Notícias do mês de Junho de 2008
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Divulgado novo roadmap para os Intel Nehalem
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 11 de junho de 2008 às 15h59
0Todos sabem que as CPUs Nehalem, da Intel, serão excelentes para em desempenho. O que nem todos sabem, contudo, é quando eles serão definitivamente lançados para desktops. Tentando responder à essa pergunta, fontes anunciaram um roadmap da Intel que adianta o lançamento das CPUs Core 2 e Nehalem para antes mesmo do segundo trimestre de 2009.
A Intel revelará os processadores Bloomfield de 3.2 GHz, 2.93 GHz e 2.66 GHz no quarto trimestre desse ano, com o último tendo o mesmo nível do atual Core 2 Quad Q9450; os três chips permanecerão nas mesmas posições até o segundo trimestre de 2009, quando então a Intel então substituirá os Core 2 Quad Q6600 pelos Core 2 Quad Q8200 de 45 nm. Apesar da maior velocidade para o lançamento, espera-se que os chips continuem com os mesmos preços já supostos no outro planejamento.
Fontes revelam que as três CPUs Bloomfield terão controladores de memória DDR3 embutidos, com suporte DDR3-1333 no último modelo e DDR3-1066 nos outros; se esta informação se comprovar, provavelmente os Bloomfield terão preços um pouco mais elevados, por causa do alto custo dos módulos de memória DDR3.
Fonte:
http://techreport.com/discussions.x/14906
Sem comentáriosPostado 11 de junho de 2008 às 15h59 por Júlio César Bessa Monqueiro
A popularização do Arch Linux
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 10 de junho de 2008 às 15h21
0Como eu já havia dito em outra notícia, "o Arch Linux é uma excelente distribuição, de modo que quem a usa no dia-a-dia não troca por nada; apesar disso possui relativamente poucos usuários." No Brasil, ela começa a se popularizar agora, de forma que quem está iniciando precisa de um amparo maior, e quem está afim de colaborar necessita de um canal para ser ouvido.
Com o intuito de apresentar a comunidade brasileira de usuários e desenvolvedores do Arch, e ajudar não só os usuários desta distro, mas também os mantenedores do Archlinux-br, 'Marcelo Cavalcante Rocha' publicou um artigo em seu blog, na data de hoje:
"No post anterior já expliquei as origens do Arch Linux, bem como sua filosofia e as minhas primeiras impressões sobre o mesmo, portanto para quem perdeu ou está aqui se perguntando o que é o Arch Linux, recomendo que dê uma lida no meu post anterior: Minhas primeiras impressões com o Arch Linux.
Aqui dedicarei-me em explicar como a comunidade do Arch Linux se encontra no Brasil e como podemos ajudá-la.
Atualmente temos uma comunidade chamada Archlinux-br, que trabalha buscando uma maior popularização dessa distribuição em nosso país, já que no exterior ela já tem um nome com bastante respaldo. Esse trabalho é dividido entre site, wiki, fórum, lista de discussão, canal de irc, dentre outros meios como blogs pessoais que também ajudam muito na divulgação do Arch Linux."

Veja o artigo completo em:
http://marcelokalib.blogspot.com/2008/06/popularizao-do-arch-linux.html
Saiba mais sobre a instalação do Arch Linux em:
http://www.hardware.com.br/noticias/2008-03/47D7F85D.html
Sem comentáriosPostado 10 de junho de 2008 às 15h21 por Júlio César Bessa Monqueiro
Diamante tem qubits para computador quântico viável
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 10 de junho de 2008 às 10h47
0A computação quântica é um assunto que se torna cada vez mais popular, visto que o fim dos chips de silício proporcionarão computadores muito mais potentes e compactos. Contudo, esta nova tecnologia ainda seria uma mera experiência, visto que a partir de nenhum material se conseguia trabalhar em temperatura ambiente. Justamente contornando essa situação, foram criados efeitos quânticos vitais para a produção destes computadores usando-se o diamante, sendo tudo feito à temperatura ambiente, por cientistas finlandeses.
Procurando aprofundar este assunto, foi postada a notícia "Diamante tem qubits para computador quântico a temperatura ambiente", no site "Inovação Tecnológica":
"Um dos mais estranhos fenômenos da mecânica quântica - e também um dos mais promissores para uso prático na computação - é chamado de entrelaçamento: duas partículas tornam-se intimamente conectadas, passando a influenciar-se mutuamente, qualquer que seja a distância que se separem depois que o entrelaçamento aconteceu. (...)
