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[Atualizando! Jan/2011] Introdução ao Linux - Conceitos básicos e qual distro usar
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GeeK
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Este guia se originou aqui, mas você pode vê-lo também em http://writer.zoho.com/public/andre....3%A3o-ao-Linux a versão com as últimas modificações e uma formatação um pouco melhor (por exemplo, lá há tabelas). Apesar de o tópico ter começado por aqui, recomendo fortemente que as pessoas vejam o guia pelo link acima e usem este tópico para a dúvidas, sugestões, etc.
Esta é a versão colada delá pra cá. Como a versão de lá muda constantemente (toda vez que faço uma alteração no Zoho, o documento é republicado automaticamente), fica difícil formatar tudo perfeitamente. Decidi deixar o link da maioria das imagens em vez delas próprias, afinal, o GdH sempre se caracterizou por ser um fórum leve (vide regras para tamanho do avatar, imagens, etc) e ainda há muita gente que não tem uma conexão boa. Vamos lá! Introdução ao Linux Por André Peric Tavares Índice Changelog Introdução Introdução ao Linux Principais perguntas Por que usar Linux? Quais são os pontos fracos do Linux? O que é uma distro? O Linux está preparado para o usuário final? O que é um Live CD? Linux não pega vírus? É possível ter na mesma máquina o Windows e o Linux? É possível acessar os arquivos do Windows no Linux? É preciso usar a linha de comando? ("tela preta") Linux é de graça? O que é software livre? O que é o usuário root? Como instalar programas no Linux? É possível rodar programas do Windows no Linux? Qual é o melhor Linux? Como baixar e gravar um Linux? 1 - Baixe a ISO e verifique a MD5SUM 2 - Grave a ISO num CD ou DVD 3 - Mude a sequência de boot da sua BIOS ![]() ![]() ![]() Principais distros Big Linux Ubuntu Kurumin NG Mandriva Fedora Interfaces gráficas Entendendo o conceito de interface gráfica Principais interfaces gráficas do Linux KDE Gnome Xfce Principais perguntas Instalação de programas (Gerenciamento de pacotes) Links úteis Glossário Agradecimentos Contato Licença Changelog 04/12/2006 - Início do tópico. 2007 - 2008 - Não havia a parte de log neste período, portanto, as mudanças que o guia sofreu não foram relatadas. 13/01/2009 - Parte dos textos é justificada. uso de tabelas para "Links". Melhora na organização dos parágrafos, resultando num bom resultado visual. 14/01/2009 - Links com destino errado arrumados. Melhora no índice. 20/01/2009 - Links úteis adicionados e padronização de fontes. 21/01/2009 - Texto e imagens de Gerenciamento de pacotes adicionados. Links internos para o índice colocados. Melhora no visual de todas as tabelas. Distrowatch e Happypenguin adicionados nos links. Término de como baixar, gravar e mudar a BIOS. 22/01/2009 - Parte Programas do Linux iniciada e colocado o texto do Ledstyle. Modificações feitas para atualizar e deixar o texto genérico, em vez de focado no Ubuntu. Adicionada a licença Creative Commons. 23/01/2009 - Adicionado Contato e algumas imagens das distros atualizadas. Refeita a análise do Ubuntu. 25/01/2009 - Mudada a ordem das sessões: Programas do Linux vai para Introdução ao Linux. Descrições do Mandriva e Fedora mudadas. 26/01/2009 - Mais texto em Interfaces gráficas, além de novas imagens neste mesmo lugar. 27/01/2009 - Adicionados pontos fortes, fracos e neutros do KDE, Xfce e Gnome. 29/01/2009 - Documento mudado para o Zoho em vez do Google Docs, por ter muito mais possibilidades de escrita, publicação, além de outras facilidades, retirada da descrição do Kurumin NG. 07/02/2009 - Links internos corrigidos. Atualização no tópico do Guia do Hardware para a versão mais nova. 08/02/2009 - Descrição do Ubuntu aprimorada, pontos fortes, fracos e neutros do Big Linux terminados, descrição do Kurumin avisando que o projeto acabou. 27/09/2009 - Mudanças na introdução, aprimorando a linguagem 22/12/2010 - Mudanças na linguagem, que se tornou mais sóbria. Parte do Kurumin Atualizada. Adicionada parte de "notas", que contém a fonte de cada afirmação necessária; motivos para usar Linux adicionados. Fontes foram todas alteradas para Verdana. O guia passa por uma reestruturação geral, pois as imagens estavam ocupando espaço exagerado. 23/12/2010 - Edição de várias distros. 27/12/2010 - Atualização da comparação entre Windows e Linux, principalmente nas imagens. Trechos desatualizados ou muito específicos foram cortados. 28/12/2010 - Mais atualizações referentes à parte de comparação. 30/12/2010 - Melhor formatação na parte de Principais Perguntas. Início da correção ortográfica (este recurso não está disponível a princípio, pois o documento é feito no editor online Zoho), por volta de 30% do texto total revisto. 31/12/2010 - Big Linux editado (Pontos fortes, fracos, links), parte "LiveCD" das tabelas substituída por "Roda direto do CD" . Parte de jogos (nos pontos fracos) teve referências sobre PlayOnLinux e Wine adicionadas. Parte do Ubuntu totalmente editada. 01/01/2011 - Nome das distros e dos ambientes gráficos centralizados e fonte aumentada. Padronização de títulos. Changelog formatado corretamente. Adicionadas quebras de página, permitindo que o arquivo seja exportado com uma organização muito superior.13/01/2011 - Descrição do Xfce alterada, Gnome com imagem e pontos fortes e fracos alterados. Imagens e excertos considerados inúteis deletados.14/01/2011 - OpenSUSE foi retirado. A distribição têm pouca expressão nacional, sendo raramente indicada a iniciantes.15/01/2011 -Imagens centralizadas, linguagem modificada para melhro entendimento ("instalar grub na mbr", por exemplo, foi simplesmente modificado para "instalar grub"). Introdução Este trabalho se destina àqueles que têm pouca ou nenhuma experiência com o sistema operacional Linux. Não visa se aprofundar no uso de comandos ou no uso de determinados sistemas, mas sim sanar as principais dúvidas sobre o sistema e apresentá-lo de modo geral, bem como auxiliar o usuário em tópicos como gravar a ISO de um CD, dar boot, etc. Este texto está em constante atualização e modificação. A versão mais atual deste guia pode ser encontrada aqui. Boa leitura! Introdução ao Linux1 Apesar de estatisticamente o uso de Linux em computadores domésticos sem bem menor do que se comparado ao Windows, é inegável o crescimento que o sistema tem tido naturalmente. E justamente: há uma vasta documentação, suporte na internet, variedade de programas, facilidade na instalação, etc., assim, há hoje diversas distros (distribuições, isto é, versões do Linux) extremamente amigáveis para o usuário final. É preciso lembrar que as principais dificuldades que os usuários vindos do Windows encontram têm a ver com hábitos. Acostumados com o sistema da Microsoft, muitos pensam que todos os outros também deveriam ser assim. Porém, o Linux não foi feito para ser uma cópia do Windows, e não é. Tenha sempre isto em mente. Por que usar Linux?
