Notícias do mês de Junho de 2006
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Kurumin 6.1 alpha2
Por Carlos E. Morimoto em 30 de junho de 2006 às 09h01
0O Kurumin 6.1 alpha 2 está disponível. Por enquanto ainda estou usando o Kernel 2.6.14, mas foi feito um conjunto de atualizações para deixar o sistema mais "redondo" ao instalar o Kernel 2.6.17 do Kano (veja a dica no: http://www.hardware.com.br/dicas/atualizando-kernel-Kurumin.html), que será adotado nas próximas versões. Os scripts do udev que detectam o pendrive foram corrigidos e foi adicionado um novo script que dá suporte aos leitores de cartões incluídos em muitos notebooks (no 2.6.17), entre várias outras atualizações.
Fiz algumas atualizações nos scripts de configuração de placas wireless e softmodems. Adicionei opções para usar WPA em placas ralink e para usar softmodems Via. Correções nos scripts para modems Intel AC97 e Ati IXP e correções no suporte a modems PC-Tel PCI, com a contribuição do Julio Bessa.
Esta versão já acompanha a nova e problemática versão do Cups. Consegui deixar o suporte a impressão funcionando corretamente depois de alguns ajustes, mas algumas arestas ainda persistem. A principal delas é que o Cups fica disponivel para impressão apenas quando alguma impressora está efetivamente instalada e a opção para adicionar impressora local no kaddprinterwizard fica disponível apenas caso o udev tenha detectado e criado corretamente a porta para a impressora. Ou seja, não é possível instalar uma impressora indicando a porta manualmente, ou instalar uma impressora de teste. É necessário ter uma impressora real conectada, ou uma impressora disponível na rede.
O ISO está disponível no:
ftp://ftp.las.ic.unicamp.br/pub/Kurumin/
http://fisica.ufpr.br/kurumin/
md5sum: 14bf377579ab44a8dba5d04c6ec00022 Kurumin-6.1-alpha2.iso
Sem comentáriosPostado 30 de junho de 2006 às 09h01 por Carlos E. Morimoto
Governo anuncia oficialmente padrão japonês de TV digital
Por Pedro Axelrud em 30 de junho de 2006 às 02h44
0"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quinta-feira decreto que adota tecnologia japonesa como base para o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTV-D).
O texto dá um prazo de 10 anos para que as emissoras de televisão do país passem a transmitir toda a sua programação pelo sistema digital.
Segundo estimativas do governo federal, os negócios envolvendo a entrada da TV digital chegarão a 100 bilhões de reais em 15 a 20 anos. O sistema possibilita a liberação de frequências hoje utilizadas por transmissões analógicas. Além disso, a tecnologia promete imagem melhor, mobilidade (pode-se colocar uma televisão em veículos em movimento) e interatividade (telespectador pode participar de programas).
O decreto foi assinado em presença do ministro do Interior e das Comunicações do Japão, Heizo Takenaka, e de uma delegação de empresários japoneses. Além disso, o ministro das Comunicações do Brasil, Hélio Costa, assinou com seu colega japonês um acordo de transferência de tecnologias.
O decreto não faz referências à construção de uma fábrica de semicondutores no país, mas o governo ainda negocia o assunto com o Japão, informou uma fonte do Palácio do Planalto.
"(O sistema) nós próximos 10 anos vai revolucionar não apenas a TV brasileira, mas a relação da sociedade com a informação no sentido mais amplo", disse Lula durante a cerimônia de assinatura do decreto, que precisou de meses de estudos e discussões pelo governo.
O decreto dá prazo de 7 anos para a cobertura nacional de sinais digitais de TV e 10 anos para que toda a programação das emissoras do país seja feita pelo sistema digital.
"(O sistema) será também um grande vetor de desenvolvimento, geração de emprego e ampliação de renda, com benefícios a todos os setores da sociedade", acrescentou Lula, prevendo que "não está longe o dia em que o brasileiro poderá fazer uma consulta médica pela televisão".
O presidente da Gradiente, Eugênio Staub, afirmou durante a cerimônia que dentro de 12 a 15 meses entrarão no mercado os primeiros equipamentos compatíveis com a tecnologia de TV digital.
Na avaliação de Costa, o preço dos conversores de sinais digitais de TV para o sistema analógico dos televisores atuais ficará entre 100 e 200 reais.
