Índice - Artigos
Confira aqui os artigos do Hardware.com.br. Os artigos são textos maiores, com a partir de 4 páginas, que podem tratar sobre qualquer tema ligado à informática, incluindo hardware, redes, Linux, Windows, e também outros sistemas operacionais ou plataformas. A principal diferença entre as dicas e os artigos é que no segundo, além de ensinar a fazer alguma coisa, são mais reservados a apresentar novas tecnologias ou postar textos de opinião.
Revivendo a nostalgia dos antigos jogos FPS
Depois de um artigo sobre as minhas primeiras experiências com PCs há mais de 10 anos e sobre dispositivos e periféricos que resistem bravamente ao longo do tempo, chegou agora a vez dos jogos FPS.2 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 26 de junho de 2009 às 10h23
Primeiras impressões do Absolute Linux 12.2.5
O Absolute Linux é um derivado do Slackware, a mais antiga distribuição Linux ainda em atividade. Uma coisa que diferencia o Absolute das distros baseadas no Slackware é que ele acompanha o Slackware "Current" e não a versão estável mais recente. O Absolute Linux é voltado para o desktop, e não para os servidores, e que foi feito para "instalar tudo de uma vez sem selecionar pacotes e chegar a um desktop com o X sem que os usuários tivessem que aprender nada". Outros objetivos da distro incluem desempenho otimizado em hardware ultrapassado, facilidade de uso e a adoção de aplicativos e ferramentas únicos que não dependam do GNOME nem do KDE.Sem comentáriosPor Caitlyn Martin. Revisado 10 de junho de 2009 às 11h12
Que tal montar o seu computador dos sonhos?
E aí, por quanto tempo ainda vamos aturar aquele seu Pentium IV? Ou ainda, porquê não trocamos esse terrível caixotão que chamamos de monitor CRT? Nem vou comentar do gabinete surrado: todo sujinho, amarelado e cheio de adesivos! Mas fazer o quê, se o "pôubrema" é dinheiro, né? Tudo bem, confesso que andei sonhando um pouco alto nesta minha historinha, mas dá para ilustrar bem a situação: se você "tem" todo este din-din para gastar na compra dos componentes de seu futuro computador, como seria este seu novo PC desktop? Não sei quanto à vocês, mas se fosse comigo, eu o montaria assim...1 comentárioPor Ednei Pacheco. Revisado 9 de junho de 2009 às 09h33
'Atividades' e os desktops orientados pelo contexto
Parece que a próxima palavra "quente" nos desktops vai ser "atividades". Há boas chances de você ainda não ter ouvido falar em "atividades", e caso tenha ouvido, talvez não tenha identificado um ponto em comum nos diferentes usos do termo. Mas o que todos os usos dessa palavra têm em comum é o fato de indicarem a mudança de um desktop estático para um que se transforma de acordo com as tarefas realizadas. Qualquer definição mais exata é fugaz. O que importa é que as atividades já são parte do KDE 4, e devem se tornar mais proeminentes na versão 4.3, que vem por aí. O GNOME 3.0, que deve sair no ano que vem, também vai incluir seu próprio (e mais limitado) conceito do termo. Mas em qualquer implementação, o termo indica uma mudança no desktop, e os desenvolvedores do software livre estão na frente, mostrando o caminho.Sem comentáriosPor Bruce Byfield. Revisado 5 de junho de 2009 às 12h49
Uma olhada no Debris Linux
Parece que toda semana anunciam uma nova distribuição baseada no Ubuntu. Dentre tantas, poucas se destacam por fazer algo inovador ou significativamente diferente da distribuição que as inspirou. O Debris Linux chamou a minha atenção. O nome Debris Linux apareceu pela primeira vez em maio de 2007. Antes disso a distro era conhecida como BeaFanatIX (BFX). O Debris Linux é um live CD que oferece um instalador personalizado (DebI), capaz de realizar instalações tradicionais no HD e de criar pendrives inicializáveis usando uma instalação frugal similar à encontrada no Damn Small Linux. A distribuição cabe em uma imagem ISO que sempre tem menos de 200 MB, o que permite gravar o Debris Linux em um mini CD e ainda oferecer a funcionalidade total de um desktop. Os objetivos da distro incluem manter-se pequena e compacta, com os mais modestos requisitos de hardware possíveis, para que o Debris rode bem em máquinas antigas.Sem comentáriosPor Caitlyn Martin. Revisado 4 de junho de 2009 às 13h12
