Dicionário técnico - O

Índice do dicionário técnico

OC

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Abreviação de overclock, uma técnica que permite aumentar a frequência de operação do processador alterando a frequência de barramento da placa mãe ou, em alguns casos, o multiplicador. Alguns processadores permitem overclocks de até 50% enquanto outros podem tornar-se instáveis mesmo com pequenos overclocks. Apesar de tudo, o overclock é uma técnica cada vez mais usada.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

OCR

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Optical Character Recognition. Tecnologia que permite reconhecer caracteres de texto em imagens, transformando-os em texto editável. A grande maioria dos scanners acompanha pelo menos um programa de OCR, que podem ser usados para obter texto de páginas impressas, substituindo a digitação manual.

O principal requisito de um software de OCR, é oferecer suporte à língua Portuguesa, pois, caso contrário, os caracteres acentuados não serão reconhecidos, fazendo com que o texto apresente muitos erros. Dos programas que testei, o que apresentou melhores resultados foi o OmniPage Pro. Você poderá baixar uma versão de teste deste programa (cerca de 20 MB) em http://www.caere.com.

Além do suporte à língua portuguesa, o OmniPage oferece bons recursos, como a possibilidade de reconhecer texto organizado em colunas (como numa revista) e de manter a formatação original do texto, opções que podem ser configuradas em Tools/Options.

Outro recurso interessante é o analista de linguagem, que analisa o texto comparando-o com palavras da língua para a qual o programa estiver configurado, aumentando a precisão do reconhecimento de caracteres e evitando erros bobos, como trocar "l" por "1". O OmniPage possui também um corretor ortográfico.

Para usar o OCR, você deverá escanear a imagem em preto e branco (não escala de cinza). Geralmente esta opção aparecerá como "OCR Text" na configuração de cores do utilitário do scanner.

As fontes True Type utilizadas pelos editores de texto são gravadas em modo vetorial, uma descrição matemática das curvas e linhas que compõem o caracter. Este recurso permite que o tamanho da fonte seja alterado livremente, sem perda de qualidade. Um programa de OCR atua basicamente comparando os caracteres escaneados com estas fontes gráficas.

Inicialmente, o programa examina a página para mapear os espaços em branco, reconhecendo títulos, colunas, parágrafos e imagens, o que permite manter a ordem correta do texto. Programas de OCR mais avançados, são capazes de manter toda a formatação da página.

O segundo passo, consiste em comparar cada caracter com modelos de fontes suportadas pelo OCR. Havendo uma certa porcentagem de coincidência, o caracter é reconhecido. Como este primeiro processo demanda uma semelhança muito grande entre as fontes e os caracteres digitalizados, muitos acabam não sendo reconhecidos, especialmente caracteres em negrito ou itálico.

Nos caracteres não reconhecidos, é aplicado um segundo processo bem mais minucioso, que consiste em analisar geometricamente cada caracter, calculando a altura, largura, e combinações de retas, curvas e áreas em branco.

Novamente, é usada a lei da probabilidade: um caracter com uma curva em forma de meia lua que continua na forma de uma reta, por exemplo, tem uma grande chance de ser um "d" minúsculo por exemplo. Este segundo processo é muito mais demorado, pois para cada letra é preciso gerar todo um novo conjunto de caracteres gráficos.

Se mesmo com o exame minucioso, não for possível reconhecer o caracter, o programa poderá utilizar um corretor ortográfico para corrigir erros bobos, ou preecher espaços vazios. Com a ajuda do corretor, "Ca1e-se" seria substituído por "Cale-se" e "Paralele#ípe~o" seria alterado para "Paralelepípedo"

Uma última alternativa para reconhecer caracteres ilegíveis, pode ser mostrar individualmente o bitmap de cada caracter não reconhecido e, pedir ao usuário que o substitua pela letra correspondente, ou então, simplesmente, usar um símbolo como ~,% ou # no lugar do caractere para que o usuário possa corrigir o erro manualmente depois.

6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Octeto

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Dentro de uma rede TCP/IP, cada micro recebe um endereço IP único que o identifica na rede. Um endereço IP é composto de uma seqüência de 32 bits, divididos em 4 grupos de 8 bits cada. Cada grupo de 8 bits recebe o nome de octeto.

