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Decisão de curso superior
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Opções do Tópico |
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#1 (permalink) |
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Newbie
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Creio que muitos de vocês já devem ter passado pela decisão de curso superior... eu também! Já prestei um vestibular mas meu ensino fundamental foi fragmentado, e o ensino médio pior ainda, já que pulei um ano... Bem, fiz o vestibular da UnB para ciência da computação e, como dá pra reparar, não passei.
O que já era esperado, afinal não havia me preparado.Mas enfim, agora entrei num cursinho, estou me empenhando para passar, mas estou revendo o curso para qual vou prestar vestibular e parece que ciência da computação não é bem o que eu quero! Me interesso muito por computadores, é óbvio, mas tava pensando em ... "abrangir os horizontes", pegar algo que fosse de certa forma relacionado à informática, mas não tão intrínsicamente quanto à ciência da computação que, pelo que me parece, é muito específica. Estou em uma dúvida total... Estava pensando que talvez engenharia elétrica seria uma boa, mas, também, sei muito pouco sobre o assunto. Se minha lógica estiver errada, me avisem, pois só agora realmente estou me preocupando com isso. |
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#2 (permalink) |
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Super Participante
Registrado em: Jul 2003
Mensagens: 971
Reputação: 19
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Os cursos de Ciência e Engenharia da Computação são realmentes focados na informática. Muito bom pra quem adora cálculo e álgebra, e têm o computador como fim. Outros como o de Sistemas de Informação, Informática com ênfase em negócios ou finanças, e outros, usam a informática como meio e têm a empresa como foco. Têm muitas matérias de administração de empresas além das de informática, e são mais abrangentes.
Engenharia elétrica não é um curso da área de TI, mas deve ter alguma matéria de programação e lógica, elém de muita matemática tb. ![]() Também têm outros cursos que envolvem computação gráfica e tal, depende muito das coisas que vc gosta. :wink:
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"Nem todos os caminhos são para todos os caminhantes". Debian GNU/Linux. |
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#3 (permalink) |
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Super Participante
Registrado em: Feb 2004
Localização: Curitiba - PR
Mensagens: 764
Reputação: 17
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Meu pai é engenheiro elétrico.
Parece que essa área abrange muita matemática e um pouco de eletrônica.
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P4 1,4Mhz - Intel D850GB - 640MB RIMM - MSI GeForce 4 MX-440 - Maxtor 40GB 7200RPM - Lucent Win Modem - ATX 350W - Creative SB Live! Platinum 5.1 - Samsung 753DF 17" - Drive 1.44 - Pinnacle Studio DV - LG DVD-ROM - LG CD-RW - Realtek 10/100 |
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#4 (permalink) |
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Zumbi
Registrado em: May 2002
Idade: 27
Mensagens: 7.098
Reputação: 433
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Eu faço SI onde se aprende todas as areas da INFO vc aprende a programar a mexer em redes e em DB, e administrar uma equipe ou uma empresa.
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STI Cell 3.2GHz | 256MB@3.2GHz RAMBUS | Nvidia RSX@500MHz| 256MB VGA Memory | Sony BD Sony Emotion Engine 295MHZ 128 bits 6,2 Gflops | Sony Graphic Synthesizer 148MHZ | 32MB Direct RDRAM | Sony Sound Unity 2MB | Sony DVD 4x http://brunofoca.blog.uol.com.br Não respondo duvidas técnicas por MP |
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#5 (permalink) |
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GeeK
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Sistemas de Informação é um curso ótimo.
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#6 (permalink) |
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Super Participante
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Faz engenharia, que engenharia r0x ! :mrgreen:
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Ala Pucha tchê! Aqui a peleia é braba! Vendo cabos de dados pra siemens/samsung http://forumgdh.net/viewtopic.php?p=2068034 |
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#7 (permalink) |
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Newbie
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OK, continuo na dúvida, mas andei pesquisando sobre as matérias e acho que talvez ciência da computação seja mais interessante... mas ainda assim não sei!!! Estou na dúvida pois *gosto* de tudo isso....
