Dicionário técnico - V

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V-Sync (video sync)

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Esta é uma opção encontrada na configuração da maioria das placas 3D. Ao ativar o V-Sync, o número de quadros por segundo de qualquer jogo 3D será sincronizado com o refresh-rate do monitor, fazendo com que a cada duas varreduras seja exibido um novo quadro. Se você estiver usando 75 Hz de refresh, terá sempre 37,5 FPS, a menos que a placa não seja capaz de manter este número.

Em geral este é um bom negócio, pois faz com que os quadros sejam exibidos sempre no mesmo intervalo de tempo e numa taxa em que o olho humano (pelo menos numa pessoa normal) não consegue perceber nenhuma falha na fluidez da imagem, o que se dá a partir dos 30 FPS. O V-Sync também previne o aparecimento de algumas falhas nas texturas em alguns jogos e placas.

Naturalmente você deve desativar o V-Sync ao rodar qualquer benchmark, caso contrário o resultado ficará limitado ao valor do V-Sync e não ao que a placa 3D é capaz de fazer.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

V.22

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este foi o primeiro protocolo para modems desenvolvido por um consórcio da indústria, os padrões anteriores, como o Bell 103 e o CCITT eram proprietários. O V.22 usava uma modulação bastante primitiva, que permitia transmitir a apenas 1.200 bips.

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V.22bis

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Um pouco mais avançado que o V.22 original, o V.22bis permitia transmitir a 2.400 bips. Não é preciso dizer que foi considerado uma grande revolução na época. :-)

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V.29

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este foi o primeiro protocolo para modems de 9.600 bips, mas foi logo substituído pelo V.32, considerado mais seguro.

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V.32

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é o protocolo padrão para modems de 9.600 bips.

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V.32bis

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Uma evolução do V.32, este é o protocolo usado pelos modems de 14.400 bips

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V.34

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este protocolo dobrou a taxa de transmissão dos modems, alcançando 28.800 bips

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V.34+

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é o protocolo para modems de 33.600 bips. Foi originalmente desenvolvido pela US Robotics e depois licenciado para outros fabricantes. Durante muito tempo, acreditou-se que o V.34+ seria o ápice da evolução dos modems, pois uma teoria chamada lei de Shannon diz ser impossível que os modems operassem a mais de 35 Kbips, devido à conversão analógico/digital feita nas centrais telefônicas.

Os modems de 56 K surgiram a partir da idéia de eliminar a conversão analógico-digital no sentido provedor > usuário. Com isto os downloads passaram a ser de até 56 K, mas o upload continuou limitado a 33.6. O recém lançado V.92 atinge até 42 Kbips de upload (em condições ideais) graças a um método mais sofisticado de modulação, sincronismo e correção de erros.

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V.42

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Ao contrário do que a sigla sugere, esta não é uma evolução do V.34, mas sim um padrão antigo, usado por alguns modems de 2.400 bips

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V.90

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Na época da definição do padrão para modems de 56k, surgiram dois padrões incompatíveis, o X2 da US Robotics e o 56Kflex, desenvolvido pela Motorola e Lucent. Ambos permitiam conexões a 56k e tinham eficiência semelhante, mas deram muita dor de cabeça aos provedores de acesso (que precisavam manter modems dos dois padrões) e usuários que precisavam escolher entre um e outro.

Felizmente, os dois padrões convergiram para o V.90, que é o padrão atual para modems de 56k. O V.90 por sua vez já teve sua atualização, que a maioria acredita ser a última, o V.92, que mantém a mesma taxa de download de 56k, mas amplia a taxa de upload de 33.6 para 44k. Além disso, nos modems V.92 o tempo necessário para estabelecer a conexão é menor, cerca de 10 segundos, contra 20 segundos dos modems V.90. Outro avanço é a compatibilidade com o recurso de linha em espera oferecido por algumas operadoras. É possível deixar a conexão via modem "em espera" ao receber uma chamada e restabelecê-la ao colocar o telefone no gancho.

A maioria dos modems de 56K V.90 poderão ser atualizados gratuitamente para o novo padrão, bastando baixar e executar o programa de atualização, a ser disponibilizado pelo fabricante do modem.

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V.92

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Veja: V.90

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Válvula

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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No final do século 19, na época dos nossos bisavós, os "computadores" já existiam, apesar de extremamente rudimentares. Eram os computadores mecânicos, que realizavam cálculos através de um sistema de engrenagens, acionado por uma manivela ou outro sistema mecânico qualquer. Este tipo de sistema, comum na forma de caixas registradoras era bastante utilizado naquela época.