8 bits permitem 256 combinações diferentes. Para facilitar a configuração dos endereços, usamos então números de 0 a 255 para representar cada octeto, formando endereços como 220.45.100.222, 131.175.34.7 etc. Muito mais fácil do que ficar decorando binários.

Em Portugal onde os termos de informática são sempre traduzidos, o termo octeto é usado no lugar de "byte", já um byte tem 8 bits.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

ODBC

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Open Database Connectivity, padrão criado pela Microsoft que permite que vários bancos de dados, criados por programas diferentes, como o DBASE, Oracle e Microsoft Access possam ser acessados usando uma interface comum, independentemente do formato do arquivo.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

OEL

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Organic Electroliminescent. Uma tecnologia que permite produzir telas semelhantes às de cristal líquido atual, porém com algumas vantagens, como um melhor contraste e um maior ângulo de visão. Pode vir a substituir os monitores de LCD algum dia, caso atraia o interesse dos fabricantes.

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OEM

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Original Equipment Manufacturer, uma empresa que fabrica componentes e os vende a outras empresas, que os usam para montar seus produtos ou os revendem para o consumidor final. Também se refere aos produtos vendidos neste sistema. Um processador OEM é um processador destinado à grandes companias, geralmente vem com um manual resumido, sem embalagem individual e com garantia mais curta, mas em compensação mais barato. Este termo é algumas vezes usado também em relação à softwares que são vendidos em grande quantidade a integradores, que podem ser vendidos apenas junto com um PC novo.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Off-line

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Desconectado da rede.

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Offboard

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Fora da placa. Este termo se refere a componentes, como placas de vídeo, modems, placas de som, rede, etc. que vem na forma de placas de expansão, e não embutidas na placa mãe. A vantagem neste caso é que os componentes podem ser trocados com mais facilidade e aproveitados em futuros upgrades. A desvantagem é o preço.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Ogg Vorbis

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Apesar de ser tão difundido, o formato MP3 é altamente proprietário, propriedade do instituto Fraunhofer and Thomson. No início, tanto os codecs quanto os decoders podiam ser distribuídos de forma mais ou menos livre, o que permitiu que diversos programas incorporassem suporte ao MP3 e o formato se popularizasse rapidamente. Depois de algum tempo começaram a cobrar pelo uso do codec, necessário para gerar os arquivos e atualmente estão cobrando licenças também pelo uso do decoder, necessário para ouvir os arquivos.

Com isto, muitos programas estão deixando de suportar o MP3, ou limitando seu uso, o que já começa a criar muita dor de cabeça aos usuários.

O Ogg é um formato de compressão de áudio open source, disponibilizado sob a licença do BSD, que permite seu uso mesmo em programas comerciais, livre do pagamento de royalties.

O Ogg não apresenta muitas desvantagens comparado ao MP3, pelo contrário, é capaz de gerar arquivos cerca de 25% menores, mantendo a mesma qualidade. Ao comprimir os arquivos é possível escolher um nível de qualidade (como ao salvar uma imagem em JPG) que vai de -1 a 10 em incrementos de 0,1. O nível 2 oferece uma qualidade semelhante à de um arquivo MP3 com 128 kbits de bit-rate gerando arquivos com aproximadamente 750 KB por minuto de áudio. O nível 3 que é o mais usado oferece uma qualidade comparável à de um MP3 de 160 kbits, mas com arquivos bem menores, com aproximadamente 900 KB por minuto.

O Ogg pode ser usado com a maioria dos MP3 players, incluindo naturalmente o Winamp, basta baixar o codec no http://www.vorbis.com

Existem versões para várias plataformas, incluindo Windows, Linux, Mac, OS/2 e BeOS. Está disponível também o encoder que permite gerar arquivos Ogg a partir de arquivos Wav ou MP3. A maioria das distribuições Linux atuais já incluem o Ogg, basta instalar o pacote "oggutils".

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

OLED

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Organic Light Emitting Diode ou diodo orgânico emissor de luz. Esta tecnologia promete telas planas muito mais finas, leves e baratas que as atuais telas de LCD. A idéia é usar diodos orgânicos, compostos por moléculas de carbono que emitem luz ao receberem uma carga elétrica. A vantagem é que ao contrário dos diodos tradicionais, estas moléculas podem ser diretamente aplicadas sobre a superfície da tela, usando algum método de impressão. Acrescentados os filamentos metálicos que conduzem os impulsos elétricos a cada célula, está pronta uma tela a um custo extremamente baixo.

