Notícias do mês de Maio de 2008

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QGtkStyle, aplicações em Qt com visual nativo do Gnome/GTK

Por Marcos Elias Picão em 15 de maio de 2008 às 17h33

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Foi lançado pela Trolltech Labs um estilo em Qt que usa o GTK para renderização, o QGtkStyle. Isso permite aos aplicativos feitos em Qt ficarem com o visual nativo do Gnome, quando rodados nesse ambiente gráfico.

É uma ótima notícia para os admiradores do Gnome, afinal muitos programas usam Qt no seu desenvolvimento, por manter o visual nativo em várias plataformas. Veja alguns screenshots de aplicações Qt com o uso do QGtkStyle:

img1img2O QGtkStyle trabalha em conjunto com o Qt 4.4 (que foi lançada neste mês) e GTK2.

Mais informações e download em:

http://labs.trolltech.com/page/Projects/Styles/GtkStyle

Sem comentáriosPostado 15 de maio de 2008 às 17h33 por Marcos Elias Picão

Moonlight, uma implementação livre do MS Silverlight

Por Marcos Elias Picão em 15 de maio de 2008 às 16h36

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Miguel de Icaza anunciou no seu blog o primeiro release público do Moonlight (ainda não nomeado como beta), voltado a desenvolvedores e curiosos.

O Moonlight vem ser uma implementação livre do Silverlight da Microsoft, a aplicação de execução multimídia para web que visa competir com o Flash.

O Moonlight poderá ser, no futuro, uma forma de rodar os sites que usam acessórios feitos para o Silverlight, sem precisar do Silverlight original - inclusive em Linux. Assim como o Gnash, que visa ser um Flash player open source.

O Moonlight não vem com codecs multimídia (mais por questão de licenciamento, direitos autorais e cia), mas é fácil de instalar, segundo o produtor.

Ele suporta aplicações criadas para o Silverlight 1.0 no Firefox. A versão 1.1 não deverá ser suportada, mudando o foco do futuro Moonlight já para a API 2.0 do Silverlight.

A solução está começando, e tem vários bugs ainda. Veja a postagem no blog do autor, e faça o download em:

http://tirania.org/blog/archive/2008/May-13-1.html

Sem comentáriosPostado 15 de maio de 2008 às 16h36 por Marcos Elias Picão

MSI Wind: o Eee killer

Por Carlos E. Morimoto em 15 de maio de 2008 às 08h39

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Depois da Everex, HP, Dell e até mesmo da Positivo, agora é a vez da MSI anunciar seu mini-notebook concorrente do Asus Eee. O MSI Wind ainda não foi oficialmente lançado, mas se as especificações, a aparência e o preço forem mantidos na versão final, ele tem tudo para ser um Eee killer.

Diferente do Eee 900, que está sendo vendido no exterior por nada menos do que US$ 550 (mais caro que a maioria dos notebooks com tela de 14" e 15" de baixo custo), o MSI Wind custará apenas US$ 399, o mesmo preço do Eee original, com tela de 7".

Apesar do baixo custo, ele oferece um conjunto mais do que respeitável de recursos. O primeiro é a tela de 10" com resolução de 1024x600, maior e mais confortável que a tela de 8.9" do Eee 900. Diferente do Eee, que é ainda baseado no Celeron Mobile, o Wind utilizará um processador Intel Atom com core Diamondville de 1.6 GHz e oferecerá dois slots de memória (em vez de apenas um, como no Eee), de forma a facilitar os upgrades.

Em vez de um HD de estado sólido, a MSI optou por utilizar um HD tradicional, de 2.5". A vantagem é o maior espaço de armazenamento: nada menos do que 80 GB, contra os 4 GB do Eee original e os 12 GB do Eee 900. Mais espaço facilita a instalação de outros sistemas operacionais (você pode usar um pendrive ou um CD-ROM USB) e torna o Wind mais parecido com um notebook ultraportátil tradicional, mas, naturalmente, temos também a desvantagem de tratar-se de um HD mecânico. Os outros recursos são modestos: 512 MB de RAM, bateria de 3 células (2 horas e meia de autonomia), três portas USB, placa wireless, leitor de cartões SD e saída de vídeo.

A versão de US$ 399 virá com o SuSE Linux pré-instalado. Está planejada também uma versão com o Windows XP, que incluirá uma bateria de 6 células e transmissor bluetooth, mas custará US$ 549.

