Índice das dicas
Gravando CDs via rede
Por Carlos E. Morimoto em 16 de agosto de 2006 às 23h00
0Uma vez configurado, ele oferece uma interface bem semelhante à outros programas de gravação. O usuário escolhe os arquivos e pastas que serão gravados, cria a imagem e inicia a gravação como faria em qualquer outro programa. O pulo do gato é que a gravação não é feita na máquina local, mas na máquina onde está o gravador. A transferência dos arquivos é feita de forma transparente através da rede. Tudo o que o usuário precisa fazer é ir até a máquina onde está o gravador para pegar o CD gravado.
O servidor deve obrigatoriamente rodar o Linux, mas os clientes podem rodar qualquer sistema operacional. É preciso apenas ter um navegador com suporte a Java, nada mais. É possível proteger o servidor com senhas (transmitidas através de uma conexão segura) e permissões de acesso. É uma solução ideal para ambientes onde os gravadores são escassos mas muita gente precisa usá-los. Sim, alguém poderia implantar isso no laboratório de informática da sua faculdade, talvez até mesmo no seu escritório não é mesmo? :-)
Além do WebCDcreator, existem várias formas de gravar CDs remotamente numa máquina Linux. A que costumo utilizar é criar a imagem do CD a ser gravado na máquina local (usando um programa de gravação qualquer), trasferí-lo para o servidor via FTP, me conectar a ele via SSH, abrir o XCDroast através da conexão SSH e finalmente gravar o CD.
Se o cliente fosse uma máquina Windows você poderia se conectar via telnet (ou via SSH mesmo, usando um dos clientes for Windows disponíveis) e abrir o XCDroast no servidor via VNC. Lembre-se que no Linux você pode abrir quantas instâncias do VNC for necessário e logar em cada uma com um usuário diferente se for preciso.
Você também poderia compartilhar uma pasta do micro local usando o compartilhamento de arquivos do Windows, Samba, NFS ou outro protocolo qualquer, jogar os arquivos a serem gravados nesta pasta, conectar-se ao servidor, montar a pasta e gravar o CD.
Enfim, as possibilidades são muitas. Assim como no caso dos arquivos e impressoras, só não compartilha o gravador quem não quer :-).
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16 de agosto de 2006 às 23h00


Comentários