O que os físicos da Universidade de Stuttgart fizeram foi criar estados entrelaçados entre os átomos de carbono que formam a estrutura do diamante. Um por cento desses átomos de carbono possuem um momento magnético que os permite interagir com um átomo de nitrogênio implantado nas suas proximidades."

Veja a notícia original em:
http://www.inovacaotecnologica.com.br
Sem comentáriosPostado 10 de junho de 2008 às 10h47 por Júlio César Bessa Monqueiro
Artigo: GoboLinux? Que distro é essa?
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 10 de junho de 2008 às 10h33
0Como afirmei em outra notícia, "hoje no mundo Linux, a principal dúvida é com relação à distribuição que devemos usar. Alguns acabam sendo levados pela maioria, enquanto outros procuram por distros que espelham a sua personalidade, outros ainda preferem as mais técnicas e alguns as mais fáceis". O GoboLinux é uma distribuição nacional, muito bem documentada e que, embora não seja tão popular, possui uma excelente qualidade. Ela, em comparação com outras distribuições, possui um grande diferencial: a estrutura de diretórios.
Apresentando esta distribuição, Bruno de Jesus Barreira Pereira publicou dois artigos chamados "GoboLinux? Que distribuição é essa? (Parte 1- Primeiros contatos)" e "GoboLinux? Que distro é essa? (Parte 2 - Instalação)", no site Viva o Linux. Leia a descrição da primeira parte:
"Como meu primeiro artigo, decidi escrever sobre GoboLinux, uma distribuição que possui uma particularidade: a forma como os arquivos estão organizados no computador."
E a segunda:
"Neste artigo, dando sequência ao artigo que fala sobre GoboLinux, abordarei a instalação desta distro no HD."
Introdução da primeira parte:
"Gobolinux é uma nova distribuição criada por Hisham Muhamad e equipe. Atualmente está na versão 0.14, disponível em Live CD. Ela deriva do trabalho feito a partir da documentação do Linux From Scratch, acrescentando uma estrutura de diretórios novo e organizado.
Apesar da nova organização da árvore ser diferente, o sistema mantém a tradicional estrutura, apesar de estar mantida oculta. O modo como a árvore está organizada, permite um maior controle na instalação de programas, isolando cada um em seu próprio diretório. Explicarei nos tópicos seguintes meus primeiros contatos com esta distro."
Introdução da segunda parte:
"Dando continuidade ao artigo que fala sobre GoboLinux, falarei sobre a instalação desta distro no HD. O passo-a-passo foi feito analisando ao máximo possível os detalhes e alguns problemas que tive com este procedimento.
Tive um trabalho maior para fazer o sistema iniciar em dualboot com o Windows, então adotei ao invés do GRUB o bootloader do Windows para tal. Deixei o passo-a-passo que fiz para quem teve dificuldade nesse ponto. Isto deve ser feito com muito cuidado, pois um erro pode comprometer a inicialização do outro sistema operacional, além do GoboLinux."
O primeiro artigo está dividido entre as seguinte seções:
- Que distro é essa?
- A nova árvore de diretórios
- Gerenciando seus programas
E o segundo possui as seguintes:
- Introdução (Importante ler antes de tudo)
- Instalando os programas e configuração de bootloader
- Configuração de usuários
- Após os preparativos, a instalação propriamente dita
- Dificuldades encontradas e solução de problemas
Veja os artigo completos em:
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=8306
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=8305
Sem comentáriosPostado 10 de junho de 2008 às 10h33 por Júlio César Bessa Monqueiro
Em defesa do Firefox
Por Jonathan Corbet em 10 de junho de 2008 às 10h15
0In defense of Firefox
Autor original: Jonathan Corbet
Publicado originalmente no: http://lwn.net/
Tradução: Roberto Bechtlufft
Em condições normais, não se espera que um post sobre um bug relacionado ao desempenho em um pré-lançamento de software gere muito interesse. Mas quando o LWN apontou um post que descrevia o bug do fsync() no Firefox 3, o resultado foram mais de 90 comentários (da última vez que contamos). Certamente há algo curioso acontecendo aqui para atrair esse nível de interesse. Mas parece que nem todos os participantes da discussão estão tirando as conclusões corretas.