No final do século XIX surgiu o relê, um dispositivo eletromecânico, formado por um magneto móvel, que se deslocava unindo dois contatos metálicos. O Relê foi muito usado no sistema telefônico, aliás algumas centrais analógicas ainda utilizam estes dispositivos até hoje. Os relês podem ser considerados uma espécie de antepassados dos transístores. Suas limitações eram o fato de serem relativamente caros, grandes demais e ao mesmo tempo muito lentos: um relê demora mais de um milésimo de segundo para fechar um circuito.

Também no final do século XIX, surgiram as primeiras válvulas. As válvulas foram usadas para criar os primeiros computadores eletrônicos, na década de 40. As válvulas tem seu funcionamento baseado no fluxo de elétrons no vácuo. Tudo começou numa certa tarde quando Thomas Edison, inventor da lâmpada elétrica estava brincando com a sua invenção. Ele percebeu que ao ligar a lâmpada ao polo positivo de uma bateria e uma placa metálica ao polo negativo, era possível medir uma certa corrente fluindo do filamento da lâmpada à chapa metálica, mesmo que os dois estivessem isolados. Havia sido descoberto o efeito termoiônico, o princípio de funcionamento das válvulas.

A idéia é que o filamento metálico da válvula ao ser aquecido, emite elétrons que agitados graças à alta temperatura, conseguem vencer a barreira superficial do metal e fechar o circuito com outro filamento localizado próximo ao primeiro.

As válvulas já atingiam freqüências de alguns Megahertz, o problema é que esquentavam demais, consumiam muita eletricidade e se queimavam com facilidade. Era fácil usar válvulas em rádios, que usavam poucas, mas construir um computador, que usava milhares delas era extremamente complicado, e caro. Apesar de tudo isso, os primeiros computadores baseados em válvulas começaram a surgir durante a década de 40, naturalmente com propósitos militares. Os principais usos eram a codificação e decodificação de mensagens e cálculos de artilharia. A partir da década de 50, as válvulas foram rapidamente substituídas pelos transístores e mais tarde pelos circuitos integrados e microchips.

As válvulas já eram bem mais rápidas que os relês, atingiam frequências de alguns Megahertz, o problema é que esquentavam demais, consumiam muita eletricidade e se queimavam com facilidade. Era fácil usar válvulas em rádios, que usavam poucas, mas construir um computador, que usava milhares delas era extremamente complicado, e caro.

Apesar de tudo isso, os primeiros computadores começaram a surgir durante a década de 40, naturalmente com propósitos militares. Os principais usos eram a codificação e decodificação de mensagens e cálculos de artilharia.

Sem dúvida, o computador mais famoso daquela época foi o ENIAC (Electronic Numerical Integrator Analyzer and Computer), construído em 1945. O ENIAC era composto por nada menos do que 17,468 válvulas, ocupando um galpão imenso. Porém, apesar do tamanho, o poder de processamento do ENIAC é ridículo para os padrões atuais, suficiente para processar apenas 5.000 adições, 357 multiplicações e 38 divisões por segundo, bem menos até do que uma calculadora de bolso atual, das mais simples.

Apesar de todas as deficiências, na época a maior parte da indústria continuou trabalhando no aperfeiçoamento das válvulas, obtendo modelos menores e mais confiáveis. Porém, vários pesquisadores, começaram a procurar alternativas menos problemáticas.

Várias destas pesquisas tinha como objetivo a pesquisa de novos materiais, tanto condutores, quanto isolantes. Os pesquisadores começaram então a descobrir que alguns materiais não se enquadravam nem em um grupo nem no outro, pois de acordo com a circunstância, podiam atuar tanto quando isolantes quanto como condutores, formando uma espécie de grupo intermediário que foi logo apelidado de grupo dos semicondutores. Sirgia o transístor

Veja também: transistor

3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Vaporware

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Hardware é um componente físico, um chip, uma placa, algo que podemos tocar. Software é um conjunto de valores binários, que apesar de não ser tão tangível, é tão importante quanto o primeiro.

O vaporware por sua vez é uma espécie de terceiro estado computacional, um componente (tanto hardware quanto software, não importa) que simplesmente não existe fora das declarações e press-releases do fabricante. É apenas uma idéia, uma promessa, que pode ou não vir a tornar-se um produto acabado algum dia.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Variável de ambiente

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Shells como o bash usada no Linux possuem variáveis que controlam o comportamento do sistema e podem ser modificadas durante o uso. Por exemplo, a variável DISPLAY diz em que desktop novos programas gráficos serão abertos. Se você alterá-la com o comando DISPLAY=192.168.0.2:0 por exemplo, os programas passarão a ser enviados para o micro 192.168.0.2 ao invés de serem exibidos localmente.

