Índice - Artigos
Confira aqui os artigos do Hardware.com.br. Os artigos são textos maiores, com a partir de 4 páginas, que podem tratar sobre qualquer tema ligado à informática, incluindo hardware, redes, Linux, Windows, e também outros sistemas operacionais ou plataformas. A principal diferença entre as dicas e os artigos é que no segundo, além de ensinar a fazer alguma coisa, são mais reservados a apresentar novas tecnologias ou postar textos de opinião.
A próxima guerra tecnológica será na TV
Eu reconheço: como toda geek que se preze, eu adoro passar um tempão sentada no sofá, vendo filmes de ficção científica. E há muitos anos esse ritual se repete, sem grandes novidades. Mas parece que logo teremos uma surpresa chegando. A forma como assistimos TV e acessamos o conteúdo está prestes a mudar. A TV finalmente vai chegar ao século 21, e os gigantes da tecnologia vão sair no tapa para ver quem vai assumir as rédeas dessa nova indústria.Sem comentáriosPor Eugenia Loli-Queru. Revisado 30 de julho de 2010 às 10h13
Mednafen, o super-emulador de videogames para o Linux
Se você curte os jogos clássicos da era dos consoles de 8 e 16 bits, como o Master System ou o Super Nintendo, é bastante provável que já tenha usado um emulador. Caso esteja caindo de paraquedas no assunto, os emuladores são programas para o seu computador (ou para outros dispositivos) que rodam jogos lançados para videogames. O Windows está cheio desses emuladores, e todo mundo tem um amigo que pode indicar dezenas de emuladores para seus consoles favoritos. Mas e no Linux? Quem vai te recomendar bons emuladores que rodem os consoles antigos de que você tanto gosta? Eu! E vou indicar uma solução única, um multiemulador notavelmente bom para você matar a saudade dos clássicos que jogou na infância. E roda no Windows e no MAC também!4 comentáriosPor Roberto Bechtlufft. Revisado 29 de julho de 2010 às 11h18
Tecnologia: Ideias criativas e inteligentes
Recursos tecnológicos existem aos montes. Alguns são realmente necessários e úteis, enquanto outros são interessantes, mas perfeitamente dispensáveis. Porém, muitos destes merecem créditos especiais, dada a sua concepção original e a grande utilidade naquilo que se propõe a fazer.Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 29 de julho de 2010 às 08h10
Como será o nosso futuro tesouro digital?
É interessante notar certos hábitos de pessoas idosas. Elas guardam pequenos objetos, documentos e fotografias, para recordarem das boas lembranças de pessoas que são (e/ou foram) queridas. E muitos destes costumes são invariavelmente passados de geração para geração. Por exemplo, quantos aqui já iniciaram uma coleção de moedas com um belo exemplar dado por um avô (ou selos, se preferirem) ou herdaram antigas relíquias da família?Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 16 de julho de 2010 às 10h24
Entrevista: a OGD1 está chegando
Já faz um tempo que tivemos novidades sobre o Open Graphics Project e sua OGD1, a placa de vídeo de código aberto. Mas a equipe do projeto não ficou de bobeira esse tempo todo não. Confira esta entrevista com Timothy Miller, fundador do Open Graphics Project e principal responsável por manter o projeto em atividade, e Michael Dexter, diretor de programação do Linux Fund e peça-chave na parceria do Linux Fund com o OGP. Apesar do OGP andar meio sumido da mídia, parece que seu trabalho na OGD1 finalmente vai começar a render frutos.1 comentárioPor Jordan Spencer Cunningham. Revisado 15 de julho de 2010 às 12h56
Breve análise do GhostBSD 1.0
O projeto PC-BSD oferece um desktop KDE pré-configurado e fácil de usar à comunidade do FreeBSD. Isso é muito bom, mas como fica a turma que prefere o GNOME? Felizmente, há um projeto em andamento para essas pessoas. O GhostBSD ainda está dando seus primeiros passos, mas está de olho nos usuários que querem rodar o GNOME no FreeBSD sem ter que instalar programas ou mexer na configuração. Eu tive a oportunidade de trocar emails com Eric Turgeon, fundador e desenvolvedor-chefe do projeto.Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 12 de julho de 2010 às 11h39
O possível fim do Celeron
O Celeron surgiu originalmente como uma versão castrada do Pentium II, que era vendida sem os chips de cache L2 e sem o encapsulamento externo. A partir daí, o Celeron continuou presente em quase todas as linhas de processadores da Intel, sempre como uma versão limitada de algum processador mais caro, fosse com menos cache L2, com parte dos núcleos ou o gerenciamento de energia desativado, ou ambas as coisas combinadas, mas oferecendo em troca um preço baixo e boas margens de overclock. Mas com toda a atual redundância dentro da linha da Intel, a posição do Celeron se tornou cada vez mais incerta.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 9 de julho de 2010 às 17h50
O que esperar da Intel mini-ITX D510MO?