A distribuição adotada foi o Ubuntu Linux 5.10. A versão do Windows utilizada foi a XP Profissional. Mesmo sendo relativamente antigos (afinal, temos o Windows Vista e o Ubuntu 9.04), as comparações continuam válidas. Primeiramente vamos comparar com imagens dos dois sistemas para que você possa ver as semelhanças. Depois disto irei mostrar apenas fotos do Linux para que você conheça alguns utilitários e ferramentas interessantes. Ao término de sua leitura, por favor, pense bem sobre os dois, compare e lembre-se do custo de cada um. Lembrando que o Ubuntu Linux, usado nessas imagens, é gratuito, assim como a maioria das distribuições. No final colocaremos os custos do Windows e Office. O Desktop A princípio, considero o ambiente gráfico (chamado KDE) do Kubuntu muito mais bonito que o desktop padrão do Windows 7, porém cada pessoa tem um gosto e ambos os sistemas são altamente personalizáveis nesse quesito. O Linux, porém, conta com diversas outras opções, como o Gnome, IceWM, Fluxbox, enfim, enquanto o Windows (pelo menos até agora) tem apenas uma (mais detalhes na sessão Interfaces gráficas). Vamos dar uma olhada no desktop padrão do Windows e um desktop Linux: ![]() Desktop Linux Devemos confessar que o menu iniciar do Windows 7 é muito bem organizado (em relação ao Windows 98, por exemplo), mas a organização do menu do Linux é muito maior. Todos os programas são organizados por categorias, tornando muito mais fácil achar um programa e também muito mais limpo. O Kubuntu Linux abre automaticamente os CDs, DVDs, Câmeras Digitais e Pen Drives assim que conectados ao computador. Gerenciar arquivos no computador é uma necessidade. Nada como fazer isso de forma fácil não é mesmo? No Windows as pessoas estão acostumadas com o "Windows Explorer", que copia, recorta, cola e move arquivos. Também o utilizamos para criar pastas, remover arquivos e até mesmo criar atalhos. No Linux isso não é diferente, pois nele usamos um gerenciador de arquivos muito eficiente, o "Nautilus". Os atalhos são os mesmos (Ctrl + C, Ctrl + V, Ctrl + X, etc) e o trabalho de copiar/mover arquivos geralmente não passa de um mero arrastar de mouse O navegador de internet do Windows é o Internet Explorer. Diversos usuários inexperientes chamam o Internet Explorer apenas de "Internet" e acreditam que é só clicar naquele ícone dele para poder entrar na internet. Não temos o Internet Explorer (embora seja possível emulá-lo) no Linux e achamos isto muito bom. O Internet Explorer é de longe o navegador mais vazado da internet. No Linux podemos usar o Firefox, Mozilla, Galeon, Epiphany, Opera, Konqueror, Google Chrome, dentre diversos outros. Costuma-se usar o Firefox, que é de longe melhor que o Internet Explorer. Desktop Linux No Windows, quando vamos configurar alguma coisa no computador o primeiro lugar que visitamos é o Painel de Controle. Nele podemos configurar a aparência e recursos utilizados. No Linux isso não é muito diferente. Embora tenhamos 2 seções (uma para configurações do ambiente gráfico do usuário e outra para configurações do sistema que deve ser feita apenas pelo administrador) podemos ver grande similaridade entre os paineis. Este painel que mostrarei no Linux é o do Mandriva Linux: ![]() Os viciados em internet sempre utilizam mensageiros instantâneos. Tá legal... pra falar a verdade os não viciados também, todo mundo usa. No Brasil o mais popular é o MSN Messenger. Mas como conectar nele se a Microsoft não cria um cliente para Linux? Para isso temos diversos programas no Linux criados pela comunidade. Para aqueles que gostam de emoticons personalizados, janelas tremendo e webcams recomendamos o aMSN messenger, ou o Emesene, porém há outros messengers mais simples, como o Pidgin. Com ele é possível conectar ao mesmo tempo no ICQ, MSN, Jabber e GTalk. Vale lembrar que ele ainda se conecta no YIM, Zephir, Napster, Mirc e Gadu Gadu. Mostraremos a seguir o Galaxium como exemplo: Pode-se citar vários messengers para Linux:
![]() Bom, no Windows temos que comprar uma suíte Office, pois não vem nenhuma, não é verdade? E é bem caro por sinal (R$1414,90 pela versão Standard). Já na maioria das distros, o Open Office já vem instalado por padrão. Veja o Open Office rodando em comparação com o Microsoft Office. Vale lembrar que o Open Office abre e salva no formato do Microsoft Office e possui recursos únicos como exportar diretamente para PDF ou para animações Flash (isso mesmo, você pode pegar aquelas apresentações de slides bonitinhas que recebeu por e-mail e converter para Flash com 1 clique). Editor de textos, editor de planilhas e editor de slides: ![]() ![]() ![]() Na hora de relaxar nada melhor que ouvir música ou assistir um bom filme, não é verdade? No Linux é óbvio que temos inúmeros players de som e vídeo. O padrão instalado no Ubuntu é o Totem, mas você pode instalar vários outros. Muitas pessoas acabam empacando com o Linux na parte de multimídia pelo fato de não virem instalados os codecs proprietários de áudio e vídeo. Bem, isto não é uma coisa tão terrível assim, visto que o Windows também não os traz, pra isso a gente instala aqueles "codec packs" que circulam pela internet e que trazem de "brinde" um monte de ad-awares e spyware pra se espalharem por todo o canto. No Linux, é extremamente fácil instalar codecs. No Ubuntu, por exemplo, ao clicar num arquivo cujo codec necessário para rodar ainda não foi instalado, o sistema se oferece automaticamente para instalar o codec necessário. É só clicar confirmando e já está instalado. No Windows, ao contrário, você vai clicar no arquivo e simplesmente o sistema dirá que não sabe o que fazer com ele. Confiram o Totem Media Player funcionando do lado esquerdo e o Mplayer do lado direito (ambos tocam áudio e vídeo): ![]() ![]() Agora veja como podemos configurar a resolução do vídeo e o monitor: ![]() Você deve falar português, mas e se alguém quiser usar o Linux no seu computador e for... do Japão, por exemplo? Que tal dar a possibilidade do usuário escolher a língua com a qual vai trabalhar com o sistema? No Linux isso é possível. Lá no Windows nós temos que comprar a versão do Brasil, mas o Ubuntu, como a maioria das distribuições Linux, já é internacionalizado e tem suporte a diversas línguas: ![]() Lá no Windows a gente tem um tal de "Live Update" que fica nos avisando sempre que há uma atualização disponível. Quase todas as distros também vêm com uma ferramenta, que inclusive levanta uma caixa no System Tray avisando sobre updates. Veja abaixo a ferramenta para configuração das atualizações no Ubuntu: ![]() Quando pressionamos "Ctrl + Alt + Del" lá no Windows trazemos à tona o "Gerenciador de Tarefas". Com ele podemos monitorar os recursos da máquina e fechar aplicativos travados. No Linux também temos um equivalente que se chama "Monitor de Sistema". Com ele monitoramos a capacidade dos discos, uso da memória, carga do processador, uso da rede e é claro que controlamos aplicativos. Podemos matar um aplicativo, definir prioridade baixa, alta ou apenas ver que é