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Tualatin

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Entre 2001 e 2002, já depois de descontinuar o Pentium III, a Intel produziu pequenas quantidades do Celeron Tualatin, uma versão aprimorada, produzida numa técnica de 0.13 micron e equipada com 256 KB de cache L2. O Tualatin existiu em versões de 1.0 e 1.4 GHz e era compatível com a maioria das placas soquete 370 para Pentium III (embora muitas precisassem de uma atualização de BIOS). Ele possuía um bom desempenho em relação ao Pentium 4 e era bastante econômico com relação ao consumo elétrico e aquecimento, mas a Intel optou por não levar o projeto adiante, com medo de prejudicar as vendas do Pentium 4.

Apesar disso, o Tualatin contribuiu indiretamente com o desenvolvimento da plataforma Core, utilizada nos processadores Core 2 Duo e derivados. Oficialmente, estes processadores são baseados na arquitetura P6, a mesma arquitetura que teve início com o Pentium Pro e foi usada em todos os processadores Pentium II e Pentium III, incluindo as versões mobile. Por ser o último integrante da família P6, o Tualatin acabou sendo o ancestral indireto de todos os processadores Intel atuais.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

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