EGLIBC: uma distribuição da glibc (e não um fork)
A glibc (GNU C library, ou biblioteca C do GNU) é um componente fundamental do Linux. Ela provê boa parte da interface do espaço de usuário ao kernel, além de uma boa parte das rotinas utilitárias usadas por praticamente todos os aplicativos do Linux. Uma variante da glibc, a EGLIBC (Embedded glibc, ou glibc embarcada), não é muito conhecida fora do círculo dos dispositivos embarcados, mas parece que isso vai mudar com o anúncio de que o Debian vai mudar da glibc para a EGLIBC. O projeto corre a esclarecer que não se trata de um fork da glibc, já que o objetivo é manter a compatibilidade (binária e de fontes).Sem comentáriosPor Jake Edge. Revisado 3 de junho de 2009 às 11h56
Conhecendo o LXDE
O LXDE é uma nova opção de ambiente gráfico leve, baseado na biblioteca GTK2. Ele tem crescido rapidamente em popularidade, atendendo ao público que procura um ambiente gráfico simples e leve, sem todos os inúmeros componentes do KDE 4 e do GNOME. Afinal, no final das contas o que você realmente utiliza são os aplicativos; o ambiente gráfico é simplesmente uma ferramenta para lançá-los e gerenciá-los. Em alguns casos, o melhor ambiente de trabalho é o mais simples, que não fica no seu caminho.2 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2 de junho de 2009 às 09h22
Conversão simples de vídeos com o Transmageddon e o Arista
O Transmageddon de Christian Schaller e o Arista de Daniel Taylor são duas ferramentas fáceis de usar para conversão de vídeos no GNOME, mas elas têm mais em comum do que apenas a visão de uma maneira simples de converter arquivos. Em vez de competir um com o outro (ou de unir os dois projetos), os dois desenvolvedores estão colaborando no meio do caminho: eles compartilham informações e usam os objetivos parecidos de seus projetos para fortalecer o framework multimídia GStreamer, do qual as duas bases de código dependem.Sem comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 1 de junho de 2009 às 15h45
Primeiras impressões do Mandriva Linux 2009.1
Há anos que eu digo que o Mandriva é o melhor Linux para novatos. Eu sempre achei o Mandriva uma distribuição extremamente amigável, que não sacrificava a funcionalidade em prol da simplicidade. Eu também constatei que, na maioria das vezes, ele tem menos bugs do que uma certa distribuição popular que se vangloria de ser o Linux para as massas. Naturalmente, quando a Mandriva anunciou a versão 2009.1 há algumas semanas, eu fiquei interessado em ver como ela se saía. Admito logo de cara que eu tinha altas expectativas para o Mandriva 2009.1.Sem comentáriosPor Caitlyn Martin. Revisado 28 de maio de 2009 às 11h04
Utilizando o Gerenciamento de disco no Windows 7 e no Vista
O Gerenciamento de Disco é um utilitário do sistema que gerencia discos rígidos e os volumes ou as partições neles contidos. Com ele é possível inicializar discos, criar volumes, formatar volumes com sistemas de arquivos FAT, FAT32 ou NTFS. Ele ainda permite que você execute a maioria das tarefas relacionadas a discos sem reiniciar o sistema ou interromper os usuários. A maioria das alterações de configuração entra em vigor imediatamente. Neste artigo, vamos aprender a manusear o Gerenciamento de Disco do Windows Vista, ele também está presente no Windows 7, em ambos os sistemas o manuseio é o mesmo.37 comentáriosPor Alexandre Grecco. Revisado 24 de fevereiro de 2011 às 16h28
Uma lan-house diferente...