Então por enquanto estou mais pra ciência da computação. (A UnB não tem engenharia, só o IESB, mas nem rola pagar 1000 conto/mês... a não ser que eu tenha um booom motivo pra fazer isso ) O que vocês acham que seria mais worthwhile em termos de futuro? Será que elétrica teria futuro? Ou mecatrônica? Ou estatística? Ou matemática?!? Arrrrgh!E obrigado pelo feedback até agora. Se alguém tiver algo a acrescentar eu agradeço. Estou num estágio de indecisão crítica!! :!: Pedro. |
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#8 (permalink) |
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Tô em todas
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Olha, em termos de futuro, uma engenharia é sempre uma engenharia, principalmente quando se fala das engenharias mais tradicionais (elétrica, mecânica). Eu faço eng. elétrica, e posso te dizer que o curso apesar de muito puxado é ótimo, pois lhe dá uma visão dos processos como um todo, não fica focado numa área. Pelo menos onde faço eng (cefet-pr) tem muito de tudo, muito calculo, muita matemática, muita programação, muita eletrônica.
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|Dell Inspiron 6400|Intel Core 2 Duo T7200 (2GHz) |2GB DDR-2 RAM|120GB HD (5.400)|15.4" Wide True Life (1280x800)|Bluetooth integrado, bateria 9 células e mais umas coisinhas |Folding@Home Member! |
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#9 (permalink) |
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Zumbi
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Caro Pedro,
essa sua indecisão é comum para todos os jovens de sua idade aqui e em qualquer lugar do mundo. Mas você já pode demonstrar ser um estrategista criando metas de curto médio e longo prazo. Se a decisão para o curso superior está tão díficil até para a escolha, imagine o resto. E fazer um cursinho quando não se sabe nem o que se quer e perder dinheiro e demonstra ausência de inteligência. Você nesse momento deve fazer um curso técnico na área de suportes para que possa ajudar seus familiares, amigos, igreja, colégio, etc. Um curso técnico de 2 anos lhe daria tempo (e experiência suficientes) para pensar o que realmente quer fazer. Caso contrário será mais um no grupo abaixo: LEIA O QUE HÁ NO LINK. Errar custa caro Por que tantos jovens ainda desperdiçam tempo e dinheiro em faculdades mal escolhidas. O velho problema de selecionar uma profissão continua levando milhares de jovens a desperdiçar fortunas em faculdades deixadas pela metade. De quem é a culpa? Luiz Henrique Corrêa Quemel - Colunista Técnico Carreiras & Mercado de Trabalho - Jornal de Brasília
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10ª Oficina CD INFO (versão 2012) - Inscrições abertas |
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#10 (permalink) |
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Veterano
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Olá.
Bom eu entendo bem o que você está passando, passei por isso o ano passado inteiro. Hoje estou no 1º ano de Ciência da computação numa faculdade paga mas de qualidade. A ciência da computação visa criar um profissional com amplo conhecimento, não direcionado em uma área mas sim com uma visão geral. Outra característica que difere a ciência da engenharia da computação é que o cientista tem uma base voltada mais para a pesquisa e o engenheiro a implantação de sistemas, não que um profissional não possa fazer uma destas atividades, ambos tem o cenhecimento. qualquer dúvida entre no meu icq que lhe esclareço mais algumas coisas.
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"Só é digno de seu poder aquele que o justifica dia após dia." Uin: 64809077 Linuxuser #282856 |
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#11 (permalink) |
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General de Pijama
Registrado em: Jun 2002
Localização: RS
Mensagens: 3.567
Reputação: 24
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Bom, passei por duvida semelhante ano passado
Engenharia Eletrica ( enfase em telecom) ou Ciencias da Computação. Como tenho uma afinidade na parte de redes, achei que seria mais interessante a Engª. Fiz 2 semestres e após conversar com professores e alunos achei melhor ir para a Computação, pois a Engenharia, por ser ampla d+, iria demorar muito pra oferecer o que queria ( talvez somente no final do curso ou na pos graduação - Quase 7 anos.....). Você tem em levar em conta o que voce quer, quais seus objetivos, o que voce pretende desenvolver. Se optar por Engª ira levar algum tempo pra ver algo relacionado a computação, talvez não seja satisfatório...
