Dicionário técnico - A

Índice do dicionário técnico

A+ (certificação)

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Veja: CompTIA

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

A3D (Aureal 3D)

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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A primeira empresa a desenvolver uma API de som tridimensional foi a Aureal, com seu Aureal 3D, ou simplesmente A3D. As primeiras placas de som compatíveis com esta API, como a Monster Sound foram lançadas no início de 97. O A3D 1.0 permite simular 3 eixos: frente e trás, direita e esquerda e frente e baixo, aplicando filtros especiais para que o som realmente pareça vir de todas as direções, mesmo utilizando apenas duas caixas acústicas ou fones de ouvido.

Estes filtros são capazes de distorcer sutilmente as ondas sonoras, conseguindo enganar nossos ouvidos, fazendo-nos pensar que elas vêem de diferentes direções. Estes filtros consomem uma enorme quantidade de poder de processamento e seu uso é o principal motivo dos chipsets de som atuais serem tão poderosos. A vantagem é que como tudo é processado na própria placa de som, não há quase utilização do processador principal. Existem claro algumas excessões, maioria das placas de som onboard quando compatíveis com o padrão processam os efeitos via software, o que consome cerca de 15% do desempenho de um Pentium III de 1.0 GHz. Veja também: EAX

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

ABR

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Average Bit Rate. Esta é uma opção encontrada em muitos programas de compressão de áudio (seja em MP3 ou qualquer outro formato baseado em perda). O ABR é o método mais rápido de compressão, onde é utilizado o mesmo bit-rate em todos os trechos da música. Por exemplo, a maioria dos arquivos em MP3 utiliza um bit-rate de 128 kbits, onde temos 128 kbits de dados por segundo para representar a música. No ABR é usada a mesma quantidade de bits para representar tanto os trechos de silêncio no início e no final da faixa quanto para representar as partes mais movimentadas da música, onde vários instrumentos concorrem entre sí e com a voz do cantor. Você acaba com um silêncio de excelente qualidade, mas alguns trechos representados de forma precária. Este sistema é também chamado de CBR, ou "constant bit rate", mas o significado é o mesmo

Em oposição temos o VBR ou "variable bit rate", um formato de compressão mais complexo e demorado, mas que permite obter arquivos de melhor qualidade, mesmo mantendo o mesmo bit-rate. O truque é economizar bits nos trechos menos movimentados, onde temos frequências mais ou menos constantes e descarregar a munição acumulada nos trechos mais movimentados, que passam a ser representados com mais bits e conseqüentemente uma qualidade maior. A desvantagem do sistema é que a compressão da música demora muito mais. É ideal para quem tem um PC rápido.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

AC

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Aternating Current, corrente alternada. A forma como a eletricidade vem a partir da usina e consequentemente a partir das tomadas. A direção é alternada 60 vezes por segundo (50 na Europa). Veja também: DC

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Access

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Acesso. Leitura ou gravação de dados na memória RAM ou em outro meio qualquer, como um disco rígido. Os tempos de acesso variam muito de acordo com o dispositivo, por exemplo, a memória RAM pode ter tempos de acesso de 70, 60, 50, 10, 8, 7 ou mesmo 6 nanossegundos, dependendo da tecnologia usada. O HD por sua vez é muito mais lento, com tempos de acesso na casa dos 8 ou 9 milessegundos num HD atual.

O tempo de acesso determina apenas o tempo necessário para o dispositivo começar a transferir dados e não a sua velocidade de transferência. Um módulo de memória PC-133 pode transferir dados, em condições ideais, a 1066 MB/s, enquanto um HD topo de linha chega perto dos 50 MB/s. Veja que o HD demora por volta de um milhão de vezes mais tempo para começar a transferir dados, mas depois que inicia a transferência, a diferença cai para cerca de 20 vezes.