DESDE FINAL DE 2003
O Japão iniciou suas transmissões digitais terrestres em dezembro de 2003. Atualmente, seis em cada 10 residências do país têm aparelhos de TV capazes de receber o serviço. Lá, as transmissões de sinais analógicos de TV devem acabar em julho de 2011.
Em abril deste ano, as emissoras japonesas lançaram serviços digitais direcionados celulares e sistemas de navegação instalados em automóveis, o que permite que os usuários vejam partidas de futebol e notícias em trânsito.
Uma vez que um sintonizador digital que equipa estes dispositivos custa somente de 2.000 a 3.000 ienes (17 a 26 dólares), espera-se um crescimento no número de aparelhos eletrônicos portáteis que sejam capazes de sintonizar TV digital.
Enquanto o padrão japonês permite que emissoras ofereçam serviços digitais para televisores e também para aparelhos portáteis com um único conjunto de equipamentos, o formato europeu, importante rival da tecnologia asiática, precisa de dois diferentes conjuntos de dispositivos para alcançar esses públicos. Essa característica ajudou o Japão a obter o acordo, afirmou um representante do governo do Japão.
A decisão brasileira deve dar aos fabricantes japoneses de TVs e de equipamentos de transmissão de conteúdo, como Sony, Toshiba e NEC Corp. uma vantagem sobre rivais internacionais presentes no país."
Fonte: Info Exame
Sem comentáriosPostado 30 de junho de 2006 às 02h44 por Pedro Axelrud
Google Checkout
Por Pedro Axelrud em 30 de junho de 2006 às 02h33
0"O Google lançou ontem sua ferramenta de pagamento para concorrer com o Paypal, chamado Google Checkout. Na verdade o Google com isso passa a participar diretamente em pagamentos. Por enquanto só é possível pagar por mercadorias ou serviços, ao passo que o Paypal permite o envio de fundos para outros usuários. De qualquer maneira, o sistema promete uma forma de pagamento mais simples e já oferece o serviço com vários grandes sites. Para quem está interessado em integrar o sistema de vendas ao seu site, há 3 possibilidades, desde uma bastante simples até integração completa com carrinhos de compras."
Fonte: Meio Bit
Sem comentáriosPostado 30 de junho de 2006 às 02h33 por Pedro Axelrud
Skype 1.3 para Linux
Por Pedro Axelrud em 30 de junho de 2006 às 02h29
0Foi liberada para download a versão 1.3 Beta do Skype, ela traz algumas melhorias, entre elas a principal é que nessa versão ele passar a usar o Alsa e não mais o OSS, isso permite com que você execute outra aplicações que utilizem o som enquanto usa o skype.
Clique aqui para efetuar o download da versão 1.3 Beta.
Sem comentáriosPostado 30 de junho de 2006 às 02h29 por Pedro Axelrud
Sony Vaio UX90 - UMPC baseado em memória flash
Por Pedro Axelrud em 28 de junho de 2006 às 00h50
0O Sony UX-90 é um UMPC baseado em memória flash. Você deve ter reconhecido a semelhança dele com o UX90S, porém ele ganhou um silencioso SSD de 16GB ao invez do um HD de 20GB do UX50. O SSD trouxe um aumento de 6x na velocidade dele e uma diminuição de 13% do peso. O peso dele passou de 520 gramas para incriveis 489 gramas.
Além disso ele ganhou um receptor de televisão digital. Sem contar os recursos que os modelos anteriores já tinham: Display de 1024x600 c/ XBrite, teclado deslizante, 3 portas USB 2.0, Bluetooth, Firewire, Webcam embutida e leitor de impressões digitais. Você pode escolher entre um processador Intel Core Solo U1300, U1400 ou Celeron M 423, com 512MB de RAM e Windows XP Home ou Professional (como é um computador completo, pode rodar Linux :)
O único problema é o preço, US$ 1800 no Japão.
Sem comentáriosPostado 28 de junho de 2006 às 00h50 por Pedro Axelrud
Comunidade livre reconquista os access points Linksys WRT54G
Por Pedro Axelrud em 28 de junho de 2006 às 00h19
0"Como previsto, a comunidade open source encontrou uma forma de converter os modelos de access points e roteadores WRT54G baseados no VXWorks para também rodarem Linux, como faziam os modelos das 4 gerações anteriores do produto. O processo não requer alteração no hardware e instala a distribuição DD-WRT micro." Veja o texto completo em NewsForge | Linux hackers re-claim the Linksys WRT54G.
