Dicionário técnico - U

Índice do dicionário técnico

UDF

Por Carlos E. Morimoto em 3 de agosto de 2005 às 14h12

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Veja: Packet Writing

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de agosto de 2005 às 14h12

UDP

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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O UDP é o protocolo irmão do TCP. A diferença básica entre os dois é que o TCP é um protocolo orientado à conexão, que inclui vários mecanismos para iniciar e encerrar a conexão, negociar tamanhos de pacotes e permitir a retransmissão de pacotes corrompidos. No TCP tudo isso é feito com muito cuidado, para garantir que os dados realmente cheguem inalterados, apesar de todos os problemas que possam existir na conexão. O lema é "transmitir com segurança" O UDP por sua vez é uma espécie de irmão adolescente do TCP, feito para transmitir dados pouco sensíveis, como streaming de áudio e vídeo. No UDP não existe checagem de nada, nem confirmação alguma. Os dados são transmitidos apenas uma vez, incluindo apenas um frágil sistema de CRC. Os pacotes que cheguem corrompidos são simplesmente descartados, sem que o emissor sequer saiba do problema. A idéia é justamente transmitir dados com o maior desempenho possível, eliminando dos pacotes quase tudo que não sejam dados em sí. Apesar da pressa, o UDP tem seus méritos, afinal você não gostaria que quadros fantasmas ficassem sendo exibidos no meio de um vídeo, muito menos se isso ainda por cima causasse uma considerável perda de performance. Em geral, os programas que utilizam portas UDP recorrem também à uma porta TCP para enviar as requisições de dados a serem enviados e também para checar periódicamente se o cliente ainda está online.

» Leia mais: Portas TCP e UDP

7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

UEFI

Por Julio Cesar Bessa Monqueiro em 4 de outubro de 2010 às 11h21

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UEFI significa "Unified Extensible Firmware Interface", ou algo como "interface de firmware unificada e extensível", e é basicamente um substituto de novo geração ao BIOS. A Apple inclusive já usa o recurso em todos os seus Macs baseados em Intel.

Alguns fabricantes de dispositivos embarcados já usam o sistema, mas é esperado que o UEFI (United EFI) se torne popular em 2011. O BIOS é parte integrante de qualquer computador desde que ele se inicializa até que o sistema operacional assuma o controle. O grande problema é que o BIOS é o mesmo há 25 anos, e não foi desenvolvido pensando a longo prazo, prejudicando o desempenho em sistemas modernos.

A especificação EFI foi originalmente desenvolvida pela Intel, mas desde então tem evoluído para um padrão geral a partir das versões anteriores, e atualmente é gerida pelo grupo UEFI. O UEFI Forum é uma organização sem fins lucrativos que assume a responsabilidade pelo gerenciamento e promoção da especificação, com o objetivo de substituir o idoso BIOS.

Para os consumidores, a grande vantagem é que o UEFI poderá acelerar o processo de inicialização da máquina, reduzindo a média de 25 a 30 segundos do tempo entre o apertar do botão "ligar" do computador até o carregamento do sistema operacional, para poucos segundos ou até menos de um segundo. A tendência é que o UEFI deixe este processo praticamente instantâneo.

Além da velocidade, o UEFI, ou EFI, trará uma série de novos recursos e maior flexibilidade, como a dispensa de um gerenciador de boot em forma de mecanismo, suporte a extensões e um shell básico.

Sem comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 4 de outubro de 2010 às 11h34

Ultra 320 SCSI

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Este é o mais novo padrão de interface SCSI, finalizado em 2001. O primeiro padrão SCSI, o SCSI transmitia a apenas 5 MB/s, numa época em que os HDs IDE ainda sequer existiam. O seguinte foi o SCSI-2, que atingiu 10 MB/s, seguido pelos padrões SCSI-3, Ultra SCSI e Ultra 160 SCSI, que atingiram respectivamente 20, 40, 80 e 160 MB/s.

O Ultra 320 SCSI veio para manter o SCSI à frente do barramento IDE em velocidade, já que o ATA 133, com seus 133 MB/s já havia chegado muito perto do padrão anterior. Por questões de mercado o barramento SCSI precisa ser sempre bem mais rápido que o barramento IDE, já que que é muito mais caro.

O Ultra 320 SCSI é destinado apenas a servidores, pois as placas utilizam obrigatoriamente slots PCI de 64 bits e 66 MHz (que transmitem a 533 MB/s), que não são encontrados em placas destinadas a PCs domésticos. Tecnicamente nada impede que fosse desenvolvida uma placa Ultra 320 que utilizasse um slot PCI de 32 bits comum, mas não seria viável, pois a velocidade da placa ficaria limitada a menos de 133 MB/s.