o "vilão" que está roubando seus precioso MBs de memória. Confiram o Monitor de Sistema em ação: É sempre bom manter todos os programas instalados no menu para facilitar o uso. 90% dos aplicativos instalados diretamente da internet pelo gerenciador de programas já entram automaticamente no menu, mas você pode instalar algum que não faça isso (geralmente pacotes criados por terceiros). O mesmo com aqueles jogos comerciais como Quake, Doom, Neverwinter, Wolfenstein, America's Army, etc. Para criar um atalho no menu é muito fácil, basta usarmos o "Editor de Menus", por exemplo, no caso do : : ![]() E as opções da internet? Elas estão no navegador, que no meu caso é o Firefox. Também há uma ferramenta para configurar a conexão via servidor proxy no Ubuntu. Vejam só: ![]() ![]() La no Windows, há uma ferramenta para configuração dos serviços que vão iniciar com o computador. Fica lá no "Painel de Controle" em "Ferramentas Administrativas". No Linux também podemos controlar o que vai ligar automaticamente junto com o sistema. Segue a ferramenta de configuração dos serviços que iniciarão no boot: ![]() Eu sei que instalar fontes no Windows é muito fácil. Você vai no painel de controle, em Fontes e arrasta os arquivos pra dentro. No Linux é igualzinho. Basta abrir o Nautilus, pressionar "Ctrl + L" para que ele exiba a barra de endereços e acessar o endereço: "fonts://". Pronto. Só arrastar as fontes pra dentro. Atenção: Você pode ter de relogar para ver as fontes novas. ![]() Imagine a seguinte situação: Você está usando o computador em seu usuário. De repente chega seu irmão e precisa passar um e-mail urgente, mas você não quer deixar que ele tenha acesso ao seu histórico e itens pessoais. Você pode facilmente iniciar uma nova sessão para ele. O melhor disso tudo é que as 2 podem trabalhar ao mesmo tempo. Você tem 2 opções: 1 - Criar uma nova sessão completa. Sua sessão será bloqueada com senha e uma nova criada. Você pode trocar de uma sessão para outra pressionando "Ctrl + Alt + F7" e "Ctrl + Alt + F8". Fácil não: Da pra abrir várias outras no F9, F10, etc. 2 - Criar uma nova sessão em janela "Aninhada". Isso quer dizer que você abrirá uma janelinha e dentro dela a nova sessão trabalhará, como se fosse um novo programa. Vejam que legal: Imagine ![]() O Linux também tem opções de acessibilidade para usuários com necessidades especiais. Veja a seguir: ![]() ![]() E é por isso que eu digo que o Linux já é uma excelente alternativa para Desktops. Vale lembrar que quase todas as distros Linux podem ser baixadas na internet. É apenas 1 CD. No caso do Ubuntu, se você quiser, pode pedir pelo correio de graça! "Mas, fulano, você quer dizer que eu posso entrar na internet, pedir 200 CDs de Ubuntu Linux que eles entregam na minha casa lá no meio da tribo dos AKIDAUANUS bem no meio da floresta tudo via correio de graça???" Exatamente! Se tiver um endereço postal válido o pessoal entrega sim hehehe. No site do Ubuntu Linux você pode pedir CDs que eles te entregam por 2 motivos: 1º - Eles têm dinheiro sobrando. O fundador do Ubuntu Linux não é nada mais nada menos que Mark Shuttleworth, o primeiro africano no espaço e 2º turista estelar que pagou 20 milhões de dólares para a Estação Espacial Internacional (ISS) russa por uma estadia de 11 dias lá em cima, ocasião que aproveitou para cultivar células tronco no espaço (sim, ele foi o primeiro a cultivar células tronco no espaço). 2º - Se você está pedindo CDs é por que vai divulgar o Linux. Você não pediria 50 CDs (por exemplo) só pra você. Tá certo que demora um bocado pra os CDs chegarem, pois ele atendem pedidos do mundo todo. Aqui para o Brasil leva de 2 a 3 meses na média. Eu preferi baixar o meu... rs. Acabo de ver na internet que um Windows XP Profissional original na caixa está saindo por aproximadamente R$ 800,00. E olha que ele nem vem com o Microsoft Office que sai por uma bagatela de R$ 1.500,00 na versão Standard. A brincadeira ficou em R$ 2.300,00 para poder ter um sistema operacional e uma suite office rodando na sua máquina. Por menos que isso eu monto um belíssimo computador . Por um acaso você encontrou seu dinheiro no lixo? Será que o suor do seu trabalho não vale muito mais que 2 programas de computador? Este valor acima citado equivale a certa de 7 meses de trabalho recebendo um salário mínimo aqui no Brasil. Portanto pense bem da próxima vez que quiser mandar seu valoroso dinheirinho para uma empresa norte americana. E quando for calcular o preço dos software para seu Windows não se esqueça do anti-vírus. Talvez você deve estar se perguntando: É mesmo!!! E o anti-vírus? Tem algum bom pra Linux e grátis? Sim, temos anti-vírus para Linux, mas eles não server pra quase nada, rs. Linux não pega vírus. Você deve estar arrancando os cabelos e se perguntando se isso é verdade não é mesmo? Pois bem, pela simplicidade do Linux, você pode até criar um vírus para Linux, eu mesmo crio um em 10 segundos... rs. Porém graças ao seu complexo sistema de permissões, o máximo que você pode destruir é o seu diretório pessoal e nunca o sistema. Pra falar a verdade até hoje foram registrados uns 2 ou 3 vírus para Linux, e eles só chegaram a infectar 2 computadores sendo que em um nem funcionou e no outro pegou por possuir uma exata versão do compilador gcc e uma determinada versão do kernel. Um vírus para Linux teria que ser algo como: "Boa tarde, eu sou um vírus e quero detonar seu computador. Você pode me dar permissão para executar e me abrir como administrador? Obrigado". Agora a sua pergunta deve ser: Se não há vírus para Linux pra que anti-vírus? Simples, para escanear computadores Windows na rede... rs. Além do mais você pode de repente compartilhar um arquivo infectado para uma estação Windows o que significa que você sobrevive, mas o Windows não. Sabe aqueles e-mails infectados que todo mundo recebe? Eu abro eles numa boa, clico nos links e nada acontece! Resumindo: No Linux você pode abrir sites de bancos, e-mails e tudo mais com total segurança sem precisar daquele anti-vírus chato que só fica ali consumindo memória. Quer coisa melhor que isso? Principais Perguntas Quais são os pontos fracos do Linux? Podemos dizer que os principais pontos fracos do Linux são: a) Jogos Se você joga, Linux provavelmente não é a opção ideal. Apesar de a quantidade de jogos para Linux crescer a cada ano, grandes títulos estão de fora. Se você gostou muito do Linux, é interessante ter instalado o Windows também (cada um numa partição); assim, um você usará para os jogos e o outro para tarefas corriqueiras. Se você é um jogador casual e não liga em não ter exatamente um FIFA 2011 ou o último Call of Duty, algumas iniciativas livres para jogos podem ser interessantes. O PlayOnLinux, por exemplo, é um instalador totalmente automatiza de jogos e programas em geral feitos para Windows : basta escolher o programa desejado, instalar e rodar. Ele toma por base o Wine - é interessante ver a lista de compatibilidade do mesmo aqui . Como é possível notar, World of Warcraft, CS: Source e