Índice - Artigos

Confira aqui os artigos do Hardware.com.br. Os artigos são textos maiores, com a partir de 4 páginas, que podem tratar sobre qualquer tema ligado à informática, incluindo hardware, redes, Linux, Windows, e também outros sistemas operacionais ou plataformas. A principal diferença entre as dicas e os artigos é que no segundo, além de ensinar a fazer alguma coisa, são mais reservados a apresentar novas tecnologias ou postar textos de opinião.

Entendendo a computação autonômica

As redes estão tendo um aumento no seu nível de complexidade. Assim, a capacidade humana de gerenciamento pode se tornar um ponto negativo na gerência e controle de redes. Para resolver esse problema, grupos de pesquisadores tem buscado informações a respeito de técnicas de gerenciamento e controle que sejam baseados em sistemas biológicos. Uma dessas técnicas é denominada Computação Autonômica.

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4 comentáriosPor Guilherme Ferreira França. Revisado 24 de junho de 2011 às 10h52

Ubuntu: cada vez mais... surpreendente!

No "longínquo" ano de 2004, nasce mais uma - entre várias outras - distribuições Linux: o Ubuntu. Na época, ele até teve uma recepção bem fria, mas devido às suas limitações: parte da não aceitação foi por causa da enorme quantidade de distribuições que já existiam até então. Porém, dada a sua proposta de oferecer um sistema simples, fácil de usar e "feito para seres humanos", além de trazer boas inovações, a renomada distribuição patrocinada pela Canonical conquistou o seu espaço, tornando-se atualmente a mais popular entre os sistemas livres para os desktops...

60 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 21 de junho de 2011 às 08h17

Suas senhas são seguras?

Junto com o uso de redes abertas ou do WEP e de protocolos não encriptados, o uso de senhas fracas ou de repetição das mesmas senhas entre vários serviços está entre os problemas mais graves de segurança. Tradicionalmente, senhas com 8 caracteres são consideradas como o mínimo para garantir a segurança de uma conta qualquer já que embora não seja inviolável, uma senha de 8 caracteres demoraria tempo suficiente para quebrar em um ataque de força bruta que com exceção dos atacantes mais obstinados, todos os outros malfeitores logo desistiriam e partiriam em busca de alvos mais fáceis. Entretanto, a evolução no processamento das CPUs e GPUs tem feito com que as senhas de 8 caracteres passem a ser tão vulneráveis quanto as senhas de 5 ou 6 caracteres eram no passado.

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8 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 17 de junho de 2011 às 11h30

Entendendo a migração para os 64 bits, e por que ela demorou tanto

Nos PCs, a migração dos processadores de 16 bits para os 32 bits ocorreu ainda em 1985, com o lançamento do 386. Demorou uma década até que o software acompanhasse a evolução, mas com o lançamento do Windows 95 todos rapidamente migraram para os 32 bits e nunca mais olharam para trás. Entretanto, em pleno ano de 2011, a migração para os 64 bits ainda está em curso, com muitos usuários ainda felizes com seus sistemas operacionais de 32 bits e muitas máquinas de fabricação recente (como no caso da maioria dos netbooks com o Atom) ainda limitadas aos 32 bits, sem possibilidade de atualização. Isso significa que daqui a dois ou três anos (senão mais), ainda teremos um grande parque de máquinas rodando sistemas operacionais de 32 bits. Considerando que os processadores x86-64 estão entre nós desde 2005, esta é uma migração que está demorando bem mais do que o previsto. Vamos tentar entender porquê.

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40 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 16 de junho de 2011 às 08h26

Nem console, nem PC desktop: que tal jogar em netbooks?

Há tempos, venho planejando a migração do PC de jogos para o console. Embora o PlayStation 3 pareça a escolha ideal para a minha próxima plataforma de jogos, a política de preços altos e de tributos abusivos (impostos), ainda me impedem de adquirir este maravilhoso videogame. Pois bem: enquanto eu não for comprar o meu console preferido, vou ter que ir me virando com as opções alternativas de plataformas para jogos. Uma delas, pode ser aquela que justamente não esperávamos: os netbooks dotados de IGPs relativamente poderosos...

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39 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 15 de junho de 2011 às 13h10

Primeiras impressões do Google Music

O Google Music foi lançado em beta no dia 10 de maio. O iCloud da Apple chegou um pouco depois, bem mais completo. Experimentei o Google Music, venho aqui relatar um pouco da experiência do serviço. Para quem não acompanhou, a ideia é simples: toda a sua coleção de músicas fica na nuvem. Você ouve em qualquer lugar, a qualquer hora, via streaming. Basta fazer upload dos seus arquivos e acessar o serviço quando quiser.

