Notícias do mês de Maio de 2008

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Lançado OpenSolaris 2008.05, do Projeto Indiana

Por Marcos Elias Picão em 5 de maio de 2008 às 14h02

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Foi lançado hoje o primeiro release estável do Projeto Indiana, OpenSolaris 2008.05, suportado pela Sun Microsystems. O número da versão é baseado no sistema do Ubuntu, porém com o ano inteiro (2008.05 = maio de 2008). Aliás o visual também lembra bem o do Ubuntu, só que com tema azul:

indiana

Com o Projeto Indiana a Sun visa tornar o OpenSolaris presente em mais desktops e notebooks, deixando o sistema um pouco mais familiar para a maioria dos usuários.

O liveCD do OpenSolaris vem com o ambiente Gnome, com aplicações clássicas como Firefox e Thunderbird, apresentando um sistema estável para diversos tipos de máquinas. São suportadas as arquiteturas x86, AMD64, Pentium e EM64T. Nessa versão que dá início ao projeto como sistema estável é incluso um sistema de gerenciamento de pacotes baseado em rede, para instalação e atualização de programas (IPS, Image Packaging System). O instalador Caiman tem diversas melhorias que tornam a instalação mais agradável também.

A conta de root (administrador) vem desativada, tanto no modo liveCD como depois de instalado. Recomenda-se o uso do comando "su" para obter poderes administrativos. Caso ele peça autenticação em algum momento rodando como liveCD (como ao fazer logoff e entrar novamente, alternar a linguagem, etc), insira "jack" tanto para o nome de usuário como para senha. A senha de root no liveCD é "opensolaris", caso precise dela para rodar processos com privilégios de administrador. Ao instalar, será usado o sistema de arquivos ZFS para a partição root (/).

Ele é open source, mas não GPL, segue a licença do BSD.

A ISO do liveCD tem 686 MB, e há vários idiomas disponíveis (inclusive em português do Brasil). Baixe em:

http://www.opensolaris.com/get/

Leia mais sobre o OpenSolaris em:

http://www.opensolaris.org/learn.html

Guia inicial para a versão 2008.05:

http://dlc.sun.com/osol/docs/content/IPS/getst1.html

A ZDNet publicou várias fotos do sistema, que são literalmente fotos tiradas do monitor (não screenshots tradicionais; será que nunca ouviram falar em máquinas virtuais? :p), veja em:

http://content.zdnet.com/2346-10532_22-199935.html

Sem comentáriosPostado 5 de maio de 2008 às 14h02 por Marcos Elias Picão

Um preview do openSuse 11 beta 2

Por Marcos Elias Picão em 5 de maio de 2008 às 12h58

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O pessoal do site ArsTechnica testou o openSuse 11 beta 2 em liveCD, e gostou do resultado.

Foram dois liveCDs instaláveis testados, um com o Gnome e outro com o KDE 4. Apesar de beta, apresentaram bem poucos problemas, que deverão ser solucionados até a versão final - esperada para 19 de junho.

O instalador do openSuse continua firme e forte, se diferenciando das outras distros por ser próprio e bem elaborado, baseado no YaST - framework para configuração do openSuse. A instalação é fácil, sem necessidade de muitos conhecimentos avançados. O usuário precisa apenas fornecer informações básicas como layout de teclado, zona horária, informações de login e particionamento. A versão com Gnome tem o instalador desenvolvido com base em GTK, e o do KDE usa Qt, o que deixa o sistema já na instalação com a aparência do ambiente escolhido.

No beta 2 atual o maior bug percebido foi que o sistema não configura um gerenciador de login gráfico, devendo-se digitar "startx" para iniciar a interface. Considerando que é beta, isso não é uma preocupação.

