Dicionário técnico - M
Índice do dicionário técnico
Mac
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Macintosh Computer. Desenvolvido pela Apple, foi em 84 o primeiro micro doméstico a usar interface gráfica e mouse. A arquitetura continua evoluindo até hoje, sendo a principal concorrente dos micros PC. O símbolo adotado pela Apple é a famosa maçã vermelha. Por sinal, Macintosh é mesmo o nome de uma espécie de maçã encontrada no Canadá.
O Macintosh original era chamado apenas de Macintosh (ou Mac para os íntimos) sem nenhuma designação visível de modelo. A configuração original vinha com 128 KB de RAM, um processador Motorola 68000 de 8 MHz com desempenho relativo de 0.7 Mips, um drive de disquete que usava discos de 400 KB e um monitor mono (apenas 1 bit de cor, os pontos eram brancos ou pretos, sem escala de cinza) de 9 polegadas com resolução de 512 x 342.
Este modelo ainda não vinha com HD, parte do sistema operacional era carregado a partir de uma ROM de 64 KB e o restante a partir de um disquete. Aplicativos adicionais podiam ser carregados a partir de disquetes ou de um HD opcional.
Era possível instalar um segundo drive de disquetes através de uma porta de expansão externa, o que se tornou um upgrade bastante popular, pois apesar de ser possível ejetar o disquete do sistema operacional para salvar arquivos em outro disquete, isso atrapalhava bastante, pois enquanto o disquete do sistema estivesse fora do drive não era possível abrir outros programas.
O sistema operacional era multitarefa, mas não era possível carregar mais de um aplicativo por vez, pois a memória RAM era um artigo excesso e ainda não existia memória swap. A multitarefa foi implementada de forma utilizável apenas a partir do Macintosh 512k lançado em Setembro de 84.
O Mac não usava memória de vídeo separada, ao invés disso 21 kb da memória RAM eram reservados para o vídeo, o que deixava o sistema com apenas 107 kb disponíveis, podemos dizer que o Macintosh foi o primeiro computador com vídeo onboard roubando memória do sistema :-P. Para minimizar isso, o Mac OS 1.0 usava uma série de truques para que os programas utilizassem diretamente os dados armazenados na ROM, sem precisarem ser completamente carregados na memória RAM.
O Mac original já vinha com o MacOS 1.0 e usava o tradicional mouse de um botão como principal interface. Esta configuração era bem superior à dos PCs da época, que usavam o 8088 de 4.77 MHz e vinham com apenas 64 KB de RAM e monitores MDA (antecessor do CGA que só exibia texto) além do processador trabalhar a quase o dobro do clock, o acesso à memória RAM era feito através de um barramento de 16 bits (o 8088 era um processador de 16 bits, mas acessava a memória a 16 bits), o que fazia com que o Mac fosse quase 3 vezes mais rápido.
Infelizmente, o Mac era mais caro que os PCs da época, o modelo mais básico custava US$ 2500 que correspondem a pouco mais de US$ 5000 em valores corrigidos.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Mac (endereço)
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Media Access Control. É um endereço de 24 bits, diferente em cada placa de rede. O endereço Mac é gravado na própria placa, e (teoricamente) não pode ser alterado. Este endereço é diferente do endereço TCP/IP ou qualquer outro endereço utilizado pelo protocolo de rede. Além dos 24 bits que formam o endereço único da placa de rede, existem mais 24 bits destinados ao código do fabricante, totalizando 48 bits.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Mac II
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0A segunda geração dos Macs foi inaugurada em março de 87. A principal diferença entre o Mac II e os modelos anteriores é a possibilidade de expansão. Nos primeiros modelos não haviam portas de expansão, os upgrades era feitos ou trocando diretamente os chips de memória ou processador, ou trocando diretamente toda a placa mãe, o que sempre acabava saindo caro.
O Mac II era algo mais próximo de um PC: tinha 6 slots de expansão e 4 slots de memória vazios reservados para upgrade. Eram suportados módulos SIMM de até 16 MB, mas como nos 386 da época a opção mais popular eram os módulos de 1 MB, que eram relativamente acessíveis. Originalmente o Mac II vinha com 1, 2 ou 4 MB de RAM onboard, com 4 módulos de 1 MB chegava-se a 6 ou 8 MB que eram um luxo para a época.
