Notícias do mês de Julho de 2007

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Weebly, novo serviço de hospedagem

Por Marcos Elias Picão em 9 de julho de 2007 às 10h24

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Usando-se excessivamente de Ajax, o Weebly é um novo serviço de blogs, com o serviço e a hospedagem gratuitos.

Ele traz mais facilidades para usuários leigos em HTML, permitindo que mais pessoas possam personalizar seus layouts de forma simples e rápida.

Clicando, arrastando, digitando, edita-se facilmente o visual. Dando um duplo clique numa imagem, abre-se a tela "Abrir" para fazer o upload de uma outra, para trocá-la. Vale também para imagens e posts, e traz diversos gadgets, como para inclusão de vídeos do YouTube/Google Video, imagens, RSS. Permite ainda a rápida inserção de código HTML, útil para colocação de scripts fornecidos por outros sites (como contadores de acesso, murais, troca de banners, etc).

Vale notar que quando deixou de ser beta o "novo" Blogger.com, ele trouxe novos recursos para edição do template, incluindo edição visual, arrastar-e-soltar, etc. Basta pedir para atualizar o layout, na tela das configurações.

Com relação à troca que banners, dois sistemas que usei por um bom tempo e posso recomendar são:

OBanner.net:

Oferece diversos sistemas de troca de banners, é um dos mais completos. Banners tradicionais no formato 468x60 pixels, banners pequenininhos 120x60 pixels, troca de links, anúncios em texto, troca de pop-ups e até troca de visitas. Por padrão vem com ratio 2:1, mas você pode optar pelo ratio 1:1. Ele exibirá, neste caso, um pop-up uma única vez por IP. Se seu site for bem acessado, pode valer a pena, pois você terá o dobro de exibições da maioria, recebendo uma exibição por cada exibição feita na sua página. Estatísticas detalhadas não faltam, com a quantidade total de cliques, exibições e cliques por banner específico. No OBanner você pode adicionar até 5 banners para o mesmo quadro (por exemplo, 5 banners 468x60, que serão exibidos alternadamente em cada chamada). Além disso, ele permite hospedar o seu banner diretamente com ele, coisa que poucos fazem. Isso é importante especialmente para usuários de provedores gratuitos e blogs, como o Tripod e o Geocities, por exemplo (entre zilhões de outros). Estes sites não permitem que as imagens hospedadas neles sejam exibidas em outros sites, em páginas localizadas em outras URLs. Ou seja, seu banner não apareceria.

Troca Banners: Este usei por um tempo, não uso mais. Tem basicamente troca de banners 468x60, sem recursos extras ou de destaque.

Usar sistemas de troca de banners internacionais só será bom se seu site tiver conteúdo internacional, por exemplo, em inglês. Por quê? Simplesmente porque a maioria dos sites cadastrados no sistema serão em inglês, e seu banner - provavelmente em português, se você estiver lendo este texto original - aparecendo em sites em inglês, raramente teria cliques.

Quanto ao banner, o "padrão" na Internet é o tamanho 468x60 pixels (eu ainda quero saber quem definiu esse tamanho, não poderia ser 470x60???). Ele deve ser hospedado no seu site, no sistema de troca de banners você indica a URL dele. No caso do OBanner, você pode fazer o upload diretamente para os servidores deles.

Algumas dicas para a criação do seu banner:

Evite usar muito "clique aqui" grande ou piscante. Isso afasta os usuários, especialmente os que têm receios de coisas perigosas, como vírus, spywares, etc. Seja claro e breve, pense no lado do visitante. Você, navegando normal na Internet, clicaria no seu banner? Antes de clicar, pergunte-se: você olharia para o seu banner, se não soubesse que ele é seu? Daria atenção à ele, para quem sabe poder clicar e ver o que ele lhe traria? Pode até soar estranho isso, mas fazendo essas perguntas a si mesmo você poderá ter resultados melhores.

Faça banners de qualidade. Centralize bem os textos, alinhe os desenhos, exporte com suavização de fontes. No geral, prefira o formato GIF ao gerar a imagem. Esse formato é ideal para desenhos, logotipos e cores lisas (sem gradientes, por exemplo), além de permitir animações. Sobre como fazer banners animados irá variar de programa para programa, varia muito mesmo, é uma questão de se acostumar e de gostar, muito pessoal.

