Notícias do mês de Janeiro de 2006

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ReverseCool, nova tecnologia de produção de placas de vídeo

Por Luana Kohlrausch em 4 de janeiro de 2006 às 22h17

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A Asus anunciou recentemente uma inovação na fabricação de placas de vídeo. Eles inverteram o lado do GPU e memórias, colocando-os no lado oposto ao tradicional.

Isto traz algumas vantagens, como melhor dissipação de calor (ar quente tende a subir), e evita que a placa de vídeo acabe inutilizando o slot logo abaixo devido ao tamanho do dissipador de calor.

A Asus entitulou esta nova tecnologia de ReverseCool, e a primeira placa é a Extreme N6600TOP Silent , baseado no chip GeForce 6600, com interface PCI-Express, 256MB GDDR2 a 800MHz.

Este sistema parece muito eficiente, tanto que a Extreme N6600TOP Silent não vem equipada com cooler. Com o dissipador da placa no lado de cima e o ar quente subindo, todo o sistema de ventilação do gabinete ajuda a dissipar o calor e a "troca de calorias" é muito mais eficiente.

n6600

Sem comentáriosPostado 4 de janeiro de 2006 às 22h17 por Luana Kohlrausch

O que é um rootkit

Por Carlos E. Morimoto em 4 de janeiro de 2006 às 18h38

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Este artigo do IT-Observer contém uma explicação geral sobre a função e risco relacionado aos rootkits. É uma boa introdução sobre o assunto:

"Rootkits are Internet-based threats that have recently been discussed at great length, basically in the light of the fact that a large company distributed a rootkit with some of its products.

But, what exactly is a rootkit? Why are rootkits so dangerous? Is it true that they cannot be removed from systems? We are going to try to give answers to these questions and lay various myths to rest.

The word "rootkit" comes from the two words "root" and "kit". Root refers to the user with maximum rights in UNIX systems (this can be UNIX, AIX, Linux, etc.). This person is called the "super-user", the "administrator", or one of a host of other names. Specifically, it represents the highest level of authority present within a given IT system. On the other hand, the "kit" is a group of tools, so a rootkit is therefore a group of tools with a root category.

In practice, rootkits are programs which, once installed on a system, carry out the necessary modifications to be able to carry out the tasks programmed into them without being detected. "

http://www.it-observer.com/articles.php?id=1014

Leia também: Detectando Rootkits

1 comentárioPostado 4 de janeiro de 2006 às 18h38 por Carlos E. Morimoto

Progressos no suporte a NTFS no Linux

Por Carlos E. Morimoto em 4 de janeiro de 2006 às 11h38

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Embora devagar, o driver que oferece suporte a partições NTFS no Linux pouco a pouco vai evoluindo.

Na versão atual, incluída no Kernel 2.6.15 ja é possível montar as partições em modo leitura e escrita e modificar arquivos (já existentes) com uma razoável segurança. Porém, ainda não existe suporte a criação de novos arquivos, nem a remoção de arquivos já existentes:

"NTFS write support: NTFS finally implements write support so "vim /ntfs/foo.txt" works. You can write(2) to a file even beyond the end of the existing file. Resident non-resident files and are supported. Sparse files can also be written and holes will be filed appropriately. truncate(2), ftruncate(2) and open(2) with O_TRUNC flag also works. There're some limitations with heavily fragmented files which you won't be allowed to change. Also, notice that creation/deletion of files and directories is still not supported and mmap(2) based writes is still not complete (commit)"

Leia também: Acessando arquivos nas partições do Windows

Sem comentáriosPostado 4 de janeiro de 2006 às 11h38 por Carlos E. Morimoto

Reflexões sobre a 'comunidade' Linux Brasileira

Por Carlos E. Morimoto em 3 de janeiro de 2006 às 17h43

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É comum que ao ser postada uma notícia sobre um projeto ou desenvolvedor Brasileiro que ganha destaque, principalmente no exterior, surjam sempre uma série de ataques do tipo "fulano não fez nada demais". Um tópico que me chamou a atenção foi um post com a notícia da recomendação do Kurumin na Linux Magazine Americana que foi postado no Br-Linux, dando origem a uma das infinitas discussões do gênero.

