Índice - Artigos

Confira aqui os artigos do Hardware.com.br. Os artigos são textos maiores, com a partir de 4 páginas, que podem tratar sobre qualquer tema ligado à informática, incluindo hardware, redes, Linux, Windows, e também outros sistemas operacionais ou plataformas. A principal diferença entre as dicas e os artigos é que no segundo, além de ensinar a fazer alguma coisa, são mais reservados a apresentar novas tecnologias ou postar textos de opinião.

Experimentando o sidux

O sidux já estava na minha lista de distribuições a serem analisadas faz tempo. É um projeto pequeno, que se esforça audaciosamente para transformar o repositório do Debian Unstable em um sistema operacional funcional para o dia a dia. Antes de experimentar esta ambiciosa distro, tive a chance de conversar com dois dos desenvolvedores do projeto, Ferdinand Thommes e Chris Hildebrandt.

Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 28 de abril de 2010 às 09h36

Design, usabilidade e marketing: os três pilares da Apple?

Desta vez, preciso me redimir. Critico bastante a postura da Apple (sempre quando posso), além de questionar muito a suposta qualidade e inovação de seus produtos, mas também tenho que reconhecer as suas qualidades. E a apresentação de seus produtos, sempre em torno de uma aura de mistérios, nos dá a interessante impressão de estarmos lidando com algo fantástico, mesmo sabendo em condições normais, não é "bem assim"...

Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 23 de abril de 2010 às 08h25

O desktop está ficando ultrapassado?

Há alguns anos eu escrevi vários artigos sobre estações de trabalho. Depois de três anos eu tive que parar, porque não havia mais estações de trabalho disponíveis no mercado: elas ficaram ultrapassadas e pararam de ser vendidas. Hoje, com a ascensão dos dispositivos móveis com tela sensível ao toque e conectividade de rede sem fio praticamente em qualquer lugar, vale a pena perguntar: o que vai acontecer com os desktops? Será que eles ainda são necessários ou vão seguir os passos das estações de trabalho rumo aos museus da computação?

Sem comentáriosPor Anton Klotz. Revisado 22 de abril de 2010 às 09h52

Uma olhada no Asturix Business Edition

Uma coisa fascinante no software livre é sua capacidade de se adaptar a várias tarefas diferentes e nunca exploradas. O Linux, com sua flexibilidade, pode ser usado em muitos nichos diferentes. Tomemos o Asturix como exemplo. O projeto Asturix é uma tentativa de criar um sistema operacional melhor para usuários de todo o mundo, com foco especial nos falantes do espanhol. O projeto reconhece que os usuários do Linux muitas vezes precisam interagir com aplicativos e redes que nem sempre se dão muito bem com o código aberto, e elaborou seu produto para facilitar ao máximo esse tipo de situação.

Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 21 de abril de 2010 às 08h28

O kernel Linux e as suas 1001 utilidades

Alguém já ouviu falar do termo "multi-plataforma"? Ou ainda, "multi-arquitetura"? Pois bem: para cada necessidade, dispositivo ou aplicação, existe um sistema operacional que pode ser perfeitamente designado para a função. No entanto, ficaremos surpreso ao saber sobre certos sistemas operacionais, que por serem tão flexíveis e versáteis, servem para uma infinidade de usos. E o mais interessante: cumprem as suas funções de modo formidável! Bem, os leitores já devem ter percebido que estou falando do Linux...

2 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 15 de abril de 2010 às 08h54

Quake II portado para HTML5

Em novembro do ano passado, eu disse que era questão de tempo para que isso acontecesse. Também em novembro, Joel Webber, um engenheiro do Google, teve a inspiração de portar Quake II para o HTML5 a partir do Jake2 - um port Java do jogo - usando o Google Web Toolkit, que permite que aplicativos como o Google Mail, o Google Maps e o Google Wave sejam criados em Java e compilados como JavaScript. Ao lado de dois engenheiros do Google (Ray Cromwell e Stefan Haustein) que colaboraram "em 20% do tempo", a ideia deu certo!
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1 comentárioPor Kroc Camen. Revisado 12 de abril de 2010 às 10h39

Introdução ao Igelle 1.0

O Igelle é uma distribuição surgida há pouco tempo: a versão 0.6 foi a primeira, e saiu há mais ou menos um ano. Em fevereiro deste ano, os desenvolvedores do Igelle anunciaram a disponibilidade da versão 1.0, chamando-a de "o sistema operacional mais flexível do mundo". Intrigado com o que parecia ser uma abordagem única e empolgante do Linux, decidi testar a distribuição. Antes de dar uma olhada na distro eu tive a oportunidade de conversar com o líder da equipe de desenvolvimento, Markku Kero.

Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 7 de abril de 2010 às 10h05

Breve análise do Paldo 1.21

O Paldo, abreviação em inglês para "distribuição Linux pura e adaptável", é um projeto focado em pacotes de software e no gerenciamento de pacotes. Mais especificamente, os desenvolvedores do Paldo pretendem oferecer software que se mantenha o mais próximo possível do que é disponibilizado oficialmente pelo desenvolvedor do software. Isso "economiza" patches na distribuição e, em teoria, permite que os patches necessários retornem facilmente para os projetos originais.

Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 7 de abril de 2010 às 09h51

Recursos do touchpad

Quando adquiri o meu Eee PC, a primeira coisa que fiquei preocupado foi com o tamanho diminuto do teclado. Sendo minimalista e com as suas teclas juntinhas demais, o desempenho em trabalhos específicos como a elaboração de textos (como este artigo) poderia ficar comprometido. Felizmente, em menos de uma semana, adaptei-me maravilhosamente bem, embora ainda digite um pouco mais devagar, em comparação a um teclado tradicional. Por outro lado, ao comprar não me preocupei muito com o touchpad.

Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 6 de abril de 2010 às 10h47

Aplicativos e bibliotecas no mesmo pacote?

Quando se fala em instalação de pacotes, é tradição no Linux separar bibliotecas e binários de aplicativos em pacotes diferentes, de modo que apenas uma versão de uma biblioteca seja instalada e compartilhada entre os aplicativos que fazem uso dela. Outros sistemas operacionais, como o Windows e o MacOS X, costumam incluir uma versão da biblioteca em questão no mesmo pacote do aplicativo, o que pode resultar em diversas cópias e versões de uma mesma biblioteca coexistindo no sistema.

Sem comentáriosPor Jake Edge. Revisado 31 de março de 2010 às 15h58

Criação de imagens com o Clonezilla

Quando você se dedica a conhecer diferentes distribuições Linux, acaba se acostumando a ler a frase "... é um sistema operacional para fins gerais, com foco em..." Às vezes o foco está na facilidade de uso, às vezes está em um gerenciamento de pacotes melhorado, outras vezes na segurança. Há muitas distribuições Linux para fins gerais, e isso é bom, mas uma coisa que eu amo no Linux é sua capacidade de atender a nichos. Por exemplo, seria difícil para mim levar uma semana de trabalho sem ferramentas como o GParted Live para o gerenciamento de partições, o Knoppix para detecção de hardware e o Clonezilla para salvar e restaurar imagens de disco. Na semana passada, tive a oportunidade de conversar com Steven Shiau, um dos desenvolvedores do Clonezilla.

5 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 7 de abril de 2010 às 09h50

'Caiu o sistema...'

Há tempos estava com vontade de escrever um artigo sobre o assunto. Essa é, certamente, uma das frases mais faladas atualmente, em qualquer ambiente: "caiu o sistema...". Afinal, o computador e as redes estão presentes na vida de todo mundo, em vários e inusitados tipos de recursos.
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4 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 3 de dezembro de 2010 às 08h17

Recuperação de sistemas e anti-vírus com o live CD Dr.Web

Existem muitos live CDs para recuperação de sistemas, perícia, segurança de redes e outras tarefas, mas talvez poucos conheçam um live CD da Dr.Web, uma fabricante russa de soluções em segurança de TI. O CD permite tentar recuperar sistemas Windows e UNIX, e ainda oferece um gerenciador de arquivos e um editor combinados à verificação antivírus (AV) com uma solução proprietária, porém de uso gratuito neste caso. Como há casos em que um vírus consegue inibir ou até mesmo destruir partes de softwares antivírus, uma solução que rode do CD parece ser uma boa ideia.

