Dicionário técnico - 0-9

Índice do dicionário técnico

1 T-SRAM

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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É uma tecnologia que permite construir chips de memória cache com apenas um transístor por bit (como na memória RAM tradicional) em contraste com os vários transístores utilizados para construir cada bit da memória cache tradicional. Os transístores são organizados da mesma maneira que num chip de memória cache, permitindo que o sistema mantenha tempos de acesso bastante baixos, quase tão bons quanto num chip de memória cache "de verdade". Em compensação, continua existindo a necessidade de reescrever os dados periodicamente e a cada leitura, como na memória RAM. No final das contas temos um tipo de memória cache um pouco mais lento, que consome mais energia, mas que em compensação é muito mais barato de se produzir.

Esta tecnologia foi desenvolvida no início dos anos 80 e ficou esquecida durante muitos anos, até a HP ressuscitar a idéia no seu processador PA-8800 que traz nada menos que 32 MB de cache L2 embutidos no mesmo cartucho do processador (como no Pentium II), uma quantidade que só pôde ser obtida graças ao uso da tecnologia.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

1000BaseCX

Criado 29/jun/2005 às 12h50 por Carlos E. Morimoto

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Inicialmente, o padrão Gigabit Ethernet (onde as palcas de rede transmitem dados a 1 gigabit, ou seja, 125 MB/s) previa apenas o uso de diferentes tipos de cabos de fibra óptica, o que tornava a implantação muito cara.

Como uma alternativa para distâncias mais curtas, foi criado o padrão 1000BaseCX, que ao invés de fibra óptica utiliza cabos twiaxiais, um tipo de cabo coaxial com dois fios, que tem a aparência de dois cabos coaxiais grudados. Este padrão é mais barato que os dois anteriores, mas em compensação o alcance é de apenas 25 metros. A idéia é que ele sirva para interligar servidores em data centers, que estejam no mesmo rack, ou em racks próximos.

Na prática este padrão é raramente usado, pois atualmente é possível utilizar placas 1000BaseT, que utilizam cabos de par transçado comuns, muito mais baratos e práticos de se utilizar que os cabos twiaxiais.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/jun/2005 às 12h50

1000BaseLX

Criado 29/jun/2005 às 12h44 por Carlos E. Morimoto

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Depois dos padrões de 10 e 100 megabits, o passo natural para as redes Ethernet seria novamente multiplicar por 10 a taxa de transmissão, atingindo 1000 megabits. E foi justamente o que fizeram. O padrão Gigabit Ethernet começou a ser desenvolvido pelo IEEE em 1997 e acabou se ramificando em quatro padrões diferentes.

O 1000BaseLX é o padrão mais caro, que suporta apenas cabos de fibra óptica e utiliza a tecnologia "long-wave laser", com laseres de 1300 nanômetros. Apesar de, nos quatro padrões, a velocidade de transmissão ser a mesma (1 gigabit) o padrão 1000Base-LX é o que atinge distâncias maiores. Usando cabos de fibra óptica com núcleo de 9 mícrons o sinal é capaz de percorrer distâncias de até 5 KM, enquanto utilizando cabos com núcleo de 50 ou 62.5 mícrons, com freqüências de respectivamente 400 e 500 MHz (que são os cabos mais baratos) o sinal percorre 550 metros.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/jun/2005 às 12h44

1000BaseSX

Criado 29/jun/2005 às 12h45 por Carlos E. Morimoto

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Depois do 1000BaseTX, o segundo padrão é o 1000BaseSX que também utiliza cabos de fibra óptica, mas utiliza uma tecnologia de transmissão mais barata, chamada short-wave laser, que é uma derivação da mesma tecnologia usada em CD-ROMs, com feixes de curta distância. Justamente por já ser utiliza em diversos dispositivos, esta tecnologia é mais barata, mas em em compensação o sinal também é capaz de atingir distâncias menores.

