Notícias do mês de Março de 2008
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Flickr terá recursos de vídeo on line, em breve
Por Marcos Elias Picão em 18 de março de 2008 às 14h28
0O Flickr, site de publicação de fotos adquirido há um tempinho pelo Yahoo!, passará a ter funcionalidade de vídeos on line em breve.
O recurso não deverá mudar a rotina dos usuários, segundo divulgações. E também não será concorrente direto do Yahoo! Video, serviço do Yahoo! também, não tão popular (como o YouTube), mas que tem lá seus adeptos. O Flickr ficou no lugar do Yahoo! Photos ao ser adquirido pelo Yahoo!, mas a diretora de produtos atual do Flickr, Kakul Srivastava, afirma que ele não deverá substituir o Yahoo! Video.
A possibilidade de publicação de vídeos no Flickr é esperada para abril, onde possivelmente começará um beta - não se sabe ainda se será privado (para um grupo seleto de usuários) ou público.
O anúncio informal foi mencionado na festa de comemoração dos 4 anos do Flickr, em San Francisco, no último dia 15 de março. O co-fundador do Flickr, Stewart Butterfield, explicou que o Flickr Video aparecerá em breve, possivelmente em abril - mas sem dar certeza.
Os entusiastas aguardam um anúncio oficial em breve.
Leia mais em:
http://www.news.com/8301-13953_3-9895044-80.html
http://www.techcrunch.com/2008/03/16/video-coming-to-flickr-soon-really/
Sem comentáriosPostado 18 de março de 2008 às 14h28 por Marcos Elias Picão
Virtualização por hardware: como funciona?
Por Marcos Elias Picão em 18 de março de 2008 às 14h01
2O site AnandTech publicou uma matéria comentando a virtualização por hardware, e recentes tecnologias envolvidas no processo. A maioria dos textos sobre virtualização explicam como ela funciona "na prática", sem comentar muito o que acontece por trás dos panos. O objetivo da matéria é elucidar alguns pontos da virtualização, indo além, para quem se interessa pelo assunto - entusiastas e profissionais de TI.
Com o primeiro dual-core em 2005, chegando ao quad-core em 2007, a virtualização ganhou muita força. Um processador octal-core é esperado em larga escala para 2009. Tanto processamento facilita a virtualização, a execução de vários sistemas operacionais em ambientes independentes, usando menos máquinas físicas do que seriam necessárias para executar cada um em uma máquina. Com tanto poder de fogo, o "baixo desempenho", questão sempre colocada em pauta quando se trata de virtualização, já pode ficar um pouco de lado.
O extenso artigo trata da tecnologia em si, falando tanto de hardware como de soluções de software que trabalham com a virtualização integrada ao hardware, como o ESX da VMware, Xen e o Hyper-V (este da MS). Visam não se deixar enganar pelas propagandas dos marqueteiros das empresas de virtualização, dizendo simplesmente o que é - e o que não é.
O texto está dividido em várias partes, comentando detalhadamente a tradução binária, chamadas de sistema, virtualização de I/O (entrada/saída), gerenciamento de memória, paravirtualização, sistemas de virtualização por hardware da Intel versus os da AMD, e traz alguns benchmarks.
Leia em:
http://it.anandtech.com/IT/showdoc.aspx?i=3263
2 comentáriosPostado 18 de março de 2008 às 14h01 por Marcos Elias Picão
Instalação do Windows Server 2008 Core
Por Marcos Elias Picão em 18 de março de 2008 às 13h15
0O site Tom's Hardware publicou um artigo sobre a instalação do Windows Server 2008 core, no modo sem interface gráfica.
A nova versão de servidor da Microsoft, já lançada, traz recursos mais avançados de gerenciamento do que a versão anterior, o Windows Server 2003. O Server 2008 pode ser instalado sem suporte a aplicações gráficas, sem a "interface" gráfica do Windows. Tudo administrado, configurado e visualizado via linha de comando. Mas está longe de ser um "MS-DOS moderno", como você vai ver.