Sem comentáriosPor Bernard Hoffmann. Revisado 25 de março de 2010 às 14h25

Gnash, o Flash player livre

No evento SCALE8X, ocorrido no mês passado, Rob Savoye da Open Media Now! (OMN) deu uma visão geral do trabalho que a OMN vem fazendo na criação de versões livres de vários produtos da Adobe para uso em plataformas livres. Ele se focou mais no Gnash, o flash player do GNU. Há anos o Gnash é um dos projetos prioritários da Free Software Foundation, o que acabou atraindo mais desenvolvedores e elevando o status do projeto. Afinal, há vários motivos para se implementar uma alternativa livre ao plugin do Flash, e eles não se limitam ao YouTube.

Sem comentáriosPor Jake Edge. Revisado 24 de março de 2010 às 10h59

Clarkdale, Core i3 e o vídeo integrado

Em artigos anteriores, falei sobre o Bloomfield e o Lynnfield, vamos então à terceira etapa. Como pode notar pela sequência, a Intel começou a migração com os processadores de alto desempenho, depois passou para a linha mainstream (que na família anterior seria composta pelos PCs com os chipsets P35 e P45, onde é usada uma placa 3D dedicada) e finalmente chegou aos PCs de baixo custo, substituindo os PCs baseados nas placas com vídeo integrado.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 24 de março de 2010 às 01h24

Qual é o público do Fedora?

Se você tem frequentado a lista de discussão do Fedora recentemente, deve ter reparado que as coisas andam meio agitadas. As discussões chegaram a um ponto em que os moderadores tiveram que intervir fechando tópicos, e muitos participantes devem ter cancelado sua inscrição em prol da relativa calmaria e polidez de listas como a linux-kernel. É fácil classificar essa situação como mais uma guerra de flames no Fedora, mas a discussão envolve questões bastante sérias desta vez. Resumindo, parece que o Projeto Fedora ainda não sabe ao certo quem são seus usuários, ou como dar a esses usuários o que eles querem.

Sem comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 22 de março de 2010 às 09h35

Core i7: Gulftown e a era dos 6 núcleos

Com a popularização dos processadores dual-core e quad-core, o caminho evolutivo natural são os processadores hexa-core e octo-core, que já começam a roubar a cena. Os dois principais motivos para a existência deles são os mesmos que iniciaram a corrida em torno dos processadores dual-core em 2005. Lançado em março de 2010, o Gulftown é o sucessor do Bloomfield como processador doméstico de alto desempenho da Intel, oferecendo 6 núcleos em um único die.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de março de 2010 às 16h06

Primeiras impressões do Haiku (alfa)

Quando se fala em agendamento do kernel e capacidade de resposta do desktop, é comum ouvir pessoas na comunidade técnica lembrarem com nostalgia do BeOS, um sistema desktop da década de 1990. O BeOS tinha a merecida reputação de oferecer aos usuários um desktop bem acabado e uma interação suave, mesmo quando o processador estava sob cargas pesadas. Infelizmente, o produto não foi um sucesso comercial, e o BeOS praticamente sumiu dos computadores dos usuários. O projeto Haiku tenta retomar o BeOS de onde ele parou. Embora o Haiku inclua pouquíssimo código do BeOS original, ele se empenha em manter uma interface de usuário com o mesmo estilo e velocidade.
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Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 17 de março de 2010 às 11h06

Uma olhada no PC-BSD 8.0

No fim de 2009, peguei o FreeBSD 8.0 e botei para rodar em um PC antigo. A experiência deu tão certo que na mesma hora eu tive vontade de experimentar o PC-BSD, uma variação do popular sistema operacional FreeBSD. A espera foi grande, mas em fevereiro a equipe do PC-BSD liberou a versão mais recente, a 8.0, e eu baixei o live DVD. Os novos recursos desta versão incluem um melhor suporte ao ZFS, um live DVD, melhorias no sistema de atualização de pacotes, a capacidade de rodar aplicativos de 32 bits em um sistema de 64 bits e melhor suporte a binários de programas do Linux.

1 comentárioPor Jesse Smith. Revisado 11 de março de 2010 às 10h31

Investigando os modelos do Eee PC

Em 2007, a Asus faz história ao lançar o modelo original do Eee PC, um dispositivo ultraportátil que se assemelhava a um minúsculo notebook, mas com uma configuração de hardware modesta e um preço baixo, com o objetivo de oferecer apenas recursos básicos e suficientes para atividades simples, como editoração de documentos e acesso a Internet. Embora tenha me empolgado bastante com a ideia, não fiquei satisfeito com a sua diminuta tela...

Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 10 de março de 2010 às 14h26

nVidia Optimus

A integração das linhas PCI Express ao processador e o lançamento do Intel P55 levou a nVidia a abandonar o mercado de chipsets para processadores Intel, focando no desenvolvimento de placas dedicadas. Com isso, temos uma situação em que a maioria dos usuários utiliza PCs com algum chipset integrado da Intel e os que precisam de um melhor desempenho instalam uma GPU dedicada. Isso também se aplica aos notebooks, com a diferença de que a escolha entre um modelo com ou sem a GPU dedicada é feita na hora da compra; outro problema no caso dos notebooks é a questão do consumo elétrico. Para aumentar as vendas, a nVidia passou a desenvolver sistemas híbridos, que permitem chavear entre as duas, em uma saga que pode ser dividida em três capítulos. O Optimus é a terceira geração da tecnologia, anunciada em fevereiro de 2010.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 9 de março de 2010 às 10h10

Comparativo de desktops: Zenwalk, Salix OS e GoblinX

A definição de distro "pesada" varia bastante de acordo com o hardware de cada um e de sua predisposição em sacrificar o desempenho em prol de um desktop útil, funcional e amigável. Não deve haver dúvida de que, por padrão, algumas distribuições -- e consequentemente seus ambientes de desktop -- são mais pesadas do que outras, e volta e meia a equipe do DistroWatch e de outros sites recebe pedidos para recomendar uma distro que funcione bem em hardware antigo, mas que também tenha visual agradável e ferramentas para qualquer trabalho.

Sem comentáriosPor Bernard Hoffmann. Revisado 5 de março de 2010 às 14h32

Produtos melhores para consumidores exigentes

Em 27 de janeiro, a Apple surpreendeu ao trazer para o mercado, o seu tablet, o iPad. Entretanto, olhando minuciosamente as especificações técnicas do produto, poderemos constatar que, tirando a ostentosa logomarca e todo o suspense em torno do lançamento, ele é um dispositivo interessante, mas que não vai muito além do oferecido por outros produtos do mercado. Mesmo assim, ele é visto por muitos fãs como a mais nova e grande inovação da Apple.

Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 4 de março de 2010 às 16h07

Meego: a fusão entre Maemo e Moblin

O mundo do Linux móvel está prestes a ficar mais simples: a plataforma Maemo da Nokia para dispositivos móveis e o projeto Moblin da Intel para netbooks estão em processo de fusão . A pilha combinada "MeeGo" vai continuar mantendo uma divisão entre os tipos de dispositivos em nível de "experiência do usuário", mas irá compartilhar os mesmos componentes em nível de sistema e, assim esperamos, unirá as comunidades de desenvolvedores, oferecendo uma base comum.

1 comentárioPor Nathan Willis. Revisado 3 de março de 2010 às 11h18

Uma breve análise do Linux Mint 8 'Helena'

O Linux Mint é uma distribuição baseada no Ubuntu que visa oferecer uma solução para desktops mais completa, elegante e amigável a seus usuários. Para isso, o projeto oferece codecs multimídia, suporte a Flash e Java pré-instalados e alguns aplicativos personalizados. O Mint, de autoria de Clement Lefebvre, tem atraído muita atenção nos últimos três anos. Algumas pessoas estão muito satisfeitas com o produto e abastecem o projeto um constante fluxo de doações , enquanto outras fazem pouco dele, alegando que o Mint é só um Ubuntu com codecs adicionais e um tema diferente. Fazia mais de um ano desde a última vez em que experimentei o Mint, e decidi ver o que o projeto tem a oferecer hoje. Antes de começar os testes com o Mint, tive a oportunidade de trocar emails com Clement Lefebvre (foto à direita) sobre a criação da distro...
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Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 2 de março de 2010 às 12h26

Será que o Chrome OS é um vencedor no desktop? Eu não acho.

Quando o Google anunciou o Chrome OS, muita gente opinou sobre o impacto que ele teria sobre os usuários do GNU/Linux e o futuro do software livre. Aconteça o que acontecer, o fato é que quando alguém com o tamanho e o impacto do Google entra em um mercado, temos vencedores e perdedores, perdas e ganhos. Agora que a poeira baixou, vamos dar uma olhada no impacto em potencial do Chrome OS.

