Notícias do mês de Junho de 2007
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NoMachine anuncia novo NX 3.0
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 22 de junho de 2007 às 10h59
0A NoMachine lançou uma nova versão de seu software de acesso remoto para clientes leves e outros dispositivos que rodam aplicativos remotamente em redes não muito rápidas. O NX 3.0 adiciona novas opções de conexões, perfil para cada usuário, suporte para x86_64, e encriptação mais avançada.
Para quem não se lembra da definição do NX Server, veja um trecho do artigo "Instalando o NX Server, versão gratuita", de Carlos E. Morimoto (http://www.hardware.com.br/artigos/instalando-nx-server-versao-gratuita/):
"O NX Server é uma espécie de sucessor do VNC. Ele é mais prático de usar e utiliza um sistema mais inteligente de compressão dos dados. Ao invés de simplesmente tirar screenshots da tela e comprimir as imagens, como faz o VNC, ele abre uma sessão remota do X (como ao usar o XDMCP, que veremos a seguir), onde são transmitidas as instruções e os pixmaps usados para montar a tela que será exibida no cliente. Esses dados são compactados usando um algoritmo próprio (mais eficiente que sistemas tradicionais de compressão de dados, como o Zlib) e encriptados usando o SSH, o que torna o NX mais rápido e mais seguro que o VNC, tanto em links lentos (sobretudo conexões via ADSL ou modem) quanto em redes locais, onde banda não é problema.
Assim como no VNC, o NX exibe uma janela contendo um desktop do servidor. O tamanho da janela é ajustável e cada sessão é independente, permitindo que dezenas de clientes (Linux ou Windows) se conectem ao mesmo servidor Linux."
Os novos recursos do NX 3.0 estão listados no site da NoMachine, entre eles: compartilhamento de desktop, suporte à perfis por servidor e por usuário, escala de tela, suporte completo à x86_64, encriptação completa, e suporte à Windows Vista.
O NX 3.0 está disponível para download, na versão GPL e comercial. A versão servidor suporta Linux e Solaris, enquanto o cliente Windows, Mac, Linux e Solaris.
Veja mais em:
http://www.nomachine.com/news-read.php?idnews=194
Sem comentáriosPostado 22 de junho de 2007 às 10h59 por Júlio César Bessa Monqueiro
Nvidia anuncia a nova linha de processadores gráficos Tesla
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 21 de junho de 2007 às 14h12
0A Nvidia anunciou o Tesla, a terceira linha de placas gráficas, considerando as atuais GeForce e Quadro. A empresa desenvolverá o Tesla para o mercado de "supercomputadores", usando todo o poder gráfico existente.
O núcleo do Tesla será baseado na série GeForce 8, bem como o layout e componentes da Quadro FX 5600 com 1.5 GB de memória (no Tesla, 1.35 GB). A diferença mais brutal das FX5600 e o Tesla estará no fato da última focar em dispositivos de alta tecnologia, aumentando o clock da mesma.
Enquanto a atual frequência do Tesla continua não divulgada, a Nvidia disse que seu processador gráfico, em termos de potência, terá o mesmo desempenho que 40 processadores x86 combinados. Em adição à performance, a eficiência também será algo investido: enquanto o consumo total de uma Tesla é de 970 Watts, o de 40 processadores x86 de baixa potência é de 1600 Watts. O Tesla terá um ponto flutuante similar aos 15 computadores mais rápidos do mundo, listados no "Top 500 Supercomputer list".
Veja mais em:
http://www.tgdaily.com/content/view/32557/135/
Sem comentáriosPostado 21 de junho de 2007 às 14h12 por Júlio César Bessa Monqueiro
Creative lança novo player ZEN Stone Plus
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 21 de junho de 2007 às 13h57
0A Creative anunciou o novo player da sua série, o ZEN Stone MP3 Plus, um poderoso de 2GB com rádio FM, relógio, gravação de voz, entre outros. A empresa, que também criou um sistema de auto-falantes especiais para o produto, afirma que o ZEN suporte um número aproximado de 1000 músicas e que a bateria possui vida útil de 9,5 horas. Disponível em seis cores, o formato dele é designado para ser confortável às mãos. Juntamente, foi anunciado um acessório de 30 dólares com a função de uma pulseira, servindo assim como relógio também.
