Índice das dicas
Acompanhe por aqui as dicas do Hardware.com.br. As dicas são textos curtos, com de duas a três páginas, que contém alguma dica específica relacionada a Linux, Windows, redes, servidores, hardware ou outros temas dentro da área técnica. O tema pode ser a utilização básica de um programa, a instalação de uma distribuição, ensinar a resolver um problema ou instalar algum periférico difícil, por exemplo.
Apache: mod_cband e mod_speling
O mod_cband permite limitar o uso de banda ou o número de requisições simultâneas atendidas pelos sites hospedados no Apache. Como você pode imaginar, ele é extremamente popular em serviços de shared hosting, já que permite limitar o volume de banda utilizado por cada site (ou por cada usuário que acessa o servidor) e estabelecer quotas de tráfego. O speling é outro módulo útil e bastante usado. Ele tem a função de corrigir erros simples nos links digitados pelos usuários, encaminhando-os para a página com o nome mais similar, em vez de mostrar um erro 404.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 15h05
Correção de links e página 404 personalizada no Apache
O speling é outro módulo útil e bastante usado. Ele tem a função de corrigir erros simples nos links digitados pelos usuários, encaminhando-os para a página com o nome mais similar, em vez de mostrar um erro 404. Além de evitar a perda de algumas visitas, a correção automática das URLs ajuda a reduzir o volume de erros de indexação nos mecanismos de busca, causados por links externos apontando para páginas do site que não existemSem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 15h01
Solucionando problemas de charset no Apache
Um problema muito comum ao utilizar o Apache 2 sobre uma distribuição Linux recente é os caracteres acentuados das páginas hospedadas aparecerem trocados por interrogações, quadrados ou vírgulas em alguns navegadores.4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 14h58
Administração básica do MySQL
Existem muitas interfaces de administração para o MySQL, mas a forma mais elementar é usar o prompt de comando
3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 11 de novembro de 2010 às 14h55
Bloqueando ataques de SYN Flood
Um dos tipos mais comuns de ataque DoS e também um dos mais efetivos é o SYN Flood. Este tipo de ataque consiste em enviar um grande volume de pacotes SYN até o alvo, sem nunca efetivamente abrir a conexão. Como os pacotes SYN possuem alguns poucos bytes, o ataque pode ser feito mesmo a partir de uma conexão doméstica.4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 15h21
Backups automáticos em um servidor externo, via SSH
Outra boa opção para servidores seria salvar os backups em um servidor externo, de preferência um servidor remoto, situado em outro estado ou em outro país. Usar dois servidores em locais diferentes elimina a possibilidade de algum tipo de desastre (como um incêndio ou uma inundação) destruir tanto o servidor quanto os backups.3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 15h20
Backup do MySQL sem precisar parar o serviço
Em outra dica, sobre backup de servidores, mostrei como fazer um backup das bases de dados do MySQL salvando diretamente o conteúdo da pasta "/var/lib/mysql". O problema com essa abordagem é que cada vez que o script é executado o servidor MySQL ficará fora do ar durante alguns segundos (ou minutos). Se a base de dados é usada pelo site da sua empresa, por exemplo, ele ficará fora do ar até que o backup seja concluído e o servidor MySQL volte a ser iniciado. A segunda opção é fazer um backup online, sem parar o servidor. O utilitário mais simples (e provavelmente o mais usado) para isso é o mysqldump, que acompanha o pacote principal do MySQL.
3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 14h55
Servidores dedicados, não-dedicados e semi-dedicados, nos dias de hoje
Os servidores podem ser divididos em dois tipos. O primeiro é o servidor dedicado, uma máquina reservada, que executa suas funções em tempo integral. A segunda é o famoso servidor não-dedicado, que é uma máquina qualquer que acumula algumas funções de servidor, compartilhando arquivos, impressoras, ou mesmo rodando um pequeno servidor web para a rede interna.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 14h50
Por que usar partições separadas?