Os requisitos de cabeamento são os mesmos do Ultra 160 SCSI, o que permite a substituição direta de uma placa pela outra, mas o Ultra 320 trouxe novos recursos, como a transmissão de dados por pacotes e controle de fluxo, além de um novo componente, o Adjustable Active Filter (AAF), que reduz a atenuação de sinal causada pela alta frequência de operação. Apesar de recomendável, o uso do AAF é opcional.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Ultra XGA

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Equivale à resolução de 1600x1200, já utilizada por alguns monitores LCD, principalmente os utilizados em notebooks e por alguns monitores CRT de 17' e de 19' em diante.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Ultra-AGPII

Por Carlos E. Morimoto em 11 de agosto de 2007 às 08h59

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Veja: AGP Express

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de agosto de 2007 às 08h59

Underclock

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Este é o antônimo de "overclock", significa deliberadamente configurar o processador para operar abaixo da sua frequência normal. Pode parecer coisa de louco à primeira vista, mas este vem sendo um procedimento cada vez mais usado.

O motivo é simples: os processadores atuais esquentam muito e gastam muita energia devido à sua alta frequência de operação. Por outro lado, por serem construídos em técnicas mais avançadas eles consomem menos que processadores antigos por ciclo de clock.

Por exemplo, se você comprar um Athlon XP 1900+ (1.6 GHz) de uma das séries de 0.13 mícron por exemplo, você terá em mãos um processador que consome 48 Watts. É relativamente pouco se comparado aos processadores topo de linha, mas ainda alto demais para alguém que quer um PC silencioso ou que está preocupado com a conta de luz.

Baixando o FSB da placa mãe de 133 para 100 MHz, a frequência do processador cairá para 1.2 GHz e o consumo para pouco mais de 33 Watts (e economia sempre é um pouco maior que a diminuição no clock). Você ainda continua com um processador razoavelmente rápido, mas agora com um consumo e dissipação térmica muito mais baixos.

Se por outro lado o usuário optasse por usar um Athlon Thunderbird de 1.4 GHz, teria um desempenho semelhante ao do Athlon XP a 1.2 GHz, mas em compensação o consumo elétrico seria quase o dobro: 65 Watts. Ou seja, em muitos casos o underclock é vantajoso.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Unicode

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Veja: ASCII

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Unidade de fita

Por Carlos E. Morimoto em 20 de setembro de 2007 às 16h21

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Os gravadores de CD SCSI foram populares nos anos 90, pois o barramento SCSI oferece transferências mais estáveis que as antigas portas ATA-2 e ATA-3, usadas até então. Naquela época ainda não existia burn-free, de forma que qualquer interrupção no fluxo de dados causava a perda da mídia. Com o surgimento das interfaces IDE com suporte a UDMA, a briga se equilibrou e os gravadores de CD IDE invadiram o mercado. As impressoras e scanners SCSI também ganharam algumas batalhas, mas acabaram perdendo a guerra para os dispositivos USB.

As unidades de fita já foram o meio mais popular para fazer backup de grandes quantidades de dados, utilizando as famosas fitas DAT. Como a fita precisa ser gravada e lida seqüencialmente, o mais comum é gerar um arquivo compactado em .tar.gz, .tar.bz2, ou mesmo em .rar, contendo todos os arquivos do backup e gravá-lo na fita, de forma seqüencial. Um arquivo muito grande pode ser dividido em vários volumes e gravado em fitas separadas. O grande problema é que é preciso ler e descompactar todo o arquivo para ter acesso aos dados.

O problema com as unidades de fita é que, embora as fitas sejam relativamente baratas, as unidades de gravação são vendidas a preços salgados. Conforme os HDs foram crescendo em capacidade e caindo em custo, eles passaram a oferecer um custo por megabyte mais baixo, fazendo com que os sistemas RAID e servidores de backup se popularizassem roubando o mercado das unidades de fita.

Um drive VXA-320 da Exabyte, por exemplo, custa (em Julho de 2007), US$ 1.250 e utiliza fitas de apenas 160 GB. É comum que os fabricantes dobrem a capacidade, dizendo que as fitas armazenam "320 GB comprimidos", mas a taxa de compressão varia de acordo com o tipo de dados. A velocidade de gravação também é relativamente baixa, em torno de 12 MB/s (cerca de 43 GB reais por hora), e cada fita custa US$ 80, o que dá um custo de US$ 0.50 por GB. Como hoje em dia um HD de 300 GB custa (no Brasil) menos de R$ 250, a unidade de fita simplesmente perde em todos os quesitos, incluindo confiabilidade e custo por megabyte. Ao invés de utilizar a unidade de fita, acaba sendo mais prático, rápido e barato fazer os backups usando HDs externos.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 20 de setembro de 2007 às 16h21