Naturalmente, tanto a memória RAM quanto o HD são muito mais lentos que o processador, tanto em termos de tempo de acesso quanto em termos de velocidade de transferência. Por exemplo, um Athlon de 1.5 GHz executa um bilhão e meio de ciclos por segundo e processa 32 bits de dados em cada ciclo. Ou seja, em condições idéias o processador precisa de dados a cada 0,66 nanossegundo e processa 6 gigabytes de dados por segundo. Para diminuir a diferença entre o processador, a memória RAM e o disco rígido, são usadas várias categorias de memória cache, rápidas o bastante para acompanhar o processador. Leia também: Cache, Cache L1, Cache L2, Cache L3, Cache de Disco.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Access Point (AP)

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Veja: Ponto de Acesso

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Access Time

Criado 20/set/2007 às 16h10 por Carlos E. Morimoto

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Veja: Tempo de acesso

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16/set/2010 às 11h25

Aceleração de Vídeo

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Placas de vídeo mais antigas, como as CGA e EGA usadas em micros 286, assim como as primeiras placas padrão VGA não possuíam aceleração de vídeo. Isto significa que elas limitavam-se a mostrar na tela as imagens enviadas pelo processador. Este tipo de placa funcionava bem em ambientes texto como o DOS, onde a quantidade de informações a ser mostrada no vídeo é pequena. Em ambientes gráficos como o Windows 95/98 porém, uma quantidade enorme de dados deve ser processada para formar a imagem. Usando uma placa sem aceleração, todo o trabalho tem que ser feito pelo processador, tornando o sistema bastante lento.

Uma placa aceleradora alivia a carga sobre o processador, executando muitas das tarefas que antes cabiam a ele. Ao arrastar uma janela por exemplo, o processador apenas transmitirá à placa de vídeo: "Arrastar a janela x para a posição y" e a placa de vídeo fará o resto do trabalho. Todas as placas de vídeo atuais possuem estes recursos. Se você abrir o painel de controle do Windows, e abrir a janela "sistema", encontrará uma guia que permite diminuir ou mesmo desativar a aceleração de vídeo, o que obviamente só deverá ser feito no caso de problemas com a placa. Vale lembrar que esta aceleração visa apenas diminuir o trabalho do processador quando lidamos com imagens bidimensionais, não tendo nada a ver com a geração de gráficos 3D.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

ACK

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Um comando suportado por vários sistemas e vários serviços e arquiteturas de rede, que confirma o recebimento de um pacote de dados, mensagem ou comando.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

ACPI

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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ACPI é abreviação de "Advanced Configuration and Power Interface". Ele é o sistema de configuração e economia de energia utilizado pelos PCs atuais.

O ACPI é o responsável não apenas pelo suporte a economia de energia (incluindo o ajuste dinâmico da freqüência do processador), mas também pela inicialização de vários periféricos. É comum, por exemplo, que a placa wireless não seja detectada, ou que você não consiga ativar o transmissor usando os botões até que instale o driver ou utilitário fornecido pelo fabricante. No Acer 5043 (e outros modelos similares), por exemplo, você só consegue ativar o transmissor da placa wireless depois de instalar o Acer Launch Manager.

Com relação ao gerenciamento de energia, o ACPI é o sucessor do DPMA, usado em micros 486 e Pentium. A diferença básica entre os dois é que no ACPI o gerenciamento de energia é feito pelo sistema operacional e não pelo BIOS. Isso permite um gerenciamento muito mais avançado, permitindo recursos como diminuir a frequência de operação do processador (um recurso incomum em desktops, mas presente na maioria dos notebooks), desligar dispositivos, etc. Graças ao ACPI, os PCs atuais permitem um gerenciamento de energia muito mais sofisticado que os antigos, onde era possível apenas desligar o monitor e o HD. O avanço veio na forma de dois novos modos, o modo de espera e o hibernar. Ao entrar em modo de espera, não apenas o HD e o monitor, mas quase todo o PC é desligado, incluindo o processador, o cooler, placa de vídeo ou som, etc.