A versão com KDE usa o KDE 4.0.3, um pouco mais estável na família KDE 4 mas ainda com seus problemas - travando várias vezes ao mover os gadgets nos painéis da interface Plasma, por exemplo. Apesar de usar o KDE 4, algumas aplicações fornecidas ainda têm como base o KDE 3, como o Digikam 0.93 e o Amarok 1.4.9.1.

kdekde(versão com KDE 4.0.3)

A versão com Gnome usa o Gnome 2.22, lançado em março. Ele inclui várias arquiteturas novas nessa versão, como o sistema de arquivos virtual GVFS e o PolicyKit, sistema de segurança baseado em privilégios. No openSuse, o Gnome apresenta algumas variações perante o Gnome "original", como um menu especial chamado Slab, para algumas tarefas do sistema. O navegador padrão é o Firefox 3 beta 5, que apesar de alguns problemas ainda, se mostra mais rápido do que o Firefox 2.

gnomegnome(versão com Gnome 2.22)

Um recurso interessante no openSuse 11 é o servidor de som PulseAudio, que suporta diversos recursos extras. Podemos citar o streaming via rede, e controle de volume independente para cada aplicação. No ambiente Gnome no openSuse 11, as ferramentas de configuração do PulseAudio podem ser acessadas pelo menu contextual do ícone de som, na área de notificação.

O openSuse se mostra ideal para rodar o KDE 4, e até a versão 11 final deverão vir mais melhorias. Seria interessante uma pesquisa de arquivos mais eficiente, como no Ubuntu, e melhor integração do servidor PulseAudio com as aplicações.

Ainda neste mês deverá sair mais um beta antes da versão estável, e esta está marcada para 19 de junho. Como está, ele não é ideal para uso em produção. Todavia, para os fãs da distro que queiram experimentá-la no estado em que se econtra, o beta 2 pode ser baixado em:

http://software.opensuse.org/developer

Fonte:

http://arstechnica.com/[...]first-look-at-opensuse-11-beta-2.html

Sem comentáriosPostado 5 de maio de 2008 às 12h58 por Marcos Elias Picão

Resenha do Redes Guia Prático, by MaxRaven

Por Carlos E. Morimoto em 5 de maio de 2008 às 08h49

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O MaxRaven, publicou uma longa resenha do meu livro Redes, Guia Prático que realmente me deixou lisonjeado. Deu até vontade de ler o livro de novo :-O

Veja alguns trechos:

"Este é o título de mais um livro de Carlos Morimoto, que, como o nome diz, é focado na criação, administração e manutenção de redes em geral, desde a parte física como cabeamento, escolha de pontos de acesso wireless e hardware em geral como também fala da parte da configuração propriamente dita, utilizando as diversas ferramentas de software.

Bem verdade que neste livro o foco maior está na parte física e nas configurações voltadas para servidores Windows, contudo aqui e ali temos a presença, até certo ponto forte, do Linux, isso devido ao fato que as configurações de servidores Linux terá um livro próprio, que será lançado em breve, o Servidores Linux - Guia Prático, que fechará o assunto redes e servidores, mas posso dizer, por ter lido este por completo, que já dá até para quem não tem nenhuma intimidade com o assunto configurar seu servidor Linux, inclusive conta com um pequeno guia bem interessante de como criar seu servidor domestico, este me foi muito útil.

Para quem conhece o trabalho do Morimoto já percebe, logo no inicio, que é mais uma obra dele, a linguagem é acessível, bem didática, os termos extremamente técnicos só são usados quando não há outra alternativa, mas mesmo assim ele dá um jeito, em alguns casos dá exemplos ou até mesmo "desenha" para que o leitor não fique boiando nos termos. As ilustrações são um trunfo a parte, fazem com que, mesmo que não tenha o dispositivo ou peça em mãos, entenda o que está sendo explicado, facilitando muito a vida de quem está apenas estudando para uma aplicação futura ou mesmo pensando seriamente em criar uma rede em sua caso ou escritório e pretende ele mesmo por a mão na massa.

