Notícias do mês de Maio de 2008

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Mini-análise sobre o OpenSolaris 2008.05

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 13 de maio de 2008 às 12h09

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O projeto OpenSolaris, que lentamente foi ganhando força ao longo do ano passado, lançou sua primeira versão oficial na semana passada. Designado para ser um sistema com ênfase em usabilidade e de fácil instalação, o sistema proporciona uma plataforma completa para desktops de usuários finais e de desenvolvedores, tendo sido construído sobre o kernel do Sun Solaris.

Marcos Elias Picão afirma em sua recente notícia sobre o lançamento do OpenSolaris:"Com o Projeto Indiana a Sun visa tornar o OpenSolaris presente em mais desktops e notebooks, deixando o sistema um pouco mais familiar para a maioria dos usuários.

O liveCD do OpenSolaris vem com o ambiente Gnome, com aplicações clássicas como Firefox e Thunderbird, apresentando um sistema estável para diversos tipos de máquinas. São suportadas as arquiteturas x86, AMD64, Pentium e EM64T. Nessa versão que dá início ao projeto como sistema estável é incluso um sistema de gerenciamento de pacotes baseado em rede, para instalação e atualização de programas (IPS, Image Packaging System). O instalador Caiman tem diversas melhorias que tornam a instalação mais agradável também."

O site Ars Technica publicou uma mini-análise de primeiras impressões sobre o sistema, comparando em vários quesitos com distribuições Linux modernas, como o Ubuntu, Fedora e OpenSUSE. No final, o OpenSolaris acaba se saindo muito bem, tendo um trabalho final bem desenvolvido e muito potencial para se tornar um sistema amplamente utilizado, segundo o autor.

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Confira a análise em:

http://arstechnica.com/news.ars/post/20080512-first-look-opensolaris-2008-05-a-work-in-progress.html

Sem comentáriosPostado 13 de maio de 2008 às 12h09 por Júlio César Bessa Monqueiro

Microsoft lança versão pública do WorldWide Telescope

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 13 de maio de 2008 às 11h30

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A Microsoft lançou hoje a versão pública do WorldWide Telescope, um aplicativo gratuito para download com o objetivo de navegar em todo o universo visível. O software usa um banco de dados na Internet para fornecer imagens em alta definição de nebulosas e outros objetos astronômicos, eliminando assim a necessidade de um programa grande e pesado - terabytes de dados são convertidos em imagens convencionais para nossa visualização.

O aplicativo também permite a visualização a partir de determinados telescópios, como o Hubble, e também de robôs como o Spirit e Opportunity, de Marte, permitindo alternar entre a visualização em raios-X e em luzes.

O software está disponível para download gratuitamente e ofecere "tours" guiados por astrônomos, fazendo com que o programa seja útil para estudantes e curiosos. O programa requer, no mínimo, um processador Intel Core 2 Duo de 2 GHz, 1 GB de memória RAM e pelo menos 128 MB de vídeo. Ele roda em Windows e Mac também, através do Boot Camp.

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Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/05/13/ms.worldwide.telescope/

http://www.worldwidetelescope.org/ExperienceIt/ExperienceIt.aspx?exp=true

Sem comentáriosPostado 13 de maio de 2008 às 11h30 por Júlio César Bessa Monqueiro

AMD lança novos modelos do Opteron HE

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 13 de maio de 2008 às 11h09

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A AMD está tentando empurrar os limites de seus processadores topo de linha com o lançamento de novas versões quad-core do Opteron HE. Todos os novos cinco modelos consomem em média 55 Watts, bem menos que os 75 e 105 Watts de potência dos Opterons atuais, e menos também que alguns de seus concorrentes Intel Xeon. Os chips que agora rodam em temperaturas menores, permitem seu uso em pequenos PCs de estações de trabalho, até servidores com espaços internos apertados.

A companhia está vendendo seu novo processador com velocidades de clock entre 1.7 GHz e 1.9 GHz, em versões que trabalham com o uso de dois soquetes (série 2300), quatro soquetes (série 4300) e oito soquetes (série 8300), suprindo de oito a 32 núcleos em um único sistema. Embora já disponíveis, os processadores não possuem uma lista de preços oficial da AMD.

Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/05/12/amd.opteron.he/

Sem comentáriosPostado 13 de maio de 2008 às 11h09 por Júlio César Bessa Monqueiro

Entendendo os modos RAID

Por Carlos E. Morimoto em 13 de maio de 2008 às 09h40

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Devido à sua natureza mecânica, o HD é um dos componentes mais lentos de qualquer PC. Embora o desempenho venha crescendo de forma incremental a cada nova geração, os ganhos não tem acompanhado o aumento na capacidade de armazenamento. Ler todos os dados armazenados num HD atual, de 1 TB, demora muito mais tempo do que num HD antigo, de 40 GB, por exemplo. Para quem precisa de HDs mais rápidos, ou com uma capacidade muito maior, a melhor opção é montar um sistema RAID, onde é possível somar a capacidade e o desempenho de vários HDs, ou então sacrificar parte do espaço de armazenamento em troca de mais confiabilidade. O uso do RAID não é popular apenas em PCs de alto desempenho, mas também em servidores.

Existem diversos modos de operação para um array RAID, que vão do RAID 0 ao RAID 6, que permitem adicionar redundância, aumentar o desempenho, ou ambas as coisas combinadas. Muito se fala sobre eles, mas nem todo mundo sabe explicar as diferenças nem definir qual deles é o melhor em determinada situação. Vamos então a uma rápida explicação sobre eles :)

RAID 0 (Striping): No RAID 0 todos os HDs passam a ser acessados como se fossem um único drive. Ao serem gravados, os arquivos são fragmentados nos vários discos, permitindo que os fragmentos possam ser lidos e gravados simultaneamente, com cada HD realizando parte do trabalho. Isso permite melhorar brutalmente a taxa de leitura e de gravação e continuar usando 100% do espaço disponível nos HDs. O problema é que no RAID 0 não existe redundância. Os HDs armazenam fragmentos de arquivos, e não arquivos completos. Sem um dos HDs, a controladora não tem como reconstruir os arquivos e tudo é perdido. Isso faz com que o modo RAID 0 seja raramente usado em servidores.

RAID 1 (Mirroring): No RAID 1 são usados dois HDs (ou qualquer outro número par). O primeiro HD armazena dados e o segundo armazena um cópia exata do primeiro, atualizada em tempo real. Se o primeiro HD falha, a controladora automaticamente chaveia para o segundo HD, permitindo que o sistema continue funcionando. Em servidores é comum o uso de HDs com suporte a hot-swap, o que permite que o HD defeituoso seja substituído a quente, com o servidor ligado. A desvantagem em usar RAID 1 é que metade do espaço de armazenamento é sacrificado.

RAID 10 (Mirror/Strip): Este modo combina os modos 0 e 1 e pode ser usado com a partir de 4 HDs (ou outro número par). Metade dos HDs são usados em modo striping (RAID 0), enquanto a segunda metade armazena uma cópia dos dados dos primeiros, oferecendo redundância.

RAID 5: Este é o modo mais utilizado em servidores com um grande número de HDs. O RAID 5 usa um sistema de paridade para manter a integridade dos dados. Os arquivos são divididos em fragmentos e, para cada grupo de fragmentos, é gerado um fragmento adicional, contendo códigos de paridade. Os códigos de correção são espalhados entre os discos. Dessa forma, é possível gravar dados simultaneamente em todos os HDs, melhorando o desempenho.

O RAID 5 pode ser usado com a partir de 3 discos. Independentemente da quantidade de discos usados, sempre temos sacrificado o espaço equivalente a um deles. Em um NAS com 4 HDs de 1 TB, por exemplo, você ficaria com 3 TB de espaço disponível, em um servidor com 10 HDs de 1 TB, você ficaria com 9 TB disponíveis e assim por diante. Os dados continuam seguros caso qualquer um dos HDs usados falhe, mas se um segundo HD falhar antes que o primeiro seja substituído (ou antes que a controladora tenha tempo de regravar os dados), todos os dados são perdidos. Você pode pensar no RAID 5 como um RAID 0 com uma camada de redundância.

