Dicionário técnico - P
Índice do dicionário técnico
P4-M
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Esta é uma série de processadores Pentium 4 destinadas especialmente ao mercado de notebooks. A principal diferença entre os Pentium 4 mobile e os destinados aos desktops são que os mobile operam a frequências mais baixas, a partir de 1.4 GHz e utilizam um encaixe mais compacto. Os processadores P4-M são produzidos numa técnica de 0.13 mícron (a mesma usada nos Pentium 4 Northwood para desktops), possuem 512 KB de cache L2 e são compatíveis com as instruções SSE2 e com o Speedstep, recurso que permite diminuir (ainda mais) a frequência do processador enquanto o notebook está desligado da tomada, com o objetivo de aumentar a vida útil da bateria.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
P4X266
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Este é um chipset bastante controverso, lançado pela Via em Setembro de 2001. O P4X266 foi o primeiro chipset para Pentium 4 com suporte a memórias DDR, que concorreria com dois chipsets da Intel: o i850, que utiliza as caras memórias Rambus e o i845, que é mais lento por utilizar memórias SDRAM comuns. Apesar de oferecer um desempenho bastante superior ao do i845 a um custo bem mais baixo que o i850, a Via optou por bater de frente com a Intel, simplesmente se negando a pagar royalties pelo uso do barramento do Pentium 4.
A Intel entrou com um processo na justiça e a Via contra-atacou com outro processo, alegando que a Intel estava usando de táticas anti-competitivas e que estava prejudicando as vendas do chipset (a grande maioria dos fabricantes não adotou o chipset por causa dos problemas na justiça) exigindo o pagamento de uma indenização. Este processo deve se arrastar por um bom tempo, pois ficar livre do pagamento de royalties pelo uso do barramento do Pentium 4 é um ponto essencial para a Via conseguir lançar seu processador compatível com as placas para Pentium 4 (o CZA) nos próximos anos.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Packet Sniffing
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Farejamento de pacotes. É um método de espionagem, que permite interceptar os pacotes de dados transmitidos por outros micros, através da rede. Em redes Ethernet os pacotes são transmitidos a todos os micros da rede, daí dizer-se que as redes Ethernet usam uma topologia lógica de barramento. Em teoria, somente a placa de rede que tivesse o endereço MAC correto leria o pacote, as demais os ignorariam. Mas, como de qualquer forma todos os outros micros recebem os pacotes, não é tão difícil assim burlar este frágil sistema, passando a ter acesso a todos os dados transmitidos através da rede. A mesma vulnerabilidade existe no acesso via cabo, já que vários usuários estão ligados ao mesmo cabo.
No caso das redes Ethernet não existe proteção, ao menos que seja implantado algum sistema de criptografia. Mas, maioria das empresas que oferece acesso via cabo já vem implantando sistemas de criptografia para proteger seus usuários. Note que o Packet Sniffing só permite ler os dados transmitidos no mesmo segmento de rede e não na Internet.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Packet Writing
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Escrita em pacotes, é uma tecnologia de gravação de CDs que permite gravar pequenos blocos de dados de cada vez. Usando um programa de gravação compatível com este recurso, é possível gravar dados no CD, como se ele fosse um disco rígido, simplesmente arrastando os arquivos para o ícone do gravador. Caso se esteja usando um CD regravável, também é possível apagar arquivos livremente. No caso de um CD comum, também é possível "apagar" arquivos, mas neste caso o espaço não será recuperado.
Na verdade, o "Packet Writing" é o nome comercial adaptado pela Adaptec para o suporte a UDF no DirectCD. É possível ler os CDs formatados em UDF no Linux, montando-os com o comando:
# mount -t udf /dev/cdrom /mnt/cdrom
Para alterar o conteúdo do CD manualmente, sem utilizar nenhum programa em especial, os passos seriam:
1- Instalar o pacote "udftools"
2- Executar nesta ordem os comandos:
# mknod /dev/pktcdvd0 b 97 0 # pktsetup /dev/pktcdvd0 /dev/hdc (onde o /dev/hdc é o dispositivo do CD-ROM) # modprobe udf # modprobe pktcdvd # mount /dev/pktcdvd0 /mnt/cdrom -t udf -o rw,noatime
Para usar um CDRW virgem, é preciso primeiro formatá-lo em UDF, usando os comandos:
# cdrecord -dev=0,0,0 -blank=fast # cdrwtool -d /dev/scd0 -q
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Pacote de dados
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Veja:
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Pacote TCP/IP
Por Carlos E. Morimoto em 31 de julho de 2007 às 13h39
0Todos os dados transmitidos através da rede são divididos em pacotes. O uso de pacotes evita que um único micro monopolize a rede por muito tempo e torna mais fácil a correção de erros. Sempre que um pacote chega corrompido (devido a interferências no cabo, ou qualquer outro motivo), é solicitada uma retransmissão do pacote. Quanto pior a qualidade do cabo e maior o nível de interferências, mais pacotes chegam corrompidos e precisam ser retransmitidos, o que reduz o desempenho da rede.