Ao instalar uma distribuição Linux, uma das principais decisões reside em simplesmente usar uma única partição para o sistema, ou usar partições separadas para os diretórios "/home", "/boot", "/var" e "/tmp".3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 14h47
Backup: escolhendo a mídia
Antigamente, as unidades de fita eram as mais utilizadas para backup de grandes volumes de dados. As principais vantagens das unidades de fita eram a grande capacidade, combinada com a boa confiabilidade e um custo por megabyte relativamente baixo. Temos aqui uma IBM 7329 SLR100, uma unidade SCSI antiga, que utiliza fitas de 50 GB, com um carregador automático com capacidade para 8 fitas, totalizando 400 GB. O "100" no nome indica a capacidade estimada levando em conta um fator de compressão de 2:1, que dependia dos tipos de arquivos incluídos no backup e que, naturalmente, nem sempre era atingido3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 14h46
Uma revisão sobre o TCP/IP
Todos os dados transmitidos através da Internet são agrupados em pacotes TCP que, que podem conter até 1460 bytes de dados. Além dos dados, cada pacote inclui 40 bytes adicionais, contendo o endereço IP de origem, endereço IP de destino, porta de origem, porta de destino, códigos de verificações, número do pacote, campo para inclusão de opções e assim por diante4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 14h44
Entendendo o urpmi
As distribuições baseadas em pacotes RPM, como o Red Hat e o Mandriva adquiriram uma certa má fama no passado, devido à falta de gerenciadores de pacotes inteligentes, que fossem capazes de solucionar dependências automaticamente, como no caso do apt-get. Entretanto, com o aparecimento do yum e do urpmi, isso deixou de ser problema. Existem diversos fatores técnicos que diferenciam o apt-get, o yum e o urpmi e é possível defender a supremacia de qualquer um deles sobre os outros baseado em algum fator isolado, mas na prática eles funcionam deforma muito similar. Já que estamos falando do Mandriva, vamos então a uma explicação mais detalhada sobre o urpmi.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 14h41
Adicionando repositórios extras no Mandriva
A principal deficiência do Mandriva Free é a ausência de muitos pacotes, considerados proprietários. Isso é de se esperar, já que a proposta da versão é justamente incluir apenas aplicativos livres. Entretanto, você pode solucionar isso de forma muito simples adicionando os repositórios do PLF, que inclui codecs, plugins, drivers e todos os demais pacotes que ficam de fora da distribuição oficial por questões de licenciamento.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 14h38
KDE4: kcontrol, systemsettings, konqueror e dolphin
No KDE 4 o Kcontrol foi substituído pelo systemsettings, o mesmo utilitário de configuração que já era utilizado no Kubuntu. Ele é na verdade um utilitário quase que completamente diferente, que oferece menos funções que o Kcontrol, mas em compensação oferece uma interface mais organizada. Outra mudança no KDE 4 é o uso do Dolphin como gerenciador de arquivos, no lugar do Konqueror. O Dolphin oferece uma interface mais simples e acesso mais fácil às funções para acesso a compartilhamentos de rede, mas em compensação não oferece muitos dos recursos disponíveis no Konqueror.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de novembro de 2010 às 14h35
Usando o rsync
O rsync é um grande aliado na hora de fazer backups ou quando é necessário sincronizar duas pastas com um grande volume de arquivos. Ele permite sincronizar o conteúdo de duas pastas, transferindo apenas as modificações. Ele não trabalha apenas comparando arquivo por arquivo, mas também comparando o conteúdo de cada um. Se apenas uma pequena parte do arquivo foi alterada, o rsync transferirá apenas ela, sem copiar novamente todo o arquivo.14 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 9 de novembro de 2010 às 16h14
Redes: entendendo o ICMP e o ARP
Além do TCP e do UDP, temos o ICMP (Internet Control Message Protocol), um protocolo de controle, que opera no nível 3 do modelo OSI (junto com o protocolo IP). Ao contrário do TCP e do UDP, o ICMP não é usado para a transmissão de dados, mas nem por isso deixa de desempenhar diversas funções importantes. A mais trivial delas é o ping, que usamos para verificar se uma determinada máquina está online.11 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 9 de novembro de 2010 às 16h12
Dual-Boot entre o Mandriva e o Windows
Instalar o Mandriva e o Windows XP ou Vista em dual-boot é bastante simples. A principal dica é instalar primeiro o Windows, criando uma partição no início do HD e deixando o restante do espaço sem particionar. Com o Windows instalado, faça a instalação do Mandriva da forma usual, criando as partições usado o espaço vago do HD.