Apenas a memória RAM, partes da placa mãe, modem e placa de rede continuam ativos. A memória RAM continua sendo alimentada para manter os dados gravados e permitir que o PC volte exatamente onde estava. É a única parte do PC que realmente não pode ser desligada sem que seja necessário um novo boot. O modem permanece ligado para que a conexão não caia e a placa de rede permanece alerta para acordar o PC caso o recurso de wake-on-lan esteja ativado no Setup. Em modo de espera o PC consome de 15 a 20 Watts de energia, o mesmo que uma lâmpada fluorescente e pode voltar à atividade em poucos segundos. Note que apenas o cooler do processador é desligado, o exaustor da fonte continua funcionando, pois ainda é necessário que ela forneça uma quantidade razoável de energia. Para que a opção de entrar em modo de espera esteja disponível, é necessário que a sua placa mãe ofereça suporte a ACPI.

O Windows (a partir do 98) é capaz de detectar isto e ativar ou não o suporte automaticamente. Veja que isto inclui apenas placas razoavelmente recentes, e mesmo assim o suporte pode ser desativado caso você tenha alguma placa ISA que não suporte este recurso. Como opção, existe o hibernar (ou suspender) onde o conteúdo da memória RAM é gravado no HD e o PC é realmente desligado. Ao liga-lo novamente o sistema simplesmente recupera os dados e também volta exatamente onde estava. O tempo necessário depende da quantidade de memória RAM que estiver instalada, quanto mais memória maior será o arquivo no HD e mais demorará. Mas, geralmente ainda será bem mais rápido que um boot completo.

3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

ACR

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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ACR é abreviação de "Advanced Communications Riser". Ele é um padrão desenvolvido por uma associação de vários fabricantes, que inclui a AMD, Lucent, Motorola, 3Com, Nvidia, Texas Instruments e VIA. Os slots ACR são Risers para a conexão de placas de som e modems de baixo custo, assim como os slots AMR.

A principal vantagem do ACR sobre o AMR é enquanto o AMR permite que o Riser inclua apenas modem e placa de som, no ACR o Riser pode conter praticamente todo tipo de dispositivos, desde modems e placas de som baratas, controlados via software, até placas de rede, modems ADSL ou ISDN, placas de som e modems controlados via hardware, etc.

O ACR utiliza o mesmo encaixe dos slots PCI, mas ele é invertido e colocado numa posição diferente para evitar confusão:

O ACR foi utilizado em placas de diversos fabricantes, entre eles alguns modelos da Asus, Leadtek, MSI e Chaintech, mas apenas durante um curto espaço de tempo, entre o final de 2002 e início de 2003, desaparecendo em seguida. Alguns dizem que o ACR é um padrão proprietário da Asus, mas essa informação é incorreta. É bastante improvável que você venha a ter em mãos uma placa com o ACR, de forma que o cito aqui apenas como curiosidade.

Veja também: CNR

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Acrobat

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Formato de arquivo desenvolvido pela Adobe que permite que documentos sejam exibidos em qualquer micro com as fontes e layout corretos, alem de também suportar imagens, tabelas e recursos de segurança. A Adobe lançou no mercado dois produtos relacionados ao formato, o Acrobat Reader que permite apenas visualizar os arquivos e é gratuíto e o Acrobat Writer, que permite gerar os arquivos e é pago.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Active Directory

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é um recurso presente no Windows 2000 Server e Windows XP Server (quando for lançado) que cria uma interface para a administração dos recursos de rede. Usando o Active Directory o administrador pode visualizar e modificar todos os recursos da rede de forma centralizada, ao invés de ter fazê-lo micro por micro. O Active Directory é baseado no LDAP e é uma resposta direta ao NDS do Novell Netware.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

ActiveX

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Linguagem que pode ser usada para construir páginas Web dinâmicas, com scripts que rodam a partir do servidor. Apesar dos recursos, o ActiveX peca pelas incompatibilidades com vários browsers, bugs, sobrecarga do servidor devido à grande quantidade de processamento exigido e brechas de segurança. Apesar de tudo, muitos acreditam que o ActiveX é o futuro da Web.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Actuator