A configuração mais simples, com 1 MB de memória e drive de disquete de 800 KB custava na época de lançamento US$ 3900, enquanto uma configuração mais encorpada, com 2 MB de RAM e HD de 40 MB saía por US$ 5500.
O alto custo do Mac II foi o principal motivo para a enorme sobrevida do Mac Plus, de fato o Mac II foi descontinuado em Janeiro de 1990, enquanto o velho Mac Plus se manteve em produção até Outubro do mesmo ano.
O Mac II foi ainda o primeiro Mac a vir com um monitor colorido "de fábrica". A placa de vídeo original desenvolvida pela Apple suportava 640x480 com 256 cores, mas logo começaram a surgir no mercado placas com suporte a até 24 bits de cor e resoluções mais altas. Vale lembrar que em 87 os PCs mais avançados eram 386's AT (com barramento de 16 bits) e placas de vídeo EGA de 640x350 e 64 cores. Foi a partir desta época que os Macs começaram a ser adotados em massa por profissionais da área gráfica, a superioridade neste campo era realmente inquestionável.
Assim como o Mac Plus, o Mac II era capaz de rodar o Mac OS até a versão 7.55, mas era mais comum o uso do MacOS 6 ou anteriores, que eram mais leves.
O Mac II foi sucedido por dois modelos atualizados, o Mac IIx (lançado em 88) e o Mac IIfx (lançado em 90, pouco depois do Mac II original sair de linha).
O Mac IIx veio com um processador 64030 de 16 MHz e o Mac IIfx com um 64030 de 40 MHz. Ambos suportavam pentes de memória de até 32 MB, suportando um total de até 128 MB. Lembre-se que em 1990 a memória RAM custava cerca de US$ 100 por megabyte, por isso os Macs com mais de 8 ou 16 MB eram muito raros. O Mac IIfx foi descontinuado apenas em Abril de 1992, quase um ano depois do lançamento do PowerBook e do Quadra.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Mac LC
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Este foi um Mac de baixo custo, desenvolvido para substituir o Mac Plus. Ele foi lançado em Outubro de 1990, no mesmo dia em que foi anunciada a aposentadoria do Mac Plus.
O LC foi desenhado para ser um "entry level" do Mac II, mas sem competir diretamente com os modelos mais caros. Ele vinha de fábrica com 2 MB de RAM e um HD de 40 MB por apenas US$ 2400, menos da metade do preço de um Mac IIfx topo de linha.
O processador usado era um 64020 de 16 MHz, o mesmo usado no Mac II original, mas em compensação estavam disponíveis apenas dois slots de expansão de memória e com suporte a módulos de no máximo 4 MB, o que limitava os upgrades a um máximo de 10 MB. Foi usando ainda um monitor mais barato, de 12 polegadas e resolução de 512x382 e 256 cores. Estava disponível um upgrade de vídeo, que permitia usar um monitor de 640x480 tradicional.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Mac Plus
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Lançado em Janeiro de 1986 o Mac Plus foi o sucessor do Macintosh 512k. Ele manteve o processador 68000 de 8 MHz e o monitor mono de 9", mas vinha com 1 MB de RAM e drive de disquete de 800 KB (double sided, o drive já usava as duas faces do disquete, armazenando 400 KB por face). Este foi ainda o primeiro Mac a usar uma porta SCSI externa e suportava um upgrade de memória para 2 ou 4 MB. Parte da memória RAM (até 128 Kb) podia ser usada para fazer cache de disco, o que melhorava consideravelmente o desempenho do HD.
O Mac Plus se tornou tão popular que foi descontinuado apenas em Outubro de 1990, totalizando 4 anos e 10 meses à venda nas lojas. Durante este tempo todo surgiram várias opções de upgrade, entre as opções mais populares estavam o Mac Performer e o Mac Performer Pro, upgrades de processador que substituíam o cansado 68000 por um 68030 de 16 MHz ou 32 MHz.
O Mac Plus era capaz de rodar do MacOS 3.3 (que vinha originalmente instalado) até o MacOS 7.5.5.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Mac Portable
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0O Mac Portable foi a primeira tentativa da Apple de construir um computador portátil. Ele foi lançado em Setembro de 1999 e custava US$ 7300 com drive de disquetes, 1 MB de RAM (expansível até 9 MB usando dois módulos de 4 MB), HD de 40 MB e tela mono de 640x400 (apenas 1 bits de cor, como no Mac original). O processador usado era um 68000 de 16 MHz.
