Dicionário técnico - L

Índice do dicionário técnico

Lag

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Lentidão. Em jogos online, o Lag ocorre quando, devido à uma conexão ruim, um congestionamento do backbone do provedor, etc. o ping de um dos participantes é muito alto, acima de 200 ou 300 milessegundos. Isto prejudica muito a jogabilidade. Normalmente, conexões de banda larga, via cabo ou ADSL, oferecem pings bem mais baixos que as conexões via modem, ajudando a diminuir o problema, mas o ping depende também da localização geográfica dos participantes. É difícil não haver lag jogando com alguém que mora na China por exemplo, pois os pacotes de dados precisarão correr o mundo.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

LAMP

Criado 29/jun/2005 às 18h56 por Carlos E. Morimoto

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Junto com os servidores de e-mail, os servidores Web e FTP são provavelmente os mais comuns. A eles podemos adicionar os servidores DNS, que convertem os nomes de domínio em endereços IP. Ao colocar no ar um servidor com domínio registrado, juntamente com os demais serviços, você precisa configurar o servidor DNS para responder pelo seu domínio.

Nos primórdios da Internet usávamos páginas html estáticas e scripts CGI. O Apache em si continua oferecendo suporte apenas a estes recursos básicos, mas ele pode ser expandido através de módulos, passando a suportar scripts em PHP, acessar bancos de dados MySQL entre inúmeros outros recursos.

O Apache continua fornecendo apenas paginas html estáticas. Sempre que for solicitada uma página em PHP ou outra linguagem, entra em ação o módulo apropriado, que faz o processamento necessário e devolve ao Apache a página html que será exibida. Entram em ação então os gestores de conteúdo e fóruns, que combinam os recursos do PHP com um banco de dados como o MySQL, acessado através dele. A combinação de tudo isso forma a solução que é popularmente chamada de "LAMP" (Linux Apache MySQL PHP).

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LAN

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Local Area Network, ou rede local. Qualquer rede de micros que englobe um pequeno espaço, uma sala, um andar ou mesmo um prédio. Como estas pequenas redes são de longe as mais numerosas atualmente é comum ver o termo LAN usado até mesmo como sinônimo de rede.

O termo LAN era originalmente o nome de uma arquitetura de rede primitiva, desenvolvida pela Datapoint Corp. Durante a década de 70 para uso em seus computadores Datapoint 2200. Este modelo foi lançado no início da década de 70 (não tenho informações sobre o ano exato) e foi descontinuado em 1979. O modelo mais avançado vinha com 64 KB de memória, um processador Intel 8008 (1 MHz?) e era capaz de exibir texto numa resolução de 24 x 16 caracteres. O sistema operacional era carregado a partir de uma fita cassete e o computador podia ser usado como terminal burro de vários modelos de mainframes, uma versatilidade que garantiu o sucesso do modelo dentro de bancos e grandes empresas.

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LAN Parties

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é um dos recentes fenômenos entre os fãs de jogos multiplayer. Ao invés de ficar sofrendo com os lags e as quedas de conexão tão freqüentes nas partidas via Web, cada um pega sua torre, freqüentemente decorada com uma janela, luz de neon pintada com tinta automotiva, etc., seu monitor de 17", teclado e, o mais importante, seu mouse óptico USB de mais de 100 reais e todos se encontram na garagem ou sala de alguém, já preparada com algumas mesas e cabos de rede. Alguém leva alguns refrigerantes (cerveja não é recomendado, pois a partir da segunda lata seus reflexos vão começar a ficar lentos) e salgadinhos e a festa não tem hora pra acabar. Uma garrafa de café também é sempre bem vinda depois das 4 ou 5 da manhã :-)

Não é preciso muito para montar a rede. Um simples hub de 10/100 com 8 ou 16 portas, alguns cabos de rede de tamanhos variados e uma máquina Windows ou Linux compartilhando a conexão para permitir jogos com outros times via Web dão conta do recado. Os PCs só precisam ser configurados para utilizarem a faixa de endereços 192.168.0. ou então obter o IP automaticamente para se conectarem à rede.

Outra opção popular é marcar o encontro numa casa de jogos, assim ao invés de levar o PC todo, cada um só precisa levar o CD do game da vez e seu mouse.