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10 comentáriosPor Marcos Elias Picão. Revisado 14 de junho de 2011 às 10h39

Entendendo o processo de reboot dos PCs atuais

Na maioria dos dispositivos eletrônicos, um "reset" consiste em cortar o fornecimento de energia através de um botão (ou remoção das baterias), o que faz com que o conteúdo da memória RAM se apague e um novo processo de boot tenha início, com o carregamento do firmware e as demais etapas envolvidas. No caso dos PCs também já foi assim - mas a introdução das fontes ATX e de outras evoluções que tivemos nas duas últimas décadas, ganhamos a possibilidade de desligar ou reiniciar o PC via software, bem como de ligá-lo através da rede com o Wake-on-LAN, mas em compensação o processo se tornou um pouco mais complexo.

19 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 13 de junho de 2011 às 10h07

Como o iCloud, Google e Windows ARM podem mudar o mundo à nossa volta

Os últimos dias foram o palco de diversos anúncios importantes, que podem ter uma grande repercussão sobre o futuro da informática. Um deles é o anúncio do iCloud, um serviço de armazenamento nas nuvens com integração com tanto o MacOS quanto o iOS, que tem tudo para trazer mudanças importantes no mercado de informática. Se você acompanha meus artigos, deve ter percebido que não sou muito impressionável com os produtos da Apple, mas a estratégia adotada pela Apple e as possíveis repercussões realmente me chamaram a atenção.

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31 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 10 de junho de 2011 às 11h50

Fedora novo, visual novo

O Projeto Fedora, famoso por ultrapassar novas fronteiras tecnológicas, lançou o Fedora 15. A julgar pelas notas de versão, os desenvolvedores da distribuição patrocinada pela Red Hat vêm dando bastante ênfase à adoção de novos recursos neste ciclo de desenvolvimento. Alguns destaques do anúncio da versão são a inclusão do novo ambiente de desktop GNOME 3 e de uma nova ferramenta dinâmica de firewall, disponível nos repositórios por ter sido considerada experimental demais para ser incluída na mídia de instalação. O gerenciador de sessão systemd marca presença e, se todo o bafafá em torno dele proceder mesmo, vai oferecer uma nova maneira de se botar o sistema operacional para funcionar rapidamente. A nova versão do Fedora vem com o LibreOffice e algumas melhorias de segurança, como a remoção da maioria das permissões setuid e maior compactação da mídia de instalação. Nota-se imediatamente a melhoria da compactação no tamanho da ISO do live CD com o GNOME, que fica abaixo dos 600 MB.

19 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 9 de junho de 2011 às 08h28

Help desk: somente a porta de entrada ou a possibilidade de sucesso na carreira em TI?

Muitos daqueles que hoje possuem posição de destaque na área de TI como gerentes, coordenadores ou mesmo desenvolvedores, analistas e DBAs iniciaram sua escalada profissional pelo help desk trabalhando como analistas de suporte ou técnicos. O help desk é divisão da área de TI responsável por receber e procurar a solução dos problemas encontrados pelos usuários dos sistemas computacionais. Para muitos estudantes de computação o help desk é o primeiro degrau a subir na carreira profissional, é encarado como uma fase inicial para depois conseguir algo mais especializado. No entanto o help desk é uma área de extrema relevância dentro da TI, sendo que praticamente todos os departamentos de uma empresa necessitam de sistemas computacionais e visto ser impossível evitar que problemas ocorram, o que deve ser feito é aumentar ao máximo a eficiência na resolução dos problemas que venham a ocorrer. Nesta parte é que entra o help desk.

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26 comentáriosPor Onildo Henrique B. Filho. Revisado 8 de junho de 2011 às 07h24

Uma semana tranquila com o SimplyMEPIS 11.0

No mês de maio saiu o SimplyMEPIS 11.0, com a promessa de ser fácil de usar para novatos e de lidar bem com o seu hardware. Uma rápida leitura do anúncio da nova versão pode dar a entender que o SimplyMEPIS 11.0 é um lançamento sem muita graça, com algumas atualizações de aplicativos importantes e a migração para o LibreOffice, mas continue lendo. Minha semana com o SimplyMEPIS deve ter sido uma das experiências mais intuitivas e tranquilas que já tive com um sistema operacional.

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5 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 7 de junho de 2011 às 13h20

Sistemas de numeração utilizados na informática

Esteja você iniciando no mundo da informática ou já seja um profissional respeitado neste ramo, uma das primeiras informações que você ouve falar é que os computadores trabalham com números binários, popularmente chamados de 0 e de 1. A maioria das pessoas costuma dizer, simplesmente, que o 0 significa ausência de energia e o 1, presença de energia. Mas será que isso é realmente verdade? Neste artigo, vamos ir desmistificar este mito e ir um pouco além, explicando a construção matemática dos famosos números binários, algumas operações que podemos fazer com eles, onde eles são utilizados além dos micros, assim como outros sistemas de numeração muito presentes no meio computacional que, se você ainda não viu, certamente verá algum dia. Para isso, no entanto, será necessário introduzirmos alguns conceitos matemáticos para que possamos sustentar nossa argumentação. Assim, segure firme, pois nossa viagem vai começar!