Warcraft III, por exemplo, rodam perfeitamente. b) Programas específicos Alguns programas, como o AutoCAD, não têm equivalentes para Linux, ou, se há, são inferiores. O que é uma distro? O Linux não é como Windows, onde – com exceções - Windows XP é melhor que Windows 98, e Windows 98 é melhor que Windows 95, por exemplo. Não existe Linux 2.0, Linux 3.0, etc. Há várias versões do Linux com aplicativos, visuais e configurações diferentes, mas com o mesmo núcleo, que é chamado “kernel”, este sim com as versões mais atuais e melhores. Essas "versões do Linux" são chamas de distros, uma abreviatura para distribuições. Qualquer pessoa que tenha conhecimento pode criar sua própria distro. O Linux está preparado para o usuário final? Sim. O suporte a hardware melhorou bastante, há muito mais documentação em português, etc. O que é um Live CD? Um live CD é um CD que roda diretamente o sistema operacional, sem necessidade de instalar. A maioria das distros Live CD também são instaláveis. Linux não pega vírus? Não. Não existem vírus para Linux, pois para um se instalar, seria necessária permissão de execução, que precisa da intervenção do usuário. Além disso, como os programas são instalados por repositórios oficiais e a maioria dos programas são softwares livres, a segurança é ainda maior. É possível ter na mesma máquina o Windows e o Linux instalados? Sim. Na instalação da distro, você instalar o gerenciador de boot (geralmente o grub) para que, quando você ligue o computador, seja possível escolher entre os sistemas. É possível acessar os arquivos do Windows no Linux? Sim. Você pode ouvir suas músicas, ver seus vídeos, editar seus documentos, etc., porém, abrir executáveis do Windows é outra história. É preciso usar a linha de comando? ("tela preta") Muitas pessoas têm medo do Linux pois acham que é necessário usar a famosa “tela preta”. Na verdade, muito raramente é preciso usá-la. O que acontece é que em respostas de fóruns e afins, muitas pessoas (se não for a maioria) dão as respostas na linha de comando, pois este é um jeito universal de fazer algo em Linux; ou ainda simplesmente pela facilidade. Por exemplo, para instalar o programa Pidgin, na linha de comando seria só escrever sudo apt-get install pidgin. No modo gráfico, você teria de abrir o menu, procurar o Synaptic, esperar a interface carregar, clicar na busca, escrever “pidgin”, marcar o pacote para instalação e clicar em aplicar. Obviamente, a escolha é sua. Linux é de graça? Uma distribuição Linux não necessariamente precisa ser gratuita, porém assim acontece com a maioria das distribuições (para não dizer quase todas). Há ainda casos como o Mandriva, onde há a versão grátis e a paga, esta última com mais programas. O que é software livre? É muito comum ouvir falar de software livre quando se trata de Linux. Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela Free Software Foundation:
O que é o usuário root? O usuário root é o único que pode instalar programas, editar arquivos importantes do sistema, administrar os outros usuários e uma série de outras coisas. Como instalar programas no Linux? Veja a parte Instalação de programas (Gerenciamento de pacotes) É possível rodar programas do Windows no Linux? É possível tentar rodar programas feitos para Windows no Linux usando o Wine (instale em sua distro). Não há garantia que o programa desejado vai rodar, mas há chances. Você pode conferir uma lista de programas suportados em http://appdb.winehq.org/(clique em Browse Apps).É possível instalar programas conhecidos como Microsoft Office, Photoshop, Encore e Winamp. Para jogos, a melhor opção é o Cedega, que é atualmente pago, mas nada te impede de tentar rodar os jogos pelo Wine. Qual é o melhor Linux? Não há o melhor Linux, mas o melhor para as suas necessidades. Assim, há distribuições que são ótimas para servidores, outras para multimídia, e por aí vai. A seguir, apresentaremos as melhores distros para o usuário final. Naturalmente, o melhor que você tem a fazer é testá-las para ver quais se encaixam mais no seu gosto. Como baixar e gravar um Linux? 1 - Baixe a ISO e verifique a MD5SUM Para baixar, vá no site oficial da distribuição desejada e baixe um arquivo .iso. Baixe também o arquivo .md5 correspondente à ISO que você está baixando. É altamente aconselhável que você baixe o arquivo .iso por um gerenciador de downloads em vez de diretamente de seu navegador. Assim, você não precisa se preocupar se o navegador travar e também pode pausar e continuar o download mais tarde. Para Windows, o Orbit Downloader é uma boa opção. Ocupa pouca RAM e tem menos de 2 Mbs. Você pode baixá-lo aqui. Talvez o arquivo apareça em seu Windows com um ícone de arquivo do Winrar ou Winzip. Apesar disso, ele não deve ser descompactado. Agora você deve verificar a integridade do arquivo baixado. Como ele é relativamente grande (pouco menos de 700 Mbs, se for para CD), há chances dele ter se corrompido. Para checar isso, você deve verificar a md5sum. Baixe o Md5summer aqui. A imagem acima foi tirada por mim do Linux, emulando o programa com o Wine, embora wine is not an emulator. Veja a md5sum gerada pelo arquivo .iso e compare com aquele que está no servidor. Se ambos são iguais, siga adiante. Se forem diferentes, provavelmente o arquivo se corrompeu. 2 - Grave a ISO num CD ou DVD Há várias opções para gravar uma ISO. Mostrarei duas. Você pode usar o ImgBurn, um programa gratuito para Windows cujo download está disponível aqui. Clique em Write image file to disc. Selecione o arquivo ISO e grave. Evite usar velocidades muito altas. De preferência, use a menor possível. Após a gravação, deixe ainda o CD na bandeja. Se você usa o Nero, selecione a opção correspondente a gravar uma imagem, como a que está em destaque na imagem. Selecione a imagem (é possível que você tenha de selecionar All files no diálogo para selecionar a ISO. Não se esqueça de não gravar numa velocidade alta e de não tirar o CD da badeja. Depois de terminar, reinicie o computador. 3 - Mude a sequência de boot de sua BIOS Provavelmente será necessário entrar na BIOS para mudar a ordem de boot. O objetivo é que o seu computador primeiro "leia" o CD em vez do HD (em que está instalado o Windows). Para isso, pressione Delete na hora em que o computador está ligando. Del é o mais comum, mas a tecla pode variar de acordo com o modelo de sua BIOS. A imagem abaixo mostra um exemplo de BIOS. A sua pode ter uma interface diferente com caminhas diferentes, mas a essência é a mesma. Repare no final da tela é mostrado para o que leva a opção selecionada, no caso da primeira, "Time, date, hard Disk Type...". Procure a opção que mudará a Boot sequence, que, no caso, é a segunda, "Advanced BIOS Features". Principais distros A seguir, listarei as distros mais conhecidas para o usuário final. Resumirei as características principais de cada distro. No fim de cada avaliação, haverá uma tabela que terá os seguintes tópicos: Roda direto do CD: Se a distro é um LiveCD, ou seja, roda direto do CD. Memória recomendada: A quantidade de memória necessária para rodar a distro satisfatoriamente. Geralmente é desconfortável ou insuportável usar a distro com menos do que o valor apresentado, mas é possível. Ambiente gráfico padrão: O ambiente gráfico instalado (KDE, Gnome, Xfce, etc, por exemplo) por padrão na distribuição. Claro, é possível instalar outra interface na distribuição sem problema algum. Formato dos pacotes: O formato para instalação de programas. CD ou DVD: Se a distro é disponibilizada em CD, DVD ou ambos. Observação: A ordem das distros não segue qualquer padrão de qualidade, popularidade, etc. Última edição por André0991 : 12-12-2011 às 18:27. Motivo: Atualização |