11 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 9 de novembro de 2010 às 15h48
Redes: Frames e pacotes
Podemos dizer que a função de qualquer rede é simplesmente transportar informações de um ponto a outro. Pode ser entre dois micros ligados através de um simples cabo cross-over, ou pode ser entre dois servidores situados em dois continentes diferentes. Do ponto de vista do sistema operacional e dos aplicativos, não faz muita diferença.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 9 de novembro de 2010 às 15h45
HDs: NCQ, tempo de busca e MTBF
A grande maioria dos HDs SATA atuais suporta o NCQ, onde a controladora utiliza o tempo ocioso, entre uma leitura e outra, para estudar e reorganizar a ordem das leituras seguintes, de forma que elas possam ser executadas na ordem em que seja necessário o menor movimento possível dos discos. É como no caso de um ônibus, que precisa fazer um itinerário passando por diversos pontos da cidade. Com o NCQ o motorista tem autonomia para fazer alterações na rota, de acordo com as condições do trânsito, escolhendo a rota mais rápida.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de novembro de 2010 às 15h59
Mais uma introdução à virtualização
Este é um texto básico sobre virtualização, voltado para usuários que estão migrando para o Linux mas precisam de alguns aplicativos do Windows, ou vice-versa. Ele provavelmente não contém nenhum informação que você já não saiba, mas pode ser útil na hora de explicar o tema para algum amigo menos entendido :
7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de novembro de 2010 às 15h57
HDs: Medindo o desempenho
O desempenho do HD é determinado basicamente pela densidade dos discos, velocidade de rotação e, em menor grau, pelo tamanho do cache de leitura e suporte ao NCQ. Por ser um componente mecânico, não existe muito o que os fabricantes possam fazer para melhorar o desempenho de forma considerável sem mexer nesses fatores.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de novembro de 2010 às 15h53
Entendendo os HDs: mídia e correção de erros
A capacidade de um HD é determinada por basicamente dois fatores: a tecnologia utilizada, que determina sua densidade e o diâmetro dos discos, que determina a área útil de gravação. A densidade de gravação dos HDs tem aumentado de forma surpreendente, com a introdução de sucessivas novas técnicas de fabricação. Para você ter uma idéia, no IBM 350 os discos eram simplesmente pintados usando uma tinta especial contendo limalha de ferro, um processo bastante primitivo.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 19 de março de 2011 às 11h08
Remapeando teclas em notebooks
Se você usa um notebook, é bem provável que tenha vontade de trocar as funções de algumas das teclas do teclado. Em muitos notebooks da Acer, por exemplo, a tecla "/" é digitada pressionando "AltGr+Q" e a "?" pressionando "AltGr+W", o que não é nada prático. Existem ainda casos em que alguma das teclas não é reconhecida pelo sistema, ou que você deseja desativar alguma tecla específica (como o CapsLock) para evitar toques acidentais. No Linux isso pode ser feito usando o xmodmap, um pequeno utilitário de linha de comando que permite definir funções e remapear as teclas.
21 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de novembro de 2010 às 15h49
KVM over IP
Embora os servidores sejam quase sempre administrados remotamente, é comum que seja usado um KVM para permitir o acesso local aos servidores quando necessário. Um KVM é um chaveador, que permite que um único conjunto de teclado, mouse e monitor seja usado para controlar várias máquinas, chaveando entre elas conforme necessário.
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de novembro de 2010 às 15h46
Introdução ao SSH
O SSH é a ferramenta de acesso remota mais usada, não apenas no Linux, mas em sistemas Unix de forma geral. Ele permite acessar máquinas remotas de forma segura, permitindo inclusive executar aplicativos gráficos e transferir arquivos. O SSH pode ser usado também como meio de transporte para outros programas, como no caso do rsync, que veremos a seguir. Isso permite que você o utilize para fazer backup, criar túneis, ou até mesmo configurar VPNs.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de novembro de 2010 às 15h44
Introdução aos sistemas de virtualização
Com o lançamento de processadores cada vez mais rápidos e o uso de volumes cada vez maiores de memória RAM, passou a fazer cada vez mais sentido agrupar diversos servidores em uma única máquina, utilizando algum sistema de virtualização. A virtualização é obtida inserindo uma camada intermediária entre o sistema rodando dentro da máquina virtual e o hardware da máquina, simulando um computador completo. O software de virtualização fica então responsável por gerenciar todos os recursos do hardware, incluindo interrupções e endereços de memória, de forma que os sistemas dentro das máquinas virtuais (virtual machines, ou simplesmente VMs) possam trabalhar como se cada um tivesse uma máquina inteira reservada para si.