Upgradable

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Atualizável. Pode ser utilizado em relação a periféricos que suportam algum tipo de atualização. Por exemplo, uma placa mãe que suporte processadores mais rápidos do que o original, um modem de 33.6 k que possa ser atualizado para 56k via software, etc.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Upgrade

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Atualização. Significa trocar alguns componentes para melhorar a performance de um PC antigo. Não existe uma regra para o que pode ou não ser considerado um upgrade; pode ser desde a simples troca de um pente de memória, até a troca de praticamente todo o micro. Além da troca de componentes, existem também os upgrades de software, feitos sempre que é instalada uma nova versão de um programa.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Upgrade de BIOS

Por Carlos E. Morimoto em 10 de agosto de 2007 às 17h23

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Como todo software, o BIOS possui bugs, muitos por sinal. De tempos em tempos, os fabricantes disponibilizam versões atualizadas, corrigindo problemas, adicionando compatibilidade com novos processadores (e outros componentes) e, em alguns casos, adicionando novas opções de configuração no Setup. É muito comum que você precise atualizar o BIOS da placa para que ela funcione em conjunto com novos processadores, de fabricação mais recente que a placa-mãe.

Atualizar o BIOS consiste em dar boot através de um disquete ou CD-ROM, contendo o software que faz a gravação, indicar a localização do arquivo com a nova imagem e deixar que ele regrave a memória Flash com o novo código.

O primeiro passo é visitar a área de suporte ou downloads do site do fabricante e procurar por atualizações para a sua placa-mãe. Se você usa Windows, aproveite para verificar se não estão disponíveis novas versões dos drivers, que também podem corrigir problemas e adicionar novos recursos.

Por exemplo, uma Asus K8N4-E SE, que testei certa vez, tinha um problema estranho com a placa de rede, que parava de funcionar aleatoriamente depois de algumas horas de uso contínuo, que foi solucionado com a atualização do BIOS da versão 0106 para a 0110.

Para baixar o arquivo, acessei a área de download do site da Asus e, no menu de busca por atualizações, selecionei as opções "Motherboard > Socket 754 > K8N4-E SE > BIOS", chegando ao arquivo.

Muitos fabricantes ainda disponibilizam disquetes de boot, contendo uma versão reduzida do FreeDOS ou MS-DOS, mas muitos já passaram a disponibilizar CDs de boot (basta gravar a imagem .iso usando o Nero, K3B ou outro programa de gravação e dar boot), o que elimina a necessidade de ter que instalar um drive de disquetes na máquina só para poder atualizar o BIOS.

Uma idéia nova, que foi inaugurada pela Asus e vem sendo adotada por cada vez mais fabricantes, é incluir o utilitário de atualização diretamente no próprio BIOS. Nesse caso, você só precisa pressionar uma combinação de teclas durante o boot e indicar a localização do arquivo de atualização. Na maioria das placas, ele precisa ser gravado num disquete ou CD-ROM (você precisa queimar um CD, colocando o arquivo no diretório raiz), mas algumas já suportam também o uso de pendrives e cartões de memória instalados com a ajuda de um adaptador USB.

Na maioria dos casos, você pode acessar o utilitário de atualização pressionando ALT+F2 durante a contagem de memória. Em muitas placas, a opção também fica disponível através do Setup. Nas placas da Asus, por exemplo, ela fica dentro do menu "Tools". Dentro do programa, basta indicar o arquivo a ser gravado. Eles geralmente possuem em torno de 512 KB e utilizam a extensão ".BIN" ou ".ROM":

Atualizar o BIOS é sempre um procedimento potencialmente perigoso, já que sem ele a placa não funciona. Na grande maioria dos casos, o programa também oferece a opção de salvar um backup do BIOS atual antes de fazer a atualização. Esse é um passo importante, pois se algo sair errado, ou você tentar gravar uma atualização para um modelo de placa diferente, ainda restará a opção de reverter o upgrade, regravando o backup da versão antiga.

A maioria das placas atuais incorpora sistemas de proteção, que protegem áreas essenciais do BIOS, de forma que, mesmo que acabe a energia no meio da atualização, ou você tente gravar o arquivo errado, a placa ainda preservará as funções necessárias para que você consiga reabrir o programa de gravação e terminar o serviço. Em alguns casos, a placa chega a vir com um "BIOS de emergência", um chip extra, com uma cópia do BIOS original, que você pode instalar na placa em caso de problemas.

Placas antigas não possuem essas camadas de proteção, de forma que um upgrade malsucedido podia realmente inutilizar a placa. Nesses casos, a solução era remover o chip e levá-lo a alguém que tivesse um gravador de EEPROM. Depois de regravado, o chip era reinstalado na placa e tudo voltava ao normal. Ou seja, mesmo nesses casos, a placa não era realmente danificada, ficava apenas "fora de serviço".