Sem comentáriosPor Ryan Cartwright. Revisado 25 de fevereiro de 2010 às 15h32

O vulnerável sistema de GPS

Apesar de ter surgido como uma tecnologia exótica, para fins militares, o GPS cresceu rapidamente em popularidade. Hoje em dia não apenas muita gente usa o sistema, como muitos efetivamente dependem dele. Além dos tradicionais sistemas de localização e navegação, ele é usado por uma grande variedade de sistemas de segurança (como no caso dos veículos rastreados por satélite) e em diversos equipamentos industriais e científicos (como na perfuração de poços, construção de estradas e no estudo do movimento das placas tectônicas) sem falar em sistemas de localização usado por serviços de emergência.

1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 24 de fevereiro de 2010 às 14h32

'Linuxers híbridos': existe realmente isso?

Eles usam o MSN para se comunicar com os amigos, possuem uma conta ativa no Hotmail, visitam regularmente suas contas no Orkut e, de quebra, utilizam o sistema operacional que praticamente "faz-de-tudo", além de mantê-los atualizados "com um único clique". Com certeza deve estar pensando que estou descrevendo os usuários do Windows, certo? Errado: estou falando dos linuxers, amantes das distribuições friendly-users, mas que ainda conservam os mesmos hábitos de quando usavam o Windows...

1 comentárioPor Ednei Pacheco. Revisado 23 de fevereiro de 2010 às 08h51

­Firefogg: converta vídeos com padrões abertos pelo Firefox

Players de áudio e vídeo não faltam no GNU/Linux, mas eles vivem em um mundo cheio de codecs, dentre os quais os maiores culpados são o MP3, o AAC, o WMA e o (Adobe) Flash. Eu digo "culpados" porque eles não são codecs livres e abertos, e são cobertos por patentes; a maioria dos sites com áudio e vídeo embutidos usam esses codecs, e a maioria das pessoas que acessam esses sites o fazem usando outro software patenteado, o Windows. O GNU/Linux é uma boa alternativa ao Windows, e todas as distros já vêm com uma alternativa livre e aberta para multimídia: o Ogg. Você já deve imaginar que esses players sejam compatíveis com o Ogg, mas e se eu lhe dissesse que o Firefox não só pode lidar com esse codec como também pode ser usado para converter vídeos para esse formato? Interessado? Então continue lendo.

Sem comentáriosPor Gary Richmond. Revisado 22 de fevereiro de 2010 às 11h19

Estatísticas de sites com o Piwik

Hoje em dia, muitos sites dependem do Google Analytics para medição de tráfego, mas o que é difícil mesmo é controlar esses dados. O Piwik diz ser uma alternativa de código aberto ao Google Analytics, mas será que está à altura dele? Embora não substitua completamente o Google Analytics, ele é suficientemente maduro e completo para muitos usuários. O Piwik é o sucessor do phpMyVisites. Faltam a ele alguns recursos presentes no phpMyVisites, mas ele oferece uma arquitetura de plugins, uma API melhorada, interface de usuário menos poluída e maior desempenho e capacidade de expansão.

Sem comentáriosPor Joe 'Zonker' Brockmeier. Revisado 19 de fevereiro de 2010 às 10h59

WinFF: um conversor de vídeos fácil, aberto e multiplataforma

Anos atrás, publiquei um artigo sobre como converter vídeos usando a linha de comando, com o FFMpeg. Entretanto, visto a dificuldade de muitos usuários com este tipo de interface, decidi escrever também sobre um poderoso conversor multi-plataforma, que funciona no Windows e Linux. O WinFF é uma interface gráfica para o nosso já conhecido conversor de vídeos em linha de comando, o FFMpeg, trabalhando todos os formatos que este software suporta. O WinFF é um aplicativo simples, que pode converter vários arquivos numa tacada só, através de poucos cliques. Ele está disponível inclusive no português brasileiro, possui código aberto e é escrito em Free Pascal e Lazarus.

Sem comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 18 de fevereiro de 2010 às 16h26

Samba com Active Directory: estamos chegando mais perto

Sob um certo ponto de vista, o Samba é um exemplo perfeito de drama do código aberto: foi um dos primeiros a adotar a versão 3 da GPL, e foi o destinatário de uma liberação sem precedentes de documentação outrora proprietária da Microsoft, graças a um caso antitruste de grande notoriedade. Mas quem de fato implementa o protocolo de compartilhamento de arquivos SMB (também conhecido como CIFS) é um software que trabalha nos bastidores. O Samba move todos os dispositivos NAS mais baratos do mercado, mas nem sequer é mencionado nas embalagens. Ele está incluso em todas as distribuições Linux comuns, e também no Mac OS X Server da Apple Hoje, com o Samba mais próximo de implementar um importante protocolo de diretórios da Microsoft, esses dois aspectos se misturam.