Todo profissional especializado em TI, necessita dispor de um PC desktop à parte, para efetuar todos os tipos de testes e experimentos práticos que desejar, com o intuito de desenvolver os seus conhecimentos e habilidades. Máquinas virtuais são úteis até certo ponto, assim como não é muito recomendável fazer experimentos em computadores de produção. Mas, se levarmos em consideração que, sou dono de um "maravilhoso" netbook (que é o meu "desktop oficial"), definitivamente não há outra alternativa. A minha opção foi pela placa-mãe mini-ITX Intel D510MO, uma solução integrada contendo uma CPU dual-core Atom D510 e o novo chipset Intel TigerPoint NM10.8 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 9 de julho de 2010 às 09h57
Dicas e táticas úteis para segurança no Linux
Neste artigo vou deixar a parte conceitual de lado e me focar em vetores específicos da segurança (de acordo com o mundo de razão e moderação que eu criei), e vou mostrar como você pode preparar uma estratégia encorpada à base de software, no Linux. Não espere guias detalhados sobre a configuração daquele sisteminha de detecção de invasores. A ideia não é essa. A ideia é ajudar você a entender os elementos básicos da segurança, com foco na identificação de suas necessidades e no tratamento delas com uma solução flexível e transparente. A escolha de software vai refletir suas necessidades.4 comentáriosPor Igor Ljubuncic. Revisado 8 de julho de 2010 às 09h47
Entrevista com Karanbir Singh, do projeto CentOS
O CentOS, uma distribuição Linux criada pela compilação de pacotes de código fonte do Red Hat Enterprise Linux (RHEL), é o clone mais popular do RHEL disponível hoje. Embora por vezes seja visto como um sistema operacional para servidores de missão crítica, onde a estabilidade e a confiabilidade são muito mais importantes do que tecnologia de ponta, o CentOS pode ser usado em outros cenários, como em servidores especializados ou estações de trabalho de desenvolvimento. Hoje vamos conversar com Karanbir Singh, um desenvolvedor do CentOS, sobre as razões por trás do sucesso contínuo do projeto, e tentamos compará-lo a outras distribuições e sistemas operacionais corporativos semelhantes. Karanbir também descreve o processo de compilação do CentOS a partir do código fonte que a Red Hat disponibiliza a cada nova versão.Sem comentáriosPor Ladislav Bodnar. Revisado 7 de julho de 2010 às 10h24
Shotwell: uma análise breve e ranzinza
Eu mexo bastante com edição de imagens, preparando fotos de conferências para artigos ou de crianças para seus avós. Nos últimos anos, o xv deixou de ser uma opção tão boa: ele fazia bem muitas coisas que outros programas ainda não tinham sacado como fazer, mas ele é velho, está morto, não é livre de verdade e não é mais mantido por ninguém. Agora eu faço boa parte desse trabalho com o gthumb. Infelizmente, já há algum tempo o gthumb está quebrado no rawhide (falha ao abrir o programa), e eu tive que achar uma alternativa. Nesse contexto, o Shotwell, um aplicativo relativamente novo, chamou a minha atenção. Dizem que o Shotwell vai substituir o F-Spot como gerenciador de fotos padrão no Ubuntu 10.10, então me pareceu que valia uma espiada.Sem comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 5 de julho de 2010 às 09h56
Introdução ao Peppermint OS
No início do ano, uma dupla de desenvolvedores criou uma nova distribuição chamada Peppermint OS. Essa distro, que tem um forte elo familiar com o Ubuntu, é uma mistura do modelo de computação tradicional para desktops e aplicativos em nuvem. Geralmente essa mistura já bastaria para que eu perdesse o interesse (ninguém aguenta mais tantos projetos de computação em nuvem baseados no Ubuntu), mas o projeto Peppermint OS tem algumas coisas ao seu favor.Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 1 de julho de 2010 às 23h58
Personalizando o GNOME através do Configuration Editor
No universo do Software Livre, ambientes como o GNOME são amados (e odiados) devido à grande riqueza de recursos e funcionalidades oferecidas, customizáveis através de suas ferramentas de configuração. No entanto, dado o foco voltado à sua simplicidade e usabilidade, nem todas as opções passíveis de ajustes se encontram disponíveis "oficialmente". Então, entra em cena o Configuration Editor, uma ferramenta de configuração muito parecida com o (pouco) intuitivo Regedit do Windows...Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 1 de julho de 2010 às 18h09
Experimentando o MeeGo 1.0
