Notícias do mês de Maio de 2008

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HOP1800: o celular descartável que custa 10 dólares

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 27 de maio de 2008 às 10h49

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Com todo celular que você compra, há um certo medo em riscá-lo, danificá-lo de qualquer forma ou perdê-lo, certo? Errado. A empresa Hop-on lançou o HOP1800, celular descartável literalmente, que custa apenas 10 dólares nos Estados Unidos. Simplicidade é um dos pontos característicos essenciais do aparelho GSM pré-pago, que é inclusive chamado pela empresa de "anti-iPhone", por justamente contrapor com a sofisticação do aparelho da Apple.

Pesando 77 gramas, o HOP1800 opera nas redes 850/1900 MHz ou 900/1800 MHz, dependendo da versão escolhida, e um próximo detalhe faz a diferença: o aparelho não possui visor. Ele ainda tem autonomia de 4 horas de conversação ou 150 horas em modo stand-by (espera), tendo ainda toques polifônicos.

Nos EUA, a novidade está disponível em drogarias e lojas de conveniência, sendo recomendado que após o uso o mesmo seja devolvido à Hop-on para ser reciclado, e por isso o usuário ganha 5 dólares de créditos. Há um modelo similar também na Europa, custando lá 13 Euros.

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Fonte:

http://allgsm.blogspot.com/2008/05/celular-descartvel-por-10-dlares.html

Sem comentáriosPostado 27 de maio de 2008 às 10h49 por Júlio César Bessa Monqueiro

Via OpenBook: mais um mini-note

Por Carlos E. Morimoto em 27 de maio de 2008 às 09h01

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Em Junho do ano passado, logo depois do anúncio do eee PC original, a VIA anunciou o NanoBook, uma plataforma de referência para mini-notebooks destinada a ser usada em produtos abaixo da faixa dos US$ 500. Ele deu origem ao Everex Cloudbook e a um punhado de produtos de outros fabricantes, que não fizeram muito sucesso devido a motivos diversos.

Aproveitando a onda de lançamentos que sucedeu o Eee 900, a Via anunciou uma versão atualizada da plataforma, o OpenBook, que passou a utilizar uma tela de 8.9", com resolução de 1024x600:

openbook

Assim como o MSI Wind, sobre o qual escrevi semana passada, o OpenBook utiliza um HD mecânico, de 80 GB, diferente do Eee 900, que utiliza um SSD. Como sempre, um HD mecânico é uma faca de dois gumes, já que oferece um custo por megabyte muito mais baixo e uma maior taxa de leitura sequencial, mas, em compensação os SSDs consomem menos energia e oferecem tempos de acesso muito mais baixos. De uma forma geral, se você precisa de muito espaço de armazenamento (como no meu caso), os HDs magnéticos são o caminho a seguir. Entretanto, se os 12 ou 20 GB de espaço do Eee 900 são suficientes, então um SSD é mais interessante.

Concluindo as especificações, o OpenBook é baseado no novo chipset VIA VX800 (que inclui um chipset de vídeo ligeiramente aprimorado em relação ao antigo VIA UniChrome usado nos chipsets anteriores), suporta até 2 GB de memória DDR2, utiliza um processador VIA C7-M de até 1.6 GHz e inclui o pacote básico de acessórios, com wireless e leitor de cartões. Uma peculiaridade é que em vez de incluir uma webcam móvel, ele inclui duas webcams, uma na parte frontal da tela, como de praxe e outra (separada) na parte traseira.

Ele mede 24 x 17.5 x 2.8 cm (3.6 cm na base da tela) e pesa 995 gramas. O nome "OpenBook" vem do fato de a VIA ter disponibilizado publicamente os arquivos CAD com os desenhos do projeto usando uma licença Creative Commons Share Alike para qualquer fabricante interessado em desenvolver produtos baseados nele. Assim como no caso do NonoBook, o OpenBook é apenas uma plataforma de referência, destinado a servir como base para o desenvolvimento de outros produtos. Apesar de ter produzido algumas unidades para fins de demonstração, a VIA divulgou que não pretende vender o OpenBook diretamente, passando a bola para os parceiros.

Sem comentáriosPostado 27 de maio de 2008 às 09h01 por Carlos E. Morimoto

VMKnoppix, distro especial para rodar máquinas virtuais

Por Marcos Elias Picão em 26 de maio de 2008 às 22h39

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O VMKnoppix (oficialmente chamada Xenoppix) é uma distro baseada no Debian e no Knoppix, especializada em ambientes de virtualização.