A autonomia das baterias era boa, de quatro a dez horas de uso contínuo (as dez horas eram atingidas apenas ao desconectar o HD) e as baterias não tinham efeito memória, pois a Apple optou por usar baterias de chumbo (como as usadas nos no-breaks atuais) ao invés de baterias NiCad, que reduziriam consideravelmente o peso do aparelho.
O peso foi justamente o maior problema do Mac Portable, ele pesava nada menos que 7 Kg, o que o coloca entre os mais pesados portáteis da história.
Em Fevereiro de 91 foi lançada uma segunda versão, que vinha com backlight e 2 MB de memória expansíveis para 8 MB através de um cartão. Esta segunda versão teve uma vida curta, saindo de linha em Outubro do mesmo ano para dar lugar ao PowerBook, lançado no mesmo mes.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Mac PowerBook 100
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0O PowerBook 100 foi o sucessor do Mac Portable, uma verdadeira revolução, pois custava um terço do preço (US$ 2500) e era ao mesmo tempo três vezes mais leve (2.2 Kg).
Este milagre foi obtido através de várias mudanças no projeto. Em primeiro lugar, a tela de matiz ativa do Portable foi substituída por uma tela de matiz passiva um pouco menor, de 9 pelegadas (contra 9.8" da tela do portable); a resolução de 640x400 com 1 bit de cor foi mantida.
O Portable usava um HD de 3.5" de 40 MB, que foi substituído por um HD menor, de 2.5" e apenas 20 MB. O drive de disquetes foi removido e passou a ser vendido como uma opcional externo por US$ 200. Várias melhorias no projeto reduziram o consumo elétrico para menos da metade do que era no Portable. Isso permitiu reduzir drasticamente o tamanho das baterias, para algo em torno de um oitavo do original e mesmo assim manter uma autonomia de 1:30 a duas horas.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Mac Quadra
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0O Quadra encerra a primeira geração dos Macs, baseados em variações do 64000. Aqui no Brasil estes modelos são mais conhecidos sob a marca "Performa". Os Performa são um nome comercial adotado para várias variações do Mac II e do Quadra. O Performa 200 é na verdade o Mac Classic II, enquanto o Performa 630 corresponde ao Quadra 630 mas usando um chip 68LC040, contra o 68040 do Quadra. O 68LC040 foi uma versão de baixo custo, sem o coprocessador aritmético, algo semelhante ao 486SX lançado pela Intel. Apesar disso as placas usadas eram as mesmas, permitindo a troca direta do processador.
Existiram muitas variações do Quadra. O primeiro modelo foi o Quadra 700 lançado em Outubro de 1991. Ele utilizava um chip 84040 de 25 MHz, 4 MB de RAM expansíveis para até 68 MB (4 pentes de 16 MB) e cache L2 opcional, este foi também o primeiro Mac a vir com uma placa de rede Ethernet integrada, ainda usando o conector AAUI desenvolvido pela Apple.
O Quadra 630 foi o último modelo da série, lançado em Julho de 1994, nesta época os preços já haviam caído consideravelmente, o modelo mais básico com 4 MB de RAM custava apenas US$ 1200.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Macintosh 128k e Macintosh 512k
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Depois do Mac original, chamado apenas de "Macintosh", a Apple lançou um modelo atualizado, com 512 KB de memória RAM. Para diferencia-lo do primeiro, a Apple passou a chama-lo de Macintosh 512k. O modelo antigo continuou sendo vendido até Outubro de 1985 como uma opção de baixo custo e passou a ser chamado de Macintosh 128k.
Pouco tempo depois foi lançado o Mac Rescue, uma placa de expansão que ampliava os 128 ou 512k de memória para 4 MB (algo assustador para a época) e dava "de brinde" um ramdisk de 2 MB para armazenamento de arquivos e programas. O Mac já utilizava um recurso de hibernação, de forma que muita gente nunca desligava o aparelho, apenas o colocava pra dormir, preservando os dados do ramdisk. Embora fosse um upgrade muito bem vindo, o Mac Rescue não foi muito popular, era simplesmente caro demais.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
MacOS
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0O MacOS 1.0, lançado em Janeiro de 1984, era inovador vários pontos de vista. Ao contrário do MS-DOS ele já utiliza interface gráfica e mouse, o que o tornava muito mais fácil de ser operado. O MacOS continuou evoluindo e incorporando novos recursos, mas sempre mantendo a mesma idéia de interface "user friendly".