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GeeK
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Big Linux
Pontos fortes:
Sim Memória recomendada 512 Formato dos pacotes DEBMídia 1 CD Links Site oficial Fórum Wiki Blog Twitter O Ubuntu é provavelmente o maior fenômeno que a comunidade Linux já conheceu. Não por acaso, é o sistema operacional de código aberto mais popular do mundo. Suas facilidades fizeram com que isto ocorresse num espaço muito curto de tempo. Para se ter ideia, o Ubuntu é adotado em vários notebooks da Dell e o parlamento francês migrou toda a sua estrutura para a distro. O Ubuntu conta com umas das melhores detecções de hardware. Mesmo para dispositivos que necessitam de drivers de código fechado, ele se dá bem: o gerenciador de drivers restritos faz a tarefa facilmente. Assim, não será problema instalar os drivers placa de vídeo, placa wireless, webcam, etc. Você também pode ficar tranquilo quanto a codecs (necessários, por exemplo, para rodar músicas em mp3). É possível isntalar codecs proprietários no Ubuntu de modo extremamente simples: quando você clica num arquivo que não é suportado, o sistema automaticamente se oferece para instalar os pacotes. Com alguns clicks, tudo está funcionando perfeitamente. Há uma versão nova a cada 6 meses, sendo possível pedir alguns CDs gratuitamente pelo site http://shipit.ubuntu.com/. De dois em dois anos é lançada uma versão LTS (Long Term Support), que tem atualizações por vários anos, ideal para servidores ou mesmo para quem não quer atualizar a distro a cada semestre. A nomenclatura da distro é bem interessante: para exemplificar, tomemos a versão 8.10. Ela tem essa numeração porque foi lançado no mês 10 de 2008. Além disso, merece destaque a comunidade do Ubuntu: o wiki, o guia e o fórum são ótimas fontes para pesquisar dúvidas. Nesse quesito, é a melhor distro atualmente, contando com uma vastíssima comunidade. Graças a ela, há iniciativas como o Ubuntu Games. A seleção de pacotes instalados por padrão é pequena, contando apenas com os programas necessários para o uso do dia-a-dia. Há várias atualizações diárias. Por esse motivo, o Ubuntu não é a distro mais recomendada para quem usa internet discada, embora seja possível usar a versão em DVD. O Ubuntu traz alguns recursos interessantes:
Sim Memória recomendada 512 Formato dos pacotes DebMídia 1 CD Links Ubuntu Brasil http://www.ubuntubrasil.org Ubuntu Games http://www.ubutugames.org Fórum http://forum.ubuntubrasil.org Guia http://www.guiaubuntupt.org Guia (inglês) http://ubuntuguide.org Receba CDs do Ubuntu Gratuitamente https://shipit.ubuntu.com Instalando o Ubuntu - guia completo http://www.howtoforge.com/the-perfec...verick-meerkat Kurumin / Kurumin NG O Kurumin foi a distro mais usada no Brasil, antendendo às particularidades nacionais, como suporte a softmodems, configuração fácil para Speedy e Net, entre outros. Seu desenolvedor, Carlos E. Morimoto, não pôde manter a distro e teve de entregâ-la na sua sétima versão a uma outra equipe que seria responsável pelo Kurumin NG. Infelizmente, esta espécie de continuação também acabou sendo assim, esta parte do guia é mantida tão somente para alertar os leitores quanto a esta informação.. O Kurumin foi a maior distro nacional pós-Conectiva, no entanto, seu hoje atualmente não é recomendado, pois o mesmo não recebe atualizações. Se você gostou do Kurumin e quer uma alternativa relativamente parecida e com facilidades semelhantes, uma boa dica é o Big Linux, que inclusive foi recomendado pelo próprio Morimoto.Links Site oficial do criador http://www.hardware.com.br Tópico oficial anunciando seu fim http://www.hardware.com.br/comunidade/v-t/940197/ O Mandriva é a fusão da brasileira Conectiva e o Mandrake. O Conectiva já foi a distro mais usada no Brasil e agora tem um público muito maior com o Mandriva. O Mandrake também era muito usado tanto no Brasil como na Europa e essa junção favoreceu o desenvolvimento de ambas as distros, embora a distro ficou muito mais Mandrake que Conectiva. É lançada uma nova distro de 6 em 6 meses, assim como o Ubuntu, mas com o diferencial que uma delas é o release principal (2009.0, por exemplo) enquanto a outra se baseia mais em correções e atualização de todos os programas do que novidades. Há quatro versões do Mandriva: One: É um live CD instalável que já vem com vários softwares proprietários como Java, Flash Player, drievers da Nvidia e ATI, etc. PowerPack: É a versão paga. Engloba os principais recursos das duas outras versões, além de trazer diversos outros programas. Flash: Mandriva que vem no pendrive. Também é paga (você recebe o pendrive já com o sistema instalado). Free: Vem num DVD. Não vem com codecs, mas é a opção mais recomendada para quem usa discada ou uqer um sistema bem completo logo após intalar. Seu maior destaque é o MCC (Mandriva Control Center), um dos painéis de controle mais completos. O instalador de programas, que usa RPM, se comporta de maneira excelente. Para adicionar repositórios, confira o link no fim dessa avaliação. As atualizações são de 6 em 6 meses, sendo que a versão principal é lançada anualmente e entre essas datas sai uma nova versão do Mandriva com pequenos ajustes e correções. Pontos fortes:
LiveCD Sim Memória recomendada 512 Formato dos pacotes RPM Mídia CD/DVD Nova versão lançada 6 em 6 meses, release principal em 1 ano Links Site oficial no Brasil http://www.mandriva.com.br/ Mandriva Brasil (não oficial) http://mandrivabrasil.org/ Fórum oficial http://www.mandrivabrasil.org/site/forum/ Fórum (não oficial) http://www.mandrivabrasil.org/site/forum/ Site p/ adicionar repositórios http://easyurpmi.zarb.org O Fedora O Red Hat foi a distro mais por muito tempo no mundo Linux. Além de inovações como o sistema de pacotes RPM, era uma distro conhecida por sua estabilidade, o que fazia ser bastante usada em servidores, mas também bastante usada em desktops. Esse cenário mudou em 200X, quando a empresa Pontos fortes: Pontos fracos: LiveCD Sim Memória recomendada 512 Formato dos pacotes RPM Mídia CD/DVD Nova versão lançada Links Fedora Brasil http://www.projetofedora.org/ Fórum http://www.projetofedora.org/portal/forum/
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"Perder-se também é caminho" (Clarice Lispector). Última edição por André0991 : 15-01-2011 às 17:25. |
