Notícias do mês de Abril de 2008

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EcoBooks da Asus vêm aí, com revestimento em bambú

Criado 24/abr/2008 às 11h26 por Júlio César Bessa Monqueiro

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Na tentativa de estabelecer-se como uma marca que respeita o meio ambiente, que seja elegante e única ao mesmo tempo, a Asus anunciou no ano passado notebooks com revestimento de bambú. Relatórios recentes da empresa citam que os laptops com tal cobertura incluem os da série S6, de 11 polegadas, e a série U6 de 12 polegadas; estes aparecerão no mercado chinês em junho, com preços estimados de 1600 dólares. Também há uma possibilidade de de desktops e monitores se aderirem ao grupo dos cobertos de madeira de bambú, como a Asus recentemente mostrou com seus protótipos, mas não revelou nenhum plano de produção em massa até então. Enquanto isso, a Dell já saiu um pouco na frente, com o lançamento de um novo mini-PC com o revestimento. Mas diferentemente do notebook Asus, o PC da Dell é feito em 70% com material reciclado.img1 Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/04/23/asus.ecobooks.launch/

Sem comentáriosPostado 24/abr/2008 às 11h26 por Júlio César Bessa Monqueiro

AMD atualiza Phenom X3

Criado 24/abr/2008 às 10h36 por Júlio César Bessa Monqueiro

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Pouco tempo depois da HP e da Gateway lançarem versões mais antigas do processador para um punhado de desktops, a AMD anunciou hoje uma atualização para a série Phenom X3. O chip é uma alternativa mais econômica em termos financeiros para a tecnologia AMD X4, já que não é habitual na indústria ter um processador de três núcleos - a maioria pula de dois para quatro diretamente. As novas edições vieram para corrigir um erro de TLB, que segundo a empresa é raro em X3 anteriores, mas poderiam potencialmente afetarem computadores sob alta tensão.

Para venda, três versões do processador estão disponíveis: o 8450, de 2.1 GHz e que custa 145 dólares; o 8650 de 2.3 GHz a 165 dólares, e por último o 8750 de 2.4 GHz e 195 dólares. O número "50" ao final do modelo se refere à melhoria da tecnologia.

Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/04/23/amd.phenom.x3.upgrade/

Sem comentáriosPostado 24/abr/2008 às 10h36 por Júlio César Bessa Monqueiro

Filtro automático de conteúdo usando o SquidGuard

Criado 24/abr/2008 às 06h47 por Carlos E. Morimoto

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Um dos grandes problemas para quem administra redes com muitos usuários acessando a web, sobretudo em escolas e empresas é restringir o acesso a alguns tipos de conteúdos. Bloquear domínios e endereços IP individuais funciona bem para bloquear páginas específicas, mas não funciona para bloquear páginas pornográficas, por exemplo, simplesmente porque existem muitas delas e você iria morrer louco se tentasse bloquear todas manualmente.

Existem grupos destinados a manter listas com URLs de páginas pornográficas, páginas de cassinos e jogos e páginas ilícitas em geral, que são atualizadas freqüentemente. Por serem construídas através da combinação dos esforços de muitas pessoas, auxiliadas por ferramentas semi-automáticas de indexação e classificação de conteúdo, estas listas permitem bloquear a maior parte das páginas ilícitas sem muito esforço. Apenas a lista mantida pelo Shalla Security possui mais de 1.5 milhões de URLs cadastradas, que formam um arquivo compactado de 9 MB.

A lista mais usada é provavelmente a MESD blacklists, que é a indicada pela equipe do SquidGuard, por ser completamente livre e utilizável para qualquer fim. Ela tem pouco mais de 1 milhão de links e pode ser baixada no: http://squidguard.mesd.k12.or.us/blacklists.tgz.

Outra lista muito usada é a Shalla's Blacklists, disponível no: http://www.shallalist.de/. A lista é livre para uso pessoal ou não comercial e é mais completa que a lista do MESD, com mais de 1.5 milhões de URLs. Uso comercial é permitido desde que você preencha um contrato de uso, sem custo.

Outra opção é a lista do URLBlacklist.com. Ela é uma lista comercial, que conta com mais de 2 milhões de links e é atualizada regularmente, contando inclusive com um script de atualização automática. A assinatura custa de US$ 6 a US$ 55 mensais, de acordo com o tipo de uso.

