Índice - Artigos
Confira aqui os artigos do Hardware.com.br. Os artigos são textos maiores, com a partir de 4 páginas, que podem tratar sobre qualquer tema ligado à informática, incluindo hardware, redes, Linux, Windows, e também outros sistemas operacionais ou plataformas. A principal diferença entre as dicas e os artigos é que no segundo, além de ensinar a fazer alguma coisa, são mais reservados a apresentar novas tecnologias ou postar textos de opinião.
Uma visão geral sobre as placas POST e de diagnóstico
Todos os PCs desktop que possuem problemas de funcionamento, emitem certos alertas - que vão de simples beeps a mensagens mais sofisticadas exibidas no monitor - os quais são essenciais para um técnico realizar o diagnóstico de seus males. No entanto, haverá certas situações em que não receberemos nenhum alerta, o que complicará bastante as nossas vidas. A principal delas era a típica condição da "placa-morta", a qual simplesmente não manifestava sequer um beep! Antigamente, éramos obrigado a realizar diferente testes, os quais exigiam uma certo nível de conhecimento técnico. Mas, graças à existência da placa POST, fiquei curioso em saber porque haviam tantas expectativas em torno dela!
8 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 24 de março de 2011 às 14h09
Lidando com a complexidade no design das interfaces
Nas últimas décadas, os programas que nos permitem ser produtivos em nossos computadores foram se tornando cada vez mais sofisticados e complexos. Hoje, os projetistas de interfaces se veem diante do desafio de criar interfaces de usuário fáceis de usar e que ainda assim ofereçam acesso a uma vasta gama de recursos. Aqui vão algumas ideias sobre a natureza da complexidade da interface gráfica, seguidas por algumas considerações sobre a simplicidade que podem surpreendê-lo.
1 comentárioPor Julian Fietkau. Revisado 22 de março de 2011 às 11h53
As distribuições Linux brasileiras em atividade
Após alguns anos de uso do Linux no Desktop, o primeiro que conheci e comecei a usar foi o saudoso Kurumin; atualmente uso o Big Linux. Percebi que muitas distros brasileiras simplesmente sumiram do mapa ou são projetos mortos que ainda não foram sepultados pelos seus primeiros idealizadores. Devido a esse fato decidi pesquisar para descobrir quais distros brasileiras ainda estão em processo de desenvolvimento e quais são seus diferenciais, e para facilitar ainda mais a compreensão, decidi dividi-las em 3 grupos: comunitárias, desenvolvidas na grande maioria por uma única pessoa que tem conhecimento técnico aprofundado; públicas, desenvolvidas e desenvolvidas pelos órgãos públicos e privados, estas mantidas por empresas.
31 comentáriosPor Paulo Giovanni Pereira. Revisado 21 de março de 2011 às 16h35
Entendendo o Unity
No dia 27 de fevereiro, Ted Gould, da Canonical, apresentou na conferência SCALE 9x uma palestra sobre a interface Unity do Ubuntu. Bom, não foi bem uma palestra: Gould passou alguns minutos apresentando o Unity por meio de uma apresentação de slides e descrevendo os objetivos do projeto, mas reservou uns quarenta minutos para responder às perguntas do público. Foi uma excelente ideia: o público não parou de fazer perguntas sobre o design do Unity, seus recursos, o lugar que ocupa na pilha do desktop, as diferenças em relação ao GNOME Shell e a implantação no Ubuntu. Para um projeto de alta visibilidade que já existe há quase duas versões da distro, parece haver bastante confusão entre os usuários. Até certo ponto isso parece comum em todas as recriações de interfaces, e o GNOME Shell passa pela mesma situação (que já foi encarada também pelo KDE 4).
29 comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 17 de março de 2011 às 10h32
A infância e a computação
Na minha infância (no fim dos anos 80), o sonho de consumo das crianças era em sua maioria brinquedos, quem era da época (ou de um pouco antes) deve se lembrar da infinidade de opções produzidas pela Estrela e Glasslite. Lá pelo final mesmo dos anos 80, uma revolução se anunciava por aqui. O que nos Estados Unidos e Japão já era a segunda geração, por aqui a primeira geração despontava: brinquedos eletrônicos, mais precisamente computadores e videogames.
17 comentáriosPor Onildo Henrique B. Filho. Revisado 16 de março de 2011 às 10h57
A AMD irá desenvolver plataformas baseadas na arquitetura ARM?
Eis, mais uma das minhas previsões mirabolantes, que nem todos os leitores do GdH gostam (e adoram questionar): Dada a crescente adoção da arquitetura ARM em outros dispositivos móveis além dos celulares e smartphones, pessoalmente acredito que a AMD deveria pensar seriamente em desenvolver soluções baseadas na arquitetura ARM. À primeira vista, a ideia pode parecer um pouco exagerada; no entanto, ao longo deste artigo nós iremos perceber que certos aspectos estratégicos trarão vantagens muito interessantes (para a AMD), se a proposta for considerada seriamente.