Fonte: Br-Linux
Sem comentáriosPostado 28 de junho de 2006 às 00h19 por Pedro Axelrud
Lançada a primeira edição do GIMPZINE
Por Autor Orig. em 27 de junho de 2006 às 13h32
0É com grande satisfação que anunciamos o lançamento da Edição de nº 0 do GIMPZINE. O fanzine brasileiro sobre Gimp
Agora contamos com mais uma forma de nos aprofundar na exelente ferramenta gráfica para manipulação de imagens que é o Gimp.
Nesta edição podemos conferir :
-Análises de ferramentas e plugins
-Tutorial de colorização digital
-Tutorial de webdesign
-Entrevista com tradutor e desenvolvedor do Gimp
-Galeria de imagens
-Dicas

O Zine pode ser baixado no site: www.ogimp.com.br/zine
Sem comentáriosPostado 27 de junho de 2006 às 13h32 por Autor Orig.
KELIX - Kit Escola Livre
Por Marcos Cortez em 26 de junho de 2006 às 23h50
0O KELIX, Kit Escola Livre é um remaster do Kurumin, este desenvolvido dentro da Universidade de Passo Fundo - RS, para iniciativas de inclusão digital usando o LTSP.
A Universidade tem cerca de 23.000 alunos e atende a região norte do RS, com 6 campus e diversos projetos de telecentros e um grupo de pesquisa em inclusão digital.
Site do projeto: http://www.kelix.upf.br
Veja uma entrevista com Amilton Martins, mantenedor da distribuição.
GdH - Fale um pouco mais sobre o projeto. De onde surgiu a idéia, e qual é o público alvo.
Amilton Martins - O Kelix - Kit Escola Livre foi desenvolvido por alunos e professores da Universidade de Passo Fundo com o objetivo de atender a demanda de software educacional para o Mutirão pela Inclusão Digital, projeto de filantropia que atende de forma muito objetiva a grupos excluídos da Sociedade da Informação, trazendo através das redes de comunicação uma nova visão de inclusão digital, baseada na criatividade, experimentação e protagonismo. O público alvo são escolas, telecentros, professores, formadores de opinião que de alguma forma fazem a diferença na sociedade civil, melhorando as condições de educação e liberdade de uso (e conseqüentemente criação) de softwares e conhecimento.
GdH - Quais são os principais recursos já incluídos, e o que pretende adicionar para as próximas versões?
Amilton Martins - Desde a primeira versão funcional, buscamos aliar uma distro redonda e bem acabada - nesse caso o Kurumin Linux - ao acesso rápido e simplificado a softwares de cunho educacional onde prevaleça o exercício da inteligência, raciocínio, autoria e não a replicação de práticas comumente realizadas em salas de aula, fugindo das "aulas de informática". Nesse âmbito, foram adicionados softwares do kdeedu, gnome e outros ambientes independentes que atendam ao requisito de serem "livres e pela liberdade". No FISL 7.0 encontramos muitos outros softwares feitos por freelancers ou universidades de forma isolada e queremos agregar a um repositório de softwares livres de apoio a educação e iniciativas de inclusão digital.
GdH - Onde ele está sendo usado? Fale um pouco mais sobre o perfil dos usuários atuais.
Amilton Martins - Atualmente temos usuários isolados, professores (entusiastas usando em suas casas e micros) e 4 telecentros usando micros doados para montar laboratórios com o LTSP, além do FISL onde distribuímos 100 mídias para instituições de ensino e interessados em telecentros.
Estamos participando de um projeto do MCT e da Prefeitura Municipal de Passo Fundo onde serão instalados 100 micros com o Kelix para laboratórios de escolas municipais.
GdH - Se alguém pretendesse começar um projeto semelhante hoje, em alguma outra parte do mundo, quais dicas e recomendações você daria a ele?
Amilton Martins - Agregar é a palavra. Existem muitas soluções incompletas, independentes e desconhecidas entre si para resolver o mesmo problema, isso parece ser uma característica na ânsia pelo desenvolvimento de software livre, mas precisamos aprender a colaborar com projetos existentes, unir esforços e quem sabe fazer de 10 meias-soluções pelo menos umas 2 soluções diferentes - pois convergência total é monopólio :-) - viva a diversidade, mas é preciso alinhar
projetos e agregar ... sempre.
GdH - Se você pudesse voltar no tempo, até a época em que o projeto foi iniciado, existe alguma coisa que faria diferente?