Imagine a cena: você precisa concluir um trabalho solicitado pela sua faculdade, mas o micro pifou! O que fazer? Bem, que tal dar um pulinho na lan-house mais próxima de sua casa? Sim, aquela mesmo que acabaram de fundar ali na esquina! Em dois tempos você coloca uma camisa, calça a sua bermuda preferida e põe nos pés o seu chinelo velho de guerra. Mas ao chegar lá, se depara com algo "estranho": um Menu K no lugar do Menu Iniciar, um tal de Writer ao invés do Word... cadê o Internet Explorer? O que é esse tal de Konqueror?Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 26 de maio de 2009 às 11h36
A inovação no X Window: bem-vindo ao novo Xorg
Ao longo dos anos, muitas pessoas têm reclamado do sistema X Window. O X Window (ou sua implementação mais popular no momento, o Xorg) é a camada que fica entre os aplicativos e a placa de vídeo. Ele tem recursos fantásticos (como a capacidade de executar aplicativos via rede), mas tem alguns probleminhas (como parecer ter sido construído de trás para a frente). Uma coisa é certa: ele evoluiu enormemente de um ano para cá, especialmente no que diz respeito aos gráficos 3D e à aceleração por hardware. Neste artigo, vou explicar como o X Window mudou, e o que podemos esperar dele no futuro. Várias coisas relevantes aconteceram, e uma depende da outra. Mas antes de mais nada, algumas explicações básicas.Sem comentáriosPor Mitch Meyran. Revisado 21 de maio de 2009 às 09h37
O futuro do Moblin
Em fevereiro, o DistroWatch deu uma olhada no primeiro alfa do Moblin V2 e achou que se tratava de uma distribuição promissora para netbooks. Nos três meses que se seguiram desde que o DW escreveu seu artigo sobre o Moblin muita coisa mudou, tanto no código quanto no que se refere a quem vai dirigir o futuro do Moblin. É hora de dar uma olhada na enxurrada de notícias sobre o assunto nos últimos três meses e ver o que podemos esperar dessa distribuição específica para netbooks nas próximas semanas e meses.Sem comentáriosPor Caitlyn Martin. Revisado 14 de maio de 2009 às 11h28
Uma introdução ao Xen
O Xen é um monitor de máquinas virtuais paravirtualizador (VMM) livre ou "hypervisor", para a arquitetura de processadores x86. O Xen pode executar múltiplas máquinas virtuais com segurança em uma única máquina física, com performance próxima à nativa. Sua função é virtualizar uma máquina física para um sistema real. Ou seja, os sistemas clientes são reais, mas rodando sobre uma máquina simulada, virtual.1 comentárioPor Bruno Macagnani. Revisado 14 de maio de 2009 às 10h23
Economizando com chamadas VoIP no celular
Serviços de VoIP permitem fazer uma grande economia em chamas interurbanas e internacionais, transformando um DDI que originalmente custaria R$ 1.50 por minuto ou mais em uma chamada de 6 centavos por minuto, ou em alguns caos até menos. Além de usar os serviços de VoIP no PC, ou usar um telefone VoIP dedicado, você pode usar a mesma conta para fazer e receber chamadas diretamente a partir do seu celular ou smartphone, economizando também nas chamadas celulares.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 13 de maio de 2009 às 14h12
Ferramentas de virtualização
Nos últimos anos, com a evolução da informática, o poder de processamento dos computadores aumentou drasticamente. Entretanto, existem casos em que todo esse processamento não está sendo utilizado pelas máquinas, fazendo com que exista uma subutilização dos recursos computacionais. Preocupados em procurar soluções que visam à diminuição dessa ociosidade de processamento, os administradores de redes tem utilizado a técnica da virtualização. O uso da virtualização representa a ilusão de várias máquinas virtuais (VMs) independentes, cada uma rodando uma instância de um sistema operacional virtualizado. Esta técnica não é nova, iniciou-se pela IBM nos mainframes na década de 60, mas seu uso foi difundido nos anos 80, tendo em vista a resolução de problemas a um custo relativamente baixo.5 comentáriosPor Bruno Macagnani. Revisado 13 de maio de 2009 às 12h45
Shell e Zeitgeist: o futuro do GNOME?