22 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 15 de março de 2011 às 12h27
Fácil, poderoso e estável: o OpenShot 1.3 é quase isso tudo
O OpenShot é um editor de vídeos para o Linux que almeja ser simples, poderoso e ainda "o melhor editor de vídeos de código aberto". A versão 1.3, que saiu em fevereiro, deixou o programa um pouco mais perto desse objetivo. Dentre as novidades, temos um tema para a interface, suporte à adição de mais de um clipe simultaneamente, novas animações 3D e um assistente para carregar vídeos diretamente para o YouTube e o Vimeo. Ele até pode ser o melhor editor de vídeos de código aberto, mas só se ignorarmos alguns probleminhas de instabilidade.
13 comentáriosPor Joe. Revisado 11 de março de 2011 às 10h24
O mundo imersivo dos jogos 3D
Quando joguei Doom pela primeira vez, fiquei fascinado pela imersão causada pela ambientação do jogo. O popular jogo de FPS lançado pela ID Software, conquistou milhares de fãs do mundo inteiro, devido a possibilidade de se locomover em um imaginário mundo 3D, além da interação proporcionada pelo seu engine. No entanto, o mata-mata em redes que tanto empolgou o mundo inteiro, mal é considerado um joguinho casual "interessante", para ser experimentado pelas novas gerações nos dias atuais, já que os títulos atuais são muito mais enriquecidos visualmente...
10 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 10 de março de 2011 às 09h27
Básico: como rodar vários sistemas operacionais
Uma técnica útil no trabalho de restaurar computadores antigos é rodar vários sistemas operacionais em um mesmo computador, uma abordagem que une os benefícios da instalação preexistente do Windows às vantagens do software de código aberto. Este artigo explora as diferentes técnicas para a execução de vários sistemas operacionais em um mesmo computador, discutindo suas vantagens e desvantagens.
9 comentáriosPor Howard Fosdick. Revisado 25 de abril de 2011 às 14h01
Uma breve análise sobre o lançamento do iPad 2
Justiça seja feita. Embora não tenha sido a Apple quem inventou o tablet, foi a empresa quem o popularizou, capturando a imaginação do público com o lançamento do iPad original. Embora ele fosse um dispositivo limitado (que não possui sequer suporte a cartões de memória ou porta HDMI!) e relativamente caro, a intuitividade do iOS acabou por compensar as falhas e fazer com que ele fosse um sucesso de vendas.
10 comentáriosPor Carlos Morimoto. Revisado 9 de março de 2011 às 17h24
O desktop web eyeOS
O projeto eyeOS se descreve como um "desktop web", ou seja, um sistema operacional que emula um ambiente de desktop funcional completo dentro de uma simples página da web. Os benefícios certamente são atraentes: privacidade, acesso aos seus arquivos em qualquer lugar com internet e capacidade de colaboração em tempo real com outros usuários. Ele é licenciado pela AGPLv3, o que o posiciona bem alto na lista de serviços web que protegem a liberdade do software. Mas há muita concorrência nas áreas de desktops remotos e colaboração em tempo real, e o eyeOS vai ter que dar duro para conquistar os usuários.
12 comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 1 de março de 2011 às 10h51
A difícil escolha: netbooks, tablets e smartphones
Embora boa parte dos usuários considerem a escolha de um netbook como a mais óbvia, especialmente em virtude da possibilidade de contar com o bom e velho teclado, não podemos deixar de considerar as inovações dos tablets. Mesmo não dispondo de um teclado físico, estes últimos criaram uma nova categoria de dispositivos portáteis, onde o consumo de conteúdo multimídia é o seu principal foco. Então, por qual escolher: um netbook ou um tablet? Se por acaso ainda está com dúvidas, saiba que já existem dispositivos híbridos no mercado...
17 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 28 de fevereiro de 2011 às 15h22
Um novo calendário anual de novidades e inovações para o Software Livre
No mundo do Software Livre, as novidades e inovações chegam frequentemente. Enquanto que os softwares proprietários tradicionais levam meses e anos para serem atualizados, os softwares livres recebem melhorias incrementais em tempos mais curtos. Por isto, encontramos grandes mudanças entre as versões do Microsoft Office, mas poucas diferenças perceptíveis nos softwares equivalentes, como OpenOffice.org. Empolgante, não? Nem tanto. Infelizmente, tais práticas - apesar de garantirem constantes melhorias - trazem alguns inconvenientes bem indesejáveis...