O Firefox 3, como muitos outros aplicativos, usa o banco de dados sqlite. No caso do Firefox, o banco de dados é usado para armazenar o histórico de navegação do usuário; um usuário ativo pode gerar bastante tráfego no banco de dados em pouco tempo. Para atualizar o banco de dados, o sqlite chama o fsync() para garantir que os dados cheguem ao disco. Coisa básica, nada que devesse causar muito problema.
Só que causa problema, pois (1) as chamadas ao fsync() são freqüentes e (2) os sistemas de arquivos Linux não lidam com o fsync() tão bem quanto deveriam. O resultado é que o uso pesado do Firefox 3 no Linux pode arruinar a performance do sistema inteiro. Obviamente é um problema a ser resolvido pelos desenvolvedores do Firefox, mesmo que não seja exatamente culpa deles. E parece que eles pretendem mesmo resolver o problema.
Pode-se argumentar que o Firefox 3 nunca poderia ter chegado a um release candidate com um bug desses ainda por resolver. O problema foi relatado pela primeira vez no início de março, mas a conversa só engatou mesmo no final de abril. Por isso não sobrou muito tempo para resolver o problema antes do release candidate.
Seria mais justificável dizer que o fato dos desenvolvedores considerarem lançar a versão final com esse problema pendente seria de grande insensibilidade às necessidades dos usuários do Linux. A idéia de que eles dariam sua aprovação aos distribuidores que criassem patches para resolver a situação por conta própria não ajuda muito. Esse quadro levanta algumas questões interessantes: o que aconteceria se a Mozilla não aprovasse o patch, e negasse o uso da marca "Firefox" aos distribuidores que tivessem resolvido o problema? Mas isso é apenas uma suposição; parece que os desenvolvedores do Firefox decidiram lançar um segundo release candidate incluindo uma correção para o problema.
Outra reclamação comum é o fato do Firefox estar usando um banco de dados relacional. Isso, supostamente, acrescenta um peso razoável a uma aplicativo que já é bem pesado. Os desenvolvedores retrucam que um banco de dados de verdade é necessário para oferecer os recursos que os usuários do Firefox desejam. Como mostrou a discussão no LWN, realmente existem usuários que querem ter acesso rápido a dados em históricos bem grandes. Até agora, ainda não me empolguei muito com a "incrível barra" - a barra de endereços "turbinada" do Firefox 3 - mas parece que outros usuários estão bem animados.
É importante acrescentar recursos que os usuários vão achar "incríveis". Também é importante, obviamente, criar um aplicativo pequeno e rápido. Os desenvolvedores do Firefox têm que trilhar um caminho entre o acréscimo de novos recursos e a manutenção de um aplicativo de tamanho geral razoável, e acabam recebendo pedradas dos dois lados pelas decisões tomadas. O que é pesado e desnecessário para um usuário é indispensável para o outro; é difícil agradar a todos. Mas geralmente se mantém mais usuários satisfeitos dando a eles os recursos que pedem.
Apesar de tudo isso, o Firefox 3 exibe o resultado de muita atenção dada ao desempenho e ao uso de memória. Ainda não fiz benchmarks formais, mas alguns meses usando as versões beta me fizeram concluir que o Firefox 3 é mais rápido que seu antecessor, e que a maioria dos problemas mais graves de uso de memória foram corrigidos. Já faz um tempo desde a época em que era preciso reiniciar o Firefox de tempos em tempos para combater os efeitos do vazamento de memória. O Firefox nunca vai ser um programa leve - nem mesmo mediano - mas parece que, por enquanto, o crescimento do monstro foi contido.
O Firefox 3 também inclui melhor integração ao GTK, o que também já gerou reclamações. Mas uma melhor integração com o Linux é algo que os usuários vêm pedindo há tempos. Não é fácil culpar os desenvolvedores por tentarem atender a esse pedido.
No fim das contas, parece que a comunidade do Firefox está mesmo tentando cumprir a promessa de oferecer um melhor suporte aos usuários do Linux. Eles parecem estar fazendo aquilo que se espera deles. Dessa forma, produziram um grande lançamento que, com todos os seus defeitos, é um grande avanço sobre a versão anterior. O processo de desenvolvimento que ajudou a resgatar a internet dos softwares e padrões proprietários continua a todo vapor. Não há dúvidas de que não faltarão críticas aos desenvolvedores do Firefox no futuro. Mas antes de criticar, é bom dar uma relaxada, deixar eles soltarem a versão 3.0 e dar os parabéns a eles por um trabalho verdadeiramente bem feito.