Prefira imagens fixas em JPEG se não houver animação "e" se tiver alguma foto, seja de paisagem ou pessoa, produto, etc. Cuidado com o tamanho do arquivo final. Otimize a imagem no seu processador gráfico antes de carregá-la para o sistema de troca de banners. Alguns impõem limites para evitar perda de desempenho dos sites afiliados, por exemplo, 12 ou até 20 KB para banners 468x60.

Sem comentáriosPostado 9 de julho de 2007 às 10h24 por Marcos Elias Picão

Samsung anuncia a linha Swan de monitores LCD

Por Marcos Elias Picão em 9 de julho de 2007 às 10h15

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A Samsung terminou a última semana com o lançamento da sua linha de monitores Swan. Além da questão do design, uma novidade é o sistema de suporte da tela, que usa elastômeros para segurá-las. "Isso resulta em um movimento mais delicado do que os elementos mecânicos tradicionais", diz a Samsung. Eles incluem tratamento anti-iluminação, para manter a qualidade e contraste da imagem com qualidade, até mesmo diante de luz direta, e usam resolução nativa de 1680x1050.

Não foram publicadas especificações completas, mas entre os recursos estão o tempo de resposta de 5 ms ou menos e uso da interface DVI. Os monitores estarão disponíveis em preto brilhante ou branco ornamental agora na Coréia, a preços de $399 para telas de 20 polegadas e $474 para as de 22".

Eles provavelmente serão vendidos nos EUA com preços bem próximos destes, mas por enquanto não existe nenhuma informação sobre o lançamento ou preços no Brasil.

Saiba mais em: http://www.electronista.com/articles/07/07/06/samsung.swan.22.inch.lcd/

Sem comentáriosPostado 9 de julho de 2007 às 10h15 por Marcos Elias Picão

Samsung SpinPoint T166 e Seagate Barracuda 7200.10

Por Carlos E. Morimoto em 9 de julho de 2007 às 09h50

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O Anandtech publicou dois reviews cobrindo o lançamento do Samsung SpinPoint T166 e do Seagate Barracuda 7200.10, ambos HDs de 500 GB.

Ambos são modelos de 7200 RPM, com 3 platters (6 cabeças de leitura), 16 MB de buffer e suporte a NCQ. O Samsung oferece tempos de busca e consumo elétrico um pouco mais baixos, com 8.9 ms 7.1W/11.3W contra 11 ms e 8.6W/11.6 do Seagate, mas por outro lado a Seagate oferece 5 anos de garantia, contra 3 anos da Samsung. Nos benchmarks, o Barracuda ganha por uma pequena margem no geral, mas em compensação o Samsung é um pouco mais silencioso e oferece uma temperatura de operação um pouco mais baixa, devido em grande parte ao consumo elétrico mais baixo.

O principal destaque destes dois modelos não é a introdução de nenhuma nova tecnologia de armazenamento, mas o fato de eles representarem uma nova safra de HDs de 500 GB, bem mais acessíveis que as anteriores. O Seagate Barracuda 7200.1 pode ser encontrado em algumas lojas online do exterior por menos de 120 dólares, enquanto o Samsung T166 custa ainda menos. Quando eles passarem a ser vendidos em quantidade também no Brasil, podemos esperar preços na faixa dos 300 reais, o que é inédito para HDs desta capacidade.

Leia os dois reviews:

http://anandtech.com/storage/showdoc.aspx?i=3030

http://anandtech.com/storage/showdoc.aspx?i=3031

Sem comentáriosPostado 9 de julho de 2007 às 09h50 por Carlos E. Morimoto

Flickr e Google Maps

Por Marcos Elias Picão em 8 de julho de 2007 às 12h50

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Recentemente o YouTube passou a ter versão brasileira, acessível em br.youtube.com. Agora foi a vez do site de publicação de fotos, o Flickr:

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Clique em "Português", no menu de idiomas, disponível na parte inferior da página, e boas memórias :)

Outra dica é que no comecinho desse mês o Google Maps passou a oferecer rotas de destino. Diga onde estás, para onde vais, e tenha na tela do PC ou do celular o mapa:

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Basta entrar em maps.google.com, endereço do Google Maps, e clicar em "Get directions". Funciona para todas as exibições: mapa, satélite e híbrido.