Um truque muito usado era utilizar uma placa-mãe igual, ou pelo menos de modelo similar, para regravar o BIOS da placa danificada. Nesses casos, você dava boot com o disquete ou CD de atualização (na placa boa), removia o chip com o BIOS e instalava no lugar o chip da placa danificada (com o micro ligado), dando prosseguimento ao processo de regravação. Dessa forma, você usava a placa "boa" para regravar o BIOS da placa "ruim". Naturalmente, a troca precisava ser feita com todo o cuidado, já que um curto nos contatos podia inutilizar a placa-mãe.

Concluindo, existem também programas de gravação para Windows, que são incluídos nos CDs de drivers de muitas placas. Eles são mais fáceis de usar, mas fazer a atualização através deles é considerado menos seguro, já que, dentro do Windows e com outros programas e serviços rodando, a possibilidade de algo inesperado acontecer é maior.

Hoje em dia, a maioria dos dispositivos incluindo o HD, drive óptico, placa wireless e placa de vídeo possuem um software de inicialização, similar ao BIOS da placa-mãe. Ele pode ser gravado diretamente no dispositivo, em um chip de memória Flash, ou mesmo algum tipo de memória ROM, ou ser incorporado ao driver. Essa segunda solução vem sendo cada vez mais adotada pelos fabricantes, pois permite eliminar o chip de memória, reduzindo o custo. É por isso que, muitas vezes (sobretudo ao tentar ativar sua placa wireless ou scanner no Linux), você precisa baixar, além do driver ou módulo necessário, também os arquivos que compõem o firmware da placa.

RelacionadosBIOS

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de agosto de 2007 às 17h23

Upgrade de modem

Por Carlos E. Morimoto em 13 de julho de 2005 às 10h37

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Apesar dos protocolos V.34 e V.90 demandarem equipamentos um pouco diferentes, muitos modems de 28.800 e 33.600 possuem todo o hardware necessário para utilizar o protocolo V.90 e transmitir dados a 56k. Nestes casos, tudo o que precisamos fazer para transformá-los em autênticos modems V.90 é alterar seu Firmware, incluindo o suporte ao novo protocolo.

Muitos destes modems utilizam memória flash para armazenar seu Firmware, permitindo sua atualização via software. Fabricantes como a US Robotics e a Motorola, oferecem atualização gratuita para seus modems, bastando que o usuário baixe o programa de atualização via Internet. Outros modems possuem o Firmware gravado em memória EPROM. Neste caso, para fazer a atualização é preciso trocar o chip que armazena o Firmware do modem por outro. Geralmente os fabricantes também oferecem a possibilidade de atualizar estes modems, porém, cobrando uma taxa de serviço, geralmente em torno de 60 dólares.

Pode parecer estranho que somente executando um programinha oferecido pelo fabricante possamos aumentar a velocidade de um modem, mas na verdade é algo muito simples. Um texto em Inglês por exemplo, é cerca de 15 ou 20% menor que sua tradução para o Português. Ou seja, no mesmo espaço está contida mais informação. Apesar de uma pessoa que fala somente o Português não ser capaz de entender um texto em Inglês, nada impede que ela aprenda este Idioma. O mesmo se aplica no caso dos modems. O V.90 é um protocolo mais eficiente que o V.34, permitindo transmitir mais dados através do mesmo meio de comunicação (a linha telefônica). Assim, caso o seu modem possua capacidade para aprender esta outra língua, basta ensiná-lo através de um upgrade para que ele se torne um autêntico modem de 56k.

Para atualizar seu modem, basta baixar o programa de atualização juntamente com o DMF, o arquivo binário com as informações a serem gravadas. O processo de atualização de modem exige os mesmos cuidados de outros tipos de atualizações, como upgrades de BIOS, atualizações no firmware de outros dispositivos.

Durante o processo de atualização os dados da memória flash são primeiro apagados, para depois começar a gravação dos novos dados. Este processo demora alguns segundos. Caso haja qualquer interrupção, seja por um pico de tensão que resete o micro, falta de eletricidade, travamentos em geral, etc. a regravação será interrompida, e sem seu software de baixo nível o modem parará de funcionar, impedindo uma nova tentativa. Isto significa que a menos que você disponha de algum suporte do fabricante para a substituição ou regravação do chip, você terá seu modem inutilizado. Por isso não deixe de ler atentamente as instruções do programa de gravação e de certificar-se de ter baixado os arquivos corretos.