Dentro do pacote TCP/IP temos novos headers, que contém o endereço IP de origem, endereço IP de destino, porta de origem, porta de destino, códigos de verificações, número do pacote, campo para inclusão de opções e assim por diante. No total, temos 20 bytes para os headers do protocolo TCP e mais 20 bytes para os headers do protocolo IP, totalizando 40 bytes de headers por pacote. Desta forma, temos 1460 bytes de dados em um pacote de 1500 bytes e 536 bytes de dados em um pacote de 576 bytes.
À primeira vista, pode parecer estranho que sejam incluídos headers separados para o TCP e o IP, mas a verdade é que os dois são complementares e por isso não podem ser dissociados. É por isso que usamos o termo "TCP/IP", como se os dois protocolos fossem uma coisa só.
Os headers do protocolo IP incluem o endereço IP e origem e de destino, enquanto os headers do TCP incluem a porta de origem e de destino, por exemplo. Em resumo, podemos dizer que o IP se encarrega da entrega dos pacotes, enquanto o TCP se encarrega da verificação de erros, numeração de portas e tudo mais.
Os pacotes podem ter até 1500 bytes no total, onde temos até 1460 bytes de dados e 40 bytes dos headers. Arquivos e outros tipos de informações são transmitidas na forma de sequências de vários pacotes. Um arquivo de 15 KB, por exemplo, seria dividido em um total de 11 pacotes; os 10 primeiros contendo 1460 bytes cada um e o último contendo os últimos 760 bytes. É graças aos códigos de verificação e numeração dos pacotes que arquivos grandes podem ser transmitidos de forma íntegra mesmo através de conexões via modem ou links wireless, onde diversos pacotes são corrompidos ou perdidos. Basta retransmitir os pacotes extraviados ou danificados quantas vezes for necessário. :)
Embora os pacotes TCP/IP de 1500 bytes sejam os mais comuns, o tamanho pode variar de acordo com o meio de transmissão usado. No ADSL PPPoE, por exemplo, são utilizados pacotes de 1492 bytes, enquanto que nas conexões discadas são geralmente utilizados pacotes de apenas 576 bytes. Existem ainda casos de pacotes maiores, utilizados em situações específicas.
Dentro da rede local, temos (incluindo o preâmbulo do frame Ethernet) um total de 1526 bytes transmitidos para cada pacote TCP/IP de 1500 bytes. Em uma rede local, que trabalha a 100 ou 1000 megabits, isso não faz muita diferença, mas na internet isso seria um grande desperdício. Por isso, os roteadores se encarregam de eliminar estas informações desnecessárias, retransmitindo apenas os pacotes TCP/IP propriamente ditos. É por isso disso que não é possível criar regras de firewall baseadas em endereços MAC para pacotes vindos da Internet: os endereços MAC fazem parte das informações incluídas no frame Ethernet, que são descartadas pelos roteadores.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 31 de julho de 2007 às 13h39
PAE
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
1O PAE (Physical Address Extension), uma extensão para processadores de 32 bits, presente desde o Pentium Pro, que adiciona 4 bits adicionais ao endereçamento da memória, permitindo que o processador seja capaz de acessar até 16 páginas de 4 GB cada, totalizando 64 GB. Cada programa continua restrito a um máximo de 4 GB, mas o sistema pode alocar diferentes páginas para aplicativos diferentes, utilizando assim toda a memória disponível.
O PAE é muito usado em servidores, embora esteja sendo rapidamente substituído pelo uso de processadores e sistemas operacionais de 64 bits. Ele é suportado pelo Windows Server 2003 e pelo Windows 2000, onde pode ser ativado através da opção "/PAE" no arquivo boot.ini, mas não é uma solução viável para quem precisa usar mais do que 4 GB de memória em um desktop, devido a uma série de problemas relacionados a drivers.