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15 comentáriosPor André Machado. Revisado 6 de junho de 2011 às 14h25

LibreOffice versus OpenOffice.org

Depois que a Oracle comprou a Sun (e com ela os direitos do OpenOffice.org), alguns desenvolvedores e colaboradores do OpenOffice.org deixaram o projeto controlado pela Oracle para montar o LibreOffice, sob a bandeira da recém-criada The Document Foundation. O pacote LibreOffice é amplamente baseado no trabalho do Go-oo, e conquistou bastante apoio de diversas distribuições. O projeto Go-oo acabou sendo encerrado em prol do LibreOffice, e as distros que usavam o Go-oo (ou seus patches) migraram (ou estão migrando) para o LibreOffice. Com a saída de alguns de seus desenvolvedores, e com a comunidade Linux se concentrando no LibreOffice, a Oracle anunciou que não estará mais envolvida no aspecto comercial do OpenOffice.org, e que entregará o projeto à comunidade de código aberto.

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8 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 2 de junho de 2011 às 09h49

O fim da arte de fotografar

Sou apaixonado pela arte da fotografia. Mas, ao invés de investir em um caro equipamento profissional, optei por adquirir uma câmera prosumer, que se situa na mais alta posição entre as máquinas da classe amadora. Assim, ao mesmo tempo que possuo uma certa flexibilidade em relação à disponibilidade dos recursos mais interessantes, também faço economia ao ter optado por um equipamento mais em conta. No entanto, venho tendo certas dificuldades em realizar fotografias de melhor qualidade, se comparadas ao modo automático das câmeras digitais compactadas da atualidade...

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21 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 1 de junho de 2011 às 16h18

Mark Shuttleworth: as empresas e o software livre

Durante o Ubuntu Developer Summit, em Budapeste, eu conversei por uma hora com o fundador do Ubuntu e da Canonical, Mark Shuttleworth, sobre diversos assuntos. Em sua apresentação de abertura no UDS, ele disse que queria "defender" os contratos de colaboração, algo que já tinha tentado fazer antes sem muito sucesso. Desta vez ele apresentou uma visão bastante diferente sobre como aumentar a adoção do Linux e do software livre, especialmente no desktop, para atingir seu objetivo de chegar a 200 milhões de usuários do Ubuntu nos próximos quatro anos. Nem todos os leitores vão concordar com algumas das afirmações de Shuttleworth nesse sentido, mas vale a pena entender as ideias dele.

14 comentáriosPor Jake Edge. Revisado 31 de maio de 2011 às 13h35

HSPA+, WiMax e LTE: à espera do 4G

Com o 3G chegando a seu limite, as esperanças se voltaram para padrões mais rápidos, inaugurando uma nova corrida, agora rumo ao "4G". Segundo a definição do ITU-R, um padrão 4G deve oferecer um mínimo de 100 megabits de download para conexões móveis e 1 gigabit para conexões fixas e nomádicas, mas as tecnologias em implementação não atendem a este requisito, o termo "4G" tem sido usado como um termo de marketing para designar qualquer coisa mais rápida que o HSDPA padrão. De qualquer forma, padrões mais rápidos tendem a amenizar o problema do congestionamento, já que aumentam a oferta de banda disponível nas torres e obrigam as operadoras a ampliarem o restante da estrutura.

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7 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 30 de maio de 2011 às 13h12

A escolha da distribuição de referência

Como todo linuxer de carteirinha, tive a minha fase de "ciranda das distribuições", na qual experimentei diversas distros antes de adotar a minha favorita: o bom e velho Slackware (acreditem: velho mesmo!). E depois de ter sido feita a grande escolha, passei longos e maravilhosos anos bastante feliz, pois a renomada distribuição raramente me deixava na mão. Para mim, ela era (e ainda é) simplesmente fantástica; mas para os meus colegas de profissão, amigos e clientes, nem tanto...

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10 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 27 de maio de 2011 às 14h29

OpenIndiana: enquanto há vida, há esperança

O OpenIndiana é o que o OpenSolaris deveria ter sido. Lembro de como esperei pela versão 2010, que acabou não saindo. A Oracle comprou a Sun e matou a versão livre do sistema operacional Solaris, dando um fim às expectativas e à esperança. Por força dessas circunstâncias, nasceu o projeto OpenIndiana. Sua missão: tornar-se o novo OpenSolaris e ser disponibilizado gratuitamente a usuários em todo o mundo.