RAID 6: O RAID 6 dobra o número de bits de paridade, eliminando o ponto fraco do RAID 5, que é a perda de todos os dados caso um segundo HD falhe. No RAID 6, a integridade dos dados é mantida caso dois HDs falhem simultaneamente, o que reduz brutalmente as possibilidades matemáticas de perda de dados.

A percentagem de espaço sacrificado decai conforme são acrescentados mais discos, de forma que o uso do RAID 6 vai tornado-se progressivamente mais atrativo. No caso de um grande servidor, com 20 HDs, por exemplo, seria sacrificado o espaço equivalente a apenas dois discos, ou seja, apenas 10% do espaço total. O maior problema é que o RAID 6 exige o uso de algoritmos muito mais complexos por parte da controladora, de forma que ele não é suportado por todos os dispositivos.

JBOD: No JBOD (Just a Bunch Of Disks) os HDs disponíveis são simplesmente concatenados e passam a ser vistos pelo sistema como um único disco, com a capacidade de todos somada. Os arquivos são simplesmente espalhados pelos discos, com cada um armazenando parte dos arquivos (nesse caso arquivos completos, e não fragmentos como no caso do RAID 0). No JBOD não existe qualquer ganho de desempenho, nem de confiabilidade, ele é apenas uma forma simples de juntar vários HDs de forma a criar uma única unidade de armazenamento. Ele não é uma boa opção para armazenamento de dados importantes, mas pode ser usado para tarefas secundárias, como no caso de servidores de backup.

Sem comentáriosPostado 13 de maio de 2008 às 09h40 por Carlos E. Morimoto

E-Ink atualiza seu e-paper

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 12 de maio de 2008 às 17h23

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A E-Ink lançou uma nova geração de células e-paper (papéis eletrônicos). Normalmente usado para dispositivos como o Amazon Kindle ou telas básicas em drives flash, as novas células são 40% mais finas e podem ser dimensionadas em qualquer forma (em duas dimensões), além de serem dobráveis em formas regulares, como curvas. Os novos e-papers resistem a altas temperaturas, sendo então mais aplicáveis à dispositivos que possuem bastante contato com ambientes externos.

A tecnologia está sendo demonstrada em uma chave wireless da Delphi, que permite aos proprietários de automóveis encontrarem seus veículos rapidamente ou verificar o estados de certos componentes, como combustível e luzes; tudo isso à distância. Não foi anunciado nenhuma produção em larga escala, contudo, a tecnologia poderá ser encomendada em breve por montadoras americanas.

A companhia não relatou outros produtos que utilizarão a tecnologia, somente lembrando que o iRex iLiad e o Sony Reader usam a antiga versão do e-paper da E-Ink. Ela também anunciou que a empresa estará pronta para deixar o novo produto a nível de mercado em três meses.

imgFonte:

http://www.electronista.com/articles/08/05/09/e.ink.next.gen.e.paper/

Sem comentáriosPostado 12 de maio de 2008 às 17h23 por Júlio César Bessa Monqueiro

Microsoft reduz preço do XP em UMPCs com algumas limitações

Por Marcos Elias Picão em 12 de maio de 2008 às 17h23

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A Microsoft montou um plano para favorecer o Windows XP frente ao Linux nos UMPCs, os notebooks ultraportáteis.

Na Austrália, conforme reportado por alguns sites de tecnologia ultimamente, o Eee PC 900 com Windows XP sai por cerca de $50 mais barato do que a versão com Linux. O motivo? Descontos da MS para os fabricantes, permitindo que o XP saísse a preços bem menores. Isso mesmo com toda a história do fim da vida do XP dos últimos tempos, afinal nos ultra-portáteis em geral está longe de haver espaço e recursos para rodar o Vista.

Segundo documentos confidenciais enviados pela MS à fabricantes de computadores, os preços reduzidos do Windows XP Home Edition voltados a ultra-portáteis chegam a $26 por licença em mercados emergentes (como China e Índia), e $32 em países desenvolvidos.