O PAE apresenta endereços de 64 bits aos drivers, o que torna necessário que eles sejam modificados para utilizar o sistema. Como o uso do PAE sempre foi limitado a servidores, muitos dispositivos não possuem drivers compatíveis e nem sempre é fácil encontrar os disponíveis. Existem ainda problemas de compatibilidade com diversos aplicativos. Atualmente, é muito mais simples migrar para as versões de 64 bits do Vista (ou mesmo para o XP de 64 bits) do que passar a utilizar o PAE, de forma que é melhor não perder tempo com ele no caso dos desktops.
Outro problema fundamental do PAE é a questão do desempenho. O processador continua sendo capaz de acessar apenas 4 GB de memória por vez e precisa chavear continuamente entre as páginas disponíveis. Além de demorar um certo tempo, cada chaveamento faz com que os dados armazenados nos caches precisem ser completamente substituídos, o que prejudica de forma perceptível o desempenho. Ou seja, tentar usar o PAE em um desktop para acessar mais memória e assim melhorar o desempenho é simplesmente contra produtivo. :)
Uma observação importante é que todas as versões do Windows XP, a partir do SP2 tem o PAE desativado, justamente para evitar problemas de compatibilidade. Nele, a opção "/PAE" no boot.ini simplesmente não faz nada.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palermo
Por Carlos E. Morimoto em 8 de agosto de 2007 às 17h04
0A primeira encarnação do Sempron baseado no Athlon 64 foi o core Paris, uma versão simplificada do ClawHammer (a primeira versão do Athlon 64), produzido em uma técnica de 0.13 micron, que possuía nativamente apenas 256 KB de cache e vinha sem suporte às instruções de 64 bits, ao Cool'n'Quiet e também às instruções SSE3. A partir de 2005, o core Paris foi rapidamente substituído pelo Palermo, produzido usando uma técnica de 0.09 micron.
Nativamente, o core Palermo possui 256 KB de cache e oferece suporte às extensões de 64 bits, Cool'n'Quiet e também às instruções SSE3. O problema é que, a fim de aproveitar o maior número possível de processadores saídos da linha de produção, a AMD passou a desativar não apenas metade do cache, como de praxe, mas também o suporte às instruções de 64 bits e ao SSE3 nos cores que eram produzidos com defeitos nos componentes relacionados a estes recursos, o que resultou em uma grande salada de modelos com índice de desempenho similar, mas com conjuntos muito diferentes de recursos.
A chave para diferenciar os Palermos é o código de identificação dos processadores. Os processadores cujo código termina com "BA" são os piores, pois não suportam nem instruções de 64 bits, nem SSE3. Os que terminam com "BO" suportam SSE3, mas ainda não suportam instruções de 64 bits, enquanto os terminados com "BX" são as versões completas, com ambos os recursos ativados.
Com exceção do 2500+, todos os modelos foram fabricados nas três versões, e a presença do suporte a 64 bits ou SSE3 não influenciava no índice de desempenho ou preço, de forma que era importante checar antes de comprar. A isto soma-se a questão do Cool'n'Quiet, que não era suportado pelo core Paris e está disponível apenas nos Palermos 3000+ em diante.
O Palermo foi usado nas versões 2500+ (1.4 GHz, 256 KB, soquete 754), 2600+ (1.6 GHz, 128 KB, soquete 754), 2800+ (1.6 GHz, 256 KB, soquete 754), 3000+ (1.8 GHz, 128 KB, soquete 754), 3100+ (1.8 GHz, 256 KB, soquete 754), 3300+ (2.0 GHz, 128 KB, soquete 754) e 3400+ (2.0 GHz, 256 KB, soquete 754).