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7 comentáriosPor Igor Ljubuncic. Revisado 26 de maio de 2011 às 15h00

Saiba como foi o Ubuntu Developer Summit

Jono Bacon, gerente de comunidade do Ubuntu, abriu o "evento mais importante do ciclo da distribuição", o Ubuntu Developer Summit (UDS), realizado de 9 a 13 de maio em Budapeste, na Hungria. Como o Linaro Development Summit (LDS) ocorreu simultaneamente, os integrantes da Linaro (a associação de empresas ARM) também marcaram presença. O bom relacionamento entre o Ubuntu e a Linaro ficou bem evidente. Os dois eventos não só dividiam o espaço físico, como também estavam em sintonia na organização e na gravação das sessões

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7 comentáriosPor Jake Edge. Revisado 31 de maio de 2011 às 13h30

HDBaseT, PoE e o Bluetooth 3.0

Com a popularização dos home-theaters e HDTVs surgiu outro problema, que é a multiplicação dos cabos. Mesmo com o HDMI incluindo também suporte a áudio, temos ainda os cabos de energia, cabos de rede e assim por diante. O HDBaseT oferece uma solução elegante para o problema, oferecendo todos os insumos necessários para a operação de uma TV ou home-theater usando um único cabo de rede, eliminando a necessidade do uso de um cabo HDMI para a imagem, cabo de energia e etc. como hoje em dia. O HDBaseT tem raízes comuns com outro padrão, o PoE, ou "Power Over Ethernet", um padrão que permite transmitir energia elétrica usando o próprio cabo de rede, juntamente com os dados. Outro novo padrão candidato a se tornar popular nos próximos anos é o Bluetooth 3.0, que além de um consumo mais baixo de energia tira proveito do transmissor Wi-Fi (quando presente) quando é necessário transmitir grandes volumes de dados.

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5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 23 de maio de 2011 às 15h00

Básico: instalando aplicativos no Linux, graficamente

Para instalar aplicativos no Linux, nada de fazer como no Windows: ir até sites de downlads, baixar o arquivinho e depois dar dois cliques nele. No Linux, o jeito mais fácil é usar o gerenciador de pacotes da sua distribuição. Desde quando homens eram homens e instalavam suas aplicações Linux no muque, muitos anos se passaram, e com figurões no cenário pinguim, como o Conectiva, Kurumin, e mais recentemente o Ubuntu, a forma mais fácil de se instalar programas no Linux mudou muito. Hoje em dia reina o conceito de "app store", ou uma espécie de loja de aplicativos, que ficou mais evidente nas últimas versões do Ubuntu. Tudo fica reunido em um só programa que divide os diferentes aplicativos em categorias, oferecendo ainda a busca.

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18 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 20 de maio de 2011 às 16h12

Ascensão (e queda?) das lojas de aplicativos

As lojas de aplicativos brotam de todos os cantos, como cogumelos. Apesar de terem sido bem recebidas pelos usuários no começo graças à facilidade na instalação de seus aplicativos, os desenvolvedores têm muitas queixas a fazer sobre elas. A divisão dos lucros dos aplicativos vendidos e a falta de eficiência do processo de filtragem estão entre os principais problemas. Será que as lojas de aplicativos são o melhor canal de distribuição possível? Elas podem satisfazer tanto aos desenvolvedores quanto aos usuários?

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5 comentáriosPor Kostis Kapelonis. Revisado 19 de maio de 2011 às 14h54

Uma breve análise do Ubuntu 11.04

No dia 28 de abril foi lançado o Ubuntu 11.04, codinome "Natty Narwhal", trazendo a nova interface gráfica Unity, melhorias no gerenciamento de pacotes e novos recursos para o Ubuntu One. Não é uma versão de suporte estendido, e conta com suporte até outubro de 2012. Antes de baixar essa nova versão do Ubuntu eu tive a oportunidade de fazer algumas perguntas ao diretor de comunicações da Canonical, Gerry Carr, e ele falou sobre alguns dos destaques do novo Ubuntu.

17 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 17 de maio de 2011 às 15h14

IGPs e GPUs: será que um dia eles vão se entender?

Desde que a maioria das atividades executadas em um PC não necessite de alto desempenho gráfico, o IGP - Integrated Graphic Processor - dá a conta do serviço de forma bastante satisfatória. No entanto, ao rodar jogos e outras aplicações gráficas, uma GPU dedicada - Graphic Processor Unit - passa a ter um papel fundamental, provida através de uma placa de vídeo dedicada. Nestas circunstâncias, o IGP fica lá "esquecido", desativado para que a GPU dedicada assuma as suas funções...

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3 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 16 de maio de 2011 às 14h25

Explorando o mundo com o Marble 1.1

O Marble é um globo terrestre virtual em três dimensões, parte do conjunto de aplicativos do KDE, mas também está disponível em uma versão exclusivamente Qt para usuários do Linux que prefiram não instalar dependências do KDE, ou para os usuários do Mac e do Windows. O programa evoluiu muito. A interface básica continua a mesma, mas o Marble incorporou vários recursos novos desde os tempos da versão 0.5. O Marble reuniu uma quantidade expressiva de novos recursos que justificaram o lançamento da versão 1.1 no meio do ciclo habitual, trazendo as novidades para a gente antes da hora prevista. Na versão 1.1, o aplicativo de mapeamento 3D apresenta configuração de plugins, edição de mapas e navegação por voz para quem usar o Marble no Nokia N900.