Inicialmente os OLEDs devem ser usados em celulares, palmtops e outros aparelhos com telas pequenas e de baixa densidade, apesar de não estar descartado o uso em monitores no futuro.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

OLGA

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Atualmente, tanto a Intel quanto a AMD (a partir do Athlon XP) utilizam o encapsulamento OLGA em seus processadores, onde é usado um tipo de plástico ultra-resistente e fibra de vidro ao invés de cerâmica. Como o plástico é um material muito mais fácil de trabalhar, é possível produzir um encapsulamento "sob-medida" parta o processador, com um nível de imperfeições reduzido ao mínimo. Estima-se que graças à nova estrutura o Athlon XP será capaz de atingir frequências até 20% maiores do que seria possível com o encapsulamento de cerâmica usado no Athlon Thunderbird.

A Intel já utiliza o OLGA desde o Pentium III Coppermine FC-PGA. O uso de plástico também permite que os processadores sejam "coloridos" ao invés de trazer o roxo dos processadores de cerâmica. O Pentium III e o Pentium 4 são verdes, enquanto o Athlon XP é marrom. O gosto é discutível, mas o novo encapsulamento é um avanço necessário.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

On-Die

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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"No núcleo". É um termo usado em relação ao cache encontrado nos processadores modernos, indicando que ele encontra-se embutido dentro do próprio processador, ao invés de ser externo como nos processadores antigos. Quando se diz que o Pentium III Coppermine tem 256 KB de cache "on-die" estamos reafirmando que o cache encontra-se na mesma pastilha de silício do restante do processador e que graças a isto opera na mesma freqüência que ele.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Onboard

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Significa, literalmente, "na placa". O termo se refere a componentes embutidos na placa mãe, algo cada vez mais comum hoje em dia.

Qualquer PC é composto pelos mesmos componentes básicos: processador, memória, HD, placa-mãe, placa de vídeo e monitor. Essa mesma divisão básica se aplica também a outros aparelhos eletrônicos, como palmtops e celulares. A principal diferença é que neles os componentes são integrados numa única placa de circuito (muitas vezes no mesmo chip) e são utilizados chips de memória flash no lugar do HD.

Antigamente, a placa-mãe funcionava apenas como um ponto central, contendo os slots e barramentos usados pelos demais componentes. Além do processador e pentes de memória, era necessário comprar a placa de vídeo, placa de som, modem, rede, etc. Cada componente era uma placa separada.

Com a integração dos componentes, a placa-mãe passou a incluir cada vez mais componentes, dando origem às placas "tudo onboard" que utilizamos atualmente (existem placas que já vêm até com o processador e chips de memória!). Isso permitiu que os preços dos PCs caíssem assustadoramente, já que, com menos componentes, o custo de fabricação é bem menor. Para quem quer mais desempenho ou recursos, é sempre possível instalar placas adicionais, substituindo os componentes onboard.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

OnLive

Por Carlos Morimoto e Julio Monqueiro em 6 de outubro de 2010 às 16h07

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Com o crescimento na demanda por computação em nuvem, não é de se estranhar que ela finalmente tenha chegado aos jogos. Não estou me referindo a jogos 2D em Flash ou Java, como já temos a mais de uma década, mas sim a títulos como o Assassin's Creed 2, Batman: Arkham Asylum ou o Borderlands executados remotamente em um sistema de terminal server, oferecido pela OnLive.

A ideia básica da plataforma é permitir que os jogos sejam rodados em PCs de configuração modesta, bem como em netbooks, tablets, WebTVs e até mesmo em smartphones, usando uma malha de servidores remotos, que executam o jogo e um cliente local que funciona como um terminal burro, monitorando o teclado e mouse e exibindo os quadros pré-renderizados. Se você alguma já acessou alguma vez uma seção remota com som em um servidor WTS ou FreeNX, vai logo perceber que o conceito é exatamente o mesmo.

O OnLive funciona como uma loja-online, similar ao Steam, onde você pode comprar o acesso aos jogos (os preços não são muito diferentes dos do Steam), ou rodar demos. Uma das principais diferenças é que existe também a opção de alugar os jogos, pagando 5 ou 10 dólares por alguns dias de acesso.

O sistema permite rodar os jogos a até 1280x768, com cerca de 15 frames por segundo, sincronizados com a atualização da tela. Está longe de ser similar a jogar em um PC de configuração adequada, mas (para quem está nos EUA, fisicamente próximo a um dos servidores) funciona moderavelmente bem.