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GeeK
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Interfaces gráficas
![]() Interfaces gráficas são ambientes que englobam programas, funcionalidades e que cuidam do visual. Claro que, dizendo assim, é complicado entender. Acontece que, no Windows, o usuário tem, ao menos até este momento, apenas uma interface gráfica. Mas o que ela é, afinal? Pense no menu iniciar. Pense na barra de tarefas. Pense no relógio, nas bordas da janela, nas pastas como são exibidas, enfim, no sistema em geral, sem o aplicativo de terceiro. Os ambientes gráficos mais famosos são os explicados a seguir: KDE, Gnome e Xfce. Além dos programas já inclusos, há uma diferença essencial entre eles: a biblioteca que usam para seus programas. O KDE usa o qt, enquanto Gnome e Xfce usam gtk. Com essas bibliotecas é construída a maioria dos programas: botões, menus, enfim, também é difícil de explicar pelo texto. Mas você deve estar se perguntando: e daí? O que isso muda ao usar um desktop Linux? Bem, o principal é que muitas pessoas preferem, por exemplo, usar apenas (ou a maioria) programas feitos com qt para KDE, pois eles naturalmente rodarão mais rápidos. Entretanto, é perfeitamente possível rodar um aplicativo gtk no KDE, por exemplo. O problema disso é que esse programa carregará as bibliotecas gtk, sendo um peso a mais no seu desktop. Mas não se preocupe com isto tão cedo (a não ser que a configuração do seu PC não seja muito boa), pois você com o tempo aprenderá essas vantagens e desvantagens naturalmente. Podemos dizer, de uma maneira bem simples, que isto é a interface gráfica. Ainda não entendeu? Sem problemas. Veja as imagens e descrições a seguir. Principais interfaces gráficas do Linux A seguir, mostrarei os ambientes gráficos mais comuns nas distribuições Linux. O KDE é, de longe, o mais completo dos ambientes gráficos para Linux. Você verá uma infinidade de programas começados com k: kopete, kate, kedit, koffice, etc. A sigla vem de K Desktop Environment. Há quem diga que este K significa "kool", embora outros acham que não quer dizer nada. Além de ser bastante completo, a biblioteca usada qt tem programas bastante usados, como o AmaroK (considerado por muitos o melhor player para Linux) e o K3B, que é o melhor gravador de CDs para o sistema. Pontos fortes:
Gnome Houve uma época em que a qt, toolkit em que o KDE era desenvolvido, era proprietária. Muitos se preocuparam com isso e resolveram criar um ambiente gráfico que fosse totalmente livre. Surgia aí o Gnome. Hoje, porém, a situação é diferente - o qt é livre; nem por isso o Gnome deixou de existir: muito pelo contrário, o projeto vem evoluindo há muito tempo e inclusive é atualmente o ambiente mais usado no Linux. Pontos fortes:
Pontos neutros:
Pontos fortes:
Principais perguntas É possível ter mais de um ambiente gráfico instalado? Sim Se eu instalar mais de um ambiente, como vou escolher o que quero iniciar? Depois da distro carregar, aparecerá o gerenciador de login, pedindo seu usuário e senha. Nesta tela, é possível selecionar qual você usuárá. Se por algum motivo o seu sistema não exibe essa tela e se loga automaticamente, você tem de desabilitar o login automático ou mudar qual o ambiente padrão, caso você queria sempre se logar no mesmo. É possível desinstalar o ambiente gráfico principal da distro para colocar outro? Sim, mas em algumas distros como o Kurumin NG, isso não é recomendado, pois várias coisas dependem do ambiente original. Instalação de programas (Gerenciamento de pacotes) A instalação de programas no Linux é uma de suas maiores peculiaridades. Em primeiro lugar, é importante notar que, simplificando, um programa no Linux é chamado de pacote. Um pacote pode ter várias dependências para funcionar. O que é uma dependência? Para exemplificar, o DirectX é uma dependência para se jogar Need for Speed no Windows. No sistema da Microsoft, os programas são baixados do site oficial do programa e já vêm com suas dependências. Esse processo suas suas vantagens e desvantagens. Como vantagem, podemos dizer que é possível baixar facilmente qualquer programa do site do desenvolvedor e simplesmente rodá-lo. O ponto fraco disto é que mesmo os programas que usam as mesmas dependências e bibliotecas precisam ser baixados com tudo isto, mesmo que você já tenha. O Linux, entretando, tem seu sistema de pacotes, que é muito diferente. Inicialmente, era preciso compilar os programas com seu código-fonte, geralmente distribuidos (até hoje) compactados no formato tar.gz Este processo geralmente é relativamente complicado, lento e difícil. Era necessário um grande número de bibliotecas e algum conhecimento. Em compensação, o programa ficava com um desempenho melhor. Surgiram então, para facilitar, os pacotes já compilados. Eram em três formatos principais: rpm, que derivavam do RedHat, deb, que derivavam do Debian, e tgz, do Slackware. Baixava-se o programa e suas dependências manualmente e então instalava-se tudo na ordem correta. Era muito mais fácil, afinal, com um comando, dava pra instalar um pacote. Entretando, procurar as dependências de cada pacote não é uma tarefa muito agradável. Muitos pacotes tinham (e têm) várias dependências, e a tarefa acabava se tornando lenta e nem um pouco prática. Para acabar com esse problema e trazer outras vantagens, foram criados então os gerenciadores de pacotes. Era possível instalar qualquer programa com apenas um comando! O Debian tem o apt-get como gerenciador de pacotes. Para instalar o Pidgin, por exemplo, é necessário somente executar o comando apt-get install pidgin. O pacote é instalado automaticamente, junto com suas dependências e tudo o que for necessário para rodá-lo. O RedHat e derivadas têm o urpmi, que baixa e instala automaticamente os RPMs. Já O Slackware não tem um gerenciador de pacotes oficial que resolva as dependências automaticamente. Você deve estar se perguntando se é necessário usar esses comandos toda vez que for necessário instalar um programa. A resposta é: não! Existem interfaces gráficas bastante conhecidas para adicionar e remover programas no Linux. Estes programas, porém, nada mais são do que interfaces para os gerenciadores como apt e urpmi. A imagem abaixo mostra o Gnome-app-install, programa que vem instalado por padrão no Ubuntu. Ele mostra os principais programas e tem uma interface extremamente simples e descomplicada. O Synaptic é o programa que vem instalado na maioria das distros derivadas do Debian para a instalação de programas. Sua interface é um pouco mais complexa e mostra todos os pacotes disponíveis, o que pode gerar confusão aos iniciantes. A imagem abaixo mostra o Synaptic rodando numa instalação em francês de uma distro. As distros que usam RPMs também têm seus gerenciadores gráficos. Abaixo, a imagem da ferramenta do Mandriva. Todos esses sistemas podem instalar uma grande quande quantidade de programas, entretanto, é necessário que os pacotes estejam nas listas do respectivo gerenciador. Essas listas são chamadas do repositórios. Os