2 comentáriosPor Joe 'Zonker' Brockmeier. Revisado 12 de maio de 2011 às 13h54

As impressões do XFCE 4.8 e Xubuntu 11.04 no dia-a-dia

Com o KDE 4 e o GNOME 3 trazendo mudanças drásticas em seus ambientes, e com o Fluxbox e LXDE se destacando no cenário dos ambientes leves, o XFCE representa uma ótima alternativa para usuários de desktops que estão desejando uma solução cheia de recursos e ao mesmo tempo um tanto mais leve, sem perder produtividade. O XFCE, em sua versão 4.8, está bem maduro, e encontra-se em um estado de ótima usabilidade e bom desenvolvimento, mantendo a organização clássica abandonada pelo GNOME 3, e possuindo ainda um conjunto próprio de aplicativos. O Xubuntu, por sua vez é uma distribuição que, ao meu ver, a partir da versão 10.04, está se tornando muito mais caprichada, atingindo o seu maior patamar nesta, a 11.04. Vejamos neste artigo as impressões deste ambiente, nessa distribuição.

39 comentáriosPor Julio Cesar Bessa Monqueiro. Revisado 12 de maio de 2011 às 12h26

Microsoft Drawbridge e a modularidade do sistema operacional

A Microsoft revelou novos detalhes sobre um conceito experimental de sistema operacional chamado Drawbridge. No início de março, os pesquisadores da Microsoft publicaram um documento intitulado "Rethinking the Library OS from the Top Down". O documento descreve uma nova interação entre um aplicativo em nível de usuário e o sistema operacional, e pode ser encontrado na bibliteca digital ACM. Ele descreve um plano ambicioso para separar as partes tradicionais da API de um sistema operacional de seu kernel. Mas para que possamos fazer uma análise completa, vamos ter que estudar um pouco de história.

11 comentáriosPor Dan Massameno. Revisado 10 de maio de 2011 às 11h38

A volta por cima dos netbooks!

Quando o iPad foi lançado, nem todos acreditaram em no sucesso da empreitada da Apple, em virtude do hardware limitado deste produto. Mas, contrariando todas as expectativas, o tablet não só foi muito bem aceito, como também definiu novas tendências para o futuro da computação pessoal. Neste meio-tempo, a mídia especializada aproveitou a oportunidade para sacramentar o fim dos netbooks, os quais começavam a perder o interesse por parte dos consumidores. Dadas as reclamações, a principal estava nas configurações de hardware limitadas, onde geralmente a grande maioria dos netbooks possuíam basicamente as mesmas especificações técnicas...

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11 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 16 de maio de 2011 às 14h27

Entendendo os 'transístores 3D' da Intel

Apesar de todos os avanços, o projeto básico do transistor continua o mesmo desde a década de 60, uma estrutura plana, composta de basicamente três componentes: o emissor, coletor e a base, ou gate, que controla o fluxo de elétrons entre os dois pólos. Embora extremamente avançados, os transistores atuais continuam atuando como meras chaves digitais, com apenas dois estados, "1" e "0". Com a chegada dos 22 nm essa questão se tornou ainda mais crítica, o que levou a Intel a apresentar uma solução alternativa para o problema: aumentar a área do inversion layer através da construção de uma estrutura tridimensional.

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9 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de maio de 2011 às 09h56

Commander Keen e o nascimento da ID Software

A turma que curtia um bom joguinho de DOS no início dos anos 90 provavelmente associa o nome ID Software a clássicos e violentos jogos de tiro em primeira pessoa como Wolfenstein 3D, Doom e Quake. O que muita gente não sabe é que a primeira bala disparada pela ID Software não veio da espingarda de um soldado que enfrentava demônios cibernéticos, mas sim da pistolinha de raios de um jovem menino de capacete que salvou o planeta Terra enquanto seus pais saíam para jantar. Vamos conhecer a história do primeiro jogo da ID software, Commander Keen, e de como o trabalho despretensioso de um trio de programadores quase resultou em uma versão oficial para o PC de um dos maiores ícones dos videogames japoneses.

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7 comentáriosPor Roberto Bechtlufft. Revisado 5 de maio de 2011 às 09h12

Cartões ou memória interna?

Hoje em dia existe uma certa polêmica entre comprar um smartphone ou tablet com uma quantidade generosa de memória interna, ou se é melhor pagar menos por um modelo com apenas 8 GB ou menos e complementar com um cartão microSD. Muitos acham que tanto faz, levando em conta apenas o custo e a capacidade, mas na realidade existem sim algumas diferenças a se considerar.

