Notícias do mês de Abril de 2008
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Western Digital lança novo HD de 10000 RPM
Criado 22/abr/2008 às 17h44 por Júlio César Bessa Monqueiro
0A Western Digital afirma ter lançado um dos discos rígidos mais rápido do mundo, com a nova atualização de sua série Raptor, chamada VelociRaptor (prestem atenção no trocadilho :-P ). O drive de 300 GB é direcionado para entusiastas e profissionais, e consegue ser 35% mais rápido que seu antecessor, chegando na rotação de 10000 RPM, segundo a empresa.
O lançamento também abandona a preferência padrão dos fabricantes, alterando seu tamanho de 3,5 polegadas para 2,5. Isso permite à Western Digital implantar um sistema de refrigeração passivo para gabinetes quentes. O disco agora possui conexão Serial ATA II e 16 MB de cache para reduzir o acesso desnecessário ao disco.
O HD funciona com qualquer sistema operacional que seja compatível com discos SATA, e está sendo vendido a 300 dólares. A Alienware foi a primeira fabricante de PCs a usar o HD, sendo ele um opcional do conjunto Area-51 ALX. O VelociRaptor suporta até 2 unidades em RAID 0.
Fonte:
http://www.electronista.com/articles/08/04/21/wd.velociraptor.300gb/
Sem comentáriosPostado 22/abr/2008 às 17h44 por Júlio César Bessa Monqueiro
Eee PC com processador Atom será lançado em junho
Criado 22/abr/2008 às 17h23 por Marcos Elias Picão
0A Asus anunciou que lançará uma versão do Eee PC com processador Intel Atom em junho, e pretendem ter um modelo com tela de 10 polegadas ainda em 2008. O anúncio foi feito por Jerry Shen, presidente da Asustek. O novo Eee será lançado na Computex, que acontecerá em junho, em Taipé. Unindo desempenho e mobilidade, o processador Atom é voltado aos ultraportáteis, destacando-se por ser muito pequeno e consumir pouca energia - entre 0,6 e 2,5 W.
A Asus vendeu mais de um milhão de unidades do Eee PC nas suas diversas configurações, e pretendem ir muito além usando o processador Atom. Espera-se que a versão com o Atom seja a de maior sucesso não só no Eee PC, mas comparando-se a todos os ultraportáteis existentes até agora.
Segundo a Intel, já existem mais de 25 UMPC (ultra mobile PC) de baixo custo em desenvolvimento, que usarão o Atom. Fabricantes como ECS, Acer, Microstar e Gigabyte têm planos para lançarem também seus micro-notebooks com Atom.
Apesar de ser focado em mercados em desenvolvimento, esses PCs ultraportáteis atraem várias pessoas de lugares mais ricos. Segundo Jerry Shen, cerca de 40% das unidades do Eee PC vendidas ficaram para a Europa.
É curioso como até pouco tempo atrás os computadores ultraportáteis eram caros, bem além dos notebooks tradicionais, sendo vistos como objetos de luxo. O jogo virou um pouco, agora trabalha-se no desenvolvimento de laptops pequenos a preços acessíveis, mais do que um notebook ou desktop tradicional.
Ainda sobre o Eee, o Eee PC 900, lançado oficialmente na Ásia e Europa na semana passada, deverá chegar ao Brasil em maio, custando cerca de R$ 1600 - um valor até alto para o que se propõe. Esse modelo vem com uma configuração mais robusta, usando uma tela de 8,9 polegadas que suporta a resolução de 1024x600 pixels (em vez de 800x480, como a versão anterior). Vem ainda com SSD de 12 GB e 1 GB de memória RAM, possivelmente podendo rodar Windows XP também. Leia mais sobre ele nesta outra notícia publicada aqui no GdH.