Pouco depois, no final de 2005, foi lançada uma versão atualizada do core Palermo, com suporte ao soquete 939 (e consequentemente a dual-channel). Surgiram então os modelos 3000+ (1.8 GHz, 128 KB, soquete 939), 3200+ (1.8 GHz, 256 KB, soquete 939), 3400+ (2.0 GHz, 128 KB, soquete 939) e 3500+ (2.0 GHz, 256 KB, soquete 939). Estes 4 modelos suportavam SSE3, mas apenas as séries com final "BW" ofereciam suporte às instruções de 64 bits. As séries com final "BP" vinham com o suporte a 64 bits desabilitado e devem ser evitadas.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de agosto de 2007 às 17h04
Palm
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0O Palm foi originalmente lançado pela US Robotics e foi um sucesso quase imediato. Um aparelhinho relativamente barato que era leve como uma agenda eletrônica, mas era capaz de executar várias funções completas, suportava comunicação com o PC e instalação de novos programas, etc. Rapidamente o Palm conquistou a maior parte do mercado de assistentes pessoais e conquistou uma legião de usuários fiéis. Mais tarde a US Robotics foi adquirida pela 3Com, que manteve o desenvolvimento do aparelho e a mesma política de liberdade para os desenvolvedores. Ao contrário de outras arquiteturas, qualquer um pode desenvolver programas para o Palm e distribuí-los da forma que achar mais conveniente, sem precisar pagar royalties ou licenciar a tecnologia. Essa foi desde o início uma das grandes armas do aparelho, que hoje em dia já conta com mais de 50.000 programas diferentes, entre aplicativos comerciais, freeware, de código aberto, jogos, etc.
A Microsoft percebeu o grande mercado que estava deixando escapar e passou a desenvolver o Windows CE, que nas versões atuais é chamado de Pocket PC e começou a oferecer o sistema aos fabricantes de handhelds. O Pocket PC têm atualmente mais recursos que o Palm OS, mas é difícil superar a combinação de facilidade de uso, baixo custo, agilidade e variedade de aplicativos proporcionada pelo Palm.
Como tudo que existe, o Palm também teve seu processo evolutivo. As principais versões são as seguintes:
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm III
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0O Palm III original trouxe várias inovações sobre os modelos anteriores, com 2 MB de memória, tela com 16 tons de cinza (contra apenas 4 dos modelos anteriores) infravermelho, sistema operacional gravado em memória Flash e a possibilidade de atualizações de memória, como o Palm Professional.
O infravermelho permite transferir dados diretamente de um Palm para outro e alguns programas comerciais permitem imprimir em impressoras que aceitem comunicação via infravermelho. Este recurso é útil em empresas onde muita gente use Palms.
O fato do sistema operacional ser gravado em memória Flash também traz possibilidades interessantes. A primeira e a mais óbvia, seria a possibilidade de atualizar o sistema operacional assim que novas versões fossem surgindo. Outra é o fato do chip de memória Flash ter 1 MB, enquanto o Palm OS 3 ocupa apenas 400 e poucos Kbytes. Alguns programas permitem usar este excesso de memória para armazenar programas, como uma extensão da memória principal.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm IIIc
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0O "c" vem de color. Este é o primeiro modelo de Palm com tela coloria. Vem com 8 MB de memória e o Palm OS 3.5, que oferece suporte ao uso de cores. Fora isso não existem grandes novidades. O uso de uma tela coloria melhora bastante a estética, mas não adiciona muita funcionalidade ao aparelho, e traz a desvantagem de torná-lo muito mais caro. Como este modelo gasta muita energia, justamente por causa da tela, já vem com baterias recarregáveis embutidas.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm IIIe
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Este é o modelo mais barato que você encontrará à venda. É basicamente um IIIx com apenas 2 MB de memória e com o sistema operacional gravado em ROM ao invés de flash, o que acaba com a possibilidade de upgrades futuros via soft. Nos EUA este Palm custa apenas 150 dólares, por aqui você encontra por a partir de 550 reais nas lojas, ou um pouco menos se comprar com o pessoal do contrabando. A tela e o infravermelho são os mesmos do IIIx.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm IIIx
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0É uma evolução do Palm III, que vem com 4 MB de memória, e uma tela (ainda monocromática) com um contraste bastante superior, também usada nos modelos IIIxe, IIIe, M100 e Palm V. Outra novidade é um slot de expansão livre, o que permite upgrades de memória ou mesmo o uso de outros dispositivos.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm IIIxe
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0É igual ao IIIx, mas já vem com 8 MB de memória e alguns programas pré instalados a mais.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm M100
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0O Palm 100 é um modelo de baixo custo, que traz um design mais arrojado mas vem com uma tela um pouco menor que os Palms da série III (apesar da resolução ser a mesma). Este modelo vêm com infravermelho, que permite bimar dados para outros Palms e 2 MB de memória.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm V
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0A grande vantagem do Palm V sobre o III, é a estética. O aparelho é mais fino, um pouco mais leve, e a capa externa é feita de alumínio escovado, ao invés de plástico. Realmente é um aparelho muito bonito, além de já vir com baterias recarregáveis embutidas. O grande problema é que apesar do preço, o Palm V vem só com 2 MB de memória.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm VII
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0O grande apelo do Palm VII é o acesso sem fio à Internet através de uma rede presente apenas nos EUA. Por causa deste pequeno "defeito" ele não chegou a desembarcar por aqui.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm Vx
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Igual ao Palm V, mas já vem com 8 MB de memória.