Já estamos por sinal, na décima versão do MacOS, o MacOS X. Atualmente, é possível rodar as versões antigas do MacOS mesmo num PC, usando emuladores como o vMac (http://leb.net/vmac/) e o SoftMac (http://www.emulators.com/).

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
MacOS X -
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0O MAC OS X foi provavelmente a versão do MAC OS mais aguardada da história. A principal vantagem do OS X sobre as versões anteriores é ser o primeiro MAC OS trazer multitarefa preemptiva.
A multitarefa preemptiva, que existe no mundo PC desde o Windows 95 e OS/2, permite o próprio sistema operacional controle as área de memória ocupadas pelos aplicativos e gerencie o tempo de processamento que cada um poderá utilizar. Isto torna o sistema mais estável, evitando que um aplicativo mal escrito possa travar o sistema, melhora perceptivelmente o desempenho ao se usar mais de um aplicativo e evita que o sistema pare ao salvar um arquivo ou formatar um disquete por exemplo. Além da multitarefa preemptiva, o OS X traz uma nova Interface, a Aqua, e é capaz de os softwares escritos para os sistemas operacionais anteriores numa área protegida da memória RAM.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Macro-fusion
Criado 8/ago/2007 às 19h19 por Carlos E. Morimoto
0Uma das melhoras mais significativas do Core 2 Duo em relação aos processadores Intel anteriores é o Macro-fusion, recurso que permite que diversos pares de instruções comuns sejam combinados em uma única instrução, em vez de serem processados separadamente. Isto causa um efeito cascata, economizando espaço nos buffers, economizando processamento no agendador de instruções (scheduler), e assim por diante, resultando num ganho bruto de até 11%.
O Conroe possui 3 decodificadores de instruções simples e mais um decodificador de instruções complexas, 4 no total. Graças ao Macro-fusion, uma grande quantidade de instruções são combinadas (um par em cada 10 instruções, segundo os engenheiros da Intel), permitindo que em quase metade dos ciclos sejam decodificadas 5 instruções. O Athlon 64 possui apenas 3 decodificadores, capazes de lidar tanto com instruções simples (as mais comuns), quanto com instruções complexas. Isso significa que, na maior parte do tempo, os 4 decodificadores do Conroe levam uma grande vantagem, mas em alguns aplicativos que utilizem predominantemente instruções complexas, o Athlon 64 se sair melhor.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8/ago/2007 às 19h19
Madison
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Este é o nome da terceira geração do Intel Itanium, sucessor do McKinley, que trará como principal novidade o uso de uma arquitetura de 0.13 mícron, que permitirá ao chip superar a barreira dos 2.0 GHz e ao mesmo tempo incorporar um cache L3 de nada menos que 6 MB, integrado ao próprio waffer do processador. O Madison será lançado em algum ponto de 2003 e utilizará o mesmo encaixe que o McKinley, embora a compatibilidade com as antigas placas mãe não esteja garantida devido à mudanças na sinalização do processador.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Magneto óptico
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Atualmente, a maioria das mídias de armazenamento de dados utilizam magnetismo (como os HDs e disquetes) ou Laser (CD-ROMs e DVD) para armazenar os dados. Os drives magneto ópticos por sua vez, combinam as duas tecnologias. O laser é usado para aumentar a precisão da leitura e gravação, permitindo aumentar a densidade, ao mesmo tempo que esquenta a superfície a ser gravada, mas a gravação de dados propriamente dita é feita usando magnetismo. Os primeiros drives magneto ópticos surgiram no início da década de 90, armazenando 25 MB por disco, enquanto os atuais armazenam entre 100 MB e alguns gigabytes. Existem por enquanto várias aplicações isoladas, mas esta tecnologia pode vir a tornar-se mais popular quando for estabelecido um padrão para a indústria.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Mainframe
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Este termo foi usado durante muito tempo em relação a grandes servidores, que controlavam centenas ou milhares de terminais burros. Mesmo atualmente, os mainframes continuam em moda, com vários processadores vários gigabytes de memória RAM, etc. Mas, ao invés de servirem terminais burros, estes mainframes são usados como servidores Web, ou em tarefas que demandam muito processamento.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Malware