O "vmedina" insistiu no seguinte ponto:

"Afinal, o Kurumin não é uma idéia original e sim uma derivação do Knoppix. Morimoto não fez tudo do zero e atuou na maior parte do tempo como organizador de uma compilação de programas em um cd pequeno. Claro que houve melhorias com scripts e etc., mas no fundo mesmo tudo já estava lá pronto para ser amarrado junto em um pacotão.

Aqui nem se vê menção ao Knoppix, e sim aos 400 scripts desenvolvidos e etc..

Será que é justo não mencionar o Knoppix? A comunidade do Kurumin se revolta a cada distro baseada, mesmo quando elas dizem que usaram o Kurumin, está cometendo essa injustiça com o projeto que fez o Kurumin existir?"

Como dizem, uma mentira dita várias vezes, acaba virando verdade, então antes que isso aconteça, resolvi publicar uma resposta a esse e outros ataques semelhantes:

A questão é que quando qualquer página é atualizada, o processo normal é que você vá adicionando texto novo e vá removendo textos antigos. No começo do projeto, tinham colocações em todo canto dizendo que era um live-cd derivado do Knoppix, que por sua vez é derivado do Debian, etc.

Hoje em dia eu acredito que isso já virou senso comum, todo mundo sabe que o Kurumin é derivado do Knoppix e do Debian e é elementar perceber isso pela própria estrutura do sistema. Na hora que você dá boot, está lá escrito "Init 2.x.xx KNOPPIX starting..." entre várias outras mensagens.

Quase todo live-cd é baseado direta ou indiretamente no Knoppix e todo mundo da área tecnica sabe disso. É mais relevante informar casos de live-cds que NAO são baseados nele, como o Slax.

Não faz sentido ficar toda hora martelando uma informação que todo mundo sabe. É muito mais útil para quem acessa a página enfatizar os recursos do sistema, o que ele traz de diferente, esse tipo de coisa.

Outra coisa que eu percebo é que existem umas duas centenas de distribuições derivados do Knoppix espalhadas pelo mundo. Cada uma tem seu público e as pessoas aceitam a coisa de forma pacífica e geralmente construtiva. Só aqui no Brasil é que existe essa mentalidade atrasada de ficar criticando (por desinformação ou mesmo por inveja) qualquer projeto que obtém destaque. Vejam os tópicos sobre o Kalango ou sobre o Pampa que foi postado recentemente.

Se alguém do Debian, do Knoppix, etc. não estão satisfeitos com o reconhecimento que recebem ou deixam de receber, eles mesmo comentariam sobre isso. Se não quisessem que seus pacotes fossem usados em outros projetos, não os disponibilizariam sob a GPL em primeiro lugar.

O mais interessante é que em geral os desenvolvedores apoiam novos projetos. Eu mesmo não acho ruim quando aproveitam os scripts e outras coisas do Kurumin em outras distribuições, muito pelo contrário.

Quem fica reclamando e atacando os outros é um publicozinho que não faz parte do desenvolvimento de nada, que apenas se informa sobre as coisas vagamente pelos sites de notícias, e que se acham em posição de ficar criticando projetos em desenvolvedores, como se soubessem o que estão falando. Já vi até gente reclamando que "o código fonte" dos scripts do Kurumin não estava disponível em lugar nenhum. Ora, quando alguém chega ao ponto de não conseguir achar o código fonte de um script, não merece comentários, devia mudar de área ;).

No "a comunidade do Kurumin se revolta a cada distro baseada" você está novamente se equivocando. Quem fica fazendo guerrinhas, criticando e falando besteiras é o mesmo público que citei acima, que muitas vezes nem usa o sistema, quanto mais tem qualquer participação no desenvolvimento.

Usando a pesquisa (do br-linux) você pode ver que praticamente qualquer figura conhecida já foi criticada com acusações infundadas durante a história do Br-Linux.

Já xingaram o Linus Torvalds, chamaram o Richard Stallman de porco e outras coisas do gênero, disseram que o Júlio César Neves só quer saber de ganhar dinheiro (num tópico sobre cursos dele em SP), só para citar três casos que lembro de cabeça. Seria importante começar a refletir sobre isso.