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Num HD, é o mecanismo de movimenta as cabeças de leitura. Basicamente é composto por um braço móvel em forma de triângulo. Na ponta do triângulo encontram-se as cabeças de leitura do HD, enquanto na base temos um eixo e dois eletroímãs, que controlados pela placa lógica do HD movimentam o mecanismo com uma velocidade e precisão espantosas. Em HDs muito antigos e em drives de disquete, é utilizado um motor de passo no lugar do actuator, por isso esses dispositivos são extremamente lentos.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Ad-hoc

Criado 28/jun/2005 às 22h29 por Carlos E. Morimoto

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Assim como é possível ligar dois micros diretamente usando duas placas Ethernet e um cabo cross-over, sem usar hub, também é possível criar uma rede Wireless entre dois PCs sem usar um ponto de acesso. Basta configurar ambas as placas para operar em modo Ad-hoc. A velocidade de transmissão é a mesma, mas o alcance do sinal é bem menor, já que os transmissores e antenas das interfaces não possuem a mesma potência do ponto de acesso.

Este modo pode servir para pequenas redes domésticas, com dois PCs próximos, embora mesmo neste caso seja mais recomendável utilizar um ponto de acesso, interligado ao primeiro PC através de uma placa Ethernet e usar uma placa wireless no segundo PC ou notebook, já que a diferenças entre o custo das placas e pontos de acesso não é tão grande assim.

Um uso comum para o modo Ad-Hoc é quando você tem em mãos dois notebooks com placas wireless. Um deles pode ser ligado ao modem ADSL (com fio) para acessar a internet e compartilhar a conexão com o segundo usando a placa wireless, que fica live dos fios.

Depois de configurada, a placa wireless é vista pelo sistema como um dispositivo de rede normal. Você pode compartilhar a conexão da mesma forma que faria em um micro com duas placas de rede.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 28/jun/2005 às 22h29

Adaptive Compression

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Algoritmo inteligente de compressão que altera o nível de compressão de acordo com o tipo de dados. Um exemplo de uso são vídeos, onde as cenas de maior movimentação devem receber um nível mais baixo de compressão do que as cenas de diálogos, onde há poucas mudanças de imagem.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

ADC

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Analogue-to-Digital Converter, componente que faz conversão de um sinal analógico para digital. Todas as placas de som possuem um ADC, responsável por digitalizar os sons analógicos vindos do microfone ou outro dispositivo analógico qualquer. Veja também: DAC.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Additive Colour

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Uma cor produzida através da mistura de diferentes tonalidades de algumas cores primárias. Num monitor as cores são obtidas através da mistura de pontos azuis, vermelhos e verdes.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

ADSL

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Assimetric Digital Subscriber Line, tecnologia de acesso rápido que usa as linhas telefônicas oferecida em várias cidades. As velocidades variam em geral de 256 kbits a 2 mbps, dependendo do plano de acesso escolhido. Para isso, é instalado um modem ADSL na casa do assinante e outro na central telefônica. Os dois modems estabelecem uma comunicação contínua, usando frequências mais altas que as utilizadas nas comunicações de voz, o que permite falar no telefone e usar o ADSL ao mesmo tempo.

No ADSL não é mais usado o sistema telefônico comutado, mas sim um link de fibra óptica, que liga a central telefônica diretamente aos roteadores do provedor de acesso. Como sairia muito caro puxar um cabo de fibra óptica até a casa de cada assinante, o modem ADSL estabelece um link digital com o modem instalado na central. A distâncias curtas (menos de 500 metros) o link é de 8 megabits; para até 3 KM o link é de 2 megabits e para até 5 KM o link é de apenas 1 megabit.

Na prática a distância máxima varia muito, de acordo com a qualidade dos cabos e fontes de interferência pelo caminho mas, de qualquer forma, as distâncias atingidas vão muito além do que seria possível atindo com um sinal puramente digital. Lembre-se que uma rede Ethernet, temos apenas 100 metros de alcance, mesmo utilizando um cabo de 4 pares, com uma qualidade muito superior à de um simples cabo telefônico. O sinal do modem ADSL vai tão longe por que na verdade o sinal digital é transmitido dentro de um portador analógico. Justamente por isso o modem ADSL continua sendo um "modem", ou seja: Modulador/Demodulador.