Sem comentáriosPor Don Marti. Revisado 17 de fevereiro de 2010 às 11h40

Debate sobre o codec de vídeo do HTML 5 volta a esquentar

No dia 20 de janeiro, o YouTube revelou seu player que permite que sites exibam vídeo embutido diretamente na página, como um elemento de vídeo do HTML 5, substituindo o plugin do Flash - e o Vimeo, site de vídeos do segundo escalão, foi atrás. Mas os dois só oferecem arquivos de vídeo via HTML 5 em um formato patenteado e que exige o pagamento de royalties, o H.264. Por uma incrível coincidência, o anúncio chegou junto com o lançamento do Firefox 3.6, e poucos dias depois a Apple divulgou em um evento para a imprensa o seu iPad, que não tem suporte nem ao Flash e nem ao H.264. Depois disso, teve início um debate furioso sobre Flash, licenciamento e vídeos na web, além da briga entre o H.264 e o Ogg Theora. A comunidade de código aberto ainda não tem o que comemorar, mas a alta notoriedade do debate abriu as portas para a discussão do verdadeiro problema subjacente: os padrões web patenteados.
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1 comentárioPor Nathan Willis. Revisado 12 de fevereiro de 2010 às 21h19

Softwares ilegais: Um problema para quem não usa

Para quem não me conhece, sou um clássico Especialista em TI que presta serviços em Suporte Técnico & Help Desk. Realizo atividades gerais relacionados à configuração, montagem e manutenção de PCs e redes de computadores; administração de sistemas operacionais; implantação de softwares; e por aí, vai. Só que, tenho um "pequeno" diferencial: não uso softwares ilegais. Se para muitos, tal atitude é uma tarefa digna de elogios; mas para mim, isto é um grande problema...

1 comentárioPor Ednei Pacheco. Revisado 11 de fevereiro de 2010 às 10h25

GNOBSD: morto pela ideia 'interface gráfica é para os fracos'

No mês passado fiquei surpreso com um desses pedidos de inscrição ter atraído a minha atenção em meio a todos os outros. Stefan Rinkes, um grande fã do OpenBSD, havia decidido um live DVD baseado no OpenBSD com detecção automática de hardware e que inicializasse direto em um desktop gráfico popular, contando ainda com um instalador gráfico a ser usado com o mouse. O resultado foi uma "distribuição" chamada GNOBSD. Mas foi só eu criar a página do GNOBSD no DistroWatch que o site do projeto saiu do ar. Rinkes tirou as imagens do site em parte devido a problemas de banda, mas principalmente por causa do extremo desgosto expressado pela comunidade de usuários hardcore do OpenBSD diante de sua audácia em criar uma variante amigável e fácil de usar do OpenBSD!

Sem comentáriosPor Ladislav Bodnar. Revisado 10 de fevereiro de 2010 às 14h23

Será que o Linux está ficando muito lento e 'inchado'?

Eis um aspecto do software livre e de código aberto que está voltando a ser discutido: por anos, prevaleceu a ideia de que um software desse tipo precisava ser leve e elegante para ser considerado pronto para o uso. Mas alguns eventos recentes mostraram que, no caso do kernel do Linux, isso de certa forma deixou de ser verdade: o desempenho vem caindo lenta e regularmente. Como isso é possível?

Sem comentáriosPor Mitch Meyran. Revisado 8 de fevereiro de 2010 às 10h01

Disney e Sony: utilitários de modelagem 3-D de código aberto

Não apenas um, mas dois estúdios de cinema de Hollywood - Disney e Sony Pictures Imageworks - lançaram software de código aberto em janeiro. A indústria do cinema vive uma relação de amor e ódio com o movimento do software livre - em um momento, se opõe veementemente em questões como o DMCA; no outro, faz uso pesado do software livre para economizar dinheiro em suas fazendas de renderização de efeitos visuais. Não por acaso, os produtos sobre os quais vamos falar estão na categoria de efeitos visuais; são ferramentas para modelagem tridimensional. O projeto da Disney automatiza o mapeamento de texturas, e o da Sony é uma nova linguagem para shading. Os dois projetos podem se beneficiar da comunidade de código aberto.

