Notícias do mês de Janeiro de 2008

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LG Philips lança novo e-paper A4

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 4 de janeiro de 2008 às 16h03

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A 'joint-venture' Lg Philips anunciou o desenvolvimento de um novo tipo de tela e-paper, chegando a dizer que a tecnologia é a melhor já feita. O papel eletrônico é produzido sob o padrão A4, medindo diagonalmente 14,3 polegadas, uma dimensão já explorado pela empresa. Uma das novidades do produto é sua resolução, que chega aos 1280x800 pixels, se aproximando do índice de alta definição 720p; além disso, suporta uma ampla gama de cores, extendendo dos 16,7 milhões de cores, ao contrário da maioria monocromática.

Como vários e-papers recentemente lançados, a tecnologia é flexível (do ponto de vista físico), chegando a dobrar-se em 180 graus na área de visualização. A Lg Philips demonstrará a tela na CES, que começa dia 7 de janeiro.

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Veja mais em:

http://www.electronista.com/articles/08/01/03/new.lgphilips.a4.e.paper/

Sem comentáriosPostado 4 de janeiro de 2008 às 16h03 por Júlio César Bessa Monqueiro

FreeRunner, a evolução do primeiro OpenMoko

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 4 de janeiro de 2008 às 15h55

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A feira CES marcou a chegada do telefone Neo FreeRunner, da OpenMoko. Baseado na plataforma aberta de um telefone existente, o Neo 1973 (foto), o FreeRunner é dito como o primeiro telefone de grandes proporcões a rodar em uma plataforma de sistema operacional aberta, deixando para trás rivais como o Google Android. O sistema é o próprio GNU Linux, permitindo a qualquer programador escrever aplicativos de terceiros para ele.

O FreeRunner também representa um salto em evolução com relação ao 1973, possuindo um processador de 500 MHz, renderização gráfica 3D, e uma gama variada de aplicativos. Além disso, possui rede 802.11b/g Wi-Fi, além de sensores de movimentos.

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Veja mais em:

http://www.electronista.com/articles/08/01/03/openmoko.linux.phone/

Sem comentáriosPostado 4 de janeiro de 2008 às 15h55 por Júlio César Bessa Monqueiro

Amarok para Windows: mais de 200 MB

Por Marcos Elias Picão em 4 de janeiro de 2008 às 14h25

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O Amarok, um dos melhores players multimídia, é comum e conhecidíssimo no Linux - especialmente com KDE. Tanto sucesso e qualidade passou a gerar uma versão portada para o Windows. A questão é que isso não é tão simples como parece.

200 MB do seu HD, que tal? Sim, tudo isso. Ele usa as bibliotecas do KDE. Para ser portado para o Windows, boa parte das funções dessas bibliotecas também deverão ser portadas. Trazer o KDE quase inteiro para o Windows, só por um player, será que vale a pena?

Há duas saídas possíveis. Uma é reescreveer o Amarok do zero em um ambiente de programação próprio para Windows. Muito duvidável! E a outra, é o que vem sendo feito... Portar todas as bibliotecas e scripts necessários para seu funcionamento - como KDE Base, Qt e Ruby. Difícil, mas mais fácil do que reescrever tudo - afinal, reescrito, ele poderia ser considerado um "outro player" com cara de Amarok.

Compactado com o 7Zip, o pacote necessário para rodar o Amarok no Windows ficou com cerca de 200 MB (depois de um refinamento, onde estava com 270 MB). Será que vale a pena baixar 200 MB para ter um player de áudio? Bom, os programas em geral estão cada vez maiores, não seria muito de se estranhar...

Outra coisa é que o KDE 4 também está sendo portado para Windows. E o pessoal do Amarok e KDE usam IDEs diferentes e incompatíveis: enquanto o Amarok é trabalhado no Visual Studio 2008, o KDE 4 está sendo portado pelo Visual Studio 2005. O melhor para o pessoal do Amarok, nessa situação, seria empacotar todas as dependências com o Amarok e deixá-lo "independente do KDE for Windows". Mas isso o deixaria um pouco atrasado em relação a atualizações e novidades do KDE, como você deve ter imaginado.

