Notícias do mês de Junho de 2008
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NXP anuncia modem 'mais rápido do mundo', para redes 4G
Por Marcos Elias Picão em 12 de junho de 2008 às 18h40
0A NXP Semiconductors anunciou hoje que está pronta para o lançamento do primeiro modem 4G do mundo, chamado Nexperia Cellular System Solution PNX6910. O modem pode suportar as velocidades de 150 Mbps para download e 50 Mbps para upload. Quando for lançado, deverá suportar as redes LTE, HSPA, UMTS, EDGE, GPRS e GSM em dispositivos móveis, segundo a NXP.
O modem será formado pelo Embedded Vector Processor da NXP, além de um poderoso núcleo Digital Signal Processing, projetado em paralelo. O design combina um chip RF e um chip baseband, suportando vários modos de redes. A NXP pretende viabilizar esse modem para ser utilizado em outros dispositivos além de telefones celulares, como câmeras e filmadoras, laptops, internet tablets e claro, UMPCs.
Apesar da expectativa, o chip não estará disponível para os consumidores até 2009, já que a rede 4G (também conhecida como Long Term Evolution, ou LTE) não estará liberada até o segundo trimestre do ano que vem. E ainda assim, na maioria dos lugares, atingir velocidades efetivas de 150 Mbps para download e 50 Mbps para upload está fora da realidade, por um bom tempo.
Referência:
http://www.electronista.com/articles/08/06/12/nxp.intros.4g.mobile.modem/
Sem comentáriosPostado 12 de junho de 2008 às 18h40 por Marcos Elias Picão
Primeiro notebook baseado no Intel Atom roda Linux
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 12 de junho de 2008 às 18h18
0Recentemente, o terceiro maior fabricante de PCs do mundo anunciou um "netbook" com processador Intel Atom Centrino de 1.6 GHz e Linpux Linux como sistema operacional. O Acer Aspire One oferece 512 MB ou 1 GB de RAM, 8 GB em memória flash, e tela de 8,9 polegadas e resolução de 1024x600 pixels, além de WiFi, webcam e um HD opcional de 80 GB.
O Aspire One é o primeiro de muitos notebooks deste ramo com o Atom, que devem ser lançados ainda este ano. O compacto é baseado no modelo N270 do processador, com FSB de 533 MHz e 512 KB de cache L2.
Os notebooks iniciais estarão disponíveis apenas com o Linpus Linux Lite, mas uma versão com Windows XP é esperada para daqui alguns meses. O Linpus Linux Lite é projetado para rodar em PCs de baixo custo, UMPCs, netbooks, e MIDs, de acordo com a Linpus, empresa desenvolvedora de Taiwan.

Fonte:
http://www.desktoplinux.com/news/NS3660227730.html
Leia mais em:
http://linuxdevices.com/news/NS6652435792.htm
Sem comentáriosPostado 12 de junho de 2008 às 18h18 por Júlio César Bessa Monqueiro
Falha crítica no stack bluetooth do XP e Vista
Por Carlos E. Morimoto em 12 de junho de 2008 às 15h26
0De alguns anos pra cá, estamos assistindo a uma mudança de foco dentro da indústria de produção de vírus e malwares em geral. Em vez de atacarem vulnerabilidades no sistema operacional, os vírus e worms estão cada vez mais atacando vulnerabilidades em aplicações web (como no caso de brechas em gestores de conteúdo como o Drupal e o WordPress) e, cada vez mais, vulnerabilidades nos drivers de dispositivo.
Os drivers nada mais são do que softwares especializados, que rodam com um nível de privilégios bastante elevado dentro do sistema e, para piorar, placas de rede, transmissores bluetooth e periféricos de comunicação em geral recebem dados diretamente, antes mesmo que eles passem pelo firewall ou qualquer outra camada de proteção. Vulnerabilidades em drivers para placas wireless são relativamente comuns e a situação tende apenas a piorar. Cada vez mais, é preciso se preocupar não apenas em instalar atualizações de segurança para o sistema operacional, mas também para os drivers de dispositivo, sobretudo no caso do Windows.