Estas listas nada mais são do que longas listas de links, com um por linha. Elas até podem ser usadas diretamente no Squid, através da opção url_regex (a mesma que usamos para criar uma lista de sites bloqueados), mas, por serem arquivos muito grandes, o desempenho seria ruim, já que o Squid processa cada linha dos arquivos a cada acesso, o que consome muito processamento.

Entra em cena então o SquidGuard, que permite usar longas listas de URLs, com milhões de links sem uma grande perda de desempenho. Ele permite integrar listas gigantescas como os três exemplos anteriores sem comprometer o desempenho do seu servidor proxy. As listas se encarregarão de bloquear a maior parte das páginas impróprias e você poderá fazer ajustes manuais conforme necessário. A página do projeto é a: http://www.squidguard.org.

Nos próximos dias teremos um tutorial mais completo sobre a instalação e o uso do SquidGuard, até lá :)

Sem comentáriosPostado 24/abr/2008 às 06h47 por Carlos E. Morimoto

XO poderá rodar apenas Windows, segundo OLPC

Criado 23/abr/2008 às 16h33 por Marcos Elias Picão

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Depois da saída do presidente de software do One Laptop Per Child (Walter Bender), Nicholas Negroponte, fundador e presidente do conselho do XO, falou que talvez o laptop educacional rode apenas Windows. Os softwares educativos criados para o sistema Sugar rodariam sob o Windows.

Negroponte falou também ontem à Associated Press que a insistência em usar apenas software livre no OLPC acaba afastando potenciais novos usuários, além de impedir a melhora na usabilidade do XO.

As críticas ficam para a interface Sugar, sem uma arquitetura de software que acompanhasse seu crescimento. E citou alguns obstáculos ainda enfrentados, como a falta de suporte às versões mais recentes do Flash, que é usado por vários sites educacionais para crianças.

Ele afirma que é possível defender o código aberto sem ser necessariamente um fundamentalista do movimento. Seria necessário produzir um laptop de baixo custo para uso educacional, e não um laptop feito apenas com aplicações open source que ainda não atendem às necessidades dos usuários da plataforma.

Caso o XO rode apenas Windows, muitos ficarão desapontados com o projeto, dado seu histórico de usar Linux e aplicações livres desde o princípio. Por outro lado, ele poderia competir mais de perto com soluções como o Classmate PC, da Intel, atraindo uma gama maior de pessoas, além da compatibilidade com a inúmera quantidade de aplicações Windows existente. Independente da decisão final, ele falou que uma versão preparada para dual boot entre Windows e Linux já está quase pronta.

Do outro lado, Walter Bender afirmou ao blog OLPC News que não sabia da idéia de uma suposta versão rodando apenas Windows. Ele inclusive planejava lançar um esforço independente para rodar o Sugar em outros PCs, além do XO.

Um anúncio da MS de oferecer versões do Windows e Office por 3 dólares para estudantes em países em desenvolvimento também deixa alguns pontos a favor do uso do Windows no XO. Segundo Michael Evans, membro do conselho da OLPC, "Negroponte pretende apenas ver os laptops de baixo custo nas mãos das crianças. Se as companhias preenchessem essa requisição, ele estaria feliz. A missão do projeto não é vencer Apple, Dell ou Microsoft".

Curiosamente, Evans é vice-presidente de desenvolvimento corporativo da Red Hat, mantenedora do Fedora, que foi a distro Linux base para o Sugar.

Fonte:

http://idgnow.uol.com.br/[...]windows-no-laptop-de-us-100/

Sem comentáriosPostado 23/abr/2008 às 16h33 por Marcos Elias Picão

Bacula: sistema de backup em rede para Linux

Criado 23/abr/2008 às 15h52 por Marcos Elias Picão

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Robert D. Currier publicou no Linux.com uma apresentação e introdução ao Bacula, software de backup para Linux.

Administradores de sistemas sabem quão importante é manter backup dos arquivos. Backup esse atualizado e de fácil acesso naquelas horas em que mais se precisa.

O Bacula não é uma aplicação apenas, mas sim uma coleção de programas e ferramentas open source que juntos fornecem um robusto sistema de backup, recuperação e verificação de dados. Ele pode ser usado num ambiente com 5 ou 500 computadores, dando conta do recado sem complicação.

Relativamente fácil de instalar e configurar, fica como recomendação. Apesar de simples a princípio, o manual dele tem 665 páginas, sendo bastante versátil.

Site oficial:

http://www.bacula.com

Manual:

http://www.bacula.org/en/rel-bacula.pdf

Artigo no Linux.com:

http://www.linux.com/feature/132562

Sem comentáriosPostado 23/abr/2008 às 15h52 por Marcos Elias Picão

O que vem a ser o Live Mesh, da Microsoft?