Referências:
http://www.digitimes.com/news/a20080422PD207.html
http://idgnow.uol.com.br/[...]atom-da-intel-em-junho/
Sem comentáriosPostado 22/abr/2008 às 17h23 por Marcos Elias Picão
Lançado Damn Small Linux 4.3 final
Criado 22/abr/2008 às 15h39 por Júlio César Bessa Monqueiro
0Foi anunciada uma nova versão final de uma das menores e mais leves distribuições Linux do mundo, o Damn Small Linux, que chega à sua versão 4.3. Entre as novidades, estão o Firefox atualizado para a versão 2; murgaLua 0.6.8; nano-tiny 2.0.7; consolidação do mydslBrowser com new mydslBrowser.lua; adição de novo jogo estilo puzzle por padrão; nova calculator.lua que substitui o Calcoo; minirt24.gz reduzido e otimizado; novo tema e imagem de fundo do Fluxbox e JWM; ícone de opção de boot 'noicons' atualizado, para boot sem ícones no JWM; corrigido bugs nas extensões mydsl; removidos drives SCSI por padrão para liberação de espaço; correção de bug na gravação de CDs, com inclusão do módulo scsi/sg.o; editor.lua atualizado e bug do menu resolvido pela nova versão do murgaLua; e diversas outras novidades.

Fonte:
http://distrowatch.com/?newsid=04852
Lista completa de alterações:
http://damnsmalllinux.org/cgi-bin/forums/ikonboard.cgi?;act=ST;f=4;t=20027
Download:
http://www.damnsmalllinux.org/download.html
Sem comentáriosPostado 22/abr/2008 às 15h39 por Júlio César Bessa Monqueiro
Pesquisa escolhe melhor algoritmo para visão artificial
Criado 22/abr/2008 às 14h49 por Júlio César Bessa Monqueiro
0O Brasil pode ter muita coisa de ruim, mas a criatividade e inteligência de nossos pesquisadores acadêmicos é algo que merece aplausos. Professores do campus de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram publicar na ACM Computing Surveys um projeto envolvendo algo que se torna cada vez mais popular: a visão artificial. Esta poderá, em um futuro médio, ser útil em diversas áreas de reconhecimento e inteligência artificial: desde um método de cirurgia, até andróides e robôs que identificam de forma mais parecida com a animal os objetos ao seu redor. Isso é o que diz uma interessante notícia publicada no site Inovação Tecnológica:
"Um artigo escrito por quatro pesquisadores brasileiros, que acaba de ser publicado na revista reconhecida como a mais importante na área de computação em todo o mundo - a ACM Computing Surveys -, é mais uma amostra do alto nível das pesquisas feitas em computação no país.
O trabalho faz uma análise de seis diferentes algoritmos para a transformada da distância exata (TDE), um método que serve de base para diversas aplicações em computação. Os algoritmos analisados foram escolhidos por serem os mais utilizados pelos profissionais da área, segundo dados de literatura."
Veja a notícia original em:
http://www.inovacaotecnologica.com.br
Sem comentáriosPostado 22/abr/2008 às 14h49 por Júlio César Bessa Monqueiro
Novos projetos da Eclipse para dispositivos embarcados
Criado 22/abr/2008 às 13h32 por LinuxDevices
0Eclipse adds embedded device projects
Autor original: LinuxDevices
Publicado originalmente no: http://www.linuxdevices.com/
Tradução: Roberto Bechtlufft
A Fundação Eclipse anunciou quatro novas iniciativas no setor de desenvolvimento para dispositivos móveis e embarcados. As novas iniciativas do Device Software Development Project (DSDP) incluem um framework de comunicações para a monitoração e depuração de dispositivos e um projeto patrocinado pelo Texas Instruments (TI) para a criação e configuração de ferramentas C/C++ para dispositivos de recursos limitados.
Resumindo, as quatro novas iniciativas incluem:
- Real-time System Components (RTSC) ? Este projeto patrocinado pela TI almeja criar ferramentas e um modelo de programação para o eclipse voltados ao desenvolvimento e configuração de aplicativos C e C++ para dispositivos de recursos limitados, como DSPs (processadores de sinal digital) e microcontroladores (mais informações abaixo).
- Target Communications Framework (TCF) ? O TCF é um protocolo leve e extensível para a comunicação entre os dispositivos e as ferramentas de desenvolvimento, incluindo ferramentas de depuração, monitoramento, análise e testes (mais informações abaixo).
- Device Debugging (DD) ? A versão 1.0 será parte do Ganymede, a ser lançado em junho, de acordo com a Fundação Eclipse. O projeto visa criar o DSF (Debugger Services Framework), para que os fabricantes de ferramentas comerciais possam integrar seus depuradores ao Eclipse. A versão 1.0 traz um implementação de referência que suporta o depurador GDB.