O projeto MeeGo, resultado da união entre o Moblin e o Maemo, lançou a versão 1.0 da plataforma que dá nome ao projeto no dia 25 de maio, com sua primeira incursão na "experiência de usuário para netbooks". Eu, que tenho um netbook dando bobeira por aqui, decidi experimentar o MeeGo para ver o que mudou desde a análise que fiz do Moblin em novembro. O jeitão do sistema continua bastante parecido, mas houve alguns progressos dignos de nota. O MeeGo tem mais cara de um produto finalizado do que o Moblin tinha.4 comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 30 de junho de 2010 às 09h52
O código aberto e a reutilização de computadores antigos
Nós, usuários de computador, poucas vezes nos damos conta de um problema que criamos: como jogar fora um computador? Esse é um baita problema. Estimativas indicam que o número de computadores em uso no mundo todo esteja em torno de um bilhão. O ciclo de vida médio de um computador pessoal é de dois a cinco anos. Em breve teremos uma nova e numerosa leva de computadores sendo jogados fora, e esse número só tende a aumentar. Como se o problema não fosse grande o suficiente, já temos centenas de milhões de computadores inutilizados, em porões e garagens, esperando para irem para o lixo.4 comentáriosPor Howard Fosdick. Revisado 29 de junho de 2010 às 09h51
Firmware binário e sua liberdade
No mundo da tecnologia, há uma batalha contínua entre as forças que promovem a liberdade e aquelas que tentam cerceá-la. Eu quase sempre apoio a FSF, mas há um ponto no qual eu discordo deles: o do firmware binário usado em drivers de hardware. A FSF explica que os drivers em si são livres, mas que "é uma boa ideia evitar hardware que exija o uso desses drivers", e que "hardware dependente deles não é compatível com o software livre" porque exige firmware proprietário. Em seguida, ela lista os drivers "infratores" presentes no kernel do Linux, e explica que esses drivers foram removidos da distribuição da FSF, o gNewSense. Outros projetos, como o Debian GNU/Linux, mantêm os arquivos binários de firmware fora da instalação padrão do kernel, mas os disponibilizam em um pacote separado de instalação opcional. E por que eu discordo da atitude da FSF com relação ao firmware binário? Acho que, na melhor das hipóteses, a postura da FSF é inocente. Na pior, é hipócrita.Sem comentáriosPor Patrick Van Oosterwijck. Revisado 25 de junho de 2010 às 01h49
Avanços que quase não deram certo
Larrabee, Fusion e Tegra, eis algumas das novas tecnologias que nos dias de hoje, chamam a atenção. Quando o Larrabee será lançado (ou melhor dizendo, quando deixará de ser adiado)? E o Fusion, porque ainda mal temos notícias? Já a plataforma Tegra está aí, além da existência de diferentes produtos realmente interessantes. Mas, ao olhar para o passado, nos deparamos com avanços tecnológicos que prometiam revolucionar o mercado, mas que por razões diversas - da óbvia à incompreensível - tiveram recepções diferenciadas pelo mercado...Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 24 de junho de 2010 às 19h14
Criando DVDs com o Bombono
A criação de DVDs pode parecer uma coisa muito complicada. Embora converter seu vídeo para o formato MPEG adequado talvez demore um pouco, os requisitos técnicos para as diversas regiões são padronizados, então é possível configurar as ferramentas de conversão e fazer tudo direitinho, de uma vez por todas. O que não pode ser automatizado é a criação da estrutura do disco, que separa um DVD fácil de operar, com capítulos, menus atraentes e hierarquia de arquivos sensata, de um trabalho amador que funciona mas é um desastre visual. Há várias ferramentas sendo ativamente desenvolvidas para a criação de DVDs no Linux, sejam elas gráficas ou de linha de comando, e uma das opções mais novas é o Bombono, um aplicativo em GTK+ para a criação de DVDs com foco na simplicidade.Sem comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 23 de junho de 2010 às 21h24
O primeiro SSD a gente nunca esquece
Nestes últimos dias, fui mais uma vez à loja de informática. Embora adore me entreter com as "novidades" (não tão novas assim) disponíveis em nosso mercado, o meu propósito principal era apenas um: encontrar uma simples e modesta unidade de armazenamento SSD, para substituir o meu (não tão) bom e "velho" HD de 160 GB...5 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 3 de janeiro de 2011 às 18h00
Detalhes sobre o servidor com 512 Atoms