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Palm-Pilot Personal
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Esta foi a terceira versão do aparelho. O Pilot Personal vem com 512 KB de RAM e com o Palm OS 2.0. Ele já roda a maioria dos aplicativos atuais, com excessão de alguns jogos que exigem tela com 16 tons de cinza (ele só tem 4), de aplicativos muito grandes, que não cabem na pequena memória do aparelho e de alguns poucos aplicativos que exigem o uso do Palm OS 3.0. O maior problema é a pouca quantidade de memória
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palm-Pilot Professional
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Igual ao Personal, mas já vem com 1 MB de memória RAM e backlight. Existe um módulo de upgrade que serve tanto no modelo Personal, quanto no Professional, que atualiza o sistema para o Palm OS 3.0, e aumenta a memória para 2 MB. Para trocar o módulo, basta abrir a tapa da parte inferior do Palm e trocar o módulo de memória antigo pelo novo. Existem dois problemas com este upgrade, primeiro que ele é caro e segundo que trocando o módulo você perde todos os dados gravados no Palm. Atualmente este upgrade não é mais produzido.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Palmtops
Por Carlos E. Morimoto em 5 de julho de 2005 às 10h30
0Os palmtops, assim como os handhelds, ganharam popularidade a partir dos anos 90. Eles surgiram com o intuito de criar aparelhos pequenos o suficiente para levar no bolso, que sejam leves e consumam pouca energia, mas, ao mesmo tempo, capazes de executar todas as funções básicas, como processamento de textos, planilhas, coleta de dados, acesso à Internet, jogos, etc.
Os palmtops por sua vez, são ainda mais compactos que os handhelds, não possuem teclado, o texto é ou digitado sobre um teclado gráfico formado em parte da tela, ou então escrito à mão em um espaço reservado. O exemplo mais famoso e bem sucedido de palmtop é o Palm Pilot da 3com, que utiliza o PalmOS, um sistema operacional proprietário. O sucesso do Palm Pilot estimulou os desenvolvedores a criar milhares de programas para ele, englobando praticamente todo o tipo de aplicações, de cálculos científicos a jogos. Estima-se que em Dezembro de 2001 já existissem mais de 75.000 programas, uma boa parte aplicativos freeware.
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Palomino
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0O Palomino foi a quarta geração do Athlon, sucessor do Thunderbird. Ele foi usado nos primeiros modelos do Athlon XP, Mobile Athlon 4 (a versão mobile, destinada a notebooks) e também do Athlon MP.
Ao contrário do que muitos esperavam na época, o Palomino não foi uma versão do Athlon produzida em uma técnica de 0.13 micron. Ele continuou sendo produzido na fábrica de Dresden, utilizando a mesma técnica de 0.18 micron, com filamentos de cobre, mas foram feitas uma série de modificações no projeto, que reduziram o consumo e a dissipação térmica do processador em cerca de 20%, permitindo que ele fosse capaz de operar a freqüências mais altas.
Para efeito de comparação, um Palomino de 1.4 GHz consumia 62.8 watts, contra 72 watts do Thunderbird da mesma freqüência. Pode parecer pouco, mas essa pequena redução permitiu que o Palomino atingisse os 1.73 GHz, uma freqüência de clock quase 20% maior que a versão mais rápida do Thunderbird, que compartilhava a mesma técnica de produção.
Com relação ao desempenho, o Palomino trouxe duas modificações importantes. A primeira foi a compatibilidade com as instruções SSE, que haviam sido introduzidas pela Intel junto com o Pentium III. Quando o Palomino foi lançado, em 2001, já existia uma grande quantidade de softwares otimizados, de forma que houve um ganho imediato de desempenho em relação ao Thunderbird. As instruções SSE da AMD foram chamadas de "3D-Now! Professional".