21 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 25 de fevereiro de 2011 às 17h16
Apresentando o Debian GNU/Linux 6.0
Eu e o Debian temos uma relação meio incomum: eu respeito o trabalho da equipe do Debian, admiro sua enorme estrutura de pacotes, a infraestrutura, a coordenação e o processo de testes que fazem parte do projeto. Muitas vezes eu me pego usando um filho ou neto do Debian no meu trabalho, ou nos computadores aqui de casa. Já trabalhei com alguns desenvolvedores do Debian na correção e na atualização de pacotes, e posso dizer que são ótimas pessoas, sempre dispostas a ajudar. Sim, tem um "mas" a caminho. Mas, até agora, eu nunca consegui instalar uma versão estável do Debian no meu hardware para uso cotidiano. Sempre que sai uma nova versão eu baixo, boto para rodar e o instalador trava em algum ponto, ou o sistema não inicia, ou então algum componente importante não é reconhecido. É uma coisa intrigante, porque muitas outras distros funcionam no mesmo equipamento, incluindo projetos baseados no Debian como o KNOPPIX ou o Ubuntu. Com o lançamento do Debian 6.0 eu tive a esperança de que essa maré de azar acabasse.
15 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 24 de fevereiro de 2011 às 09h00
Chips ARM: Entendendo as diferenças entre o Hummingbird, Snapdragon, OMAP e Tegra
Diferente dos processadores x86, que são produzidos pela Intel e pela AMD (e em menor volume também pela VIA), os chips ARM não são produzidos por uma única empresa, mas sim licenciados e produzidos por diversos fabricantes. A ARM Ltd., que é a responsável pelo desenvolvimento dos chips e detentora dos direitos sobre a arquitetura, não produz os processadores, se limitando a licenciar os projetos a preços módicos para outros fabricantes, que podem optar por diversos tipos de licença, que vão de simples licenças para produzir os chips, a opções que permitem modificar os chips, incluir componentes adicionais, ou até mesmo ter acesso completo ao microcódigo e desenvolver chips compatíveis. Este é o caso de fabricantes como a QualComm, a Texas Instruments e a Samsung, que desenvolvem soluções próprias, incluindo controladores auxiliares e frequentemente otimizações dentro do próprio núcleo de processamento.
4 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de fevereiro de 2011 às 13h23
Breve análise do Sabayon Linux 5.5
O Sabayon Linux é uma distribuição baseada no popular projeto Gentoo. Ele usa pacotes de código fonte dos repositórios do Gentoo, compila pacotes binários e lança em várias edições diferentes de sua distro, como KDE, GNOME e até Gaming para os fãs de jogos. O Sabayon é uma distro rolling release, ou seja, o software disponível está em constante atualização, sempre se mantendo nas versões mais recentes, e o usuário não precisa migrar de uma versão estável para a outra. Baixei a ISO de 2 GB da edição KDE do Sabayon 5.5 e comecei meus testes. Logo de cara dá para notar que o Sabayon abraça a causa da liberdade de escolha do software de código aberto.
8 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 22 de fevereiro de 2011 às 12h04
O dia em que instalei o Lubuntu no meu netbook
Liguei meu netbook, um Eee PC 701, que tinha Windows XP: levou quase 15 minutos para ficar utilizável. Foi a última vez. Peguei um pendrive, baixei o Lubuntu (Ubuntu com LXDE), e tasquei nele. Em basicamente meia hora, dentre instalação, atualização e personalização, tinha um sistema muito mais agradável aos meus olhos, prático, e que agora, do pressionar o botão de ligar até o sistema ficar 100% disponível para uso, leva 30 segundos. Ah, e que ao ligar, está com quase 80 MB dos 512 MB de RAM usados... E detalhe: desliga em 5 segundos.
31 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 22 de fevereiro de 2011 às 11h16
Unhosted: uma nova abordagem de liberdade em SaaS
Há muitos anos os defensores do software livre vêm se opondo à onda cada vez maior do SaaS comercial (ou "software como serviço") e à perda de autonomia e liberdade no software decorrente dela. Um novo projeto chamado Unhosted aborda essa questão de uma maneira diferente de outros exemplos mais conhecidos, como o Diaspora e o StatusNet. O Unhosted está criando um framework no qual todo o código de um aplicativo Web é executado no lado do cliente, e os usuários têm a liberdade de escolher qualquer local de armazenamento remoto que desejarem. Os nós de armazenamento usam uma criptografia forte, e como não estão diretamente associados ao provedor do aplicativo, o usuário sempre tem a liberdade de trocar ou de encerrar completamente sua conta.
Sem comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 17 de fevereiro de 2011 às 08h57
Vocês conhecem esse tal de 'Lainucs'?