A novidade mais recente é uma falha crítica no stack bluetooth do Windows XP SP2 e do Windows Vista. A brecha não é em um driver específico, mas sim no stack propriamente dito. Ele é exploitável remotamente, por qualquer um que esteja suficientemente próximo da máquina alvo para transmitir dados até o transmissor bluetooth, afeta tanto o Windows XP SP2 quanto o Vista e é democrático com relação aos transmissores bluetooth, afetando qualquer um que use um transmissor bluetooth, independentemente da marca. Por enquanto ainda não existe notícia de nenhum worm que seja capaz de explorar a vulnerabilidade, mas não é difícil de imaginar um worm que possa se auto-replicar, infectando automaticamente notebooks com transmissores bluetooth ativados, conforme o usuário se desloque.
Se você é um feliz usuário Windows e costuma usar o notebook em locais públicos, sobretudo em aeroportos, dê uma olhada no boletim de segurança com workarounds para o problema, ou simplesmente desative o bluetooth enquanto estiver em locais públicos.
Sem comentáriosPostado 12 de junho de 2008 às 15h26 por Carlos E. Morimoto
Transmissor bluetooth em miniatura
Por Carlos E. Morimoto em 12 de junho de 2008 às 14h34
0Um dos problemas com os transmissores Bluetooth USB é o tamanho. Não que eles sejam particularmente grandes, mas é imprático manter um periférico do tamanho de um pendrive plugado no notebook o tempo todo e também acaba sendo imprático plugar e desplugar cada vez que precisar usar a conexão EDGE do celular, ou precisar transferir algum contato. Como resultado disso, muitos simplesmente deixam de usar o bluetooth no notebook, ou acabam pagando mais caro por um portátil com um transmissor bluetooth embutido.
Se você se enquadra em qualquer uma das duas categorias, aqui está algo que pode lhe interessar:

Como pode ver, trata-se de um transmissor bluetooth em miniatura, pouco maior do que o conector USB propriamente dito, o que o torna ideal para deixar instalado continuamente no notebook, como se fosse um transmissor interno:

O mais interessante é que ele não é um modelo exótico vendido por US$ 100, mas sim mais um modelo popular produzido pelos mesmos fabricantes chineses de sempre. Você pode encontrá-lo por pouco mais de 10 dólares em lojas online do exterior ou no ebay. Este da foto em particular foi comprado por US$ 12 aqui. Como de praxe, não deve demorar muito para que comece a aparecer nas lojas aqui do Brasil.
Sem comentáriosPostado 12 de junho de 2008 às 14h34 por Carlos E. Morimoto
HP: novo laptop Voodoo Envy 133, mais fino que o MacBook Air
Por Marcos Elias Picão em 11 de junho de 2008 às 22h34
0Confirmando alguns rumores e notícias sobre a HP e Voodoo, ela anunciou ontem seu novo laptop, o Voodoo Envy 133.
Ele é mais fino do que o MacBook Air, tendo um visual elegante: apenas 1,79 cm de espessura, pesando 1,54 kg.
Usa o processador Centrino da Intel, voltado a portáteis. A tela de 13,3 polegadas (1280x800) garante um tamanho pequeno ao aparelho, que também dispensa drive óptico interno - mas acompanha um externo. As opções de cores ficam por conta de duas básicas: branco ou preto. Diferentemente do MacBook Air, a bateria dele é removível - pode ser facilmente substituída. A duração estimada dela fica em pouco mais de 3 horas e meia.
Ele vem com uma portas HDMI e USB (uma de cada), além de uma compartilhada USB/E-SATA. Para conectividade, suporta Wi-Fi, Bluetooth e a tradicional Ethernet. Ao conectar um cabo Ethernet, é possível ligá-lo a um roteador wireless ponto-a-ponto. O laptop traz também webcam embutida.
Segundo as especificações publicadas no voodoopc.com, ele pode usar um disco de estado sólido (SSD) de 64 GB, ou um HDD de 80 GB (4200 RPM).
Nos EUA o Envy deverá custar a partir de $2,099.


Além do Voodoo Envy, a parceria rendeu também o OMEN, um desktop.