Este link "real" de 1 a 8 megabits é limitado a 128, 256, 300, 512, 600, 1024 ou 2048k, de acordo com o plano de acesso escolhido. A limitação é feita na própria central, por isso não existe como modificar o modem cliente para liberar mais banda.

Originalmente o ADSL utilizava o sistema ATM, onde o cliente recebe um IP fixo e a conexão é contínua, como se fosse uma conexão de rede local. No ATM o modem funciona apenas como um bridge, um meio de ligação entre o equipamento da central e a placa de rede do seu micro. Basta configurar a rede usando a grade de configuração dada pelo provedor e você já está conectado.

Hoje em dia, o sistema ATM é usado apenas nos planos para empresas. Para o acesso residencial foi implantado o PPPoE (PPP sobre Ethernet), onde é simulado um acesso discado, onde é preciso "discar" e fornecer login e senha. No PPPoE a conexão não é necessariamente contínua e o IP muda periodicamente, ou cada vez que a conexão é estabelecida. Isso faz com que ele seja uma modalidade mais barata para os provedores, pois não é preciso mais ter um IP reservado para cada cliente. Outra vantagem (para eles) é que no PPPoE é possível contabilizar o tempo de conexão, permitindo que sejam criados planos com limitação de horas de acesso ou de dados transmitidos.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

Advanced Smart Cache

Criado 8/ago/2007 às 19h21 por Carlos E. Morimoto

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O Advanced Smart Cache é um sistema de cache unificado, usado no Core 2 Duo e outros processadores Intel, onde os dois núcleos compartilham o mesmo bloco de cache L2, em vez de cada um possuir um cache separado, como no caso do Pentium D e do Athlon X2.

A principal vantagem desta abordagem é evitar a duplicação de informações quando ambos os núcleos estão trabalhando no mesmo bloco de instruções. Em vez de a informação ser carregada duas vezes na memória (uma vez para cada bloco de cache) e ser armazenada duas vezes, tudo é feito uma vez só, o que poupa tanto o barramento com a memória, quanto economiza espaço no cache, aumentando o número de informações efetivamente armazenadas. Outra vantagem é que, em momentos de baixa atividade, quando apenas um dos núcleos estiver ativo, ele pode "tomar conta" do cache, reservando a maior parte do espaço para si, de forma a trabalhar mais eficientemente.

Criar um cache unificado deve ter representado um grande desafio do ponto de vista técnico, já que com ambos os processadores acessando o cache simultaneamente, constantemente gravando e apagando informações, é muito difícil manter a coerência do cache, evitando que um modifique as informações armazenadas pelo outro. Os circuitos necessários para coordenar o acesso ao cache ocuparam um grande número de transístores do processador, mas uma vez que o problema foi resolvido, o Smart Cache realmente representa uma vantagem importante.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8/ago/2007 às 19h21

Adware

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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São programas, geralmente gratuítos, que mostram anúncios, na forma de banners incorporados à interface do programa, ou mesmo janelas pop-up. As propagandas são uma forma alternativa dos desenvolvedores ganharem dinheiro com o programa. Existem claro os contrários à idéia, que argumentam que, como acessam a rede para baixar os banners a serem exibidos, estes programas podem ser usados para investigar os hábitos de navegação do usuário. Muitas vezes existe a opção de comprar uma versão do programa que não mostra os anúncios.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

AfterStep

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Uma interface gráfica para o Linux e Unix que é baseada na NEXTSTEP, outra interface para o X, que foi utilizada pela Apple como base para a interface Aqua do MacOS X. Apesar disso, o desenvolvimento da AfterStep continua independente, servindo como uma opção mais leve para os usuários das interfaces KDE e Gnome. A maioria das distribuições do Linux incluem esta interface, mas você pode baixar os pacotes em: http://www.afterstep.org