A variável $HOME é sempre automaticamente substituída pelo diretório home do usuário que está logado no momento, o que é muito útil para uso em scripts. Para criar um ícone do menu do KDE do usuário corrente (que você não sabe quem é) através de um script bastaria escrever algo do tipo: cp icone.desktop $HOME/.kde/share/applnk/Office/

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Varistor

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Os varistores são componentes usados em filtros de linhas e em outros aparelhos que oferecem proteção contra descargas elétricas de curta duração.

O tipo mais comum de varistor, chamado metal oxide varistor, consiste em um bloco de óxido de zinco, com dois eletrodos. O varistor tem um certo potencial de condutividade, ou seja, é capaz de deixar passar tensões de até um certo limite, 170 volts por exemplo. Caso a tensão exceda o limite, o excedente será transformado em calor, caso a sobretensão continue por muito tempo o varistor queima, inutilizando o filtro de linha, mas protegendo o equipamento, que é muito mais caro que ele. Geralmente, os filtros de linha usam dois ou quatro varistores, auxiliados por um fusível. A idéia é que o fusível, que é fácil de trocar, queime antes dos varistores, evitando que o filtro de linha seja inutilizado ao receber qualquer descarga mais forte.

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VAS

Criado 26/ago/2007 às 15h49 por Carlos E. Morimoto

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Veja: Virtual Address Space

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VBR

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Variable Bit Rate. Este é um recurso suportado por alguns formatos de compactação de áudio, entre eles o MP3. Através do VBR, é possível varias o bit-rate de acordo com a complexidade do trecho que está sendo reproduzido. Se por exemplo uma música tem trechos de silêncio, podem ser usados menos bits nestes trechos e mais bits nos trechos com sons mais complexos. Com isto, o tamanho do arquivo continua o mesmo, mas a qualidade pode melhorar perceptivelmente. Veja também: ABR

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VC-SDRAM

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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As memórias VC-SDRAM, ou Virtual Channel SDRAM, são uma tecnologia que consiste em incluir um pequeno buffer de dados em módulos de memória SDRAM comuns, que passam a ser módulos Virtual Channel. A função deste buffer é acelerar a localização dos dados na memória. Porém, ele também tem um efeito colateral, que é aumentar os tempos de latência, diminuindo a velocidade das transferências de dados. Na prática, o ganho de desempenho dos módulos de memórias VC-SDRAM sobre os módulos de memória SDRAM comuns é mínima e o custo de produção destes módulos é consideravelmente mais alto. Alguns fabricantes chegaram a fabricar este tipo de memória, mas não houve procura.

O chipset KT-133 da Via, que era utilizado por exemplo na Abit KT7 Raid oferecia suporte a este tipo de memória, porém, já que este tipo de memória teve pouca aceitação, a Via, a fim de cortar custos, retirou o suporte no KT-133A, a versão mais recente do mesmo chipset.

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VCD

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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É um formato de compactação de vídeo, que utiliza como base o MPEG-2, como nos DVDs. A mídia utilizada é um CD comum, que pode armazenar 74 ou 80 minutos de vídeo, com qualidade de VHS. Este formato é usado por exemplo nos jogos de Playstation 1, para os trechos de vídeo.

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Vcore

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Esta é uma opção encontrada no Setup de muitas placas que permite configurar a tensão usada pelo processador. Desde o Pentium MMX, os processadores operam com tensões mais baixas que o restante do sistema. Enquanto o chipsets e outros periféricos da placa mãe operam com tensões de 5v ou 3.3v (excessão para os slots AGP 4x, que operam a 1.5v), o processador opera a 2.0v (um Celeron 366), 1.65v (Um Pentium III 800), ou mesmo 1.5v (Pentium 4 de 2.2 GHz entre outros). Conforme os fabricantes adotam técnicas mais avançadas de produção, com transístores cada vez menores, a tensão usada pelos processadores também vai caindo, embora o consumo total não pare de aumentar a cada novo lançamento :-)

Embora desde o Pentium II as placas mãe sejam capazes de detectar a tensão usada pelo processador automáticamente, a opção Vcore é útil em duas situações. A primeira é quando você precisa aumentar um pouco a tesão do processador para conseguir mantê-lo estável num overclock agressivo e a segunda é quando você baixa um pouco a tensão do processador para fazer com que ele esquente menos. Alguns processadores suportam trabalhar a tensões bem mais baixas, o Celeron 600 por exemplo usa 1.75v, mas pode trabalhar perfeitamente com até 1.5v, com uma diminuição proporcional no consumo e dissipação térmica.