O anúncio dos planos preliminares para o GNOME 3.0 há algumas semanas voltou todos os holofotes para o GNOME Shell e o GNOME Zeitgeist. Pouco conhecidos até então, esses programas agora são vistos como a base de uma nova experiência de usuário no GNOME 3.0. Os dois ainda estão em seus estágios iniciais e foram testados por poucas pessoas, e por isso estão cercados por interrogações. O que exatamente são esses programas? Que visão é essa que eles têm em comum? E o mais importante: serão eles capazes de atender às expectativas? As respostas para essas perguntas ainda não são definitivas, já que ambos os projetos vêm se desenvolvendo rapidamente e com certeza irão mudar dramaticamente até o lançamento do GNOME 3.0. Mesmo assim, quem procura por respostas preliminares pode obtê-las dedicando um tempinho à compilação dos programas.Sem comentáriosPor Bruce Byfield. Revisado 12 de maio de 2009 às 11h43
Como ficam os projetos da Sun depois da compra pela Oracle
Apesar dos rumores incessantes, a IBM acabou não comprando a Sun Microsystems. Mas no dia 20 de abril, a Oracle comprou. A aquisição da Sun pode ter algumas implicações interessantes para a comunidade Linux. Eu não estou sabendo de nada que vocês já não saibam, mas suspeito que o resultado de modo geral será positivo. O que veremos abaixo é uma especulação de minha parte quanto ao rumo dessa história.Sem comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 27 de setembro de 2010 às 09h45
O tecnólogo e os sete pecados capitais
Quem nunca ouviu falar dos sete pecados capitais? Figurinhas fáceis em filmes, novelas, quadros e demais manifestações artísticas, há centenas de anos eles fazem parte de nossa vida e vêm influenciando o dia-a-dia dos cristãos católicos. Vamos refletir e nos divertir digerindo esse texto, que transporta para o curso de Análise de Sistema, todo o universo desses vícios básicos que afligem a existência humana desde os primórdios dela. O sentido de "tecnólogo" no texto é de todo e qualquer profissional que lida com tecnologia, e não necessariamente os graduados em cursos de tecnologia.Sem comentáriosPor Cícero Moraes. Revisado 30 de abril de 2009 às 15h08
Xubuntu 9.04 x Debian 5.0.1 Xfce
Ao invés de fazer uma análise sem grandes novidades, neste artigo decidi comparar o novo Xubuntu 9.04 ao Debian Lenny com desktop Xfce. O Xfce é um ambiente de desktop que, assim como o GNOME, se baseia nas bibliotecas gráficas GTK+. Só que ao contrário do GNOME, o foco dele está na leveza. Diz seu criador, Olivier Fourdan: "O Xfce é um ambiente de desktop leve para vários sistemas *NIX. Feito com foco na produtividade, ele carrega e roda aplicativos com rapidez e ao mesmo tempo economiza recursos do sistema." O Xubuntu é baseado no Ubuntu, mas no lugar do desktop GNOME ele traz o Xfce. Ele também oferece a maior parte das funcionalidades que o Ubuntu oferece. Já o Debian , por outro lado, baseia-se em si mesmo e oferece um monte de opções para o desktop, uma das quais é o Xfce. Que tal compararmos os dois?Sem comentáriosPor Chris Smart. Revisado 30 de abril de 2009 às 11h52
gNewSense - o Ubuntu livre
O projeto gNewSense tem o objetivo de criar uma distribuição GNU/Linux que tenha como prioridade principal a liberdade do usuário - ainda que isso limite seu conforto e o suporte a hardware. O sistema operacional Ubuntu é usado como ponto de partida. Usando o gNewSense, você pode mostrar que a liberdade do software que você usa é realmente importante para você. Assim os fabricantes de hardware podem ser motivados a fornecer drivers e firmware livres para seus produtos e de quebra trazer transparência e inovação a essa área da produção de software. Para completar, você ainda pode mostrar aos projetos que originaram o gNewSense (Debian e Ubuntu) que você quer se manter fiel aos princípios e contratos de maneira consistente, e que não está satisfeito com exceções fajutas.Sem comentáriosPor Benedikt Ahrens. Revisado 28 de abril de 2009 às 21h17
A estrada para o GNOME 3.0
A versão 2.0 do ambiente de desktop GNOME foi lançada em junho de 2002, e estabeleceu rapidamente um ciclo de lançamentos de versões estáveis a cada seis meses. Agora a equipe do GNOME rascunhou um plano para a versão 3.0, que deve ser lançada daqui a dois ciclos, em março de 2010. Estão nos planos algumas poucas mudanças que poderão ser percebidas pelos usuários, além de uma quantidade bem maior de refinamentos nas dependências, nos vínculos de linguagens e na estrutura do que constitui o núcleo do GNOME. Vincent Untz enviou um documento de planejamento à lista de discussão de desenvolvimento do GNOME no dia 2 de abril, delineando as questões mais importantes e os planos da equipe. Obviamente a discussão ainda está em andamento, mas a ideia básica consiste de três componentes: novas tecnologias que irão afetar diretamente a experiência de usuário, mudanças estruturais nos módulos e conjuntos de módulos que definem o GNOME e maneiras de promover o GNOME visando aumentar sua comunidade.Sem comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 22 de abril de 2009 às 11h07