Lá pelos idos do ano 2000, muitos leigos e curiosos se referiam ao admirável ecossistema compreendido como distribuições GNU/Linux, como simplesmente "Lainucs", observando atentamente a pronúncia de termos estrangeiros, por desconhecerem o significado desta palavra. Mas nos tempos atuais, raramente encontro usuários que o chama assim! Então, o que mudou nestes últimos tempos? A conclusão mais óbvia que poderemos ter, está no constatação de que o nosso amado Tux já não é mais assim um mero "ilustre desconhecido" da nossa população...
40 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 16 de fevereiro de 2011 às 09h42
Como aumentar a portabilidade nos computadores pessoais
Hoje em dia, smartphones, tablets, desktops e laptops são todos irmãos. Todo usam os mesmos paradigmas de interface de usuário, e seguem a mesma ideia de serem máquinas programáveis e flexíveis à disposição de todos. Só o hardware e o formato físico é que diferenciam uma plataforma da outra. Diante disso, será que ainda faz sentido tratar esses dispositivos em separado na hora de desenvolver software? Não seria muito melhor considerar todos como variações de um mesmo conceito, e lançar uma plataforma unificada de software que rodasse em todos eles? Neste artigo, vou descrever o que já foi feito nesse sentido e o que ainda falta fazer.
5 comentáriosPor Hadrien Grasland. Revisado 15 de fevereiro de 2011 às 11h52
Ruminando sobre o 'problema da nuvem'
O termo "nuvem" pode ser meio vago, mas a ideia central de uma pessoa ter acesso a seus arquivos e aplicativos em qualquer lugar que estiver, e em todos os tipos de dispositivos, é claramente atraente. Só que, pela maneira como vem sendo implementada até agora, a computação em nuvem causa preocupações aos defensores do software livre e a qualquer pessoa levemente preocupada com sua privacidade. É claro que há vários projetos de software livre que oferecem alternativas a alguns dos mais populares serviços em nuvem, mas esses projetos ainda estão engatinhando, e praticamente ninguém aderiu. O começo de um novo ano é um bom momento para pensarmos em como serão os serviços em nuvem se - ou melhor, quando - a liberdade e a privacidade passarem a ser pontos importantes.
3 comentáriosPor Jake Edge. Revisado 11 de fevereiro de 2011 às 16h59
Como funcionam os sistemas de códigos e versões de softwares
Já reparou que praticamente todos os softwares possuem uns "números" e outros "nomes" para lá de esquisitos? Se sim, também já devem ter observado menções acerca dos termos "beta", "release candidate", "código-nome", entre outro "bichos", aparecem aos montes, especialmente em épocas anteriores ao lançamento de produtos. Embora se passe por desapercebidos pelo público-leigo, é importante para nós - usuários avançados, profissionais e entusiastas - conhecermos um pouco como funciona estes sistemas de códigos e versões...
11 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 10 de fevereiro de 2011 às 12h31
Tegra 2 e a estratégia da nVidia
A nVidia é uma empresa tradicionalmente associada às placas 3D. Ela já foi a maior no setor, se defendendo dos ataques da ATI, SiS, Intel e outras. Entretanto, ela começou a entrar em declínio com a compra da ATI pela AMD, que passou a investir mais pesado no desenvolvimento e fabricação de GPUs, fazendo com que a nVidia perdesse espaço. Para complicar, o próprio mercado das GPUs dedicadas está sendo ameaçado pelo Sandy Bridge e das APUs da AMD, que embora não sejam tão poderosos quanto uma GPU dedicada, oferecem um desempenho "bom, o bastante" para jogadores ocasionais, o suficiente para convencer muitos a deixar de comprar uma GPU dedicada.
9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 6 de fevereiro de 2011 às 10h59
Onze previsões para os PCs em 2011
Este ano provavelmente vai ser um ano de definição para a indústria da tecnologia pessoal. O X-bit Labs acredita que em 2011 a guerra entre ARM e x86 vai começar oficialmente, que o mercado de tablet PCs vai disparar, que o Google Android vai se tornar o sistema operacional mais popular entre smartphones e que o overclocking de 3D estéreo vai se tornar um recurso "gratuito" nas principais HDTVs. O começo da era da APU vai tornar mais difícil separar netbooks de notebooks, e o Sandy Bridge da Intel vai mudar a abordagem de overclocking de CPUs para sempre.
16 comentáriosPor Anton Shilov. Revisado 26 de março de 2011 às 12h46
PCs desktops usados: se não vai utilizar, doe!
Por acaso, já pararam para avaliar quantas peças de computador, nós - especialistas, profissionais e aficcionados em Tecnologia - possuímos em nossa guarda? Por exemplo, até então tive umas duas placas de vídeo GeForce e uma Radeon em versões AGP, uma placa de áudio Creative Live!, módulos de memória DDR e PC133, mouses e teclados antigos, entre outras peças, mas que não o utilizo, como também não é financeiramente interessante anunciá-las para venda. Então, o que fiz?