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Malicious Software, software malicioso. Corresponde a programas criados com a intenção de invadir sistemas, ou causar algum tipo de dano. Exemplos são trojans, vírus, backdoors, etc.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
MAN
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Metropolitan Area Network. Uma rede que abrange uma cidade inteira. Veja também LAN e WAN
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Man Pages
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Estas são as páginas de ajuda, encontradas na maior parte das distribuições do Linux. Se você tiver dúvida sobre como usar o comando "mount" por exemplo, basta digitar, "man mount". O mesmo recurso pode ser usado com relação à qualquer outro comando, sempre que precisar de ajuda.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Manchester
Criado 8/ago/2007 às 16h42 por Carlos E. Morimoto
0O Athlon 64 X2 é a versão dual-core do Athlon 64.O Manchester, lançado em maio de 2005 é justamente a primeira versão do Athlon 64 X2
Ele era fabricado usando uma técnica de 0.09 micron, com 512 KB de cache L2 por core (1 MB no total) e suporte às instruções SS3. A versão mais lenta tinha metade do cache L2 desabilitado, de forma a aproveitar os cores com defeitos no cache.
O Manchester foi usado nos Athlon 64 X2 3600+ (2.0 GHz, 2x 256 KB, soquete 939), 3800+ (2.0 GHz, 2x 512 KB, soquete 939), 4200+ (2.2 GHz, 2x 512 KB, soquete 939) e 4600+ (2.4 GHz, 2x 512 KB, soquete 939)
O soquete 939 foi originalmente desenvolvido para uso em conjunto com o Athlon FX; o Manchester foi o primeiro processador Athlon X2 a utilizá-lo. A principal vantagem do soquete 939 em relação ao 754 é o suporte a dual-channel. Mais tarde, o soquete 939 foi aposentado em favor do soquete AM2, que trouxe suporte a memórias DDR2.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16/set/2010 às 14h57
Manila
Criado 8/ago/2007 às 17h05 por Carlos E. Morimoto
0O Manila é a terceira versão do Sempron baseado no Athlon 64. A primeira foi o Paris (ainda produzido usando uma técnica de 0.13 micron) e a segunda foi o Palermo.
O core Manila, ainda era fabricado usando a técnica de 0.09 micron, mas agora contava com suporte ao soquete AM2. Ao contrário dos Palermos, todos os Manilas incluem suporte às instruções de 64 bits e SSE3, mas o Cool'n'Quiet é suportado apenas versões 3200+ em diante.
O core Manila foi usado nas versões 2800+ (1.6 GHz, 128 KB, soquete AM2), 3000+ (1.6 GHz, 256 KB, soquete AM2), 3200+ (1.8 GHz, 128 KB, soquete AM2), 3400+ (1.8 GHz, 256 KB, soquete AM2), 3500+ (2.0 GHz, 128 KB, soquete AM2), 3600+ (2.0 GHz, 256 KB, soquete AM2) e 3800+ (2.2 GHz, 256 KB, soquete AM2). Como de praxe, as versões de 256 KB oferecem um desempenho sensivelmente superior na maior parte dos aplicativos, por isso devem ser preferidas na hora da compra. O consumo do 3600+ quando em full-load beira os 60 watts, mas com o Cool'n'Quiet ativado, ele cai para pouco mais de 6 watts quando o processador está ocioso, ou seja, na maior parte do tempo.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8/ago/2007 às 17h05
Mapear
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Numa rede é o processo de selecionar manualmente uma unidade de disco, impressora ou outro recurso de rede compartilhado que será acessado pelo sistema. Ao selecionar a função "mapear uma unidade de rede" dentro do Windows por exemplo você deverá indicar uma unidade de disco compartilhada por outra máquina que passará a ser acessada como um disco local.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Máscara de sub-rede
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
11Este é um parâmetro na configuração do protocolo TCP/IP (independentemente do sistema operacional usado). Ao contrário do endereço IP, que é formado por valores entre 0 e 255, a máscara de sub-rede é formada por apenas dois valores: 0 e 255, como em 255.255.0.0 ou 255.0.0.0. onde um valor 255 indica a parte endereço IP referente à rede, e um valor 0 indica a parte endereço IP referente ao host.