Criado 23/abr/2008 às 15h09 por Marcos Elias Picão

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Mary Jo Foley publicou no blog da ZDNet um artigo explicando o que vem a ser o Live Mesh, da Microsoft.

"O que é, exatamente, o Live Mesh, e o que os desenvolvedores, clientes e parceiros precisam saber sobre ele?"

Em suma, o Live Mesh é uma plataforma de software + serviços com sincronização on line, além de criar um ambiente colaborativo. Aparentemente é apenas uma reinvenção da roda, batizada com um novo nome.

A própria Microsoft ainda não o define de forma satisfatória, dizendo se tratar de uma plataforma de softwares e serviços que permitem a PCs e outros dispositivos compartilharem informações, através da Internet, permitindo a pessoas e organizações o gerenciamento, acesso e compartilhamento das aplicações.

No artigo, Mary comenta sobre alguns possíveis objetivos da Microsoft com o Live Mesh, e dá uma visão ainda um pouco vaga do que poderá vir. Um preview do recurso foi aberto para a Microsoft esta semana, a 10 mil beta testers. É esperada alguma forma de integração com os serviços da marca Live, como com os contatos do Live Messenger, Live Mail, entre outros ambientes da MS.

Leia em:

http://blogs.zdnet.com/microsoft/?p=1355

Sem comentáriosPostado 23/abr/2008 às 15h09 por Marcos Elias Picão

Nova tecnologia armazena dados por tempo ilimitado

Criado 23/abr/2008 às 11h57 por Júlio César Bessa Monqueiro

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"Os dados digitais estão por toda parte: livros, filmes, imagens e praticamente todo o conhecimento gerado pela humanidade estão hoje já armazenados em formato digital ou sendo rapidamente convertidos em bits. Manter esses dados por longo prazo, contudo, não é um problema que se possa chamar de definitivamente solucionado.

A melhor opção para o armazenamento digital de longo prazo hoje disponível é a fita magnética, que tem uma vida útil estimada em 100 anos. E, uma vez gravada, ela não consome energia. É por isso que empresas e governos utilizam sistemas de armazenamento e backup em fitas magnéticas. A vida útil estimada dos discos ópticos, como CDs e DVDs, não passa de 10 anos, uma marca da qual os discos rígidos nem se aproximam, devido ao desgaste constante de suas inúmeras partes móveis."

Esse foi o início de uma interessante notícia publicada no site Inovação Tecnológica, que aponta um problema que realmente incomoda muitas empresas, que até hoje utilizam a 'arcaica' tecnologia das fitas magnéticas que, velhas ou não, armazenam dados por longos anos - já que para uma empresa, o tempo de durabilidade do backup é o que realmente importa. Mas a solução para uma nova tecnologia moderna pode não estar em novos hardwares - e sim, no nível de software. Pesquisadores estadunidenses criaram uma tecnologia que, segundo eles, permite guardar com segurança informações por um período ilimitado de tempo, a partir de um software que "acessa os dados independentemente do meio físico onde eles estão armazenados".

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Veja a notícia original em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br

Sem comentáriosPostado 23/abr/2008 às 11h57 por Júlio César Bessa Monqueiro

Dell anuncia PC compacto ecológico folheado a bambú

Criado 23/abr/2008 às 11h41 por Júlio César Bessa Monqueiro

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A Dell anunciou hoje um computador ambientalmente responsável "nunca visto antes", que vem folheado em madeira de bambú e ocupa 81% menos espaço que um gabinete de PC tradicional. Não foram divulgados grandes detalhes, mas o que se sabe a partir do Earth2Tech é que ele utiliza 70% de material reciclado em sua produção, como garrafas, jarras de vidro, embalagens PEAD (detergente, etc), e que provavelmente estará disponível ainda esse ano, por um preço entre 500 e 700 dólares.

O computador amigo da natureza da Dell foi anunciado logo após a empresa divulgar planos para realizar a distribuição do Windows XP até aproximadamente o ano de 2012, para seus sistemas empresariais medianos.

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Vale lembrar que há uma grande diferença entre o termo "reciclável" e "reciclado". Muitos PCs hoje são ditos como "amigos da natureza" tendo uma determinada porcentagem de material reciclável. O problema é que um PC feito de material "reciclável" é feito de material novo, assim como qualquer outro PC, mas que pode ser reciclado parcialmente após o término de sua vida útil. Já um PC feito de material "reciclado" significa que ele removeu materiais dispensados no ambiente (lixo), reciclou-os e usou na fabricação do produto.

Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/04/22/dell.bamboo.pc/

Leia mais em:

http://earth2tech.com/2008/04/22/pictures-of-dells-eco-bamboo-computer/

Sem comentáriosPostado 23/abr/2008 às 11h41 por Júlio César Bessa Monqueiro

Samsung afirma: grandes telas AMOLED em 2009

Criado 23/abr/2008 às 11h21 por Júlio César Bessa Monqueiro

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A produção de telas AMOLED deverá finalmente alcançar níveis comerciais em monitores e TVs a partir de 2009, segundo Lee Jong-Wii, vice-presidente de marketing de portáteis da Samsung. O AMOLED é uma das muitas tecnologias que podem substituir com sucesso o LCD e Plasma, pois a nova técnica proporciona maior contraste e capacidade de resposta, bem como menor consumo (maior vida útil da bateria) e visualização em maiores gamas de ângulos. A dificuldade maior até o presente momento foi o custo de produção, sendo então a tela aplicada somente em pequenos dispositivos, como celulares.

Lee afirma também que a Samsung adotará uma economia de escala, significando que será capaz de produzir até três milhões de unidades; nível que será atingido em 2009, e duplicará até o final de 2010. Neste período de tempo, o AMOLED será aplicado em uma maior variedade de dispositivos, especialmente os maiores, como TVs HDTV e monitores.

img1 Fonte:

http://www.electronista.com/articles/08/04/22/mainstream.amoled.in.2009/

Leia em mais:

http://www.digitimes.com/news/a20080421PD206.html

Sem comentáriosPostado 23/abr/2008 às 11h21 por Júlio César Bessa Monqueiro

O grafeno e os transístores de 0.01 micron

Criado 23/abr/2008 às 07h33 por Carlos E. Morimoto

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Em 1965, Gordon Moore profetizou que o poder de processamento dos computadores dobraria a cada dois anos, impulsionado pela redução no tamanho dos transístores e no conseqüente aumento na freqüência de clock. Naturalmente, não se trata de vidência ou de nenhuma lei mística que misteriosamente se aplica aos transístores, mas sim de um simples modelo econômico sobre o qual a indústria de eletrônicos tem se baseado.

O interessante na lei de Moore é que ela tem se mantido válida ao longo das décadas. Desde então, os transístores já encolheram de várias micras (nos primeiros circuitos integrados) até os 0.045 micron usados nos processadores atuais.

Existe um certo consenso de que a técnica de fabricação atual, baseada em waffers de silício, onde os transístores são construídos usando técnicas avançadas de litografia deve permitir a criação de transístores de até 0.02 micron, onde os transístores possuem apenas dois ou três átomos de espessura e poucas dezenas de átomos de comprimento e nos aproximamos dos limites físicos da matéria. Para ter uma idéia, a 0.02 mícron, o gate (que é a parte funcional do transístor) mede o equivalente a um único átomo de ouro. Como já estamos próximos da migração dos 0.045 micron para os 0.032 micron, o limite "físico" dos 0.02 será atingido após mais duas gerações de processadores.

O futuro da lei de Moore ao que tudo indica reside no grafeno (graphene) um material abundante, que pode ser encontrado no grafite e em outros compostos de carbono. O grafeno é uma estrutura surpreendentemente estável e resistente. Você pode imaginar uma grade de átomos de carbono com um único átomo de espessura, como ilustra esta imagem da wikipedia:

grafenoO grafeno tem se mostrado ser a chave para produzir transístores de apenas 0.01 micron, o que significa uma ou duas gerações inteiras de desenvolvimento depois dos 0.02 micron que limitam as técnicas de litografia. Os primeiros a conseguirem um transístor de 0.01 micron funcional foram o professor Andre Geim e o doutor Kostya Novoselov, da universidade de Manchester, como você pode ver em detalhes nesse artigo da Wired. Esta foto feita com a ajuda de um microscópio eletrônico dá uma idéia das dimensões:

grafeno2Naturalmente, a técnica de produção de transístores usando grafeno ainda engatinha. Uma coisa é fazer um transístor isolado, outra é fazer um processador funcional, com alguns bilhões deles. Entretanto, com os valores astronômicos que são investidos anualmente no desenvolvimento de novas tecnologias, isso pode ser apenas questão de tempo.

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1 comentárioPostado 23/abr/2008 às 07h33 por Carlos E. Morimoto