O livro é dividido em seis capítulos, mas já na introdução (disponível online aqui) você já começa aprendendo algo, lá ele dá uma breve explicação sobre os padrões envolvidos em redes, fala sobre o modelo OSI e dá um exemplo pratico com um "Hello Word". No primeiro capítulo temos a parte de hardware com mais força, fala de cabeamento, dispositivos, mas também fala dos principais meios de acesso as redes em geral, como o ADSL, discado (o meu, ainda infelizmente), via celular e até sobre o WiMAX, que alias é o que fecha este capítulo. Neste capitulo vi que um cabo que tenho aqui não é cross-over, mesmo na embalagem dizendo que era, na época pedi para alguem comprar para mim, pois foi quando estava de molho, acabei nunca testando o cabo, mas esses dias, como estava offline e tinha maquinas para isso fui usar, nada, apenas mais um cabo normal, pluguei no switch e funcionou, uma pena, até porque não tenho um alicate de crimpagem aqui para fazer um, afinal, nunca se sabe quando vamos precisar de algo assim.

(...)

Para fechar temos um sexto capítulo dedicado a se por a mão na massa, nele são mostradas varias formas de configuração de servidores diversos, seja Windows ou Linux, contudo a parte Linux, como disse acima, será mais detalhada num futuro livro. Destaco aqui uma forma interessante, e que eu não conhecia, de rodar programas Linux em maquinas rodando Windows sem o uso de um software de virtualização, achei bem legal a ideia, acho que vou testar aqui qualquer hora dessas. Também achei legal o tutorial sobre o FreeNAS, uma distribuição baseada no FreeBSD, voltada para criação de um NAS (Network Attached Storage) domestico, tudo bem que acho que não irei usa-lo, ma me deu mais ideias, só quero ver eu por em pratica todas elas.

(...)

Redes, guia pratico pode parecer de inicio algo voltado apenas para quem é do ramo, mas no final das contas considero bem interessante para qualquer um que goste ou tenha algum interesse em informática nos dias de hoje, veja bem, como o Morimoto mesmo diz no livro (em alguma parte que não lembro agora e não estou achando), um computador desplugado de uma rede, nos dias de hoje, é praticamente inútil, muitos esquecem, mas a internet é um rede também, mas de proporções descomunais, mas funciona praticamente da mesma forma que minha rede domestica ligando meus dois Celerões :-). Entendendo as redes fica muito mais fácil entender outras coisas, fica mais fácil dominar o funcionamento de alguns programas e até mesmo ajuda a gente a fazer economia, afinal ainda sai mais barato investir num bom servidor com alguns clientes mais baratos ligados do que comprar vários desktops potentes para cada membro da família, pense nisso."

Leia a resenha no: http://www.maxraven.info/redes-guia-pratico.html

Sem comentáriosPostado 5 de maio de 2008 às 08h49 por Carlos E. Morimoto

Capítulos dos 4 livros disponíveis online na GDH Press

Por Carlos E. Morimoto em 3 de maio de 2008 às 06h48

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A duas semanas atrás entrou no ar o novo site da GDH Press, disponível agora no http://www.hardware.com.br

Entre os projetos para o novo site está disponibilizar o arquivo dos livros esgotados, incluindo os livros Redes e Servidores Linux 2ed, Linux Entendendo o Sistema e Linux Ferramentas Técnicas, além de alguns dos capítulos dos livros atuais.

Já estão no ar capítulos dos livros Hardware o guia definitivo, Redes guia prático, Kurumin 7 guia prático e Linux Ferramentas Técnicas 2ed. e muito mais ainda está por vir. Adicione o http://www.hardware.com.br nos favoritos e acompanhe as novidades :)

Tópicos já disponíveis para leitura:

