Notícias do mês de Maio de 2008

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DOCTYPE, enciclopédia do Google para desenvolvedores web

Por Marcos Elias Picão em 16 de maio de 2008 às 21h09

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O Google anunciou uma espécie de "enciclopédia" para desenvolvedores web, chamada DOCTYPE (sugestivo o nome, não?!). Ainda está em beta, assim como diversos serviços da companhia, mas é bastante útil.

Ela conta com diversos artigos sobre tecnologias para a web, incluindo segurança, cache, otimizações, AJAX, manipulação de DOM, CSS, entre várias coisas.

O licenciamento do material segue a Creative Commons Attribution. O sistema é colaborativo, o que permite aos membros (qualquer um com conta Google) editar ou adicionar novos materiais. Com o tempo, será uma grande fonte de recursos didáticos para estudo e consulta, o melhor de tudo é que é bem atualizado.

Leia mais no blog para desenvolvedores do Google:

http://google-code-updates.blogspot.com/2008/05/introducing-google-doctype.html

Página do projeto:

http://code.google.com/doctype/

Sem comentáriosPostado 16 de maio de 2008 às 21h09 por Marcos Elias Picão

Mais detalhes sobre o Asus Eee PC 901, baseado no Atom

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 16 de maio de 2008 às 15h30

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A próxima versão do Eee PC, da Asus, baseado no Intel Atom, não virá somente com chips mais rápidos, e sim com novas funcionalidades, de acordo com fontes. Conhecido com o modelo "901", a atualização adicionará Bluetooth, para conexão com celulares, portáteis e periféricos em geral. O notebook também terá sua estrutura reforçada com metal e será o primeiro a largar a marca "Asus" e ter a própria, "Eee", como dito nesta notícia.

A empresa já está definindo uma data para o lançamento oficial do sistema, pelo menos na região de Taiwan. Há planos para lançar o sistema no dia 3 de junho, e espera-se que a novidade tenha preço inferior a 650 dólares. Outras especificações são idênticas ao Eee 900, mas com 1 GB de memória RAM, e 12 GB de armazenamento interno em flash para a edição Windows ou 20 GB para o modelo com o Linux. A versão americana provavelmente será semelhante, inclusive em preços.

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Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/05/16/eee.pc.atom.for.june.3/

Sem comentáriosPostado 16 de maio de 2008 às 15h30 por Júlio César Bessa Monqueiro

Estudante inventa alternativa aos transistores de silício

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 16 de maio de 2008 às 15h13

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Weixiao Huang, estudante do Instituto Politécnico Rensselaer, nos Estados Unidos, fez várias descobertas consecutivas momentos antes da entrega de seu título de Doutor. O estudante, após uma série de pesquisas e projetos, vinha procurando desenvolver uma alternativa concreta ao transístor de silício, fato que ele acabou conseguindo depois publicar 15 artigos científicos sobre o tema.

A notícia "Estudante inventa alternativa aos transistores de silício", postada no site "Inovação Tecnológica" explica a situação:

"Agora, sendo possível ver o "conjunto da obra" de Huang, percebe-se que seus pequenos avanços incrementais resultaram em um descoberta muito significativa.

O ainda quase-doutor Huang - a recepção oficial do título será no próximo sábado, dia 17 - desenvolveu um novo transístor à base de nitreto de gálio (GaN), um material que permitiu a construção de um transístor com menor consumo de energia e maior eficiência em aplicações de eletrônica de potência."

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Veja a notícia original em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br

Sem comentáriosPostado 16 de maio de 2008 às 15h13 por Júlio César Bessa Monqueiro

Samsung demonstra notebook com tela AMOLED

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 16 de maio de 2008 às 15h06

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A divisão SDI da Samsung revelou hoje um protótipo computador que ela afirma ser o futuro dos notebooks. O sistema usa uma recém-desenvolvida tela AMOLED de 12 polegadas, com resolução correspondente à um LCD de 1280x768 pixels, mas com qualidade de imagem muito superior: a natureza intrínseca da tecnologia produz uma taxa de contraste cerca de 20 vezes maior que a de uma tela LCD, afirma a Samsung.