Existem quatro padrões de laseres para o 1000BaseSX: com laseres de 50 mícrons e freqüência de 500 MHz (o padrão mais caro) o sinal é capaz de percorrer os mesmos 550 metros dos padrões mais baratos do 1000BaseLX. O segundo padrão também utiliza laseres de 50 mícrons, mas a freqüência cai para 400 MHz e a distância para apenas 500 metros. Os outros dois padrões utilizam laseres de 62.5 mícrons e freqüências de 200 e 160 MHz, por isso são capazes de atingir apenas 275 e 220 metros, respectivamente.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/jun/2005 às 12h45

1000BaseT

Criado 29/jun/2005 às 12h47 por Carlos E. Morimoto

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O padrão de Gigabit Ethernet que acabou crescendo mais rapidamente, a ponto de quase condenar os demais ao desuso fora os links de longa distância é o 1000BaseT, também chamado de GoC ou "Gigabit over Copper", por utilizar os mesmos cabos de par trançado categoria 5 que as redes de 100 megabits atuais. Isto representa uma enorme economia, não apenas por eliminar a necessidade de trocar os cabos atuais por cabos muito mais caros, mas também nas próprias placas de rede, que passam a ser uma evolução das atuais e não uma tecnologia nova. O alcance continua sendo de 100 metros e os switchs compatíveis com o padrão são capazes de combinar nós de 10, 100 e 1000 megabits, sem que os mais lentos atrapalhem os demais.

Toda esta flexibilidade torna uma eventual migração para o 1000BaseT relativamente simples, já que você pode aproveitar o cabeamento já existente. Na verdade, muita pouca coisa muda.

Note que apesar dos cabos serem os mesmos, o 1000BaseT faz um uso muito mais intensivo da capacidade de transmissão e por isso detalhes como o comprimento da parte destrançada do cabo para o encaixe do conector, o nível de interferência no ambiente, cabos muito longos, etc. são mais críticos. Com um cabeamento ruim, o índice de pacotes perdidos será muito maior do que numa rede de 100 megabits.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29/jun/2005 às 12h47

100Base-TX

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é o padrão de redes Ethernet de 100 megabits mais popular.

A topologia da rede é igual à do padrão 10Base-T, com um hub central e cabos de par trançado. A grande vantagem é a maior velocidade de transmissão, que faz uma grande diferença ao transferir grandes arquivos. As placas 100Base-TX também são capazes de operar a 10 megabits, caso sejam conectadas a um hub antigo, por isso também são chamadas de placas 10/100.

No padrão 100Base-TX são usados cabos de par transçado de 4 pares, onde um único par é utilizado para enviar e receber dados. Ao ativar o modo full-duplex (onde a placa pode enviar e receber dados simultâneamente) passam a ser usados dois pares, uma para transmitir e outro para receber. Em ambos os casos, os outros dois pares são usados para detectar colisões de pacotes e enviar os sinais de paralisação da rede quando uma colisão é detectada.

Existe ainda o padrão "100baseT4", onde é utilizado ao usar um cabo cross-over para ligar diretamente dois micros.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

10Base-2

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Os cabos 10Base2, também chamados de cabos coaxiais finos, ou cabos Thinnet, são os cabos coaxiais usados em redes Ethernet de 10 megabits. Seu diâmetro é de apenas 0.18 polegadas, cerca de 4.7 milímetros, o que os torna razoavelmente flexíveis. O "10" na sigla 10Base2, significa que os cabos podem transmitir dados a uma velocidade de até 10 megabits por segundo, "Base" significa "banda base" e se refere à distância máxima para que o sinal pode percorrer através do cabo, no caso o "2" que teoricamente significaria 200 metros, mas que na prática é apenas um arredondamento, pois nos cabos 10Base2 a distância máxima utilizável é de 185 metros. Usando cabos coaxiais não é necessário utilizar um hub, mas em compensação a velocidade da rede fica limitada a apenas 10 megabits. Outro problema é que esta topologia é muito susceptível a problemas de mal contato, principalmente em redes com mais de 5 PCs.

Atualmente os cabos coaxiais são cada vez menos usados, já que além de menos susceptíveis a problemas, os cabos de par trançado categoria 5 suportam transmissão de dados a 100 megabits, ou até mesmo 1 gigabit, caso sejam utilizadas placas de rede Gigabit Ethernet.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

10Base-T

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é o padrão de redes Ethernet de 10 megabits onde são utilizados cabos de par trançado e um hub central. O 10 no nome indica justamente a velocidade máxima de transmissão de dados. Este padrão é diferente do 10Base-2, onde são utilizados cabos coaxiais.