:. Hardware o Guia Definitivo: Introdução

» Os Componetes básicos

» Processador

» Memória

» HD

» Placa de Vídeo

» Placa-Mãe

» Hardware x Software

» Arquiteturas

» Um pouco sobre redes

» Configuração da redes

» Redes Wireless

:. Redes guia prático: Introdução

» A evolução do cabeamento

» Padrões

» ARCNET e Token Ring

» Uma rápida explicação do modelo OSI

» Hello World

:. Linux Ferramentas Técnicas 2ed: Capítulo 1, Entendendo a estrutura do sistema

» Como funciona o suporte a hardware no Linux

» Os componentes do sistema

» Kernel

» Módulos

» Os processos de boot e os arquivos de inicialização

» Ativando e desativando serviços

» X

» Gerenciador de login

» Xfree e Xorg

» A árvore genealógica das distribuições

:. Kurumin 7 guia prático: Capítulo 1, Uma introdução

» O Kernel e as distribuições

» O Kurumin

» Como baixar, gravar e dar boot

» Requisitos mínimos

» Como o Kurumin funciona

» O UnionFS

» Algumas peculiaridades do Linux

» Entendendo os diretórios

» Um pouco sobre redes

» Configurando um a rede entre dois micros rapidamente

» Redes wireless

» Acesso remoto

Sem comentáriosPostado 3 de maio de 2008 às 06h48 por Carlos E. Morimoto

Memristor: o quarto componente eletrônico fundamental

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 2 de maio de 2008 às 12h49

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Pesquisadores da Hewlett Packard (HP) fizeram o anúncio de um novo componente eletrônico projetado e construído pela empresa em 2005, e desde então chamado de crossbar latch. A após dar um salto na pesquisa em 2007, somente agora foi anunciado como um memristor, feito a partir da teoria de Leon Chua em 1971, e que seria o quarto componente eletrônico básico. Vale lembrar que a HP afirmou estar pronta para produção em nível industrial, podendo então abrir "caminho para o desenvolvimento de computadores que não perdem dados quando desligados da tomada".

Este é o tema da notícia "Memristor: cientistas comprovam existência do quarto componente eletrônico fundamental", publicada no site "Inovação Tecnológica":

"Leon Chua, professor da Universidade de Berkeley, afirmou que o memristor - uma junção livre que ele fez dos termos memória e resistor - seria o quarto componente eletrônico fundamental - ao lado do resistor, do capacitor e do indutor - e que ele teria propriedades que não poderiam ser duplicadas por nenhuma combinação desses três outros componentes.

A propriedade mais importante desse novo componente passou a ser conhecida como "memresistência", o que na prática significa que o memristor é uma memória resistiva, que não perde os dados quando a energia é desligada."

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Veja a notícia original em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br

Sem comentáriosPostado 2 de maio de 2008 às 12h49 por Júlio César Bessa Monqueiro

Artigo sobre conversão de sistemas numéricos computacionais

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 2 de maio de 2008 às 12h18

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Quem trabalha com computação, máquinas e programação em geral, já deve ter algum dia se deparado com os números binários e hexadecimais, estes últimos servindo como uma forma de "compactar" o primeiro. Mais ainda do que simplesmente se deparar com eles, convertê-los para decimais e vice-versa é um trabalho que seria muito facilitado caso tivéssemos um artigo explicando como é feita a conversão entre tais números: os decimais, bináros e hexadecimais - afinal, isso sempre será útil para quem gosta ou trabalha na área.

Pensando nisso, Mateus Evangelista Oliveira Pereira publicou no site Viva o Linux um artigo interessante chamado "Conversão de códigos e sistemas numéricos". Veja a descrição:

"Neste texto iremos aprender a trabalhar com conversão de sistemas numéricos (Binário, Decimal e Hexadecimal), facilitando a compreensão do usuário sobre as operações computacionais."

E um trecho (introdução): "Dentro da computação o sistema de numeração binário é o mais importante dentro dos sistemas digitais.

O sistema de numeração decimal é importante por que é conhecido e compreendido universalmente no caso de representar quantidades fora de qualquer sistema digital. Um exemplo seria se você digitar um número com base decimal em uma calculadora ou computador o circuito interno dessas máquinas o transforma em binário para depois converter em seu valor decimal equivalente.

Da mesma forma acontece de um numero binário dentro do sistema digital tem de ser transformado em binário para ser representado ao "mundo externo".