Em se tratando de um servidor, essa característica é muito importante, e lembra os sistemas Linux/Unix em geral - onde a interface é independente do sistema (mas calma, no Windows não é bem assim). Muitos servidores são acessados apenas remotamente, via SSH ou algum outro método. A instalação da interface gráfica é, nesses casos, desnecessária - e só serve para ocupar espaço e reduzir um pouco o desempenho da máquina, já que ficará rodando sem uso.
As aplicações nativas, sistemas de compartilhamento e o IIS, Internet Information Services (servidor web da Microsoft) foram adaptados para suportar o novo modo de operação, para administração completa via linha de comando.
Apesar da novidade, o "servidor gráfico" em si será instalado mesmo no modo core, e o suporte às "janelas" também. Vários comentários lançados com a vinda do Server 2008 induziam a crer que ele não teria uma mínima interface gráfica, nem usaria mouse para interação. Isso não é verdade. Há suporte para algumas aplicações, ele vem basicamente sem o "Explorer" e aplicações complexas, mas traz o Bloco de notas, gerenciador de tarefas, e vários painéis do painel de controle - que devem ser chamados via linha de comando, mas serão executados na tela:

O artigo contém 15 partes pequenas, abordando a instalação; o primeiro login; algumas aplicações gráficas inclusas mesmo no modo core; configuração básica de rede; ativação e desativação de alguns serviços do servidor (server roles); acesso remoto; ativação do sistema (método anti-pirataria).
Termina comparando a instalação normal versus a instalaçação sem ambiente gráfico, e conclui: "uma instalação de servidor para profissionais".
A comparação da instalação com e sem ambiente gráfico é interessante. Nos testes do Tom's Hardware, no modo core, o sistema consumia 283 MB de memória RAM, contra 334 de uma instalção normal. É relativamente pouca coisa, mas já faz diferença. Quanto ao espaço em disco, no modo core o sistema ocupou 5,17 GB, contra 11,50 GB da instalação normal - aqui sim, a instalação normal ocupa mais do que o dobro da instalação no modo core. E uma contagem de arquivos e pastas do sistema, sem personalizações pelo usuário nem programas adicionais instalados: 21614 arquivos no modo core, contra 52054 arquivos no modo normal; 16080 pastas no modo core, e 33525 pastas no modo normal. Realmente o modo core traz vantagens para o servidor, mas ainda não é aquilo que se dizia (e muitos esperavam) da total isolação do ambiente gráfico do core do sistema.
Leia o artigo, rico em screenshots, em:
http://www.tomshardware.com/2008/03/11/windows_server_2008_core_installation/
Sem comentáriosPostado 18 de março de 2008 às 13h15 por Marcos Elias Picão
Wine 1.0 vem aí
Por Marcos Elias Picão em 18 de março de 2008 às 12h30
0O Wine vem evoluindo muito nos últimos anos. Uma aplicação que permite que sistemas *nix rodem aplicações nativas do Windows.
Ele implementa livremente as APIs do Windows, uma a uma, como se fosse um "subsistema Windows open source" reescrito do zero. Subsistema, e não um "sistema operacional", pois roda como uma aplicação, dentro de um sistema operacional compatível. O programa manda fazer algo, o Wine interpreta as instruções - como o Windows interpretaria - e então converte tais instruções em comandos compatíveis com o sistema onde o Wine estiver rodando. O resultado é que o programa funciona de forma "transparente", como se fosse nativo da plataforma. Não é um trabalho fácil. E como o Windows é um software proprietário, muitas funções ficam "às escondidas", sem ser implementadas ou então são aplicadas incompletas - o que atrapalha o funcionamento de alguns programas.
Quinze anos se passaram desde o seu início, em 1 de junho de 1993 (sim, antes mesmo do Windows 95, a idéia era rodar aplicações do MS-DOS e Windows 3.x). Idéia essa de Dan Dulitz, que começou simples e bem devagar. Em 8 de julho do mesmo ano, começaram as gravações das novidades num changelog (registro de alterações).