Nem sempre as atualizações são gratuitas, a US Robotics por exemplo cobra pelos arquivos de atualização de alguns (não todos) modelos de seus modems.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 13 de julho de 2005 às 10h37

Uplink (porta)

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Esta é uma porta encontrada na maioria dos hubs, que permite interligar dois Hubs utilizando um cabo de rede comum. Os micros ligados a ambos os hubs passam então a formar uma única rede. Em geral a porta uplink é compartilhada com a última porta do hub.

Se você tiver um hub de 8 portas por exemplo, a porta uplink geralmente será compartilhada com a porta número 8, impedindo que ambas sejam utilizadas simultaneamente. Na falta da porta uplink, também é possível interligar Hubs utilizando um cabo cross-over. Veja também: Cross-over

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

UPS

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Uninterruptible power supply, ou fonte ininterrupta de energia, é o que costumamos chamar de no-break. Existem dois tipos de no-breaks, os online e os off-line. Nos online a bateria é constantemente carregada e o sistema recebe energia a partir da bateria. Neste caso temos a garantia de um fornecimento 100% estável, dispensando um estabilizador externo. Nos no-breaks off-line, o sistema recebe energia da tomada, passando para a bateria apenas em caso de queda. Não são tão seguros quanto os primeiros, mas são mais comuns por serem um pouco mais baratos.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

USB

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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USB é abreviação de "Universal Serial Bus".

Ele é simplesmente o barramento externo mais usado atualmente. O que torna o USB tão popular é a sua flexibilidade; além de ser usado para a conexão de todo o tipo de dispositivos, ele fornece uma pequena quantidade de energia, permitindo que os conectores USB sejam usados também por carregadores, luzes, ventiladores, aquecedores de xícaras de café, etc.

No USB 1.x, as portas transmitem a apenas 12 megabits, o que é pouco para HDs, pendrives, drives de CD, placas wireless e outros periféricos rápidos. Mas, no USB 2.0, o padrão atual, a velocidade foi ampliada para 480 megabits (ou 60 MB/s), suficiente para a maioria dos pendrives e HDs externos.

Existem quatro tipos de conectores USB, o USB tipo A, que é o mais comum, usado por pendrives e topo tipo de dispositivo conectado ao PC, o USB tipo B, que é o conector "quadrado" usado em impressoras e outros periféricos, além do USB mini 5P e o USB mini 4P, dois formatos menores, que são utilizados por câmeras, mp3players, palmtops e outros gadgets.

Os quatro tipos utilizam a mesma pinagem, o único diferencial é mesmo o formato físico. Existem ainda alguns formatos de conectores proprietários, geralmente versões levemente modificadas de um destes quatro formatos. Por serem intercompatíveis, é relativamente fácil encontrar adaptadores diversos para permitir encaixar cabos com conectores de formatos diferentes.

Existem ainda adaptadores USB para portas seriais, portas paralelas, rede (com um conector RJ45) e até mesmo para saídas VGA, mas eles incluem circuitos adicionais e dependem da instalação de drivers para funcionar.

O USB é um barramento serial, por isso os conectores possuem apenas 4 contatos, sendo dois para a transmissão dos dados (um para enviar, outro para receber) e os outros dois para a transmissão de eletricidade.

Os dois pinos para a transmissão de dados são os dois mais centrais, enquanto os para energia são os dois externos. Olhando um conector USB com os contatos virados para baixo, o pino da direita é o positivo, enquanto o da esquerda é o neutro. Dentro do cabo, o fio vermelho é o positivo, o preto é o neutro, enquanto o verde e o branco são os usados para transmissão de dados:

Essa simplicidade explica a existência de tantas bugigangas que podem ser ligadas às portas USB. Você pode descartar os pinos de dados e usar a eletricidade oferecida pelo conector para alimentar qualquer dispositivo que consuma até 2.5 watts de energia (os 2.5 watts correspondem ao padrão oficial, mas a maioria dos fabricantes de placas optam por oferecer valores maiores para manter uma boa margem de tolerância). Pode ser desde um carregador para celular, até um ventilador em miniatura.

O inverso também é possível, ou seja, um conector USB fêmea, ligado a uma bateria, que sirva como fonte de energia para seu iPod, palmtop, ou outro dispositivo carregado através da porta USB. A maioria dos projetos envolve usar uma fonte de energia qualquer, que forneça 5V ou mais, e um resistor para reduzir a tensão ao valor apropriado. Você pode encontrar vários projetos no:

http://home.speedfactory.net/tcashin/ipodbattery.htm

Com uma variedade tão grande de periféricos USB, as 4 portas traseiras da placa-mãe acabam nunca sendo suficientes. Os fabricantes passaram então a incorporar portas USB adicionais através de headers disponíveis na placa-mãe. Os headers podem ser ligados às portas frontais do gabinete, ou a conectores adicionais instalados na parte traseira.