Em resumo, os pontos positivos e negativos do MSI Wind em relação ao Eee 900 são:

Prós: Tela maior, mais espaço de armazenamento, processador atualizado, US$ 150 mais barato.

Contras: 100 gramas mais pesado, uso de um HD mecânico em vez de um SSD, menor autonomia da bateria.

Se comparado ao Eee 4G (a versão original), a comparação seria ainda mais favorável:

Prós: Tela maior e com maior resolução, mais possibilidades de upgrade, 20 vezes mais espaço de armazenamento, touchpad mais confortável, mesmo preço.

Contras: 150 gramas mais pesado, uso de um HD mecânico em vez de um SSD, menor autonomia da bateria.

As especificações do Wind, combinadas com o baixo custo realmente me impressionaram. Caso ele chegue a ser distribuído no Brasil penso seriamente em comprar um e publicar uma análise mais completa aqui no GDH. :)

Temos aqui duas fotos do Wind, publicadas pela Laptop Magazine:

wind1wind2

Sem comentáriosPostado 15 de maio de 2008 às 08h39 por Carlos E. Morimoto

Sabayon Linux, o Gentoo fácil

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 14 de maio de 2008 às 18h18

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Como afirmei em outra notícia, "hoje no mundo Linux, a principal dúvida é com relação à distribuição que devemos usar. Alguns acabam sendo levados pela maioria, enquanto outros procuram por distros que espelham a sua personalidade, outros ainda preferem as mais técnicas e alguns as mais fáceis. O Sabayon Linux é uma distribuição muito usada no exterior, que aparece pouco aqui no Brasil. Com visual de deixar qualquer um babando, possui ótimas qualidades e é derivada do Gentoo Linux, contudo, muito mais fácil de se utilizar.

Pensando em apresentar esta excelente distro, como instalar e utilizar, Alberto Federman Neto publicou no site Viva o Linux um artigo interessante chamado "Sabayon Linux - O Gentoo fácil!".

Veja a descrição:

"O artigo descreve como instalar, configurar para português do Brasil, atualizar e usar o Sabayon Linux, uma distribuição italiana de primorosa apresentação gráfica e derivada do Gentoo."

E um trecho (introdução): "O Sabayon é uma distribuição italiana, derivada do Linux norte americano Gentoo, com uma alta qualidade gráfica e muito pouco conhecida no Brasil.

O Sabayon em suas versões maiores e recentes (como outra distro muito conhecida, mas de arquitetura de software diversa, o Mandriva) é altamente completo e instala por default as interfaces gráficas completas do KDE, GNOME, XFCE e Fluxbox e os ambientes 3D Compiz Fusion e Metisse, podendo o usuário escolher livremente como iniciar sua sessão!

A principal característica do Sabayon e dos Linux do tipo Gentoo, é baixar as atualizações em formato de programa fonte, compilando-as automaticamente para sua plataforma! As vantagens disso são..."

O artigo está dividido entre as seguinte seções:

  1. Sabayon Linux, uma introdução
  2. Baixando e instalando o Sabayon Linux
  3. Iniciando o Sabayon
  4. Resolução de problemas com drivers de vídeo, Compiz Fusion e aceleração de vídeo
  5. Melhorando suporte a Português do Brasil
  6. Atualizando o Sabayon Linux
  7. Instalando e removendo pacotes
  8. Instalando pacotes .sh

Veja o artigo completo em:

http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=8159

Sem comentáriosPostado 14 de maio de 2008 às 18h18 por Júlio César Bessa Monqueiro

LG apresentará monitores LCD redondos e ovais

Por Marcos Elias Picão em 14 de maio de 2008 às 13h30

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A LG exibirá numa feira nesta semana seus novos monitores LCD redondos. Não são comuns, e ainda são protótipos, mas aplicações para telas redondas e ovais não faltam.

Um painel com 3,5 mm de diâmetro pode ser usado como um relógio (talvez um relógio digital de ponteiros :p), e um outro elíptico medindo 7,8 cm x 13,1 cm poderia ser usado como porta-retratos. Vai da imaginação - e do dinheiro - de cada um.

Esses monitores suportam até 262 mil cores, com um ângulo de visão de 160 graus, segundo a LG. Eles deverão ser apresentados na Society of Information Display (SID), esta semana, em Los Angeles.

A LG é uma das maiores fabricantes de LCD do mundo, mas não foi a primeira a apresentar modelos redondos. A Toshiba revelou um modelo circular com 7,5 cm de diâmetro no ano passado, e garantiu que poderia fazer em outros formatos também.