Amilton Martins - Descentralizar algumas tarefas ... no mais estamos no caminho e faríamos (aí falo pelo grupo) tudo de novo, quantas vezes for preciso. O mágico é ver o sorriso de quem só tem mais a esperança, isso é milhões de vezes mais gratificante que qualquer retorno financeiro, ver crianças brilharem os olhos me faz lembrar de minha infância e das chances que tive e muitas dessas crianças talvez não tenham, mas estamos trabalhando por isso, para mudar essa realidade.
GdH - Você acredita que as iniciativas de inclusão digital por parte das esferas governamentais estão funcionando? E o que você acredita que deve ser melhorado?
Amilton Martins - De certa forma sim, elas chegam ao finalmente, atendem os excluídos ... mas não chegam a incluir.
O problema é que a visão de inclusão digital que temos é dar laboratórios e cursinhos de software. Essa é somente uma fase do processo - a infra-estrutura.
Incluir (conforme o ex-presidente do ITI - Sérgio Amadeu) é um processo de tornar comum o uso de ferramentas tecnológicas e fazer disso a sua condição natural de vivência, como pesquisar e compor documentos para web, criar um blog, comunicar-se por emails com pessoas que jamais viu pessoalmente, fazer parte da cibercultura como membro ativo e criativo da Sociedade da Informação ... e disso estamos longe.
Essa é uma questão de falta de acesso sim, mas acesso movido pela cultura de autonomia, de pesquisa e de produção e infelizmente ainda aprendemos na escola a reproduzir e ser passivo.
Estamos no rumo com certeza, mas a passos curtos, falta educação para gerar cultura, para gerar trabalho, para gerar renda, para gerar poder aquisitivo e garantir acesso livre aos recursos de produção e comunicação em rede.
Amilton Martins
Instituto de Ciências Exatas e Geociências
Universidade de Passo Fundo
Sem comentáriosPostado 26 de junho de 2006 às 23h50 por Marcos Cortez
Balanço da Plataforma BTX
Por Pedro Axelrud em 26 de junho de 2006 às 23h21
0O BTX é um padrão para placas-mãe que foi lançado há pouco mais de um ano pela Intel. O padrão traz, teoricamente, alguns benefícios entre eles um design que facilita a passagem do fluxo de ar, fazendo com que a refrigeração seja melhor.
Quando foi lançado, todos achavam que ele realmente traria muitas melhorias, o problema foi que as indústrias continuaram a produzir normalmente placas-mãe no formato ATX, sem diminuir o ritmo para começar a migrar para BTX. Hoje ainda são poucas as placas-mãe produzidas no formato BTX e já existe uma uma quantidade razoável de gabinetes nesse mesmo formato. O problema é que enquanto a indústria não começar a "empurrar" o padrão, todos continuarão a comprar placas ATX.
A Intel publicou um balanço da tecnologia. Os números são otimistas, segundo a empresa 24% dos computadores vendidos no primeiro semestre de 2006 foram BTX. A idéia é chegar a 36% até o final do ano. O que está acontecendo é que muitas montadoras de PCs já estão adotando o padrão, porém os números prevêem que somente 5% dos usuários que montarão seu próprio computador até o final do ano usarão o padrão BTX.
Os números já são bem interessantes em se tratando dos montadores de PCs baseados na plataforma Intel, 92% dos desktops da Dell, 98% dos Gateway e 65% dos Lenovo já estão saindo de fabrica no padrão BTX. A HP pretende adotar o padrão até 2007.
Sem comentáriosPostado 26 de junho de 2006 às 23h21 por Pedro Axelrud
Lançado o primeiro Beta do Flock
Por Pedro Axelrud em 26 de junho de 2006 às 00h44
0O Flock é um navegador, baseado no Mozilla, que tem muitos recursos multimidia. Ele tem uma boa integração com o Flickr e o Photobucket para compartilhar fotos photos, é possível também utilizar o recurso drag and drop (arrasta e soltar) para compartilha-las. Existe um sistema próprio para facilitar a postagem em blogs, compatível com a maioria dos sistemas de blog hoje disponíveis. Além disso o navegador tem um visual bem bonitinho, similar aos programas para Mac.
Saiu a primeira versão Beta do projeto (0.7), está disponível tanto para Linux quando para Mac e Windows.
Vale a pena conferir os seus recursos
Clique aqui para fazer o download.
Sem comentáriosPostado 26 de junho de 2006 às 00h44 por Pedro Axelrud