O maior problema é que os conectores frontais do gabinete geralmente utilizam conectores separados para cada um dos fios, de forma que você precisa se orientar usando o diagrama no manual da placa para conectá-los corretamente. O fio vermelho é o +5V, o preto é o GND, o verde é o USB+ (ou D+) e o branco o USB- (ou D-).

Ligar os pinos incorretamente pode causar um curto e danificar periféricos USB, ou o próprio controlador da placa-mãe. Para evitar esse tipo de catástrofe, a maioria das placas inclui circuitos que desligam a alimentação em caso de problemas, de forma que a porta simplesmente não funciona até que você conecte os fios na ordem correta. Mas, de qualquer forma, é melhor não dar chance para o azar.

Temos ainda a possibilidade de usar hubs USB para conectar vários dispositivos à mesma porta. Em teoria, cada porta USB permite a conexão de até 127 dispositivos, de forma que você pode até mesmo ligar um hub USB no outro. O maior problema é que tanto a banda, quanto a energia fornecida pela porta são compartilhadas entre todos os periféricos ligados ao hub, de forma que dispositivos de mais alto consumo, como mouses ópticos e HDs externos (do tipo que usa a energia da porta USB, ao invés de uma fonte própria) podem não funcionar, dependendo de quais outros dispositivos estejam ligados ao hub.

A solução nesse caso é comprar um hub com fonte externa (também chamados de powered hub). Eles possuem uma fonte própria de energia, por isso não utilizam a energia fornecida pela porta e suportam a conexão de vários periféricos "gulosos" simultaneamente. Usar um powered hub também reduz o stress sobre a fonte de alimentação e circuitos reguladores de tensão da placa-mãe, além de oferecer um seguro contra queima de portas e outros problemas derivados da conexão de dispositivos USB defeituosos (antes o HUB do que a placa-mãe inteira).

No USB, os 12 ou 480 megabits de banda não são compartilhados entre as portas. Cada par de portas (ligadas a um controlador dedicado na placa mãe) equivale a um barramento próprio, independente dos demais. O compartilhamento ocorre apenas quando as duas portas dentro do par são usadas simultaneamente, ou quando vários dispositivos são plugados na mesma porta, através de um hub.

Algumas combinações podem ser um pouco problemáticas, já que temos tanto dispositivos que transmitem grandes volumes de dados (um HD externo, por exemplo) quanto dispositivos que transmitem um volume pequeno, mas precisam de urgência, como o teclado e o mouse. Você não gostaria que o mouse ficasse com as respostas lentas ao salvar um grande arquivo no HD externo, por exemplo.

Prevendo isso, o USB suporta três modos de operação distintos, chamados de Interrupt (interrupção), Bulk (grande volume) e Isochronous (isocrônico).

O modo de interrupção é um modo de alta prioridade, destinado a teclados, mouses e outros dispositivos de entrada. O controlador reserva 10% da banda disponível para eles, mantendo sempre um canal descongestionado.

O modo isocrônico é destinado a dispositivos que precisam transmitir dados via streaming, como, por exemplo, caixas de som e headsets USB. Eles transmitem um volume relativamente pequeno de dados, mas também precisam de uma certa prioridade.

Finalmente, temos as transferências em modo bulk, onde temos grandes pacotes de dados, transmitidos com baixa prioridade (como no caso do HD externo). Como os canais para os outros dois modos são reservados primeiro, as grandes transferências podem ser feitas utilizando a banda disponível, sem atrapalhar os outros dispositivos.

Essa política de uso de banda é similar à utilizada em redes, onde os dados são transmitidos na forma de frames ou pacotes. Isso permite que dispositivos USB 1.1 sejam conectados em portas USB 2.0 sem reduzir a velocidade para outros dispositivos conectados na mesma porta. O controlador simplesmente disponibiliza 12 megabits para o dispositivo USB 1.1 e continua disponibilizando o restante da banda para os demais dispositivos.

Outra característica interessante do USB é a capacidade de enumerar e reconhecer novos dispositivos, coisa que não existia na época das portas seriais. Detectar um mouse ou um modem serial é um pesadelo para qualquer programador. Não existe forma simples de saber o que está plugado na porta serial, ou mesmo descobrir SE existe algum dispositivo lá. A única forma é apelar para técnicas indiretas, enviando dados através da porta e tentando deduzir quem está do outro lado a partir das respostas. É por isso que algumas distribuições Linux antigas pediam que você movimentasse seu mouse serial num certo ponto da instalação, para que ele pudesse ser detectado.

No USB as coisas funcionam de forma muito mais eficiente. O controlador percebe quando um dispositivo é conectado e envia um pacote de controle, que o dispositivo responde enviando uma série de informações, incluindo sua classe, velocidade, fabricante, string de identificação e assim por diante.