1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de novembro de 2010 às 15h41
Uma introdução ao openSUSE
A SuSE foi fundada em 1992, como uma empresa de consultoria especializada em Linux, que oferecia uma versão do Slackware traduzida para o alemão, além de suporte e serviços de personalização. Grande parte do trabalho dos primeiros anos se concentrou no desenvolvimento de um conjunto de ferramentas de configuração, que deram origem ao Yast (Yet another Setup Tool), cujas primeiras versões foram lançadas em 1994. Desde então, o Yast se tornou o principal diferencial da distribuição: um painel de controle central, bastante poderoso, que permite administrar o sistema de forma simples.
3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de novembro de 2010 às 15h39
O que é LAMP?
Nos primórdios da internet, eram utilizadas apenas páginas html estáticas e scripts CGI. O Apache em si continua oferecendo suporte apenas a esses recursos básicos, mas ele pode ser expandido através de módulos, passando a suportar scripts em PHP, acessar bancos de dados MySQL, entre inúmeros outros recursos. Sempre que é solicitada uma página em PHP ou outra linguagem, entra em ação o módulo apropriado, que faz o processamento necessário e devolve ao Apache a página html que será exibida. Entram em ação, então, os gestores de conteúdo e fóruns, que combinam os recursos do PHP com um banco de dados como o MySQL, acessado através dele. A combinação de tudo isso forma a solução que é popularmente chamada de "LAMP" (Linux + Apache + MySQL + PHP).
7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5 de novembro de 2010 às 15h35
Usando o SSH no Windows
Existem diversas versões do SSH. A maioria das distribuições Linux inclui o OpenSSH, que não possui um cliente para Windows. No entanto, isso não chega a ser um problema, pois o SSH é um protocolo aberto, o que permite o desenvolvimento de clientes para várias plataformas, inclusive Windows. Eles são usados por muita gente para administrar servidores Linux remotamente.
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5 de novembro de 2010 às 15h32
Usando chaves de autenticação no SSH
Por mais seguras que sejam suas senhas, sempre existe uma pequena possibilidade de que um atacante descubra alguma delas, observando enquanto você digita no teclado, ou que simplesmente consiga adivinhá-la a partir de informações pessoais ou de senhas antigas. Como de praxe, o SSH oferece uma resposta para o problema. Em vez de depender unicamente da senha como forma de autenticação, você pode utilizar um par de chaves de autenticação, onde a chave pública é instalada nos servidores que serão acessados e a chave privada (que nunca sai da sua máquina) é protegida por uma passphrase, sem a qual a chave se torna inútil.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5 de novembro de 2010 às 15h27
Script simples para backup de servidores web
A forma mais simples de fazer backup das bases de dados do MySQL é simplesmente salvar o conteúdo da pasta "/var/lib/mysql", criando um arquivo .tar.gz ou mesmo copiando os arquivos diretamente para outra partição. O maior problema é que as bases de dados são alteradas continuamente durante a operação do banco de dados, o que leva a cópias inconsistentes. Se alguns dos arquivos dentro da pasta com a base mudam no meio da cópia, o backup conterá uma mistura de dados novos e antigos, uma receita para o desastre.
5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5 de novembro de 2010 às 15h25
Compactando e descompactando arquivos usando o tar
Para compactar o conteúdo de uma pasta, usamos o tar combinado com o gzip ou bzip2. O tar agrupa os arquivos e o gzip os compacta. Os arquivos compactados com o gzip usam por padrão a extensão "tar.gz", enquanto os compactados com o bzip2 usam a extensão "tar.bz2".
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5 de novembro de 2010 às 15h23
O fatídico: Give root password for maintenance (or type Control-D for normal startup)
A cada boot o sistema realiza um teste rápido de integridade das partições, utilizando o fsck. Em casos de problemas graves, que não possam ser corrigidos automaticamente, ou de erros inesperados ao tentar montar as partições indicadas no arquivo /etc/fstab, o boot é interrompido e você recebe a fatídica mensagem: "Give root password for maintenance".
2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5 de novembro de 2010 às 15h20
Gerenciando HDs e partições no Linux
No Linux, todos os dispositivos de sistema são acessados através de arquivos especiais criados dentro do diretório "/dev". Isso naturalmente inclui os HDs e as partições. Tradicionalmente, os HDs IDE são acessados através de devices iniciados com "/dev/hd", como em "/dev/hda" e assim por diante. Entretanto, isso mudou nas versões recentes do Kernel (a partir do 2.6.20), onde, devido a uma mudança no subsistema que dá suporte a discos, todos os HDs passaram a receber devices iniciados com "/dev/sd", independente de serem HDs IDE, SATA, SCSI ou USB.