O Creative TravelSound é um conjunto de caixas opcionais para o aparelho, possuindo um visual bem interessante, que funciona com pilhas AAA e autonomia de 20 horas, e, segundo o site, com uma excelente qualidade de som. Interessante que o visual arredondado da caixa e do player deixam o aparelho da Creative com um visual bem diferente dos outros.
O ZEN Stone Plus estará disponível por enquanto em Singapura, por 100 dólares, obviamente chegando ainda este ano para vários países. As caixas estarão à venda somente em julho, por 70 dólares.

Veja mais em:
http://www.electronista.com/articles/07/06/21/zen.stone.mp3.plus.player/
Sem comentáriosPostado 21 de junho de 2007 às 13h57 por Júlio César Bessa Monqueiro
Mais planos para o Ubuntu 7.10
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 21 de junho de 2007 às 13h12
0Mais planos para o desenvolviemnto do Ubuntu 7.10 (Gutsy Gibbon) foram anunciados na lista de email. Programado para lançamento em outubro deste ano, o Gutsy terá kernel 2.6.22, GNOME 2.20, e Xorg 7.3. O Kubuntu terá o KDE 3.5.7 com pacotes opcionais para o KDE 4.0RC2. A edição para servidores terá algumas adições, como o framework de segurança Novell AppArmor.
Juntamente com o Ubuntu 7.10 virá a versão completa para dispositivos móveis e embarcados feitos com componentes da interface Hildon, usado nos tablets da Nokia, série N800. Esta versão será prioritariamente feita para produtos da Intel. O Gutsy também irá ser a primeira a ter por padrão o Compiz Fusion, resultado da fusão entre o Beryl e o Compiz.
O Xorg 7.3 terá incluso o RandR 1.2, que deixará as configurações do mesmo muito mais fácil de se mexer, vindo também no Ubuntu um utilitário gráfico para configuração de dois monitores em um PC, usando até várias placas de vídeo.
O "Tribe 1", a primeira versão de desenvolvimento, foi lançada dia 7 de junho, sendo a Tribe 2 programada para lançamento somente após o próximo congelamento de pacotes importados do Debian. As versões canditadas à final estarão provavelmente disponíveis no começo de outubro, enquanto a final está planejada para o dia 18 de outubro.
Favorecido por empresas como Intel e Dell, o Ubuntu está se tornando uma das mais importantes distribuições Linux. Com a adição da versão para portáteis e embarcados, provavelmente ele se expandirá mais ainda.
Veja mais em:
http://arstechnica.com/news.ars/post/20070620-plans-for-ubuntu-7-10-gutsy-gibbon-revealed.html
Sem comentáriosPostado 21 de junho de 2007 às 13h12 por Júlio César Bessa Monqueiro
Análise sobre oito placas-mãe de chipset P35
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 20 de junho de 2007 às 15h28
0O chipset P35 da Intel foi criado com a intenção de ser uma ponte entre as tecnologias DDR2 e DDR3, suportando seus processadores FSB1333 com os dois tipos de memória, dependendo obviamente dos slots disponibilizados pela sua placa-mãe. A grande maioria vem com suporte para as duas.
Analisando toda a diferença entre as DDR2 de baixa latência e as DDR3 que atualmente temos no mercado, o site Tom's hardware publicou uma análise comparando oito placas-mãe de chipset P35 sob memória DDR2, que estão mais consolidadas e, em alguns casos, possuem desempenho até semelhante ás DDr3.