O líder do comitê de gerenciamento do projeto DSDP, Doug Gaff, da Wind River, observou: "Nós precisávamos de uma implementação para depuradores customizada para lidar com processadores de múltiplos núcleos e agentes de conexão hardware-software, dentre outras coisas. A Wind River já adotou a solução comercialmente, e a comunidade também está aderindo."
- Target Management (TM) com suporte ao Windows Embedded (o antigo Windows CE) ? o projeto ETM vai adicionar suporte ao Windows Embedded (o antigo Windows CE), o que permitirá aos desenvolvedores editar, atualizar e apagar arquivos diretamente no dispositivo remoto ou nos alvos de desenvolvimento. Gaff explica que o projeto surgiu porque "um de nossos contribuidores tinha que usar o Windows CE em um sistema remoto, e precisava ser capaz de manipulá-lo."
O TM para CE pretende permitir que os desenvolvedores montem, naveguem, editem e sincronizem o sistema de arquivos remoto como se fosse local. Ele usa a interface do sistema de arquivos do Windows, por isso é agnóstico quanto ao sistema de arquivos.
Gaff comentou orgulhoso: "As ferramentas da Microsoft permitem apenas acesso à leitura dos sistema de arquivos remoto, então você tem que ficar subindo os arquivos toda hora enquanto edita, compila e depura. Temos algo melhor, e isso é muito empolgante."
No entanto, Gaff observou que o TM ainda não permite a depuração remota de sistemas CE. Para isso os desenvolvedores vão ter que continuar usando o Cygwin ou o emulador WinCW. Mas ele acrescenta que, como a Microsoft publicou a API de seus serviços de depuração, não há obstáculos técnicos que impeçam o suporte à depuração remota. "Você pode baixar as APIs da Microsoft. Só precisamos de alguém que faça o serviço."
Quando perguntado se a Microsoft não se interessaria em desenvolver esse trabalho, Gaff respondeu: "Na verdade, eu gostaria muito que a Microsoft fizesse isso por nós."
E logo completou: "Estou sendo irônico. Mas a Microsoft está caminhando na direção certa. Sam Ramsey, que é o diretor do Laboratório de Código Aberto da Microsoft, foi um dos palestrantes da EclipseCon. E eles estão envolvidos no SWT (Standard Widget Toolkit). Logo, eles estão diretamente envolvidos com o Eclipse agora em algumas áreas nas quais há uma clara oportunidade com o código aberto."
A história do DSDP
Os quatro projetos que destacamos são parte do projeto DSDP (Device Software Development Project). O DSDP foi fundado em 2005, sob a liderança da Wind River, e agora tem sete subprojetos, com a proposta de um oitavo relacionado à EDA. Três projetos são liderados por funcionários da Wind River. Um deles, o CDT (Eclipse C/C++ Development Tooling) teve mais de um milhão de downloads no ano passado, de acordo com a Eclipse Foundation.
Os subprojetos pretendem criar plugins para a IDE modular e de código aberto do Eclipse. A IDE já foi amplamente adotada pelos desenvolvedores de ferramentas embarcadas, em parte porque roda nos ambientes de desenvolvimento Linux, Windows, Solaris e Macintosh, poupando os desenvolvedores do trabalho de manter suas ferramentas em diferentes plataformas.
A próxima meta da Fundação Eclipse é o lançamento anual de código, no mês de junho. Baseado na versão 3.4 do Eclipse Framework, codinome "Ganymede," o lançamento é uma espécie de snapshot que permite aos fabricantes de ferramentas e aplicativos avaliar todo o software disponível do projeto como uma entidade única, uma coleção mais ou menos pré-integrada, que mistura código estável e em desenvolvimento.
O último grande lançamento do projeto DSDP ocorreu em junho do ano passado, com o Europa, composto por mais de 17 milhões de linhas de código. Antes disso, o DSDP foi representado por um lançamento mais modesto em novembro de 2006, quando a versão 1.0 dos plugins TM e Embedded Rich Client Platform foram lançadas, junto com o plugin Mobile Tools for Java (MTJ).
Os novos projetos: RTSC e TCF
O projeto RTSC tem o objetivo de gerar um novo modelo de desenvolvimento para o Eclipse e ferramentas para componentes de software em tempo real em C++ para DSPs e microcontroladores de 16 bits. O projeto é liderado por Dave Russo, CTO da TI para infra-estrutura de software-alvo.