O sistema de numeração hexadecimal serve basicamente para compactar um número binário, pois há números binários muito extensos que em certos casos podem atrapalhar ou até mesmo atrasar a compreensão do circuito interno. "

O artigo está dividido entre as seguinte seções:

  1. Introdução
  2. Conversão de binário para decimal
  3. Conversão de decimal para binário
  4. Sistema de numeração HEXADECIMAL
  5. Conversão hexa em decimal
  6. Conversão de decimal em hexa
  7. Conversão de hexa em binário
  8. Conversão de binário em hexa

Veja o artigo completo em:

http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=8145

Sem comentáriosPostado 2 de maio de 2008 às 12h18 por Júlio César Bessa Monqueiro

Microsoft Messenger 7 para Mac: ainda sem áudio e vídeo

Por Marcos Elias Picão em 2 de maio de 2008 às 10h35

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A Microsoft lançou o Microsoft Messenger 7 para Mac. Capacidades como áudio e videoconferência são parcialmente implementadas, sem valer a pena para a maioria dos usuários.

As atualizações do comunicador da Microsoft para a plataforma da Apple se dão de forma bem lenta, quase nunca uma novidade real é apresentada. O programa fica bem atrás da versão para Windows (e para Linux então nem pensar, isso não passa na cabeça da MS).

O Messenger 7 para Mac traz algumas atualizações, mas nada muito significante. Os novos recursos, como chamadas com áudio e vídeo, são incompletos. Eles podem ser úteis em ambientes empresariais, onde farão integração com um servidor Office Communications Server 2007 (de quem? da MS!). A MS falou que VoIP e chamadas de vídeo para o Messenger no Mac serão ativados futuramente através de atualizações, mas não há mínimas estimativas de prazos.

Entre as poucas coisas "boas", há melhorias no status, permitindo exibir um "não pertube" integrado ao Office Communicator 2007, o que até então não estava disponível em ambientes empresariais. Contas corporativas também se beneficiam da pesquisa de contatos usando uma lista global de endereços (GAL).

No ambiente doméstico, as novidades se dão com a pesquisa de contatos com quem se quer conversar (para não precisar rolar a tela), e a definição de um apelido para o contato, ideal quando seus contatos ficam trocando de nicknames toda hora.

Se você procura vídeoconferência e conversas com áudio no Messenger para Mac, não foi dessa vez. Outros softwares oferecem esses recursos para Mac, como o Apple iChat e Skype.

Apesar de dominar o protocolo de comunicação de mensagens instantâneas mais usado no mundo, a MS peca em fornecer os programas clientes. Infelizmente é a situação, ela não se empenha em lançar uma versão do seu comunicador de verdade para outras plataformas. O jeito é ir "empurrando com a barriga", enquanto os usuários ficam com soluções de terceiros.

Leia mais em:

http://www.tomsguide.com/us/apple-mac-messenger,news-1217.html

Download do Microsoft Messenger for Mac:

http://www.microsoft.com/mac/products/messenger/default.mspx

Sem comentáriosPostado 2 de maio de 2008 às 10h35 por Marcos Elias Picão

CTL IL1: mais um concorrente do Eee

Por Carlos E. Morimoto em 2 de maio de 2008 às 10h30

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A CTL, a mesma empresa que está produzindo a nova versão do Intel Classmate anunciou mais um notebook de baixo custo com tela de 7", o IL1:

il1

O nome poderia ser melhor, mas o Netbook apresenta algumas características interessantes, incluindo a possibilidade de utilizar um HD de 60 GB em substituição ao SSD de 4 GB. As especificações são as seguintes:

  • Processador: VIA C7-M de 1.0 GHz
  • Memória: 1 GB (DDR2), em um único módulo SO-DIMM
  • Tela: 7", com resolução de 800x480, iluminada com LEDs (mesmas características da tela do Eee)
  • Armazenamento: SSD de 4 GB ou HD de 1.8" de 60 GB, leitor de cartões e duas portas USB
  • Dimensões: 24.3 x 17.2 x 4.3 cm
  • Bateria de 4 células (autonomia estimada em 4.5 horas)
  • Câmera de 640x480
  • Rede, som, modem e wireless
  • Peso: 1.18 kg

Embora um pouco maior e mais pesado que o Eee (que pesa apenas 900 gramas), o IL1 tem a vantagem de ser mais barato, com um preço anunciado de apenas US$ 350, tanto no modelo com SSD de 4 GB, quanto no modelo com HD de 60 GB. Embora seja bastante fraco se comparado com processadores para micros desktop, o VIA C7-M de 1.0 GHz é consideravelmente mais rápido que o Celerom-M underclocado usado no Eee e o uso de 1 GB de memória RAM também ajuda. As demais características são muito similares, o que torna os dois modelos concorrentes diretos.