No final de 2005 (em 25 de outubro) saiu a primeira versão beta do Wine, indicando um grande avanço - todas as anteriores eram consideradas alphas. E muitas eram instáveis: algo que funcionava em uma versão facilmente deixava de funcionar nas novas.
Agora, em 2008, uma grande novidade: anunciaram a versão 1.0. Sim, "final", "estável", não beta. É muito animador para quem acompanha e gosta do programa, afinal passar 15 anos em desenvolvimento, não é para qualquer um.
Ele terá algumas versões intermediárias e dois RCs (Release Candidate, compilações candidatas às versões finais, devido a maior estabilidade). Segundo os planos publicados no site oficial, estas são as datas previstas:
- 0.9.58 - 28 de março de 2008
- 0.9.59 - 11 de abril de 2008
- 0.9.60 - 25 de abril de 2008
- 0.9.61 (1.0.0rc1) - 9 de maio de 2008
- 0.9.62 (1.0.0rc2) - 23 de maio de 2008
- 1.0.0 - 6 de junho de 2008
- 1.1.0 - 20 de junho de 2008
Nos últimos tempos o Wine tem ganhado algumas outras forças. Entre elas está o apoio do Google, que fez algumas modificações para rodar alguns de seus softwares compilados para Win32 no Linux (como o Picasa). E uma outra coisa boa para o projeto, apesar de muitos verem com segundas intenções, foi a abertura de diversas APIs do Windows, anunciadas recentemente pela Microsoft.
Quanto ao Wine, acompanhe as expectativas na página dele:
http://wiki.winehq.org/WineReleasePlan
Sem comentáriosPostado 18 de março de 2008 às 12h30 por Marcos Elias Picão
Hospedagem de sites? Conheça o ISPConfig
Por Carlos E. Morimoto em 18 de março de 2008 às 12h26
0Em tutoriais e artigos anteriores publicados aqui no site, mostrei como configurar servidores web, servidores de e-mail, DNS e outros serviços que são utilizados em serviços de hospedagem.
Dominar a configuração manual dos serviços é um pré-requisito básico para qualquer administrador de redes, já que permite entender mais profundamente como cada um funciona, oferecendo melhores possibilidades de otimização e personalização e permitindo que você seja capaz de solucionar problemas. Entretanto, em servidores que hospedam um grande volume de sites e atendem a um grande volume de usuários, uma ferramenta que automatize a configuração pode ser bastante útil, economizando várias horas de trabalho.
Chegamos então ao ISPConfig, um utilitário de administração via web que oferece a possibilidade de administrar o Apache, Bind, Proftpd, MySQL, Postfix e outros serviços através de uma interface centralizada. Ele se propõe a ser uma ferramenta completa para gerenciamento de servidores web de shared-host, permitindo inclusive o uso comercial. Ele é similar ao cPanel, com a vantagem de ser aberto e gratuito.
Com alguns servidores dedicados e o ISPConfig, você pode muito bem abrir sua própria empresa de hospedagem. Ele oferece interfaces de administração separadas para administradores (acesso completo), revendedores (que podem criar novas contas, sem alterar as configurações administrativas), webmasters (que podem criar contas de e-mail, ter acesso às estatísticas de acesso e assim por diante) e usuários finais, que tem acesso apenas às suas contas de e-mail:

Ao criar um novo site, você precisa apenas indicar informações básicas, como o domínio, limite de estapaço e quotas de transferência, número de bases de dados a que o usuário tem direito e assim por diante e toda a configuração dos serviços (Apache, Bind, Proftpd, Postfix, Spamassassin, etc.) é feita automaticamente pelo ISPConfig. Os webmasters dos sites cadastrados podem usar a interface para criar novas contas de e-mail, ativar novos domínios ou subdomínios para o site, criar bases de dados no MySQL, entre outros recursos, de acordo com os limites definidos por você ao criar a conta.