Sem comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 5 de fevereiro de 2010 às 10h56

O Hymera e o Linux comercial

Desde os primórdios do Linux, há empresas que tentam vendê-lo. Essa é uma situação meio espinhosa. Afinal de contas, todo mundo sabe que há dezenas de distribuições Linux disponíveis gratuitamente. Muitos defensores do código aberto gravam CDs e DVDs e os distribuem sem cobrar nada. Em um mercado tão saturado de produtos oferecidos gratuitamente, é preciso ser otimista para enxergar alguma possibilidade de lucro. Mas há quem enxergue essa possibilidade, e dentre esses, há poucos que conseguem torná-la realidade.

Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 4 de fevereiro de 2010 às 12h34

'Open-PC': rumo ao hardware aberto

O projeto Open-PC, ou "PC aberto", foi anunciado no evento Gran Canaria Open Desktop Summit, em julho de 2009. Segundo o anúncio, o projeto tem como objetivo "desenvolver em cooperação com a comunidade (e para a comunidade) um computador baseado em software livre". Esse PC usaria apenas hardware que tivesse drivers de software livre disponíveis, e faria o mínimo de concessões possíveis para a execução de um desktop livre. Em janeiro de 2010, o projeto anunciou o lançamento do produto final. Após o anúncio em vários sites de tecnologia, muitos analistas correram a apontar falhas: a expectativa exagerada, o preço muito alto e o hardware de baixo desempenho foram algumas das reclamações mais populares que encontrei.

Sem comentáriosPor Ryan Cartwright. Revisado 3 de fevereiro de 2010 às 10h21

Fotografia: novas impressões, experiências e emoções!

Quando adquiri a câmera Canon PowerShot S3 IS, uma ultrazoom com 12x de zoom óptico e modestos 6 MPs, estava feliz da vida com a disponibilidade de novos recursos, ate então ausentes em câmeras compactas como a antiga Sony CyberShot P8. No entanto, mesmo sendo uma câmera espetacular (para a sua categoria), já estava ciente de que um dia, iria querer "algo mais". E este dia chegou, bem mais cedo do que imaginava. Então, no último dia 16 (janeiro), mais uma vez fui à Av. Rio Branco, para comprar a sua substituta: a Canon PowerShot G11...
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Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 29 de janeiro de 2010 às 11h59

RawTherapee, o novo editor de fotos raw de código aberto

Gábor Horváth vem desenvolvendo sozinho o conversor de fotos raw RawTherapee para Linux e Windows desde 2006. O aplicativo sempre foi freeware, e Horváth aceitava doações pelo site do projeto, via Paypal. Apesar das mudanças expressivas trazidas pela versão 3.0 alpha, anunciada no dia 4 de janeiro, a maior novidade mesmo é que agora o projeto migrou para a GPLv3. O RawTherapee é um utilitário para conversão e edição de imagens raw com suporte aos formatos de arquivo nativos de praticamente todas as câmeras digitais, cortesia do projeto dcraw, além de oferecer diversos recursos e ferramentas.

1 comentárioPor Nathan Willis. Revisado 1 de fevereiro de 2010 às 08h43

Primeiras impressões do Jibbed 5.0.1 (live CD do NetBSD)

Eu sempre tive muito respeito pelas diversas encarnações do BSD. Cada uma atende a um nicho interessante da comunidade de código aberto, e eu gosto de usá-las quando tenho a oportunidade. Por isso eu fiquei muito empolgado ao ler sobre o Jibbed, um live CD baseado na versão mais recente do NetBSD. Confesso que tenho pouca experiência com esse sistema operacional famoso por ser capaz de rodar em qualquer coisa, até em uma torradeira, e essa me pareceu uma boa oportunidade de conhecer as novidades do NetBSD.

Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 26 de janeiro de 2010 às 12h49

Masterizando DVDs com o QDVDAuthor

Não há muitas opções para quem quer masterizar DVDs usando software livre. Uma das soluções mais completas é o QDVDAuthor, embora ele ainda tenha algumas pontas a serem aparadas. Trata-se de um front-end para uma coleção de ferramentas de software livre usadas pela linha de comando e que realizam individualmente cada etapa da transformação de uma coleção de arquivos de vídeo digital, áudio e imagens em um DVD com menus. Por esse motivo, ele é bem complicado e não é tão estável quanto outros programas. Ainda assim, se você for insistente vai ver que vale a pena.