Com a Asus focada no desenvolvimento de modelos mais caros, como o Eee 900, é interessante ver que outros fabricantes estão preenchendo a lacuna, com o desenvolvimento de modelos acessíveis, tentando se aproximar da barreira dos US$ 200.

Sem comentáriosPostado 2 de maio de 2008 às 10h30 por Carlos E. Morimoto

Lançado OpenBSD 4.3

Por Marcos Elias Picão e Júlio César Bessa Monqueiro em 2 de maio de 2008 às 09h55

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Saiu a versão 4.3 do OpenBSD. É o 23º release em CD-ROM (e 24º via FTP).

Há muitas alterações no sistema, melhorias e correções, algumas não tão visíveis. Entre os novos recursos está um melhor suporte a outras plataformas, como SMP em sparc64, hppa, mvme88k e sgi. Há melhorias nos drivers também, algumas novas ferramentas assim como novas funcionalidades.

O OpenBSD, segundo a Wikipedia, "foi pensado por muitos profissionais em segurança para ser o sistema operacional mais seguro da família UNIX, sendo resultado de um ano e meio de trabalho de 10 membros e de um amplo estudo de códigos-fonte". As principais novidades em termos de versões de aplicativos são o GNOME 2.20.3, GNUstep 1.14.2, KDE 3.5.8, Mozilla Firefox 2.0.0.12, Mozilla Thunderbird 2.0.0.12, MySQL 5.0.51a, OpenMotif 2.3.0, OpenOffice.org 2.3.1, PostgreSQL 8.2.6 e Xfce 4.4.2.

O suporte a hardware se destaca, apesar de ser bem específico. Muitas placas de rede e de áudio agora são suportadas. Quanto às novas funcionalidades, podemos citar o desmontamento de unidades de armazenamento USB assim que o dispositivo é removido, suporte a IPv6 no sppp, melhorias em alguns drivers de áudio suportando reprodução em vários canais (se suportado pelo hardware), entre muitos outros.

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Imagem do anúncio oficial

Há um log de alterações voltado a usuários "comuns" (se é que algum usuário "comum" usa o OpenBSD :p) em:

http://www.openbsd.org/plus43.html

Assim como uma lista separa das alterações nos ports:

http://www.openbsd.org/portsplus/index.html

Anúncio oficial:

http://marc.info/?l=openbsd-announce&m=120959605703777&w=2

Mais informações:

http://www.openbsd.org/43.html

Download:

http://www.openbsd.org/ftp.html

Sem comentáriosPostado 2 de maio de 2008 às 09h55 por Marcos Elias Picão e Júlio César Bessa Monqueiro

Publicado Mandriva 2008.1 com Xfce

Por Marcos Elias Picão em 2 de maio de 2008 às 09h32

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A Mandriva anunciou a publicação de uma versão não oficial do Mandriva Linux 2008.1, com o Xfce.

Personalizado pela comunidade, essa versão vem ser uma alternativa para os simpatizantes do Xfce, assim como serve também para PCs com menos recursos, já que o Xfce é considerado um gerenciador leve perto do KDE ou Gnome.

O Mandriva com Xfce tem a ISO com 603 MB, é um liveCD que pode ser instalado, assim como as outras edições.

imgDivulgação oficial e download:

http://club.mandriva.com/xwiki/bin/view/Main/2008SpringXFCE

Sem comentáriosPostado 2 de maio de 2008 às 09h32 por Marcos Elias Picão