Além de permitirem que o controlador reserve corretamente os recursos usados pelo dispositivo, essas informações são enviadas ao sistema operacional. Isso permite que o dispositivo seja ativado e o programa ou o aviso correspondente seja mostrado na tela.

Veja o que aparece no log de uma distribuição Linux atual quando plugo meu joystick USB:

usb 1-3: new low speed USB device using ohci_hcd and address 3

usb 1-3: configuration #1 chosen from 1 choice

input: Logitech WingMan Precision USB as /class/input/input2

input: USB HID v1.10 Joystick [Logitech WingMan Precision USB] on usb-0000:00:02.0-3

As informações permitem também programar ações para quando determinados dispositivos são plugados no Linux, através do udev, o daemon responsável por detectar mudanças no hardware e a conexão de novos dispositivos. É possível executar automaticamente um script de backup quando o HD externo é plugado, ou abrir um determinado game quando você pluga o joystick. O mais interessante é que as ações podem ser relacionadas com o código de identificação do dispositivo (que é único), de forma que o backup seja feito apenas ao plugar um HD específico, evitando que seus dados sejam copiados por engano quando um amigo plugar um pendrive, por exemplo.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

USB 2.0

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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No USB 1.x, as portas transmitem a apenas 12 megabits, o que é pouco para HDs, pendrives, drives de CD, placas wireless e outros periféricos rápidos. Mas, no USB 2.0, o padrão atual, a velocidade foi ampliada para 480 megabits (ou 60 MB/s), suficiente para a maioria dos pendrives e HDs externos.

Apesar da brutal diferença na velocidade de transmissão, o USB 2.0 é inteiramente compatível com periféricos antigos, e vice-versa.

No USB, os 12 ou 480 megabits de banda não são compartilhados entre as portas. Cada par de portas (ligadas a um controlador dedicado na placa mãe) equivale a um barramento próprio, independente dos demais. O compartilhamento ocorre apenas quando as duas portas dentro do par são usadas simultaneamente, ou quando vários dispositivos são plugados na mesma porta, através de um hub.

Algumas combinações podem ser um pouco problemáticas, já que temos tanto dispositivos que transmitem grandes volumes de dados (um HD externo, por exemplo) quanto dispositivos que transmitem um volume pequeno, mas precisam de urgência, como o teclado e o mouse. Você não gostaria que o mouse ficasse com as respostas lentas ao salvar um grande arquivo no HD externo, por exemplo.

Prevendo isso, o USB suporta três modos de operação distintos, chamados de Interrupt (interrupção), Bulk (grande volume) e Isochronous (isocrônico).

O modo de interrupção é um modo de alta prioridade, destinado a teclados, mouses e outros dispositivos de entrada. O controlador reserva 10% da banda disponível para eles, mantendo sempre um canal descongestionado.

O modo isocrônico é destinado a dispositivos que precisam transmitir dados via streaming, como, por exemplo, caixas de som e headsets USB. Eles transmitem um volume relativamente pequeno de dados, mas também precisam de uma certa prioridade.

Finalmente, temos as transferências em modo bulk, onde temos grandes pacotes de dados, transmitidos com baixa prioridade (como no caso do HD externo). Como os canais para os outros dois modos são reservados primeiro, as grandes transferências podem ser feitas utilizando a banda disponível, sem atrapalhar os outros dispositivos.

Essa política de uso de banda é similar à utilizada em redes, onde os dados são transmitidos na forma de frames ou pacotes. Isso permite que dispositivos USB 1.1 sejam conectados em portas USB 2.0 sem reduzir a velocidade para outros dispositivos conectados na mesma porta. O controlador simplesmente disponibiliza 12 megabits para o dispositivo USB 1.1 e continua disponibilizando o restante da banda para os demais dispositivos.

Para mais detalhes sobre o funcionamento do padrão USB, veja: USB

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

usr

Por Carlos E. Morimoto em 3 de agosto de 2005 às 20h37

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/usr: Este é o principal diretório na árvore de diretório padrão nas distribuições Linux e em outros sistemas Unix. O significado original para o "usr", cunhado pelos desenvolvedores originais do Unix é "Unix System Resources", ou "recursos de sistema Unix".

Atualmente é muito comum que a sigla seja explicada simplesmente como abreviação de "user". Embora diferente do significado original, dizer que "usr" é abreviação de user também faz sentido, pois o diretório /usr armazena os executáveis e bibliotecas da maioria dos programas instalados no sistema, e que são usados pelos usuários.

A localização mais comum para executáveis de programas é a pasta "/usr/bin", a localização mais comum para bibliotecas é a pasta "/usr/lib", a localização padrão para manuais e arquivos de documentação é a "/usr/doc", a pasta padrão para código fonte de programas é a "/usr/src" e a pasta padrão para scripts e executáveis instalados manualmente pelo administrador é a "/usr/local/bin".