Estão lutando para reduzir os 200 MB para cerca de 120 MB, e lutar ainda mais para compactar o instalador, deixando-o na faixa dos 30 MB para download. Engraçado que apenas 2,36 MB disso tudo são do Amarok (compactado), e o resto, dependências.

O projeto ainda está em fase alpha, e demorará muito para ser concluído. Se vier de fato, que seja bem vindo, afinal ninguém merece o... Digo, ele pode ser uma boa opção frente ao Media Player do Windows, que apesar das críticas, muita gente usa.

Brincando, 200 MB do seu disco vão embora rapidinho:

  • 12488 kb - amarok
  • 75559 kb - kdebase
  • 33109 kb - kdelibs
  • 5155 kb - kdepimlibs
  • 134 kb - kdewin32
  • 158 kb - qimageblitz
  • 42188 kb - qt
  • 16984 kb - ruby
  • 1354 kb - soprano
  • 1336 kb - strigi
  • 352 kb - taglib
  • 21283 kb - win32libs

Topa encarar?

Referências:

http://amarok.kde.org/blog/archives/550-Windows-binaries-and-packaging.html

http://lonelyspooky.wordpress.com/2007/12/26/amarok-para-windows-so-200-mb/

Sem comentáriosPostado 4 de janeiro de 2008 às 14h25 por Marcos Elias Picão

Rodando o Mac clássico no Mac com processador Intel

Por Marcos Elias Picão em 4 de janeiro de 2008 às 08h41

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Quando Steve Jobs anunciou a transição dos Macs para processadores Intel x86, vários usuários do Mac OS X, que dependiam do ambiente clássico do OS 9 no Mac OS X, tiveram seu dia-a-dia pertubado com o uso do Mac. Afinal, com processador Intel, a coisa ficou um pouco diferente para aplicações específicas: os Macs não eram mais 'clássicos' - trazendo incompatibilidades com programas antigos.

O Rosetta permite rodar aplicações PowerPC na arquitetura x86 emulada através de JIT (Just In Time), mas a tradução não está em baixo nível o suficinte com o OS X para permitir que o Mac 'Classic' rode em x86, e os que usam o OS 9 foram literalmente deixados de lado.

Até agora, o que há para ajudar é um projeto chamado "Sheep Shaver", que foi criado para permitir que o BeOS no PowerPC emule a arquitetura do PowerPC, para rodar outro sistema PowerPC sobre o BeOS. Essa aplicação foi portada para o Mac OS X com o desaparecimento da Be Inc., e desde então tem sido portado para o Mac OS X baseado em processadores Intel.

Se você é um dos que precisam dessa compatibilidade, leia mais em:

http://macos-user.com/content/view/14/1/

Sem comentáriosPostado 4 de janeiro de 2008 às 08h41 por Marcos Elias Picão

Desvendando o mistério da supercondutividade

Por Lucas Rodrigues da Palma em 4 de janeiro de 2008 às 08h35

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Desvendando o Mistério da Supercondutividade

Data: 02/01/2008

Autor original: Jason Mick & Kristopher Kubicki

Fonte: http://www.dailytech.com/article.aspx?newsid=10139

Cientistas observam como a supercondutividade realmente funciona; a busca por materiais supercondutores de alta temperatura avança

Um dos grandes mistérios da ciência é a supercondutividade. Supercondutividade, um termo que entrou no léxico popular com o advento da levitação magnética, é um fenômeno incrível. Em temperaturas extremamente baixas certos materiais conhecidos como supercondutores perdem quase toda a resitência à eletricidade e sofrem exclusão do campo magnético interno -- também conhecido como Efeito Meissner.

Materiais condutores de eletricidade tradicionais como o ouro ou o cobre possuem impurezas que previne-os da supercondutividade. Estes materiais têm uma resistência discreta, até mesmo no zero absoluto -- um ponto teórico em zero Kelvins, ou -273.14 graus Celsius. Supercondutores sofrem uma baixa na resistência em temperaturas críticas, conhecidas como Tc. Uma vez que a temperatura baixa a este ponto, o material começa a superconduzir e alcança um nível de resistência zero.