13 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 24 de janeiro de 2011 às 08h56
O Haiku poderia mudar o mundo
Para entender o que são os sistemas operacionais BeOS e Haiku, primeiro temos que lembrar que o BeOS foi desenvolvido pensando no usuário de multimídia. O BeOS queria ser o que o OS X é hoje: um sistema operacional atraente e fácil de usar. Acontece que ele era um sistema de nicho, feito para quem tinha fome de mídia. A porcentagem de aplicativos de áudio e vídeo disponível para o Haiku é maior do que no Linux, no OS X ou no Windows, e o funcionamento interno do sistema operacional foi pensado para que o mesmo apaixonado por multimídia ache moleza trabalhar com sua interface de usuário, por exemplo. Tudo no Haiku transpira simplicidade. Dá para arrastar e soltar um arquivo na janela de um aplicativo, e se o programa for compatível com o tipo de arquivo, ele será aberto instantaneamente.
21 comentáriosPor Razvan T. Coloja. Revisado 21 de janeiro de 2011 às 13h58
Arduino: hardware e software open-source
Arduino é uma ferramenta que torna os computadores capazes de detectar e controlar elementos do mundo físico. É uma plataforma open-source de computação física baseada em um microcontrolador a bordo de uma placa simples, além de um ambiente de desenvolvimento para escrever softwares para a placa.
10 comentáriosPor Leandro Maurício Araújo Bentes. Revisado 21 de janeiro de 2011 às 13h31
Os projetos de software livre que perdemos em 2010
Em novembro eu escrevi sobre o aparente fim do conhecido agente de entrega de email Procmail, que não é atualizado desde 2001, mas continua sendo empacotado por distribuições Linux. Seja qual for a sua opinião sobre o Procmail, meu texto provocou um debate nos comentários que volta e meia aparece na comunidade: o que significa a morte de um projeto de código aberto?
5 comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 19 de janeiro de 2011 às 16h43
Os smartphones começarão a substituir os desktops em 2011?
Já a algum tempo se prevê que com o aumento no poder de processamento e o acúmulo de funções, os smartphones logo começarão a substituir os desktops em alguns nichos, assim como os tablets ameaçam os netbooks. Naturalmente, isso não significa que os desktops deixarão de ser usados, mas muita gente chegará a conclusão que é mais fácil plugar o telefone em um dock incluindo uma porta HDMI para o monitor e portas USB para o teclado e mouse do que manter um PC apenas para navegar na web e assistir vídeos. Muitos dos smartphones atualmente no mercado já incluem saídas HDMI com suporte à clonagem da imagem da área de trabalho e a possibilidade de usar a porta USB em modo host (embora em muitos aparelhos seja necessário fabricar um adaptador), que permitem a conexão de um teclado e mouse USB. Se alguém ainda duvidava da viabilidade do conceito, este artigo vai abrir os horizontes.
32 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 18 de janeiro de 2011 às 15h42
Uma breve retrospectiva de 2010
Confesso que eu não estava preparado para o fim de 2010. Bom, na verdade eu ainda não levei muito bem nem o fim do século XX. Pronto ou não, chegou a hora de darmos uma olhada no ano que passou, de preferência fazendo graça com as previsões feitas no início dele. Fiquei chocado: parece que não acertei tudo.
Sem comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 18 de janeiro de 2011 às 15h42
Técnico de manutenção de computadores, profissão em extinção?
Quando somos crianças uma coisa muito comum é ficarmos tentando procurar profissões para seguir quando crescermos. Eu mesmo tive várias fases: fiz um curso de eletrônica com 16 anos, aprendi os conceitos básicos, resistores, capacitores, transistores, uso de multímetro e osciloscópio. Achei legal, mas precisava aprender mais, pensei em partir para área de automação, mas dando uma pesquisada por ai (Internet ainda era coisa de poucos) e ouvi muitos comentários sobre uma profissão muito lucrativa, a de técnico de manutenção de computadores. Pareceu-me a melhor escolha, eu reparei que os caras que trabalhavam com isso andavam com uns carros legais, de roupa social, com uma maleta e trabalhavam pouco e ganhavam muito, cobravam por hora, qualquer instalação ganhavam 50 ou 100 reais, o salário mínimo nessa época era de uns 120 reais ganhar meio salário mínimo para realizar um único trabalho, era um sonho. Então foi isso que almejei, ser técnico de manutenção de computadores, isso era em 1998, só vim ganhar um computador no final de 99, apesar de ter sido bem caro foi nele que eu comecei a me aventurar pela área de consertar computadores.