Apesar de 10 megabits corresponderem a 1.25 megabytes por segundo, na prática a velocidade de transmissão dificilmente ultrapassa os 800 kb/s, pois junto com os dados são transmitidos sinais de modulação, bits de correção de erros etc. Outro problema das redes de 10 megabits é o grande número de colisões de pacotes, que acontecem sempre que dois micros da rede tentam transmitir dados ao mesmo tempo. O problema das colisões é amenizado ao substituir o hub por um switch.

As placas de 10 megabits já caíram em desuso a algum tempo, pois todas as placas PCI atuais transmitem a 100 ou 1000 megabits. Apesar disso, as placas atuais mantém compatibilidade com o padrão anterior, podem trabalhar a 10 megabits caso sejam ligadas a um hub ou a outra placa de 10 megabits.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

1U Case

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é o tipo mais compacto de gabinete usado em servidores, projetado para ocupar um único espaço no rack, o que significa uma grande economia no custo de hospedagem em data centers, onde paga-se por espaço ocupado. Claro que esta economia tem um custo. O gabinete tem apenas 8,5 cm de altura, o que limita o número de placas mãe que podem ser utilizadas. Os pentes de memória não podem ser encaixados na vertical, como nos desktops, mas sim na horizontal. Também não é possível utilizar processadores que dissipam muito calor, pois não é possível usar coolers muito grandes.

É possível usar uma única placa de expansão (conectada na horizontal) com a ajuda de uma placa riser, por isso as placas mãe mais indicadas são as com vídeo, rede e RAID onboard. O espaço do gabinete permite utilizar até dois HDs normais, de 3'5, ou até seis HDs de 2'5, do tipo usado em notebooks. Como este tipo de configuração acaba saindo mais caro, em muitas situações acaba valendo mais à pena utilizar um gabinete 2U, que permite utilizar hardware mais tradicional.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

2.5G

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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A primeira geração de celulares ou 1G, ainda composta por modelos analógicos, surgiu durante a década de 70, se popularizou durante a década de 80 e continuou sendo usada durante boa parte da década de 90. Os celulares analógicos são pouco mais sofisticados que os aparelhos de rádio amador e não são muito adequados para a transmissão de dados.

No início da década de 90 surgiram os celulares digitais, a segunda geração, ou 2G, composta pelos padrões CDMA, TDMA e GSM. Apesar de já trabalharem com transmissões digitais, a velocidade de transmissão de dados é muito baixa. Que o digam os usuários do Wap.

Os celulares 2.5G representam uma grande evolução em termos de transmissão de dados, pois utilizam transmissão por pacotes, o que significa que os celulares ficam constantemente conectados à Web e o usuário paga apenas pelos dados transmitidos, ao contrário do Wap, onde é cobrado por minuto de conexão. Outra vantagem do 2.5G é a maior velocidade. O padrão que está sendo implantado no Brasil permite a transmissão de dados a 144 kbps.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

286

Criado 12/jul/2005 às 18h12 por Carlos E. Morimoto

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O 286 foi lançado em Fevereiro de 1982. Ele trouxe vários avanços sobre o 8088. Ele utilizava palavras binárias de 16 bits, tanto interna quanto externamente, o que permitia o uso de periféricos de 16 bits, muito mais avançados do que os usados no PC original e no XT. O custo dos periféricos desta vez não chegou a ser um grande obstáculo, pois enquanto o PC AT estava sendo desenvolvido, eles já podiam ser encontrados com preços mais acessíveis.

Para manter compatibilidade com os periféricos de 8 bits usados no PC original e no XT, a IBM desenvolveu os slots ISA de 16 bits, que permitem usar tanto placas de 8 bits, quanto de 16 bits. As placas de 8 bits são menores e usam apenas a primeira série de pinos do slot, enquanto as placas de 16 bits usam o slot completo. Devido à sua popularidade, o barramento ISA continuou sendo usado por muito tempo. Em 2004 (10 anos depois do lançamento do PC AT) ainda era possível encontrar placas mãe novas com slots ISA, embora atualmente eles estejam extintos.