Recentemente foi atualizada, na versão 20080519 (usando a data, 19/05/2008). Ela traz versões recentes dos virtualizadores, ideais para quem gosta de testar vários sistemas ou desenvolver projetos que dependam da virtualização.

Vem com o Xen, KVM, VirtualBox, QEMU, KQEMU (que é o QEMU com o acelerador), e UserMode Linux.

Essa nova versão é baseada no KNOPPIX 5.3.1 (kernel 2.6.24). Inclui um monitor de máquinas virtuais, BitVisor 0.2. E diversos bootloaders específicos, como um carregador de boot baseado na Internet, InetBoot; também o carregador de boot gPXE pronto para boot PXE e HTTP/iSCSI; e o GRUB-IMA (Integrity Measurement Architecture).

Mais informações e download no site oficial:

http://www.rcis.aist.go.jp/project/knoppix/vmknoppix/index-en.html

Sem comentáriosPostado 26 de maio de 2008 às 22h39 por Marcos Elias Picão

KTorrent 3.1 beta 2 já roda no Windows

Por Marcos Elias Picão em 26 de maio de 2008 às 15h16

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O KTorrent, cliente da rede P2P BitTorrent do KDE está sendo portado para o Windows, acompanhando o projeto do KDE 4.

Foi lançada recentemente a segunda beta da versão 3.1, que já funciona no Windows.

Em breve ele deverá ser empacotado com os pacotes do KDE 4 for Windows. Por enquanto está disponível basicamente o código fonte da beta.

ktorrentImagem ilustrativa, KTorrent no Linux

Página do projeto, com mais informações e download:

http://ktorrent.org/

Via noticiaslinux.com.br

Sem comentáriosPostado 26 de maio de 2008 às 15h16 por Marcos Elias Picão

Um breve review sobre o Equinox Desktop Environment

Por Marcos Elias Picão em 26 de maio de 2008 às 15h09

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Leslie P. Polser publicou no site Linux.com um pequeno review do Equinox Desktop Environment.

Grandes ambientes gráficos para Linux geralmente consomem bastante recursos das máquinas, o que é um problema em máquinas antigas e menos potentes. Visando ser ainda mais leve do que alguns gerenciadores leves, o Equinox Desktop Environment (EDE) é um dos que consegue ser mais rápidos, iniciando instantaneamente em diversas máquinas. A interface dele lembra o Windows antigamente:

ede

Apesar de servir para boa parte das tarefas comuns, o EDE deixa a desejar ainda em diversos quesitos. Peca ainda um pouco em funções não totalmente implementadas ou com bugs, como o arrastar e soltar ícones - algo essencial num ambiente para ser usado naturalmente pelas pessoas.

No texto ele comenta a instalação e algumas particularidades do EDE. Confira em:

http://www.linux.com/feature/135684

Página oficial do projeto:

http://equinox-project.org/

Sem comentáriosPostado 26 de maio de 2008 às 15h09 por Marcos Elias Picão

De onde vem o conceito 'Software Livre'?

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 26 de maio de 2008 às 11h43

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Cada vez mais, usuários finais possuem contato com a expressão "software livre", seja por uso do Linux ou qualquer outro aplicativo de código fonte aberto. Sendo um conceito revolucionário até hoje, muitas pessoas tem somente a noção do que seja (que é uma aplicação que possui o código fonte acessível e editável a todos), mas nunca se aprofundou para saber o que este significa como um todo, suas origens e suas consequências. Com este tema em mente, 'Marcelo Cavalcante Rocha' publicou um artigo em seu blog, debatendo mais sobre este assunto:

"Diante de nossa atual situação tecnológica seria impossível falarmos de GNU Linux sem antes entendermos o que é Software Livre ou de onde surgiu essa filosofia.

Durante muito tempo a tecnologia vem se desenvolvendo e tornando-se cada vez mais necessária para os dias atuais. Para tal evolução, pessoas do mundo inteiro, chamadas programadores, contribuíram de forma significativa criando programas ou softwares para customizar o funcionamento dos computadores. Em boa parte desta evolução, ao precisar de algo que outro já criou, o programador receberia prontamente deste outro para assim poder fazer suas devidas mudanças ou mesmo aperfeiçoamentos poupando-lhe esforço e tempo. O autor original como agradecimento recebia seu programa melhorado. Porque refazer o que já foi feito antes?"