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

AGC

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Automatic Gain Control. É um recurso necessário para que o gravador ou leitor de CDs seja capaz de ler CDs regraváveis. Em comparação com os CDs prensados, os CDs regraváveis possuem uma taxa de refração muito baixa, em torno de 20 ou 25%. Para lê-los, é necessário aumentar a potência do laser de leitura, trabalho feito pelo AGC. Quase todos os gravadores são compatíveis, mas infelizmente apenas uma pequena parte dos leitores o são. Os CDs graváveis por sua vez podem ser lidos em praticamente qualquer leitor, já que oferecem uma refração de luz de até 80%

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

AGP

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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AGP é abreviação de "Acelerated Graphics Port".

A idéia central do AGP é ser um barramento rápido, feito sob medida para o uso das placas 3D de alto desempenho. A versão original do AGP foi finalizada em 1996, desenvolvida com base nas especificações do PCI 2.1. Ela operava a 66 MHz, permitindo uma taxa de transferência teórica de 266 MB/s.

Na época, as placas 3D ainda eram bastante primitivas, de forma que ainda não existia uma demanda tão grande por um barramento mais rápido. Por causa disso, o AGP demorou um pouco para se popularizar. O primeiro chipset com suporte a ele foi o Intel i440LX, lançado no final de 1997, e a adoção ocorreu de forma gradual durante 1998 e 1999.

O padrão AGP inicial não chegou a ser muito usado, pois em 1998 surgiu o padrão AGP 2X, que mantém a freqüência de 66 MHz, mas introduz o uso de duas transferências por ciclo (assim como nas memórias DDR), dobrando a taxa de transferência.

Em seguida foi introduzido o AGP 4X e o 8X, que realizam, respectivamente, 4 e 8 transferências por ciclo, atingindo taxas de transferência teóricas de 1066 e 2133 MB/s.

O desempenho de uma placa 3D é fortemente atrelado à velocidade de acesso à memória. Mais de 95% das informações que compõem uma cena 3D de um game atual são texturas e efeitos, que são aplicados sobre os polígonos. As texturas são imagens 2D, de resoluções variadas que são "moldadas" sobre objetos, paredes e outros objetos 3D, de forma a criar um aspecto mais parecido com uma cena real.

A velocidade do barramento AGP é importante quando o processador precisa transferir grandes volumes de texturas e outros tipos de dados para a memória da placa de vídeo, quando a memória da placa se esgota e ela precisa utilizar parte da memória principal como complemento e também no caso de placas de vídeo onboard, que não possuem memória dedicada e, justamente por isso, precisam fazer todo o trabalho usando um trecho reservado da memória principal.

Naturalmente, tudo isso também pode ser feito através do barramento PCI. O problema é que a baixa velocidade faz com que a queda no desempenho seja cada vez maior, conforme cresce o desempenho da placa de vídeo.

Durante muito tempo, fabricantes como a nVidia e a ATI continuaram oferecendo suas placas também em versão PCI, mas a partir de um certo ponto, a diferença de desempenho entre as duas versões passou a ser tamanha que, por mais que ainda existisse uma certa demanda, as placas PCI foram sumariamente descontinuadas.

Outra vantagem do AGP é que o barramento é reservado unicamente à placa de vídeo, enquanto os 133 MB/s do barramento PCI são compartilhados por todas as placas PCI instaladas.

Note que existe uma diferença entre barramento e slot. Uma placa de vídeo onboard é apenas um chip instalado na placa-mãe, ou mesmo um componente integrado diretamente ao chipset e não uma "placa" propriamente dita. Mesmo assim, ela pode ser ligada ao barramento AGP, utilizando uma conexão interna. É muito comum ainda que a placa-mãe inclua um chipset de vídeo onboard e, ao mesmo tempo, um slot AGP, que permite instalar uma placa offboard. Neste caso, entretanto, a placa onboard é desativada ao instalar uma placa offboard, já que o AGP não pode ser compartilhado pelas duas placas.