Vamos ver com o tempo o que pode aparecer por aí :)

Fonte:

http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2008/05/14/lg-revela-lcds-redondos-e-elipticos/

Sem comentáriosPostado 14 de maio de 2008 às 13h30 por Marcos Elias Picão

Chip de celular dará origem a nova família de supermáquinas

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 14 de maio de 2008 às 12h25

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A cada ano, temos um aumento significativo no poder de processamento, fazendo com que a definição "supercomputador" tenha sua aplicação à um conjunto de chips que possuem a capacidade de cálculo cada vez maior. Essa evolução também se deve ao fato dos cientistas terem exigências progressivas e ascendentes das supermáquinas. Como aumentar a capacidade de processamento e economia de energia em um ritmo acelerado?

A notícia intitulada "Chip de celular dará origem a uma nova família de supercomputadores", publicada no site "Inovação Tecnológica", visa aprofundar esse tema:

"Na pesquisa do clima, por exemplo, os meteorologistas afirmam ser necessário o desenvolvimento de modelos climáticos com precisão de 1 quilômetro. Um modelo de nuvens com resolução de 1 Km irá dar detalhes que nenhum modelo de previsão do tempo atual possui.

Mas também irá exigir supercomputadores 1.000 vezes mais poderosos do que o maior supercomputador existente hoje.

Os supercomputadores são construídos a partir da interconexão de milhares de microprocessadores individuais, normalmente microprocessadores do mesmo tipo destes usados nos computadores pessoais."

img

Veja a notícia original em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br

Sem comentáriosPostado 14 de maio de 2008 às 12h25 por Júlio César Bessa Monqueiro

A Sun e o código aberto corporativo

Por Jonathan Corbet em 14 de maio de 2008 às 12h01

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Sun and corporate open source

Autor original: Jonathan Corbet

Publicado originalmente no: http://lwn.net/

Tradução: Roberto Bechtlufft

Nas últimas semanas, vários blogs publicaram artigos interessantes sobre a forma como a Sun vem gerenciando seus projetos de código aberto. Em um momento em que mais e mais empresas se envolvem com o software livre, há muito que elas podem aprender com esta discussão. Então, aqui vão algumas opiniões sobre o código aberto corporativo.

Tudo começou com um post de Ted T afirmando:

Se um vendedor ou CEO da Sun vier dizendo que o OpenSolaris é como o Linux, saiba que ele não é. Fundamentalmente, o OpenSolaris foi lançado sob uma licença de código aberto, mas ele não tem uma comunidade de desenvolvimento de código aberto. Talvez um dia ela se torne uma, como alguns executivos da Sun andam dizendo, mas isso definitivamente não é uma prioridade para a Sun; se fosse, isso já teria sido feito.

O post rendeu respostas de Dave Neary e Alvaro Lopez Ortega, dentre outros; tanto a mensagem original quanto as respostas merecem ser lidas integralmente. Resumindo, as respostas diziam que (1) a Sun está se esforçando para ser uma boa atuante no código aberto, e (2) a Sun vem se saindo tão bem quanto pode, já que criar comunidades verdadeiramente de código aberto não é nada fácil.

A primeira afirmação deve ser verdade mesmo. A Sun tem sido fonte de muito software livre, incluindo pacotes com o OpenOffice.org, encontrado em quase toda distribuição Linux. A empresa lançou seu sistema operacional como código aberto, e finalmente vem falando em abrir completamente o Java. Poucas empresas contribuíram com código a esse ponto, e isso tem que ser reconhecido. Não há dúvidas de que a Sun está contribuindo para a comunidade.

O que se questiona, porém, é o interesse da Sun em criar comunidades reais em torno de seus projetos de código aberto. A dificuldade em se participar e contribuir com esses projetos já é notória. Como Ted destaca, atualmente o OpenSolaris recebe menos de um patch por dia vindo de fora da Sun, o comitê diretor do projeto é inteiramente composto por funcionários da Sun e o sistema de controle de versão (não distribuído) reside nos limites do firewall deles. Desenvolvedores do OpenSolaris que não fazem parte da Sun rotineiramente abandonam o projeto com mensagens como:

A Sun combinou que o OpenSolaris seria governado pela comunidade mas se recusou, em todos os momentos, a ceder qualquer controle real sobre o software produzido ou sobre a maneira como ele é produzido, continuando a tomar decisões privadas diariamente que mais tarde são promovidas a decisões para essa coisa que chamamos de OpenSolaris. Ao invés de ser honesta sobre isso e reestruturar a comunidade para que corresponda a esse estilo MySolaris de desenvolvimento, a Sun prefere mentir para a comunidade de membros externos e ignorar suas opiniões.