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Veja o artigo completo em:

http://marcelokalib.blogspot.com/2008/05/de-onde-vem-o-conceito-de-software.html

Saiba mais sobre a licença GPL:

http://www.hardware.com.br/noticias/2008-05/483AA96A.html

Sem comentáriosPostado 26 de maio de 2008 às 11h43 por Júlio César Bessa Monqueiro

Aplicações Windows em ambiente Linux com SeamlessRDP

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 26 de maio de 2008 às 11h36

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Quem entra no mundo Linux e possui vontade ou necessidade, seja por profissão ou "esporte", de rodar algum programa exclusivamente para Windows no Linux, como o Adobe Flash e Photoshop, CorelDraw e outros, sempre recorre a um tipo de ferramenta: o Wine. Contudo, sabemos que, apesar desta ferramenta ser maravilhosa, em alguns raros pontos ainda deixa a desejar, principalmente em desempenho e compatibilidade.

Pensando em apresentar uma solução alternativa e eficiente, Jean Martinelli publicou no site Viva o Linux um artigo intitulado "Aplicações Windows em ambiente Linux com SeamlessRDP". Leia a descrição:

"Para quem gosta do Linux e ainda não pode abandonar os programas do Windows, vou apresentar uma solução fantástica. O sistema que fará esta maravilha é o SeamlessRDP, juntamente com o VMWare e o Rdesktop."

E um trecho (apresentação):

"O Wine é uma ótima ferramenta para executar aplicações Windows, mas ainda deixa a desejar em alguns programas e games.

Para quem gosta do Linux, mas ainda não pode abandonar os programas Windows, vou apresentar uma solução que achei fantástica. Vamos criar um ambiente virtual VMWare com o Windows XP e executar somente aplicações específicas em nosso Linux.

Isto possibilitará executar no Linux o Corel Draw, Photoshop, Paint, DreamWeaver, entre outros, sem contar os mais diversos Games.

O sistema que fará esta maravilha é o SeamlessRDP, juntamente com o VMWare e o Rdesktop.

Mas vamos parar de enrolação e botar a mão na massa. O sistema foi instalado e testado no Fedora 8 e Windows XP Pro."

O artigo está dividido entre as seguinte seções:

  1. Apresentação
  2. Abrindo aplicações com Rdesktop

Veja o artigo completo em:

http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=8237

Sem comentáriosPostado 26 de maio de 2008 às 11h36 por Júlio César Bessa Monqueiro

Novo modelo de transistores de potência será mais econômico

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 26 de maio de 2008 às 11h13

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A eletrônica segue cada vez mais focada em contruir chips com menor consumo de energia e que utilize menor material possível em sua fabricação. Tendo esse objetivo em mente, foram criados por engenheiros europeus dois novos tipos mais modernos de transístores de potência, que são utilizados em massa na indústria, permitindo que estes obtenham uma eficiência bem maior que seus antecessores.

Prolongando este assunto, veja a notícia "Modelo de modernos transistores de potência permitirá economia de energia", publicada no site "Inovação Tecnológica":

"Transistores de potência são utilizados para controlar grandes cargas elétricas em praticamente todos os tipos de circuitos e são cada vez mais utilizados nos automóveis mais modernos, nos circuitos que controlam a direção elétrica, ar-condicionado e todo o aparato que cada vez mais é acionado de forma elétrica e controlado eletronicamente.

Esses componentes eletrônicos pesos pesados funcionam como uma espécie de válvula, inibindo ou permitindo que a corrente elétrica chegue até os circuitos ou os motores, por exemplo."

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Veja a notícia original em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br

Sem comentáriosPostado 26 de maio de 2008 às 11h13 por Júlio César Bessa Monqueiro

Lançado Big Linux 4.0

Por Bruno Gonçalves Araujo em 26 de maio de 2008 às 10h14

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Após 2 anos de desenvolvimento foi lançado o Big Linux 4.0.

Além da estabilidade e diversos painéis para facilitar o uso de servidores, conexão discada, configuração de hardware e muito mais essa versão traz uma ferramenta bastante completa para configurar a aparência do sistema, inclusive com opção de escolher entre 8 temas antes de ligar o sistema pelo Live CD.

imgO sistema possui compatibilidade total com repositórios Ubuntu Hardy.