O principal avanço trazido pelo 286 são seus dois modos de operação, batizados de "Modo Real" e "Modo Protegido". No modo real, o 286 se comporta exatamente como um 8086 (apesar de mais rápido), oferecendo total compatibilidade com os programas anteriores, escritos para rodarem no 8088. Já no modo protegido, ele manifesta todo o seu potencial, incorporando funções mais avançadas, como a capacidade de acessar até 16 MB de memória RAM (apesar de ser um processador de 16 bits, o 286 usa um sistema de endereçamento de memória de 24 bits), multitarefa, memória virtual em disco e proteção de memória.

Assim que ligado, o processador opera em modo real e, com uma instrução especial, passa para o modo protegido. O problema é que, trabalhando em modo protegido, o 286 deixava de ser compatível com os programas escritos para o modo real, inclusive com o próprio MS-DOS. Para piorar, o 286 não possuía nenhuma instrução que fizesse o processador voltar ao modo real, o que era possível apenas resetando o micro. Isso significa que um programa escrito para rodar em modo protegido, não poderia usar nenhuma das rotinas de acesso a dispositivos do MS-DOS, tornando inacessíveis o disco rígido, placa de vídeo, drive de disquetes memória, etc., a menos que fossem desenvolvidas e incorporadas ao programa todas as rotinas de acesso a dispositivos necessárias.

Isso era completamente inviável para os desenvolvedores, pois, para projetar um simples jogo, seria praticamente preciso desenvolver todo um novo sistema operacional. Além disso, o programa desenvolvido rodaria apenas em micros equipados com processadores 286, que ainda eram minoria na época, tendo um público-alvo muito menor. De fato, apenas algumas versões do UNIX e uma versão do OS/2 foram desenvolvidas para utilizar o modo protegido do 286.

Basicamente, os micros baseados no 286 eram usados para rodar aplicativos de modo real, que também podiam ser executados em um XT, aproveitando apenas a maior velocidade do 286.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 12/jul/2005 às 18h12

2U case

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Este é o formato de gabinete mais usado por servidores (superando o 1U), pois é razoavelmente compacto, sem com isto limitar tanto a capacidade de expansão.

Um gabinete 2U tem 16,8 cm de altura e mede 42,65 x 45,4 centímetros. Ainda é mais fino que um gabinete ATX tradicional. Apesar disso, ele acomoda um servidor com dois processadores, até três placas PCI (encaixadas na horizontal, com a ajuda de um riser) e até quatro HDs. Por causa do pequeno espaço, esta não é a melhor solução do ponto de vista da refrigeração, daí a necessidade dos data centers terem o ambiente refrigerado.

Além dos gabinetes 1U e 2U existem ainda os blades, uma cabegoria de servidores ultra compactos, que utilizam um micro gabinete na forma de uma espécie de cartucho. Um gabinete 3U (50% mais alto que o 2U) acomoda em geral de 6 a 8 blades.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

32-bit RIMM

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Os módulos de memória Rambus utilizados no Pentium III e no Pentium 4 são módulos de memória com um barramento de apenas 16 bits (contra os 64 bits de um módulo de memória SDRAM ou DDR), mas em compensação são capazes de operar a frequências muito altas, 800 MHz no padrão original e até 1066 MHz no mais recente, o que equilibra a balança. A partir do Pentium 4 (com o chipset i850) a Intel adotou uma arquitetura dual Rambus, onde os módulos são utilizados em pares, formando um barramento de 32 bits. Apesar da medida ter dobrado a velocidade de acesso à memória, trouxe a desvantagem de ter de utilizar dois módulos de memória ao invés de um, o que acaba saindo mais caro. Os módulos RIMM de 32 bits são um novo padrão que promete resolver este problema, trazendo de volta a flexibilidade de podermos utilizar os módulos de memória livremente.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

386

Criado 1/ago/2007 às 19h43 por Carlos E. Morimoto

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Em outubro de 1985 a Intel lançou o 386, que marcou o início dos tempos modernos. Ele trouxe vários recursos novos. Para começar, o 386 trabalha tanto interna quanto externamente com palavras de 32 bits e é capaz de acessar a memória usando um barramento de 32 bits, permitindo uma transferência de dados duas vezes maior. Como o 386 pode trabalhar com palavras binárias de 32 bits, é possível acessar até 4 GB de memória (2 elevado a 32ª potência), mesmo sem usar a segmentação de endereços, como no 8088.