Meissner_effect

"No começo dos anos 80, pesquisadores do Pacific Northwest National Laboratory (Laboratório Nacional do Noroeste do Pacífico) conduziram uma pesquisa sobre supercondutores. Os supercondutores de cerâmica são feitos de um material que possui apenas uma baixa mudança na mudança da resistência atual e logo dissipa menos energia. Forças magnéticas entre o ímã e o supercondutor de cerâmica fornecem uma proteção magnética a qual mantém o ímã suspenso sobre o supercondutor. Nitrogênio líquido refresca o supercondutor para uma temperatura próxima à 77 Kelvin, produzindo a tal proteção magnética." (Fonte: Pacific Northwest National Laboratory)

Supercondutores são uma grande promessa já que um sistema computacional que use um loop com circuitos supercondutores podem existir indefinidamente sem uma fonte de energia, e seriam muito mais eficientes já que ele não iria liberar excesso de calor.

Pesquisas extremamente promissoras ocorreram durante as últimas três décadas tentando descobrir supercondutores de "alta temperatura". Os primeiros supercondutores descobertos necessitavam de muito resfriamento para que pudessem chegar próximos à supercondução no zero absoluto.

A temperatura ambiente do supercondutor não estava sendo observada mas o campo sofreu uma revolução em 1986 com a descoberta do cuprate-perovskite (em português, óxido de cobre e perovskita, respectivamente), os quais podiam superconduzir em temperaturas passando de 90 graus Kelvin. A maior temperatura de um supercondutor atualmente conhecida é a de um material de cerâmica que consiste de tálio, mercúrio, cobre, bário, cálcio, estrôncio e oxigênio, o qual possui um Tc = 138 K (-135.14 °C).

Estas descobertas criaram materiais que podiam alcançar uma supercondução com resfriamento de somente nitrogênio líquido -- uma perspectiva relativamente econômica.

Uma dificuldade em descobrir materiais de alta temperatura é que os cientistas ainda não entendem o que causou o fenômeno da supercondução em um nível atômico. Uma grande parte da pesquisa na física quântica está no assunto, mas ainda há muita confusão. Cientistas sabem que materiais supercondutores formam pares de elétrons conhecidos como pares de Cooper.

Pesquisadores na Universidade do Tennessee e na Oak Ridge National Laboratory comandados pelo professor de física Pengcheng Dai dizem saber a causa da supercondutividade. O trabalho da equipe, publicado no Boston College, detalha como vibrações subatômicas especiais em cristais de látex que estão vibrando juntam-se magneticamente com elétrons, e então permitem a supercondução.

Dai disse em uma coletiva da imprensa na Universidade do Tennessee, "Estas descobertas melhoram o entedimento de que o magnetismo possui um papel na criação destes importantes pares. Isto não vai acabar com o debate, mas já é mais um passo."

Além do que, esta pesquisa, se ela deve opor-se aos atentos olhos da comunidade científica, vai ser um dos mais importantes avanços no entendimento de como a supercondução funciona. Isto vai permitir que os cientistas facilmente derivem novos supercondutores de alta-temperatura, tornando a temperatura cada vez mais alta, e possivelmente um dia dentro da faixa da temperatura ambiente.

Sem comentáriosPostado 4 de janeiro de 2008 às 08h35 por Lucas Rodrigues da Palma

GoboLinux, uma opção diferente

Por Max Raven em 3 de janeiro de 2008 às 13h43

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Foi lançada neste começo de ano, sem muito alarde por terras brasileiras, uma nova versão da distribuição brasileira GoboLinux. Para quem não conhece, ou não se lembra, esta distribuição tem uma característica inusitada, a hierarquia de pastas é totalmente diferente do encontrado nas demais distribuições, os programas por exemplo, cada um deles fica em sua própria pasta, por exemplo:

/Programs/Xorg/7.2/

/Programs/KDE-Libs/3.5.8

Isso é possível graças ao uso de subdiretórios contendo links simbólicos apontando para os arquivos verdadeiros, assim, além de organizar de uma forma mais lógica (na opinião dos desenvolvedores) ainda pode manter a compatibilidade com os sistemas tradicionais baseados na estrutura do Unix, na verdade a estrutura ainda está lá, mas apenas escondida graças a uma extensão do kernel. Para informações detalhadas acessem o tour virtual pelo sistema de arquivos da distribuição.