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3 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 4 de maio de 2011 às 07h48

Montando trilhas em Ogg com Audacity, VLC e a linha de comando

O Ogg Vorbis e o Ogg FLAC (a versão de fluxo Ogg para o Free Lossless Audio Codec, ou Codec Livre de Áudio sem Perdas) são codecs populares com licenças livres e sem patentes para quem deseja manipular sons. Esses são os formatos que vou usar em um arquivo de vídeo Ogg Theora complexo que estou criando para minha experiência "Lib-Ray". A ideia é criar um formato alternativo para distribuir vídeo de alta definição. Para isso, vou ter que enfrentar vários desafios técnicos usando as ferramentas de linha de comando do FLAC, o Audacity e o VLC, como vou mostrar aqui.

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1 comentárioPor Terry Hancock. Revisado 3 de maio de 2011 às 11h25

O carnaval de cores das distribuições Linux

Na concepção de interfaces para os ambientes desktops e as suas bibliotecas, "aprendi" a adotar o cinza e o azul escuro como as cores ideais para esta classe de softwares. Inclusive, até passei a associar o azul puro aos travamentos e outros problemas do gênero! No entanto, parece que o universo das distribuições GNU/Linux tendem a optar por práticas totalmente inovadoras, ao adotar combinações de cores - até consideradas "inapropriadas" - como a base para a sua identidade visual! Por exemplo, alguns aqui gostam dos tons preto e laranja/marrom do Ubuntu?

RelacionadosDistribuição Linux

11 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 29 de abril de 2011 às 16h00

Xoom, o tablet baseado no Android

Os melhores presentes muitas vezes são totalmente inesperados. E eu fiquei mesmo muito feliz quando me deparei com um pacote do Google aqui na porta, contendo um tablet Motorola Xoom. O Xoom é um dos primeiros tablets com o Android a aportar no mercado; é também um dos poucos a rodar a versão "Honeycomb" do Android. Uma das melhores justificativas que se pode arranjar para brincar com um aparelho novo é dizer que a brincadeira é trabalho... portanto, aí vai uma breve análise do dispositivo e de como o Android se sai em tablets de um modo geral.

4 comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 28 de abril de 2011 às 12h34

Cursos superiores na área da computação: qual escolher?

Nos últimos anos, a procura por cursos superiores nas áreas relacionadas à computação tem crescido de forma notável. Tanto universidades particulares como públicas tem registrado grande procura por cursos relacionados à computação. Cursos como ciência da computação (algumas instituições o nomeiam por ciências da computação), sistemas de informação (antigo análise de sistemas), engenharia da computação e os diversos cursos de tecnologia existentes que habilitam o graduado em áreas específicas como, por exemplo, os cursos de redes de computadores, tecnologia web e banco de dados, lotam os primeiros semestres na maioria das universidades. Mas apesar da grande procura dos jovens por cursos nesta área, é perceptível o descontentamento de muitos com o curso escolhido, o que causa alto índice de evasão no decorrer dos semestres destes cursos.

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50 comentáriosPor Onildo Henrique B. Filho. Revisado 27 de abril de 2011 às 16h07

Puppy Linux 5.2.5: latindo contra os excessos

O Puppy Linux, cria do desenvolvedor australiano Barry Kauler, fez sua primeira aparição em 2006, e logo ficou conhecido por ser muito veloz e por seu visual "fofinho". Presumo que Barry goste de cães. No momento, há três versões do sistema operacional carregando o nome "Puppy": Wary, Quirky e Lucid. Hoje eu vou dar uma olhada no Puppy Linux 5.2.5 Lucid, lançado no dia 3 de abril. Além do fator diversão, meu teste do Puppy foi uma experiência séria para saber se essa nova versão tinha novidades suficientes para me tentar a abandonar o Ubuntu.

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5 comentáriosPor Robert Storey. Revisado 26 de abril de 2011 às 15h11

Acreditem: o desktop continuará vivo (embora poucos o reconheçam)!

À partir do momento em que os smartphones, tablets e netbooks começaram a ganhar popularidade, muitos especialistas em Tecnologia aproveitaram a oportunidade para declarar o fim dos PCs desktops e todo o seu legado, baseado no clássico sistema operacional Windows. Embora esteja de acordo com muitos aspectos destas previsões, ainda considero que o conceito tradicional de ambiente desktop - popularizado pelo Windows - continuará vivo, embora poucos o reconheçam...

RelacionadosDesktop e Tablets

55 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 26 de abril de 2011 às 07h38

Eee Pad Transformer: revolução ou apenas mais um?

Tablets com o Honeycomb e tablets com o Tegra 2 existem aos montes na atual fila de lançamentos. Praticamente todos os grandes fabricantes têm planos de lançar pelo menos alguns modelos. Nesse cenário, como diferenciar o seu produto? A resposta encontrada pela Asus foi um tablet conversível, o Eee Pad Transformer anunciado dois meses atrás, que está finalmente chegando ao mercado.