Sem comentáriosPostado 8 de julho de 2007 às 12h50 por Marcos Elias Picão

Saiu a alpha 6 do Firefox 3, codename Gran Paradiso

Por Marcos Elias Picão em 8 de julho de 2007 às 12h43

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Como dizem, muitas vezes uma imagem diz mais do que mil palavras:

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Visualmente não traz nada muito diferente da versão 2.x. As modificações mais significantes estão no gerenciamento dos favoritos e suporte para tamanhos de texto diferentes para cada site, melhorando a acessibilidade. Em termos de navegação, pelo que testei parece montar as páginas mais rapidamente (sim, não foi mera impressão ;). Um recurso interessante do Firefox 3 (na verdade presente desde a versão 2, mas que tem passado desapercebido para muitos) é a verificação ortográfica, que ocorre nos campos de texto dos formulários, como vocês podem ver neste segundo screenshot (em inglês, por enquanto):

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Release notes e download:

http://www.mozilla.org/projects/firefox/3.0a6/releasenotes/

É a raposa de fogo avançando cada vez mais :)

Como de praxe, estamos falando de uma versão alpha, destinada a aventureiros, desenvolvedores e a quem faz questão de usar a últimíssima versão. Apesar disso, ele rodou bem estável, funcionando de forma similar ao 2.x.

Assim que estiver em português (e outros idiomas), só pelo verificador ortográfico ele já valerá a pena o upgrade.

Sem comentáriosPostado 8 de julho de 2007 às 12h43 por Marcos Elias Picão

Google e Alemanha se desentendem duas vezes

Por Marcos Elias Picão em 8 de julho de 2007 às 12h33

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A (empresa) Google perdeu um processo na Alemanha para Daniel Giersch, quanto ao uso do nome "GMail" no país. Giersch já usava o nome "GMail" desde 2000, quatro anos antes do serviço de e-mail da Google (confira o site: www.gmail.de).

Se o alemão há 4 anos antes da Google usava o nome "GMail", provavelmente dessa vez o pessoal da Google se deu mal. Talvez fiquem com "Google Mail", mas já não seria a mesma coisa. A briga judicial começou há 3 anos, e talvez chegue ao fim, se uma nova lei for aprovada pelo governo da Alemanha.

Só que não tem nada a ver com o nome "GMail" agora, mas sim com o serviço. A Google afirma que fechará o GMail (independentemente do nome) se o país aprovar uma nova lei, que impõe novas obrigações aos provedores.

Está em discussão no parlamento alemão um projeto que obrigará aos provedores de e-mail a acabar com a anonimidade, permitindo a identificação das pessoas responsáveis por cada conta de e-mail. Se for aprovado, as pessoas não poderão mais se cadastrar usando apelidos ou "nicks", devendo, pois, usar seus nomes reais. A justiça pretende, com isso, facilitar a identificação dos envolvidos em atividades ilegais e melhorar a apuração em crimes online. Isso vai contra o princípio da Google, que permite cadastros anônimos, usando pseudônimos, sem investigar a identidade real das pessoas.

A revista alemã Wirtschafts Woche publicou uma entrevista com Peter Fleischer, diretor global de privacidade da Google. Ele disse que se a lei realmente vier a ser aprovada, "o GMail vai simplesmente sair da Alemanha".

Segundo ele, a lei fere a privacidade das pessoas: "As pessoas usam e-mails anônimos para garantir sua privacidade e elas precisam confiar que vamos respeitar isso", disse Fleischer à revista.

Tecnicamente o governo não tem como restringir isso, estão fazendo o quê, pegando idéias da China? A Google poderia manter o GMail em outro país, e os alemães poderiam continuar usando. Além do que há tantos webmails de outros países que poderiam muito bem ser acessados pelos alemães anônimos. É um caso complicado, idem ao Brasil com o Orkut, há algum tempo.

Concluindo, o nome "GMail" na Alemanha fica para o alemão, e se a lei anti-anonimidade for aprovada, a Google fecha o serviço de e-mail por lá.