Assim como o 286, o 386 continua possuindo os dois modos de operação. A diferença é que no 386 é possível alternar entre o modo real e o modo protegido livremente. Os programas que rodavam sobre DOS podiam chavear o processador para o modo protegido, para se beneficiarem de suas vantagens e voltarem ao modo real sempre que precisavam usar alguma sub-rotina do DOS, de maneira transparente ao usuário. Nesse caso, era usado um programa de DPMI ("DOS Protected Mode Interface", ou "interface DOS de modo protegido") para fazer o chaveamento entre os dois modos.

Toda vez que o programa precisava usar alguma sub-rotina do DOS, ele passava o comando ao chaveador e ficava esperando. O chaveador, por sua vez, colocava o processador em modo real, executava o comando, chaveava o processador para o modo protegido e entregava o resultado ao aplicativo, que continuava trabalhando como se nada tivesse acontecido. Um bom exemplo de programa de DPMI é o DOS4GW, que é usado por muitos jogos antigos que rodam sobre o MS-DOS, como o DOOM, Sim City 2000 e vários emuladores de videogames.

O esquema de chaveamento também era utilizado pelo Windows 3.x, que incluía todas as rotinas necessárias, dispensando qualquer programa de DPMI. O Windows 95/98 também pode chavear para o modo real caso precise carregar algum driver de dispositivo de modo real. No Windows XP os programas DOS passaram a ser executados dentro de um emulador (ao invés de nativamente), o que reduziu a compatibilidade do sistema com os aplicativos MS-DOS.

Ter um processador 386 é o requisito mínimo para rodar qualquer sistema operacional moderno. Com um 386, memória RAM e espaço em disco suficiente, você pode rodar o Windows 95 e aplicativos, embora bem lentamente devido à pouca potência do processador. Você pode também instalar distribuições Linux antigas e (usando algum truque para burlar a detecção da configuração mínima ao instalar o sistema) até mesmo instalar o Windows 98.

Com um simples 286, no máximo você poderia rodar o DOS e aplicativos mais simples, que operassem em modo real. Também era possível rodar o Windows 3.0, porém em modo "Standard", onde era possível acessar todos os 16 MB de memória permitidos pelo 286, mas sem memória virtual nem multitarefa.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/ago/2007 às 19h43

386SX

Criado 1/ago/2007 às 11h11 por Carlos E. Morimoto

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Como o 386 era um processador de 32 bits, foi preciso desenvolver toda uma nova categoria de chipsets e circuitos de apoio para trabalhar com ele, o que acabou encarecendo bastante os sistemas baseados no 386 e afastando muitos compradores em potencial.

Para contornar este problema, a Intel optou por lançar uma versão de baixo custo do 386, batizada de 386SX, que apesar de continuar funcionando internamente com palavras de 32 bits, comunicava-se com a memória RAM e os demais periféricos usando palavras de 16 bits (como o 286). Apenas para diferenciar os dois processadores, a Intel passou a chamar o 386 original de 386DX.

Esta arquitetura permitiu que fossem aproveitados os mesmos periféricos usados em placas de micros 286, tornando as máquinas baseadas no 386SX muito mais acessíveis. Pra você uma idéia, um PC básico equipado com um 386SX, chegava a custar menos de 1,000 dólares, quase metade de um equipamento com uma configuração parecida baseado no 386DX.

Apesar de, devido ao preço, o 386SX ter tornado-se uma boa opção em termos de custo-beneficio, em termos de performance ele fica bem atrás de um 386DX da mesma frequência, pois apesar de internamente os processadores serem idênticos, o SX usa praticamente os mesmos componentes usados nos micros 286, acessa a memória usando palavras de 16 bits e, para completar, as placas mãe para ele não possuem memória cache.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/ago/2007 às 11h11

3D Sound

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Veja: Som 3D

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

3D-Now!