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Landing zone

Criado 24/ago/2007 às 17h05 por Carlos E. Morimoto

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Enquanto o HD está desligado, as cabeças de leitura ficam em uma posição de descanso. Elas só saem dessa posição quando os discos já estão girando à velocidade máxima. Para prevenir acidentes, as cabeças de leitura voltam à posição de descanso sempre que não estão sendo lidos dados, apesar dos discos continuarem girando.

É justamente por isso que às vezes, ao sofrer um pico de tensão, ou o micro ser desligado enquanto o HD está sendo acessado, surgem setores defeituosos. Ao ser cortada a energia, os discos param de girar e é desfeito o colchão de ar, fazendo com que as cabeças de leitura possam vir a tocar os discos magnéticos.

Para diminuir a ocorrência deste tipo de acidente, nos HDs modernos é utilizado um sistema que recolhe as cabeças de leitura automaticamente para a área de descanso quando a energia é cortada (tecnologia chamada de auto-parking). A área de descanso é também chamada de "landing zone" e engloba algumas das trilhas mais centrais do disco, uma área especialmente preparada para receber o impacto do "pouso" das cabeças de leitura. Uma das tecnologias mais populares é a LZT (Laser Zone Texture), uma tecnologia desenvolvida pela IBM, onde um laser é usado para produzir pequenas cavidades ao longo da zona de pouso, que reduzem o atrito com a cabeça de leitura.

Outra técnica consiste em usar "rampas" feitas de material plástico, posicionadas na área externa dos discos, que suspendem as cabeças de leitura, evitando que elas toquem os discos mesmo quando eles param de girar. Esta tecnologia foi inicialmente usada em HDs de notebook, mas recentemente passou a ser usada também nos de 3.5" para desktops. Ela pode parecer simples, mas na verdade exige bastante tecnologia, devido à precisão necessária.

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LAPM

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é um dos dois algoritmos de detecção e correção de erros suportados pelos modems V.42, ou seja, os antiquíssimos modems de 2.400 bips usados na início da década de 90. Usando este protocolo os dados são divididos em frames de 128 bytes cada um. No final de cada frame são incluídos 16 ou 32 bits de CRC (dependendo da configuração), que permitem ao modem na outra ponta verificar a integridade dos dados do frame e corrigir alguns erros simples. A cada 15 frames, ou seja. a cada 1.920 bytes, o modem receptor envia um acknowledgment, ou seja, um pacote especial que confirma o recebimento dos frames e solicita a retransmissão de frames corrompidos, caso necessário.

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Latch

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é o circuito elementar usado na memória RAM, onde cada bit de dados é armazenado por um conjunto de transístor e capacitor. O capacitor se encarrega de manter uma pequena carga elétrica, que representa um bit 1, ou simplesmente manter-se descarregado (bit 0). O transístor por sua vez se encarrega de ler e gravar o bit de dados.

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Latência

Criado 20/set/2007 às 16h08 por Carlos E. Morimoto

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Dentro do disco rígido, os discos magnéticos giram continuamente. Por isso, dificilmente os setores a serem lidos estarão sob a cabeça de leitura/gravação no exato momento de executar a operação. No pior dos casos, pode ser necessária uma volta completa do disco até o setor desejado passar novamente sob a cabeça de leitura.

O tempo de latência é tão importante quanto o tempo de busca. Felizmente, ele é fácil de ser calculado, bastando dividir 60 pela velocidade de rotação do HD em RPM (rotações por minuto), e multiplicar o resultado por 1000. Teremos então o tempo de latência em milissegundos. Um HD de 5400 RPM, por exemplo, terá um tempo de latência de 11.11 milissegundos (o tempo de uma rotação), já que 60 ÷ 5200 x 1000 = 11.11.

Geralmente é usado o tempo médio de latência, que corresponde à metade de uma rotação do disco (assumindo que os setores desejados estarão, em média, a meio caminho da cabeça de leitura). Um HD de 5400 RPM teria um tempo de latência médio de 5.55 ms, um de 7.200 RPM de 4.15 ms e um de 10.000 RPM de apenas 3 ms.

Muitos fabricantes publicam o tempo de latência médio nas especificações ao invés do tempo de busca ou o tempo de acesso (já que ele é menor), o que acaba confundindo os desavisados.