6 comentáriosPor Terry Hancock. Revisado 3 de fevereiro de 2010 às 10h07

Altas expectativas para o software livre em 2010

Como eu não tenho lá muito bom senso, mantenho a tradição de fazer uma série de previsões acerca do Linux no começo de cada ano para compartilhar com o mundo. Não há nenhuma fonte de conhecimento extraoficial por trás destas previsões, e você não tem nenhum motivo para dar a elas mais crédito do que merecem as mensagens de spam que enchem sua caixa de email. Ainda assim, é divertido imaginar o que pode acontecer e tentar adivinhar quais serão os temas mais importantes do ano. Sem mais delongas, vamos às minhas previsões para 2010. Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência.

Sem comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 21 de janeiro de 2010 às 12h55

Ícones: meia dúzia de palavras em apenas uma imagem!

Se tem um ícone que sou simplesmente apaixonado é o do Tux, estilo Crystal. Engraçado, rechonchudo e gracioso, com cores lindas e vibrantes, não só se tornou popular, como também transformou o mascote do Linux em um astro em uma série de ícones personalizados. E foi justamente, por admirar as diferentes "versões" do Tux, que me trouxe a inspiração para tratar do assunto que será a sobre ícones...

Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 19 de janeiro de 2010 às 10h25

Segurança sem antivírus

A principal coisa que os antivírus fazem é deixar o computador lento, sem proteger de verdade. Estes softwares trabalham com um banco de dados com definições de malwares, e cada arquivo acessado pelo HD é verificado em tempo real. Existem entretanto inúmeras maneiras de disfarçar os malwares e muitos novos são criados todos os dias. Devido a isso, o antivírus é uma ferramenta relativamente ineficiente, principalmente os gratuitos. Simples atenção e atitudes inteligentes podem livrar as pessoas desse mal, sem a necessidade de ter um antivírus instalado.

6 comentáriosPor Ricardo Guilherme Schmidt. Revisado 20 de janeiro de 2010 às 10h50

Breve análise do SliTaz GNU/Linux

Quando me sugeriram que analisasse o SliTaz GNU/Linux, não reagi com muita empolgação: o SliTaz, aquele com o ícone da aranha? Acabei dando uma olhada no site do projeto para conferir o que o projeto tinha a oferecer, e tive uma grata surpresa. A proposta do projeto de encaixar um desktop moderno em uma imagem de 30 MB já era uma coisa impressionante, assim como o visual profissional e amigável, fácil de navegar, e a ampla variedade de idiomas suportados (seis). Mas o que me surpreendeu ainda mais foi a forma de comunicação clara apresentada.

Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 15 de janeiro de 2010 às 10h02

Uma olhada no MINIX 3.1.4

Acho que foi Paul Gauguin quem fez estas famosas perguntas: "De onde viemos? O que somos? Para onde vamos?" (D'où venons nous? Que sommes-nous? Où allons-nous?) Embora talvez seja impossível afirmar com certeza, eu acho que ele estava expressando a ideia de que não temos como saber o que somos e para onde vamos sem saber de onde viemos. Com isso em mente, decidi dar uma olhada no MINIX, o sistema operacional que ajudou a inspirar a criação do Linux.

3 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 15 de janeiro de 2010 às 10h32

As atividades do profissional de TI que o deixam... felizes!

Quem já não ouviu falar da expressão "ossos do ofício"? Sim, estou falando daquelas atividades chatas e enjoadas, as quais a maioria dos profissionais ficam de mau humor só em pronunciá-las. Por outro lado, quem seria louco de seguir uma carreira numa profissão, se não houvesse nada de interessante para fazer? É lógico que a motivação financeira é um dos principais fatores, como também há outros que não podemos simplesmente ignorar... Então, que tipos de atividades do meu ramo me deixa... "very happy"?

1 comentárioPor Ednei Pacheco. Revisado 31 de dezembro de 2009 às 09h39

Dicas e curiosidades sobre coolers e encaixes

Assim como outros componentes, os coolers evoluíram ao longo da história dos micros PC, acompanhando o aumento na dissipação térmica dos processadores. Isso levou ao aparecimento de coolers muito mais avantajados e à criação de soluções criativas para encaixá-los.

Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 29 de dezembro de 2009 às 11h47