Primeiras impressões do PC-BSD 7.1
Embora eu curta o software livre, o BSD não é bem a minha praia. Como muitas pessoas, já fiz uma ou outra instalação, usei appliances baseadas no BSD para uma tarefa ou outra, mas nunca me passou pela cabeça usá-lo no desktop. Mesmo assim, eu vi que o PC-BSD 7.1 "Galileo" havia sido lançado, e depois de ler em algum lugar que ele era para o BSD o que o Ubuntu era para o Linux (acho que com isso eles querem dizer que "as coisas funcionam logo de cara"), decidi experimentar.2 comentáriosPor Chris Smart. Revisado 17 de abril de 2009 às 11h33
Tellico: solução prática para catalogar bibliotecas
Sempre tive a impressão de que implementar um catálogo eletrônico à base de cartões para os meus livros daria um bocado de trabalho, por isso nunca cheguei a tentar; mas recentemente eu tropecei em um programa para o KDE chamado Tellico, e ele tornou a tarefa de catalogar livros tão fácil e divertida que cataloguei toda a minha coleção em menos de uma semana. E finalmente eu encontrei um uso para o leitor de código de barras "CueCat" que está juntando poeira há anos por aqui!1 comentárioPor Terry Hancock. Revisado 14 de abril de 2009 às 15h25
Htop: ferramenta interativa para monitorar seu sistema
Não é preciso ser o todo-poderoso administrador de sistemas de uma rede para usar o Htop. Talvez ele tenha sido criado com os mestres do universo em mente, mas só porque você é um mero e solitário usuário de desktop, enfiado num quarto povoado por fatias de pizza, de cara para um único computador, não significa que você não possa usá-lo também. Neste artigo, vou mostrar como configurar e usar o Htop para monitorar os recursos do sistema e como usar esse diminuto aplicativo interativo para gerenciar os aplicativos e processos em execução no desktop.Sem comentáriosPor Gary Richmond. Revisado 8 de abril de 2009 às 17h40
Melhor que o POSIX?
A essa altura, você já deve estar achando que não é mais necessário continuar discutindo sobre as decisões de design incorporadas ao recurso de "atraso de alocação" do ext4, bem como sobre as implicações em espaço de usuário dessas decisões. E talvez isso seja verdade, mas cai bem um resumo das questões relevantes. A questão mais importante não tem muito a ver com os detalhes do design de um sistema de arquivos, mas sim com o tipo de API que o kernel Linux deve apresentar aos seus processos em espaço de usuário.Sem comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 2 de abril de 2009 às 11h26
Netbooks: pequenos detalhes que fazem a diferença
O problema na escolha dos netbooks é justamente este: as principais características dos modelos mais populares são praticamente as mesmas, tornando o processo de escolha confuso e sem muitas opções. Por outro lado, os pequenos detalhes acabam se tornando o centro das atenções de tal maneira que se tornam fatores decisivos para a escolha do netbook ideal.7 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 18 de abril de 2011 às 15h51
Entrevista com Robert Shingledecker, criador do Tiny Core
É difícil achar alguém que nunca tenha ouvido falar no Damn Small Linux (DSL), a pequena distribuição Linux que almeja um desktop quase completo com menos de 50 MB. Mas o DSL não é a única minidistro. Esta semana vamos entrevistar Robert Shingledecker, ex-desenvolvedor do DSL e agora fundador do novato Tiny Core Linux. A distro tem apenas 10 MB e, como o nome em inglês sugere, disponibiliza um ambiente gráfico básico. As possibilidades não acabam aí, como Robert explica.Sem comentáriosPor Chris Smart. Revisado 26 de março de 2009 às 13h52
Mer: remasterizando o Maemo
O Mer é um desdobramento do ambiente Maemo da Nokia, criado para transformar o sistema operacional voltado para tablets em uma distribuição Linux completa adequada a sistemas embarcados e desktops de todos os tipos. A gênese do projeto foi a tentativa de portar o futuro Maemo 5.0 para os tablets Nokia N800 e N810 (que já não são suportados), mas ele acabou evoluindo de modo a rodar nas BeagleBoards, em dispositivos para navegação como o Pocket LOOX e em hardware x86 comum.Sem comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 24 de março de 2009 às 09h40