Fonte (leia mais):
http://www.electronista.com/articles/08/06/10/voodoo.envy.133.and.omen/
Notícia recente relacionada:
HP planeja fusão de produtos com Voodoo
Sem comentáriosPostado 11 de junho de 2008 às 22h34 por Marcos Elias Picão
Lançado Banshee 1.0, player multimídia para Linux
Por Marcos Elias Picão em 11 de junho de 2008 às 21h50
0O Banshee, um media player para Linux suportado pela Novell que usa o Mono e GStreamer por trás dos panos, chegou à sua versão 1.0 (considerado "milestone" ou "marco").
Muita gente pode até não gostar do Mono ou da Novell, mas o Banshee se tornou um player com diversos recursos sendo bastante agradável e fácil de usar. Hoje conta com sincronização com dispositivos como Apple iPod e Creative Zen, entre outros.

Ele pode ter seus recursos expandidos com plugins, onde é possível compartilhar música via DAAP, baixar e ouvir podcasts, ouvir rádios via Internet, entre várias outras coisas úteis. Geralmente os fãs de um tocador seguem fiéis a ele por décadas (eu mesmo não troco Winamp clássico e/ou XMMS por nada, para ouvir músicas no PC), mas vale a pena experimentar o Banshee.
Na versão 1.0 ele ficou um pouco mais "leve", gerenciando melhor a memória e oferecendo um melhor desempenho.
Mais informações e download:
http://banshee-project.org/download/archives/1.0.0/
Leia mais sobre ele neste artigo do site Phoronix:
http://www.phoronix.com/vr.php?view=12465
Sem comentáriosPostado 11 de junho de 2008 às 21h50 por Marcos Elias Picão
Apple exibe Mac OS X Server Snow Leopard
Por Marcos Elias Picão em 11 de junho de 2008 às 21h32
0Na Worldwide Developer Conference ocorrendo em San Fransisco, a Apple apresentou algumas das novidades no Mac OS X Server 10.6, Snow Leopard. Além das atualizações corriqueiras e melhorias herdadas da versão cliente, há os novos recursos próprios do servidor.
O suporte ao sistema de arquivos ZFS com suporte a escrita e leitura será incluído no novo Snow Leopard Server. Esse sistema ZFS é de 128-bit, que inclui recursos avançados como storage pooling, redundância de dados, correção automática de erros, expansão dinâmica de volumes e snapshots (instantâneos do sistema num dado momento).
O Snow Leopard Server virá ainda com novas versões do iCal Server, servidores de podcast, email e lista de endereços. O sistema vem preparado para mais atividades colaborativas, além de ter recebido melhorias nas opções de acesso remoto - incluindo um sistema de notificações que roda fora do seu firewall.
Mais informações estão na página oficial do produto:
http://www.apple.com/server/macosx/snowleopard/
Via osnews.com
Sem comentáriosPostado 11 de junho de 2008 às 21h32 por Marcos Elias Picão
Procurando rootkits no seu sistema
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 11 de junho de 2008 às 21h11
1Nos cursos que ministro, é comum a pergunta sobre os "vírus para Linux", e respondo que uma das maiores ameaças para sistemas baseados em Unix são os famosos "rootkits", ferramentas maliciosas que são inclusive utilizadas por muitos vírus. Navegando pela Internet, encontrei um interessante artigo explicando mais sobre este assunto polêmico e curioso, demonstrando inclusive como tentar evitar estes problemáticos aplicativos. Apresento-lhes o artigo chamado "Procurando rootkits no seu sistema", publicado pelo nozey no site Viva o Linux. Leia a descrição:
"Rootkits são ferramentas utilizadas, geralmente, com o objetivo de ocultar a presença de invasores nas máquinas. Com essas ferramentas alguém não-autorizado, mas que já conseguiu entrar na máquina, pode ter controle sobre a mesma e nem ser notado. Neste artigo eu mostro como procurar rootkits no seu sistema."
E dê uma olhada na introdução:
"Muitos rootkits acompanham uma gama de binários (como o ls, ps, who, find etc) modificados para que os processos rodados pelo invasor não possam ser vistos pelo administrador da máquina. Além disso, muitos vírus atuais utilizam rootkits.