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#12 (permalink) |
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Newbie
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Primeiramente devo dizer que estou muito grato pelas respostas... estão esclarecendo um bocado.
Ao mais uma vez ver os fluxogramas de CiC (http://www.cic.unb.br/grad/disciplinas/disciplinas.html), EnE (http://www.ene.unb.br/ene/grad/grad_curriculo_fluxo.html) e Redes (http://www.redes.unb.br/fluxograma.htm) estou um pouco mais voltado para ciência da computação e engenharia de redes.... acho que elétrica foge um pouco do que eu quero, mesmo sendo uma área interessante ao que tudo indica. Mas... - Quemel, minha dúvida não é de que área eu tenho afinidade, e sim de qual área eu tenhe mais afinidade junto com as perspectivas de futuro de todas. Sei que gosto de tudo que mencionei. Claro que talvez mais de umas que de outras áreas, mas tenho certeza que fosse para fazer física, estatística, engenharia de redes, ... iria gostar do curso (dentro de um espectro que já defini há muito tempo, e em todas as tentativas de "ver se gosto" de outra coisa acabei voltando à estaca zero). Já havia lido aquele artigo há um tempo e sinceramente não acho que me encaixo na situação descrita. - Bruno, a engenharia da computação iria no caso aprofundar mais em quais formas? Como a única federal no meu estado não oferece este curso acho improvável de eu fazer ele, mas quem sabe... ![]() - fdbelo, não entendi muito bem o que quis dizer... engenharia dá mais status? ![]() Mais uma vez muito obrigado a todos! Pedro. |
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#13 (permalink) |
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Veterano
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na minha facul (são judas tadeu) existem 3 cursos na área de informatica
Engenharia da computação - 5 anos de duração - o profissional sai com uma solida base computacional, visa estudar e implantar em empresas sistemas prontos, buscar alternativas e etc. Ciencia da computação, duração 4 anos profissional sai com uma sólida base computacional também porém tende a pesquisar e criar novas tecnologias, diferente da engenharia que implanta as já existentes. o Cientista da computação é acima de tudo um pesquisador. estas duas que eu mencionei acima já permitem o profissional capacitado ingressar na empresa em um posto mais alto como analista... exite também na minha facul o curso de processamento de dados que dá uma base em programação, não uma visão geral na área, nao sei se me entende... Isto vai de cada um, eu me identifico bem com CCP pois desde pequeno vivia abrindo meu 486 (falou o velhão né heheh) pra colocar uma memóriazinha EDO que economizava meses de mesada pra comprar.... mas deixando as brincadeiras de lado você tem que ver se se identifica mais com estratégia (engenharia) ou com pesquisa (ciencia), outra coisa importante que deve saber é que em todas as áreas sem excessão voce terá uma extensa carga de l;ógica e matemática.... =)
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"Só é digno de seu poder aquele que o justifica dia após dia." Uin: 64809077 Linuxuser #282856 |
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#14 (permalink) | |
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Tô em todas
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Citação:
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#15 (permalink) | ||
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Veterano
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Citação:
Tudo vai depender do ramo a que você se direcionar, programação, webdesign, redes, implantação de sistemas e etc. nessa parte eu ainda tenho duvidas.
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"Só é digno de seu poder aquele que o justifica dia após dia." Uin: 64809077 Linuxuser #282856 |
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#16 (permalink) |
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Super Participante
Registrado em: Jul 2003
Mensagens: 971
Reputação: 19
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Já q a idéia é comparar profissões e, tão falando bastante de engenharia, vou colocar um texto que confronta o engenheiro com o tecnólogo, puxando um pouco a sardinha pro lado do tecnólogo rs.