Como o grande problema do serviço é a latência, o serviço oferece servidores em vários locais, conectando cada usuário ao servidor mais próximo. Para que tudo funcione satisfatoriamente, é necessário ter uma conexão de banda larga de pelo menos 5 megabits, em um provedor que ofereça uma boa intercomunicação com a AT&T, que fornece os links de conexão.

A OnLive também oferece o modo de jogo via Wi-Fi, ainda em fase beta. O serviço, disponível para usuários de Mac e Windows, necessitava antigamente de uma rede cabeada para transmitir os jogos sem lags, mas agora está otimizado para solucionar questões de interrupções temporárias e outros problemas possíveis em conexões wireless.

Claro que o serviço às vezes dá alguns soluços, mas nada muito aquém do que o oferecido pela rede com fios. Vale lembrar também que um fator importante é a área de alcance: quanto mais o usuário se distancia, maiores os lags no jogo, e o serviço pode entrar em pausa por até cinco minutos para aguardar um sinal mais forte.

Para usar o beta é necessário conexão à Internet de alta velocidade, de pelo menos 3 Mbps ou melhor, bem como boa conexão à rede wireless, sendo considerado o ideal Wi-Fi 802.11n. Não é necessário um computador super-rápido, já que o processamento é feito "nas nuvens"; basta que o PC tenha suporte a vídeos 720p.

Como pode imaginar, ele está por enquanto disponível principalmente nos EUA, com expansão para alguns outros países, mas é uma ideia que pode eventualmente checar até aqui. Sem dúvida existe um grande mercado de jogadores ocasionais, mas por outro os desafios técnicos também são grandes, já que o serviço exige a presença de conexões muito rápidas e de acesso de baixa latência (50 ms ou menos) aos servidores, o que no Brasil só seria possível caso instalassem servidores locais em cada um dos estados onde o serviço fosse ser oferecido.

Desde outubro de 2010, a OnLive deixou de cobrar a tarifa mensal para acesso ao portal. Isso significa que agora é possível jogar demonstrações, visualizar clipes de vídeo, trocar mensagens instantâneas e outros recursos da comunidade, gratuitamente e sem a necessidade de se cadastrar um cartão de crédito. Claro que ainda há o pagamento para acesso aos jogos por completo, mas pagar apenas pelo conteúdo que você vai usar faz muito mais sentido. Um 'porém' é que os jogos ainda são "presos" à OnLive: não é possível jogar offline ou instalar o jogo em seu HD, como é de se pressupor.

Sem comentáriosPor Carlos Morimoto e Julio Monqueiro. Revisado 21 de fevereiro de 2011 às 18h58

Opcode

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Dentro do processador, a cada ciclo, antes de serem transmitidos os dados a serem processados, é transmitido o comando correspondente à instrução que deve ser executada, leitura, gravação, soma, etc. Estes comandos, que representam as instruções a serem executadas, são chamados de opcodes, contração de "Operation Code".

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Open Code

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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O mesmo que Open Source.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Open Source

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Programas que tem seu código aberto. Qualquer um pode baixar o código fonte do programa, estudá-lo ou mesmo aperfeiçoá-lo. Open Source não é a mesma coisa que de domínio público. Um programa Open Source continua pertencendo ao seu criador e a quem ajudou no seu desenvolvimento.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

OpenMosix

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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O OpenMosix é uma arquitetura de clusters que roda sobre o Kernel do Linux. Ele permite que vários micros ligados em rede compartilhem seus recursos de processamento, permitido que cada usuário da rede execute suas tarefas mais rápido utilizando os ciclos de processamento livres das outras máquinas. Todos os micros podem continuar sendo utilizados normalmente.

Os clusters OpenMosix são diferentes dos clusters Beowulf pois trabalham com base na distribuição de processos. Ou seja, se você abrir vários programas que utilizem muito processamento, como por exemplo várias instâncias de um programa de compressão de vídeo, o programa se encarregará de distribuí-las entre os micros do cluster de modo que sejam processadas simultâneamente. Se você tem três micros de desempenho semelhante e abre três instâncias do programa, cada um ficaria com uma instância e a tarefa total seria concluída em pouco mais de um terço do tempo original.