Sem comentáriosPostado 8 de julho de 2007 às 12h33 por Marcos Elias Picão

Migração entre os desenvolvedores Windows

Por Edson Gomes e Carlos E. Morimoto em 8 de julho de 2007 às 09h24

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Esta notícia não é exatamente nova, foi publicada originalmente na terça-feira, mas decidi postar assim mesmo para poder fazer uma análise sobre o assunto.

Uma pesquisa divulgada no Zdnet.co.uk indica uma tendência entre os desenvolvedores Windows, que seguindo a tendência do mercado, estão lentamente migrando para o desenvolvimento para dispositivos móveis e desenvolvimento para aplicativos Linux. Segundo a pesquisa, realizada entre desenvolvedores dos EUA, o índice de desenvolvedores escrevendo softwares predominantemente para a plataforma Windows caiu de 74% em 2006, para 64.8% na pesquisa realizada este ano.

No mesmo período, a percentagem de desenvolvedores Linux subiu de 8.8% para 11.8%, acompanhado por um aumento no desenvolvimento de aplicativos para a web e também para dispositivos móveis.

A muito tempo se fala na tendência de os aplicativos serem cada vez mais baseados na web. Podemos ver isso acontecendo já nos dias de hoje, com serviços como o Gmail e o Meebo. A grande vantagem é que eles podem ser acessados a partir de qualquer PC, ao contrário de um cliente de e-mail ou IM que armazena as mensagens e sua lista de contatos localmente e pode ser usado apenas no seu próprio PC. Como a maioria das pessoas não fica o dia todo na frente do mesmo PC (muitas vezes nem tem micro em casa), isso faz todo o sentido.

Outra tendência é o desenvolvimento para dispositivos móveis, incluindo celulares e smartphones. Os atuais são bastante capazes em termos de poder de processamento, mas utilizam telas muito pequenas, teclado numérico ao invés de um teclado completo e acessam a web através de conexões lentas, o que representa um conjunto de novos desafios para os desenvolvedores.

Quando falamos em desenvolvimento Linux, a primeira imagem que vem à mente são os aplicativos desenvolvidos de forma colaborativa, sem fins lucrativos. Este setor continua crescendo, mas temos hoje em dia também a figura do desenvolvedor profissional, que desenvolve aplicativos comerciais ou aplicativos de uso interno. Acompanhando o crescimento do sistema, é natural que cresça também a demanda por programadores capazes de personalizar aplicativos já disponíveis, ou desenvolver aplicativos personalizados do zero.

Em contrapartida, com o aumento da oferta de desenvolvedores para a plataforma, o sistema operacional se torna mais viável em ambientes onde ainda não alcançou tanta popularidade, muitas vezes justamente pela carência de mão-de-obra especializada ou pela impossibilidade de personalizar seu modelo de negócios de modo financeiramente viável.

Essa tendência é saudável também para o aprimoramento técnico do profissional e do ponto de vista da prestação de serviços de informática, de um modo geral. Um desenvolvedor e principalmente um analista de sistemas habituado ao desenvolvimento multi-plataforma terá sempre uma visão lógica e gerencial mais abrangente do que outro profissional do mesmo porte, habituado a trabalhar com apenas um sistema operacional.

E, como acontece hoje com o Windows, uma nova safra de desenvolvedores que já começarão a programar especificamente para o ambiente Linux tende a surgir e a se manter, preenchendo a lacuna de programadores e analistas com a expertise lógica que toda plataforma necessita para estreitar a relação entre seus usuários e os profissionais que a mantém.

Sem comentáriosPostado 8 de julho de 2007 às 09h24 por Edson Gomes e Carlos E. Morimoto

Elive 1.0 finalmente é lançado

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 6 de julho de 2007 às 16h02

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E finalmente a distribuição Elive, especializada em ter como ambiente padrão o Enlightenment (E16 e E17), chegou finalmente à sua versão 1.0. Segundo o site:

"Essa versão está pronta para usuários finais e não somente para desenvolvedores e "degustadores". A distribuição está mais intuitiva, fácil de usar e mais eficiente, possuindo uma boa integração do gerenciador aos tipos de arquivos, um kernel melhorado especialmente para multimídia e grandes carregamentos, um sistema de impressão mais leve, melhor compatibilidade com sistemas Windows, mais hardware suportado, melhor reconhecimento gráfico, e várias outras melhorias e alterações que você poderá conferir no change-log."