repositórios oficiais geralmente já têm uma quantidade boa de programas para se instalar, mas é possível também adicionar outros. Conclui-se, então, que o jeito mais fácil de se instalar algum programa é ir no site no desenvolvedor, anotar o nome e procurar este mesmo na interface do gerenciador de pacotes da sua distro, como o das imagens acima. Contudo, e se ele não estiver lá? Há várias possibilidades, como você ter digitado o nome errado, mas e se o pacote realmente não estiver na lista? Você tem algumas opções para instalar o programa. - Em primeiro lugar, veja no site oficial do programa, se há repositórios para instalar o programa. Se há, é necessário apenas adicioná-lo, atualizar suas listas e instalá-lo. - Se não há o repositório, você pode baixar o pacote deb, tgz ou rpm referente à sua distro e o instalar manualmente. É possível instalar pacotes de outras distros que usam o mesmo sistema de pacotes (por exemplo, instalar um deb do Debian em seu Ubuntu), mas isto não é recomendável. - Muitos programas têm versões genéricas que podem ser instaladas em qualquer distribuição. Em alguns casos, como o do Firefox, é necessário apenas descompactar o pacote e clicar no ícone para usar. Em outrros, é usado o autopackage, que faz os proramas terem uma instalação parecida com a do Windows. - Nada disso deu certo? Então você tem três opções: procurar um programa equivalente que seja mais conhecido e tenha nos repositórios, compilá-lo ou desistir. Você pode procurar vários tutoriais na web de como compilar um programa. Em geral, é necessário rodar os comandos ./configure, make e, como root, make install. Aprenda mais sobre como usar os gerenciadores de pacote: Usando o Apt-get (para distros baseadas no Debian, como Ubuntu, Big Linux, Kurumin, etc. Instalando programas no Mandriva Linux, o UrPMI e o MCC Artigo do DistroWatch (em inglês) com os comandos dos principais gerenciadores do Linux Notas [1] - "Benchmarked: Ubuntu vs Vista vs Windows 7". Disponível em < http://www.tuxradar.com/content/benchmarked-ubuntu-vs-vista-vs-windows-7 >. Acesso em 22 dez. 2010. [2] - "Vírus no Linux? Vida curta e difícil" . Disponível em < http://www.cic.unb.br/~pedro/trabs/virus_no_linux.html >. Acesso em 22 dez. 2010. [3] - Última edição por André0991 : 15-01-2011 às 17:26. |
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GeeK
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Links úteis
Sites em geral Http://vivaolinux.com.br Artigos, tutoriais, screenshots, perguntas, etc. http://guiadohardware.net Site do criador do Kurumin, Carlos E. Morimoto http://br-linux.org Notícias sobre Linux http://www.dicas-l.com.br/ Dicas para Linux http://distrowatch.com/ Lista de distros, além de artigos e análises. Fóruns http://guiadohardware.net/comunidade As salas mais movimentadas sobre Linux, além de outros assuntos diversos no fórum. http://www.linuxbsd.com.br/forum/ Um fórum um pouco menor sobre Linux e BSD. http://www.linuxquestions.org/questions/ (em inglês) Um dos maiores do mundo sobre Linux. Documentação http://focalinux.cipsga.org.br/ O guia mais completo sobre Linux. Blogs http://linuser.com/ Blog do tio Max www.gdhpress.com.br Blog do Guia do Hardware http://nerdson.com/blog/ Quadrinhos sobre Software Livre, programação e tecnologia do Nerdson http://felipefsc.blogspot.com/ Blog do Felipefsc Jogos http://www.happypenguin.org/ Apesar do visual, tem um acervo gigantesco de jogos Glossário Kernel: Núcleo do sistema. O kernel é o responsável por controlar o hardware e sua comunicação com software. Distro: O kernel mais os aplicativos. GPL: Licença para software livre. Live CD: Sistema roda diretamente do CD. Agradecimentos Mesmo que a maioria dessas contribuições estejam em versões antigas desse guia e não mais neste, como a análise do Slackware, Arch, etc., penso que seria extremamente injusto não agradecer aqui os que contribuiram com o crescimento deste guia. Os nicks do membros do GdH estão linkados para seu perfil. dcardosoa vaim SSteel dilsin- angelight Marcelo de Matos Soeiro Atreyo Alves Geraldi Ledtyle, por ter feito o texto dos programas há bastante tempo, que acabei modificando ![]() Sezaru E a todos os outros que ajudaram direta ou indiretamente para que esse trabalho fosse possível. Minha checagem no tópico original não foi completa e, obviamente, você pode me contactar para colocar aqui seu nick. O email é andre.peric.tavares <arroba> gmail.com Contato Você pode enviar suas críticas, sugestões, xingamentos, doações, declarações de amor e etc. para andre.peric.tavares <arroba> gmail.com. Apenas não mande suas dúvidas sobre Linux para lá. Para isso você pode usar os diversos sites já listados acima, principalmente os fóruns. Já que eu participo de boa parte deles, quem sabe eu não te encontro por lá? ![]() Licença Esta parte do texto é um artigo do Ledstyle que foi modificado. O original pode ser encontrado em http://www.tuxresources.org/blog/winlin/ . Sua licença é a Creative Commons, ou seja, você pode modificá-lo e distribuí-lo, desde que mantenha os créditos e adote uma licença similar. Veja mais detalhes em http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/ Você pode conferir o blog do Ledstyle em http://www.tuxresources.org/blog/
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"Perder-se também é caminho" (Clarice Lispector). Última edição por André0991 : 15-01-2011 às 17:27. |
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General de Pijama
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André0991 sei que sua intenção é a melhor mas acho que este assunto jah esta bem tratado em: http://www.hardware.com.br/comunidad...opicos/250823/
Mas naum deixa de ser valida!!!!
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GeeK
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Boa noite, dcardosoa.
Sim, eu já vi esse tópico. Mas é o que eu falei: eu não acho lá muito produtivo só colocar os links de tópicos, pois cada um simplesmente vai falar distro x e o tópico não dá em nada. Aqui eu faço uma avaliação de cada distro, mostrando os defeitos e qualidades, entendeu? Abraços!
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"Perder-se também é caminho" (Clarice Lispector). Última edição por André0991 : 05-12-2006 às 2:01. |
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General de Pijama
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Eu intendi... Mas como eu disse este topico naum deixa de ser válido...
Se vc aceitar posso tentar preparar algo sobre o Slack, que é a distro que utilizo...
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GeeK
Registrado em: Mar 2006
Localização: De volta a BH e ao Fórum!
Idade: 25
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Tem esse site da minha assinatura também. Pena que tá em inglês e também não incluiu as distros nacionais:
http://www.zegeniestudios.net/ldc/index.php Ele faz algumas perguntas e de acordo com as respostas te indica 4 ou 5 distros. É tudo automatizado. Não depende da opinião pessoal de ninguém.