Existem dois aplicativos que podem te ajudar a detectar rootkits no seu sistema: rkhunter e chkrootkit. A seguir eu mostro como instalar e executar ambos. "
O artigo está dividido entre as seguinte seções:
- Introdução
- Usando o chkrootkit
- E se achar rootkits?

Veja os artigo completos em:
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=8339
1 comentárioPostado 11 de junho de 2008 às 21h11 por Júlio César Bessa Monqueiro
Um editor ranzinza analisa o Claws Mail
Por Jonathan Corbet em 11 de junho de 2008 às 19h43
0The Grumpy Editor reviews Claws Mail
Autor original: Jonathan Corbet
Publicado originalmente no: http://lwn.net/
Tradução: Roberto Bechtlufft
Parte da série do Editor Ranzinza do LWN
O guia dos clientes gráficos de email do Editor Ranzinza foi publicado há quase exatamente um ano. Naquela época, seu editor estava procurando por um cliente que pudesse substituir um esquema MH que, apesar da antigo, oferecia um grau de flexibilidade e velocidade difícil de bater. Eu recebo pilhas de emails, mesmo sem contar com listas como a linux-kernel, por isso tenho uma necessidade real de um cliente que processe as mensagens sem perder nem alguns poucos segundos para isso. Na época, nenhum dos clientes analisados deu conta do recado; parece que os desenvolvedores de clientes gráficos priorizam uma série de recursos em detrimento da velocidade e da flexibilidade.
Aquela análise mencionou um cliente chamado sylpheed-claws; na época, esse cliente era uma espécie de ramificação de desenvolvimento do sylpheed, e a intenção era que as mudanças realizadas nele fossem incluídas no sistema. Desde então, o sylpheed-claws evoluiu e se tornou um fork pleno, objetivando a criação de um aplicativo independente, e ganhou um novo nome: Claws Mail. Em 2004, achei o sylpheed-claws uma plataforma instável; 2008 pareceu ser um bom momento para voltar lá e ver o que os desenvolvedores andaram fazendo nos últimos quatro anos. Então, instalei o Claws Mail 3.4.0 e fui testá-lo.
A boa notícia é que com o tempo o cliente se estabilizou. Não consegui fazê-lo travar, o que é sempre bom em um cliente de email. Muitos dos recursos em desenvolvimento quatro anos atrás agora são estáveis e suportados - e geralmente bem documentados. O Claws Mail trilhou um longo caminho.
Os desenvolvedores do Claws Mail deram ênfase à liberdade de configuração, por isso há muitas opções a serem desvendadas. O layout da janela é altamente customizável, permitindo ao usuário escolher a maneira mais conveniente de dispor do espaço na tela. Quase tudo no cliente pode ser alterado. Para quem estiver disposto a caminhar por uma longa série de telas de configuração, o Claws Mail oferece a habilidade de adaptar o cliente a todo tipo de necessidade.
Lidar com email exige um uso pesado do teclado. Uma de minhas maiores reclamações sobre os clientes gráficos é a necessidade de alternar constantemente entre o teclado e o mouse - uma transição que quebra o foco e toma tempo. O Claws Mail melhorou as coisas nesses sentido, e várias ações podem ser desempenhadas sem o uso do mouse. E ao contrário de alguns clientes gráficos, é fácil mudar os atalhos de teclado.
Para algumas operações simples, como entrar em uma pasta para ler e apagar mensagens, o Claws Mail pode ser um pouco lento. Trabalhar com IMAP não ajuda, é claro, mas é mais lento do que, digamos, o Thunderbird. Além disso, por padrão, quando se apaga uma mensagem e a seleção passa para a próxima, o Claws Mail não exibe essa mensagem. Com isso, são necessários dois comando no teclado (ou dois clicks) para excluir uma mensagem e exibir a próxima. Mas uma mexida nas configurações pode resolver esse problema. A lentidão que sobrou pode ter seu impacto reduzido desabilitando a opção "execute moves and deletes immediately" (mover e deletar imediatamente) - o que também auxilia na recuperação daquelas situações em que o "dedo do delete" é mais ágil do que deveria.