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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O processador K6 da AMD tinha um bom desempenho em números inteiros, mas ao mesmo tempo um coprocessador aritmético bastante fraco, que comprometia seu desempenho em jogos e aplicativos gráficos.

Desenvolver um projeto de coprocessador aritmético demora anos. Por isso, a AMD optou por uma solução elegante para tentar corrigir este problema no K6-2. Seguiu o exemplo da Intel e incorporou novas instruções ao seu processador, o conjunto 3D-Now!, formado por 27 novas instruções que têm como objetivo agilizar o processamento de imagens tridimensionais, funcionando em conjunto com uma placa aceleradora 3D. Como acontece com as instruções MMX, é necessário que o software usado faça uso do 3D-Now!, caso contrário não existe ganho algum.

O conjunto 3D-Now! Foi aperfeiçoado no Athlon e a partir do Athlon XP ganhou mais instruções, tornando-se compatível também com as instruções SSE do Pentium III. Com o reforço, o 3D-Now! passou a ser chamado de 3D-Now! Professional.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

3Dfx

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Fabricante das placas de vídeo Voodoo. Foi uma das primeiras fabricantes a lançar placas de vídeo 3D e dominou o mercado durante algum tempo. Mas, acabou sendo comprada pela Nvidia em Dezembro de 2000, depois de atrasar muito o lançamento das placas Voodoo 4 e Voodoo 5, que quando foram finalmente lançadas não eram mais páreo para a GeForce da nVidia.

Entre as placas e chipsets lançados pela 3dfx estão o Voodoo e Voodoo 2, usados em placas de vários fabricantes (como por exemplo as placas Monster 1 e Monster 2), e as placas Voodoo 3, Voodoo 4 e Voodoo 5, fabricadas exclusivamente pela 3Dfx.

As placas Voodoo 2 foram as primeiras placas 3D a suportar SLI, onde são usadas duas placas de vídeo e ambas dividem o trabalho de renderização da imagem, fazendo com que o FPS nos games seja próximo do dobro. As placas 3D da 3DFX também são bem suportadas no Linux, com drivers 3D nativos incluídos no Xfree.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

3G

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Os celulares de terceira geração, ou 3G estão começando a serem implantados no Japão e devem ainda demorar mais alguns anos para chegarem ao Brasil, onde ainda estamos vendo a transição do 2G para o 2.5G.

O principal atrativo deste novo padrão é a maior velocidade de transmissão de dados. Estamos falando de 2 megabits, contra apenas 14.4 k do Wap e 144 k dos celulares 2.5G.

Além de oferecerem acesso rápido à Web, os celulares 3G poderão ser utilizados para realizar videoconferência e para streaming de vídeo (clipes, seriados, etc.). De fato, vários protótipos de celulares 3G trazem chips decodificadores de vídeo em MPEG 2 ou MPEG 4, telas coloridas de alta resolução e câmeras de videoconferência.

Assim como no 2.5G a transmissão de dados é feita através de pacotes, o que significa que o celular fica continuamente conectado à Web e o usuário paga apenas pelos dados transmitidos. Um detalhe importante é que os 2 megabits são compartilhados entre todos os celulares cobertos por cada torre, o que significa uma velocidade muito mais baixa na prática, principalmente nos horários de maior movimento.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

3GIO

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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3GIO é um nome preliminar do barramento PCI Express, que foi utilizado durante a fase de desenvolvimento. Sempre que encontrar referência ao 3GIO em textos e documentações, tenha em mente que estão falando sobre o PCI Express.

Veja: PCI Express

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

4004

Criado 1/ago/2007 às 09h56 por Carlos E. Morimoto

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O primeiro microchip comercial foi lançado pela Intel em 1971 e chamava-se 4004. Como o nome sugere, ele era um processador que manipulava palavras de apenas 4 bits (embora já trabalhasse com instruções de 8 bits). Ele era composto por pouco mais de 2000 transístores e operava a apenas 740 kHz.

Na verdade, o 4004 era tão lento que demorava 10 ciclos para processar cada instrução, ou seja, ele processava apenas 100.000 instruções por segundo. Hoje em dia esses números perecem piada, mas na época era a última palavra em tecnologia. O 4004 foi usado em vários modelos de calculadoras.