Também continua difícil contribuir com o OpenOffice.org; daí os muitos comentários desencorajadores no ooo-build wiki da parte de desenvolvedores que querem fazer as coisas andarem:

Muitos patches do ooo-build estão prontos para serem incorporados ao upstream, mas há pouca ou nenhuma resposta vindo de lá. Pior que isso é a percepção de que assumir uma posição de liderança e fazer algo a esse respeito provavelmente sofrerá uma forte oposição. Por fim, mesmo quando os mantenedores estão ativos, responsivos e amigáveis, não há um mecanismo estabelecido para a aprovação de correções, que infestam o IssueZilla.

A chave para o que está acontecendo pode ser encontrada em muitos lugares, como no post de Alvaro:

Além disso, o modelo de desenvolvimento do OpenSolaris é bem diferente por motivos técnicos. Na minha opinião, o primeiro motivo é simples: queremos garantir a qualidade, e para isso seguimos uma série de procedimentos. Outra questão técnica muito importante é que queremos que o OpenSolaris continue a ter compatibilidade binária (ABI) com as versões anteriores do Solaris, algo que seria impossível com o Linux.

O verdadeiro problema é o controle; a Sun não quer abrir mão do controle sobre a evolução do projeto. Isso é bastante comum em projetos controlados por corporações; esses projetos sempre serão guiados pelos objetivos da empresa que os controla. Assim, nenhum desenvolvedor será bem-sucedido em projetos como:

  • Adicionar recursos ao MySQL para oferecer funcionalidades reservadas ao pacote "enterprise."
  • Adicionar pacotes ao Fedora que deixem o departamento legal da Red Hat nervoso.
  • Adicionar recursos a projetos da Free Software Foundation que, na opinião da FSF, não sejam condizentes com seus objetivos - vide o suporte ao carregamento de módulos do Emacs a partir de um repositório externo, por exemplo.
  • Fazer modificações no Firefox que ameacem os lucros obtidos pela Mozilla Corporation com o Google.

As empresas que controlam projetos de código aberto dessa forma geralmente tem o direito de agir assim; elas podem até mesmo agir em nome de seus próprios interesses. O software continua sendo de código aberto. Mas exercer esse tipo de controle acaba tendo um efeito na comunidade que se formou em torno do software. Muitas vezes, isso pode até impedir a criação da comunidade.

E isso também pode ser o que a empresa tinha em mente. Há vários projetos de código aberto controlados por empresas que, pelo visto, são de código aberto só para chamar a atenção e usufruir dos benefícios. Essas empresas não parecem ter muito interesse em desenvolver uma comunidade externa significativa. Em casos assim, se o software oferecido é valioso o suficiente, o resultado provavelmente será um fork mais orientado à comunidade. Projetos como ADempiere, LedgerSMB e Cinelerra CV são resultado desse tipo de frustração.

Será que a Sun não está realmente interessada na criação de uma comunidade de desenvolvedores externos para seus projetos, ou ela só está tendo dificuldades em se adaptar? As opiniões variam bastante. No segundo caso, a Sun talvez deva seguir a sugestão de Dave Neary e criar uma fundação separada e sem fins lucrativos para o desenvolvimento do OpenOffice.org. Os defensores da Sun estão certos ao afirmarem que transformar um monte de código proprietário em código livre é muito difícil. Mas fica ainda mais difícil se você não der à comunidade o poder de ajudar; no caso do OpenOffice.org, parece haver uma comunidade interessada o suficiente para fazer as coisas acontecerem. Pode ser a grande chance da Sun mostrar que pode criar comunidades de desenvolvimento reais em torno de seu software.

Créditos a Jonathan Corbet - http://lwn.net/

Tradução por Roberto Bechtlufft <robertobech at gmail.com>

Sem comentáriosPostado 14 de maio de 2008 às 12h01 por Jonathan Corbet

Lançado Opera Mini 4.1: mais rápido do que a versão anterior

Por Marcos Elias Picão em 14 de maio de 2008 às 11h44

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A Opera anunciou a versão 4.1 do Opera Mini, seu navegador "portátil" voltado a dispositivos móveis.

operamini

A versão 4.1 vem ser mais rápida do que a anterior, 4.0. Pelo visto, integraram alguns aperfeiçoamentos obtidos com a versão desktop, que também tem se apresentado bem mais rápida, especialmente na interpretação de código JavaScript.