Quando o Atom o foi lançado, em 2008, muitos cogitaram a ideia de que ele pudesse ser usado para construir servidores de baixo consumo e múltiplos processadores, que poderiam eventualmente oferecer um consumo elétrico mais baixo do que outros servidores x86 de performance similar. Entretanto, o custo por unidade relativamente alto do Atom e as limitações dos chipsets fizeram com que a ideia não fosse muito explorada. Isso mudou com o lançamento da SeaMicro, que desenvolveu o SM10000, um servidor com nada menos do que 512 processadores Intel Atom, espremidos em um gabinete 10U. Este design permite instalar 4 servidores em um único rack, atingindo um total de 2048 processadores.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17 de junho de 2010 às 10h32
Breve análise do Yoper 2010
Yoper é um apelido para o projeto Your Operating System ("seu sistema operacional"), que busca oferecer a seus usuários uma distribuição rápida e atualizada. O site do projeto menciona que a distro também tenta apresentar detecção e suporte a hardware do mais alto nível. O Yoper é desenvolvido de forma independente, ou seja, não é baseado em nenhuma outra distribuição Linux.Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 16 de junho de 2010 às 09h49
Suporte a Flash no Linux vive dias interessantes
Embora muitos proponentes do software livre e da web aberta não gostem do Flash, essa plataforma multimídia se tornou tão difundida que é difícil imaginar a web sem ela. Só que o suporte ao Flash sempre foi um desafio para as distribuições Linux. Há anos a Adobe lança seu Flash Player para o Linux de forma proprietária, mas apenas para a arquitetura de processadores x86. Enquanto isso, projetos de código aberto que tentam recriar as funcionalidades do Flash ficam para trás, lutando com a falta de mão de obra. Felizmente, temos notícias interessantes do mundo do Flash de código aberto: o projeto Lightspark, que foi escrito do zero com base na documentação do SWF que a Adobe publicou em junho de 2009 como parte do Open Screen Project.1 comentárioPor Koen Vervloesem. Revisado 14 de junho de 2010 às 09h39
Os tablets que não são fabricados pela Apple
Você sabe o que é uma xerox? E uma gilete? Ou ainda, conhece o word? Pois bem: muito dos produtos existentes no mercado fazem um sucesso tão grande, que acabam se tornando sinônimos das funções que exercem. Para variar, outros produtos chegam ao mercado, trazendo inovações tão importantes que, num futuro não muito distante, também serão associados às suas categorias. Um exemplo é iPad da Apple. Parece que só agora os consumidores estão conhecendo os tablets. Ou seria iPad?Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 11 de junho de 2010 às 11h38
Reações previsíveis ao WebM
No dia 19 de maio, o Google tomou uma atitude que muita gente na comunidade de código aberto já esperava (e pela qual a Free Software Foundation clamava em março): disponibilizou o codec de vídeo VP8 ao público sob uma licença sem royalties e de código aberto no estilo BSD. Ao mesmo tempo, apresentou o WebM, um sistema de áudio e vídeo de código aberto focado no HTML5 que faz uso do VP8, e anunciou um grupo de parceiros (corporativos e de código aberto) que apoiam o formato WebM, incluindo navegadores web e sites de vídeo como o seu próprio YouTube.Sem comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 9 de junho de 2010 às 09h31
Smartphones x supercomputadores
Com a evolução dos smartphones, muitos se perguntam qual é a relação de desempenho entre eles e supercomputadores do passado. Para os supercomputadores, temos o top500.org, que há vários anos oferece um ranking dos supercomputadores mais rápidos do mundo. O primeiro da lista atualmente, por exemplo é o Cray XT5-HE (Jaguar), que oferece um desempenho bruto de 1.76 petaflops (1.760.000 megaflops), com um total de 300 TB de memória e 10 PB de armazenamento centralizado. Vai demorar um pouco até que tenhamos smartphones com um poder de processamento próximo disso, mas se voltarmos um pouco no tempo, poderemos encontrar um concorrente mais fácil de bater.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de junho de 2010 às 09h16
Os Intel Macs
Antigamente, muito se discutia sobre as vantagens e desvantagens dos processadores PowerPC em relação aos chips x86. O principal reduto dos chips PowerPC eram os Macs (com todo o misticismo envolvido), enquanto os PCs eram o território dos chips x86. Com isso, as discussões em torno dos Macs e PCs orbitavam não apenas em torno do OS X e dos softwares para a plataforma, mas também nas diferenças entre as duas famílias de processadores, muitas vezes descambando para a velha briga CISC x RISC.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 7 de junho de 2010 às 08h41
A Apple vai embarcar na onda da web?
