Notícias do mês de Março de 2008

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KMenuEdit, Alacarte e freedesktop.org, como funcionam?

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 10 de março de 2008 às 15h13

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Visando facilitar a vida de quem usa o Linux ou BSD no desktop, o usuário Guilherme Maluf publicou no site Viva o Linux um artigo interessante chamado "KMenuEdit, Alacarte, freedesktop.org - Como funcionam?", mostrando como personalizar e entender todo o funcionamento dos menus no KDE e GNOME. Veja a descrição:

"Na minha estréia aqui no VOL, venho escrever sobre como funciona e quais arquivos/diretórios fazem parte da configuração dos menus baseados no freedesktop.org."

E um trecho (introdução):

"Precisei configurar o menu no Debian, o objetivo era personalizar o menu e deixá-lo mais user-friendly. (...)

Porém, esses programas personalizam o menu para o usuário corrente. Eu precisava de criar um menu genérico para todos os usuários, então aprendi onde ficam os arquivos, como eles se relacionam e como criar um menu padrão para todos os usuários. Esse artigo foi baseado no site da freedesktop.org, um projeto open-source que promove a integração entre os diferentes tipos de gerenciadores de desktop(GNOME, KDE, etc..). Todos os desktops baseados no freedesktop.org seguem o mesmo padrão. Venho nesse artigo de estréia explicar o funcionamento dos menus e como configurá-los! "

O artigo está dividido entre as seguinte seções:

  1. Introdução
  2. Como funciona?
  3. Formato dos arquivos XML(*.menu)
  4. Exemplos

Veja o artigo completo em:

http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=7853

Sem comentáriosPostado 10 de março de 2008 às 15h13 por Júlio César Bessa Monqueiro

Samsung anuncia portátil com Internet 4G

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 10 de março de 2008 às 14h52

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A Samsung anunciou o SWT-W100K, um disposítivo portátil, com tela sensível ao toque de apenas 4.3 polegadas. O objetivo da empresa é não só concorrer com toda a "enchurrada" de dispositivos portateis disponíveis atualmente no mercado, mas também com os próprios desktops. O principal diferencial do SWT-W100K é que ele é um dos poucos dispositivos a venda atualmente que oferece suporte nativo a internet de alta velocidade, também conhecida como "Internet de quarta geração", através do WiBro.

O padrão oferece taxas de transferência superiores mesmo se comparados ao atual "3G", podendo oferecer downloads a 13Mbps, e upload suficiente para fazer conferências por vídeo em alta qualidade. Aproveitando-se disso, o W100K também conta com uma câmera de 2 Megapixels com foco automatico já embutida no aparelho.

A empresa também afirma que o novo produto substitui os GPSs usado em carros, além de ter um sintonizador DMB para TV digital em padrão coreano. Como tocador, o dispositivo armazena 8 GB de dados e reproduz vídeos H.264, MPEg-4, WMV e XviD, além de diversos formatos de áudio.

A Samsung planeja vender o W100k em breve, pelo equivalente a 252 dólares na Coréia, não tendo anunciada a expansão internacional.

Se no Brasil estamos engatinhando com o 3G, e nos EUA só agora que está chegando conexões 4G, dá para sonhar com um desses... daqui uns 5 anos.

imagem

Leia mais em:

http://www.electronista.com/articles/08/03/10/samsung.w100k.4g.player/

akihabaranews.com

Sem comentáriosPostado 10 de março de 2008 às 14h52 por Júlio César Bessa Monqueiro

Microsoft e Google interessadas na compra do Digg?

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 10 de março de 2008 às 14h13

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Está circulando na Internet a notícia não-oficial de que a Microsoft, o Google e outras duas empresas, sem ter os nomes mencionados, estão seriamente interessadas em comprar o site "comunitário" de notícias Digg. Rumores indicam que o site seria vendido por bem menos que os 300 milhões de dólares que o banco representativo Allen % Co. ofereceu em 2007.

A mesma fonte revela que o Google está oferecendo 225 milhões; já a Microsoft possui um acordo de propaganda de três anos com a Digg, o que poderá dar mais flexibilidade para ofertas. Vale lembrar que, se for verdade, as empresas rivais formarão uma "guerra" pela compra, já que nenhuma concederá o interesse à outra - além disso, outras duas também entrariam no meio do duelo de gigantes.

O Digg é uma história de sucesso em curto período de tempo. Desde seu lançamento em 2004, teve um "boom" de visitas em 2005 quando publicou um link para uma informação sobre o telefone hackeado de Paris Hilton - de lá para cá, virou uma febre no ramo de notícias postadas pelos usuários da comunidade. Desde sua abertura, o site lucrou 11,3 milhões de dólares.