A maior vantagem do ISPConfig é que ele trabalha diretamente com os daemons referentes a cada serviço, o que permite que ele trabalhe em qualquer distribuição que inclua versões suportadas dos serviços. Isso permite que você o utilize sobre o Debian, CentOS, Ubuntu, ou outra distribuição de sua escolha.
O site do projeto é o: http://www.ispconfig.org
Nas próximas semanas teremos um tutorial mais detalhado, mostrando a instalação e a configuração do programa. Para cada comentário postado para esta notícia, a publicação do tutorial será antecipada em um dia :)
Sem comentáriosPostado 18 de março de 2008 às 12h26 por Carlos E. Morimoto
Intel divulga mais detalhes sobre futuros lançamentos
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 18 de março de 2008 às 11h59
0Falando à mídia em uma chamada de conferência, a Intel revelou mais detalhes sobre tecnologias de seus futuros processadores. O primeiro seria o "Larrabe", um chipset gráfico, que será integrado em placas-mãe e provavelmente terá também placas dedicadas com o chip, entrando em competição com a Nvidia e AMD-ATI. Os processadores Larrabee deverão estar em níveis multi-teraflop, e usarão cache global compartilhado por todos os núcleos. Os produtos Larrabee estarão disponíveis em 2009.
A Intel também deu mais detalhes sobre o CPU Nehalem, que terá suas vendas iniciadas no quarto trimestre deste ano, e suportará entre dois e oito núcleos, com simulação multithreading entre 4 e 16. As taxas internas de transferência deverão ser quatro vezes mais rápidos que do melhor Xeon, com 8 MB de cache L3, e conexões QuickPath operando a 25,6 GB por segundo. Um controlador de memória será integrado por padrão, e ele terá suporte às instruções SSE4.2.
A companhia também confirmou detalhes sobre o Dunnington, afirmando que este processador terá seis núcleos com 16 MB de cache L3, e seu lançamento é esperado para a segunda metade de 2008. O chip deverá também ser especialmente adepto à virtualização, graças à um recurso que manipula livremente máquinas virtuais de 65 e 45 nm.
Veja mais em:
http://www.electronista.com/articles/08/03/17/intel.on.nehalem.etc/
http://www.theinquirer.net/gb/inquirer/news/2008/03/17/intel-puts-flesh-future-chip/
Sem comentáriosPostado 18 de março de 2008 às 11h59 por Júlio César Bessa Monqueiro
Microsoft licencia produtos Adobe para Windows Mobile
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 18 de março de 2008 às 11h36
0A Adobe revelou que a Microsoft licenciou o Flash Lite 3 e o Reader LE. Este fato permitirá aos dispositivos com Windows Mobile suportarem animações e vídeos na Web usando o Internet Explorer Mobile, além de permitir a visualização de documentos em PDF tanto no navegador quanto no cliente de emails Outlook. A adição ajudará smartphones com o Windows mobile a serem mais poderosos no quesito multimídia, disse a Microsoft. Ainda não foi divulgado algum planejamento a respeito da disponibilidade de atualizações para instalação do Flash Lite e Reader LE.
Esta sofisticação segue a adição, no ano passado, do Flash Lite à telefones com Symbian, incluindo alguns dispositivos como o Nokia Nseries, além do suporte dado via atualização pelo próprio iPhone, da Apple.
http://www.electronista.com/articles/08/03/17/win.mobile.gets.adobe.tech/
Sem comentáriosPostado 18 de março de 2008 às 11h36 por Júlio César Bessa Monqueiro
ICQ vira pasta de dente
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 18 de março de 2008 às 10h44
0Quem não se lembra do ICQ? Febre na segunda metade da década de 90, foi ele quem inaugurou o conceito popular de mensageiro instantâneo, ramo que acabou sendo tomado aos poucos pelo MSN Messenger, da Microsoft, "matando" o ICQ. Até hoje há um movimento por parte dos usuários para fortelecer o protocolo, e alguns permanecem utilizando até hoje - eu, por exemplo, juntamente com mais uns 5 em minha lista de contatos :-).