Assim como no caso do barramento PCI, a freqüência do barramento AGP está atrelada à freqüência de operação da placa-mãe, de forma que, ao fazer overclock aumentando a freqüência do FSB, a freqüência do barramento AGP sobe na mesma proporção, o que, a partir de um certo ponto pode causar problemas de estabilidade. Entretanto, aumentar a freqüência do AGP não tem uma relação direta com o desempenho da placa de vídeo, pois as placas atuais utilizam um circuito de clock próprio e por isso não são influenciadas por mudanças na freqüência do barramento. Aumentando a freqüência do AGP, melhorando apenas o fluxo de dados entre a placa de vídeo, memória e processador, o que tem pouco efeito nas placas atuais, com slots AGP 4X ou 8X.

Além da questão da velocidade, existe também a questão da tensão utilizada. O padrão AGP 1.0 previa placas AGP 1X e 2X, que utilizam tensão de 3.3V. O padrão AGP 2.0, finalizado em 1998, introduziu o AGP 4X e a tensão de 1.5V (utilizada pelas placas atuais), quebrando a compatibilidade com o padrão antigo.

Placas de vídeo que utilizam sinalização de 3.3V possuem o chanfro do encaixe posicionado ao lado esquerdo, enquanto nas placas que utilizam 1.5V, ele é posicionado à direita.

A maioria das placas AGP fabricadas de 2003 em diante são "universais" e podem ser utilizadas tanto nas placas-mãe antigas, com slots de 3.3V, quanto nas placas com slots de 1.5V. Elas possuem os dois chanfros, o que permite que sejam encaixadas em qualquer slot.

A mesma distinção existe no caso das placas-mãe. Placas antigas, que utilizam slots de 3.3V possuem o chanfro à esquerda, enquanto as placas com slots de 1.5V utilizam o chanfro posicionado à direita (em relação aos conectores do painel ATX)

Existem ainda placas com slots AGP universais, em que o slot não possui chanfro algum e por isso permite a instalação de qualquer placa. Nesse caso a placa é capaz de detectar a tensão utilizada pela placa e fornecer a tensão adequada. Elas são mais raras, pois a necessidade de instalar tanto os circuitos reguladores para 1.5V quanto para 3.3V, encarece a produção.

Existem ainda o padrão AGP 3.0, utilizado pelas placas AGP 8X (e parte das 4X), que prevê o uso de sinalização de 0.8V. Nesse caso, entretanto, a transição foi feita de forma transparente, sem que fosse quebrada a compatibilidade com as placas antigas. Ao ser instalada em uma placa-mãe com slot AGP 2.0 (2X ou 4X, 1.5V) a placa de vídeo funcionará normalmente, utilizando sinalização de 1.5V e o modo de transferência mais rápido suportado pela placa-mãe. Caso a placa de vídeo utilize um conector AGP universal, com os dois chanfros, significa que ela pode (pelo menos em teoria), ser instalada mesmo em uma placa-mãe antiga, com um slot de 3.3V.

Usei o termo "em teoria", pois existem muitos casos de incompatibilidades entre placas de vídeo AGP de fabricação mais recente e placas-mãe antigas (e vice-versa), mesmo em casos em que os encaixes são compatíveis.

Além dos problemas relacionados a deficiências nos drivers e incompatibilidade por parte do BIOS, existem problemas relacionados à alimentação elétrica, onde a placa de vídeo não indica corretamente qual é a tensão utilizada (fazendo com que a placa-mãe utilize 1.5V para uma placa que trabalhe com 3.3V, por exemplo) ou que a placa-mãe não seja capaz de alimentar a placa de vídeo com energia suficiente. Esse último caso é o mais comum, já que as placas AGP mais recentes consomem muito mais energia que as antigas.

Embora seja mais recente que o PCI e tenha sido largamente utilizado, o AGP é atualmente um barramento em vias de extinção, devido à popularização do PCI-Express. Desde o final de 2006, placas novas com slots AGP são um item raro, com exceção de algumas placas da PC-Chips, ECS e Phitronics.

Veja também: AGP Pro, AGP Express

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03