Mas não é só isso. Há uma limitação que ela impõe para que a redução seja aceita. As máquinas deverão ter processadores de no máximo 1 GHz, e com até 1 GB de memória RAM. As exceções permitidas ficam por conta dos processadores C7-M da Via (que vão de 1.0 a 1.6 GHz) e o Atom N270 da Intel. Há também limitações quanto ao tamanho da tela (máximo de 10,2 polegadas) e discos rígidos (até 80 GB). Acima dessas especificações não vale o preço reduzido do XP. Com isso ela garante um lugar para o XP mesmo com as vendas do Vista para os desktops, e deixa o Linux para trás, afinal muita gente prefere o sistema com Windows por "n" questões - compatibilidade com o grande mar de programas para Windows existente e costume, principalmente.

A Microsoft afirmou que não comenta publicamente sobre os acordos com fabricantes de PCs. Parte da divulgação "vazada" para o IDG foi dada por um oficial de uma das empresas fabricantes de PCs, esta não foi identificada por pedido do oficial, visto que não teria autorização para divulgar tal nota.

Leia mais em:

http://www.pcworld.com/businesscenter/article/145719/microsoft_to_limit_capabilities_of_cheap_laptops.html

Sem comentáriosPostado 12 de maio de 2008 às 17h23 por Marcos Elias Picão

OoGdocsIntegrator, conecte o OO ao Zoho Writer e Google Docs

Por Marcos Elias Picão em 12 de maio de 2008 às 16h56

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Dmitri Popov publicou um artigo no Linux.com sobre a extensão OoGdocsIntegrator.

É interessante o uso de editores on line, como o Google Docs e o Zoho Writer, especialmente pela mobilidade e por rodarem em qualquer lugar, direto pelo navegador. Mas não substituem os recursos e a liberdade de um editor off line, instalado no seu computador. O OoGdocsIntegrator serve para integrar os dois mundos, sendo uma extensão para o OpenOffice.

Ele permite baixar, editar e pesquisar textos nos arquivos on line. Apesar do nome, atualmente ele tem mais funcionalidades para o Zoho do que com o Google Docs, onde ainda não permite carregar arquivos para o servidor do Google, entre outras limitações.

A extensão é feita em Java. O JRE deverá estar instalado e ativo no OO para que ele funcione.

Ele pode ser baixado em:

http://code.google.com/p/oo-googledocs-integrator/

Leia o artigo em:

http://www.linux.com/feature/133837

Sem comentáriosPostado 12 de maio de 2008 às 16h56 por Marcos Elias Picão

UFRJ ganha supercomputador para estudos

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 12 de maio de 2008 às 16h26

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Está sendo inaugurado hoje, dia 12 de maio, no Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), um computador de alto desempenho chamado Netuno, montado com o investimento de 5 milhões de reais da Petrobrás através de duas redes temáticas da companhia, a 'Rede de Geofísica Aplicada' e a 'Rede de Modelagem e Observação Oceanográfica'. Ele é um dos computadores de alto desempenho voltados para uso acadêmico mais potentes da América Latina.

Este é o assunto da notícia "UFRJ ganha supercomputador para estudar energia e infra-estrutura", publicada no site "Inovação Tecnológica":

"O cluster (aglomerado) deverá beneficiar, além da UFRJ, outras 14 instituições de ensino e pesquisa brasileiras que integram essas redes temáticas que, a partir de agora, desenvolverão seus projetos utilizando a nova capacidade de processamento. Calcula-se que a nova máquina elevará a capacidade atual instalada em cerca de oito vezes.

O supercomputador é composto por 256 servidores Dell de alto desempenho, cada um com dois processadores Intel de 2.6 GHz com quatro núcleos de processamento cada"

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Veja a notícia original em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br

Sem comentáriosPostado 12 de maio de 2008 às 16h26 por Júlio César Bessa Monqueiro

Criando um CD de instalação do Linux a partir do HD

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 12 de maio de 2008 às 16h19

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Há muitos casos que criar uma remasterização de uma distribuição Linux não é a opção mais viável ou mais prática a se executar. Um deles é quando queremos que todas as configurações e alterações do sistema sejam salvas de forma que possamos, através de uma mídia como o CD, simplesmente instalar ou reinstalar este seu sistema operacional em várias máquinas, exatamente da maneira que estava.