No Opera Mini 4.1 também é possível salvar as páginas da web para visualização off line, economizando gasto com banda - o que ainda é bastante caro e limitado em celulares. Não é necessário usar Java para tal, o recurso foi integrado no navegador. A pesquisa de textos nas páginas agora é instantânea, e há um sistema de sugestão de complementos de URLs, similar aos existentes nos navegadores para desktops. O download de imagens, ringtones e outros arquivos pode ser feito sem precisar sair do navegador.

O Opera Mini destaca-se na navegação em dispositivos móveis por permitir compactação das páginas usando servidores do Opera, e é um dos navegadores mais famosos para celulares e dispositivos móveis em geral.

Faça o download em:

http://www.operamini.com

Divulgação:

http://www.opera.com/pressreleases/en/2008/05/13/

Fonte da imagem:

http://share.ovi.com/channel/cybette.screenshots

Sem comentáriosPostado 14 de maio de 2008 às 11h44 por Marcos Elias Picão

Mozilla poderá incluir análise de uso da web no Firefox

Por Marcos Elias Picão em 14 de maio de 2008 às 11h13

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Um dos trabalhos mais difíceis e frustantes na Internet é analisar dados de acesso dos sites. As medições não são perfeitas, muitas vezes dando espaço para altas margens de erro. Qual é o maior site da Internet? Qual é o mais acessado? Essas perguntas não saem da cabeça de muita gente. Não basta saber quantas vezes uma página é acessada, mas sim quanto tempo o usuário permanece nela, como chegou até ela, para onde vai após sair dela... Assim não só os webmasters, mas o público em geral poderia ter uma idéia melhor do uso da Internet.

Há basicamente três meios de medir o tráfego dos sites. Um deles é baseado em um software instalado nos clientes, como se baseia o Alexa e Compete (este só nos EUA), com suas barras de ferramentas ou aplicações clientes. Muitas vezes refletem um público específico, deixando muitas medidas de lado.

Um outro meio é usar ferramentas de monitoramento de tráfego instaladas nos sites. Como exemplos podemos citar o Google Analytics, e em breve teremos publicamente o AdCenter da Microsoft. O Yahoo! também não fica atrás, com a recente compra da IndexTools. A Quantcast combina navegação dos usuários com integração aos websites (nos que usam o serviço). E existem diversas outras empresas menores ou menos conhecidas de auditoria de websites.

Uma terceira forma seria analisando os logs dos ISPs, os provedores de acesso. Isso daria uma maior precisão no uso diretamente de determinado local geográfico ou público-alvo específico.

Ainda assim, nenhuma forma é eficiente. Muitos usuários não instalam as aplicações clientes que monitoram o tráfego. A análise do monitoramento via servidores integrados aos sites se restringe aos administradores das páginas, o público em geral não tem acesso aos dados. Se bem que o recente compartilhamento de dados do Google Analytics visa abrir isso, para os webmasters que queiram comparar e disponibilizar publicamente suas estatísticas - provavelmente poucos, devido o olho nos concorrentes. E os dados dos ISPs não podem ser divulgados assim sem mais nem menos também.

Uma organização quietinha até agora nesse aspecto demonstra interesse em entrar na jogada. Nada mais nada menos do que a Mozilla Foundation, dona do Firefox - segundo navegador mais usado no mundo, com participação no mercado dos navegadores estimada em 18%.

Um produto em testes ainda sem nome definido pode mudar isso, segundo Lilly e Schroepfer, da Mozilla. A base de usuários do Firefox anda na faixa dos 170 milhões (e sempre crescendo). Imagine monitorar os sites acessados por uma pequena porcentagem desse pessoal.

Teríamos um sistema de análise e ranking maior do que os outros. Há usuários do Firefox em praticamente todos os países, o programa está disponível em 50 linguagens diferentes. A área de abrangência seria muito grande.

Apesar disso, outros navegadores, como IE, Opera e Safari não seriam monitorados. Usuários do Firefox podem ter hábitos diferentes dos usuários dos outros navegadores, o que abriria uma possibilidade de erro nas medições - diminuída progressivamente, já que cada vez mais pessoas passam a usar o Firefox.