Mas o que ninguém lembra ou sabe é da nova pasta de dente ICQ. A companhia israelita Mirabilis, criadora do ICQ e desenvolvedora até a compra pela AOL, fez uma parceria com uma empresa farmacêutica do mesmo país, chamada CTS, para o lançamento do creme dental ICQ, que possui o slogan de "ajudar na comunicação pessoa-a-pessoa (vida real), pela redução do mau hálito".
Fato estranho desta história - além de uma pasta de dente com o nome de um software - é que a Mirabilis não pertence mais aos quatro garotos fundadores de Israel. Em 1998, dois anos após o lançamento do protocolo, a empresa foi comprada pela AOL. Vai uma pasta aí?

Leia mais em:
http://gizmodo.com/368311/icq-the-toothpaste
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u382707.shtml
Sem comentáriosPostado 18 de março de 2008 às 10h44 por Júlio César Bessa Monqueiro
Lançado MonoDevelop 1.0, IDE .NET para Linux/Mac OS X
Por Marcos Elias Picão em 17 de março de 2008 às 14h31
0Foi lançada a versão 1.0 do MonoDevelop.
O MonoDevelop é uma IDE, ambiente integrado de desenvolvimento para o GNOME, projetado principalmente para C# e outras linguagens .NET, tais como Visual Basic .NET, C/C++, Boo e até Java (porém mais limitado com essas quatro últimas).

Com o MonoDevelop, os programadores podem criar aplicações desktop e web, usando ASP.NET no Linux e no Mac OS X (já que as ferramentas da MS são para Windows). Devido características próprias e a linguagem em uso, ele também facilita bastante o porte de aplicações .NET criadas no MS Visual Studio para Linux e Mac OS X, mantendo um único código base para as 3 plataformas.
Ele tem vários recursos compatíveis com as bibliotecas GTK#, caso seu foco seja a criação de aplicações com base em Linux (apesar de ser possível rodá-los em outras plataformas também com as versões portadas).
Para quem vem do Windows e reclama de um bom sistema de desenvolvimento para Linux, eis uma grande oportunidade :)
Leia mais, e faça o download, em:
http://www.monodevelop.com/MonoDevelop_1.0_Released
Sem comentáriosPostado 17 de março de 2008 às 14h31 por Marcos Elias Picão
Shuttle anuncia versão final do KPF
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 17 de março de 2008 às 14h24
0A Shuttle silenciosamente lançou sua versão finalizada do KPF, seu primeiro sistema Linux voltado para as funções mais básicas do uso de um computador. O pequeno PC possui custo muito menor do que sistemas de fabricantes de PCs normalmente voltados para jogos, em parte pela migração ao Foresight Linux: sem o custo da licença Windows, somente o hardware afeta o preço. O sistema operacional de baixa demanda também reduz a necessidade de componentes rápidos e permite ao Shuttle rodar seu sistema operacional somente com um Celeron de 1.8 GHz, 512 MB de RAM, gráfico integrado, e HD de 80 GB. O Shuttle também é econômico devido ao fato de não ter drive óptico, e ao invés deste, suporte a Wi-fi.
O gabinete pode ser personalizado com imagens (ex.: fotos) em sua frente, e em termos de hardware pode ter suas configurações alteradas assim como outros PCs, incluindo até um Core 2 Duo de 2.2 GHz e 2 GB de memória, além de HDs de maiores capacidades. O Windows Vista também pode vir pré-instalado para quem se sentir desconfortável com o Linux. Ele está parcialmente disponível nos EUA por 199 dólares em um pacote contendo somente o gabinete, placa-mãe e fonte. O sistema completo custa 299 dólares, e as vendas se iniciarão no dia 11 de abril.
Veja mais em:
http://www.electronista.com/articles/08/03/16/shuttle.kpc/
Sem comentáriosPostado 17 de março de 2008 às 14h24 por Júlio César Bessa Monqueiro