Para quem não se lembra ou nunca ouviu falar do Enlightenment, veja um trecho de meu artigo sobre a instalação dele:

"A proposta do E17 é trazer um ambiente de trabalho completo, como o Gnome ou KDE, com bibliotecas próprias. Assim como o KDE usa o QT e o Gnome o GTK2, o E17 usa as chamadas EFL, sigla de "Enlightenment Foundation Libraries", que são bem mais leves por sinal, pois umas das propostas do Enlightenment é oferecer um sistema de boa qualidade gráfica para computadores mais velhinhos também. Um fato importante a ser lembrado é que o Enlightenment foi totalmente reescrito a partir da versão DR16, agora usando suas bibliotecas próprias, justificando assim a demora de mais de 6 anos para uma nova versão estável.

O Enlightenment é um ambiente bem diferente dos outros, usando um conceito próprio e inovador, talvez inspirado um pouco no fabuloso MacOS. Ele suporta vários temas bem divergentes, e uma de suas exclusividades, por exemplo, é o papel de parede animado."

Esta versão do Elive está voltada para a estabilidade e facilidade de uso, trazendo até um vídeo de apresentação, que pode ser visto abaixo.


Veja mais em:

http://elivecd.org/gb/Main/News/_articles/64.html

Download:

ftp://ftp.ussg.iu.edu/pub/linux/Elive/.Hagquac4O3/Elive_1.0_Gem.iso

Sem comentáriosPostado 6 de julho de 2007 às 16h02 por Júlio César Bessa Monqueiro

Dell também venderá produtos na Ásia

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 6 de julho de 2007 às 15h49

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A Dell revelou que seu mercado se expandirá para níveis globais, afirmou a empresa recentemente. Enquanto o fabricante de PCs quebrou sua tradição de vendas diretas oferecendo produtos para as redes Wal-Mart e Sam's Club nos Estados Unidos, agora é esperado que as vendas também se expandam através de revendedores pela Ásia, incluindo o 'quartel general' da Dell em Singapura, bem como em outros países. A decisão foi baseada no fato que a área representa um potencial gigante em termos de compras de produtos tecnológicos. Será vendidos modelos dos mais baratos aos mais 'elites', como os desktops Inspiron e notebooks 1x20.

A empresa não fez uma confirmação de quando cada mercado obteria as novas máquinas, e sim que a chegada de seus computadores dependeria de negociações com redes de varejo bem como países individualmente sendo alguns mais prováveis de aceitar propostas, disse a Dell. Vendas em lojas da China, Japão e Coréia não foram anunciadas, pois estes países possuem outras divisões da marca em negociações.

Veja mais em:

http://www.electronista.com/articles/07/07/05/dell.reaching.asian.shops/

Sem comentáriosPostado 6 de julho de 2007 às 15h49 por Júlio César Bessa Monqueiro

Apple planeja adicionar suporte ao Flash no iPhone

Por Júlio César Bessa Monqueiro em 6 de julho de 2007 às 15h38

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A Apple planeja adicionar o suporte ao Adobe Flash no iPhone em pouco tempo, disse Walt Mossberg do Wall Street Journal. O colunista de tecnologia reporta que a Apple já planeja lançar uma atualização para o telefone num futuro próximo, adicionando assim maior funcionalidade ao Safari, permitindo então que vários sites de vídeo na web e outras páginas que usem animação ou interfaces em Flash funcionem corretamente. Ainda não foi divulgado nenhum intervalo de tempo, mas a atualização está prevista para poucos meses, disse Mossberg.

A ausência do plugin não foi explicado pela Apple ou Adobe, mas é acreditado que tenha se originado pela necessidade de uma revisão do código para a interface do iPhone e para aumentar a performance no ambiente do dispositivo. A integração do YouTube deve-se à uma personalização que roda os vídeos na codificação H.264, na linguagem brasileira, uma "gambiarra" para fazer a febre mundial rodar na outra febre.

A Apple mantém ainda em segredo detalhes sobre as atualizações do telefone, mas também há uma outra prometida para integração total com o Exchange e outras adições para ambientes corporativos.

Veja mais em:

http://www.electronista.com/articles/07/07/05/wsj.on.iphone.flash/

Sem comentáriosPostado 6 de julho de 2007 às 15h38 por Júlio César Bessa Monqueiro