A máscara de rede padrão acompanha a classe do endereço IP: num endereço de classe A, a máscara será 255.0.0.0, indicando que o primeiro octeto se refere à rede e os três últimos ao host. Num endereço classe B, a máscara padrão será 255.255.0.0, onde os dois primeiros octetos referem-se à rede e os dois últimos ao host, e num endereço classe C, a máscara padrão será 255.255.255.0 onde apenas o último octeto refere-se ao host.
11 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17/jun/2009 às 05h27
Master
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Veja: Slave
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
Master File Table
Criado 22/ago/2007 às 14h34 por Carlos E. Morimoto
0Assim como no sistema FAT, no NTFS são incluídas várias estruturas lógicas no HD. Apesar da idéia ser basicamente a mesma, estas estruturas são bem diferentes no NTFS.
A MFT (Master File Table) é a principal estrutura do sistema NTFS, que substitui a FAT, armazenando as localizações de todos os arquivos e diretórios, incluindo os arquivos referentes ao próprio sistema de arquivos. Mas, a forma como este mapeamento é feito difere um pouco do sistema FAT.
Cada entrada de arquivo ou diretório no MFT possui 2 KB, onde são armazenados o nome do arquivo e seus atributos. Sobra então uma pequena área de dados, geralmente de 1500 bytes (pode ser maior ou menor, dependendo do espaço ocupado pelo nome e pelos atributos do arquivo) que é usada para guardar o início do arquivo.
Caso o arquivo seja muito pequeno, ele poderá ser armazenado diretamente na entrada no MFT. Caso contrário, serão armazenados apenas os números dos clusters ocupados pelo arquivo.
Em alguns casos, não é possível armazenar nem mesmo os atributos do arquivo no MFT. Nesse caso, os atributos serão gravados em clusters vagos do HD e a MFT conterá apenas entradas que apontam para eles. Pode parecer estranho que um arquivo possa ter mais de 2 KB só de atributos, mas no NTFS os atributos do arquivo vão muito além dos atributos de arquivo, diretório, oculto, etc. que existem no sistema FAT.
Os atributos do arquivo incluem seu nome, versão, nome MS-DOS (o nome simplificado com 8 caracteres e extensão), mas, principalmente incluem as permissões do arquivo, quais usuários do sistema poderão acessa-lo ou não, e ainda um espaço reservado para auditoria, que permite armazenar informações sobre quais operações envolvendo o arquivo devem ser gravadas para que seja possível realizar uma auditoria, caso necessário.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 22/ago/2007 às 14h34
Matriz Ativa
Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto
0Existem atualmente duas tecnologias de fabricação de telas de LCD, conhecidas como matriz passiva (DSTN) e matriz ativa (TFT). As telas de matriz passiva apresentam um angulo de visão mais restrito, e um tempo maior é necessário para a imagem ser atualizada. Enquanto num monitor CRT, um ponto demora cerca de 15 a 20 milessegundos para mudar de cor, num monitor LCD de matriz passiva são necessários entre 150 e 250 milessegundos.
É por isso que é tão difícil enxergar o cursor do mouse na tela de um notebook antigo, ou mesmo rodar programas ou jogos que demandem mudanças rápidas de imagem de uma forma aceitável. A própria imagem nestes monitores apresenta uma qualidade inferior, devido ao baixo contraste. Felizmente os monitores de matriz passiva são encontrados apenas em equipamentos antigos, não sendo mais fabricados atualmente. Os LCDs de matriz ativa, usados atualmente, já apresentam uma qualidade muito superior, com um tempo de atualização de imagem mais próximo do dos monitores CRT, entre 40 e 50 milessegundos. Isto significa entre 20 e 25 quadros por segundo, o que já é suficiente para assistir a um filme em DVD por exemplo, apesar de ainda atrapalhar um pouco nos jogos de ação, onde a imagem é alterada muito rapidamente. Os monitores de matriz ativa também um maior ângulo de visão e contraste maiores, além de serem mais finos e leves.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03