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GeeK
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dcardosoa, com certeza, pode mandar bala! Mas não vai recomendar pra iniciantes, que aí num dá! :P
Dyego Sousa, obrigado pelo link, vou colocar ele também no fim. abraços
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"Perder-se também é caminho" (Clarice Lispector). |
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#10 (permalink) |
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General de Pijama
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SLACKWARE LINUX ![]() Site Oficial: http://www.slackware.com/ Versão Corrente: SlackWare 12.1 Nivel de dificuldade: intermediário-avançado Descrição: O Slackware Linux foi criada por Patrick Volkerdiny em 1993 e ainda é mantida pelo mesmo. É uma distro que tem por objetivo a estabilidade e o desempenho. A palavra slack em inglês significa preguiça, ou seja, Slackware podemos entender como sistema preguiçoso. Assim é, porque o sistema não possui muitas ferramentas de configuração. A maior parte da configuração é feita editando arquivos de configuração manualmente. Gerenciamento de pacotes: Possui um excelente gerenciador de pacotes próprio, mas este gerenciador de pacotes não possui um gerenciador de dependências. Seus pacotes estão no formato .tgz e são facilmente encontrados. Kernel: Como é uma distro que busca estabilidade utiliza kerneis que já foram testados exaustivamentes. A última versão do Slackware vem com o kernel 2.4.33.3. Mas isto não impede que ela seja instalada com outros Kerneis mais novos. Pontos fortes: -Altamente estável. -Consumo mínimo de memória. -Roda em PCs antigos. -Tem uma vasta documentação. -Distro que já vem com inúmeros pacotes para desenvolvedores. -Excelente distro para se aprofundar no LINUX. -É LINUX... Pontos fracos: -Exige paciência e conhecimento do usuário (para mim é um ponto forte, mas...) -Configuração praticamente toda feita manualmente (para mim é diversão )-Não tem sitema de dependência (mas pode-se instalar alguns pacotes extras, como o slapt-get e swaret, que fazem este papel) Minha Opinião: É uma distro que faz com que você evolua seu conhecimento no sistema, pois lhe força a conhecer o Sistema. No começo realmente é dificil, mas com o tempo você pega o jeito e “deslancha”. É uma distro para ser usada tanto em servidores como em Desktops. Puxando a sardinha: http://www.slacklife.com.br/article.php?sid=753 OBS:
Links: http://www.slackwarezine.com.br/ http://www.slacklife.com.br/ http://www.slackware-brasil.com.br/ http://www.slackwarenaveia.org Pacotes http://www.linuxpackages.net/ http://www.slacky.it/
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#11 (permalink) |
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GeeK
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"Perder-se também é caminho" (Clarice Lispector). |
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#12 (permalink) |
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Newbie
Registrado em: Dec 2006
Mensagens: 49
Reputação: 0
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Bom, em primeiro lugar, quero parabenizar o André pela iniciativa. Apesar de ter sido lembrada a existência de um post parecido, visitei todos (sim, todos) os links e a maioria estão desatualizados, o que pesa, sem dúvida, nos pareceres deixados sobre aquelas distribuições.
![]() Sendo assim, mesmo diante desses reviews tão detalhados, ainda tenho várias dúvidas sobre as benditas distros. Como iniciANTÃO, já visitei o Linux Distribution Chooser e segui as recomendações: baixei e mexi em 3 LiveCDs (Mandriva One, Ubuntu e o Kurumin), e o resultado não podia ser diferente: quero juntar o melhor dos dois mundos (o Ubuntu não curti muito, então descartei), mas não sei como. O Kurumin me impressionou um bocado pela diversidade de coisas que têm (e que cabem) num único CD. É impressionante como ele faz tudo pro usuário de um modo bem rápido e claro! MAAAAS... Não achei tão personalizável (entenda-se "muito feinho perto de várias screenshots, mesmo de KDE" - apesar de imaginar que muito dessa "beleza" depende de programas facilmente instaláveis, como aquela barra de ícones à la MacOS)... Por sua vez, o Mandriva One, como teaser do Mandrivão, me fascinou pela beleza (o Gnome realmente é muito prático) e pelo pacotão de 4 CDs que é possível baixar (o qual acredito ter beeem mais programas que o próprio Kurumin). MAAAAS... Em termos de "ter as coisas à mão", perde bastante pro Kurumin E, principalmente, não tem suporte nativo a NTFS (o que, pra mim, é essencial pra distros atuais). Pois é, pessoal, acho que deu pra perceber que não quero me decepcionar e perder uma partição do meu HD... Então, pra finalizar, três perguntas: a) Onde posso ver quanto cada coisa ocupa de espaço? b) minha preferência pende (muito) pro Kurumin, mas ao instalá-lo, dá pra deixar bonito igual ao Mandriva? Na melhor das hipóteses, ele aceita o Gnome (com os programas rodando bem, obviamente)? c) se eu baixar o pacotão de 4 CDs do Mandriva Free, vai dar pra usar os pacotes no Kurumin? ("Diz que sim, diz que sim, diiiiiiiiz") |
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#13 (permalink) |
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Highlander
Registrado em: May 2004
Mensagens: 11.223
Reputação: 110
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Outra distro mamão com açucar para quem quer começar é o Big Linux: www.biglinux.com.br
Realmente é muito pronto para usar, vem com 99 % dos programas necessários pré-instalados, e tem um painel de controle muito bom. Recomendo. ![]()
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#14 (permalink) |
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Newbie
Registrado em: Dec 2006
Mensagens: 49
Reputação: 0
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que sacanagem, não abri tópico novo justamente porque tentei seguir a política do fórum (quanto mais enxuto, melhor), mas vejo que, pegando gancho em outro tópico, minhas dúvidas não têm a visibilidade necessária pra serem respondidas...
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#15 (permalink) |
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GeeK
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a) Num particionador, como o gparted.
b) Sim c) Não. Os pacote do Kurumin são em DEB, os do Mandriva não. falou
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"Perder-se também é caminho" (Clarice Lispector). |
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#16 (permalink) |
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Newbie
Registrado em: Dec 2006
Mensagens: 49
Reputação: 0
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Aê!!! valeu, André! Grande alívio saber que dá pra usar Gnome.
Mas a terceira resposta, como não poderia deixar de ser, trouxe dúvidas sobre a distro Debian... Mas acho que você vai responder mais tarde, com a continuação do seu post. Aguardo ansiosamente! |
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#17 (permalink) |
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Membro Senior
Registrado em: Jan 2006
Localização: Rio de Janeiro
Mensagens: 211
Reputação: 28
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eu acho a iniciativa bacana, ..., mas o topico tem que ficar melhor organizado, ou poderia ser um topico fixo como por exemplo..."Uma breve revisao de distros"... e quando um Newbie postar alguma pergunta neste sentido, o topico seria trancado com um link conduzindo o newbie pra lá . isso vai evitar flames, partidos ou byte-wars!
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"Eu os ensino princípios corretos e eles governam a si mesmos." J.Smith "... se houver qualquer coisa amável ou louvável nós a procuraremos." Linux precisa de marketing eficiente. Caso contrário vai sempre ficar à margem da MS! |
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#18 (permalink) |
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GeeK
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bazao, com o seu post, tive a idéia de colocar a parte Instalação de pacotes.
maxgomes, sim, é este o objetivo: Que os iniciantes, me vez de criar tópicos repetidos de sempre, venham aqui. Bom, vamos ver, espero que ao término no tópico, ele fique muito completo e enxuto. Quem sabe, possa se tornar fixo - fixo, e não ficar no pregão, porque aí nenhum iniciante vai ver. abraços
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"Perder-se também é caminho" (Clarice Lispector). |
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#19 (permalink) |
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Tô em todas
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Boa andre! Só uma correção: é Resulinux e não Resolinux. Moderadores, merece um tópico fixo e limpezas semanais dos comentários para que o tópico fique clean
[]'s! St Jimmy 2k!
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PabloVieira. Última edição por StJimmy2k : 06-12-2006 às 14:03. |
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#20 (permalink) |
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Newbie
Registrado em: Dec 2006
Mensagens: 49
Reputação: 0
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Legal, André, fico contente! De fato, vai esclarecer muitas dúvidas de muitos novatos (os quais, espero, consultem esse post). Mas... Cadê?
EDIT: Desculpe, não tinha lido direito. Mas gostaria de sugerir que seja uma descrição mais completa (por exemplo, você mesmo já me respondeu que o pacote do Kurumin é DEB, portanto, incompatível com do Mandriva), porque assim dá pra focalizar mais ainda a pesquisa. Valeu! |
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