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Latency Time

Criado 20/set/2007 às 16h08 por Carlos E. Morimoto

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Veja: Latência

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LaTex

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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O LaTex é um sistema de edição de textos que vem ganhando popularidade sobretudo na área acadêmica. Existem vários editores LaTex, a grande maioria gratuítos, para vários sistemas, muitos para Linux, alguns para Windows e outros sistemas. Uma vez configurado para aplicar a formatação adequada, o LaTex a aplica automaticamente sobre o texto, permitindo que o autor se concentre no conteúdo do texto, sem se preocupar com a formatação.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

LBA

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Ao longo da evolução dos micros PCs, existiram vários limites de capacidade dos HDs, causados por limitações nos endereços usados pelos BIOS e limitações por parte dos drivers e sistemas operacionais. Instalar um HD IDE de grande capacidade em um micro antigo pode ser bastante frustrante, com o BIOS da placa reconhecendo apenas os primeiros 504 MB ou os primeiros 7.88 GB do HD e o sistema operacional se recusando a carregar depois de instalado.

Estas limitações surgiram devido à falta de visão por parte dos projetistas que desenvolveram o padrão IDE e as instruções INT 13h do BIOS, as responsáveis pelo acesso ao HD. Elas foram originalmente desenvolvidas para serem usadas pelo PC AT (baseado no 286), mas acabaram sendo perpetuadas até os dias de hoje. Naquela época, HDs com mais de 504 MB pareciam uma realidade muito distante, mas a partir do momento em que passamos a ter HDs de 800 MB ou mais, alguma coisa precisava ser feita.

A primeira solução foi o Extended CHS ou modo Large. Este padrão continua com as mesmas limitações da interface IDE e do INT 13, mas usa um pequeno truque para burlar suas limitações.

O BIOS possui mais endereços para as cabeças de leitura (256 contra 16), porém, a interface IDE possui mais endereços para os cilindros (65.536 contra 1024). Usando o modo Large passamos a utilizar um tradutor, um pequeno software integrado ao BIOS, que se encarrega de converter os endereços.

A conversão é feita usando um simples fator multiplicativo: a interface IDE permite mais endereços para o cilindro, mas ao mesmo tempo permite menos endereços para a cabeça de leitura, podemos então aplicar a tradução de endereços dividindo o número de endereços do cilindro e multiplicando os endereços para cabeças de leitura pelo mesmo número. Podem ser usados os números 2, 4, 8 e 16.

Se, por exemplo, instalássemos um drive com uma geometria lógica de 3,068 cilindros, 16 cabeças e 63 setores, usando o fator 4, passaríamos a ter 3.086 / 4 = 767 cilindros, 16 x 4 = 64 cabeças e 63 setores. Com isso os valores ficariam dentro dos limites do BIOS e o HD poderia ser acessado sem problemas.

O modo Large nunca foi muito utilizado, pois logo depois surgiu uma solução bem melhor para o problema, conhecida como modo LBA, contração de "Logical Block Addressing" ou endereçamento lógico de blocos.

A idéia é a seguinte: o padrão IDE reserva 16 bits para o endereçamento do cilindro, 4 bits para o endereçamento da cabeça de leitura e mais 8 bits para o setor, totalizando 28 bits de endereçamento. O modo LBA abandona o endereçamento CHS, com endereços independentes para cilindros, cabeças e setores, passando a adotar um endereço único. Os setores passam então a receber endereços seqüenciais, 0, 1, 2, 3, 4 etc. assim como os clusters no sistema FAT. Os 28 bits de endereçamento permitem então 228 milhões de endereços, o que corresponde a HDs de até 128 GB (137 GB na notação decimal).

Claro que para usar o LBA é preciso que o disco rígido suporte este modo de endereçamento. Felizmente, praticamente todos os HDs acima de 504 MB e todos os HDs atuais suportam o LBA. Na verdade, o modo Large só deve ser usado nos raríssimos casos de HDs com mais de 504 MB, que por ventura não suportem o LBA.