Embora fosse muito limitado, ele foi muito usado em calculadoras, área em que representou uma pequena revolução. Mais do que isso, o sucesso do 4004 mostrou a outras empresas que os microchips eram viáveis, criando uma verdadeira corrida evolucionária, em busca de processadores mais rápidos e avançados.

Em 1972 surgiu o Intel 8008, o primeiro processador de 8 bits e, em 1974, foi lançado o Intel 8080, antecessor do 8088, que foi o processador usado nos primeiros PCs. Em 1977 a AMD passou a vender um clone do 8080, inaugurando a disputa Intel x AMD, que continua até os dias de hoje.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/ago/2007 às 09h56

486

Criado 1/ago/2007 às 19h54 por Carlos E. Morimoto

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O 386 foi o grande marco dos processadores para micros PC, pois foi o primeiro processador a trazer o conjunto de instruções x86, que são suportadas por todos os processadores modernos. Apartir dele, surgiram vários melhoramentos, mas apenas em termos de desempenho.

Apesar de não trazer instruções novas, o 486 conquistou seu lugar na história, por trazer vários recursos que continuam sendo usados até os processadores atuais. Em primeiro lugar, o 486 foi o primeiro processador a trazer cache integrado. Eram 8 Kbytes, mas que eram capazes de entregar dados a cada ciclo do processador. Como os fabricantes continuaram incluindo cache na placa mãe, um pouco mais lentos, mas em maior quantidade, surgiu também a distinção entre o cache L1 e o L2.

Outra evolução foi o coprocessador aritmético. Ao invés do caríssimo componente que deveria ser adquirido separadamente, o coprocessador passou a ser um item de série. Este foi o impulso que faltava para a popularização de vários programas e o surgimento de jogos bem mais elaborados.

Com tudo isso, um 486 é quase duas vezes mais rápido do que um 386 da mesma frequência. Em alguns aplicativos, que dependem do coprocessador aritmético, um 486 chega a ser 10 vezes mais rápido.

Como fez anteriormente com o 386, a Intel criou um 486 de baixo custo chamado de 486SX. A diferença entre o SX e o 486 original, que passou a ser chamado de 486DX. Os dois compartilhavam a mesma arquitetura, mas o SX vinha sem o coprocessador aritmético, o que o tornava muito mais lento em aplicativos gráficos e científicos.

Para os proprietários, existia a opção de posteriormente comprar um 80487SX, um coprocessador aritmético que era vendido separadamente. O problema era que comprado separadamente, o coprocessador custava quase tanto quanto um processador 486DX que já vinha com o coprocessador embutido, definitivamente um péssimo negócio. Para evitar confusão, o 486 original passou a ser chamado de 486DX.

Foram lançadas versões do 486 rodando à 25 MHz, 33 MHz e 40 MHz, porém, criou-se uma barreira, pois não haviam na época circuitos de apoio capazes de trabalhar a mais de 40 MHz. Para solucionar esse problema, foi criado o recurso de Multiplicação de Clock, através do qual o processador trabalha internamente à uma velocidade maior do que a da placa mãe. Foram lançados então os processadores 486DX2 (que trabalhavam ao dobro da frequência da placa mãe) e logo depois os 486DX4 (que trabalhavam ao triplo da frequência da placa mãe).

Com isso, surgiram também as placas mãe upgradable, que permitem atualizar o processador, apenas configurando alguns jumpers da placa.

Os processadores 486, apartir do DX-33 foram os primeiros a utilizar cooler, que naquela época eram dissipadores com menos de um centímetro de altura, com exaustores minúsculos. Conforme os processadores passaram a dissipar cada vez mais calor, os coolers foram crescendo na mesma proporção, até chegar nos exageros que vemos atualmente :-)

O 486 possuía 1.2 milhões de transistores e era fabricado numa técnica de 1 micron. Isto significa que cada transístor media um milionésimo de centímetro. Como tínhamos 1.2 milhões deles, o die do processador tinha cerca de 120 milímetros quadrados. Para efeito de comparação, o 386 tinha apenas 275.000 transistores, quase 5 vezes menos.