Sem comentáriosPostado 3 de janeiro de 2006 às 17h43 por Carlos E. Morimoto

Varejo amplia estoque de computador popular

Por Carlos Machado em 3 de janeiro de 2006 às 02h18

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Saldo de balanço do PC popular em 2005 foi extremamente bom, segundo varejistas com Carrefour, Magazine Luiza e outros. Esta venda também está incrementando as vendas dos lojistas e aumentando a participação do setor de informática em suas lojas.

"A forte procura pelo computador popular fez com que várias empresas do varejo repusessem o estoque neste fim de ano e reforçassem a programação de compras de microcomputadores para o ano de 2006."

O preço médio para o consumidor final deste produto é de R$1.250,00 graças a isenção de alguns impostos que incidem diretamente sobre o produto e parceria de financiamento com alguns bancos.

A matéria completa está no link abaixo.

Sem comentáriosPostado 3 de janeiro de 2006 às 02h18 por Carlos Machado

Console portátil com Linux

Por Carlos E. Morimoto em 2 de janeiro de 2006 às 16h38

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O GP2X é um gadged bastante interessante, que exibe vídeos, vários formatos de áudio e fotos e roda emuladores para vários consoles. Ele custa só US$ 179 e roda Linux, trazendo um processador ARM, 64 MB de RAM, tela de 320x240 e saída para TV. Ele usa um cartão SD como mídia de armazenamento e suporta a instalação de aplicativos, roms e emuladores adicionais. A idéia parece ser desenvolver uma plataforma aberta, que atraia desenvolvedores e propicie o aparecimento de uma grande quantidade de aplicativos para a plataforma, impulsionando as vendas.

Considerando o preço e as características técnicas, ele tem uma boa chance de fazer sucesso.

http://www.realtechnews.com/posts/2387

gp2x

Sem comentáriosPostado 2 de janeiro de 2006 às 16h38 por Carlos E. Morimoto

A origem de muitos dos problemas do Kurumin (humor)

Por Carlos E. Morimoto em 1 de janeiro de 2006 às 13h17

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Muita gente critica o Kurumin pelo número de pessoas com problemas "estranhos" ao usar o sistema. A questão é que muitos destes problemas são, digamos, problemas de "BIOS", causados por erros ou desatenção de quem está usando. O motivo deste tipo de "problema" não ser tão comum em outras distribuições é simplesmente o fato de elas não serem usadas por usuários iniciantes em tão larga escala como o Kurumin. Simplesmente pelo fato de serem "difíceis", o público alvo é filtrado, de forma que quem não tem um certo background não consegue usar o sistema e desiste.

Veja um exemplo do que estou falando (mensagem postada num fórum, depois que alguém sugeriu atualizar o pacote com os ícones mágicos para a versão mais recente):

"Aqui Tá Dando Isso:

kurumin@kurumin:~/a$ sudo dpkg -i --force-all incones-magicos.deb

dpkg: erro processando incones-magicos.deb (--install):

impossível acessar arquivo: No such file or directory

Erros foram encontrados durante processamento de:

incones-magicos.deb"

Algo similar está começando a ocorrer com o Ubuntu, que também está crescendo, conquistando inclusive muitos novos usuários, o que já começa a gerar "problemas" semelhantes:

"Galera, não consigo instalar usando o apt-get no ubuntu.

Veja o que acontece quando digito o comando.

root@ubuntu:/home/fred # apt-get install allien

Lendo Lista de Pacotes... Pronto

Construindo Árvore de Dependências... Pronto

E: Impossível achar pacote allien"

(o pacote se chama "alien)

Um detalhe é que esta mensagem foi postada com o título "Não consigo usar o apt-get no Ubuntu!", dando a entender que era um problema geral, como se o apt-get não estivesse instalando nada. Alguém que lesse sem conhecer o Ubuntu poderia ter a impressão de que ele tem problemas com o apt-get, o que naturalmente não é o caso.

Sem comentáriosPostado 1 de janeiro de 2006 às 13h17 por Carlos E. Morimoto