110 comentáriosPor Onildo Henrique B. Filho. Revisado 17 de janeiro de 2011 às 16h42
Nettops: na fronteira entre os desktops e os portáteis
Quando os primeiros netbooks surgiram, o sucesso foi tão grande, que muitos analistas de plantão não tiveram dúvidas em "decretar" a morte dos PCs desktop. Grandes, volumosos, desengonçados, barulhentos e vorazes consumidores de energia, eles parecem mesmo não ter vez no futuro da computação pessoal: as suas funções básicas podem ser perfeitamente bem assimiladas pelos notebooks & netbooks, enquanto que a reprodução dos conteúdos de consumo será bem atendida pelos tablets; já na fronteira do alto desempenho, a simplicidade e conforto fizeram dos consoles os grandes concorrentes no segmento dos jogos; por fim, os smartphones são flexíveis o suficiente para prover recursos com tão boa mobilidade, que tornam os PCs desktops inadequados para os propósitos similares...
12 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 14 de janeiro de 2011 às 14h14
Revoluções da década: tecnologias que mudaram o mundo
Milhares de produtos eletrônicos nascem e mergulham no esquecimento todos os dias. Alguns dispositivos e tecnologias conquistam uma participação expressiva no mercado, outros são só mais um na multidão. Mas há dispositivos que chamamos de "revolucionários" não só por terem um papel importante no mercado, mas porque eles representaram uma mudança dramática para a indústria de alta tecnologia como um todo. Neste artigo de três partes, vamos ver quais foram os produtos digitais que tiveram grande impacto na vida das pessoas nos últimos dez anos.
9 comentáriosPor Anton Shilov. Revisado 25 de janeiro de 2011 às 14h36
Apple, Google e a nuvem: O mundo dos media-players
Quando a Apple lançou a mais recente versão de seu Apple TV, fiquei impressionado com dois detalhes interessantes do produto. O primeiro, está na ausência de uma unidade de armazenamento, o que é uma verdadeira afronta ao bom senso para os dispositivos desta categoria; o segundo, pelo fato do produto ter dimensões minimalistas e custar "míseros" US$ 99,00. Na prática, estes dois detalhes "escondem" outros aspectos que, estudados minuciosamente, mostram a emergente adoção dos serviços de telecomunicação para o entretenimento pessoal, através dos programas de TVs transmitidos via streaming...
7 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 7 de janeiro de 2011 às 19h34
Uma olhada na Mac App Store
A Apple abriu no dia 6 de janeiro a Mac App Store. Ela é um dos destaques anunciados para a próxima versão do sistema da maçã, o Mac OS X Lion, mas foi liberada para todos os usuários do Snow Leopard (10.6). Assim como no iPhone e iPad a App Store do Mac pretende ser um local centralizado para distribuir aplicativos. Ela funciona como uma vitrine para conhecer novos apps e gerencia todo o processo de download e instalação - literalmente num clique. Há função também para manter as aplicações atualizadas.
8 comentáriosPor Marcos Elias Picão. Revisado 7 de janeiro de 2011 às 14h15
Como a Microsoft perdeu o bonde da história
É difícil prever o futuro, porque nós temos o hábito de raciocinar usando paradigmas familiares. Até as pessoas mais brilhantes estão sujeitas a essa falha da raça humana. Agora é a vez da Microsoft. Dona do sistema operacional que provavelmente roda no seu computador pessoal, a empresa que obteve o monopólio com o Windows e se esquivou da foice do Departamento de Justiça norte-americano para mantê-lo, enfrenta uma crise de meia-idade no momento em que o mundo volta seus olhos para os dispositivos portáteis. Esta é a história da Microsoft no mercado de sistemas operacionais portáteis, e de como essa história se relaciona com incursões anteriores e semelhantes da IBM Corporation e da Digital Equipment Corporation. Será que a Microsoft vai conseguir dominar os dispositivos portáteis?
25 comentáriosPor Howard Fosdick. Revisado 30 de dezembro de 2010 às 15h48
A plataforma aberta de aplicativos web da Mozilla
O projeto Mozilla Labs está desenvolvendo o framework Open Web Apps, que tem como objetivo aprimorar a integração de aplicativos web com o sistema operacional. O framework usa recursos do HTML5 como o armazenamento local e padrões pré-existentes como o OpenID para criar um processo de instalação para aplicativos web que se assemelhe mais ao processo usado tradicionalmente para aplicativos feitos para o desktop. Anunciado oficialmente em outubro, as primeiras amostras de código já começaram a aparecer no Github.
Sem comentáriosPor Nathan Willis. Revisado 28 de dezembro de 2010 às 15h52
Rodando o Android em PCs
Embora o Android seja quase sempre associado com processadores ARM, ele possui também um port x86, que é uma medida estratégica do Google para o caso de a Intel conseguir eventualmente conseguir embarcar com força no ramo de tablets e smartphones com as versões de baixo consumo do Atom. A boa notícia é que já existe uma versão funcional do Android para micros PC, que roda com desenvoltura em qualquer coisa a partir de um Atom com 512 de RAM, o Android-X86.