Já faz algum tempo que quero escrever este artigo, e quanto mais eu adiava, mais incisiva a opinião que eu queria expressar se tornava, e as notícias que iam surgindo davam ainda mais corpo ao meu ponto de vista. Quando comecei a escrever este artigo, o iPad ainda não havia sido revelado, o iPhone OS 4 nem estava no mapa e a Apple ainda não havia adquirido a Lala. Você provavelmente notou que todos esses eventos, na verdade, indicam que a Apple estaria embarcando cada vez mais na onda da web, e neste artigo vou explicar por que não é esse o caso, e por que eu acredito que as intenções da Apple sejam semelhantes a outras intenções que já vimos recentemente.Sem comentáriosPor Kroc Camen. Revisado 4 de junho de 2010 às 18h45
Inspeção geral do HD com o System Rescue CD
Não tem jeito: um dia a sua unidade de disco rígido irá pifar. Para manter seus dados, você terá que realizar algum tipo intervenção manual, mais cedo ou mais tarde. Esta intervenção poderá ser para prevenção (através de backups e checkups), recuperação (ou destruição) dos dados armazenados, clonagem do sistema ou até mesmo uma simples substituição do HD por um novo. À exceção do último caso, nos demais você necessitará de ferramentas adequadas para estas atividades. Eis uma ótima oportunidade para conhecer o System Rescue CD, uma distribuição GNU/Linux feita especialmente para o tratamento de unidades de armazenamento e recuperação de dados.Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 2 de junho de 2010 às 20h40
Fedora 13: entrevista e primeiras impressões
Na minha opinião, o Fedora é uma das distribuições Linux mais interessantes disponíveis hoje. Sua tecnologia é avançadíssima, por vezes indo além do que se imagina ser a última novidade. O Projeto Fedora não só tem pacotes atualizados, como também uma grande infraestrutura, graças ao suporte recebido da Red Hat. Essa combinação resulta em um sistema operacional que está sempre mudando e apresentando novas ideias. Para saber mais sobre as mudanças que estão ocorrendo no momento na comunidade do Fedora, eu conversei com alguns integrantes da equipe do projeto. Fiz algumas perguntas a eles, e aqui estão suas respostas.1 comentárioPor Jesse Smith. Revisado 2 de junho de 2010 às 09h38
Canonical segue sozinha com o Unity
Depois de lançar o Lucid Lynx, a comunidade de desenvolvedores do Ubuntu se reuniu em maio em Bruxelas, na Bélgica, para se preparar para o lançamento da versão 10.10, agendada para outubro. Dois dos pontos principais dessa versão serão uma nova interface para netbooks chamada "Unity" e o "Ubuntu Light" - uma versão mais simples do Ubuntu, voltada para uso em sistemas que rodem o Microsoft Windows como alternativa de inicialização instantânea.2 comentáriosPor Joe 'Zonker' Brockmeier. Revisado 31 de maio de 2010 às 09h28
Guerra declarada no mundo da computação
Há poucos dias, John Gruber sintetizou em seu blog Daringfireball o que muitas pessoas estão pensando a respeito da enxurrada de anúncios do Android feitos pelo Google e dos ataques nada sutis à Apple na conferência I/O deste mês: "guerra declarada". Concordo com Gruber que uma rivalidade à moda antiga pode ser boa para o mundo da computação, especialmente para os fãs de smartphones e portáteis.Sem comentáriosPor David Adams. Revisado 28 de maio de 2010 às 07h54
Montagem de PCs: uma arte há muito tempo esquecida!