Russo explica que "em 25 palavras ou menos, estamos definindo um modelo de componente baseado em C, e oferecendo um grupo de ferramentas de apoio para o desenvolvimento e a distribuição de software em tempo real para diversas plataformas, dos MCUs de 16 bits como o MSP430 e o 8051 da Intel aos DSPs tradicionais."
Russo completa: "Nesses processadores de recursos limitados, a maioria das pessoas ainda programa em C. Mas nós gostaríamos de ter os benefícios da "componentização" de que a comunidade Java desfruta. O "escreva uma vez, rode em qualquer lugar", por exemplo, onde um grupo define uma interface, outro a implementa e outro faz uso dela. Nosso objetivo é permitir que o C possa escalar tão bem quanto o Java - como no projeto Eclipse, por exemplo."
Além de contribuir com o RTSC para o projeto Eclipse, a TI adotou o framework Eclipse para as novas versões do Code Composer Studio 4, afirmou Russo. Ele diz que o RTSC é baseado em uma tecnologia extremamente madura que tem sido usada internamente pela TI há muitos anos. "Começamos a desenvolvê-la em 2000, e já criamos vários produtos embarcados que a utilizam. Por exemplo, a BIOS DSP é um componente RTSC."
A TI espera que o RTSC seja adotado por outros fabricantes de ferramentas e componentes, como os que comercializam codecs, para dar início a um "ciclo de colaboração." E acrescenta, "agora que o RTSC teve seu código aberto e foi incluído no Eclipse, já tivemos algumas conversas com a Freescale. Também esperamos a adesão de outros fabricantes de ferramentas e componentes."
O RTSC vai exigir pouca ou nenhuma infra-estrutura prévia, como o runtime do Java, diz o grupo. Além do runtime C/C++ de um componente, só o que será preciso para cada componente é código JavaScript que rode tanto no ambiente de desenvolvimento do componente durante a montagem do aplicativo quanto nas plataformas de clientes ricos para o monitoramento da execução.
As ferramentas baseadas no Eclipse vão especificar componentes usando uma IDL (linguagem de descrição de interface) baseada na ANTLR, para então implementá-las usando C/C++ e JavaScript. O JavaScript é parte de um componente que roda sobre o Rhino, permitindo ao componente participar de forma ativa em todos os estágios de seu ciclo de vida, da montagem ao monitoramento em tempo real.
Os componentes RTSC podem dar mais poder aos ambientes de componentes "tradicionais" baseados em Java, bem como "satisfazer às limitações de recursos de seu elemento C/C++ embarcado ao ser executado no dispositivo embarcado," disse o grupo. Essa "dupla existência," englobando implementações de montagem e de clientes ricos, deve permitir a integração com os seguintes projetos:
- CDT
- TPTP (Test Performance and Tools Platform Project)
- SODA (Service Oriented Device Architecture), para a parte do projeto voltada para o Device Kit
- Componentes de monitoramento e coleta de dados do COSMOS (Community-driven Systems Management in Open Source).
- EMF (Eclipse Modeling Framework), que dá às ferramentas UML a possibilidade de especificar componentes que gerem componentes RTSC que consumam menos recursos.
Russo também disse que "Ao abrir o código da tecnologia RTSC sob a Licença Pública Eclipse, estamos padronizando a maneira como o conteúdo embarcado em C é especificado, empacotado e integrado para que produtores e consumidores desse conteúdo possam fornecer, montar e reutilizar com mais facilidade componentes para a criação de soluções de aplicativos integrados."
Target Communications Framework (TCF)
O objetivo maior do projeto TCF, que é conduzido pela Wind River, Freescale e Power.org, é o de se tornar o "Explorador Eclipse da Vizinhança de Rede," oferecendo "provedores de informações plugáveis sob um interface única e consistente," afirma o grupo. A idéia é permitir que os desenvolvedores usem esse protocolo leve para descobrir, testar e analisar sistemas remotos.
O protocolo foi desenvolvido para trabalhar com várias ferramentas de depuração, monitoramento, análise e testes, incluindo agentes-alvo, JTAG e simuladores de alvo. A idéia é otimizar os testes e o desenvolvimento de configurações heterogêneas para dispositivos de fabricantes diversos, como costumamos ver em processadores de múltiplos núcleos e SoC (system-on-a-chip, ou sistema em um único chip).