17 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 27 de dezembro de 2010 às 15h56
NTFS: um sistema de arquivos com integridade e complexidade
O NTFS é o sistema de arquivos poderoso e complicado usado pelo Windows. Poucos sistemas de arquivos oferecem tantos recursos, e para tratar de todos eles eu teria que escrever um livro. Na verdade, existe mesmo um livro que trata do NTFS em detalhes, mas já está desatualizado. A ideia deste artigo não é a de cobrir todos os recursos do NTFS, nem de apresentar de forma detalhada alguns desses recursos. Em vez disso, vamos cobrir sua estrutura básica e descrever alguns dos recursos mais avançados, com exemplos de utilização sempre que possível. Vamos nos concentrar nas coisas que o NTFS faz, e não em como ele faz essas coisas. É difícil ficar no meio termo entre um artigo informativo e um artigo detalhado, portanto incluí muitas referências para quem estiver interessado em obter mais detalhes.
10 comentáriosPor Andrew Hudson. Revisado 30 de dezembro de 2010 às 18h20
Debian, a distribuição do século!
No mercado existem diversas distribuições GNU/Linux, voltadas para os mais variados propósitos (e elas são tantas, que existem muitas as quais sequer sabemos direito para que servem). De todas elas, apenas um número reduzido chega ao nosso conhecimento, graças ao seu sucesso e empenho de seus desenvolvedores. Muitas, são comerciais; outras, criadas por organizações sem fim lucrativos, sem contar ainda aquelas distribuições "feitas por um homem só" (mas que na prática, é auxiliado por muitos colaboradores). No geral, só uma boa consulta ao site DistroWatch nos dará uma visão mais aprofundada, da imensa quantidade de distribuições. No entanto, nenhuma delas possuem particularidades tão impressionantes quanto o Debian...
15 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 22 de dezembro de 2010 às 19h56
Porque o Chrome OS não é uma ideia tão ruim assim (ou talvez seja...)
No final de 2009, o Google anunciou o Chrome OS, um sistema operacional baseado em Linux destinado a simplificar a experiência de uso dos desktops, oferecendo apenas uma janela maximizada do Chrome e baseando toda a experiência de uso em torno do navegador e da web. Em outras palavras, o Chrome OS foi concebido não como mais um sistema operacional para desktops, mas sim como uma plataforma de acesso à web, sem firulas. Mas a demora no lançamento e toda a onda de interesse em torno dos tablets fizeram com que o sistema perdesse muito de seu destaque inicial. Contudo, quanto tudo parecia ter esfriado, o Google aparece com o Cr-48, o primeiro notebook comercial baseado na plataforma.
9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 21 de dezembro de 2010 às 14h04
Computação em nuvem com Eucalyptus
O armazenamento e a computação em nuvem convertem recursos físicos, como processadores e armazenamento, em recursos com escalabilidade e compartilháveis pela Internet,computação e armazenamento "como serviço". Embora não seja um conceito novo, a virtualização torna isso muito mais escalável e eficaz pelo compartilhamento de sistemas físicos por meio da virtualização do servidor. A computação em nuvem dá aos usuários acesso a sólidos recursos de computação e armazenamento sem que precisem saber onde tais recursos estão ou como são configurados. O Eucalyptus é um sistema que entrega software em nuvens privadas ou híbridas. Isso permite aos usuários fazerem um uso mais eficiente de sua capacidade computacional, além de aumentar a produtividade e a inovação, protegendo dados sensíveis, enquanto reduz as despesas monetárias.
Sem comentáriosPor A. Henrique, L. Reis, N. Dias, P. Encarnação e R. Cappellano. Revisado 16 de dezembro de 2010 às 17h17
O velho problema dos travamentos
O que vocês acham de acordarem cedinho para trabalhar, mas na hora de tomar aquele banho, o chuveiro elétrico não funcionar? Ou durante o café da manhã, a torradeira travar e não liberar a tão esperada torrada que será lambuzada de manteiga? Ou ainda, o carro não pegar justamente quando falta menos de uma hora para chegar ao trabalho? Bem, este cenário pode ser simplesmente inadmissível, dependendo do bom humor de cada um; no entanto, muitos acham "normal" o Windows travar...
31 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 15 de dezembro de 2010 às 16h10
Planos 3G, LTE e o lado do consumidor
Quando as operadoras começaram a oferecer planos de acesso móvel 3G, os planos ilimitados eram a regra. Por algum tempo, pareceu que a estratégia era efetivamente fazer com que as conexões móveis suplantassem o ADSL e o acesso via cabo, atendendo não apenas à quem queria acesso móvel, mas também a quem usa predominantemente em casa. Entretanto, a ilusão demorou pouco. Logo as operadoras passaram a impor quotas cada vez mais baixas de tráfego, colocando o acesso móvel em seu devido lugar: uma tecnologia complementar, mas que não substitui as conexões fixas. Em resumo, você usa o 3G para ler os e-mails e acessar o twitter, mas usa o ADSL quando quer assistir vídeos ou fazer downloads.