Além da melhora na qualidade da imagem, a auto-iluminação da tela permite a ausência completa de fundos, deixando a tela extremamente fina. Um novo óxido de silício usado no processo de fabricação deixa as telas AMOLED maiores muito mais acessíveis, já que esta tecnologia é na maioria das vezes usada apenas em dispositivos portáteis por causa do custo. A Samsung provavelmente começará a comercializar a tela com finalidade de ser usada em telas de notebooks e afins por volta de 2009.

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Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/05/16/samsung.amoled.notebook/

Sem comentáriosPostado 16 de maio de 2008 às 15h06 por Júlio César Bessa Monqueiro

Sobre a condenação de Hans Reiser

Por Jonathan Corbet em 16 de maio de 2008 às 10h28

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On the conviction of Hans Reiser

Autor original: Jonathan Corbet

Publicado originalmente no: http://lwn.net/

Tradução: Roberto Bechtlufft

No dia 28 de abril, um júri da Califórnia condenou Hans Reiser por assassinato em primeiro grau. Houve muita especulação da impressa, antes e depois da condenação, quanto ao que significaria a perda de Reiser para a comunidade Linux. Mas nessa especulação toda parece que faltou conhecimento sobre qual era o verdadeiro papel de Hans Reiser na comunidade. Como editor, não vou assumir uma posição sobre a condenação ter sido ou não justa e correta. Mas há coisas a serem ditas sobre o que ela vai significar.

Hans Reiser é o criador (e de certo modo, também era o implementador) do sistema de arquivos reiserfs. Ao ser unido ao kernel, o reiserfs distinguiu-se por ser o primeiro sistema de arquivos com journaling para o Linux voltado para uso geral; ele também oferecia bom desempenho em certas circunstâncias, como no gerenciamento de um grande número de arquivos pequenos. O reiserfs foi bastante usado, além de ter sido adotado por vários distribuidores. Sem dúvidas, ainda existem muitos sistemas rodando com o reiserfs por aí.

Mas o papel de Reiser no desenvolvimento e manutenção do reiserfs acabou há alguns anos. Reiser parou de trabalhar nele quando o desenvolvimento do Reiser4 começou, e chegou a se opor à incorporação de melhorias sugeridas por terceiros. O reiserfs ainda é mantido mesmo sem seu criador, mas já não há muito interesse em se acrescentar funções a ele. O reiserfs está chegando ao fim, e os acontecimentos desta semana não devem ajudar muito.

Há uma preocupação maior com o destino do Reiser4, o sistema de arquivos de próxima geração de Reiser. Muita gente tem sugerido que os eventos recentes marcam o fim do projeto, mas é bom darmos uma olhada mais completa nessa história. O Reiser4 não é exatamente novo; foi postado pela primeira vez em 2002. Reiser realizou esforços mal-sucedidos para incorporar o Reiser4 ao kernel 2.6.0 e a versões posteriores. Ele culpou interesses comerciais e políticos por sua falta de sucesso, mas a realidade é mais simples.

O Reiser4 tentou fazer muitas coisas diferentes de outros sistemas de arquivo. Ele incluiu semântica não-POSIX que fez parte da comunidade de desenvolvimento protestar. Havia uma chamada de sistema multipropósito no Reiser4() que implementava uma vasta gama de recursos e incluía um interpretador incorporado ao kernel para uma linguagem especial. Havia um mecanismo de plugins de baixo nível que causava preocupações (nem sempre justificadas) quantos a vários formatos de disco e formatos proprietários. O Reiser4 fez muitas coisas ao nível do sistema de arquivos que outros achavam ser melhor fazer ao nível do sistema de arquivos virtual. O recurso "arquivos e diretórios", além de parecer estranho para muitos, abria margem para uma série de cenários triviais de impasse (o famoso deadlock).

Resumindo, o código definitivamente não estava pronto para ser incluído no kernel. Os projetos de desenvolvimento do kernel feitos de maneira isolada muitas vezes encontram esse tipo de surpresa quando são em fim postados para a comunidade de desenvolvimento.

Nos anos seguintes o desenvolvimento do Reiser4 continuou. Muitos dos problemas foram resolvidos com a remoção das funções que faziam do Reiser4 único, o que acabou por transformá-lo em um sistema de arquivos como qualquer outro. Se o Reiser4 é só mais um sistema de arquivos, então as atenções se voltam para o desempenho, e muitas pessoas afirmam que os resultados de seus benchmarks foram diferentes dos divulgados por Reiser. O interesse da comunidade pelo sistema de arquivos foi diminuindo, e o ritmo de desenvolvimento também. Os esforços para incorporar o Reiser4 ao kernel ainda existiam quando Reiser foi preso, mas já andavam em marcha lenta.