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5 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 25 de abril de 2011 às 12h03

As futuras tecnologias de armazenamento no Linux

A sessão de abertura do segundo dia da oficina Linux Filesystem, Storage, and Memory Management 2011 foi conduzida por Michael Cornwall, diretor global de padrões de tecnologia da IDEMA, uma organização de padrões para fabricantes de unidades de disco. Há treze anos, quando trabalhava como fabricante de hardware, Michael não sabia com quem falar na comunidade Linux para contar com suporte para o hardware de sua empresa. Anos depois, o problema ainda existe: não é fácil para a indústria de hardware trabalhar com a comunidade Linux, e com isso o Linux acaba tendo bem menos influência do que deveria. A apresentação de Michael tratou das futuras mudanças na indústria do armazenamento, e de como a comunidade Linux pode se envolver para melhorar as coisas.

RelacionadosLinux e Armazenamento

3 comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 19 de abril de 2011 às 10h12

CPUs que fizeram história na computação pessoal

Olhando minuciosamente o catálogo de produtos oferecidos pela Intel e AMD, iremos constar que existe uma grande quantidade de CPUs de diferentes arquiteturas, famílias, modelos e séries. São tantos, que certamente muitos deles sequer irão passar pelas nossas mãos! No entanto, provavelmente deveremos conhecemos algumas unidades de uma determinada família; ou ainda, encontrá-los no mercado com certa facilidade, dado o sucesso obtido em sua comercialização. Tal como o craque de futebol do time ou a vizinha adorável do bairro, sempre encontraremos itens que se sobressaem, em comparação aos demais.

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19 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 15 de abril de 2011 às 09h45

Entendendo o som surround e o som binaural

Geralmente as trilhas sonoras de filmes são disponibilizadas em estéreo ou surround 5.1, embora existam outras possibilidades. Muito do material sonoro que eu venho usando é binaural, soando assustadoramente realista com fones de ouvido, mas impressionando bem menos quando reproduzido em alto-falantes. Mas que papo é esse de binaural e surround, e como as ferramentas de software livre podem ajudar você a tirar o máximo proveito desses tipos de som? Esta será uma experiência constante de aprendizado, mas quero começar com uma breve descrição das tecnologias mais comuns, e de como é o suporte a elas nos formatos de arquivos que temos à nossa disposição: Vorbis, FLAC e WAV.

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9 comentáriosPor Terry Hancock. Revisado 14 de abril de 2011 às 07h47

Uma solução para os problemas do Android

Esse robô verde não sabe a fria em que se meteu. O Android é uma plataforma bem sucedida? Se analisarmos comercialmente, sim. Mas diferente do que acontece em PCs, onde o monopólio do Windows e dos processadores x86 fazem com que mesmo um lançamento problemático (o Windows Vista, por exemplo) não cause grandes prejuízos (uma migração em massa dos usuários, por exemplo), nos smartphones o mercado é diferente. Se uma plataforma não satisfaz o usuário, ele acaba migrando para outra. Veja o Symbian, já dominou mais da metade do mercado e hoje, apesar de continuar em primeiro, vê seu market share cair cada vez mais rápido. E o Android tem problemas, isso é fato. E esses problemas podem acabar com a plataforma tão rápido quanto foi seu crescimento ano passado. Mas quais são esses problemas e quais são as possíveis soluções?

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17 comentáriosPor Thiago Okada. Revisado 13 de abril de 2011 às 11h28

Slackware 13.37: Linux para quem se diverte com Linux

A família de distribuições SUSE tem como lema "divirta-se", mas quem leva essa ideia ao extremo mesmo é o Slackware. Enquanto a maioria das grandes distribuições Linux é influenciada por empresas, pela política da comunidade e pela busca do sucesso com o grande público, Patrick Volkerding tomou um rumo diferente com o Slackware, o que fica evidente nesta versão RC do Slackware 13.37. O número de versão "13.37" é uma referência à base de usuários do Slackware, definida com o termo "leet" (também escrito "l33t"), que indica uma "elite". Isso também reforça a fama que o Slackware tem de não levar números de versão muito a sério.

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25 comentáriosPor Joe “Zonker” Brockmeier. Revisado 11 de abril de 2011 às 15h42

Intel e Microsoft: um relacionamento complicado

Na década de 1990 foi cunhado o termo "Wintel" para descrever a célebre aliança estratégica entre a Intel e a Microsoft que dominou os computadores pessoais por mais de duas décadas. A Intel produzia os processadores, chipsets e ditava os padrões de interfaces, enquanto a Microsoft produzia o Windows e outros softwares, moldando à base de código em torno dos recursos oferecidos pelos novos processadores. A regularidade com que novas versões do Windows eram lançadas e o fato de cada nova versão ser consideravelmente mais pesada que a anterior fazia com que os usuários acabassem trocando todo o PC, de forma que as duas lucravam. Oficialmente, nunca existiu uma aliança formal entre as duas empresas, mas isso nunca impediu que ambas colaborassem em torno do ganho comum.