13 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de dezembro de 2010 às 15h10
A saga dos soquetes desenvolvidos pela AMD
Quando a AMD lançou a arquitetura de processadores K8 - chamada comercialmente de Athlon 64 -, ela inovou ao trazer o controlador de memória para dentro do die (CPU), o que lhe rendeu uma série de vantagens: maior velocidade no acesso à memória, simplicidade de desenvolvimento de chipsets (menor custo) e menor dependência do cache L1/L2, o que garantiu uma boa performance geral para o sistema. No entanto, a cada vez que novas tecnologias relacionadas à memória RAM eram lançadas, modificações no projeto dos processadores eram necessários, culminando com a criação de novos soquetes...
9 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 8 de dezembro de 2010 às 14h32
Os caçadores do OpenBSD perdido
Algumas pessoas me pediram para analisar a versão mais recente do OpenBSD (versão 4.8), mas eu relutei um pouco em fazer isso. Não que eu tenha nada contra o OpenBSD ou seus desenvolvedores. O que me incomoda é a natureza da análise. A maioria das minhas análises é como uma visita ao museu, onde eu aponto coisas interessantes pelo caminho. Nas estantes virtuais temos gerenciadores de pacotes, ferramentas de configuração e ambientes de desktop novos e atraentes. Já uma análise do OpenBSD é meio como uma aventura de Indiana Jones em formato digital. É preciso adentrar a densa floresta da linha de comando, explorar as ruínas dos instaladores de modo texto e escavar nomes de pacotes crípticos. Resumindo, não é só curtir a vista, é mais trabalhoso.
6 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 7 de dezembro de 2010 às 15h04
Maximizando a autonomia nos smartphones com o Android
O Android desperta emoções contraditórias em muitas pessoas, já que é ao mesmo tempo extremamente configurável e expansível (graças aos inúmeros aplicativos e hacks para a plataforma) e incrivelmente limitado em opções de configuração. O modelo de "dispositivo sempre-conectado, para usuários com planos de dados ilimitados", combinados com as telas grandes e os processadores Cortex A8 de alto clock usados na maioria dos aparelhos, faz com que a autonomia de bateria no Android não seja das melhores. Além de ter que se acostumar a recarregar todos os dias, você pode ter dificuldades em conseguir fazer com que a carga da bateria dure até o final do dia! Vamos então às dicas de como maximizar a autonomia da bateria no Android.
9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 2 de dezembro de 2010 às 18h27
Armazenamento flash e SSDs: fatos e previsões
Este pequeno artigo investigativo é dedicado ao desenvolvimento e às mudanças no mercado de memória flash. Vamos dar atenção especial à aplicação mais interessante desse tipo de memória: os SSDs.
3 comentáriosPor Gennadiy Detinich. Revisado 2 de dezembro de 2010 às 15h49
Bordeaux, uma promissora modificação do Wine
Nós, usuários de computadores, executamos todo tipo de aplicativos. Navegamos na web com um programa, enviamos email com outro, escrevemos relatórios, fazemos cálculos, ouvimos música, transferimos arquivos e armazenamos contatos usando uma longa lista de aplicativos. Há milhares de programas flutuando pelo mundo digital, mas existe um problema: nem todos rodam no seu sistema operacional. Quase todo mundo já passou pela situação de ter aquele programinha que faz praticamente tudo o que a gente quer, mas que não roda nativamente no sistema operacional de nossa preferência. Felizmente, existem maneiras de se contornar esse problema. Algumas pessoas fazem dual boot e se dispõem a lidar com a incômoda transição entre as plataformas. Outras usam máquinas virtuais e aceitam o peso de ter dois sistemas operacionais rodando ao mesmo tempo. Uma terceira opção é embutir a compatibilidade no sistema operacional para que ele rode programas feitos para outro sistema operacional. E é aí que entra o Bordeaux.
6 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 30 de novembro de 2010 às 13h35
TI: elas dominarão o suporte técnico?
Por muitos anos, o Especialista em Tecnologia da Informação é considerada uma profissão genuinamente masculina, onde a maioria esmagadora dos profissionais são homens (salvas algumas raras exceções). Mas, continuará sendo sempre assim? Pessoalmente, acredito que sim (infelizmente), mas não em todas as áreas: algumas, devido especialmente ao processo de evolução tecnológica, estão se tornando cada vez mais adequadas às expectativas do público feminino. E a área de suporte técnico será a principal delas...
19 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 25 de novembro de 2010 às 11h44