Veja que para endereçar os 128 GB permitidos pelo LBA, é preciso abandonar o uso das instruções INT 13h, o que significa desenvolver novas instruções de acesso à disco para o BIOS. A primeira geração de placas-mãe a utilizar o modo LBA (fabricadas até 1999) ainda estavam presas às instruções INT 13h e por isso continuavam limitadas a HDs de 7.88 GB (8.4 GB decimais). Em muitas das placas fabricadas entre 1998 e 1999 é possível solucionar o problema através de um upgrade de BIOS. O maior problema no caso é encontrar os arquivos de atualização, já que os fabricantes não costumam dar suporte a placas tão antigas.

As placas fabricadas a partir daí, incluem as "INT 13h Extensions", ou seja, extensões para o conjunto original, que permitem bipassar as limitações e acessar HDs de até 128 GB, como previsto pelo padrão IDE.

Naturalmente, não demorou para que este limite também se tornasse um problema. A solução definitiva veio em 2001, juntamente com a introdução das interfaces ATA/100 (ATA-6), onde foi incluída uma extensão para os endereços disponíveis. Passaram a ser usados 48 bits para o endereçamento, no lugar dos 28 anteriores, resultando em uma capacidade de endereçamento 1.048.576 vezes maior. A extensão foi rapidamente adotada pelos fabricantes, de forma que praticamente todas as placas fabricadas a partir do final de 2001 já são capazes de endereçar HDs IDE de grande capacidade normalmente.

Note que estas limitações aplicam-se apenas a HDs IDE. Elas não existem no caso de HDs SCSI e SATA, que utilizam padrões diferentes de endereçamento.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

LCD

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Os monitores de cristal líquido que estão tornando-se cada vez mais comuns. Os monitores LCD trazem várias vantagens sobre os monitores CRT, apesar de também possuírem algumas desvantagens, destacando o fato de custarem pelo menos o dobro que um monitor CRT equivalente.

Colocando lado a lado um monitor LCD e outro CRT, a primeira diferença que salta à vista é justamente o tamanho. Os monitores de cristal são muito mais finos que os tradicionais, o que explica seu uso em computadores portáteis. No caso de um micro de mesa as vantagem neste caso não é tão evidente, mas de qualquer modo temos alguma economia de espaço sobre a mesa.

Outra vantagem dos monitores LCD, é o fato de possuírem uma tela realmente plana, o que elimina as distorções de imagem causadas pelas telas curvas dos monitores CRT, e aumenta a área útil do monitor, já que não temos espaços desperdiçados nos cantos da imagem.

Um monitor LCD de 14 polegadas possui uma área de exibição maior do que um CRT de 15 polegadas, enquanto que num LCD de 15 polegadas a área é quase equivalente a um monitor tradicional de 17 polegadas.

Os monitores de cristal líquido também gastam menos eletricidade. Enquanto um monitor tradicional de 14 polegadas consome por volta de 90 W, e um de 17 polegadas por volta de 110 W, um LCD de 15" dificilmente ultrapassa a marca dos 35W. Outra vantagem é que estes monitores emitem uma quantidade muito menor de radiação nociva (praticamente nenhuma em alguns modelos) o que os torna especialmente atraentes para quem fica muito tempo em frente ao monitor diariamente.

Finalmente, nos monitores de cristal líquido não existe flicker, pois ao invés da imagem ser formada pela ação do feixe de elétrons, como nos monitores CRT, cada ponto da tela atua como uma pequena lâmpada, que muda sua tonalidade para formar a imagem. O termo "refresh rate" não se aplica ao monitores de cristal líquido, pois neles a imagem é sempre perfeita.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

LDAP

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Lightweight Directory Access Protocol. Este é um protocolo de rede que roda sobre o TCP/IP que permite organizar os recursos de rede de forma hierárquica, como uma árvore de diretório, onde temos primeiramente o diretório raiz, em seguida a rede da empresa, o departamento e por fim o computador do funcionário e os recursos de rede (arquivos, impressoras, etc.) compartilhados por ele. A árvore de diretório pode ser criada de acordo com a necessidade.

Uma das principais vantagens do LDAP é a facilidade em localizar informações e arquivos disponibilizados. Pesquisando pelo sobrenome de um funcionário é possível localizar dados sobre ele, como telefone, departamento onde trabalha, projetos em que está envolvido e outras informações incluídas no sistema, além de arquivos criados por ele ou que lhe façam referência. Cada funcionário pode ter uma conta de acesso no servidor LDAP, para que possa cadastrar informações sobre sí e compartilhar arquivos.