Dispositivos e periféricos à frente do seu tempo
Em set/2009, meu bom e velho hardmodem US Robotic 5610 completará 7 anos de uso ininterrupto, embora estejamos em plena era da banda-larga (a disponibilidade do serviço só chegou muito recentemente na localidade em que moro). E continua funcionando perfeitamente, atendendo as minhas necessidades! Embora este dispositivo e/ou periférico antigo ainda esteja disponível e em uso, já houveram outros que duraram tanto o quanto este...1 comentárioPor Ednei Pacheco. Revisado 20 de março de 2009 às 13h31
Instalando o Linux com o LVM
No artigo da semana passada nós apresentamos o LVM - gerenciamento de volumes lógicos, uma forma de redimensionar e expandir dinamicamente as partições do computador. Esta semana, vamos fazer uma instalação padrão do Linux usando o LVM como método principal de particionamento. A maioria das distribuições modernas suporta o LVM em seus instaladores, logo, na maioria delas, a configuração é bem fácil. Embora as ferramentas de particionamento de cada distribuição variem, o princípio é sempre o mesmo.2 comentáriosPor Chris Smart. Revisado 19 de março de 2009 às 15h09
Ubuntu discute mudanças na usabilidade
Desde junho do ano passado, quando Mark Shuttleworth conclamou o Ubuntu a superar o Mac OS X em design nos desktops dentro de dois anos, as listas de discussão e blogs do Ubuntu se tornaram parada obrigatória para debates detalhados sobre a usabilidade no GNU/Linux. Mas quando os desenvolvedores começam a debater a lógica dos princípios do design, a discussão podem se tornar um tanto complicada e acalorada. Um exemplo disso é a discussão sobre as novas diretrizes para notificações na lista ubuntu-devel nas últimas semanas, que rapidamente se transformou em uma discussão acerca do uso ou não de notificações no Linux. A discussão está focada nas novas diretrizes para mensagens de notificação, que normalmente são exibidas na área de notificação do GNOME.Sem comentáriosPor Bruce Byfield. Revisado 17 de março de 2009 às 12h34
Introdução ao LVM - Gerenciamento de Volumes Lógicos
Mudar de sistema operacional é algo que pode intimidar bastante aqueles que estão conhecendo o Linux agora. Embora ele seja bem parecido com outros sistemas operacionais baseados no UNIX, como o BSD, o Solaris e o OS X, ele é muito diferente do Windows. Hoje em dia a maioria das distribuições é muito fácil de usar e (seja isso bom ou ruim) abstrai o sistema complexo e poderoso que há por baixo do capô. Com isso as distribuições se tornam fáceis de usar, e os usuários muitas vezes sabem pouco sobre o sistema em si. Hoje vamos dar uma olhada no LVM - Gerenciamento de Unidades Lógicas, que oferece aos usuários a capacidade de redimensionar partições enquanto elas estão em uso.3 comentáriosPor Chris Smart. Revisado 12 de março de 2009 às 12h28
Entendendo o 3G
A oferta de conexões 3G tem sido o principal motor para a popularização do acesso móvel. Depois de uma curta batalha contra o EVDO, o UMTS acabou emergindo como a tecnologia adotada por todas as operadoras nacionais. Entretanto, as variações nas frequências e as diferentes velocidades de acesso suportadas pelo padrão acabam reservando armadilhas na escolha dos aparelhos.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6 de março de 2009 às 15h23
Sabemos realmente quais são as nossas preferências?
Detesto violência; no entanto, adoro jogos FPS! Antes preferiria mil vezes um desktop a um notebook; atualmente, sonho com um netbook! Mais estranho ainda é saber que sou aficcionado por fotografia, já que mal saio de casa e nem sequer sou muito "sociável"... Então, baseando-se nessas experiências, pergunto: sabemos realmente quais são as nossas preferências? Se puderem contar suas experiências, melhor ainda!Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 5 de março de 2009 às 11h39
Primeiras impressões do SimplyMEPIS 8.0
O MEPIS Linux me intriga desde a primeira vez em que ouvi falar nele, mas nunca cheguei a testá-lo. A distro foi fundada por Warren Woodford no final de 2002 depois dele ter experimentado várias distribuições Linux e ter chegado à conclusão de que nenhuma delas condizia com sua visão de como um Linux para desktops deveria se comportar. Inspirado por sua experiência como desenvolvedor na NeXT, Warren decidiu tentar criar uma distribuição Linux que 'simplesmente funcionasse'. A primeira versão do MEPIS Linux foi liberada ao público em maio de 2003. O MEPIS é derivado do Debian, uma das distribuições mais antigas e estáveis, e esta última versão é baseada no Debian Lenny, lançado recentemente. De acordo com o site, "O SimplyMEPIS simplesmente funciona! Ele vem pré-configurado para ser simples e fácil de usar, mesmo para novatos." Então, a distro é voltada para novatos e afirma ser fácil de usar. E o que ela tem a oferecer?Sem comentáriosPor Chris Smart. Revisado 5 de março de 2009 às 11h23