O maior obstáculo à inclusão do Reiser4 talvez tenha sido sua postura combativa em relação ao resto da comunidade. Quando os desenvolvedores apontavam falhas no Reiser4, Reiser costumava questionar os motivos do desenvolvedor para reclamar ao invés de dar atenção ao que ele estava dizendo. Sua interação com a comunidade costumava resumir-se a declarações como:

O que o faz pensar que os desenvolvedores do kernel tem um conhecimento profundo sobre o valor da conectividade no sistema operacional? Eles não têm. O desenvolvedor médio do kernel não é muito esperto.

As coisas chegaram a um ponto em que vários desenvolvedores desistiram de discutir com ele. Ao rejeitar a comunidade de desenvolvimento, Reiser tornou-se um eterno estrangeiro dentro dela.

É por isso que os efeitos práticos da condenação de Reiser sobre a comunidade serão pequenos, ao menos a curto prazo. Por mais brilhante que tenha sido, sua eficiência foi limitada por seu desrespeito pelo resto da comunidade e por sua convicção de estar sempre com a razão. Ele poderia ter conseguido muito mais se adotasse uma postura diferente.

Tendo dito isso, a perda de Reiser é uma infelicidade. Ele provou ser capaz, por muitos anos, de levantar fundos para o trabalho no sistema de arquivos do Linux, trabalho do qual a comunidade se beneficiou. Alguns desenvolvedores do Reiser4 ainda têm interesse em trabalhar no código, e continuam enviando patches. Mas não há mais ninguém pagando a eles pelo seu trabalho, o que põe tudo em risco. Há limites quanto ao tempo em que o desenvolvimento apaixonado do Reiser4 pode prosseguir.

Mas a maior perda está em outro lugar. Mais do que qualquer um, Reiser pensou muito sobre como nossos sistemas de arquivos deveriam ser no futuro. Ele via os sistemas de arquivos como uma maneira de tornar nossos sistemas mais poderosos do que são agora. Em um mundo onde o sistema de arquivos fosse o único espaço de nomes que significasse alguma coisa para o sistema, todos os objetos seriam iguais e o números de conexões potenciais entre eles explodiria. Seu objetivo a longo prazo não era (apenas) resultados de benchmarks, mas sim criar um sistema de arquivos que funcionasse como esse espaço de nomes que englobasse tudo. Era uma idéia radical e, talvez, nem um pouco prática. Mas o futuro vem de idéias como essa.

Após alguns anos de relativo marasmo, temos agora bastante atividade nos sistemas de arquivos do Linux. Os desafios neste campo são grandes, mas temos desenvolvedores bem capacitados trabalhando nos problemas e não há dúvidas de que os sistemas de arquivos do Linux continuarão a figurar entre os melhores. Mas a comunidade perdeu uma voz que, com todos os seus defeitos, tinha coisas únicas e inovadoras a dizer, e todos saímos perdendo com isso.

Créditos a Jonathan Corbet - http://lwn.net/

Tradução por Roberto Bechtlufft <robertobech at gmail.com>

Sem comentáriosPostado 16 de maio de 2008 às 10h28 por Jonathan Corbet

OLPC: agora com Windows

Por Carlos E. Morimoto em 16 de maio de 2008 às 09h55

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O OLPC começou como um projeto bastante interessante e ambicioso. O objetivo era, nada mais nada menos, do que levar laptops educacionais para crianças pobres em países de desenvolvimento do mundo todo, produzidos em grande volume e vendidos abaixo da marca dos 100 dólares.

O projeto incluía não apenas o desenvolvimento do hardware - um laptop de baixo custo, leve, resistente e de baixo consumo (de forma que a bateria fosse suficiente para todo um dia de estudo) e que poderia ser utilizado mesmo em locais sem eletricidade, graças ao uso de formas alternativas de geração de energia - mas também o desenvolvimento de todo um projeto pedagógico, incluindo o desenvolvimento de conteúdo localizado junto a equipes de cada país e o desenvolvimento da interface Sugar, desenvolvida de forma a consumir poucos recursos de hardware e facilitar o uso por parte das crianças. Outro recurso interessante era a rede mesh, que permitiria que os laptops dentro da sala de aula criassem automaticamente uma rede que permitiria que atividades fossem compartilhadas (o professor poderia enviar exercícios para os alunos e receber de volta as atividades completas, por exemplo) além de automaticamente disponibilizar qualquer conexão à web disponível para todos os laptops da rede.