O LDAP oferece uma grande escalabilidade. É possível replicar servidores (para backup ou balanceamento de carga) e incluir novos servidores de uma forma hierárquica, interligando departamentos e filiais de uma grande multinacional por exemplo. A organização dos servidores neste caso é similar ao DNS: é especificado um servidor raiz e a partir daí é possível ter vários níveis de sub-servidores, além de mirrors do servidor principal.

O LDAP pode ser usado em qualquer tipo de rede TCP/IP e é um padrão aberto, permitindo que existam produtos para várias plataformas. Uma das suítes mais usadas é o OpenLDAP (GPL), que pode ser baixado no: http://www.openldap.org

Uma vez instalado, o OpenLDAP pode ser configurado através do arquivo sldap.conf, encontrado no diretório /etc. O servidor é o daemon sladap e o cliente o ldapsearch, que é originalmente um utilitário de modo texto mas que pode trabalhar em conjunto com vários front-ends gráficos.

O OpenLDAP pode ser usado em conjunto com vários clientes comerciais e permite estabelecer vários níveis de permissões e controle de acesso para os dados compartilhados, além de suportar encriptação.

Note que embora seja possível ter acesso à base de dados remotamente, o LDAP não é um protocolo frequêntemente usado na Internet, apenas em Intranets, sobretudo de grandes empresas, já que quanto maior é o número de usuários e de documentos disponíveis, maior é sua utilidade.

6 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

LED

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Light-emitting Diode, ou diodo emissor de luz. Os LEDs têm um funcionamento parecido com outros tipos de diodos usados em eletrônica, sua particularidade é o fato de emitirem luz visível.

Os LEDs possuem várias aplicações. A mais comum é servirem como indicadores de atividade em gabinetes, notebooks, TV’s, etc. indicando que o dispositivo está ligado ou em atividade. Neste caso, a principal vantagem dos LEDs sobre lâmpadas comuns é o fato de um LED de boa qualidade poder ser ligado e desligado milhões de vezes antes de se queimar e ainda por cima consome menos eletricidade. Os LEDs são muito usados ainda para transmissão de dados através de cabos de fibra óptica e iluminação de monitores de LCD. A maioria dos controles remotos de TVs e outros aparelhos usam IREDs, um tipo especial de LED que emite luz infravermelha.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Legacy

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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De legado, expressão usada para descrever um componente, programa ou protocolo, antigo, mas que continua compatível com os sistemas atuais, embora às vezes com algumas limitações.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Legacy Free

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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É um sistema livre de interfaces de legado. A iniciativa mais forte é mantida pela Intel, que pretende convencer todos os principais fabricantes a produzirem PCs legacy free a partir da segunda metade de 2002. As portas seriais e paralelas seriam substituídas por partas USB ou USB 2.0, as interfaces IDE seriam substituídas por interfaces serial ATA, o drive de disquetes daria lugar ao gravador de CD-ROM ou a um drive para cartões de memória flash e todos os PCs viriam com transmissores Bluetooth e/ou IEEE 802.11b para o uso de redes sem fio.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Legacy ISA

Criado 10/ago/2007 às 20h51 por Carlos E. Morimoto

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Existem dois tipos de placas ISA: as ISA Plug-and-Play e as placas de legado (Legacy ISA). As primeiras, que começaram a aparecer ainda na época do 486, têm seus endereços configurados automaticamente pelo BIOS, mas não são capazes de compartilhar IRQs como as placas PCI.

O sistema de plug-and-play utilizado nelas funciona de forma limitada, de forma que elas ainda podem entrar em conflito com periféricos PCI, mesmo que existam alguns endereços livres. Nesse caso, você pode alterar manualmente o endereço a ser usado pela placa ISA através do gerenciador de dispositivos do Windows, basta clicar sobre o ícone do dispositivo, acessar as propriedades e abrir a guia de recursos.

Já nas placas Legacy ISA, é preciso configurar os endereços de IRQ manualmente, através de jumpers, ou então usando um software que acompanha a placa (o que é muito comum em placas de rede ISA). Uma vez configurada para usar um endereço, a placa irá entrar em conflito com qualquer dispositivo que tente usá-lo. Para complicar, o BIOS não enxerga as placas de legado, de forma que existe a possibilidade de que ele atribua o mesmo endereço para algum dispositivo plug-and-play, gerando um conflito.