Esse brutal aumento de complexidade pode ser justificado por três inovações introduzidas pelo 486. Em primeiro lugar, ele usa um co-processador aritmético integrado, ao invés de um chip separado, como no 386. Em segundo, ele incorpora 8 KB de cache ultra-rápido diretamente no processador, complementando o cache mais lento disponível na placa-mãe. O cache interno passou a ser chamado de cache L1 (level 1, ou nível 1) e o cache da placa-mãe, de cache L2.

Com o 486, foi introduzido também o processamento de instruções em etapas, recurso que é utilizado até os dias de hoje. A unidade de execução do 486 é composta por um pipeline de 5 estágios, que possuem funções distintas. Cada instrução passa sucessivamente por cada um dos 5 estágios, sendo que cada um deles faz seu trabalho em apenas um ciclo, passa a instrução adiante e recebe outra. Poderíamos fazer uma analogia com uma linha de produção, que passa a ter 5 trabalhadores em vez de um.

O uso do pipeline trouxe duas vantagens. A primeira é que muitas instruções complexas, que consumiam vários ciclos do 386, passaram a ser executadas numa única passagem. A segunda é a redução do trabalho feito em cada estágio, o que permite que o processador seja capaz de atingir freqüências mais altas.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 1/ago/2007 às 19h54

4G

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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A quarta geração de telefones celulares ainda está em desenvolvimento, mas promete velocidades de transmissão bastante superiores aos celulares 3G: entre 20 e 40 megabits. Os celulares 4G de vem começar a ser usados no Japão por volta de 2007, (só Deus sabe quando chegarão por aqui :-). O 4G aumentará ainda mais o potencial dos celulares como plataforma de entretenimento, além de tornar a transmissão de dados mais barata em relação aos padrões anteriores.

O maior problema do 4G é que a banda disponível é compartilhada entre todos os celulares dentro da área de cobertura da mesma torre de transmissão. Como as torres são muito mais caras qu um ponto de acesso wireless, o padrão 4G acaba sendo uma tecnologia ainda muito cara para a transmissão de grandes quantidades de dados, o que deve dificultar sua adoção. As redes wireless são uma alternativa barata e cada vez mais popular como forma de acesso público (no sentido de estar disponível para o público em geral, não necessariamente no sentido de ser gratuito) à Internet.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

4i RDRAM

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Esta é uma tecnologia de memória Rambus sensivelmente mais barata que a tradicional, onde temos apenas 4 páginas de memória por chip, ao invés de 16 páginas. Em teoria, o fato de usarem menos páginas de memória tornaria os módulos 4i mais lentos, já que menos páginas de memória abertas, significa uma chance menor do chipset conseguir obter os dados de que necessita sem precisar abrir uma página inativa da memória.

Porém, os chipsets que suportam memória Rambus, como o i850 são capazes de manter apenas 64 páginas de memórias abertas simultâneamente. Como nestas soluções é preciso utilizar os módulos RIMM aos pares, teremos sempre pelo menos dois módulos de memória Rambus espetados na placa mãe. Se temos sempre pelo menos 8 chips por módulo, teremos então pelo menos 16 chips. Com 4 bancos por chip já teremos as 64 páginas que o chipset é capaz de manter abertas.

Ou seja, os módulos 4i RDRAM já são capazes de oferecer o número de páginas de que o chipset pode tomar vantagem, por isso não há perda de desempenho em relação aos módulos de 16 páginas, que são mais úteis em sistemas que utilizam poucos chips de memória, como por exemplo o Playstation 2, onde temos apenas 2 chips soldados à placa mãe.

Em teoria, a arquitetura simplificada dos módulos 4i RDRAM permitiriam que, se produzidos em quantidade, pudessem custar o mesmo, ou até menos que os módulos de memória DDR. Porém, isso parece não importar tanto atualmente, já que além do chipset i850 da Intel, que está prestes a ser descontinuado, não temos mais nenhuma plataforma importante que utilize memórias Rambus, o que deixa pouco espaço para uma eventual massificação desta tecnologia.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03

56Kflex

Criado 26/jun/2005 às 22h03 por Carlos E. Morimoto

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Veja: V.90

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 26/jun/2005 às 22h03