Além desta característica o GoboLinux é um distribuição live-cd, assim poderá utilizar sem instalar em seu computador, contudo existe a opção de instalação como a maioria desse tipo de distribuição. Também é possível customizar seu live-cd com seus programas favoritos, para tanto já estão incluídas as ferramentas necessárias.

Nesta versão, a GoboLinux 014, lançada no último dia 01 de Janeiro, estão presentes:

  • Kernel 2.6.23.8-r3
  • Xorg 7.2-r4
  • KDE 3.5.8
  • NTFS-3G 1.0-r3
  • OpenOffice 2.2.0
  • MPlayer 1.0rc1-r3
  • Gimp 2.2.13-r2

Contudo não inclui Java e Flash por motivos legais, restrição essa de muitas outras distribuições, nada que impeça a instalação posterior. Veja a lista completa nas notas de lançamento da versão.

Downloads podem ser feitos diretamente no site, lá poderá optar pelo mirror mais próximo.

Fonte:

http://www.gobolinux.org/

Sem comentáriosPostado 3 de janeiro de 2008 às 13h43 por Max Raven

Instalando o Fedora Core 8 no Hyper-V da Microsoft

Por Marcos Elias Picão em 3 de janeiro de 2008 às 09h18

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Oooh, eles estão mesmo interessados em interoperabilidade entre Linux e Windows :)

Cada vez mais aparecem nas páginas da MS menções sobre o sistema Linux. Devido à falta de drivers e suporte, era complicado manter Linux nos sistemas de virtualização da Microsoft até relativamente pouco tempo atrás. Isso está começando a mudar. Melhorias e disponibilidade de drivers (como comentei aqui nesta outra notícia) faz com que o desempenho do pingüim em máquinas virtuais da MS, rodando dentro das janelas, não seja tão ruim - ou melhor, seja no mínimo compatível ao que deveria ser pelo natural, como ocorre com outros virtualizadores (como VMware, VirtualBox, etc).

Foi publicado num blog do Virtual PC e tecnologias de virtualização da MS, um "tutorial" de instalação do Fedora Core 8, exibindo e destacando a ausência da necessidade de configurações adicionais para que o sistema funcionasse com perfeição.

O texto diz:

"Anyone who has installed Linux on Virtual PC / Virtual Server knows that while yes, Linux is supported on these platforms, and yes, it does run well after getting it setup - installation can be a downright pain. It is for this reason that I take great pride in the fact that installing Linux on the Hyper-V beta release is a breeze."

E termina com:

"As you can see there were no special options / kernel arguments / hardware configuration involved. All very straight forward."

No meio do texto há alguns screenshots da instalação, e um link para a página de download do Fedora (uau).

Ironias a parte, hehe isso é bom, muito bom.

Veja em:

http://blogs.msdn.com/virtual_pc_guy/archive/2007/12/31/installing-fedora-core-8-on-hyper-v.aspx

Sem comentáriosPostado 3 de janeiro de 2008 às 09h18 por Marcos Elias Picão

Oi vem para São Paulo e abre vagas para empregos

Por Marcos Elias Picão em 3 de janeiro de 2008 às 09h16

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A operadora de telefonia móvel Oi vem para São Paulo, após conquistar algumas freqüências de segunda geração que sobravam no Estado. Agora ela começa a procura por profissionais para implantar suas atividades em SP.

Já começou o cadastramento de currículos para atuação em SP. Entre as vagas estão de engenheiro de telecomunicações, especialistas em redes, profissionais com experiências em licenciamento de obras públicas e arquitetos para implantação e manutenção nos sites que a empresa manterá em São Paulo.

A busca se extende também por gerentes de contas de varejo e de mercado empresarial, especialistas em marketing, além de analista de negócios - conforme anúncios publicados em jornais paulistas. Além da rede, é claro, ela montará uma estrutura comercial no Estado de São Paulo para atender aos assinantes.

