2.5G, limitado a 144 kbits, mas que demanda investimentos muito menores. O 3G fica para uma próxima vez.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

WDM

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Windows Driver Model. O padrão de drivers WDM foi criado pela própria Microsoft, e seu objetivo principal é criar uma plataforma de drivers que sejam compatíveis com toda a família Windows. Nos modelos de drivers antigos, utilizados pelo Windows 3.x e pelo Windows 95, o driver continha todas as rotinas necessárias para controlar o dispositivo. Porém, a maioria destas rotinas eram repetidas em todos os drivers. Esta redundância só servia para aumentar o trabalho dos desenvolvedores e, naturalmente, a possibilidade de surgirem erros e bugs.

Outra deficiência é a falta de portabilidade, já que cada driver incorpora as rotinas adequadas ao sistema operacional ao qual se destina. A idéia do modelo WDM é incorporar todas estas rotinas repetitivas ao próprio sistema operacional, em arquivos chamados drivers de classe. Um driver de classe é justamente o driver que contém todas as rotinas repetitivas. Para aumentar a versatilidade, existem drivers de classe diferentes para cada tipo de dispositivo, existem alguns específicos para scanners, outros para impressoras, outros para placas de som, etc.

Todos os drivers de classe necessários já acompanham o sistema operacional, por isso, nem você, nem os programadores que fazem os drivers precisam se preocupar com eles. Como todas as funções básicas já estão embutidas no próprio sistema operacional, os drivers de dispositivo contém apenas as funções mais específicas, as que mudam de um dispositivo para o outro. Isto significa que o programador terá muito menos trabalho e o resultado final será melhor.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Web Host

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Hospedagem web. É o serviço de hospedar sites e outros tipos de ferramentas baseadas na web, dando suporte, manutenção etc. Este serviço é oferecido por inúmeras companhias. Existem desde serviços gratuítos, como o HPG, onde a hospedagem é paga pelos banners incluídos nas páginas, até serviços de host dedicado, muito mais complexos e caros. As opções comerciais mais baratas giram a partir dos 20 ou 30 reais, com uma capacidade máxima de espaço em disco e uma certa quota de tráfego mensal.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

WebPad

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Um dispositivo de acesso à Web em formato de prancheta, com uma tela de LCD de 10, 12 ou até 14 polegadas, sensível ao toque. Ao invés do mouse, é usada uma caneta, como nos Palms e o teclado é substituído por um sistema de reconhecimento de escrita ou um teclado gráfico. Ligadas à uma rede sem fio as Webpads podem ser bastante práticas, não apenas para navegar, mas também para muitas aplicações mais sérias. Imagine o gerente de uma linha de montagem por exemplo.

É mais um tipo de dispositivo que ainda está em fase de padronização, mas promete ser popular no futuro.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

WEP

Por Carlos E. Morimoto em 28 de junho de 2005 às 22h10

0

O WEP, abreviação de "Wired-Equivalent Privacy", é um padrão de encriptação de dados para redes wireless, que traz como promessa um nível de segurança equivalente à das redes cabeadas. Na prática o WEP tem muitas falhas e é relativamente simples de quebrar, mas não deixa de ser uma camada de proteção básica que você sempre deve manter ativa. A opção de ativar o WEP aparece no painel de configuração do ponto de acesso.

O WEP se encarrega de encriptar os dados transmitidos através da rede. Existem dois padrões WEP: de 64 e de 128 bits. O padrão de 64 bits é suportado por qualquer ponto de acesso ou interface que siga o padrão WI-FI, o que engloba todos os produtos comercializados atualmente. O padrão de 128 bits por sua vez não é suportado por todos os produtos mas em compensação é bem menos inseguro. Para habilitá-lo será preciso que todos os componentes usados na sua rede suportem o padrão, caso contrário os nós que suportarem apenas o padrão de 64 bits ficarão fora da rede.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 28 de junho de 2005 às 22h10

Whetstone

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Um pequeno programa escrito em C que permite testar o desempenho do processador em operações de ponto flutuante. A versão original foi desenvolvida em 1976. O Whetstone faz parte de vários programas de benchmark atuais, onde o resultado indica o número de vezes que o processador é capaz de executar o programa por segundo. O desempenho do processador neste teste é um bom indicativo do seu desempenho em jogos 3D e em aplicativos científicos, apesar de não ser necessariamente uma medida confiável para aplicativos reais.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