Créditos a Jonathan Corbet - http://lwn.net/
Tradução por Roberto Bechtlufft <robertobech at gmail.com>
Sem comentáriosPostado 10 de junho de 2008 às 10h15 por Jonathan Corbet
Netbook Remix: Ubuntu para UMPCs
Por Marcos Elias Picão em 10 de junho de 2008 às 03h17
0Na semana passada a Canonical apresentou na Computex o Netbook Remix, uma versão especial do Ubuntu.
O Netbook Remix visa ser um sistema operacional para dispositivos móveis de acesso a Internet (MIDs) e também para os UMPCs, a onda de sub-notebooks e PCs compactos.
As modificações vão desde otimizações no gerenciamento de energia ao usar o processador Atom da Intel, até a interface. O projeto visual foi pensado para rodar bem em telas pequenas, além de receber melhorias que facilitam o uso do sistema por leigos no Linux.

Ele não deve aparecer em dispositivos móveis ainda neste ano, mas promete bastante. Conta com o apoio e nome da Canonical, patrocinadora e mantenedora do Ubuntu. Ele será lançado sob a GPLv3. Ainda não há pacotes oficiais nos repositórios do Ubuntu, por enquanto está hospedado na plataforma de projetos da Canonical, Launchpad PPA (Personal Package Archive) - veja aqui.
O site Phoronix publicou uma breve análise dele, apesar de ainda não estar pronto. Há vários screenshots, destacando as mudanças na interface da versão normal do Ubuntu. Veja em:
http://www.phoronix.com/scan.php?page=article&item=ubuntu_netbook_remix&num=1
Sem comentáriosPostado 10 de junho de 2008 às 03h17 por Marcos Elias Picão
iPhone 3G vem dia 11 de julho, mas ainda não para o Brasil
Por Marcos Elias Picão em 10 de junho de 2008 às 02h57
0Daqui um mês, dia 11 de julho, o iPhone 3G dará as caras. Mas não por aqui. O Brasil não está incluso na lista dos 22 países que terão o iPhone dia 11 de julho. Na página para o Brasil há a informação de que ele estará disponível em breve, mas sem data definida.
O iPhone 3G nos EUA custará de $199 (versão com 8 GB de espaço) a $299 (com 16 GB), em versões branca ou preta.

Segundo divulgações da Apple, ele pode carregar páginas até 2,8 vezes mais rápido do que usando a rede EDGE. A bateria tem duração estimada de cerca de 5 horas em conversação 3G e 10 horas em redes 2G - pelo menos mais de 8 horas em 2G. Para navegação duraria em média de 5 a 6 horas, enquanto que para reprodução de vídeo e áudio, 7 e 24 horas, respectivamente.
Suportando GPS, combinado com triangulação de torres de celular e Wi-Fi, fica facilitada a localização geográfica do aparelho. Esse recurso permite posicionamento em tempo real no Google Maps (em testes).
O software iPhone 2.0, versão do firmware usada no novo iPhone, inclui acesso à App Store, controle parental e também suporte nativo aos arquivos do iWork e Office, além de sincronização com dados do Exchange da MS usando ActiveSync.
Ele vem integrado ao novo serviço da Apple, Mobile Me, que permite compartilhar calendários, contatos, fotos e informações do iDisk em tempo real, entre computadores, iPhones e iPods.
Aos brasileiros resta esperar mais um pouco. O preço por aqui não deve ser tão amigável devido "n" questões, já conhecidas por fãs de produtos da Apple.
Leia mais sobre o iPhone 3G em:
http://www.electronista.com/articles/08/06/09/iphone.3g/
Sem comentáriosPostado 10 de junho de 2008 às 02h57 por Marcos Elias Picão
Windows Embedded baseado no Vista pode sair em 2010
Por Marcos Elias Picão em 10 de junho de 2008 às 02h17
0Novas versões do Windows para dispositivos móveis e embarcados virão nos próximos anos. Substituindo o Windows XP Embedded, a MS prepara o Windows Embedded Standard 2009, baseado no código do XP mesmo. Uma versão baseada no Vista pode sair em 2010. Por enquanto em desenvolvimento, tem o codinome Quebec.