Por outro lado, se você quiser executar uma única tarefa, como por exemplo uma única instância do programa de compressão ele poderá no máximo mover a tarefa para um nó mais rápido, mas não dividí-lo (o que seria possível num cluster Beowulf). Outra limitação é que programas que fazem uso intensivo do vídeo (a exibição de um filme em divx por exemplo) ou que manipulam grandes quantidades de dados (um programa de gravação de CDs por exemplo) sempre rodarão na máquina local, ou apresentarão um desempenho sofrível caso você os obrigue a migrar para outro nó do cluster.

A instalação do OpenMosix é relativamente complicada, pois quase sempre envolve baixar um patch e recompilar o kernel ativando o suporte a ele. Mas, depois de instalado ele trabalha de forma quase automática. Você pode obter mais detalhes no: http://openmosix.sourceforge.net

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Opera

Por Carlos E. Morimoto em 3 de janeiro de 2006 às 20h57

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Web browser desenvolvido pela Opera Software ASA, empresa norueguesa fundada em 1995. Ele atualmente concorre no mercado com o Firefox e o Internet Explorer da Microsoft.

Ele é multi-plataforma, roda em Linux, Windows, Mac, Solaris, entre outros, além de ser portado também para diversos celulares e PDA's.

Tem interface fácil de usar, é um navegador leve, suporta abas como no Firefox, possui leitor de e-mail, gerenciador de download, gerenciador de senhas, sistema de busca, filtro de cookies, oferece proteção contra ataques de phishing, entre outros recursos.

Você pode conferir mais características do Opera no site do projeto: http://www.opera.com/.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 3 de janeiro de 2006 às 20h57

OPS

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Abreviação de operation, ou operação. Em informática, este termo é muito usado em relação aos processadores, descrevendo por exemplo, quantas operações são realizadas por ciclo.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Opteron

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Veja: Athlon 64, x86-64

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Opti-Jack

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Este é um conector para cabos de fibra óptica bem mais compacto que os conectores duplex SC. Apesar do tamanho reduzido, a preparação dos cabos continua sendo razoavelmente complicada. É preciso separar e cortar os cabos de fibra, lixa-los adequadamente e depois crimpá-los usando um alicate próprio. Você pode encontrar um manual de instalação em: http://www.panduitncg.com/products/pn107.pdf

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Orange Book

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Este é o conjunto de especificações para CDs graváveis e CDs regraváveis. Trás vários recursos úteis para a gravação de CDs, como por exemplo, a possibilidade de gravar CDs multisessão, ou seja, ao invés de gravar todo o CD de uma vez e fechar a TOC, é possível gravar alguns arquivos de cada vez, até completar o espaço livre do CD. A TOC é deixada em aberto, e fechada apenas quando o espaço livre do CD se esgota. Tenha em mente alguns drives de CD-ROM, especialmente os antigos não conseguem ler CDs multisessão.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03

Orleans

Por Carlos E. Morimoto em 8 de agosto de 2007 às 15h51

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O Orleans é a sétima versão do Athlon 64, sucessor do ClawHammer, Newcastle, Winchester, Venice, Manchester e San Diego.

O Orleans é mais um core fabricado utilizando a técnica de 0.09 micron. Apesar disso, ele traz três vantagens sobre os anteriores. A primeira é o suporte ao soquete AM2 (e o consequente suporte a memórias DDR2), utilizado por todos os modelos. A segunda é o suporte ao AMD-V (também chamado de "Pacifica"), um sistema de virtualização muito similar ao Intel-VT (assim como o Intel-VT, o AMD-V pode ser utilizado para melhorar o desempenho de virtualizadores como o VMware e o Xen). A terceira é uma série de otimizações e o uso de uma tensão mais baixa, que reduzem o TDP de 89 watts (no Venice 3800+) para apenas 62 watts em todos os modelos do Orleans.

O Orleans foi utilizado nos modelos 3000+ (1.8 GHz, 512 KB, soquete AM2), 3200+ (2.0 GHz, 512 KB, soquete AM2), 3500+ (2.2 GHz, 512 KB, soquete AM2), 3800+ (2.4 GHz, 512 KB, soquete AM2) e 4000+ (2.6 GHz, 512 KB, soquete AM2).

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de agosto de 2007 às 15h51

OS

Por Carlos E. Morimoto em 26 de junho de 2005 às 22h03

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Abreviação de Operational System ou, Sistema Operacional, em Português.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26 de junho de 2005 às 22h03