White Book

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Livro branco, contém especificações para os Vídeo CDs, que nada mais são do que CDs normais, que armazenam vídeo no formato MPEG ao invés de música. Os vídeo CDs podem ser vistos em DVD-Players, ou então usando o CD-ROM do micro e um programa que exiba filmes em MPEG, como o Movie Player do Windows. Cada Vídeo CD pode armazenar aproximadamente 1 hora de filme, porém com uma qualidade bem inferior à do DVD, algo parecido com a qualidade de uma fita HVS comum. Apesar de serem raros no Brasil, os Vídeo CDs foram relativamente comuns no Japão e Estados Unidos, onde vários títulos chegaram a ser lançados neste formato. Os VCDs foram substituídos pelos DVDs

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

White Hat

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Chapéu branco. É um Hacker "do bem" que invade sistemas apenas com objetivos de aprendizado, não divulga os dados e ajuda os administradores a corrigir o problema. Até alguns anos atrás, este era considerado o verdadeiro sentido da palavra "Hacker". Muitos ainda acreditam neste definição.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

White Paper

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

São anúncios divulgado pelas empresas, informando características de seus produtos. Estes anúncios são destinados tanto à imprensa, quanto aos usuários em geral em busca de informações. Ficam disponíveis na página do fabricante além de serem enviados à jornalistas e clientes cadastrados.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Wi-Fi

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Usar algum tipo de cabo, seja um cabo de par trançado ou de fibra óptica é a forma mais rápida e em geral a mais barata de transmitir dados. Os cabos de par trançado cat 5 podem transmitir dados a até 1 gigabit a uma distância de até 100 metros, enquanto os cabos de fibra ótica são usados em links de longa distância, quando é necessário atingir distâncias maiores. Usando 10G é possível atingir distâncias de mais de 40 KM sem necessidade de usar repetidores.

Mas, em muitos casos não é viável usar cabos. Imagine que você precise ligar dois escritórios situados em dois prédios distantes, ou que a sua mãe/esposa/marido não deixa você nem pensar em espalhar cabos pela casa.

A solução nestes casos são as redes sem fio que estão caindo de preço e por isso tornando-se bastante populares.

O padrão mais usado é o Wi-Fi (Wireless Fidelity), o nome comercial para os padrões 802.11b, 802.11a e 802.11g. A topologia deste tipo de rede é semelhante a das redes de par trançado, com um hub central (substituído pelo o ponto de acesso). A diferença no caso é que simplesmente não existem os fios ;-) É possível encontrar tanto placas PCMCIA, para notebooks quanto placas PCI para micros desktop.

A maioria dos notebooks à venda atualmente, junto com muitos modelos de palmtops e até mesmo smartphones já incluem transmissores wireless integrados. Muita gente já acha inconcebível comprar um notebook sem wireless, da mesma forma que ninguém mais imagina a idéia de um PC sem disco rígido, como os modelos vendidos no início da década de 80.

Veja: Rede Wireless

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Wi-Fi5

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Esta é mais uma certificação para redes sem fio emitida pela WECA, desta vez destinada a componentes que seguem o padrão 802.11a.

Apesar do nome, o 802.11a é um padrão mais recente que o 802.11b usado atualmente. A taxa de transmissão teórica é de 55 megabits (cinco vezes mais rápido que o 802.11b, daí o "Wi-Fi5") mas em compensação o alcance é menor, pouco mais de 50 metros na maioria dos produtos, mas que pode ser ampliado com o uso de antenas mais potentes.

Além de atenderem às normas, os pontos de acesso e placas 802.11a certificados devem ser compatíveis com componentes 802.11b, assim como placas e hubs Ethernet de 10 megabits são compatíveis com os de 100 megabits. Naturalmente a velocidade de transmissão será sempre a do componente mais lento, mas a interoperabilidade permite uma migração suave para quem já possui redes 802.11b.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Widget

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

0

Este termo tem relação à programação de aplicativos gráficos para o Linux e outros sistemas Unix, principalmente ao utilizar o GTK. Um Widget é uma caixa de texto, botão, etiqueta, janela ou qualquer outro componente da interface do programa.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03