A análise possui 21 páginas, dividas entre os seguintes conteúdos:


Veja mais em:
http://www.tomshardware.com/2007/06/19/eight_p35-ddr2_motherboards_compared/
Sem comentáriosPostado 20 de junho de 2007 às 15h28 por Júlio César Bessa Monqueiro
Gefen também lança hub USB sem fio
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 20 de junho de 2007 às 15h00
0No dia 03/04, foi publicado aqui no GDH o primeiro hub USB produzido comercialmente, da Icron. Veja um trecho:
A Icron Technologies anunciou a produção do primeiro hub USB wireless pelo padrão WiFi 802.11g. O WiRanger possui 4 portas com suporte plug-and-play, conectando qualquer dispositivo em um raio limpo de 30 metros, incluindo impressoras, scanners, HDs externos, MP3 players e outros, numa taxa de 54 Mb/s.
A Gefen também lançou outro extensor wireless USB 2.0 baseando-se na tecnologia ExtemeUSB, o que permite a conexão numa interface USB 1.1 ou 2.0 em até 30 metros de alcance. O adaptador baseado no padrão 802.11g roda em Mac OS, Windows e Linux, e consiste numa espécie de "transponder" sem fio que conecta uma das portas USB do host a 4 portas do hub via WiFi, servindo os equipamentos conectados.
Ele atinge uma taxa de transferência de 70 Mbps, e o preço está na faixa dos 400 dólares. Mais uma boa notícia, pois a concorrência de hubs sem fios acabam por baratear e melhorar a tecnologia.

Veja mais em:
http://www.electronista.com/articles/07/06/19/wireless.usb.adapter/
Sem comentáriosPostado 20 de junho de 2007 às 15h00 por Júlio César Bessa Monqueiro
Mais informações sobre o futuro HSPDA da Palm
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 20 de junho de 2007 às 14h30
0Informações sobre o novo PDA da Palm continuam vazando na Internet. Com um visual diferente dos outros produtos da linha, o apelidado de "Gandalf" será um HSPDA com compatibilidade 3G e Bluetooth 2.0, e terá duas versões distintas: uma com Windows Mobile 6 e outra alternativa sem touchscreen, rodando a nova "encarnação" do Aplm OS, além de um número bem variado de cores.
Ele possui peso massa de 135g, medindo 117 x 65 x 13.8 mm, fazendo com que o novo Treo tenha 8 mm a menos de espessura do que seu antecessor 750. A tela, tanto na versão touchsreen como na básica, possui resolução QVGA e 2,4 polegadas, com 65 mil cores; memória interna de 256 MB de 64 MB de RAM. Opcionalmente, ele vem com fone Bluetooth estéreo, além de uma câmera de 2.0 Megapixels embutida, transformando o aparelho num "centro de entretenimento" também :-)

Veja mais em:
http://www.slashphone.com/73/7539.html
Sem comentáriosPostado 20 de junho de 2007 às 14h30 por Júlio César Bessa Monqueiro
Microsoft: Ubuntu e Red Hat dizem não à parceria
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 19 de junho de 2007 às 14h49
0Depois de fisgar a Linspire, Xandros e Novell, a Microsoft também tentou acordo com a Red Hat e o Ubuntu. Nesses dois últimos, nada de "blábláblá". Segundo Mark Shuttleworth, "a Canonical não está interessada em parcerias com a Microsoft".
A Canonical admite que um acordo não pode ser feito pois a Microsoft não tem como provar as tais patentes que ela diz infringir sua marca. "Nós discordamos em discutir qualquer acordo com a Microsoft sobre o assunto de patentes não especificadas.", disse ainda Mark.
Shuttleworth disse que apóia um comite para a interoperabilidade entre Linux e Windows, e acredita que o Ubuntu irá se beneficiar com qualquer investimento feito neste sentido pela Microsoft e parceiros, e que se o código for livre, sem dúvida será incluído no Ubuntu.