O kit de ferramentas TCF inclui o framework Remote System Explorer (RSE) que parece ser capaz de integrar recursos heterogêneos remotos por meio de subsistemas plugáveis. O kit de ferramentas inclui ainda o subsistema "Remote Files" que permite operações transparentes em computadores remotos, além de oferecer um shell e um subsistema de processos. O kit de ferramentas também oferece um terminal que consome poucos recursos e o framework "Network Discovery."
Steve Furr, da Freescale Semiconductor, declarou: "Enquanto a indústria dos embarcados avança rumo a SoCs mais complexos, como o uso extensivo de múltiplos núcleos simétricos, fazer todas as ferramentas necessárias a um desenvolvimento eficiente se conectarem aos mecanismos de coleção de dados será o grande desafio a ser encarado. O TCF é uma ótima maneira da comunidade trabalhar em equipe para resolver o problema."
Os quatro projetos serão demonstrados nesta pela Fundação Eclipse na Embedded Systems Conference em San Jose, na Califórnia.
Créditos a LinuxDevices - http://www.linuxdevices.com/
Tradução por Roberto Bechtlufft <robertobech at gmail.com>
Sem comentáriosPostado 22/abr/2008 às 13h32 por LinuxDevices
SP3 do Windows XP já foi entregue a fabricantes de PCs
Criado 22/abr/2008 às 12h56 por Marcos Elias Picão
0Chris Keroack anunciou ontem no fórum do Microsoft Tech Net sobre a liberação do Service Pack 3 do Windows XP. Confirmado, finalmente foi liberado para fabricantes e integradores de hardware (RTM).
Está em estágio final de preparação para liberação na web, e é esperado para o dia 29 de abril - pelo Windows Update e também no centro de downloads da Microsoft. A documentação e os artigos da base de conhecimento (knowledge base) serão atualizados em seguida. Para clientes que usam o Windows XP em casa, a distribuição automática do SP3 começará no verão norte americano.
Várias divulgações foram feitas anteriormente de que o SP3 do Windows XP já havia sido liberado, mas até então não era da versão final. Quanto à data de liberação, trata-se do idioma inglês para o dia 29/04, provavelmente terá um delay até que outros idiomas sejam disponibilizados.
Falando em Service Pack em outros idiomas, o SP1 do Windows Vista em português foi liberado dia 14/04, trazendo algumas melhorias no desempenho do Vista, como a cópia de arquivos.
Veja o anúncio em:
http://forums.microsoft.com/TechNet/ShowPost.aspx?PostID=3214173&SiteID=17
Sem comentáriosPostado 22/abr/2008 às 12h56 por Marcos Elias Picão
Google Code e API do Google em português
Criado 22/abr/2008 às 12h22 por Marcos Elias Picão
0O site de hospedagem de projetos open source do Google agora está disponível em 5 novos idiomas, entre eles, o português.
Em português, a página facilita a publicação de softwares e soluções nacionais, criadas pela comunidade e por programadores independentes.
Além da interface, a página de referências também está sendo traduzida, o que inclui as APIs dos serviços do Google, para integração dos serviços Google com as aplicações.
Para entrar em português:
http://code.google.com/intl/pt-BR/
Fonte:
http://googlebrasilblog.blogspot.com/2008/04/api-do-google-agora-com-interface-em.html
Sem comentáriosPostado 22/abr/2008 às 12h22 por Marcos Elias Picão
Conhecendo o LXDE
Criado 18/abr/2008 às 16h54 por Júlio César Bessa Monqueiro
0Em vários sistemas operacionais livres, especialmente o Linux e os BSD, temos uma diversa gama de gerenciadores de janelas, para todos os gostos. Muitos preferem um mais simples, outros um mais personalizável, ou o mais p?atico e cheio de recursos Outros ainda preferem os mais leves e funcionais, simplesmente pelo prazer de ter tudo rápido ou para poder rodar seu sistema em uma máquina antiga. Para isso, foi criado um novo projeto, o LXDE, que visa utilizar pouquíssima memória e ser extremamente usável, esbanjando de aplicativos.