Em 2006 publicamos um especial sobre o OLPC que descreve bem as idéias e as soluções desenvolvidas durante a fase áurea do projeto, que você pode consultar para mais detalhes destes recursos. Na época estudamos a fundo as propostas do projeto, tivemos acesso a um protótipo de desenvolvimento e até realizamos uma entrevista com James Gettys, mentor do projeto.

olpc1Você deve estar se perguntando por que escrevi todos os parágrafos anteriores no passado, se o projeto OLPC continua ativo e você está justamente lendo uma notícia sobre ele. Bem, a resposta é que na verdade ele não está mais vivo mas sim agonizante. A maioria dos membros da equipe original se desligaram do projeto, o número de voluntários se reduziu drasticamente, o desenvolvimento da parte de hardware está parado a quase um ano e não existem perspectivas de grandes encomendas nos próximos meses, vitais para o sucesso do projeto, já que o volume de laptops produzidos está diretamente relacionado ao custo.

Além dos problemas internos, o OLPC enfrenta a concorrência de um poderoso concorrente, que é o Intel Classmate. Embora o Classmate não ofereça um projeto pedagógico tão completo quanto o do OLPC, ele conta com toda a máquina de produção e divulgação da Intel, que tem mais recursos para divulgar a plataforma, organizar projetos-piloto, treinar técnicos e instrutores e assim por diante.

Como um último gesto desesperado, membros da equipe do OLPC se aproximaram da Microsoft, que disponibilizou uma versão do Windows XP que roda no aparelho, similar à versão já usada no Classmate:

olpc2Embora à primeira vista a novidade possa soar positiva (afinal, a possibilidade de escolher o sistema poderia abrir algumas portas) o uso do Windows no OLPC na verdade o prego no caixão do projeto, pois basicamente elimina todas as vantagens que o projeto oferecia. O Classmate roda melhor o Windows XP que o OLPC (por utilizar um processador mais poderoso e ter mais recursos de hardware) e, pelo volume de produção ter crescido durante o último ano, já é também mais barato. Atualmente, o custo do OLPC gira em torno dos 200 dólares (devido ao baixo volume de produção), enquanto o Classmate já está disponível para os governos interessados por menos de US$ 150.

O OLPC com Windows não oferece nenhuma vantagem com relação ao Classmate e a iniciativa vai ajudar a afastar muitos dos poucos voluntários que ainda trabalham no projeto, resultando na implosão da iniciativa. Infelizmente, o OLPC está destinado a se tornar um nobre fracasso.

Sem comentáriosPostado 16 de maio de 2008 às 09h55 por Carlos E. Morimoto

VirtualKeyboard, um teclado internacionalizado para sites

Por Marcos Elias Picão em 15 de maio de 2008 às 23h20

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Ben Martin publicou no Linux.com um breve artigo sobre o JavaScript VirtualKeyboard.

Trata-se de um teclado virtual para websites escrito em JavaScript. O grande destaque é que ele suporta entrada em vários idiomas e codificações, permitindo a entrada de texto em campos de formulário por várias pessoas mundo afora.

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É útil também para quem não está no seu país, usando um PC público em um idioma diferente do habitual - podendo escrever na sua língua com o teclado virtual, depois copiar o texto e colá-lo num e-mail ou onde quiser.

Há um demo online:

http://debugger.ru/demo/projects/virtualkeyboard/

Ele permite que a pessoa digite texto usando o teclado real também, e vai destacando com uma animação a tecla pressionada.

Acaba sendo valioso para sites internacionalizados, ou no caso comentado, de usar a web num PC com o teclado diferente do que você está acostumado.

Para uso como teclado virtual visando segurança (em telas de login, por exemplo), ele não seria muito adequado por escrever em campos INPUT TEXT do HTML padrão. Keyloggers e diversos malwares facilmente captam dados de formulários, mesmo sob os asteriscos. Nesse caso iria bem um sistema feito em Java, não JavaScript.