Veja mais em:

http://www.electronista.com/articles/08/03/07/digg.buyout/

Sem comentáriosPostado 10 de março de 2008 às 14h13 por Júlio César Bessa Monqueiro

Rumores: Telefonica pode lançar iPhone no Brasil?

Por Marcos Elias Picão em 10 de março de 2008 às 13h52

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A Apple vem querendo conquistar mercado com o iPhone na América Latina e Ásia, onde sem acordos com operadoras, muita gente usa os aparelhos importados, desbloqueados por terceiros. A Apple perde uma boa grana com isso, vendo seu produto ficar famoso no mundo sem sentir o gostinho do dinheiro.

Segundo reportagem da Folha de São Paulo deste domingo (9 de março), há conversas em pauta entre Telefonica (espanhola) e a Apple, para venda do iPhone no Brasil. A Telefonica é uma das controladoras da operadora de telefonia celular Vivo no país.

Esse rumor já foi comentado no começo do ano, onde o blog Endgadget dizia que o acordo da Apple com operadoras da América Latina poderia acontecer durante uma feira de telefonia em Barcelona, em fevereiro - mas não aconteceu.

Segundo cálculos da própria Apple, muitos iPhones estão em atividade no mercado paralelo, não oficial. Apenas 2,3 dos 3,7 milhões de iPhones vendidos constam como registrados nas operadoras que têm acordo com a Apple.

A idéia seria aproveitar ainda o dia das mães, período forte comercialmente falando. Será que até maio o iPhone chega ao Brasil "oficialmente"?

Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u380123.shtml

Sem comentáriosPostado 10 de março de 2008 às 13h52 por Marcos Elias Picão

Lançada primeira versão beta do Gnash: 0.8.2

Por Marcos Elias Picão em 10 de março de 2008 às 12h27

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O Gnash é um software livre da GNU que visa substituir o Flash Player, da Adobe. Várias implementações do Flash são abertas, o que permite facilmente que outros softwares trabalhem com arquivos do Flash. A versão atual do Gnash suporta bem vários recursos do formato SWF 7 e classes do ActionScript 2 (linguagem de script/programação do Flash). O suporte às implementações do SWF 8 e 9 está cada vez mais presente, mas ainda não totalmente.

O lançamento da primeira versão beta é um grande avanço, pois até então ele era considerado alpha. Ainda tem vários bugs e faltam várias implementações das novas versões do Flash, mas mesmo assim ele já dá conta de rodar muitos SWF sem problemas.

O Gnash visa ser multiplataforma, rodando no Linux, Windows, BSD e derivados, e em diversos processadores e arquiteturas.

Changelog da versão 0.8.2:

http://groups.google.com/group/[...]65853bb901cc4bf3/d474906c962562ea#d474906c962562ea

Mais informações e download:

http://www.gnu.org/software/gnash/

Sem comentáriosPostado 10 de março de 2008 às 12h27 por Marcos Elias Picão

OpenOffice adere à LGPL v3

Por Marcos Elias Picão em 10 de março de 2008 às 12h13

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O OpenOffice passará a usar a licença LGPLv3 (Lesser General Public License versão 3) a partir dos primeiros betas do OpenOffice.org 3.0. A divulgação foi feita por Louis Suarez-Potts, encarregado da comunidade do OpenOffice, no site Lwn.net.

Entre outras coisas, concluíram que a LGPLv3 favorece em muito o projeto do OO por ser mais flexível e protetora. Destacam que há um ponto chave para a mudança, onde a nova licença tem "proteções adicionais para a comunidade contra patentes de software".

Alegam também que muitos projetos GPL / LGPL mudaram para a versão 3. Para o OpenOffice, a melhor hora será na versão 3, que terá seus betas em breve.

Anúncio:

http://www.openoffice.org/licenses/newlicense2008.html

Fonte:

http://lwn.net/Articles/272202/

Texto da LGPLv3:

http://www.gnu.org/licenses/lgpl.html

Sem comentáriosPostado 10 de março de 2008 às 12h13 por Marcos Elias Picão

Fundador do Ubuntu prevê Linux dominando dispositivos

Por Lucas Rodriguesa da Palma em 10 de março de 2008 às 09h01

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Fundador do Ubuntu Prevê dominância do Linux em Dispositivos

Data: 04/03/2008

Fonte: http://www.linuxdevices.com/

markDe acordo com depoimentos de consumidores de dispositivos eletrônicos embarcados, Linux está em "uma trajetória para ser a plataforma emergente de escolha," diz Mark Shuttleworth em uma entrevista. O fundador Canonical discute planos para uma versão amigável a usuários do popular SO de desktop Ubuntu apenas para dispositivos embarcados e móveis, entre outros tópicos.