Para descrever melhor esta novidade, flipe publicou no site Viva o Linux um artigo interessante chamado "Conhecendo o LXDE". Veja a descrição:
"LXDE (Lightweight X11 Desktop Enviroment) é um projeto que tem como objetivo criar um ambiente de trabalho leve e usável, não visa ser um ambiente de produção poderoso, somente leve e rápido. O LXDE na verdade, nem mesmo possui um gerenciador de janelas, o projeto é um apanhado de aplicativos que visa facilitar o uso da interface gráfica e dar uma boa aparência."
E um trecho (introdução):
"O LXDE (Lightweight X11 Desktop Enviroment) é um projeto que tem como objetivo criar um ambiente de trabalho leve e usável, não visa ser um ambiente de produção poderoso, somente leve e rápido. O LXDE na verdade, nem mesmo possui um gerenciador de janelas, o projeto é um apanhado de aplicativos que visam facilitar o uso da interface gráfica e dar uma boa aparência.
Para tal, o projeto usa como padrão o GJ Openbox, mas você pode usar outros, como o XFWM4, Metacity, Kwin, Fluxbox, Blackbox e afins, e o GTK+ para usar temas, já que ele importa automaticamente para a lista dele os temas GTK+ que você tem em seu sistema. E faz uso padrão de um gerenciador de arquivos, que no caso dele é o PCManFM, um gerenciador muito bom e bem rápido, leve mesmo. Tem também um excelente editor de textos que é o Leafpad, muito bom, simples e leve, também usa um programa para visualização de imagens, que é o GPicView."
O artigo está dividido entre as seguinte seções:
- O início do uso
- Usando o LXDE
- Usando outro Gerenciador de Janelas
Veja o artigo completo em:
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=8074
Sem comentáriosPostado 18/abr/2008 às 16h54 por Júlio César Bessa Monqueiro
Um exemplo criativo do valor dos drivers livres
Criado 18/abr/2008 às 16h31 por Jonathan Corbet
0A creative example of the value of free drivers
Autor original: Jonathan Corbet
Publicado originalmente no: http://lwn.net/
Tradução: Roberto Bechtlufft
Há muitos pontos em que os sistemas operacionais livres diferem dos proprietários. Uma das diferenças mais evidentes aos usuários é a oferta de drivers de dispositivos. Nos sistemas livres, os drivers de dispositivos também são são livres, e já vêm incluídos no sistema. Os sistemas proprietários costumam oferecer um número relativamente pequeno de drivers; os drivers proprietários, por sua vez, são vendidos junto com o hardware em questão e devem ser instalados. Aconselho àqueles que se perguntam qual metodologia dá melhores resultados a se informarem sobre os eventos do dia 28 de março, data em que a Creative Labs interditou um desenvolvedor independente que trabalhava em melhorias nos drivers da Creative.
A Creative, como você deve saber, fabrica há anos equipamentos de áudio. As opiniões sobre a qualidade de seus produtos variam, mas não há dúvidas de que a Creative tem sido muito bem-sucedida nesse mercado. Os consumidores da Creative, no entanto, estão passando por maus bocados na migração para o Vista. Parece que os drivers da Creative não conseguem oferecer no Vista o mesmo nível de funcionalidade que oferecem em versões anteriores do Windows, e seus consumidores acabam ficando com um hardware capenga. Obviamente os usuários não estão nem um pouco satisfeitos com a situação.
Eis que surge um desenvolvedor chamado "Daniel_K". Daniel se dedicou a descobrir como o hardware funcionava e criou patches para os drivers da Creative para que eles, mais uma vez, permitissem o acesso a todo o potencial do hardware. E então ele tornou os drivers disponíveis pela internet. Os donos de hardware da Creative adoraram: finalmente alguém havia resolvido seus problemas. Era de se esperar que a Creative também ficasse contente; clientes satisfeitos costumam ser bons para os negócios.
Mas não é bem assim que as coisas funcionam. Pelo contrário, a Creative apagou os links para os drivers do seu fórum e postou uma carta pública de "cease-and-desist" - uma espécie de "pare agora ou vamos te processar". Nas palavras de Phil O'Shaughnessy, da Creative:
Ao permitir que nossa tecnologia e propriedade intelectual sejam utilizadas em placas de som para as quais não foram originalmente destinadas, você está, em termos práticos, roubando nossos produtos. Ao pedir doações pelos pacotes que oferece, você está lucrando com algo que não é seu. Se nós decidimos desenvolver e oferecer suporte a determinadas funções em algumas placas e não em outras, essa é uma decisão de negócios, e só nós temos o direito de tomá-la.