Para evitar esse problema, é preciso reservar manualmente os endereços de IRQ e DMA ocupados por periféricos ISA de legado através da sessão "PNP/PCI Setup" do CMOS Setup. É o tipo de coisa com a qual você não precisa se preocupar em um PC atual (que não possuem sequer slots ISA), mas que era uma necessidade a duas gerações atrás.

Caso o PC tivesse instalado um modem ISA, configurado para utilizar o IRQ 7, por exemplo, você precisava marcá-lo com a opção "Legacy ISA" no Setup.

A opção default é não reservar os endereços, deixando-os livres para o uso de qualquer dispositivo PnP. Para reservar um endereço, basta alterar a opção. Lembre-se de reservar apenas os endereços necessários, pois ao reservar um endereço ele deixa de estar disponível para as placas plug-and-play.

Existe mais um ponto interessante sobre as placas ISA, que é o fato de existirem tanto placas ISA de 8 bits quanto placas de 16 bits. É fácil diferenciá-las, pois as placas de 8 bits utilizam apenas a primeira parte do encaixe. As placas de 8 bits utilizam exatamente o mesmo barramento que era usado no XT, o que significa que elas enxergam apenas os IRQs de 0 a 7. Esse é o caso de muitos modems ISA, por exemplo.

Neste caso não existe muito segredo, caso todos os seus IRQs de 0 a 7 já estejam ocupados, o jeito será mudar o endereço de um dos dispositivos, dando lugar ao modem. Você pode simplesmente reservar no Setup o endereço que esteja sendo usado por uma placa plug-and-play que esteja instalada, assim da próxima vez que iniciar o micro, o BIOS se encarrega de dar outro endereço para ela, deixando o modem em paz.

Em casos em que o BIOS não detecte um dispositivo recém-instalado ou em que ele insista em assinar o mesmo endereço para duas placas que não suportam o PCI Steering, causando um conflito, existe a opção de limpar o ESCD (usando a opção "Force Update ESCD" ou "Reset Configuration data" do Setup), o que faz com que o BIOS precise reconfigurar os endereços de todas as placas, a partir do zero.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10/ago/2007 às 20h51

Lei de Moore

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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A "profecia" feita por Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, feita durante a década de 70 de que a partir dali a potência dos processadores dobraria a cada 18 meses. A lei de Moore sobreviveu durante mais de duas décadas e ainda não parece ter prazo de validade definido.

Muitos acreditam que os processadores possam continuar dobrando de potência a cada 18 meses, ou até em menos tempo pelos próximos 50 ou 80 anos. Apesar do ciclo evolutivo dos transistores estar próximo do fim, eles ainda devem continuar evoluindo por pelo menos mais uma década, até os limites das técnicas de 0.02 mícron, onde cada gate terá o equivalente a apenas um átomo de ouro de largura. Atualmente estamos migrando dos 0.18 para os 0.13 mícrons, ainda restam pelo menos mais 5 gerações pela frente, as barreiras de 0.10, 0.07, 0.05, 0.03 e 0.02 mícron. Depois disso, ainda restará aos fabricantes otimizar suas arquiteturas e adicionar mais transístores. Esgotadas as possibilidades dos transístores, ainda restam os chips óticos, os nanotubos, os processadores quânticos e o que mais poderá surgir pela frente. A evolução dos computadores não deverá parar tão cedo.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Lei de Murphy

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Segundo esta lei "infalível", se algo puder dar errado, pode ter certeza que algum dia realmente dará. O seu HD vai pifar, um vírus vai apagar o BIOS da placa mãe, sua fonte vai explodir, vai acabar a luz dois segundos antes de você salvar uma apresentação que ficou a tarde toda fazendo e o CD onde você tinha gravado um backup de tudo vai explodir dentro do drive :-).

A história oficial conta que Murpy era um pesquisador, que durante a década de 40, fez uma experiência que consistia em monitorar as funções vitais de um paciente usando 80 eletrodos colados em pontos estratégicos do corpo. O tal Murpy conseguiu dar a sorte de colar todos os eletrodos nos lugares errados e a experiência resultou num fracasso completo. Inconformado, ele professou a "lei", que continua em voga por tempo indefinido.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

LGA775

Criado 7/ago/2007 às 19h07 por Carlos E. Morimoto

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O soquete LGA775 (também chamado de soquete T) foi lançado junto com o Pentium 4 com core Prescott, substituindo o soquete 478, usado pelas versões anteriores do Pentium 4. Ele é usado pelos processadores Pentium D, Celeron D, Core 2 Duo, Pentium E e Celeron 4xx.