A Internet está aí e, queiram ou não, é o centro das atenções no mundo moderno. Consequentemente, as tendências voltadas em torno dela - entre elas, as aplicações em nuvem e a computação móvel - passarão a ditar os rumos para o futuro da Tecnologia da Informação. Dentre estas tendências, está o prenúncio da morte dos PCs desktops, que segundo os analistas de plantão, serão relegados aos mercados de nicho e aplicações específicas. Entretanto, para atender as necessidades de um público mais exigente, volta à cena uma arte há muito tempo esquecida entre os entusiastas da computação pessoal: a montagem de PCs desktops personalizados5 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 27 de maio de 2010 às 12h09
Primeiras impressões do NimbleX 2010 (Beta)
O NimbleX, baseado no Slackware Linux, é um projeto que tenta oferecer um sistema operacional pequeno e funcional para desktops, voltado para quem está sempre em trânsito. Para ser mais específico, o NimbleX proporciona um desktop KDE moderno em um live CD ou pendrive. O projeto também oferece a ferramenta Custom NimbleX, com a qual o usuário pode personalizar a imagem ISO antes de baixá-la. Antes de experimentar o NimbleX, tive a oportunidade de conversar com Bogdan Radulescu, criador da distribuição.Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 26 de maio de 2010 às 08h47
Recursos matadores do OpenSolaris no Linux?
Quando pensamos em sistemas operacionais livres, pensamos logo em grandes nomes (todos GNU/Linux) como Debian, Ubuntu, Fedora e Mandriva, e naquelas distros de nicho desenvolvidas para sistemas de baixo desempenho ou para especialistas em segurança e análise. Mas existem outras frutas além das laranjas... há uma região interiorana chamada Unixlândia, povoada por outros sistemas menos conhecidos, e cujas raízes também estão fincadas no Unix. O BSD, por exemplo, é famoso por sua fortíssima segurança. O OpenSolaris é outro, talvez menos conhecido, mas com recursos que valem a pena. Este artigo vai dar uma olhada nesses kernels e verificar se é tecnicamente possível e viável portá-los para as principais distros, segundo as espinhosas questões de licenciamento.1 comentárioPor Gary Richmond. Revisado 24 de maio de 2010 às 10h05
Soquetes e encaixes, um resumo
Até o 386, os processadores eram soldados ou encaixados em soquetes de pressão. Como a frequência das placas-mãe era fixa e não se usava ainda a multiplicação de clock, não existiam muitos motivos para atualizar o processador. Mas as coisas mudaram a partir do 486.Sem comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de maio de 2010 às 10h20
Software não livre escondido na sua distribuição GNU/Linux
A maioria dos interessados na liberdade do software tem o GNU/Linux como sistema operacional favorito, mas poucos se deram conta de que a grande maioria das distribuições GNU/Linux não é totalmente livre. Imagine só: você deixa o Windows para trás e descobre que ao instalar o GNU/Linux você está aceitando uma licença da Microsoft, cheia de restrições!2 comentáriosPor Vincent Launchbury. Revisado 20 de maio de 2010 às 08h26
Computação em nuvens: o que esperar deste conceito?