Não se sabe quando, a idéia seria lançar o serviço integrado ao Firefox, dando a opção de o usuário ativar ou não o monitoramento anônimo das URLs acessadas.

Entre os usuários, muitos preferem não compartilhar, temendo o acesso aos seus dados e sites acessados. A questão da privacidade entra em jogo. Será que a Mozilla teria sucesso ou tornaria o Firefox difamado como um "spyware"?

Texto baseado em:

http://www.techcrunch.com/2008/05/13/mozilla-stealth-data-project-could-be-just-what-the-internet-needs/

Sem comentáriosPostado 14 de maio de 2008 às 11h13 por Marcos Elias Picão

Lançado Fedora 9

Por Marcos Elias Picão em 13 de maio de 2008 às 19h37

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Visto como um dos lançamentos mais esperados de 2008 na comunidade Linux, finalmente chegou o dia: o Fedora 9, codename Sulphur, é lançado.

fedora9

As novidades são várias, podemos citar:

  • PackageKit, um sistema de gerenciamento de pacotes independente de distribuição que pode rodar em várias, permitindo o uso e a conversão automática de pacotes de várias distros para instalação na que você estiver usando.
  • Gnome 2.22, e KDE 4.0.3, versões bem recentes. O KDE 4.1 será incluso como atualização no sistema em julho, assim que for lançado.
  • O Network Manager foi melhorado, facilitando o gerenciamento de múltiplos dispositivos de rede ativos; suporte a ad-hoc; suporte a cartões de acesso móvel (GSM/CDMA) via PPP; configuração válida para o sistema inteiro baseando-se no PolicyKit.
  • O Firefox 3 beta 5 é incluso no sistema. Além de consumir menos memória frente ao Firefox 2.x, essa versão tem melhorias e facilidades no gerenciamento de favoritos, na complementação e sugestão de URLs na barra de endereços, entre várias outras coisas.
  • O SELinux pode opcionalmente confinar plugins dos navegadores para torná-los mais seguros, fechando possíveis brechas.
  • O sistema inclui o OpenJDK, uma distribuição livre e aberta do Java SDK, da Sun.
  • As atualizações no X.org permitem que ele seja inicializado e finalizado muito mais rápido. A configuração de vídeo está melhor, incluindo suporte a hot-plugging.
  • Dicionários consolidados. Várias aplicações usando dicionários de palavras diferentes deixa o usuário perdido, tendo que personalizar e se adaptar a cada dicionário - onde um tem algumas palavras que outros não têm, além da necessidade de incluir as palavras personalizadas em vários deles. O Fedora trabalha com pacotes modificados de várias aplicações, unificando os dicionários em um só. Entre elas, estão o OpenOffice, Firefox, Thunderbird, GNOME e KDE.
  • Melhorias no suporte a Bluetooth, facilitando o envio e recebimento de arquivos.
  • O Anaconda, instalador do Fedora, traz várias melhorias. Há suporte para redimensionamento de partições ext2, ext3 e NTFS durante a instalação; criação de sistemas de arquivos criptografados; suporte experimental ao ext4 (sendo necessário passar o parâmetro "ext4" durante o boot para ativá-lo); suporte para instalação nativa em máquinas x86_64 EFI com boot via GRUB; há melhorias no suporte a instalação via rede e na recuperação do sistema, com a introdução do netinst.iso.
  • O PreUpgrade permite atualizar facilmente do Fedora 7 para o Fedora 8, ou do Fedora 7 ou 8 para o 9.
  • O LiveUSB Creator cria facilmente uma imagem incializável num dispositivo USB, tendo inclusive uma interface para Windows - que extrai os arquivos originais de uma mídia ou arquivo ISO do Fedora.
  • Entre várias outras menores.

Apesar das muitas novidades do Fedora 9, já começam a trabalhar no Fedora 10, esperado para novembro - mas vá devagar :)

O Fedora 9 final está disponível em DVD, para instalação completa, além de dois liveCDs, com Gnome e KDE - em versões para diferentes arquiteturas.

Uma lista das novidades com vários screenshots pode ser lida em:

http://fedoraproject.org/wiki/Releases/9/ReleaseSummary

Download:

http://fedoraproject.org/pt_BR/get-fedora

Anúncio público no site da Red Hat, patrocinadora do projeto:

http://www.redhat.com/about/news/prarchive/2008/fedora9.html

Sem comentáriosPostado 13 de maio de 2008 às 19h37 por Marcos Elias Picão