A sigla LGA é abreviação de "Land Grid Array", onde o nome indica a forma como o processador é encaixado, "pousando" sobre a cama de pinos do soquete. Existiram versões do Pentium 4 Prescott tanto em versão soquete 478, quanto em versão soquete 775. A partir de então, todos os processadores de alto desempenho passaram a utilizar o novo soquete, transformando a plataforma soquete 478 em uma plataforma de baixo custo, que acabou eventualmente sendo descontinuada.

O soquete 775 foi projetado de forma a melhorar o contato dos pinos e reduzir a distância que os sinais elétricos precisam percorrer do processador ao chipset, além de permitir que os capacitores instalados na parte inferior do processador (responsáveis por filtrar e estabilizar a corrente) possam ser instalados o mais próximo possível do núcleo.

A primeira coisa a ter em mente é que os contatos do soquete 775 são realmente muito finos e frágeis. No lugar de sulcos, o processador possui pequenos pontos de contato, que correspondem precisamente aos contatos no soquete.

Essa fragilidade faz com que seja muito fácil entornar parte dos contatos da placa ao instalar o processador de forma desastrada. Ao contrário do que temos em processadores antigos, onde com um pouco de jeito é possível desentortar alguns pinos entortados durante uma tentativa de instalação mal feita, é praticamente impossível desentortar contatos amassados no soquete 775, de forma que uma instalação incorreta do processador simplesmente inutiliza a placa-mãe.

Segundo a própria Intel, o índice de falhas é de uma em cada vinte inserções. Ou seja, o soquete foi projetado para resistir a algumas poucas inserções, incluindo a instalação inicial do processador e alguns upgrades futuros, e não para suportar inserções e remoções freqüentes.

Ao instalar o processador você deve posicioná-lo sobre o soquete e simplesmente soltá-lo, deixando que a lei da gravidade se encarregue de encaixá-lo. Nunca aplique pressão sobre o processador, pois isso só servirá para entortar os pinos que não estiverem bem posicionados.

Uma vez fechado, o mecanismo de retenção prende o processador, aplicando a pressão necessária para que ele fique bem preso ao soquete, maximizando a condutividade elétrica. Graças a isso, a pressão exercida pelo sistema de retenção do cooler pode ser muito menor, o que evita que a placa "envergue", como no caso das placas soquete 478.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 7/ago/2007 às 19h07

LGPL

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Library GPL. Esta é uma variação da licença GPL que permite o desenvolvimento de programas de código aberto que contenham módulos proprietários.

Na GPL "tradicional" todo o código do programa é aberto, isso atende bem à maioria dos projetos colaborativos. O problema é que muitas empresas possuem segredos a guardar, o que as impede de simplesmente abrir totalmente o código de seus programas.

A LGPL funciona melhor nestes casos, pois permite que você desenvolva programas "semi abertos" onde parte do código do programa está disponível e o restante das funções é proporcionada por alguns binários que não possuem seu código aberto, estes binários linkados no programa no momento da compilação, de uma forma análoga às DLL's do Windows.

Imagine que você tenha uma empresa que desenvolve um processador de textos no estilo do Word. Depois de algumas noites sem dormir você desenvolve um módulo revolucionário que é capaz de abrir e salvar qualquer tipo de arquivo do Office sem falhas. Isso sem dúvida é um grande diferencial para o seu produto e por isso você resolve não abrir o código fonte, afinal você desenvolveu o software sozinho e pode decidir o que fazer com ele.