Segundo divulgações informais ainda, o Quebec suportaria diversos recursos do Vista, como a criptografia de partições (BitLocker), o firewall do Windows, e o Windows Defender (anti-spyware). Além de otimizações no gerenciamento de memória, como o SuperFetch, ReadyBoost e Dynamic System Address Space.
Em alguns dispositivos onde houvesse interação com os usuários, o Quebec suportaria componentes da interface Aero, Windows Media Player 11 e vários recursos do IE7. Diferentemente do sistema embarcado baseado no XP, que só tem versão de 32-bit, o baseado no Vista teria suporte tanto para processadores de 32 como de 64-bit.
Pelo lado ruim... A versão baseada no Vista ocuparia muito mais espaço em disco - estima-se uns 300 MB, sem todos os componentes opcionais. O XP Embedded atualmente requer pelo menos 40 MB, e o próximo baseado no XP deve ficar na mesma faixa.
O lançamento do Quebec é esperado para 2010. Provavelmente surgirá um movimento parecido com o que resgata a vida do XP, só que no futuro, "Save XP Embedded".
Por enquanto, a versão 2009 (baseada no XP) teve um beta liberado recentemente no Microsoft Connect, e suportará recursos como o Silverlight, .NET Framework 3.5, WMP 11 e IE7. O Windows Embedded Standard 2009 deve ficar pronto ainda este ano.
Ainda no mundo Windows para dispositivos embarcados, uma nova versão do Windows CE deve sair em 2009, o Windows Embedded Compact, segundo o roadmap publicado pela Microsoft.
Referências:
http://blogs.zdnet.com/microsoft/?p=1431
http://www.osnews.com/story/19840/Windows_Embedded_Quebec_Due_in_2010
Sem comentáriosPostado 10 de junho de 2008 às 02h17 por Marcos Elias Picão
IBM utiliza água para refrigerar seus processadores 3-D
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 9 de junho de 2008 às 15h27
0Com o tempo, motores de automóveis que eram refrigerados a ar começaram a desaparecer, dando total lugar aos que possuíam os radiadores: com o aumento de cavalaria dos automóveis, a água substituiu o ar como uma solução muito mais eficiente para o resfriamento.
O mesmo hoje acontece com a informática: com os chips cada vez mais parrudos, soluções compactas e com maior eficiência, como a refrigeração a água, começam a aparecer e se tornarem mais populares em desktops, embora esta solução já seja utilizada há muito tempo em supercomputadores; fato esse que está ocorrendo devido à uma maior disponibilidade comercial de equipamentos.
Com este tema, foi postada a notícia intitulada "IBM utiliza água para refrigerar seus processadores 3-D", no site "Inovação Tecnológica":
"A IBM resolveu levar a idéia da refrigeração a água um passo adiante, e desenvolveu uma tecnologia que permite que a água circule internamente no processador e não sobre sua superfície.
Desenvolvida em conjunto com o Instituto Fraunhofer, da Alemanha, a tecnologia é aplicável aos chips 3-D, consistindo em uma série de canais situados entre as camadas do chip tridimensional, por onde a água flui."

Veja a notícia original em:
http://www.inovacaotecnologica.com.br
Sem comentáriosPostado 9 de junho de 2008 às 15h27 por Júlio César Bessa Monqueiro
Análise do Nokia N95 8 GB
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 9 de junho de 2008 às 15h12
0A Nokia sempre teve a tradição de oferecer seus melhores smartphones para a Europa, e com isso, celulares como o iPhone acabaram por dominar o mercado norte-americano. Entretanto, o N95 8 GB North America Model (NAM) é a prova que a empresa está tentando contornar a situação, principalmente agora que o aparelho está disponível através de uma operadora oficial, possuindo então todos seus recursos ativos. Esta penúltima versão do N95 revela um telefone poderoso e flexível, e suas demais características e comparações com produtos da Apple e outros concorrentes podem ser vistos nesta análise (link abaixo) publicada pelo site Electronista.
Veja a análise em:
http://www.electronista.com/reviews/nokia-n95-8gb.html
Sem comentáriosPostado 9 de junho de 2008 às 15h12 por Júlio César Bessa Monqueiro