Como disse na outra notícia a MS continua comendo pelas bordas, e para o Ubuntu e Red Hat ainda não foi dessa vez. Esta última conforme a IDG Now!, disse que o sentimento, no entanto, não é o mesmo por parte da Red Hat, que afirma com vigor que não está interessada em nenhum acordo deste tipo. "Nós continuamos a acreditar que o código aberto e a inovação não devem ser objeto de uma taxação sem fundamento que ainda carece de transparência", afirmou a porta-voz Leigh Day.
Eu ainda recomendo a todos a leitura da lenda sobre o cavalo de Tróia...
Veja mais em:
http://www.dailytech.com/article.aspx?newsid=7730
Sem comentáriosPostado 19 de junho de 2007 às 14h49 por Júlio César Bessa Monqueiro
Análise sobre o PC-BSD: veja a outra face do software livre
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 19 de junho de 2007 às 13h42
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O site Ars Technica publicou uma análise sobre o PC-BSD, alegando o fato de pouca gente conhecer um outro mundo do software livre. O PC-BSD não é uma distribuição Linux, porém, é baseada no FreeBSD, uma das distros BSD mais usadas no mundo. Assim como no Linux, ela implantou certos recursos num caminho que a diferencia dos "concorrentes", e o Ars foca nisso, testando o sistema e dando uma idéia do que o PC-BSD é capaz.
Primeiramente, um grande foco do PC-BSD é ser um Unix agradável ao usuário. Várias distros Linux possuem um objetivo similar para chegar nisso em caminhos diferentes, e o PC-BSD, segundo o site, vai além desses caminhos. Os desenvolvedores do PC-BSD fizeram grande esforço para tornar a migração de quem vem do Windows o mais fácil possível.
A versão testada é a PC-BSD 1.3, baseada no FreeBSD 6.1, com X.org 6.9, KDE 3.5.5, sem últimas versões em aplicativos. Dá para se perceber nisso que o foco dessa distribuição é ser extremamente estável, segura e confiável.
Veja a análise completa em:
http://arstechnica.com/reviews/os/pc-bsd-a-24-hour-test-drive.ars
Sem comentáriosPostado 19 de junho de 2007 às 13h42 por Júlio César Bessa Monqueiro
Remasterizando o Ubuntu 6.10/7.04
Por Júlio César Bessa Monqueiro em 19 de junho de 2007 às 13h32
0Marcello Salgueiro publicou recentemente no site Viva o Linux um tutorial sobre remasterização do Ubuntu, versão 6.10 e 7.04. Sabemos que, não só para uso pessoal, mas principalmente empresarial, a personalização de uma distribuição é algo, muitas vezes, essencial. Um exemplo, é a implantação do Ubuntu num laboratório de informática, onde será feita uma série de modificações em todos os desktops. Com a remasterização de uma das distribuições mais usadas no mundo, fica fácil fazer a distro do jeito que você quer ou sua instituição precisa. Confira a introdução:
"Bem galerinha, já que aqui no VOL não há nenhum tutorial ensinando como customizar essa distro, aí vai um pra ajudar quem queira um Ubuntu personalizado. É muito simples, não tem muito mistério.
Serão necessários pelo menos 3.5GB de espaço em seu disco. Verificado isso, vamos a instalação de pacotes necessários para a customização.
O primeiro pacote é o squashfs-tools (que é o sistema de arquivos do Ubuntu), veremos sobre ele um pouco mais para frente! =)
O segundo pacote é o mkisofs (usaremos ele para criar a imagem ISO da nossa distro-personalite).
O terceiro pacote é opcional, somente para verificar se a nossa distro está funcionando sem colocarmos no CD. Ele irá emular a nossa distro no nosso próprio sistema que estamos rodando. =) Quase esquecendo o nome do pacote, ele se chama qemu. "
Veja mais em:
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6501&pagina=1
Sem comentáriosPostado 19 de junho de 2007 às 13h32 por Júlio César Bessa Monqueiro