Uma de minhas tarefas rotineiras é abrir uma mensagem em um programa externo. De modo geral, os clientes gráficos não fazem isso, embora quase todos os não gráficos façam. O Claws Mail inclui o conceito de "ações" que são, essencialmente, programas externos que agem sobre as mensagens. Esse recurso quase resolve o problema; as ações podem ser configuradas com bastante flexibilidade, e podem ser chamadas por atalhos de teclado. Mas não há o equivalente ao "|" dos clientes em modo texto, ou seja, não é possível direcionar uma mensagem para um comando qualquer. O Claws Mail só passa pelos cabeçalhos de email visíveis na tela - e parece que isso não pode ser configurado.
Os emails em HTML parecem ser um daqueles fatos infelizes da vida na Internet. O Claws Mail renderiza emails em HTML como texto por padrão. Há alguns plugins que renderizam emails em HTML da maneira que o remetente pretendia. Agradou ao meu coração o fato de que o Claws Mail, ao contrário de outros clientes, não envia emails em HTML por padrão. Na verdade, ele nem é capaz de mandar emails em HTML. Parece que esses desenvolvedores sabem estabelecer as prioridades certas.
O uso offline também é um recurso legal dos clientes de email. O Claws Mail tem esse recurso, mas só consegui fazê-lo funcionar pela metade. O cliente pode baixar emails para leitura offline, mas alterar ou enviar emails resulta em uma série de avisos de "Não posso fazer isso". Mexer mais um pouco nas configurações (por exemplo, criando uma pasta local de rascunhos) ajudaria nesse sentido, mas parece que há trabalho sendo feito nessa área.
Os recursos não acabam por aí. O Claws Mail suporta emails criptografados, verificação ortográfica, filtro de mensagens recebidas (com um plugin opcional em Perl para aqueles serviços de filtragem mais complicados), modelos de email, marcação de emails com etiquetas coloridas, suporte a tags, avaliação, acompanhamento de discussões e mais. Há plugins para acender o LED do laptop quando uma mensagem chegar, remover anexos, exibir arquivos PDF, acompanhar feeds RSS, lidar com mensagens de vCalendar etc. Há um mecanismo de busca complexo que pode fazer bem mais do que apenas casar padrões. Em resumo, o Claws Mail é uma ferramenta com mais recursos do que qualquer um seria capaz de usar.
Vocês acham que eu troquei de cliente? Ainda não. Ainda é preciso dar um jeito na velocidade, e pode ser necessário escrever um plugin para fazer o Claws Mail lidar com alguns procedimentos do LWN. E ainda há alguns outros detalhes a acertar. Mas posso dizer que o Claws Mail chegou mais perto do que qualquer outro cliente gráfico de email que eu já tenha testado.
Créditos a Jonathan Corbet - http://lwn.net/
Tradução por Roberto Bechtlufft <robertobech at gmail.com>
Sem comentáriosPostado 11 de junho de 2008 às 19h43 por Jonathan Corbet
AMD planeja cancelar lançamento de Phenom dual-core
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 11 de junho de 2008 às 19h20
0A AMD planeja cancelar o lançamento de seus microprocessadores Phenom dual-core, baseados na sua última geração de microarquitetura K10. O motivo da decisão ainda não foi claramente dito, mas é provável que a companhia queira reduzir custos de desenvolvimento de seus chips, visto que o lucro seria incerto.
Fontes declaram ainda que a AMD anunciou aos seus parceiros e fabricantes de placas-mãe que ela havia cancelado os planos de lançar o Phenom de núcleo duplo sob o nome Kuma, baseados na arquitetura K10. A empresa alegou que o recente projeto seria feito usando a técnica de 45 nm, que seria lançada ainda este ano.
Os chips Kuma seriam capazes de melhorar a posição da AMD no mercado global de processadores de núcleo duplo, contudo, as potenciais dificuldades aliadas ao relativo baixo clock dos chips realmente são justificativas plausíveis para o cancelamento. Como consequência, a AMD deve continuar investindo nos velhos K8, que foram lançados inicialmente em 2005.
Fonte:
Sem comentáriosPostado 11 de junho de 2008 às 19h20 por Júlio César Bessa Monqueiro