Com este objetivo, Michel Rodrigues publicou no site Viva o Linux um artigo interessante chamado "Criar CD de instalação a partir do HD". Veja a descrição:

"Aprenda como criar um CD de instalação do seu sistema operacional já instalado sem perder nada. Para o feito usei o LiveCD System Rescue CD."

E um trecho (introdução): "Olá galera do VOL, estou escrevendo este artigo porque tive dificuldade em encontrar tutoriais completos que me ajudassem a resolver o problema que eu tinha na empresa, que era criar um CD de instalação do sistema Debian Linux já instalado no computador. Não poderia remasterizar uma distro por motivos internos da empresa.

Para mim foram necessários dois CDs, um para dar boot no sistema e outro com a imagem.

Estou utilizando a distro Debian Etch, mas pode ser adaptada para qualquer distribuição, de qualquer tamanho.

Nesse artigo utilizei o livecd system rescue cd para criar as imagens e para restaurar o sistema. Utilizei também o partimage, o dd e o sfdisk, a maioria dos liveCDs já vem com eles instalados. "

O artigo está dividido entre as seguinte seções:

  1. Apresentação
  2. Preparando o HD
  3. Criar a imagem da partição
  4. Criação do script de instalação
  5. Passando tudo para o cdrom

Veja o artigo completo em:

http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=8128

Sem comentáriosPostado 12 de maio de 2008 às 16h19 por Júlio César Bessa Monqueiro

Uma idéia original: monitor dual-display

Por Carlos E. Morimoto em 12 de maio de 2008 às 09h32

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Novos modelos de monitores são lançados a todo instante, mas com exceção de grandes mudanças (como da migração dos monitores CRT para os LCD) pouca coisa realmente muda quando uma determinada linha é atualizada. Pode ser que um novo design seja introduzido, que seja introduzida uma nova tecnologia de fabricação que ofereça tempos de resposta ligeiramente mais baixos ou que os novos modelos estejam disponível em novas cores, mas nada interessante a ponto de jogar seu monitor antigo fora e comprar um novo.

À primeira vista, o Samsung SyncMaster 2263DX é apenas mais um monitor LCD de 22", assim como tantos outros, mas ele inclui uma idéia bastante original. Este é um destes casos em que uma imagem vale mais do que mil palavras:

s1Este filhote de monitor empoleirado no canto da tela é um UbiSync 7, um mini-monitor USB que pode ser usado em conjunto com o SyncMaster 2263DX e outros modelos da Samsung. A idéia de usar um segundo monitor não é nada nova, o suporte existe desde a época do Windows 98, mas é a primeira vez que alguém aparece com a idéia de transformar o segundo monitor em um acessório que pode ser montado sobre o primeiro. A idéia é que o segundo monitor seja usado para tarefas secundárias (como teclar no MSN), deixando o monitor principal livre para o trabalho principal.

Em vez de ser ligado à placa de vídeo, o UbiSync 7 é ligado a uma porta USB, usada tanto como barramento de dados quanto como fonte de alimentação:

s2 Se monitores USB são uma novidade pra você, dê uma lida no meu artigo anterior sobre eles. Em resumo, monitores USB possuem um controlador dedicado que funciona em conjunto com um driver instalado no PC. O driver comprime as imagens, permitindo que elas sejam transportadas em tempo hábil através do barramento USB e o controlador incluído no monitor se encarrega de descomprimir as imagens e exibi-las.

Em relação ao posicionamento, o UbiSync 7 pode ser montado em qualquer um dos 4 cantos do monitor, ou simplesmente ser colocado sobre a mesa abaixo ou à frente dele. Embora a idéia seja um pouco excêntrica, não podemos negar que é um conceito interessante, que tem chance de se popularizar no futuro.

O Xbit Labs publicou um review do 2263DX e do UbiSync 7 que você pode ler no:

http://www.xbitlabs.com/articles/other/display/samsung-sm2263dx_6.html

(clique aqui para ler o artigo traduzido)

Sem comentáriosPostado 12 de maio de 2008 às 09h32 por Carlos E. Morimoto