A segunda melhoria foi um sistema aperfeiçoado de data prefetch, que melhorou a eficiência dos caches, permitindo que o processador aproveitasse a banda ociosa no barramento com a memória para carregar instruções e dados que possuem uma grande probabilidade de serem utilizadas nos ciclos seguintes. Com isso, o número de ciclos de processamento perdidos foi reduzido, resultando em um pequeno ganho.
Outro pequeno avanço é um aumento nos endereços disponíveis no TLB (Translation Lookaside Buffer). O TLB é uma pequena área de memória que armazena os endereços necessários para que o processador possa buscar dados na memória RAM, caso os mesmos não sejam encontrados nos caches. O processador não tem como armazenar diretamente todos os endereços da memória RAM, pois são realmente muitos. Ao invés disso, são armazenados apenas os mais usados.
O problema é quando o processador precisa acessar uma informação qualquer na memória RAM, cujo endereço não está carregado no TLB. Perde-se uma verdadeira eternidade, pois primeiro será preciso carregar o endereço, para só depois fazer o já lento acesso à memória. O aumento no número de endereços disponíveis no TLB diminui a possibilidade destas "tragédias", permitindo mais um pequeno ganho de desempenho.
Foi incluído ainda um diodo térmico, cuja função era proteger o processador, desligando o sistema quando ele atingia uma certa temperatura limite. O diodo não evitava a queima caso você ligasse o processador sem o cooler, mas oferecia alguma proteção adicional durante o uso normal do sistema.
O Palomino trouxe também suporte a multiprocessamento, possibilitando o lançamento do Athlon MP e das primeiras placas dual-Athlon, como a Tyan Tiger MPX. O Athlon MP era mais caro e operava a freqüências mais baixas que as versões domésticas (as versões iniciais operavam a apenas 1.0 e 1.2 GHz), de forma a garantir a estabilidade do sistema em conjunto com o segundo processador. Apesar disso, ele oferecia um desempenho muito bom em aplicativos profissionais e servidores em geral.
Inicialmente, o core Palomino foi utilizado na fabricação do Athlon MP e em uma versão mobile do Athlon (chamada de "Mobile Athlon 4"), que utilizava a versão inicial do PowerNow, o sistema de gerenciamento de energia que, mais tarde, viria a ser incluído no Athlon 64.
Quando chegou a hora de lançar as versões destinadas a PCs domésticos, a AMD chegou a ameaçar usar o nome "Athlon 4", mas depois mudou de idéia e resolveu apelar para a marca "Athlon XP". Oficialmente o "XP" vem de "Extreme Performance", mas na época pareceu óbvio que a idéia era pegar carona no esforço de marketing da Microsoft feita em torno do Windows XP.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
PAN
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Personal Area Network. Este termo começou a ser usado pelos fabricantes a partir do anúncio do Bluetooth, uma tecnologia de redes sem fio que teoricamente permitirá interligar em rede todo tipo de periférico. Uma PAN seria então uma rede pessoal, formada entre os aparelhos que carregamos, como celulares, palms, pagers, fones de ouvido e microfones, etc. Interligar todos estes periféricos permitiria o uso de recursos interessantes, como por exemplo surfar na Web no Palm usando a conexão do celular sem precisar tira-lo do bolso.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03
Pantone
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Veja CMYK
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Parallel ATA
Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03
0Com o advento das interfaces serial ATA, as antigas portas IDE passaram a ser chamadas de Parallel ATA. A diferença entre os dois padrões é que enquanto as interfaces IDE atuais utilizam cabos de 80 vias (sendo que 40 são de dados) e transmitem vários bits de cada vez (transmissão paralela, como a porta LPT da impressora) as interfaces serial ATA transmitem um bit de cada vez (transmissão serial, como as portas seriais da placa mãe). Com isto, são usados cabos de apenas 4 vias e conectores muito menores.
Quando não havia o novo padrão, as interfaces IDE eram chamadas apenas de ATA, mas hoje em dia o mais correto é dizer Parallel ATA, ou ATA paralelo para evitar confusão entre os dois padrões.
Apesar de transmitir apenas um bit por vez, as interfaces serial ATA são mais rápidas que as paralelas: o padrão inicial é capaz de transmitir a 150 MB/s, contra os 100 MB/s das interfaces ATA/100 atuais.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