E não é só de 2G que se fará a rede da Oi, não. Ao licenciar as freqüências, ela obteve também para a rede 3G, nos leilões que ocorreram pela Anatel entre 18 e 20 de dezembro.

Interessados em disputar as vagas devem cadastrar seus dados e currículo no site da Oi:

http://www.oi.com.br/euquerotrabalharnaoi

Fonte:

http://computerworld.uol.com.br/comunicacoes/2008/01/02/idgnoticia.2008-01-02.9108613122/

Sem comentáriosPostado 3 de janeiro de 2008 às 09h16 por Marcos Elias Picão

Tablet da Apple finalmente nas lojas

Por Marcos Elias Picão em 3 de janeiro de 2008 às 09h14

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Até que enfim estréia comercialmente o ModBook, primeira versão de computador da Apple que reconhece escrita na tela - correspondente aos famosos "tablet PC":

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Em janeiro de 2007 o produto foi apresentado no MacWorld, agora finalmente foi lançado. Na verdade, ele foi desenvolvido pela Axiotron, baseado em um notebook MacBook comum. Uma nova interface substitui o teclado convencional. Mas não importa, para os fãs de Macs, o resultado final é o que vale.

Segundo divulgações, a tela do tablet reconhece até 512 níveis de sensibilidade à pressão, o que seria o dobro dos tablets PC atuais. Ele vem também com um recurso de resistência a riscos na tela, que acaba oferecendo um contraste maior e também maior amplitude de ângulos de visão do que a original.

Como não poderia deixar de ser, eles vêm com o Leopard pré-instalado. Há duas versões. Uma baseada no MacBook com processador Intel Core 2 Duo de 2,2 GHz, 1 GB de RAM (expansível até 4 GB) e HD de 120 GB (expansível até 570 GB). A outra vem com Core 2 Duo de 2,0 GHz, 1 GB de RAM também e HD de 80 GB - com HD e memória também expansíveis. Ambos vêm com GPS, Bluetooth e Wi-Fi 802.11b/g/n. Os preços são, respectivamente, $2.479 e $2.297.

Já estão à venda pela web, por enquanto, nos EUA e Canadá apenas.

Fonte:

http://www.macworld.com/article/131356/2008/01/modbook.html

Mais informações sobre o ModBook:

http://www.axiotron.com/index.php?id=modbook

Sem comentáriosPostado 3 de janeiro de 2008 às 09h14 por Marcos Elias Picão

Video-games no tratamento de distúrbios psicológicos

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 3 de janeiro de 2008 às 00h06

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Um grupo de pesquisadores da Universidade Simon Fraser, em Vancouver, Canadá, afirma que jogar vídeo-game pode ser mais eficiente que usar determinados tipos de drogas, quando estas possuem a função de tratar problemas psicológicos. Durante os experimentos, o mestre Diane Gromala observou que os participantes tiveram maior conforto durante os jogos, do que sob efeito de medicação.

"Controlar o medo através de VR computadorizado e terapias de meditação de 'bio-respostas' pode ser uma promessa para uma nova alternativa, mais econômica e de maior êxito para estes tratamentos", disse.

Como fundador do laboratório "BioMedia", Gromala acredita em uma alta demanda para a nova descoberta, já que muitos portadores destes distúrbios rejeitam o tratamento via drogas.

Essa não é a primeira vez que um vídeo-game atua neste quesito de saúde. O Nintendo Wii aumenta o nível de atividade física das pessoas que o jogam, além de prover reabilitação física para quem necessita.

Quando você toma um analgésico é porque sente dor. Quando você não sente dor, não toma remédio. Quando você não sente dor, mas mesmo assim toma remédio, aquilo vai te fazer mal (excluindo os fitoterápicos e homeopáticos, levando em conta as drogas convencionais). Agora, imagina todos que jogam video-game sob efeito constante de uma "droga virtual" enquanto jogam? Tomara que eu esteja enganado :-)

Veja mais em:

http://www.dailytech.com/article.aspx?newsid=10195

Sem comentáriosPostado 3 de janeiro de 2008 às 00h06 por Júlio César Bessa Monqueiro