Naturalmente, nenhum dos dois casos é recomendado pelos fabricantes, é apenas um recurso a mais, que pode ser usado por quem sabe o que está fazendo :-)

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Venice

Criado 8/ago/2007 às 15h44 por Carlos E. Morimoto

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O Venice é a quarta versão do Athlon 64. A primeira foi o ClawHammer, a segunda o Newcastle e o terceiro o Winchester. Os dois primeiros foram produzidos usando uma técnica de 0.13 micron, enquanto o Winchester foi o primeiro a ser produzido usando a técnica de 0.09 micron.

O Venice mantém a técnica de 0.09 micron e os 512 KB de cache, mas adiciona suporte ao conjunto de instruções SSE3, o que resultou em um pequeno ganho de desempenho, sobretudo em games já otimizados. As primeiras versões chegaram ao mercado em abril de 2005, substituindo rapidamente os processadores baseados nos cores anteriores.

Ele foi vendido nas versões 3000+ (2.0 GHz, 512 KB, soquete 754), 3000+ (1.8 GHz, 512 KB, soquete 939), 3200+ (2.2 GHz, 512 KB, soquete 754), 3200+ (2.0 GHz, 512 KB, soquete 939), 3400+ (2.4 GHz, 512 KB, soquete 754), 3400+ (2.2 GHz, 512 KB, soquete 939), 3500+ (2.2 GHz, 512 KB, soquete 939) e 3800+ (2.4 GHz, 512 KB, soquete 939).

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VESA

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Video Electronics Standards Association, uma associação de fabricantes de placas de vídeo e monitores com o objetivo de estabelecer padrões de vídeo. Entre outros, criaram o padrão de vídeo super VGA, e os slots VLB, que muita gente chama de "Slots Vesa".

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VFAT

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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O VFAT (Virtual File Allocation Table) é uma extensão para os sistemas de arquivos FAT16 e FAT32 o incluída a partir do Windows 95 e suportado também no Linux e outros sistemas.

Inicialmente, o sistema FAT possuía uma grave limitação quanto ao tamanho dos nomes de arquivos, que não podiam ter mais que 11 caracteres, sendo 8 para o nome do arquivo e mais 3 para a extensão, como em "formular.doc". O limite de apenas 8 caracteres era um grande inconveniente para os usuários do MS-DOS. O "Boletim da 8a reunião anual de diretoria", por exemplo, teria de ser gravado na forma de algo como "8reandir.doc".

Através do VFAT, arquivos com nomes longos são gravados no diretório raiz respeitando o formato 8.3 (oito letras e uma extensão de até 3 caracteres), sendo o nome verdadeiro armazenado numa área reservada. Se tivéssemos dois arquivos, chamados de "Reunião anual de 1998" e "Reunião anual de 1999", por exemplo, teríamos gravados no diretório raiz "Reunia~1" e "Reunia~2". Se o disco fosse lido a partir do DOS, o sistema leria apenas este nome simplificado. Lendo o disco através do Windows, é possível acessar as áreas ocultas do VFAT e ver os nomes completos dos arquivos. Isso permitiu que a Microsoft derrubasse a limitação, sem com isso quebrar a compatibilidade com os softwares antigos.

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VGA

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Video Graphics Adapter. Padrão de vídeo. O VGA foi uma grande revolução sobre os padrões de vídeo mais antigos, suportando a resolução de 640 x 480, com a exibição de 256 cores simultaneamente, que podiam ser escolhidas em uma palheta de 262.000 cores.

Um pouco mais tarde, o padrão VGA foi aperfeiçoado para trabalhar também com resolução de 800 x 600, com 16 cores simultâneas. A IBM desenvolveu também outros 3 padrões de vídeo, chamados de MCGA, XGA e PGA, que apresentavam algumas melhorias sobre o VGA, mas que não obtiveram muita aceitação por serem arquiteturas fechadas. Apesar dos avanços, foi mantida a compatibilidade com os padrões de vídeo GCA e EGA, o que permite rodar aplicativos mais antigos sem problemas. O próximo passo foi o Super VGA, o padrão de vídeo utilizado atualmente.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Video Pass-Thru

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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As placas de vídeo baseadas no chipset Voodoo 2, bem antigas por sinal, executavam apenas as funções 3D, era necessário usa-las em conjunto com uma placa 2D comum. Ambas eram ligadas através de um cabo, recurso chamado de video pass-thru. Como o sinal que trafega através do cabo é analógico, existe uma certa degradação, o que pode prejudicar um pouco a qualidade das imagens em 2D em altas resoluções. Acima de 1024 x 768 já é possível notar alguma perda de qualidade.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03