Dicas básicas para smartphones com o S60
Os aparelhos com o S60 estão entre os smartphones mais populares. Parte disso se deve ao fato de muitos dos modelos estarem entre os mais baratos disponíveis no mercado, mas a maior parte do crédito se deve ao próprio sistema, que é uma plataforma bastante funcional e estável. Esse artigo é um conjunto de dicas básicas para que você possa tirar o máximo do seu aparelho.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 4 de março de 2009 às 16h49
Por que 'código aberto' não é 'software livre'
Decidir lançar um software sob os termos de uma licença de software livre é um passo importante através do qual muitos programadores se aproximam pela primeira vez da comunidade do software livre. Só que a enorme quantidade de licenças disponíveis às vezes pode confundir e desorientar o usuário, tornando o primeiro passo muito mais difícil do que deveria ser. Vamos tentar clarear as coisas.Sem comentáriosPor Dario Borghino. Revisado 3 de março de 2009 às 13h10
gThumb, o editor de imagens que você não conhece
O gThumb é um meio-termo entre o visualizador de imagens do GNOME (eog - Eye Of Gnome) e o editor avançado GIMP. Embora venha instalado por padrão em várias distros, muitas vezes o gThumb passa despercebido, já que o usuário costuma optar ou pelo eog ou pelo GIMP dependendo de suas necessidades. A idéia deste texto é mostrar o que essa gente toda está perdendo.2 comentáriosPor Roberto Bechtlufft. Revisado 25 de fevereiro de 2009 às 11h55
Zenity: interface gráfica para scripts, parte 2
Na primeira parte deste artigo eu apresentei o Zenity, uma ferramenta útil que adiciona uma interface gráfica aos seus shell scripts. Nesta segunda parte vou um pouco mais fundo, mostrando o tipo de coisa que se pode fazer com essa ferramenta versátil.Sem comentáriosPor Ryan Cartwright. Revisado 23 de fevereiro de 2009 às 12h21
Ser livre ou gratuito, eis a questão!
O cenário atual do Software Livre "aparenta" ser interessante: as iniciativas do governo federal para a disseminação do uso de softwares livres em repartições públicas, a popularização dos PCs Populares com os sistemas operacionais baseados em GNU/Linux e crescente adoção e suporte técnico crescente de diversos softwares consagrados, são sinais que comprovam a boa fase que o Software Livre atravessa. Deveríamos estar contentes? Sim e não... O que têm em comum todos estes eventos acima citados? Ideologia? Flexibilidade? Segurança? Praticidade? Infelizmente não... o grande diferencial que o Software Livre oferece em comparação as soluções proprietárias se resumem em apenas uma palavra: custo.Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 23 de fevereiro de 2009 às 08h35
A história da Apple
A Apple é sem dúvidas uma das empresas que melhor sabe como divulgar e criar hype em torno de seus produtos, o que faz com que seja uma das empresas mais bem sucedidas. Bem ou mal, quase todo mundo fala da Apple, o que acaba se traduzindo em vendas. Este artigo fala sobre os primórdios da Apple, mostrando como tudo começou.7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 20 de fevereiro de 2009 às 15h59
Debian 5.0: primeiras impressões e instalação via rede
O Debian GNU/Linux é uma das distribuições Linux independentes com mais tempo de atividade, avó de muitas outras como o sempre popular Ubuntu. Cada versão recebe o nome de um personagem do filme 'Toy Story' da Pixar. Desta vez não foi diferente, e temos o 'Lenny' (aquele binóculo que tem pés). O Debian é um projeto único por ser totalmente dirigido pela comunidade, além de ser um dos maiores projetos de código aberto do mundo. Ele é governado por dois documentos principais, a Constituição do Debian e o Contrato Social, estando este último no centro de um debate sobre firmware iniciado há alguns dias.Sem comentáriosPor Chris Smart. Revisado 19 de fevereiro de 2009 às 12h30
Zenity: interface gráfica para scripts, parte 1