Atualmente, muitos programas são instalados por padrão dentro da pasta /opt, criada como uma forma de melhor organizar a instalação de programas extras, que não fazem parte da árvore principal do sistema. É comum encontrar o Open Office instalado na pasta /opt/OpenOffice e o KDE instalado na pasta /opt/kde.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de agosto de 2005 às 20h37

UTP

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Unshielded Twisted Pair. São os cabos de rede de par trançado, sem blindagem que são utilizados em redes. Este tipo de cabo é muito popular, justamente por ser bastante fácil de se trabalhar e muito barato.

O cabo é formado por quatro pares de fios de cobre trançados, medida que cria uma barreira eletromagnética que protege os cabos contra interferências externas. Existem várias categorias de cabos UTP, que indicam a qualidade do cabo e as aplicações em que pode ser usado. Os mais primitivos são os cabos categoria 1, que eram usados em instalações telefônicas antigas. Os mais usados atualmente são os cabos categoria 5, que podem ser usados em redes Ethernet de 10 ou 100 megabits. O próximo padrão será o 5e, que será suportado por um novo padrão de placas Gigabit Ethernet.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

UUCP

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Este é um protocolo de transferência de arquivos primitivo, muito usado na era pré-internet em sistemas de correio eletrônico, onde os servidores se conectavam à rede via modem. Como neste caso as conexões eram muito caras, principalmente por que muitas vezes era necessário discar separadamente para vários computadores diferentes, muitos situados em outros países, a conexão não era contínua, como na Internet de hoje.

Ao invés disto, todos os e-mails, transferências de arquivos, etc. Eram agendados e tudo era sincronizado numa certa periodicidade. Se o servidor da sua universidade sincronizasse uma vez por dia por exemplo e você precisasse de um arquivo de um servidor de FTP por exemplo, você daria o comando para baixar o arquivo e no dia seguinte ele estaria na sua pasta de usuário. Com isto, os custos são reduzidos para um nível razoável, já que é gasto apenas o tempo necessário para transmitir os arquivos.

A NASA utiliza um sistema semelhante (um pouco mais avançado naturalmente) nas suas sondas, já que a enorme distância torna as transferências de dados muito lentas e instáveis. Além disso, o "lag" de uma sonda na órbita de Marte por exemplo é de quase uma hora :-)

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

UWB

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Ultra Wide Band. Esta é uma tecnologia de transmissão de dados sem fio que pode eventualmente vir a tornar-se o padrão dominante da indústria. Ao invés de operarem numa frequência fixa, os transmissores UWB utilizam um número quase infinito de frequências entre 0 e 60 GHz, sem permanecer em uma única frequência por mais do que algumas frações de segundo. Apenas as duas partes envolvidas conhecem o padrão de frequências utilizado, o que ajuda a manter a segurança dos dados.

A maior vantagem é que os transmissores UWB não interferem com outros aparelhos de radiotransmissão, nem interferem entre sí, já que o curto espaço de tempo em que dois aparelhos possam vir a operar na mesma frequência não chegaria a atrapalhar a transmissão. O FCC vem estudando a liberação do uso desta tecnologia, que pode começar a ser empregada em redes sem fio de alto desempenho nos próximos anos.

A Intel já divulgou que pretende utilizar o UWB como um padrão de USB Wireless, que será capaz de transmitir dados a até 500 Megabits, mas com um alcance de apenas 3 metros, ou seja, uma tecnologia ideal para substituir os cabos de dados, sem com isto sacrificar a performance. Existem várias aplicações possíveis: câmeras digitais, PDAs, notebooks, etc. Poderiam sincronizar seus dados com os do desktop automaticamente, simplesmente por serem colocados próximo dele. O maior obstáculo é naturalmente o custo.

O UWB é teoricamente mais barato que padrões de maior alcance, como o 802.11b, mas para chegar ao ponto de substituir cabos que custam poucos centavos, com sucesso, o custo dos transmissores precisaria cair a níveis muito abaixo dos atuais, algo em torno de no máximo 5 dólares por par de transmissores. Por enquanto é apenas uma idéia... :-) A página oficial do projeto é: http://www.uwb.org/

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

UXGA

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Este é um padrão de telas de cristal líquido com resolução de 1600 x 1200, usadas em alguns notebooks topo de linha. OS LCDs UXGA geralmente tem pelo menos 15 polegadas.

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UZIX

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Sistema operacional de código aberto, similar ao Unix, desenvolvido para rodar em micros MSX. Existe também uma versão compatível com micros PC que roda sobre o MS-DOS. http://uzix.msx.org/

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