Lá pelos idos dos anos 80, surgiram várias tentativas de se estabelecer o computador pessoal, dentre os quais o atual e popular IBM PC desktop. Antes disso, a computação como a conhecíamos, era voltada para os mainframes, computadores de grande porte que eram acessados por terminais burros. E o que isto tem a ver com a computação em nuvens?5 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 19 de maio de 2010 às 10h28
Apresentando o PCLinuxOS 2010
O PCLinuxOS é uma distribuição popular criada por um homem conhecido como Texstar. O site do PCLinuxOS , que usa um agradável tema azul com anúncios ao redor das páginas, afirma que a distro é "radicalmente simples" e fácil de usar. Se parássemos por aí, teríamos a impressão de que o PCLinuxOS é voltado para novatos na comunidade Linux, mas parece que não é o caso. Antes de experimentar a nova versão do PCLinuxOS, eu tive a oportunidade de fazer algumas perguntas a Texstar.Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 17 de maio de 2010 às 10h04
Primeiras impressões do CDlinux 0.9.6
Se você já visitou o site do projeto CDlinux, talvez não tenha visto nada que se destacasse. É um projeto pequeno, com um site pequeno e simples. E não é um projeto que atraia muita atenção. Só que a comunidade de código aberto está cheia de joias ocultas, e o CDlinux é uma delas. Antes de experimentar a distribuição, entrei em contato com Zhao Xun Hong, o criador do CDlinux, que pede que as pessoas que falam chinês tão mal quanto eu o chamem de "Ben".Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 14 de maio de 2010 às 11h16
Os componentes essenciais para montar o PC desktop perfeito
Na semana passada, fizemos uma análise dos principais tópicos relacionados à montagem do PC desktop perfeito para um usuário, mas faltou a demonstração prática do que seria um belo exemplo do PC desktop básico em questão. O PC que iremos montar, será voltado para as aplicações gerais, que vão desde a aplicações básicas de um simples usuário (suítes de escritório, navegação, troca de mensagens, etc.) à execução programas gráficos que exijam uma razoável capacidade de processamento (editoração de vídeo, tratamento de imagens, execução de jogos). Ao mesmo tempo, iremos analisar cuidadosamente os aspectos técnicos que levaram à escolha destes componentes, bem como a melhor relação custo-benefício disponível no mercado, condizente com a economia atual dos brasileiros. Eis, um desafio interessante! :-)2 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 13 de maio de 2010 às 12h27
Será o fim da computação pessoal de propósito geral?
Quando os computadores, que são máquinas que evoluem e podem ser reprogramadas, se tornaram amplamente disponíveis, o burburinho gerado foi merecido. Cientistas, bancos e companhias de seguros, acharam que estavam sonhando; outros, como os escritores de ficção científica, acharam que aquilo era um pesadelo. Hoje em dia, gostando ou não, eles estão em toda parte. Só que parte desses computadores voltados para o uso individual está se distanciando bastante do conceito original de máquina programável. Eles mais parecem ferramentas comuns, com uma utilidade fixa. Seus mecanismos internos personalizáveis só estão acessíveis às pessoas que os desenvolveram. Será que não existe mais mercado para máquinas programáveis pessoais de propósito geral, capazes de fazer de tudo? Vou tentar responder a essa pergunta, levando em conta duas fortes tendências no mercado da computação pessoal: os dispositivos sensíveis ao toque e a computação em nuvem.Sem comentáriosPor Hadrien G. 'Neolander'. Revisado 12 de maio de 2010 às 10h20
Linux e a identidade de marca
Marketing não é a primeira palavra que associamos à comunidade Linux, mas é uma atividade necessária para quem quer trazer novos usuários para o seu time (e talvez ainda faturar uns trocados no processo). A recente mudança de identidade do Ubuntu, e a subsequente repercussão na mídia, nos proporciona uma boa oportunidade para consideramos uma questão mais ampla, que á identidade de marca das distribuições Linux e dos projetos de código aberto.Sem comentáriosPor Joe 'Zonker' Brockmeier. Revisado 10 de maio de 2010 às 09h04
O fim do artífice computacional
Há mais de uma década os sites vêm passando por uma transição para o paradigma Model-View-Controller, separando os dados da formatação e da interação do usuário em suas bases de código. Infelizmente, isso significa não apenas o fim daquelas páginas "clássicas" e horrorosas do Geocities do início dos anos 90, mas também o fim da era do artífice digital, ou computacional, para ser mais exato. O futuro dos computadores vai depender dos artistas, estudantes e programadores que puderem reunificar conteúdo ao formato e recriar a programação como arte.Sem comentáriosPor Ersin Y. Akinci. Revisado 7 de maio de 2010 às 10h20
Os desafios para a montagem do PC desktop perfeito