3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5 de novembro de 2010 às 15h16
O cache do apt-get
O apt-get salva uma cópia de todos os pacotes baixados, para uso posterior, dentro da pasta "/var/cache/apt/archives/". A lista dos pacotes disponíveis (gerado ao executar o apt-get update) é salva dentro da pasta "/var/lib/apt/lists/". No Debian, é muito comum fazer backup destas duas pastas de forma a preservar o cache do apt-get depois de reinstalar o sistema, ou mesmo instalar os pacotes já baixados em outras máquinas. Pense no caso de alguém que tem banda larga no trabalho, mas acessa via modem em casa, por exemplo.
3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5 de novembro de 2010 às 15h11
Entendendo o LVM
Cada vez mais distribuições Linux estão adotando o uso do LVM, seja por padrão ou seja como uma opção oferecida durante a etapa de particionamento na instalação. O LVM (Logical Volume Manager) é um recurso incluído no Kernel Linux a partir da versão 2.4 que cria uma camada de abstração entre o sistema operacional e os HDs (ou outras unidades de armazenamento utilizadas). Ele adiciona alguns complicadores adicionais na configuração, mas, em compensação oferece um conjunto de vantagens bastante interessantes.
Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 5 de novembro de 2010 às 15h08
Qual é o maior repositório de documentações?
Qual é o maior repositório de documentações para o Tux na atualidade? Uns responderão de imediato que "é o Guia do Hardware"; outros dirão que não, "é o Viva o Linux"; ainda teremos aqueles que declararão sem sombra de dúvida que "é o Dicas-L". Querem minha opinião? Eu acredito que não seria nenhum destes valorosos sites. E vou mais além: talvez nem esteja na Internet! O maior repositório de documentações sobre sistemas GNU/Linux poderia se encontrar num lugar que a grande maioria sequer iria imaginar: em nosso próprio computador!
1 comentárioPor Ednei Pacheco. Revisado 29 de outubro de 2010 às 22h46
Corrigindo a resolução da inicialização, Plymouth e terminais no Ubuntu
O Ubuntu é uma das distribuições que usa um moderno sistema de animação durante sua inicialização e desligamento: o Plymouth. Contudo, grande parte dos computadores onde a nova versão do Ubuntu foi instalada, especialmente onde foram feitas atualizações a partir de outras versões do sistema, o Plymouth se comporta de uma maneira estranha. Ou a sua resolução é super-aumentada, de forma que o monitor nem consegue exibir algo, ou sua resolução fica extremamente baixa e, consequentemente, com aparência muito feia. Na maioria dos casos essa resolução também afeta os terminais; ou seja, você não enxerga uma mensagem de erro sequer na tela, e não pode pedir socorro à eles naqueles momentos onde a interface te deixa na mão.
10 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 13 de setembro de 2010 às 07h27
Como recuperar arquivos excluídos no Linux
Como recuperar um arquivo apagado em uma unidade ext3/ext4? Quase todo mundo já passou por isso. Na hora de mover um arquivo no terminal, digitamos errado e pronto, lá se foi tudo ou justamente aquilo que precisávamos. É claro que muitas vezes a ideia era usar o comando "mv" para mover os arquivos, e não o "rm", que os remove. Você deve estar se perguntando, "por que diabos os desenvolvedores do UNIX deram nomes tão parecidos para esses comandos?" Mas agora já foi... será que existe alguma chance de conseguir os documentos de volta?
3 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 9 de setembro de 2010 às 13h52
Como criptografar uma partição do HD
Segurança nos dias de hoje é um termo crucial, e a criptografia é uma grande arma do usuário. Presumindo que você tenha uma partição livre no HD, vamos configurar a criptografia nela. Para isso usaremos, dentre outros, o comando cryptsetup.