ANTONIO AUGUSTO, Especial para o Diário Com nível superior e conhecimento especializado, jovens saem das escolas de tecnologia e agregam valor às áreas de produção das empresas Com diploma de nível superior e conhecimentos especializados em diversas áreas de produção, os tecnólogos têm encontrado maiores facilidades para conseguir emprego que outros profissionais com graduação mais avançada, como os engenheiros. Em sua maioria, os tecnólogos estão saindo do banco escolar direto para os ambientes de trabalho, onde geralmente são recebidos como portadores de soluções rápidas e eficazes para muitos dos gargalos enfrentados pelas empresas. E graças a seu grau de especialização e, em certos casos, ao envolvimento direto com os sistemas produtivos, em situações de crise geralmente são os últimos do quadro de pessoal a entrar na lista daqueles que recebem o aviso prévio. Graduados em áreas como informática e gestão de negócios, processamento de dados, logística, mecânica de precisão (mecatrônica), soldagem, edificação e pavimentação, os tecnólogos egressos de boas escolas são constantemente procurados pelas empresas ainda durante a fase de aprendizado. Contratados como estagiários, após formados, ganham salários que variam entre três e mais de dez mínimos. Estudo do Centro Paula Souza, entidade do governo estadual mantenedora da Faculdade de Tecnologia de São Paulo, a Fatec, 60% dos tecnólogos formados pela escola e atuantes no mercado de trabalho recebiam em dezembro de 2001 acima de sete salários mínimos (hoje mais de R$ 1.400). Dos ex-alunos, 88,52% deles trabalhavam como assalariados, a maioria (52,46%) em empresas menores. Ou seja, são os principais responsáveis pelas aplicações técnicas e tecnológicas dos empreendimentos de pequeno e médio portes. As diferenças Para o diretor da Fatec São Paulo, Dirceu D'Alkmin Telles, o tecnólogo tem sido bem acolhido pelo mercado graças à sua formação técnica especializada, voltada para as necessidades das empresas. A clientela da escola é constituída por jovens oriundos das classes média e média baixa. “As empresas preferem mais tecnólogos do que engenheiros. Em geral são pessoas mais flexíveis, que gostam de trabalhar em grupo”, avalia Telles. Nos corredores da Fatec comenta-se sobre o fator que difere um engenheiro de um tecnólogo, quando da estréia no ambiente de trabalho. Enquanto o primeiro pergunta “o que eu vou fazer?”, o segundo demonstra outro tipo de curiosidade: “O que é preciso fazer?” Comparações à parte, as habilitações profissionais são distintas. Tomando como exemplo uma empresa de informática, um engenheiro eletrônico responde pelos projetos de computadores, enquanto o tecnólogo opera na área de aplicativos (softwares) e programação. Já o técnico de nível médio faz a manutenção das máquinas. Quanto ao aproveitamento pelas empresas de tecnólogos recém-formados pela Fatec, o levantamento do Centro Paula Souza mostra números surpreendentes. Em dezembro de 2001, 87% deles tinham conseguido colocação no mercado de trabalho, contra 81% no mesmo período do ano anterior. Além disso, o contingente é basicamente jovem: 58,57% tinham até 25 anos. Na divisão por sexo, a predominância era masculina (65,71% de homens, contra 34,29% de mulheres). Em matéria de oportunidades de estágio, os estudantes da Fatec SP conseguiram bons resultados em 2002. De acordo com o professor Antão Shinobu Ikegami, diretor de relações empresariais da escola, que faz a ponte entre os alunos e as firmas interessadas, em 2002 841 empresas contrataram 1.532 estagiários, de um total de 5.600 alunos da unidade. As bolsas são de R$ 600 a R$ 800. Das áreas preferidas pelas empresas, duas ganham destaque: a de informática, com 351 estagiários, e automação de escritórios e secretariado, com 319. A de movimentação de terra e pavimentação, ligadas à construção civil, teve menor procura, somente 58 alunos. A remuneração é mais baixa. Na outra unidade da Fatec na capital, instalada em abril do ano passado no bairro de AE Carvalho, na zona leste, 84% dos 640 alunos são moradores da região e 50 deles já estão contratados como estagiários, a maioria em empresas locais. Segundo o professor Geraldo da Silva, diretor da unidade, da grade curricular da escola o destaque é o curso para tecnólogos especializados em produção com ênfase em plásticos. “É o único no Brasil. Temos quinze