No meu ponto de vista, montar PCs desktops é uma das atividades mais interessantes a serem feitas por um técnico em informática. Mas não se iludam, pensando nas dificuldades técnicas (muito pelo contrário): tal desafio se dá, devido à flexibilidade que temos em escolher os componentes. Estes, deverão ser selecionados de acordo com as necessidades e preferências do cliente, levando-se também em consideração a boa relação custo-benefício, sem contar ainda quanto a certos aspectos estratégicos (os quais veremos detalhadamente adiante). Enfim, o verdadeiro desafio para o técnico está na tarefa de montar "o PC desktop perfeito para o cliente"!Sem comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 6 de maio de 2010 às 14h42
Primeiras impressões do Ubuntu 10.04
Seja você fã ou não do Ubuntu, o fato é que essa criação da Canonical no momento é a distribuição Linux para desktops mais popular do planeta. A versão mais recente, a 10.04, é uma versão de suporte a longo prazo (ou LTS), ou seja, ela vai receber atualizações até 2013 (a edição para servidores ainda conta com mais dois anos). Várias mudanças foram feitas no Ubuntu 10.04 "Lucid Lynx", e eu estava curioso para ver o que a equipe do Ubuntu havia preparado. Antes de experimentar a nova versão, tive a oportunidade de conversar com Gerry Carr, chefe de marketing de plataforma da Canonical.Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 5 de maio de 2010 às 10h08
Uma espiada no Scientific Linux
Há pouco tempo, alguém me pediu que analisasse o Scientific Linux. Intrigado, mas ainda não motivado, pedi às pessoas que me escrevessem contando o que o Scientific tinha de interessante na opinião delas. Recebi mais respostas do que eu esperava, e quase todas eram favoráveis à distribuição. Parece que vários leitores acham que o Scientific é um bom sistema operacional para uso doméstico, e também o rodam em servidores, desktops, netbooks... só a torradeira da casa escapa. Honestamente, fiquei um pouco surpreso. Sempre tive a impressão de que o Scientific Linux era uma distro que se destinava a uma pequena comunidade de pesquisadores, e que havia encontrado um nicho tranquilo nas salas escuras que abrigam servidores de laboratórios. Agora eu via que estava errado. Com uma nova curiosidade, fui até o site do projeto, scientificlinux.org.1 comentárioPor Jesse Smith. Revisado 3 de maio de 2010 às 08h36
Entendendo a evolução dos coolers
Os primeiros processadores dissipavam muito pouco calor, por isso o próprio encapsulamento cerâmico era suficiente para dissipar o calor e manter o chip em uma temperatura aceitável. As primeiras CPUs x86 a utilizarem dissipadores foram os 486 DX-33, que atingiram a marca dos 4.5 watts. Os coolers da época nada mais eram do que uma base de alumínio com menos de 1 cm de altura com uma ventoinha de baixa rotação, bem diferentes dos atuais. Conforme os processadores foram passando a dissipar cada vez mais calor, os coolers foram crescendo na mesma proporção. Hoje em dia, não é difícil ultrapassar a marca dos 200 watts ao fazer overclock em um Core 2 Quad ou em um Core i7, o que demanda soluções mais extremas.1 comentárioPor Carlos E. Morimoto. Revisado 30 de abril de 2010 às 10h14
Uma visita ao museu de informática
Depois de ficar tanto tempo adiando esta visita, finalmente resolvi visitar o Museu de Informática & Tecnologia, aqui no Rio de Janeiro. Depois de tantos e tantos anos acompanhando as transformações e experiências acumuladas, achei que valeria à pena. Até porque o meu neto estava curiosíssimo para saber como era a Informática no tempo do seu avô...1 comentárioPor Ednei Pacheco. Revisado 29 de abril de 2010 às 11h08
HelenOS: o sistema operacional dos mil processos
No dia 10 de março de 2010, o projeto HelenOS lançou a versão 0.4.2 de seu sistema operacional. O HelenOS usa o kernel SPARTAN, com suporte a SMP, multitarefa e multithread em diversas das arquiteturas mais comuns. Um dos desenvolvedores responsáveis pelo HelenOS, Jakub JerMar, separou um tempo em sua movimentada agenda para responder a algumas de nossas perguntas.Sem comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 3 de maio de 2010 às 08h40
Dispositivos fechados e carros modernos: parecidos?
É bem comum as pessoas fazerem analogias envolvendo carros nos fóruns na internet, e nós não somos exceção. O problema dessas analogias é que geralmente elas não têm lá muita força. É o caso de uma analogia recente, que vem se mostrando bastante popular. Algumas pessoas andam dizendo que a migração de fabricantes de computadores para plataformas fechadas (Apple e Sony estão entre os exemplos) é equivalente às pessoas não poderem mais consertar seus carros por conta própria. Essa analogia, que superficialmente parece fazer sentido, cai por terra diante de uns cinco minutos de análise.Sem comentáriosPor Thom Holwerda. Revisado 27 de abril de 2010 às 11h43