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19 comentáriosPor Carlos E. Morimoto. Revisado 8 de abril de 2011 às 15h35

A saga dos drivers e firmwares proprietários em sistemas GNU/Linux

Lá pelo final do século passado, um importante fabricante de hardware especializado tomou uma decisão inédita: liberar as especificações técnicas de seus produtos, para que os desenvolvedores pudessem criar drivers livres com o suporte adequado (sob um contrato de não-divulgação dessas informações chamado NDA). Tal evento permitiu na entrada do Tux em uma nova área da computação, até antes inimaginável: os jogos. O fabricante em questão era a "finada" Voodoo (adquirida pela nVidia), os drivers criados ofereciam suporte à API Glide (já extinta) por parte do servido XFree86 (hoje X.org) e os produtos vendidos eram as aceleradoras 3D da série Voodoo, como as Voodoo clássicas, a série Banshee e as "novíssimas" Voodoo 3...

26 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 8 de abril de 2011 às 07h18

O código russo do Calculate Linux 11.3

Dois de nossos estimados leitores nos pediram que analisássemos o Calculate Linux, uma distribuição russa focada nas pequenas e médias empresas. O Calculate tem três edições para desktops (KDE, GNOME e Xfce) e mais uma para servidores. Enquanto eu preparava este artigo, uma edição para media centers estava sendo desenvolvida. Cada edição está disponível para computadores de 32 e 64 bits. O Calculate é baseado no Gentoo Linux, o popular projeto com foco no código fonte.

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5 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 7 de abril de 2011 às 09h33

Um voto de confiança para a Canonical e o Ubuntu

Já critiquei bastante a postura da Canonical, em relação às inovações do Ubuntu. Os pontos fortes das minhas críticas foram a adoção da interface gráfica Unity e o servidor gráfico Wayland, ambos em substituição ao GNOME e o X.org, respectivamente. Não é que estas ideias sejam ruins, mas sim como a forma em que foram propostas: tais mudanças simplesmente seriam feitas assim "no ato", sem o consentimento da comunidade de software livre, quebrando algumas tradições e culturas amplamente difundidas nas distribuições GNU/Linux. Mas, analisando alguns aspectos mais à fundo, a Canonical parece ter razão. Ao menos, tenho alguns bons motivos para acreditar nisso...

26 comentáriosPor Ednei Pacheco. Revisado 1 de abril de 2011 às 13h09

A experiência do editor ranzinza com o GNOME 3

Usar uma distribuição como o Rawhide tem vantagens e desvantagens. Por exemplo, os usuários do Rawhide experimentam programas novos bem antes da maioria dos usuários (excetuando-se os desenvolvedores e a turma encarregada de testar distros). Se isso é vantagem ou desvantagem, fica a cargo do leitor. Embora partes do GNOME 3 tenham começado a aparecer (por vezes sem que eu quisesse) no meu desktop há algum tempo, eu vinha evitando embarcar numa experiência completa com o GNOME 3. Mas nada dura para sempre, especialmente quando se fala em distribuições de desenvolvimento. Conforme os recursos do novo GNOME foram pipocando, eu fui me convencendo de que seria uma boa mergulhar de cabeça nele. Vou compartilhar com vocês minhas impressões sobre os rumos do GNOME.

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20 comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 31 de março de 2011 às 11h58

openSUSE 11.4: boas-vindas ao rei lagarto

O openSUSE 11.4 é o primeiro lançamento do ano a me empolgar de verdade. Para mim, o projeto é uma joia de valor subestimado na comunidade Linux, e enquanto os blogueiros não se cansam de discutir sobre as mudanças na interface de usuário no alpha mais recente do Ubuntu, ou sobre as novas tecnologias que estão pintando no Fedora, parece que ninguém comenta sobre as novas versões do openSUSE. Isso é péssimo, porque o openSUSE está sempre lançando versões bem feitas e com software atualíssimo, amparado por uma das ferramentas de configuração mais poderosas do mercado. Já se vão oito meses desde a versão 11.3, e eu estava curioso para descobrir o que os desenvolvedores tinham preparado para a 11.4.

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22 comentáriosPor Jesse Smith. Revisado 30 de março de 2011 às 13h22

As distribuições corporativas e o software livre

A questão das "distribuições corporativas" é curiosa, porque muitas vezes o que temos é uma tentativa da parte dos fabricantes e dos consumidores de encaixar o software livre no modelo de negócios que há tempos é seguido pelos fabricantes de sistemas operacionais proprietários. Isso cria uma tensão entre os valores da comunidade do software livre (incluindo o acesso livre, o desenvolvimento rápido e a colaboração) e os do fabricante (que incluem uma rígida estabilidade e a preservação da vantagem competitiva). Algumas mudanças recentes realizadas pela Red Hat ilustram bem os efeitos que essa tensão pode causar, especialmente quando somados a uma competição forte e possivelmente injusta.

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6 comentáriosPor Jonathan Corbet. Revisado 24 de março de 2011 às 14h19