4 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 1 de setembro de 2010 às 14h05
Gmail: agora com ligações grátis para telefones fixos e celulares
19 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 24 de março de 2011 às 14h57
Apresentação de slides com áudio? Use o Imagination
Todos nós já assistimos a apresentações de slides dos outros, ou forçamos nossos amigos a assistirem às nossas. Na maioria das vezes, são fotos de férias ou casamentos. Seja qual for o evento, essas apresentações costumam ser longas e não muito empolgantes. Seria uma boa incluir umas músicas ou comentários de áudio na apresentação, não seria? Pois aqui vai uma ferramenta de código aberto feita para isso: o Imagination. Embora haja outras ferramentas que façam coisas parecidas, uma das vantagens de se usar o Imagination é que o projeto tenta minimizar as dependências, simplificando a instalação.
Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 25 de agosto de 2010 às 12h33
Permissões de arquivo mais detalhadas no Linux
Várias pessoas dizem que o Linux não tem permissões de arquivo tão detalhadas quanto o sistema operacional favorito deles (é, aquele mesmo). Existe alguma maneira de ir além das permissões comuns de dono, grupo e outros e ser mais flexível?5 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 17 de agosto de 2010 às 09h23
Recuperando um sistema Windows a partir da pasta Windows.old
Quando você instala o Windows Vista ou 7 numa partição que já tinha outra instalação do Windows, sem formatá-la, ele não impede que você continue a instalação. A instalação anterior é movida para uma pasta chamada Windows.old, dentro dela o instalador coloca as pastas Arquivos de Programas, Usuários, e a própria pasta do Windows, basicamente para fins de backup. Isso é bom: em alguns casos você não pode formatar tudo porque tem dados nessas pastas, por exemplo, arquivos importantes salvos na pasta de Documentos, na área de trabalho ou até mesmo em pastas criadas na partição do sistema. Depois de instalada a nova instância você pode navegar na pasta Windows.old usando o Explorer, e então capturar seus arquivos.
4 comentáriosPor Marcos Elias Picão. Revisado 11 de agosto de 2010 às 15h26
Tablets, androids e indianos
18 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de março de 2011 às 12h33
Sincronizando (não apenas) arquivos com o Ubuntu One
Uma das grandes sensações do novo Ubuntu 10.04, o Lucid Lynx, foi a inclusão por padrão do Ubuntu One. Este é nada mais, nada menos que um serviço de disco virtual da Canonical, a empresa mantenedora do Ubuntu. Ao melhor estilo do consagrado DropBox, o Ubuntu One oferece gratuitamente 2 GB de armazenamento, podendo ser guardados arquivos de qualquer tipo, e sincronizados facilmente. Contudo, tenho visto inúmeros usuários simplesmente não dando a menor bola para o Ubuntu One, que traz uma fantástica integração com o sistema operacional, o que facilita muito a nossa vida.3 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 20 de julho de 2010 às 07h22
Backup local do Gmail com o getmail
Para a infelicidade de seus concorrentes, o Gmail parece ter se tornado quase tão sinônimo de email quanto o Google se tornou de mecanismo de busca. Mas o Gmail tem uma desvantagem: todas as suas mensagens ficam armazenadas nos servidores do Google. Se você perder o acesso ao serviço do Google ou à sua conta, perde todos os seus emails. Mas não tema, amante do software livre, porque a cavalaria vem aí, liderada por um programa muito útil chamado getmail.1 comentárioPor Ryan Cartwright. Revisado 14 de julho de 2010 às 13h13
Relembrando o Atari 2600
40 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de março de 2011 às 16h22
Imagem de HD pela rede usando um pendrive e o Partimage
Para criar a imagem de uma máquina, é necessário retirar o seu disco rígido, colocá-lo na máquina em que está instalado o programa, fazer a imagem, colocar o disco da máquina que queremos restaurar e fazer o procedimento de restauração. A solução que proponho acaba com a necessidade de abertura do computador: temos um pendrive com um sistema operacional que, ao ser iniciado, tenha um menu com as opções para criação e restauração de imagens, gravando e restaurando os discos através da rede.Sem comentáriosPor Douglas Baiocco. Revisado 10 de junho de 2010 às 14h14
Mini-análise do Kaiomy AEGIS 1183, um 'chinaphone'
Nesta mini-análise, veremos alguns detalhes deste smartphone chinês, produzido pela Kaiomy. Este aparelho tem seus atrativos, por tratar-se realmente de um smartphone completo, e não apenas uma cópia barata de um HTC (apesar de ser uma cópia, e ser barato :). Esteticamente ele é idêntico a um HTC Pharos, e por enquanto, tem deixado-me bem satisfeito.6 comentáriosPor Josias Diego Martins. Revisado 31 de janeiro de 2012 às 00h42