Veja mais detalhes no site: www.biglinux.com.br

Sem comentáriosPostado 26 de maio de 2008 às 10h14 por Bruno Gonçalves Araujo

Entendendo a GPL

Por Carlos E. Morimoto em 26 de maio de 2008 às 09h13

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Muito se fala sobre a licença GPL, muitas vezes com intermináveis discussões sobre se uma determinada empresa, distribuição ou projeto está ou não respeitando os termos da licença.

É difícil superestimar a importância da GPL, pois ela é a licença usada não apenas no Kernel e a maioria dos softwares e bibliotecas que compõe as distribuições Linux, mas em um brutal número de softwares de código aberto, incluindo muitos programas para Windows e outras plataformas.

Apesar disso, poucas pessoas realmente entendem o significado dos termos da licença.

A licença GPL, pode ser resumida em 4 direitos básicos e uma obrigação:

1- Você tem o direito de usar o programa para qualquer fim. Não existe discriminação. Um exemplo é que ninguém pode impedir que um programa GPL seja usado numa clínica de aborto ou numa instalação militar, por exemplo.

2- Você tem o direito de tirar cópias do programa, distribuí-las ou até mesmo vendê-las a quem tiver interesse. Existe a possibilidade de ganhar algum dinheiro vendendo CDs gravados, por exemplo, mas como todo mundo pode fazer a mesma coisa, é preciso vender por um preço relativamente baixo, cobrando pelo trabalho de gravação e não pelo software em si, que está largamente disponível. A forma mais eficiente de ganhar dinheiro com software livre é vender suporte e serviços de personalização sobre os programas e distribuições que você domina. Para o cliente acaba sendo vantajoso, pois o custo de implantação será o gasto com a consultoria e treinamentos, enquanto ao implantar um software comercial qualquer ele gastaria também com as licenças de uso.

3- Direito de ter acesso ao código fonte do programa, fazer alterações e redistribuí-las. Para um programador este é o principal atrativo, pois você pode criar novos projetos usando como base o código fonte de programas já existentes ao invés de ter sempre que começar do zero, sem falar na grande oportunidade de aprendizado que examinar o código fonte dos programas disponíveis propicia.

4- Direito (e ao mesmo tempo a obrigação) de redistribuir as modificações feitas. Este é o ponto onde existem mais mal-entendidos. Se você desenvolve um software por hobby, ou por usá-lo internamente na sua empresa, e não possui interesse em explorá-lo comercialmente, você pode simplesmente divulgar o código fonte para todo mundo, o que é o caminho mais lógico se você pretende atrair outros interessados em ajudá-lo no desenvolvimento. Mas, caso você pretenda receber pelo seu trabalho de desenvolvimento, existem duas opções:

a) Você pode distribuir o software livremente para aumentar a base de usuários e ganhar vendendo suporte, treinamentos e personalizações ou:

b) Você só é obrigado a distribuir o código fonte a quem obtém o software, de forma que você pode trabalhar batendo de porta a porta, vendendo o software para alguns clientes específicos e fornecendo o código fonte apenas para eles. Não existe nada de errado com este modelo, mas você perde a possibilidade de ter contribuições de outros desenvolvedores, o que pode ser ruim a longo prazo.

5- Os softwares distribuídos sob a GPL não "contaminam" softwares comerciais ou de outras licenças no caso de distribuição conjunta. Por exemplo, uma revista pode distribuir alguns softwares GPL no meio de um monte de aplicativos fechados na mesma edição. Os softwares GPL continuam sendo GPL, com todas regras que vimos acima, enquanto os softwares comerciais continuam sendo fechados. A revista deve incluir o código fonte dos aplicativos GPL (ou pelo menos a informação de como obtê-los via internet), mas naturalmente não precisa fazer o mesmo com os outros aplicativos incluídos no CD.

Você pode também usar algum software GPL em conjunto com o seu aplicativo comercial, desenvolvendo um aplicativo qualquer que utiliza o Postgree SQL (um servidor de banco de dados), por exemplo. O Postgree SQL continua sendo GPL e o seu aplicativo continua sendo fechado; qualquer um pode usar e tirar cópias do Postgree SQL, mas você controla a distribuição do seu aplicativo. Uma coisa não interfere com a outra.

Sem comentáriosPostado 26 de maio de 2008 às 09h13 por Carlos E. Morimoto