Fundador do Projeto Ubuntu, Shuttleworth, nascido na África do Sul, foi recentemente re-eleito como representante individual para a LF. Em Abril de 2002, ele voou para o espaço como um membro cosmonauta na tripulação da Soyuz na missão TM34 para a Estação Internacional Espacial.

Ubuntu é uma distribuição Linux baseada em Debian atualmente mantida e distribuida por Canonical, onde Shuttleworth ainda é dito como um membro ativo da Technical Board and Community Council (Conselho de Diretores e da Comunidade Técnica). Canonical está trabalhando em um projeto chamado UME (Ubuntu Mobile and Embedded, ou Ubuntu Móvel e Embarcado), que pretende criar uma versão do Ubuntu feita para MIDs (Mobile Internet Devices, ou Dispositivos Móveis de Internet) baseados em Intel.

A seguir alguns dados da entrevisa, a qual é parte da série Open Voices da LF:

Sobre facilidade de uso - "Bem, o conceito por detrás do Ubuntu era posicionar o Linux como algo que é fácil de usar e esta é uma filosofia que se aplica tanto no servidor como no desktop, mas também se aplica para um tipo de próxima geração de dispositivos eletrônico os quais, eu acho, vai usar bastante o Linux."

Sobre Linux embarcado -- "Eu acho que é verdade que um grande número de pessoas que adotam tecnologia Western vão estar usando Linux em breve e isso será em forma de consumidores de eletrônicos. Já é verdade para coisas como wireless access points. Eu acho que a próxima onde com certeza vão ser os handhelds (dispositivos de mão). Então, eu acho que agora que os consumidores de eltrônicos representam uma área significantemente grande da adoção por Linux e talvez o lugar onde o consumidor médio vai tocar primeiro no Linux - apesar deles não pensarem nisso dessa maneira - vai, de fato, ser algo que você sabe, algo físico que você toca todo dia."

Sobre celulares -- "Eu acho que se você olhar onde os telefones estão indo e onde os consumidores de eletrônicos estão indo, nós vamos chegar no ponto onde você pode atualmente rodar uma plataforma Linux padrão, onde não é necessário nenhuma habilidade de desenvolvimento especial, em hardware que custa menos de US$200 dólares, e isso é um fato muito interessante."

Sobre oportunidades e desafios -- "Então, uma porcentagem muito grande de nós vai estar tocando no Linux todo dia e então eu acho que isso representa algumas oportunidades bem reais; isso também representa alguns desafios reais porque o ecosistema Linux é um ecosistema que muda incrivelmente rápido e então há um pouco de ímpeto malentendido entre o modo que o consumidor de eletrônico e o povo embarcado tende a pensar e o modo que o Linux tende a trabalhar. Mas, historicamente o Linux tem sempre confrontado um desafio como este e adaptado e encontrado modos de se tornar uma plataforma bem eficiente para pessoas que querem fazer trabalhos nessa área do que era o servidor ou o laptop ou eletrônicos de consumidores."

Sem comentáriosPostado 10 de março de 2008 às 09h01 por Lucas Rodriguesa da Palma

Ferramentas permitem aplicativos AJAX rodarem offline

Por Lucas Rodrigues da Palma em 10 de março de 2008 às 08h57

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Ferramentas do Google Permitem Aplicativos AJAX Rodarem Offline

Data: 04/03/2008

Fonte: www.linuxdevices.com

Google anunciou uma extensão que faz cache de dados para navegadores voltada em ativar aplicações web baseadas em Javascript para trabalhar melhor com dispositivos conectados intermitentemente. Inicialmente lançado para Windows Mobile, mas com uma versão do Google Android baseada em Linux funcionando, o Google Gears necessita apenas de algumas pequenas mudanças nas aplicações Javascript, diz a gigante da busca.

Dispositivos móveis são normalmente desconectados da rede, e, até mesmo quando eles são conectados, a latência pode tornar as aplicações web lentas, de acordo com a Google. Google Gears tenta diminuir estes problemas fazendo cache de dados para uso offline. Como resultado, algumas aplicações web podem continuar funcionando de maneira "transparente" quando um dispositivo conecta e desconecta, diz a empresa.

Google Gears parece incluir um servidor local proxy, banco de dados, e biblioteca de threads para Javascript. Exportar aplicações de Javascript para a API do Google Gears necessita de apenas algumas pequenas mudanças, diz a empresa. Quando as aplicações Javascript chamam a API do Google Gear, o usuário é perguntado sobre instalar a extensão da Google Gears e reiniciar o seu navegador. Depois disso, a aplicação pode rodar on- ou off-line, de acordo com a Google.