A instalação dele em sites é simples, basta extrair o conteúdo para uma pasta publicada no site e incluir um código nos campos em que ele será usado.

Leia em o artigo, inclusive com as instruções de implementação nas páginas, em:

http://www.linux.com/feature/134811

Sem comentáriosPostado 15 de maio de 2008 às 23h20 por Marcos Elias Picão

Fotos do Asus Eee PC 901, baseado no Atom

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 15 de maio de 2008 às 18h42

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Mesmo com tanto sucesso feito pelos vários modelos do Eee PC, a Asus ainda não descansa, já que está trabalhando no Eee PC 901, baseado no processador Atom da Intel. O novo laptop chegará às lojas do exterior ainda neste trimestre, mas antes disso um blog francês já publicou algumas fotos de como será o "bichinho".

Com fotos de vários ângulos, o Blogeee.net revela várias novidades sutis, mas nenhuma tão escandalosa assim. O dispositivo agora é mais curvo e brilhante que seus antecessores; os botões do touchpad são metálicos, o conector de energia agora é do lado direito, as dobradiças são maiores e possuem tampas metálicas em ambos os lados. A questão de conectividade permanece praticamente a mesma do Eee PC 900.

Curiosamente, O Eee PC 901 não possui qualquer marca "Asus" estampada, e o único logotipo que aparece no notebook é a da linha Eee PC. Isso talvez reflita o fato da Asus ter criado uma marca própria para o Eee, conforme havia dito em outra notícia.

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Fonte:

http://techreport.com/discussions.x/14744

Confira as fotos em:

http://www.blogeee.net/2008/05/14/exclu-eeepc-901/

Sem comentáriosPostado 15 de maio de 2008 às 18h42 por Júlio César Bessa Monqueiro

Microsoft TouchWall, o Surface de parede

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 15 de maio de 2008 às 18h31

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A Microsoft está projetando um sistema baseado no Surface que será orientado verticalmente e montável em paredes, sistema esse chamado de TouchWall. Há especulações que a MS já teria produzido um protótipo da tecnologia, citando ainda que a mesma será ideal para salas e outros locais onde são efetuadas apresentações interativas. O TouchWall inclui luzes laser e infravermelho que possuem o mesmo efeito de toque no visor, através do software embutido chamado Plex.

O CEO Bill Gates está preparando para mostrar o protótipo para outros 115 CEOs que estão reunidos na sede da MS, em Redmond, para o "12th annual CEO Summit". Entre os participantes, estão Jack Welch da General Eletric, o investidor Warren Buffet e o autor Thomas Friedman. Partes do evento serão ministradas por Tom Brokaw, Charlie Rose, e Michael Kinsley. Gates falará sobre conceitos de tecnologias futuras de interfaces de usuários.

Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/05/14/microsoft.touchwall/

http://www.pcworld.com/businesscenter/article/145866/gates_to_show_off_vertical_surface_at_ceo_summit.html

Sem comentáriosPostado 15 de maio de 2008 às 18h31 por Júlio César Bessa Monqueiro

Adobe lança Flash Player 10 Beta

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 15 de maio de 2008 às 18h11

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A Adobe lançou uma versão beta pública do Flash Player 10, a próxima grande atualização de seu plugin de animação web. A atualização, apelida de de "Astro", é a primeria versão do Flash que suporta aceleração via hardware, ao mesmo passo que as animações agora podem ter pixel shader à base de filtros aplicados em tempo real, além de compatibilidade 3D, inclusive para elementos controláveis; o novo plugin também otimiza a questão do desempenho.

A versão 10 também traz uma série de características menores, como a opção de bitrate variável, que é gerenciada automaticamente para baixar o tamanho do vídeo e ao mesmo tempo manter a qualidade. Também foi integrado um layout novo ao aplicativo.

A atualização está sendo lançada para Linux, Mac OS X (menos o 10.1) e Windows, e os pré-requisitos são os mesmos do Flash Player 9. A novidade já faz parte dos repositórios do Ubuntu Linux.

Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/05/15/adobe.flash.10.beta/

Sem comentáriosPostado 15 de maio de 2008 às 18h11 por Júlio César Bessa Monqueiro