alunos como estagiários”, conta Silva. Ex-graduado pela Fatec SP e com doutorado em engenharia mecânica pela USP de São Carlos, ele diz que os tecnólogos estão atendendo às expectativas do mercado “de forma pronta e eficaz”. No caso do curso de informática, por exemplo, Silva explica que a ênfase dada na grade à gestão de negócios, habitual na especialização em MBA, faz parte do conteúdo já na graduação da Fatec. Silva afirma que os tecnólogos estão enfrentando menos problemas de desemprego que os engenheiros porque, entre outros motivos, também agregam valor à produção. “É mais difícil para as empresas trocarem um profissional especializado”, observa ele. Ação comunitária Três grupos de estudantes da escola participam diretamente de ações comunitárias junto à população da região. Eles transmitem à comunidade informações sobre lixo reciclável, ensinando como retirar, armazenar e reciclar esse material, além de integrar a população à escola, através de noções para a formação de cooperativas. “É uma forma de aproximação da escola com a comunidade”, afirma Silva.
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#17 (permalink) |
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Veterano
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concordo em termos com o texto acima... existem empresas e empresas, algumas querem mão de obra especializada... por exemplo pegam um tecnólogo com conhecimento estritamente direcionado para programação.
agora pegam um engenheiro ou um bacharel em ciencia da computação com uma formação mais ampla e uma visão mais aberta com relação à informatica, qual será que tem mais chances de crescer dentro da empresa? Fiz Paula Souza também.. mas acho que faculdade é fundamental... Bruno
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#18 (permalink) |
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Tô em todas
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Gostaria de saber a formação do autor do texto acima. Discordo da maior parte do texto, principalmente quando ele fala dos engenheiros. É claro que vou defender a minha área (engenharia), mas me parece que o autor está sendo muito parcial, defendendo com unhas e dentes os tecnólogos. Pelas conversas que tive com pessoas da Tecnologia a impressão que tive do curso é totalmente oposta daquela defendida no texto.
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#19 (permalink) |
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Zumbi
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Olá pessoALL,
independente do ponto de vista de cada um, quem manda é o mercado e contra isso não dá para concordar ou discordar. Há espaço para todos, desde que que sejam competentes em suas determinadas área, é claro que o mercado sempre pela lógica cruel preferirá mão-de-obra de baixo custo (tecnólogos) em detrimento de engenheiros. O mercado, segundo pesquisas do IBGE, IPEA, prefere engenheiros para atividades gerenciais e estratégias, sendo o tecnológo para atividades mais táticas e técnicas.
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#20 (permalink) |
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Super Participante
Registrado em: Jul 2003
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Reputação: 19
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Pessoal, na boa, como deu claramente pra perceber o texto é sim voltado para alunos da Faculdade de Tecnologia, mas não tem objetivo de desqualificar o engenheiro nem ninguém (e nem poderia). Só está evidenciando as carecteristicas em que os tecnólogos levam mais vantagens. Sem dúvida os engenheiros têm uma formação muito mais ampla permitindo atuar em em várias áreas diferentes, mas também se torna bem mais demorada. Além disso, talvez ainda seja necessário se especializar em alguma área depois. O técnologo ou bacharel (esse um pouco menos) por sua vez, além das facilidades em se colocar rapidamente no mercado, dependendo da área de atuação, tem possibilidade de ganhos muito bons logo no início da carreira, ainda como estagiários.
Acho que foi isso que o autor quis passar, espero ter esclarecido! :) Seria legal se mais pessoas colocassem seus argumentos, pq o assunto é interesante e espero estar esclarecendo aos que querem se decidir por qual curso fazer. ;) Abraços!
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