Charles Wiles, um gerente de produtos da equipe da Google Mobila, disse: "Google Gears quase faz o sistema de widgets obsoleto, já que ele permite aos desenvolvidores a [relativamente] escreverem aplicações AJAX padrões e faz com que elas rodem em qualquer lugar."


Uma introdução a Google Gears com o gerente de produtos Charles Wiles (Fonte: Google)
Além desses dispositivos, a Google Gears suporta desktops de SOs padrões que incluem Linux, Windows XP, Windows Vista, e OS X. Há planos para o Android e o Apple iPhone.

Disponibilidade

Google Gears pode ser baixado do website da Google, aqui http://gears.google.com/. Os módulos principais incluem:

  • LocalServer, que faz cache de páginas de aplicativos para acesso offline
  • Database, uma versão open-source do banco de dados SQLite 3, para armazenar e acessar dados de aplicativos no dispositivo do usuário
  • WorkerPool, que traz threading para o JavaScript, permitindo aplicativos a rodar código em background sem bloquear a página principal de execução de script

O website da empresa AA para desenvolvedores também está disponíve, aqui http://code.google.com/apis/gears/

Sem comentáriosPostado 10 de março de 2008 às 08h57 por Lucas Rodrigues da Palma

Google retira alguns mapas do ar a pedido do Pentágono

Por Marcos Elias Picão em 7 de março de 2008 às 12h05

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Até onde vai a liberdade de expressão em vias públicas? O Google Maps, popular serviço do Google que exibe mapas de vários países, retirou alguns mapas das proximidades do Pentágono, dos EUA.

A alegação do Pentágono é que algumas fotos presentes no Google Maps ofereciam ameaças à segurança das bases militares dos EUA.

O general Gene Renuart, chefe do comando militar responsável pela defesa nacional, falou que o Pentágono vinha conversando com o Google sobre os possíveis riscos, e esperavam a cooperação do Google para remoção das imagens selecionadas do serviço Street View (Vista da Rua).

A vista da rua do Google Maps fornece visão de 360º, ao nível do chão, em mais de 30 cidades dos EUA. É possível fazer um passeio virtual pelas ruas, dirigindo nas cidades já mapeadas. Qualquer um pode conferir no http://maps.google.com, acessando algum endereço dos EUA - clique em "Vista da rua".

É o tradicional caso onde todos são iguais perante a lei, mas alguns são "mais iguais" do que outros. Medidas como essa tiram a liberdade de expressão, a imparcialidade de um serviço fornecido publicamente. O Google Maps, assim como o Google Earth, já vêm sendo criticados por diversos governos há tempos. Convenhamos, é muito complicada a questão de proibir a exibição de vias públicas na web. Legalmente o Pentágono não teria esse poder (ou não deveria ter).

Referência:

http://www.techradar.com/news/internet/google/[...]images-from-google-maps-258983

Sem comentáriosPostado 7 de março de 2008 às 12h05 por Marcos Elias Picão

Vulnerabilidades são descobertas no Google Android SDK

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 7 de março de 2008 às 09h46

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O pacote de desenvolvimento do Google Android está usando bibliotecas de código aberto pra processamento de imagens em versões extremamente desatualizadas, de acordo com um alerta dado pela Core Security. O especialista em software de segurança disse que achou oito diferentes vulnerabilidades no Android SDK, que está atualmente em sua versão beta.

Disse o Core Security, no dia 4 de março, que "várias vulnerabilidades foram encontradas em bibliotecas nativas do Android para processamento de conteúdo gráfico, a saber os formatos mais conhecidos, como PNG, GIF e BMP. Embora algumas dessas vulnerabilidades são decorrentes do uso de bibliotecas de processamento de imagens de código-aberto desatualizados e vulneráveis, outras foram introduzidas pelo código nativo do Android que as usa, ou que implementa novas funcionalidades".

Embora o projeto Andoird ainda esteja em fase de desenvolvimento, não tendo um lançamento oficial, o Core Security nota que várias montadoras já lançaram protótipos de celulares baseando-se nestas versões beta do Android.

No blog "Android Developers", um desenvolvedor chamado Jason Chen confirmou "um problema de segurança envolvendo manipulação de arquivos de imagem", que foi corrigido na recente atualização marcada de m5-rc15.

Nota: Correção quase instantânea de bugs é uma das grandes características do software livre, pois qualquer um (que tenha capacidade) pode analisar o código e encontrar as vulnerabilidades.

Leia mais em:

http://www.linuxdevices.com/news/NS7416286517.html

http://www.eweek.com/c/a/Security/Google-Android-SDK-Hits-Security-Speed-Bump/

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Sem comentáriosPostado 7 de março de 2008 às 09h46 por Júlio César Bessa Monqueiro