Embora uma quantidade cada vez maior de recém-convertidos o evitem (e eu não os culpo por isso), o shell continua sendo uma ferramenta chave para a maioria dos usuários GNU/Linux. Programas feitos em shell script são criados, compartilhados e utilizados nas mais variadas circunstâncias. Alguns poupam tempo, outros salvam vidas. Mas mesmo que o trabalho de fazer o script tenha sido de outra pessoa, usuários menos experientes e confiantes podem achar complicado e assustador utilizá-los. Como trazer a flexibilidade do shell script para o usuário que só trabalha com interfaces gráficas? Há pouco tempo eu me deparei com esse dilema e descobri o Zenity.Sem comentáriosPor Ryan Cartwright. Revisado 9 de fevereiro de 2009 às 10h52
Entrevista com Linus Torvalds, criador do Linux
Recentemente eu passei uma semana na Linux.conf.au em Hobart, na Austrália. Essa popular conferência anual atrai vários grandes nomes do mundo do código livre, incluindo Linus Torvalds, arquiteto-chefe e criador do kernel Linux. Em 1991, enquanto cursava a universidade de Helsinque, Linus lançou a primeira versão do kernel que batizara originalmente de 'Freax' - um jogo de palavras com 'Free' (gratuito/livre) e 'Unix'. "Estou fazendo um sistema operacional (gratuito/livre) (só por hobby, nada profissional como o GNU) para clones de ATs 386 (486)... Ele NÃO é portável (usa a troca de tarefas do 386), e provavelmente nunca suportará nada além de discos rígidos AT, e isso é tudo o que eu tenho :-(", escreveu Linux ao newsgroup comp.os.minix. Ironicamente, quase vinte anos depois, o Linux suporta mais hardware em sua configuração padrão do que qualquer outro sistema operacional, e é a espinha dorsal de muitos gigantes corporativos como o Google e a Amazon. Na LCA deste ano eu tive o privilégio de encontrar Linus e bater um papo com ele. Dentre outras coisas, ele confirmou que 'aquele blog' é dele mesmo, e aceitou responder a algumas perguntas para os leitores do DistroWatch.1 comentárioPor Chris Smart. Revisado 4 de fevereiro de 2009 às 08h32
Esqueça o Ubuntu UMPC no EeePC: instale a distro completa
Recentemente eu descobri que a necessidade é mesmo a mãe da invenção. Sim, eu consegui. Travei o meu querido EeePC. Eu tinha acabado de instalar o gerenciador de pacotes Smart, e quando reiniciei fiquei preso em um ciclo de boot sem fim. Misturar repositórios por impulso sempre acaba mal, mas não conseguir nem completar o boot? Argh! Para piorar eu não lembrava onde tinha deixado o DVD do Xandros para reinstalar, mas também, eu não tinha nenhum drive de CD/DVD externo mesmo. Isso é que é organização, hein? Bom, posso não ser organizado, mas sou persistente à beça, e estava determinado a ajeitar o Xandros ou substituí-lo por algo igual ou melhor sem ter que comprar um drive de CD no processo. O Ubuntu veio ao meu resgate, e não foi qualquer Ubuntu, foi "o" Ubuntu modificado especificamente para computadores ultraportáteis e MIDs - e veio em um pendrive. Parece que a Canonical leva os netbooks a sério.2 comentáriosPor Gary Richmond. Revisado 2 de fevereiro de 2009 às 11h19
Apresentando o Gambas2
O gambas2, é um interpretador BASIC, com ele você pode criar aplicações gráficas, baseado do QT ou GTK, acessar os mais diferentes bandos de dados, como Sqlite, Firebird, Mysql, postgreSQL, ou qualquer outro banco de dados que tenha drives, ODBC. Nessa dica vou apresentar um pouco sobre esse projeto, dando ênfase, na conexão com banco de dados.Sem comentáriosPor José Ribeiro. Revisado 29 de janeiro de 2009 às 15h39
O Android Dev Phone 1
Minha pobre esposa pode garantir a vocês que nossa casa está sempre cheia de gadgets. Muitos não chegam a interessá-la, mas apareceu um novo por aqui que atraiu a atenção da casa toda: o Android Dev Phone, também conhecido como a versão totalmente desbloqueada do telefone G1 da T-Mobile. O telefone é mesmo um brinquedo divertido, mas tem potencial para ser bem mais do que isso.Sem comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 29 de janeiro de 2009 às 11h38
Debates sobre o futuro do Compiz
O Compiz está morrendo? Pode ser que não, mas há um consenso entre os desenvolvedores do gerenciador de janelas com composição de que o projeto necessita desesperadamente de uma reorganização para sobreviver.Sem comentáriosPor Bruce Byfield. Revisado 27 de janeiro de 2009 às 15h12
Boot triplo com o GRUB: Debian, FreeDOS 1.0 e Windows 98SE
No Natal eu remanufaturei e instalei computadores para dois dos meus filhos. Como eu ainda tenho uma pilha de jogos velhos na gaveta, optei por sistemas de boot múltiplo. Fazer isso foi bem mais fácil e gratificante que da última vez em que configurei um sistema com boot duplo com Linux e Windows.Sem comentáriosPor Terry Hancock. Revisado 22 de janeiro de 2009 às 14h39