Não há dúvidas de que a Creative está operando dentro da lei. Ela é a proprietária dos direitos de seus drivers, e impõe aos seus usuários o habitual acordo de licença do tipo "não usarás engenharia reversa". Então, ainda que Daniel_K tivesse (ou não) o direito legal de fazer engenharia reversa com o driver (o que depende do país em que ele mora), ele com certeza não tinha o direito de redistribuir versões modificadas dos drivers da Creative. Pedir doações para continuar seu trabalho não ajudou a torná-lo popular na Creative. Quando se lida dessa maneira com software proprietário, é de se esperar uma reação dessas.
A lei pode estar ao lado da Creative, mas é interessante analisar a situação. Os usuários talvez atribuíssem o problema dos drivers à falta de competência da Creative, ou talvez aos tormentos que, como seu editor tem ouvido por aí, são lugar-comum no Vista. Mas a verdade é que os drivers capengas da Creative são o resultado de uma "decisão de negócios". Ao invés de dar aos seus consumidores o máximo que seus equipamentos têm a oferecer, a Creative decidiu restringir a funcionalidade deles, numa presumível tentativa de motivar seus consumidores a comprarem hardware novo e bem suportado. Ao trazer alegria para os consumidores da Creative, Daniel_K estava ameaçando o plano de negócios dela.
Agora, tomemos como exemplo um fabricante cujo hardware é suportado por drivers livres. Esse fabricante não tem a possibilidade de usar drivers capengas como maneira de "encorajar" seus consumidores a comprarem hardware novo. Pelo contrário, o fabricante tem todos os motivos para oferecer o melhor hardware possível e garantir que que ele funcione com força total. Nesse caso, um desenvolvedor independente que tornasse os produtos do fabricante ainda melhores teria mais chances de conseguir um emprego do que de receber uma carta de "cease-and-desist". Ao invés de convocar seus advogados, esse fabricante poderia se preocupar em ser um fabricante de hardware.
Seu editor sabe de quais fabricantes ele deve comprar hardware. Embora esse costume ser o resultado, os drivers livres não são apenas um caminho para um suporte de maior qualidade. Eles não são apenas uma maneira de contribuir para a estabilidade e a depuração do kernel. Eles também não são apenas uma maneira de garantir que todos possam aprender e se beneficiar do trabalho que foi realizado para que o hardware funcione. Eles são, sim, uma maneira de fugir à manipulação imposta pelos fabricantes de hardware que chegaram à conclusão de que oferecer o maior valor possível a seus consumidores não é mais uma estratégia vitoriosa. Esse é o tipo de liberdade que vale a pena ter.
Créditos a Jonathan Corbet - http://lwn.net/
Tradução por Roberto Bechtlufft <robertobech at gmail.com>
Sem comentáriosPostado 18/abr/2008 às 16h31 por Jonathan Corbet
Nvidia lançará GeForce mediana para concorrer com nova ATI
Criado 18/abr/2008 às 16h21 por Júlio César Bessa Monqueiro
0A Nvidia está desenvolvendo uma nova classe de velocidades para a sua série GeForce 9, para concorrer contra uma futura concorrente vinda da AMD. A GeForce 9600 GSO seria uma versão em paralelo à Radeon HD 3830, e em desempenho estará entre uma atual 9600 GT e uma 'lenta' 9600 GS. Ela compartilhará da mesma arquitetura da série, mas com custo significantemente menor; o processador principal custará entre 50 e 55 dólares para fabricantes de placas.
As placas com chips 9600 GSO serão introduzidas ao mercado em maio, mas ainda não possui preço informado. As GeForce 9600 GT, topo de linha, custam 169 dólares no exterior, sendo o preço da GSO então bem menor que este.
A companhia também pretende lançar, mas em julho, a GeForce 9900, utilizando uma técnica de fabricação de chip a 55 nanômetros, aumentando a velocidade do clock sem precisar alterar sensivelmente a arquitetura. As atuais GeForce 9 usam o mesmo processo das antigas 8800.
Fonte:
http://www.electronista.com/articles/08/04/18/nvidia.9600.gso.leak/
Sem comentáriosPostado 18/abr/2008 às 16h21 por Júlio César Bessa Monqueiro