A LGPL funcionaria bem no seu caso, pois você poderia abrir o código do seu editor de textos para que outras pessoas possam contribuir com melhorias e correções, mas manter proprietário o módulo que lê arquivos do Office, o grande diferencial que faria as pessoas comprarem o editor ao invés de simplesmente instalar a partir do código fonte.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Li-Ion (Lítio Ion)

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Estas são consideradas as baterias mais eficientes atualmente. Uma bateria Li-Ion armazena aproximadamente o dobro de energia que uma NiMH do mesmo e quase três vezes a energia armazenada por uma NiCad. Estas baterias também não possuem efeito memória, mas infelizmente são as mais caras. Apesar disso, este é o tipo de bateria mais utilizado em notebooks atualmente.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Licença BSD

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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O Kernel do Linux e a maioria dos programas para a plataforma utilizam a licença GPL, que diz que as modificações feitas no código devem ser disponibilizadas à comunidade e o código fonte deve sempre estar disponível. É permitido criar versões comerciais dos programas licenciados sob a GPL e vendê-las por qualquer preço, mas o código fonte completo deve ser disponibilizado junto com o programa, permitindo que as modificações sejam aproveitadas pelo autor do programa original e outros interessados.

A licença BSD é bem mais liberal. Ela diz que os créditos dos autores originais devem ser mantidos, mas não estabelece outras limitações para o uso do código. Ao desenvolver uma versão comercial de um programa sob esta licença você não tem nenhuma obrigação de disponibilizar o código fonte ou dar qualquer tipo de satisfação. Um exemplo é o MacOS X, um sistema operacional proprietário desenvolvido com base no código do FreeBSD.

Você pode até mesmo utilizar pedaços do código fonte em outros programas, como fez a Microsoft ao utilizar a pilha TCP/IP e outros componentes do FreeBSD no Windows NT.

Para o desenvolvedor estes episódios podem ser frustrantes. Outras pessoas podem utilizar seu código sem devolver nada em troca, muitas vezes criando programas proprietários que concorrem com o programa original. A relação nestes caso é desigual, pois os desenvolvedores da versão proprietária podem usar as melhorias incluídas na versão livre, mas o desenvolvedor da versão livre não pode utilizar as melhorias incluídas na versão proprietária.

O caso do MacOS X ilustra bem este ponto. A Apple fez um trabalho extraordinário em criar um sistema fácil de usar, destinado ao uso em desktops que já possui um número bem maior de usuários que o FreeBSD original. Certamente os desenvolvedores do FreeBSD tiveram alguns benefícios indiretos, como algumas correções e o crédito por criar a base do sistema, mas quem realmente saiu ganhando foi a Apple.

Ao desenvolver um programa a partir do zero você pode escolher livremente qual licença adotar. Esta escolha depende muito dos objetivos do desenvolvedor.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Lilo

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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É o gerenciador de boot mais usado no Linux. O Lilo pode ser configurado para inicializar vários sistemas operacionais (Windows 98 e Linux instalados no mesmo HD, por exemplo). Através dele é possível escolher qual sistema deve ser carregado cada vez que o micro for inicializado. O Lilo pode ser configurado editando o arquivo /etc/lilo.conf ou através de algum utilitário disponível na distribuição do Linux que estiver utilizando.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Lima

Criado 8/ago/2007 às 16h03 por Carlos E. Morimoto

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Lançado em 20 de fevereiro de 2007, o Lima foi a primeira versão do Athlon 64 a ser fabricada usando a nova técnica de 0.065 micron. Um dos destaques é o baixo consumo: as duas versões possuem um TDP de apenas 45 watts.

Ele foi usado em apenas duas versões do Athlon 64: 3500+ (2.2 GHz, 512 KB, soquete AM2) e 3800+ (2.4 GHz, 512 KB, soquete AM2).

Assim como outros modelos do Athlon 64, o Lima possui 128 KB de cache L1 (64 KB para dados + 64 KB para instruções), 512 KB de cache L2, é compatível com os conjuntos de instruções MMX, Extended 3DNow!, SSE, SSE2 e SSE3, além de oferecer suporte às instruções de 64, Cool'n'Quiet, NX Bit e ao AMD-V.

Apesar do baixo consumo, o Lima não faz parte da série "Energy Efficient", que inclui alguns modelos do Athlon X2 e outros processadores. A linha Energy Efficient inclui processadores onde são usadas técnicas derivadas dos processadores mobile, como o uso de tensões mais baixas e de transístores de chaveamento mais lento, que resultam em processadores com um consumo mais baixo, mas que em compensação não são capazes de atingir freqüências de operação tão altas quanto os das séries principais.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8/ago/2007 às 16h03